Coluna (Minas Gerais)

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Município de Coluna
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Fundação 12 de dezembro de 1953
Gentílico colunense
Prefeito(a) Pe. José de Brito Filho (PT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Coluna
Localização de Coluna em Minas Gerais
Coluna está localizado em: Brasil
Coluna
Localização de Coluna no Brasil
18° 14' 02" S 42° 50' 24" O18° 14' 02" S 42° 50' 24" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Vale do Rio Doce IBGE/2008 [1]
Microrregião Guanhães IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes São José do Jacuri, Rio Vermelho, Itamarandiba, Frei Lagonegro e Paulistas.
Distância até a capital 360 km
Características geográficas
Área 347,610 km² [2]
População 9 024 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 25,96 hab./km²
Altitude 691 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,656 médio PNUD/2000 [4]
PIB R$ 36 883,972 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 3 858,56 IBGE/2008[5]
Página oficial

Coluna é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. De acordo com o censo realizado pelo IBGE em 2010, sua população é de 9.024 habitantes.[3] O nome deriva de uma serra existente na região, a "Serra da Coluninha".

História[editar | editar código-fonte]

Os primeiros moradores da região, Manoel Gonçalves Prudente (também conhecido como Manoel Pena) e sua esposa Delfina Maria da Conceição, doaram parte de suas terras para a formação de um povoado, no ano de 1885. Este, recebeu o nome de Santo Antônio da Coluna.

No mesmo ano de 1885, no dia 15 de agosto, foi erguido um cruzeiro no centro do povoado, pelo bispo Dom João Antônio dos Santos. No local foi erguida uma capela que hoje constitui a Igreja Matriz Santo Antônio de Coluna, um dos principais pontos turísticos da cidade.

Em meados de 1889, várias famílias se mudaram para a área, desenvolvendo a região. Os responsáveis por este crescimento foram Francisco Gomes Lisboa, Joaquim Marques da Fonseca, Herculano da Silva Torres, Teófilo Pereira de Oliveira, Joaquim Gomes de Oliveira e o já citado Manoel Pena.

No ano seguinte, o povoado foi elevado a condição de distrito, pelo decreto estadual nº 192, de 20 de setembro de 1890 e pela lei estadual nº 2, de 14 de setembro do de 1891.

No ano de 1923, o nome do distrito foi reduzido para "Coluna", por meio da lei estadual nº 843, de 7 de setembro deste ano. Além disso, o distrito, então pertencente ao município de Peçanha, foi transferido para o município de São João Evangelista.

Com o decreto-lei estadual nº 1058, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de Coluna adquiriu parte do distrito de São José do Jacuri, pertencente ao município de Peçanha. A divisão territorial atual data de 1960.

Em 1953, com o desenvolvimento da região, foi criado o município de Coluna. [1]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Todas os anos, no município, acontece um evento chamado "Festa de Colunenses Ausentes e Amigos de Coluna". Tal acontecimento atrai a atenção da maior parte dos moradores da região e de municípios vizinhos. O evento dura quatro dias e é realizado no mês de julho, geralmente na penúltima semana do mês. Na festa os visitantes e os cidadãos colunenses podem contar com shows, barracas diversas, torneios de sinuca, peteca e etc. Também na quarta feira que antecede o início da festa acontece uma admirada cavalgada.

Alguns pontos turísticos são a Igreja Matriz, no centro da cidade, o cruzeiro, erguido em um morro próximo da praça central de Coluna, e oferece atrativos naturais como a Serra da Coluninha com aproximadamente 700 metros de altitude sendo sede de uma incrível vista panoramica e a Cachoeira da Fumaça situada no Rio Suaçui, ótimo local para pescaria. Nas proximidades da cidade, um local bastante visitado é a cachoeira Santa Joana.

Economia[editar | editar código-fonte]

Na agricultura, destaca-se principalmente o alho, fonte de renda para o município. O café, o feijão, a cana-de-açúcar e o milho também são produzidos. [2]

Na região deste município é fabricada a célebre cachaça Coluninha, exportada para vários lugares de todo o País e para o exterior. Ela é destilada em alambiques de cobre martelado e engarrafada na fazenda Tabocal, uma das principais da cidade [3]

São famosos também os queijos e doces fabricados em Coluna.

Recentemente, tem sido desenvolvida a fabricação de tapetes arraiolos na região.

Referências[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. a b Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
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