Humberto Coutinho

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Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Humberto Lucena.
Humberto Coutinho
Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão
Período 1 de fevereiro de 2015
à 1 de janeiro de 2018
Antecessor Max Barros
Sucessor Othelino Neto
Deputado estadual do Maranhão
Período 1º de fevereiro de 2015
à 1º de janeiro de 2018
Período 1º de fevereiro de 1991
a 17 de dezembro de 2004
Prefeito de Caxias
Período 1º de janeiro de 2005
a 1º de janeiro de 2013
Antecessor Márcia Serejo Marinho
Sucessor Léo Coutinho
Vereador de Caxias
Período 1º de janeiro de 1989
a 14 de dezembro de 1990
Dados pessoais
Nascimento 21 de agosto de 1946
Pedreiras, MA
Morte 1 de janeiro de 2018 (71 anos)
Caxias, MA
Cônjuge Cleide Coutinho
Partido
  • PDS (1980–1985)
  • PFL (1985–2001)
  • PSD (2001–2003)
  • PTB (2003–2007)
  • PDT (2007–2018)
Profissão Médico

Humberto Ivar Araújo Coutinho, mais conhecido como Humberto Coutinho (Pedreiras, 21 de agosto de 1946Caxias, 1 de janeiro de 2018),[1] foi um médico e político brasileiro. Foi prefeito de Caxias (2005–2013). Também foi presidente da Assembleia Legislativa.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em medicina, em 1970, pela Universidade Federal da Bahia, começou a exercer a medicina, pelo INSS de Caxias, na Casa de Saúde de Maternidade de Caxias, hospital que criou, junto com sua esposa, Cleide Coutinho.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Ingressou na política, em 1988, pelo PFL, ao ser eleito vereador de Caxias. Em 1990, foi eleito deputado estadual.

Em 1992, candidatou-se a prefeito de Caxias, sendo derrotado por Paulo Marinho.

Em 1994, foi reeleito deputado estadual.

Em 2000, candidatou-se, novamente, a prefeito de Caxias, sendo derrotado por Márcia Marinho.

Em 2002, foi reeleito deputado estadual.

Em 2004, foi eleito prefeito de Caxias.

Em 2008, foi reeleito prefeito de Caxias.

Em 2014, foi eleito deputado estadual, sendo o mais votado.[2]

Morte[editar | editar código-fonte]

Após quatro anos lutando contra um câncer no intestino, morreu às 20h40 de 1 de janeiro de 2018. Com isso, a Assembleia Legislativa do Maranhão decretou luto oficial de três dias.[1]

Referências