Expedito Netto

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Expedito Netto em fevereiro de 2015.

Expedito Netto é um bacharel em direito[1] e político brasileiro, do estado de Rondônia. É filho do ex-senador Expedito Júnior.

Foi eleito deputado federal em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019), pelo PSD. Como deputado federal, votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[2] Já durante o Governo Michel Temer, votou contra a PEC do Teto dos Gastos Públicos.[2] Em abril de 2017 foi contrário à Reforma Trabalhista.[2][3] Em agosto de 2017 votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do presidente Michel Temer.[2][4]

Expedito Netto apresentou voto contrário a legalização do Uber no Brasil, votando sim ao projeto de lei que obrigava o Uber seguir as mesmas regras que os taxis.[carece de fontes?] Em 13 de dezembro de 2017, emitiu um parecer enquanto relator da Comissão Especial destinada a regulamentar as moedas virtuais (incluindo as criptomoedas) e os programas de milhagem aéreas, apresentando parecer que criminalizava qualquer tipo de uso de criptomoedas em território nacional, além de estabelecer regras rígidas para as empresas de milhagens aéreas.[5]

Referências

  1. https://www.camara.leg.br/deputados/178953/biografia
  2. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  3. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  4. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  5. Expedito Netto, Expedito (13 de dezembro de 2017). «COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A PROFERIR PARECER AO PROJETO DE LEI Nº 2.303, DE 2015.». Congresso Nacional. Consultado em 13 de dezembro de 2017