Bertolínia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Município de Bertolínia
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Fundação 22 de janeiro de 1890 (124 anos)
Gentílico bertolinense
Prefeito(a) José Donato de Araújo Neto, conhecido como Zé Nordeste
(2013–2016)
Localização
Localização de Bertolínia
Localização de Bertolínia no Piauí
Bertolínia está localizado em: Brasil
Bertolínia
Localização de Bertolínia no Brasil
07° 38' 27" S 43° 57' 03" O07° 38' 27" S 43° 57' 03" O
Unidade federativa  Piauí
Mesorregião Sudoeste Piauiense IBGE/2008 [1]
Microrregião Bertolínia IBGE/2008 [1]
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área 1 225,168 km² [2]
População 5 319 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 4,34 hab./km²
Altitude 271 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,626 médio PNUD/2000 [4]
PIB R$ 23 554,037 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 4 317,88 IBGE/2008[5]
Página oficial

Bertolínia é um município brasileiro do estado do Piauí. Localiza-se a uma latitude 07º38'28" sul e a uma longitude 43º57'05" oeste, estando a uma altitude de 271 metros. Sua população estimada em 2004 era de 4.841 habitantes. Possui uma área de 1225,6 km².

História[editar | editar código-fonte]

origem[editar | editar código-fonte]

O Município de Bertolínia, antiga Aparecida, tem sua origem e evolução estritamente ligada à tradição religiosa, segundo a qual, séculos atrás Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira do Município, apareceu no local em que, posteriormente, foi construído o templo religioso. Com esse acontecimento surgiu uma grande devoção de pessoas no Lugar de Nossa Senhora, ou simplesmente Lugar da Senhora, como ficou conhecido, sendo que dito romeirismo veio aumentando, de modo que ainda hoje ali existe um concorrido festejo religioso[6] .

Em face do crescente romeirismo, em 1799 o fazendeiro Bernardo Gonçalves de Brito, desmembrou de sua fazenda Piripiri, hoje Boa Esperança, onde se situava o lugar, meia légua de terras e doou à Igreja, tendo início, assim, a povoação.

Em 24 de julho de 1830, já existia o Distrito de Nossa Senhora Aparecida, tendo nesta data tomado posse no cargo de Juiz de Paz o cidadão Antônio André da Silva, conforme Ofício enviado ao presidente da Província, João José Guimarães e Silva[7] .

Entretanto, as primeiras casas de telha foram construídas em número de três pelo Tte.-Cel. Bertolino Alves e Rocha, um fazendeiro da região, onde passou a morar com seus filhos e genros.

Freguesia[editar | editar código-fonte]

Em 1856, tendo em vista o povoado já possuir certo aspecto urbano, todo ele constituído em forma de uma pequena praça em torno da capela, foi criada a freguesia de Nossa Senhora Aparecida, pela lei provincial n.º 419, de 10 de janeiro. Contudo, porque não foi canonicamente provida, foi a sede da freguesia transferida para a vila da Manga, sob a invocação de N. Sra. da Uhica, pela lei provincial n.º 502, de 7 de agosto de 1860.

Novamente, a mesma Assembleia Legislativa Provincial restabeleceu a freguesia de N. Sra. Aparecida pela lei provincial n.º 1053, de 7 de junho de 1882. Infelizmente, também essa lei não teve execução, permanecendo os fiéis católicos na dependência religiosa de Jerumenha, Uruçuí e Colônia do Gurguéia, sucessivamente, até 12 de agosto de 1997, quando foi criada e efetivamente implantada a nova freguesia de N. Sra. da Conceição Aparecida de Bertolínia.

A festa da padroeira acontece anualmente, no período de 6 a 15 de agosto[8] .


Emancipação política[editar | editar código-fonte]

Nesse contexto o “Lugar da Senhora” conquistou sua emancipação política pelo decreto estadual n.º 11, de 22 de Janeiro de 1890, que o elevou à categoria de vila e município, instalado oficialmente em 11 de agosto do mesmo ano. O território foi integralmente desmembrado do município de Jerumenha. Passou a ser designado por vila e município de Nossa Senhora Aparecida, ou simplesmente vila de Aparecida.


Divisão administrativa[editar | editar código-fonte]

Pela resolução n.º 09, de 14 de setembro de 1898, ficou o município de Aparecida dividido em três distritos fiscais e policiais, a saber: o primeiro, constituído do território em que se acha situada a vila sede do município, e mais as fazendas Quiabos, Buriti, Pedras, Malícias, Cajazeiras, Boa Esperança, Riacho-da-Porta, Buraco, Jaco, Chapada, Tinguis, Brejo, Cascavel, Limoeiro, Irapuá, Bonita, Xixá, Torre, Escondido, Poços, Ouro, Serra Vermelha, Estiva, Anhuma, Tapuio, Buriti Grande, Olheiros, Prazeres, Cabeceiras e Canto Alegre; o segundo, do território das fazendas Almécegas, Santo Antônio, São Dimas, Brejo Grande, Recreio, Horto, Fazenda Grande, Água Branca, Várzea, Flores, Santa Rosa, Anda-sol, Rosário, Mangabeira, Alagoa Grande, Campo Alegre e Taquari; o terceiro, do território das fazendas São Francisco, Gibóia, Sangue, Graciosa, Santa Teresa, Pau-ferrado, Careca, Bom-fim, São Gregório, Velame, Santa Maria, Buritizal, Santa’Ana, Santo Antônio, Torre, Corrente, Angicos, Bacabal, Babilônia, Alegre, Conceição, Sucupira, Riacho, Bom Sucesso, Brejão, São Joaquim, Floresta, Monte Alegre, Santa Bárbara, Santo Estêvão, remanso, Águas Belas e Livramento.

Hoje o município de Bertolínia, antiga Aparecida, compõe-se apenas de um distrito-sede. Aquele primitivo território foi subdividido para formar novos municípios, a saber: Uruçuí, Manuel Emídio e Sebastião Leal, que foram desmembrados de Bertolínia; Ribeiro Gonçalves, antiga fazenda Remanso, que foi desmembrado de Uruçuí, e Baixa Grande do Ribeiro, que foi desmembrado do primeiro; Alvorada do Gurguéia, que levou parte do território de Manuel Emídio; e Marcos Parente(antiga fazenda Tinguis), Landry Sales(antiga fazenda Brejo, também Cascavel e Bom Sucesso), Antônio Almeida e Porto Alegre, que, embora desmembrados de Jerumenha, pertenceram a Aparecida anteriormente[9] .


Extinção e restauração[editar | editar código-fonte]

Porém, pelo decreto n.º 1279, de 26 de junho de 1931, foi o município de Aparecida extinto, sendo reanexado ao de Jerumenha na categoria de distrito municipal e conservando a sua sede a categoria de vila. Por esse decreto foram eliminados dezenove municípios piauienses, todos atingidos por uma enérgica medida do interventor Federal no Piauí, tenente Landry Sales Gonçalves.

Como distrito municipal pertencente a Jerumenha, situação que perdurou por três anos, Aparecida foi administrada por um agente distrital nomeado pelo prefeito de Jerumenha.

Felizmente, atendendo a solicitação da comunidade, foi restaurada a autonomia administrativa do município pelo decreto n.º 1575, de 17 de agosto de 1934.


Cidade e novo topônimo[editar | editar código-fonte]

Com essa mesma designação foi a sede elevada à categoria de cidade pela lei estadual n.º 52, de 29 de março de 1938, sendo instalada oficialmente em 1.º de janeiro de 1939.

Atendendo à legislação federal que vetava a duplicidade de topônimo das cidades brasileiras, Aparecida, reconhecido centro de culto mariano do Piauí, perde sua tradicional denominação para receber o nome de Bertolínia, em face do decreto estadual n.º 754, de 30 de dezembro de 1943. O novo nome foi uma homenagem ao tenente-coronel Bertolino Alves e Rocha, benfeitor da comunidade.


Comarca[editar | editar código-fonte]

Pela lei n.º 155, de 16 de junho de 1890 o recém criado município de Aparecida ficou pertencendo ao distrito judiciário de Jerumenha. Nesse mesmo ano, pela resolução n.º 10, de 24 de julho, foram criados os ofícios de tabelião do público, judicial e notas, escrivão de órfãos, crime, cível e mais anexos e os de distribuidor e partidor do novo município.

Em 1897, pela lei n.º 154, que extinguiu a comarca de Jerumenha e criou a de Floriano de 1.ª entrância passaram a pertencer ao seu distrito o de Jerumenha e, consequentemente, o de Aparecida.

A lei n,º 244, de 29 de junho de 1900, restabeleceu a comarca de Jerumenha, sendo que Aparecida volta a esta pertencer. Mais tarde, pela lei n.º 307, de 15 de junho de 1902, com a nova supressão da comarca de Jerumenha, regressaram à jurisdição de Floriano os distritos de Jerumenha e Aparecida, além do de Uruçuí, recém desmembrado de Aparecida, ficando esta composta de quatro distritos.

Todavia, com a promulgação da lei n.º 595, de 1.º de agosto de 1910, que criou a comarca de Uruçuí, para lá foi conjuntamente transferido o distrito de Aparecida, situação em que permaneceu por quase trinta anos.

Felizmente, pelo decreto-lei estadual n.º 247, de 1.º de março de 1940, foi criada a comarca de Aparecida, hoje Bertolínia, de primeira entrância, permanecendo até os dias atuais.


Filhos ilustres[editar | editar código-fonte]

Como filhos ilustres de Bertolínia, pode-se citar:

José Marques da Rocha(1828 - 1892), padre das freguesias de Amarante, Barras e N. Sra. das Dores, em Teresina, vigário geral do Piauí e deputado provincial(1868 – 1869);

Raimundo Ribeiro Soares(-1882), magistrado, juiz municipal e órfãos dos termos reunidos de Amarante e Jerumenha, deputado provincial(1860 -1861);

Adelmar Soares da Rocha(1892 – 1973), general do Exército, médico, cirurgião plástico, diretor dos hospitais militares de Bagé(RS) e Campo Grande(MT), deputado federal em duas legislaturas, Interventor Federal do Território Federal do Rio Brando(atual Estado de Roraima), orador brilhante, conferencista, membro da Academia Piauiense de Letras;

Sebastião Martins de Araújo Costa(1901 – 1956), médico, diretor do Hospital Miguel Couto, de Floriano, escritor genealogista, político, prefeito municipal de Floriano em dois mandatos;

Augusto Alves da Rocha,(Dom), orador brilhante, vigário das paróquias de Simplício Mendes e Floriano, Bispo das Dioceses de Picos e Floriano, presidente nacional da Comissão Pastoral da Terra(CPT);

Hélio Martins de Araújo Costa, médico-veterinário especializado em Fisiopatologia da Reprodução e Inseminação Artificial, com Doutorado em Parasitologia e Professor-Pesquisador da Escola de Veterinária da Universidade Federal Rural de Minas Gerais, diretor do Instituto de Pesquisas Veterinárias, Pró-Reitor de Pesquisa da UFMG, proprietário de uma indústria de produtos veterinários, fundador de “A Gazeta Veterinária”, diretor do Centro das Indústrias do Estado de Minas Gerais e presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais, possuindo diversos trabalhos de pesquisas publicadas;

Antonio José de Miranda Dantas, cirurgião-dentista, capitão da Polícia Militar, vereador em duas legislaturas e vice-prefeito de Teresina(PI);

Balthazar Miranda Saraiva, magistrado, juiz de Direito das comarcas de Irecê, Porto Seguro e Salvador, na Bahia;

Reginaldo Miranda da Silva, advogado, escritor de nomeada, membro da Academia de Letras do Médio-Parnaíba, da Academia Piauiense de Letras, da qual é presidente pelo segundo biênio, e da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias, com sede no Rio de Janeiro;


Intendentes e Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Foram intendentes de Aparecida(Bertolínia): capitão Salústio Alves e Rocha(1893-1896), major Francisco Mendes da Rocha(1897-1900), tenente Eliseu Pereira da Silva(1901-1904), tenente-coronel José Valentim Pereira da Rocha(1905-1908 e 1909-1912), coronel Francisco Alves Pereira da Rocha(1913-1916), capitão Francisco Mendes da Rocha Sobrinho(1917-1920), capitão Valentim Francisco Mendes da Rocha(1921-1924), Arlindo Pereira da Rocha(1925), coronel Manoel Emídio Pereira da Rocha(1925-1929 e 1930).

Na Era Vargas, foram nomeados os seguintes prefeitos: capitão Francisco Cavalcante(1930-1931); tenente Cícero Álvaro dos Santos(foi agente distrital no período em que o município foi extinto, de 26.06.1931 a 17.08.1934); com o restabelecimento do autonomia municipal, continuaram os prefeitos nomeados: coronel Manuel Emídio Pereira da Rocha(22.08.1934-26.03.1936), Antenor Alves Pereira da Rocha(27.03.1936-23.11.1945), José Cavalcante Sobrinho(23.11.1945-07.01.1946), José Antônio da Fonseca(07.01.1946-26.03.1946 e 16.05.1947-30.05.1947), Clidenor Mendes da Rocha(29.03.1946-12.05.1947), Antônio Honório Correia(02.06.1947-26.01.1948) e Antônio Barreira de Freitas(06.02.1948-20.04.1948).


Com a redemocratização do País, foram eleitos os seguintes prefeitos: Dr. Alair Alves Pereira da Rocha(1948-1951), Clidenor Mendes da Rocha(1951-1955), Dermeval Mendes da Rocha(1955-1959 e 1963-1967), Osório de Sousa Rocha(1959-1963), Benito Pereira da Silva(1967-1971), Josias Rocha da Silva(1971-1973), Gerson Pires de Morais(1973-1977), Geraldo José da Fonseca(1977-1983), Antônio José de Sousa Martins(1983-1988, 1993-1996 e 2001-2004), Francisco Donato Linhares de Araújo Filho(1989-1992), Vera Lúcia Veloso da Rocha Correia(1997-2000), Aracélia Maria de Sousa(2005-2008), José Donato de Araújo Neto(2009-2012) e Luciano Fonseca de Sousa(2013-2016).

Representação nas Casas Legislativas[editar | editar código-fonte]

Para a Câmara Federal Bertolínia votou em muitos candidatos de fora, porém, nas legislaturas iniciadas em 1918 e 1921, foi eleito o jurista João Crisóstomo da Rocha Cabral que, embora não tendo nascido no município era filho de mãe bertolinense e aí residiu na adolescência, em companhia de parentes.

Todavia, o único deputado federal nascido no município foi o general Adelmar Soares da Rocha, que elegeu-se para aslegislaturas iniciadas em 1934 e em 1945.

Para a Assembleia Estadual foram eleitos os seguintes deputados, filhos do município: tenente-coronel Antônio Martins da Rocha(1852-1853), padre José Marques da Rocha(1868-1869) e capitão Joaquim Alves da Rocha(1884-1885), todos irmãos e nascidos na fazenda Braço, embora somente o primeiro tenha permanecido morando no distrito de N. Sra Aparecida; coronel Basílio Francisco da Rocha(1854-1855), nascido na fazenda Prazeres e residente no Curral Queimado; Dr. Raimundo Ribeiro Soares(1860-1861) e major Horácio Ribeiro Soares(1878-1879), ambos irmãos e nascidos na fazenda São Dimas; capitão José Lino Alves e Rocha(1870-1871 e 1882-1883) e coronel Bertolino Alves e Rocha Filho(1888-1889), ambos irmãos, sendo que o primeiro nasceu em Bertolínia(Prazeres) e foi criado em Jerumenha, e o segundo nasceu em Jerumenha e foi criado em Bertolínia, onde viveu dos cinco aos trinta e sete anos de idade; proclamada a República, Bertolino Filho permanece no parlamento estadual, com pequeno interregno, até 1916; em 16.12.1894, para preencher uma vaga extemporaneamente aberta foi eleito o major Francisco Mendes da Rocha, que vai reeleito para a legislatura seguinte(1894-1896 e 1896-1900); por fim, nesse período também elege-se deputado estadual o coronel Manuel Emídio Pereira da Rocha(1916-1920); na época do regime militar foi eleito Édson Martins da Rocha, natural da fazenda Boa Esperança(1963-1967, 1967-1971 e 1971-1975); por fim, na refrega eleitoral de 1994 foi eleito o médico bertolinense radicado em Teresina, Francisco de Sousa Martins Neto(1995-1998) e o ex-prefeito Francisco Donato Linhares de Araújo Filho, que embora não nascido em Bertolínia é filho de mãe bertolinense, aí residiu e iniciou sua carreira política.

[10]

[11]

Localização[editar | editar código-fonte]

Noroeste: Sebastião Leal Norte: Sebastião Leal Nordeste: Canavieira
Oeste: Sebastião Leal Reinel compass rose.svg Leste: Eliseu Martins
Sudoeste: Sebastião Leal e Manoel Emídio Sul: Manoel Emídio Sudeste: Eliseu Martins

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. Miranda, Reginaldo. Bertolínia: História, Meio e Homens. 2.ª Edição. Teresina: COMEPI, 1996.
  7. Arquivo Público do Piauí, seção da Província. Documentos Avulsos, Caixa Jerumenha. In:Miranda, Reginaldo. Bertolínia: História, Meio e Homens. 2.ª Edição. Teresina: COMEPI, 1996
  8. Miranda, Reginaldo. Bertolínia: História, Meio e Homens. 2.ª Edição. Teresina: COMEPI, 1996
  9. Resoluções e regulamentos do Conselho Municipal da vila de N. S. Aparecida. Teresina: Tipografia do Norte, 1898.
  10. Miranda, Reginaldo. Bertolínia: História, Meio e Homens. 2.ª Edição. Teresina: COMEPI, 1996.
  11. Resoluções e regulamentos do Conselho Municipal da vila de N. S. Aparecida. Teresina: Tipografia do Norte, 1898.
Ícone de esboço Este artigo sobre municípios do estado do Piauí é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.