Luís Aleixo Boulanger

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Luís Aleixo Boulanger (França, 2 de abril 1798 - Rio de Janeiro, 24 de julho 1874[1], foi segundo e último Rei de Armas do Império do Brasil.

Reconhecido artista franco-português, professor imperial de caligrafia de D. Pedro II, de suas irmãs e de suas filhas.

Boulanger sucedeu ao cargo de Rei de Armas, Possidônio Carneiro da Fonseca Costa, este nomeado por D. Pedro I e que, ao final de sua vida, foi acometido por demência e destruiu boa parte dos registros que havia no Cartório de Nobreza e Fidalguia.

Ao longo dos anos, Boulanger tentou incansavelmente recuperar o teor das antigas cartas de nobreza expedidas, razão de só existir, até o ano de 1872, um único livro sobre o período anterior à sua magistratura, que continha apenas 121 registros de títulos e brasões, especialmente os que constavam no chamado Livro VI do Cartório de Nobreza e Fidalguia. Uma cópia desses registros foi enviada ao Visconde de Sanches de Baena.

É com base nessa recolha de Boulanger, nos apontamentos do Visconde de Sanches de Baena, e na documentação existente no Arquivo Nacional, que os barões de Vasconcelos iniciaram o seu Arquivo Nobiliárquico Brasileiro.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.