Enrique García

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Enrique García

Enrique García (Santa Fe, 20 de novembro de 1912 - 23 de agosto de 1969 [1]) foi um futebolista argentino.

García é tido como um dos maiores ídolos do Racing, mesmo sem ter conquistado títulos pela Academia. É considerado inclusive um dos maiores ponta-esquerdas do futebol argentino. Chegou ao time da Avellaneda em 1936, por cerca de 39 mil pesos, após despontar no Rosario Central.[1]

No Racing, jogaria até 1944, marcando 78 vezes em 233 partidas. Sua habilidade inspiraria diversos apelidos: "Poeta da Canhota", "O Mago", "O Imparável", "Sarmiento do Futebol", mas ficou mais conhecido como El Chueco - "O Torto", devido ao modo de andar.[1]

Aposentou-se aos 32 anos em virtude de lesões, queixando-se da marcação cada vez mais pesada que sentia. "Vejo que cada vez mais as equipes entram para não deixar (a outra) jogar, e tampouco joga também. (...) A marcação existiu sempre, mas sem acabar com a beleza do jogo. Agora, os marcadores buscam por uma 'companheira de dança' e a seguem por todo o campo". Também não apreciava a sobreposição de táticas sobre a técnica, afirmando que era "inimigo de todos os sistemas táticos: atentam contra a beleza, não há preciosismo nem improvisação".[1]

García também fez sucesso na Seleção Argentina. Disputou três Copas América, vencendo duas e sendo vice na outra. Pela Albiceleste, fez grandes duplas com Antonio Sastre e, posteriormente, com José Manuel Moreno.[1]

Referências

  1. a b c d e Enrique García (fevereiro de 2011). El Gráfico Especial n. 28 - "100 Ídolos de Racing", pp. 46-47


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