A Cabana
| The Shack | |
|---|---|
| A cabana | |
| Autor (es) | William P. Young |
| Título em Portugal | A cabana |
| Título no Brasil | A cabana |
| País | Estados Unidos |
| Assunto | «Uma metáfora para investigar o problema da dor.» |
| Género | Ficcional |
| Série | Ficcional |
| Linha de tempo da história | Fim de semana |
| Espaço onde decorre a história | Dentro e à volta de uma cabana |
| Arte de capa | Marisa Ghiglieri, Dave Aldrich e Bobby Downes |
| Editora | Windblown Media |
| Formato | Capa em cartão |
| Lançamento | 2007 07 01 |
| Páginas | 272 |
| ISBN | 978-0-9647292-3-0 |
| Edição portuguesa | |
| Tradução | Fernando Dias Antunes |
| Editora | Porto Editora |
| Lançamento | 2009 |
| ISBN | 978-972-0-04178-4 |
| Edição brasileira | |
| Tradução | Alves Calado |
| Editora | Sextante |
| Lançamento | 2008 |
| ISBN | 978-85-99296-36-3 |
A Cabana é um livro escrito pelo canadense William P. Young, lançado originalmente em 2007 e desde então já vendeu 12 milhões de cópias.[1] A Cabana foi publicado em português pela primeira vez em 2008.
Índice |
[editar] Sinopse
O livro aborda a questão recorrente da existência do mal através da história de Mack Allen Phillips, um homem que vive sob o peso da experiência de ter sua filha Missy, de seis anos, raptada durante um acampamento de fim de semana. A menina nunca foi encontrada, mas sinais de que ela teria sido assassinada são achados em uma cabana perdida nas montanhas.
Vivendo desde então sob a "A Grande Tristeza", Mack, três anos e meio depois do episódio, recebe um misterioso bilhete supostamente escrito por Deus, convidando-o para uma visita a essa mesma cabana. Ali, Mack terá um encontro inusitado com Deus, de quem tentará obter resposta para a inevitável pergunta: "Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar nosso sofrimento?"
[editar] Histórico
O livro, que tornou-se um best-seller desde seu primeiro lançamento[2] não foi escrito para ser publicado, conta o autor. A história havia sido criada como um presente que Young imprimiu para 15 amigos no natal de 2005.
Young afirma que muito da história tem a ver com sua própria experiência de vida e que escreveu o livro em uma ocasião que "ele próprio precisava de consolo"'.[3]
A receptividade da história levou Young a mostrar o livro para dois produtores de cinema, Wayne Jacobsen e Brad Cummings. Após reescrever a história 4 vezes em pouco menos de um ano e meio, Young enviou a versão final para 26 editoras, tendo sido recusada por todas. Por causa disso, Jacobsen e Cummings criaram uma editora[4] e finalmente publicaram o livro, com um orçamento de divulgação inicial de 300 dólares.[2]
[editar] Análises
Vale lembrar também que apesar de ser um livro de ficção com uma história muito intrigante, o conceito de santíssima trindade deste livro mais volta-se para o modalismo do que aquele da trindade propriamente dito.[5] Isso porque no livro encontram-se frases do tipo "E Deus falou assim: eu sou verdadeiramente humano na figura de Jesus." ou ainda "existe um círculo de relações entre nós [Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo] ao invés de uma cadeia de comando" consistentes com modalismo
Referências
- ↑ Los Angeles Times The flak over 'The Shack'
- ↑ a b USA Today "Aim at 'spiritually interested' sparks 'The Shack' sales"
- ↑ Revista Veja Resenha (8 de outubro de 2008)
- ↑ O Globo William Young, autor do romance de sucesso 'A cabana', conta que não pretendia publicar o livro (29 de outubro de 2008)
- ↑ http://www.avivamentoja.com/comu/index.php?topic=322.msg686#msg686
[editar] Ligações externas
- Site oficial do livro (em inglês)
- Site oficial do livro (em português)
- Site de comentários sobre o livro (em português)
- Um livro para os sofredores Resenha na revista "Cristianismo Hoje" (em português)