Revolut

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Revolut
Atividade Fintech
Fundação 1 julho 2015; há 5 anos
Sede Canary Wharf, London,  Inglaterra
Pessoas-chave Nikolay Storonsky, Vlad Yatsenko
Empregados 630+ (2018)
Produtos MasterCard, Visa, Empréstimos P2P, Seguro
Posição no Alexa 17 654 ()
Website oficial www.revolut.com

Revolut Ltd é uma alternativa bancária digital que inclui um cartão de débito pré-pago (MasterCard ou VISA), câmbio, troca de criptomoedas Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Litecoin (LTC), Bitcoin Cash (BCH), Ripple (XRP) e pagamentos peer-to-peer.[1] Atualmente, a Revolut não cobra taxas pela maioria de seus serviços (mas por um uso limitado), e usa taxas de câmbio interbancárias para seu câmbio durante a semana e cobra uma margem de lucro de 0,5% a 1,5% nos finais de semana. O Revolut App fornece acesso instantâneo a Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Bitcoin Cash e Ripple de / para 25 moedas fiduciárias. app e não pode ser movido para outra Carteira digital de criptomoeda.

A startup sediada em Londres foi fundada por Nikolay Storonsky e Vlad Yatsenko e atualmente suporta gastos e saques em caixas eletrônicos em 120 moedas e enviando 26 moedas diretamente do aplicativo móvel.

História[editar | editar código-fonte]

A Revolut foi lançada ao público em julho de 2015 com o objetivo de "construir uma plataforma justa e sem atrito para usar e gerenciar dinheiro em todo o mundo"[2] removendo taxas ocultas e oferecendo taxas de câmbio interbancárias. Nikolay Storonsky, ex-trader do Credit Suisse e Lehman Brothers, disse em uma entrevista à Forbes que:

Nikolay Storonsky

"Eu pensei no negócio há três anos. Eu estava viajando muito e desperdiçando centenas de libras em taxas de transações estrangeiras e comissões de taxa de câmbio que apenas não se sentia bem. Como alguém com um fundo financeiro, eu sabia exatamente as taxas que eu deveria estar recebendo. Como solução, tentei encontrar um cartão multi-moeda e mais tarde foi dito que não era possível. Mas eu estava determinado a fazer isso funcionar.[3]"

Em 2018 Portugal tem 33.000 clientes de Revolut.[4] [5] No mesmo ano Revolut obteve uma licença bancária de Banco da Lituânia.[6]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Em Março de 2019, a revista norte-americana Wired publicou uma exposição sobre as práticas de emprego da empresa. Encontrou provas de trabalho não remunerado, elevada rotatividade e empregados que foram forçados a trabalhar nos fins-de-semana para cumprir indicadores de desempenho.[7][8]

Em Junho de 2020, a Wired publicou uma nova exposição sobre o despedimento de empregados pela Revolut durante a pandemia de COVID-19, na qual os empregados, particularmente em Cracóvia (Polónia) , tiveram a opção de ser despedidos por mau desempenho ou assinar um acordo mútuo para deixar a empresa voluntariamente. A reportagem explicava que "funcionários actuais e antigos funcionários da Revolut dizem que o pessoal foi coagido a aceitar despedimentos, apesar de a empresa não ter motivos legais para os despedir" e que os funcionários no Porto (em Portugal) foram pressionados a concordar com um esquema de sacrifício salarial a fim de manterem os seus empregos. [8]̃[9]

Alan Chang, um dos responsáveis da Revolut, não aceita as críticasː "Quando as pessoas se vão embora, é porque compreenderam mal o que significa trabalhar para Revolut. (...) Pensam que porque se estão a juntar a uma start-up, estarão a passear, a beber cerveja, a jogar pingue-pongue e a ir para casa às 18 horas". O fundador da Revolut N.Storonsky também não liga aos horários de trabalho da empresaː "Não se trata de horários de trabalho longos - trata-se de fazer as merdas" disse ele à Business Insider. Como corolário Storonksy disse que as pessoas da Revolut, "trabalham longas horas...pelo menos 12, 13 horas por dia. Todas as pessoas-chave, toda a equipa central. Muita gente também trabalha aos fins-de-semana".[10]

Referências

  1. Men, Akku. «O que é Ripple (XRP) - uma moeda virtual para pagamentos globais». Guiado Bitcoin 
  2. «About Revolut». Consultado em 11 de setembro de 2016 
  3. Salter, Philip. «London Fintech Entrepreneur Talking About A Revolution». Forbes 
  4. observador.pt. «Revolut tem 33 mil clientes portugueses. Aderir ao Multibanco é hipótese». Consultado em 20 de dezembro de 2018 
  5. www.dinheirovivo.pt (Dezembro de 2018). «Revolut. A app que nasceu para acabar com os bancos quer crescer em Portugal». Consultado em 20 de dezembro de 2018 
  6. zap.aeiou.pt. «Google está cada vez mais perto de se tornar um banco na Europa». Consultado em 29 de dezembro de 2018 
  7. Mellino, Emiliano (28 de fevereiro de 2019). «Revolut insiders reveal the human cost of a fintech unicorn's wild rise». Wired UK (em inglês). ISSN 1357-0978 
  8. a b Plaza, Analía (21 de outubro de 2018). «El banco 'millennial' que exige a los aspirantes a un puesto de trabajo que capten 200 clientes sin cobrar». elDiario (em espanhol). Consultado em 16 de agosto de 2020 
  9. Caetano, Edgar. «"Revohell". O "inferno" de quem trabalhou na Revolut em Portugal». Observador. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  10. «What's it really like working for Revolut?». eFinancialCareers (em inglês). 11 de dezembro de 2018. Consultado em 16 de agosto de 2020 


Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Revolut, o cartão (quase) sem comissões para usar em viagem

Cálculo de mais-valias para quem utiliza o Revolut Trading