Napalm

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Bombardeiro de caça North American F-100 Super Sabre despejando bombas, do tipo BLU, contendo Napalm, em um exercício de treinamento.

Napalm (mistura de Naftenato de alumínio e Palmitato de alumínio mono e di-hidroxilados[1]), NP (NaPalm) é associado a um conjunto de líquidos inflamáveis à base de gasolina gelificada, utilizados como armamento militar incendiário convencional. O napalm é, na realidade, uma mistura do agente espessante (sal/soluto) de tais líquidos, que quando misturado com um composto petrolífero volátil (usualmente gasolina, gasóleo ou combustível grosso), aumenta a viscosidade deste solvente/solução (tixótropo) e torna maior a persistência incendiária em comparação com o combustível de partida.

O napalm, testado para implementação de preenchimento em campo, apresentava-se, inicialmente, como uma um sólido solvatado e extrusado (polímero de napalm em goma). O sabonete de napalm, produzido e apresentado pela Nuodex, era um pó marrom, seco e não aderente. O sabonete de napalm, produzido e apresentado pela Shepherd, era um pó seco, não aderente e com uma cor, ligeiramente, amarelada. Purificado, ou não pré-solvatado, apresentava-se como um pó branco, correlativo a sabão de cálcio (oxidado), podendo, ambos, apresentar uma baixa taxa de dissolução para uma solubilidade em todas as proporções, em gasolina.

Atuando como agente anti-névoa, o napalm retarda a evaporação de substâncias apolares (hidrocarbonetos), extraídas de petrolíferas. Napalm é um tipo de sabão[2].

Dependendo da formulação, a proporção da mistura combustível específica, necessária para diluir o detergente carboxílico (napalm, militarmente prosseguiram para M1, M2, M3 (octal) e M4[3][4][5]), o espessado resultante podia ser inviável para os lança-chamas, mas satisfatório para bombas incendiárias fragmentadoras e minas dispersoras, devido a sua alta viscosidade.

A M-69 usava gasolina brunida, obtida pelo espessamento da gasolina gelificada (coloide) ou envelhecimento de um poroso ou do gel (Envelhecimento do poroso: Deixar as particulas se dissolverem, em recipiente fechado, com ou sem a presença de calor[6]. Envelhecimento do gel: Diminuir a concentração do combustível por evaporação ou destilação.) da mesma. Ao contrário da gelificada a gasolina engomada era muito escorregadia, apresentando uma consistência de massa semissólida com maior densidade e corpo, tal propriedade física a fragmentava, quando disseminada por morteiros, minas fougasse e por granadas e conchas frangíveis[5]

Devido ao espessado/espessante ser um agente tixotrópico, quando agitado, quando é disseminado por explosivos, aquecido ou incendiado, diminui sua viscosidade, pois o movimento das suas entidades constituintes aumentam devido a diminuição das forças intermoleculares. A diminuição da viscosidade, na gasolina gelatinada, é gerada comumente por via endotérmica, o calor das explosões e o calor da combustão, ocasionados comumente pela combustão do fósforo branco (estopim), são os seus geradores. Napalm queima gerando temperaturas acima dos 800~1000 graus Celsius, super napalm 1300 graus Celsius[7].

Composição e métodos de preparação[editar | editar código-fonte]

Napalm-A, no jargão, coincidente ao Napalm-A (napalm tipo A, X-104B), é uma substância impura, contendo três ou quatro substâncias, a mistura ou a interação destas, entre si, formam um composto. O composto é geralmente uma mistura de dois sais bipolares que, ao serem adicionados à gasolina, ou à outro combustível volátil, formam um espessado. Napalm é uma mistura de sais, preferidamente, alcanoatos de alumínios (sabão de alumínio) de estrutura (RC(O)O-)nXR1R2.[1]

Duas estruturas R (alquilo) são comuns para o Napalm, podendo ser o radical normal-pentadecil (Composto A) ligado a uma carbonil-hidroxila ou o radical ou um semelhante do 3-(3-etilciclopentil)propan-1-il (Composto B) ligado a uma carbonil-hidroxila. O cátion X é geralmente o alumínio ou sódio[2].

R= CH3(CH2)13CH2+, R[CH(CH2)3~4CH]n(CH2)mCH2+

R1= CH3(CH2)14C(O)O-, OH- (impureza<sub-produto) ou R[CH(CH2)3~4CH]n(CH2)mC(O)O-

R2= N/A ou OH- (impureza<sub-produto) (Composto A e B)

X= Sódio, Cálcio, Alumínio, Lítio, Bário, Zinco, Boro, Magnésio, Titânio...

Nuodex Produtos Corp. Inc e Ferro Enamel Corp. Procedimentos[editar | editar código-fonte]

Napalm é classicamente preparado sobre três etapas. (I) Os ácidos naftênicos e palmítico são extraídos das suas respectivas fontes. (II) Os extraídos são alcalinizados por um excesso de base. Formou-se sabão dos ácidos naftênicos e palmítico. (IIIa) Os sais são lavados, adiciona-se uma 1 mol de hidróxido alcalino, e, posteriormente, de Alúmen (Ferro) ou sulfato de alumínio[8](Nuodex)[9].

Aluminização dos sabões de sódio pelo sulfato de alumínio.

Aluminização dos sabões de sódio pelo alúmen.

Diversos sabões de alumínio são preparados por esta rota. Em semelhança, sabão hidroxilado e di-hidroxilado de i-octal é produzido em duas etapas. (I) 4 moles de ácido i-octanóico são alcalinizados por 6 moles do agente químico. (II) É adicionado um mol de Sulfato de alumínio hidratado e livre de Sulfato de ferro e outras impurezas[10].

A adição de sais de alumínio, na solução detergente, forma, em instantâneo, o sabão hidroxilado de alumínio. A mistura é continuamente agitada, os flóculos são desmenbrados, formando uma nata.

A nata, composta por particulas extremamente finas do sabão metálico, torna dificultosa a filtragem. A massa é filtrada, preferidamente, sob vácuo. A massa fina é então seca, na temperatura de fervura da água ou sob pressão reduzida. A presença da umidade, no sabão, pode repelir o combustível.

Origem[editar | editar código-fonte]

Louis Frederick Fieser, o inventor do napalm, ficou reconhecido na sua busca e teste de espessantes de gasolina para o uso militar.

O napalm foi desenvolvido em 1942 durante a Segunda Guerra Mundial nos Estados Unidos por uma equipe de químicos da Universidade Harvard liderada por Louis F. Fieser. O nome napalm deriva do acrônimo dos nomes dos seus componentes originais, sais de alumínio co-precipitados dos ácidos naftênicos e palmítico. Estes sais eram adicionados à substâncias inflamáveis para serem gelificadas. O nome, napalm, foi inventado por Fieser, quando usou um pó, um novo sabão, obtido pela Metasap Chemical Co., Harrison, N.J., sob o nome "palmitato de alumínio"[11] e o misturou com naftenato de alumínio e os adicionou a gasolina, em duas formulas. Na primeira formula, da Shepherd, foi adicionado farinha de madeira, na segunda formula, da Nuodex, foi adicionado fumo negro de lamparina. A formula da Nuodex, um pó acastanhado, por causa da adição da fuligem do combustível de lamparina, se saíra melhor[12].

Napalm sendo usado durante a Guerra do Vietnã a partir de um barco-patrulha.

Um dos maiores problemas dos fluidos incendiários (tais como os usados nos lança-chamas) é que eles salpicam e escorrem muito facilmente devido à sua baixa viscosidade. Nos Estados Unidos descobriu-se que a gasolina sob a forma de gel aumentava o alcance e a eficiência dos lança-chamas. No entanto, no início da Segunda Guerra Mundial, para se obter gasolina gelificada era necessário usar borracha natural, a qual estava, na altura, sob forte procura e com preço elevado. O napalm veio providenciar uma alternativa mais barata.

O napalm moderno, o sucessor do napalm-A, é composto, em proporção crescente, de benzeno, gasolina de baixa octanagem e poliestireno, e é conhecido por Napalm-B (super napalm). Napalm a base de estireno polimérico e gaso-benzeno apresenta um tempo de ardência muito maior e mais controlada. Napalm-B é menos inflamável que Napalm-A, sendo, assim, menos perigoso e menos caro o seu desenvolvimento, armamento e armazenamento. Napalm-B foi sucedido por uma mistura, usada na bomba incendiária MK-77, bomba que sucedeu a BLU-27, de combustíveis de aviação à base de querosene (JP-5, JP-8) e nafta (JP-4), apresentando uma menor concentração de benzeno[13], tendo, também, menos impacto ao meio ambiente.

A nova mistura incendiária, a base de combustíveis, engrossada com JP-4/JP-5 ou JP-8, aumentou a adesão, aumentou a vida média de queima, além de apresentar habilidades incendiárias e penetrantes mais superiores que as do NP-A e o NP-B. Diversas misturas incendiárias são a base de combustíveis finos, voláteis e facilmente explosivos, junto a combustíveis grossos (espessante), tais como, combustíveis para aviação (JP-4, JP-5 e JP-8)[14]. A baixa inflamabilidade torna necessário a adição de oxidantes e/ou pirofóricos, combustíveis para foguetes.

Utilização[editar | editar código-fonte]

O napalm foi usado em lança-chamas e bombas incendiárias pelos Estados Unidos e nações aliadas, para aumentar a eficiência dos líquidos inflamáveis. A substância é formulada para queimar a uma taxa específica e aderir aos materiais. O napalm é misturado com a gasolina gélida (ou gelatinosa) em diferentes proporções para alcançar este objetivo.

Bomba de 227 quilogramas AN-M14 2. Bombas AN-M69 são carregadas em adaptadores que são usados ​​no fragmentador M12, M14 ou M19.

Diversos lançadores foram desenvolvidos para seu uso, culminando nas armas lança-chamas utilizadas para atacar os exércitos vietnamitas no fim da década de 1960. Também foi usado contra cidades e vilarejos de civis posteriormente.

Na Segunda Guerra Mundial a Força Aérea do Exército dos Estados Unidos, sobre a Operação Meetinghouse, realizou, na noite de 9 à 10 de março de 1945, um localizado bombardeio em Tóquio, com bombas incendiárias AN-M69, preenchidas com napalm.

O enchimento da bomba M-69 torna-a mais resistente ao impacto. Géis de pouca viscosidade podem ser satisfatórios se forem fluidos e adesivos. O restante do programa de fabricação M-69 usou um gel de gasolina contendo 8% de Napalm. O mesmo princípio, de resistência, é usado em ICBM's.

Este tipo de armamento foi usado também pelas Forças armadas dos Estados Unidos contra guerrilhas comunistas na Guerra Civil Grega, na Coreia e no Vietnã, Laos e Camboja, durante a Guerra do Vietnã. O governo do México também utilizou napalm em 1960 contra guerrilha de Guerrero. Há notícias, também, de ter sido utilizado por Portugal nas antigas colónias de África, na chamada Guerra Colonial (1961-1974), mais notadamente na Guiné-Bissau.

Um outro efeito do napalm em bombas, consiste na desoxigenação do ar envolvente e aumento da concentração de Monóxido de Carbono os quais provocam asfixia. Uma outra utilização do napalm na Guerra do Vietnã consistiu na rápida abertura de clareiras para a aterrissagem de helicópteros.

Explosão de Napalm na Indochina em 1953.

O napalm, que não é particularmente inflamável, é um pó branco higroscópico que é usado para engrossar a gasolina, mas o termo "bomba de napalm" indica o sentido de que o napalm foi usado como bomba.

Militarmente, a gasolina espessada contém 3 a 8 por cento de napalm. Bombas têm 5 ou 6 por cento; lançadores de chamas portáteis, 3 ou 4 por cento; e lança-chamas mecanizados, cerca de 8%.

Proibição do uso contra civis[editar | editar código-fonte]

Em 1980, o uso de armas incendiárias (tais como o Napalm) contra civis foi proibido pelo Protocolo III da "Convenção sobre Proibições e Restrições ao Uso de Certas Armas Convencionais que Podem Ser Consideradas como Excessivamente Lesivas ou Geradoras de Efeitos Indiscriminados" (Convenção da ONU sobre Armas Convencionais). Entretanto, a Convenção não proíbe o uso de tais armas contra objetivos militares, desde que observadas precauções com vistas a evitar danos colaterais em populações ou bens civis.

Composições e similares históricos[editar | editar código-fonte]

  • OT: Código-nome para Octal, a principal substância usada no espessante M3. É o sal de alumínio do di e mono-ácido 2-etilhexanoico[15] e outros mono e di-ácidos octanóicos.
  • NP-2: Espessante M1 com sílica antiaglomerante.
  • PT [16]: Óleo de petróleo, escória carbotérmica de magnésio e IM.
  • IM: Baseado em sais de sódio do metacrilato de isobutilo copolimérico[17] e gasolina.
  • E-1429: Gel baseado em cal de metacrilato polimérico.
  • NP-A: X-104B.
  • i-OT: Código-nome para a mistura de gasolina e espessante M4. Sais de alumínio do di e mono-ácido i-octanoico[18] junto aos mono e di-ácidos isooctanóicos.
  • IO: Óleo incendiário, geralmente é gasolina (combustível fino) misturada com algum óleo combustível (combustível grosso). Militarmente, a gasolina, um combustível fino, tem a sua dissipação retardada pela adição de um combustível grosso, constituído por hidrocarbonetos mais gordos. O óleo, solúvel na gasolina, atua como espessante, engrossando o combustível fino, tornando-o mais viscoso e aderente à superfície de contato. O óleo diminui a volatilidade da gasolina, diminuindo o ponto de fulgor da mesma, oque acaba por afetar no tamanho da nuvem de cogumelo, muito típica de combustiveis finos de alta volatilidade. A nuvem incendiária é um fenômeno, considerado, desprezível, pois consome toda a carga, rapidamente, para fora da superfície-alvo. Fuligem é comumente adicionada e dissolvida ao óleo ou a mistura, tornando maior a meia-vida da chama. Óleos incendiários são usados como carga dos coquetéis molotov. Fuligem é dispensada por óleo queimado, uma mistura de fuligem dissolvida no óleo mineral, usada por clandestinos para os mesmos fins.
  • APA-32: Sais de etilalumínio dos ácidos m-cicloexilpropanóico e 2-metilheptanóico.
  • Flammöl Nr.1: Uma mistura, em proporções específicas, entre gasolina/petróleo e óleo diesel. Foi uma mistura usada nos lança-chamas alemães. Faz parte dos IO's.
  • Gel WC: Mistura de sabão de sódio, gerado in situ, com combustível de jato (JP-1, JP-4, JP-5 e JP8). Alternativamente, é formado pela dissolução de sabão de sódio na querosene, e pela dissolução de graxa fundamental de sódio na gasolina. Descrito como um gel nublado, com grande viscosidade, baixa elasticidade e apresentando um bom corpo. Tem um tempo de chama bem inferior ao do Napalm. É uma mistura instável, o gel não escorre, mas sofre sinérese, ou seja, o combustível tende a escorrer da massa. É usado como agente anti-névoa e anti-explosivo nos combustíveis de aviação.
  • Gel e goma W: Sais de alumínio dos subprodutos de ácidos graxos da indústria de embalagem de carne ou sais de alumínio dos mono e di-ácidos graxos do sebo de origem animal. A produção de sabão de alumínio, de origem animal, é considerada insatisfatória. O sabonete de alumínio, preparado a, aproximadamente, 51°C foi considerado satisfatório para espessar gasolina a 50°C.
  • F-70: Baseado em metacrilato polimérico com resina, hidróxido de sódio e gasolina.
  • M1: Referido, simplesmente, como sabão de alumínio co-precipitado dos ácidos naftênicos e dos ácidos graxos do coco[19]. É um complexo graxo do alumínio. Gerado a partir da adição de Sulfato de alumínio hidratado à uma mistura de 2 partes de ácidos graxos do coco, 1 parte de ácido oleico e 1 parte de ácidos naftênicos. É descrito pelo código-nome de X-104. M1, em grau técnico, é um pó acastanhado, seco e não aderente.
  • JP-4: 50/50 querosene com gasolina (nafta), pode-se também, 50/50 JP-5 com gasolina.
  • Mk-77 mod 5: Combustível e espessador JP-4/JP-5 ou JP-8.
  • Gel e goma Steolate: Sais de alumínio dos mono e di-ácidos esteárico e oleico, contendo ácido oleico livre (estabilizante). O sabonete foi dissolvido na gasolina, agitado por 3 minutos, mantido em descanso, em recipiente fechado, por 15 horas e envelhecido por mais 15 horas, em um forno a ar,. O gel é formado após 3 horas de envelhecimento. A adição do ácido oleico, no sabão, diminuiu a viscosidade do gel.
  • F-2386: Gél de etilcelulose (7-10%).
  • Gel e goma Linol: Linol é uma substância impura, composta de diversos ácidos graxos, presentes e extraídos da soja. É um acrônimo dos principais ácidos graxos, os ácidos linoleico e oleico. É um sal de alumínio monobásico. É uma goma pseudo-polimérica transparente para branco e amarelado lustroso (pós-síntese). Hidratado (pós-síntese), é uma massa branca, desidrata para uma massa borrachosa semitransparente para transparente, com diminuição do efeito pegajoso. Na forma pegajosa, é um sal elástico de grande viscosidade. É sintetizado na forma de flocos de grande auto-afinidade, grande capacidade auto aglomerante. Os flocos formam um, fino, filme amarelo-queimado com estrutura cristalina. É hidro-repelente, mesmo na presença de soluções aquosas de sabão, é insolúvel na água. Linol é substituinte satisfatório, para o ácido oleico, no napalm. É rapidamente solúvel em compostos apolares, tais como: Gasolina, diesel, querosene e outros solventes orgânicos[20].
  • Gel e goma LSO: Lastol é uma mistura de sais de alumínio dos mono e di-ácidos graxos de sebo e da soja. Diversos sabões comerciais, apresentando um pH neutro (9~11), foram usados como matéria-prima para gelificantes a base de alumínio. O sal, do ácido graxo, foi consumido pela gasolina com o álcool, préviamente, extraído. O consumido não gelificou a gasolina, a emulsão ficou branca, provávelmente, devido a presença de umidade no produto. As adições seguintes gelificaram a gasolina. O gel de gasolina, e outros combustíveis finos, apresentara em um gel fino e nublado. O gel de querosene se apresentara como um gel viscoso, grudento e de grande elasticidade. O gel de 10% LSO e 50/50% gasolina e querosene formou, inicialmente, um líquido com aspecto de calda de maça, após o envelhecimento, formou um gel elástico com alta aderência. Nenhum gel formou uma massa corpórea e o engrossante não se dissolveu completamente. Os combustíveis foram considerados inadequados e de baixa qualidade. O combustível diesel, préviamente com sulfonatos e sulfatos, repeliu o sal[21].
  • PP: Parafina-petróleo mistura. Uma série de misturas de destilados, e misturas dos mesmos, com cera parafina. A mistura gera um semi-sólido nublado. A mistura de gasolina com parafina tende a formar um gel quebradiço de cor laranja nublado para um gel encorpado de tom rosa alaranjado. A parafina torna o combustível fino menos explosivo. Foi uma das primeiras misturas incendiárias. Continua aceso por 30 segundos e 2 minutos.
  • FAA 1069-1/JP-4
  • Flammöl Nr.19: Uma mistura, em proporções específicas, entre gasolina/petróleo e alcatrão. Foi uma mistura usada nos lança-chamas alemães. Faz parte dos IO's.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Military and War Weapons Napalm». www.trivia-library.com. Consultado em 10 de fevereiro de 2020 
  2. a b «Napalm». www.globalsecurity.org. Consultado em 10 de fevereiro de 2020 
  3. CARBON SLURRY FUELS FOR VOLUME LIMITED MISSILES. Search "diacid aluminum soap of isooctanoic acid"
  4. Army, United States Department of the (1976). Engineer field data: Field manual (em inglês). [S.l.]: U.S. Department of Defense, Department of the Army 
  5. a b Vietnam War After Action Reports (em inglês). [S.l.]: BACM Research 
  6. War Dept Film Bulletin 178: Flame Thrower Fuels
  7. Information, Reed Business (30 de março de 1972). New Scientist (em inglês). [S.l.]: Reed Business Information 
  8. J. Phys. Chem. 1941, 45, 1, 166-177
  9. Neer, Robert M. (1 de abril de 2013). Napalm (em inglês). [S.l.]: Harvard University Press. ISBN 978-0-674-07545-0 
  10. J. Phys. Chem. 1923, 27, 3, 284-289
  11. METALLIC SOAP COMPOSITION . Francis J. Licata, New York, N.Y., and Joseph P. Nothum, Elizabeth, N.J., assignors to National Oil Products Company, Harrison, N.J., a corporation of New Jersey
  12. The Scientific Method; Fieser, Louis F. [rederick] ; A Personal Account of Unusual Projects in War and in Peace. pp 25~28.
  13. «MK-77 - Dumb Bombs». www.globalsecurity.org. Consultado em 11 de fevereiro de 2020 
  14. «Mk.77». www.airwar.ru. Consultado em 17 de fevereiro de 2020 
  15. PubChem. «2-Ethylhexanoic acid». pubchem.ncbi.nlm.nih.gov (em inglês). Consultado em 19 de fevereiro de 2020 
  16. Investigation of Magnesium Pastes for Use in Incendiary Mixtures. Monthly rept. no. 3 on Incendiary Research PT-1 Incendiary Mixtures.
  17. A gelation test for the thickening power of IM polymer AE, in PT-1 incendiary mixture.
  18. PubChem. «6-Methylheptanoic acid». pubchem.ncbi.nlm.nih.gov (em inglês). Consultado em 19 de fevereiro de 2020 
  19. Magazines, Hearst (1951-07). Popular Mechanics (em inglês). [S.l.]: Hearst Magazines  Verifique data em: |data= (ajuda)
  20. Um breve assunto sobre eletrófilos e nucleófilos.
  21. OS SAIS DE ALUMÍNIO ENGROSSADORES E ELASTIFICANTES DE HIDROCARBONOS E OUTROS ESPESSANTES.