Mauro Santayana

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Mauro Santayana, 2004.

Mauro Santayana (Rio Grande do Sul, 1932) é um jornalista brasileiro. Ocupou cargos destacados nos principais órgãos da imprensa brasileira, especialmente na mídia impressa, como Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil, Correio Brasiliense e Jornal do Brasil, no qual mantém uma coluna sobre política. Também escreve regularmente para a Carta Maior, para a Revista do Brasil e é comentarista de televisão e mantêm um blog, onde escreve artigos e crônicas sobre política, economia e relações internacionais, cujo endereço na internet é maurosantayana.com.

Vida política[editar | editar código-fonte]

Em 1964, ano do golpe militar no Brasil, colaborava com o embaixador Mário Palmério, no Paraguai, nas negociações para a implantação da hidrelétrica de Itaipu. Exilou-se, então, durante mais de dez anos, no Uruguai, no México, em Cuba, em Praga, na Checoslováquia. Trabalhou como jornalista e chefe das emissões em português da Rádio Havana, em 1966, e como comentarista político da Rádio Praga, entre 1968 e 1970. Em Bonn, na Alemanha, foi correspondente do Jornal do Brasil (1970 - 1973).

É comentarista de TV e colaborador de diversos jornais, como "free lancer". Dois anos depois de voltar do exílio, em 1976, foi diretor da sucursal da "Folha de S.Paulo" em Minas, até 1982, quando escrevia uma coluna diária de política. Foi chefe de reportagem do "Diário de Minas", 19551958 em Belo Horizonte - MG, secretário de redação da "Última Hora", 1959, (RJ), comentarista econômico da "Revista Panorama Econômico Latino-Americano", 1965, Cuba, e colaborador da "Gazeta Mercantil", 1982 - 1992. Escreveu também na revista "Manchete", no jornal mineiro "Binômio", e "Diário de Minas". Fundou na década de 50 o "Diário do Rio Doce", e foi correspondente da Folha de S.Paulo em Madrid, e no Norte da África. Atualmente é um dos editores do "Jornal do Brasil" onde mantém uma seção de opinião política.

Em 2015, foi agraciado com o Prêmio Especial Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, outorgado por uma comissão formada pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – ABRAJI; o Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil – UNIC Rio; a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo; a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP; a Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ; o Instituto Vladimir Herzog; o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB Nacional, a Ordem dos Advogados do Brasil/Secção São Paulo, a Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo e a Sociedade Brasileira dos Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Intercom, por "suas contribuições ao jornalismo brasileiro e da América Latina. e por relevantes serviços prestados às causas da democracia, paz, justiça e contra a guerra."

Prêmio Esso de reportagem de 1971. com a matéria "Assim começou uma guerra", na qual publicou extratos do diário de bordo do comandante do submarino alemão que afundou navios mercantes brasileiros e de passageiros na costa brasileira no início da Segunda Guerra Mundial, cobriu, como correspondente, a invasão da Checoslováquia pelas tropas do "Pacto de Varsóvia", a "Guerra Civil Irlandesa" e o "Conflito do Saara Ocidental".

Entrevistou personalidades importantes que marcaram a história do Século XX, como Willy Brandt, Garrincha, Dolores Ibarruri, Jorge Luis Borges, Lula e Juan Domingo Perón.

Foi Diretor Presidente do "Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais", na área Cultural. A amizade com Tancredo Neves e o trabalho feito pela reconquista da democracia garantiram-lhe uma condecoração do governo mineiro, em cerimônia em Ouro Preto, no dia 21-04-2004.

Foi adido cultural do Brasil em Roma, entre 1987 e 1990. Em 1988, integrou a "Comissão de Estudos Constitucionais do Ministério da Justiça", que elaborava propostas para os Constituintes de 1977.

Conselheiro e amigo de Tancredo Neves, foi o responsável pela articulação da campanha presidencial do então governador mineiro, representando-o em São Paulo, o que contribuiu, em muito, para o processo de redemocratização do Brasil.

Livros publicados[editar | editar código-fonte]

  • A Tragédia Argentina- Poder e violência de Rosas ao Peronismo
  • Conciliação e transição: as armas de Tancredo
  • Mar Negro - Nação e Governo Em Nosso Tempo
  • Dossiê da guerra do Saara
  • Repórteres (obra coletiva).

Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • Vencedor do Prêmio Esso de Reportagem 1971, com a matéria Assim começou uma guerra.
  • Condecoração com a Medalha de Honra da Inconfidência pelo Governo do Estado das Minas Gerais em Ouro Preto, no dia 21-04-2004.

Prêmio Especial Vladimir Herzog 2015.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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