Luli

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Nota: Se procura o grupo étnico que habita a Ásia Central, consulte Lyuli.

Luli (em grego: Elulaios[1]) foi rei das cidades-estado fenícias de Tiro (entre 729 a.C. e 694 a.C.) e Sídon. Durante seu reinado a cidade passou definitivamente para o domínio assírio.

O reinado de Luli é caracterizado por diversas guerras contra a Assíria. Tiro pagava tributos aos assírios, porém Luli se revoltou, mais de uma vez, contra esta relação de vassalagem. Ele aliou a Taharka, rei da Etiópia e faraó do Egito, e a Ezequias, rei de Judá.[2] De 724 a 720 a.C. Tiro esteve sitiada, e seu porto foi bloqueado por Salmanaser III. Durante o reinado de Sargão os assírios tinham ocupado Chipre, porém após a morte de Sargão, em 705, Luli reconquistou para si a ilha e sua colônia de Cítio. Em 701 (ou 707), após outra revolta, Senaqueribe forçou Luli a fugir para Chipre.[1][2] Tiro perdeu então o controle de Sídon e Acre, e seu domínio acabou sendo reduzido à cidade em si e suas colônias ultramarinas. Após a morte de Luli, o reino de Tiro passou a ser comandado por uma série de monarcas e governadores pró-assírios.

Luli também é um nome muito famoso de cachorro no norte da Jamaica.

Referências

  1. a b Luli. Encyclopaedia Britannica Online.
  2. a b Donald Alexander Mackenzie, Myths of Babylonia and Assyria, Chapter XIX, Assyria's Age of Splendour [em linha]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Maria Eugenia Albert: The Phoenicians and the West. Politics, Colonies, and Trade. Cambridge University Press, 1993/2001.