Santa Rosa (Campina Grande)

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Zona Zona Oeste
Zona Oeste
População (IBGE, 2002)
 - Bairro do Brasil 11,478
 - Urbana 11,478
 - Rural 0
 - Homens 5,421
 - Mulheres 6,057
Rendimento médio mensal 432,27
Alfabetização 83,5
Fonte: Não disponível

O Santa Rosa é um bairro brasileiro localizado na zona oeste da cidade de Campina Grande, na Paraíba.

História[editar | editar código-fonte]

A história do bairro de Santa Rosa está relacionada a história da Igreja Católica Santa Rosa de Lima, a qual localiza-se na Rua do Sol. O bairro de Santa Rosa, há mais ou menos 64 anos atrás era conhecido como Moita, foi após uma reunião na SAB (Sociedade de Amigos do Bairro) presidida pelo presidente José Motta e sua esposa Isa Leal (assistente social) que eles, junto com a comunidade, decidiram formar uma comissão de frente para ir a João Pessoa falar com o governador Pedro Gondim. Na reunião com o governador, a comunidade reivindicou a alteração do nome do bairro de Moita para Santa Rosa. Água encanada e serviço de esgoto e energia elétrica já era prestado neste período.

Antigamente as missas eram realizadas quinzenalmente por um padre redentorista na casa do senhor Antonio Evaristo e sua esposa Rosa. Em 1964 o casal doou o terreno para se construir a igreja, a qual foi erguida através do trabalho comunitário da sociedade do bairro e de doações, como o caso do prefeito William Arruda que doou toda a madeira para construção do templo e do salão paroquial.

Com a construção do prédio da igreja, o presidente da SAB José Motta e a presidente do clube de mães Isa Leal requereram junto à Catedral diocesana que fosse enviado um padre para prescindir missas regulares, ou seja, todos os domingos e dias de festas na comunidade. A diocese deferiu o pedido e enviou o Pe. João Bosco.

Ao assumir a igreja, João Bosco reuniu a comunidade para darem um nome a igreja e escolherem um padroeira para o templo. Como forma de agradecimento ao senhor Antonio Evaristo por doar o terreno, decidiram dar a igreja o nome da santa que sua esposa era devota, igreja de Santa Rosa de Lima.

No salão da igreja, depois de construído, começou a funcionar a escola do Estado. No bairro já existia o Posto brecultura de gestão, o qual funcionava sobre os cuidados dos médicos Carlos Tégio e José Aurino. O posto, além do trabalho de saúde curativa e preventiva, distribuía sopa para gestantes e mantimentos para os moradores do bairro, os quais eram doados pelo prefeito Severino Bezerra Cabral.

Ruas e avenidas mais conhecidas[editar | editar código-fonte]

  • Av. José Martins de Andrade
  • Rua Manoel Porto
  • Rua do Sol
  • Av. Dinamérica Alves Correia
  • Rua Damasco
  • Rua Peru
  • Rua Antonio Arruda
  • Rua Men de Sá

Dados[editar | editar código-fonte]

Dados do IBGE 2000 e SEPLAN 2002.

Estatística Valor
Número de residências particulares 2.911
Número de residências particulares próprias 1.822


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