A Tribuna (Espírito Santo)

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A Tribuna (Espírito Santo)
A Tribuna
Periodicidade diário
Formato tabloide
Proprietário Grupo João Santos
Diretor João Luiz Caser
Editor Luciano Rangel
Fundação 1938
Sede Vitória
Página oficial www.redetribuna.com.br/jornal

A Tribuna é um jornal regional de Espírito Santo.

Introdução[editar | editar código-fonte]

A trajetória do jornal A Tribuna na conquista da liderança do mercado editorial capixaba é bem recente na história do Espírito Santo. Ao lançar o jornal em cores, o que se deu em 1995, com um novo projeto gráfico, o jornal se preparava para disputar a liderança com seu principal concorrente, A Gazeta.

O jornal atinge todas as classes sociais, com forte penetração nas classes AB e C[carece de fontes?]. O formato tablóide é outra estratégia, pois remete o leitor ao formato das revistas semanais, além de facilitar a leitura em qualquer lugar. Apesar de sofrer com críticas de acadêmicos e estudiosos de comunicação, estas estratégias agressivas de marketing acabam agregando valor comercial ao jornal A Tribuna.

O principal argumento dos críticos[carece de fontes?] do formato e políticas de A Tribuna é que a busca desenfreada por leitores agrega quantidade, mas não qualidade ao jornalismo. Além disso haveria desvio de foco do jornal, cuja principal mercadoria deveria ser a notícia e não eventuaias brindes.

Entretanto, aos que defendem o modelo implantado, resta o argumento interessante de que o jornal A Tribuna, de acordo com o IVC, é um dos poucos que tem obtido crescente aumento de vendagens avulsas[carece de fontes?].

O início[editar | editar código-fonte]

O jornal A Tribuna foi fundado em 22 de setembro de 1938, na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo. O jornal baseava-se nos seguintes princípios[carece de fontes?]: manchetes em corpo enorme nas capas e páginas centrais, muitas ilustrações, farta cobertura esportiva, linguagem forte e publicações de muita informação de utilidade pública.

Funcionou inicialmente na Esplanada Capixaba, hoje Av. Jerônimo Monteiro. Já em 1941, estampava em sua capa o slogan O Jornal do Espírito Santo. Em 1945, o controle da empresa passa para o grupo dirigido pelo Partido de Representação Popular. Posteriormente é vendido a políticos ligados a Ademar de Barros e anos depois, em 1968, o jornal é adquirido pelo Grupo João Santos. Em 1971 o jornal é transferido para a sede própria na Ilha de Santa Maria. Fechado em 1972, a primeira edição na nova sede só acontece em 7 de outubro de 1973.

Em 2 de fevereiro de 1987, o jornal A Tribuna circula pela primeira vez em formato tablóide.

Mudanças Editoriais[editar | editar código-fonte]

As mudanças editoriais que livrariam o jornal A Tribuna do colapso começam em 22 de novembro de 1995. Um novo projeto gráfico é especialmente encomendado à Universidade de Navarra, Espanha. O jornal vem moderno, para os padrões da época, e pela primeira vez, em cores. A esta altura, o jornal já havia investido numa impressora moderna[carece de fontes?], com capacidade para imprimir até 45.000 exemplares de até 48 páginas por hora.

No ano seguinte, em 16 de setembro de 1996, A Tribuna começa também a circular às segundas-feiras, tornando-se definitivamente um veículo competitivo com seu principal concorrente (A Gazeta) em todos os dias da semana.

Paralelamente, esforços são concentrados em outras áreas importantes do jornal. O setor de Circulação é renovado e novas técnicas e sistemas de controle de distribuição são implantados. Há um esforço de todas as áreas para o cumprimento de prazos e horários. A redação é informatizada, novos servidores são disponibilizados e o jornal ganha em velocidade e qualidade gráfica. A impressão do jornal continua sendo até 2006 a melhor do Estado (em termos de qualidade técnica)[carece de fontes?].

Em 1997 o jornal A Tribuna obtém o maior índice de crescimento em percentual do Brasil[carece de fontes?], com médias de 47,95% em dias úteis e 79,34% aos domingos, de acordo com o IVC – Instituto Verificador de Circulação. Também nesse ano, A Tribuna conquista o prêmio regional Colibri de Ouro[carece de fontes?], sendo eleito Veículo de Comunicação do Ano.

Em 1999 o jornal se consolida como líder em circulação na Grande Vitória, em vendas e em número de leitores, de segunda a sábado[carece de fontes?], comprovado pelo IVC – Instituto Verificador de Circulação - e pelo IBOPE. E no ano 2000 conquista a liderança em todo o Espírito Santo.

Nos dias de hoje[editar | editar código-fonte]

O jornal A Tribuna tem 78% do total de leitores habituais na Grande Vitória (689.041 pessoas)[carece de fontes?]. É líder em circulação em todo o Estado e ocupa a 17ª posição no ranking brasileiro de jornais, estando entre os cinco principais mercados editoriais brasileiros (Ibope março/06 e IVC março/07).

Com conteúdo editorial diversificado, A Tribuna reproduz um grande número de colunistas de jornais de todo o Brasil. São nove editorias – Cidades, Economia, Polícia, Política, Internacional, Opinião, Regional, AT2 e Esportes; 08 cadernos temáticos: Classifácil, Informática, Sobre Rodas, AT2, AT2 Fim de Semana, Imóveis, TV Tudo e Jornal da Família; e a reprodução das colunas nacionais de: Mírian Leitão, Clovis Rossi, Pedro Maia, Lair Ribeiro, Maurício Prates, Fernando Calazans, Elio Gaspari, Paulo Octávio, Giba Um, Paulo Coelho, Claudio Humberto, Engel Paschoal.

Em 2003, 2004, 2005 e 2006 conquistou o Prêmio regional Mérito Lojista[carece de fontes?], concedido pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas como o melhor jornal do Espírito Santo.