Turmalina Paraíba

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Turmalina Paraíba
Turmalina Paraíba de Moçambique.
Categoria Minerais Nativos

Turmalina Paraíba é uma gema descoberta no distrito de São José da Batalha, nos domínios territoriais do município de Salgadinho, na Região Metropolitana de Patos, estado da Paraíba. Em 1980, sob a supervisão de Heitor Barbosa, com o primeiro achado, oito anos após o início da atividade.[1] Também chamada de turmalina azul, conquistou o mercado internacional virando modismo principalmente na Europa. A raridade, cor e brilho da pedra são os principais responsáveis por sua alta cotação, de acordo com a Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais da Paraíba (CRDM). Grifes como Dior, Tiffany e H.Stern chegaram a vender joias de até R$ 3,07 milhões com apenas uma turmalina.[2]

Características[editar | editar código-fonte]

Pode ser encontrada em quase todas as cores do arco-íris e contém uma grande quantidade de cobre, ferro e manganês. É uma das pedras mais caras do planeta: 01 quilate (0,2grama), custa em média 30 mil dólares, contudo, dependendo da característica da gema, pode chegar à casa dos 100 mil dólares.[1]

Nomeação[editar | editar código-fonte]

Turmalina Paraíba brasileira, a variedade mais rara e cara de todas

O nome Paraíba vem do estado onde ela foi descoberta. Existem outros tipos de turmalina. Nenhuma tão valiosa quanto esta. Vale salientar também, que é uma das pedras mais raras, mais caras e mais procuradas do mundo. Mais rara até que o diamante.[3]

Jazidas[editar | editar código-fonte]

Além da Paraíba, mais três lugares do mundo produzem esse tipo de turmalina: no Brasil, no Rio Grande do Norte; e na África, na Nigéria e em Moçambique. Mas nenhum deles oferece uma pedra de maior qualidade do que São José da Batalha.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Lucena, Damião (2015). «Capítulo II - Aspectos Geográficos». Patos de todos os tempos A Capital do Sertão da Paraíba. [S.l.]: A UNIÃO. 31 páginas. ISBN 978-85-8237-052-0 
  2. «No Cariri: São José da Batalha é o berço da turmalina azul». WSCOM. 1 de abril de 2012. Consultado em 18 de abril de 2016 
  3. a b «Mina de turmalina na Paraíba está no centro de fraude internacional». G1. 7 de junho de 2015. Consultado em 18 de abril de 2016 
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