Diógenes Laércio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Searchtool.svg
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto e colocar uma explicação mais detalhada na discussão.
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde junho de 2009).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Portal A Wikipédia possui o:
Portal de Filosofia

Diógenes Laércio (em grego Διογένης Λαέρτιος, transl. Dioguénes Laértios, 200 - 250), historiador e biógrafo dos antigos filósofos gregos. A sua maior obra é Vidas e doutrinas dos filósofos ilustres, composta por dez livros, que contêm relevantes fontes de informações sobre o desenvolvimento da filosofia grega. O exato período em que Diógenes Laércio viveu é desconhecido, mas supostamente foi durante o reino de Septímio Severo e Caracala.

Não teve pensamento filosófico próprio. Seu objetivo foi realizar um trabalho de fácil compreensão e de divulgação para levar ao conhecimento do grande público as diversas escolas filosóficas gregas.

Divisão da Obra[editar | editar código-fonte]

No Prólogo (Prooimion em grego), afirma que o estudo da filosofia teria se iniciado entre os povos bárbaros (que não falavam o grego). Cita, então, os magis entre os persas, os caldeus entre os assírios ou babilônios, os gimnosofistas entre os hindus e os druidas entre os celtas ou gauleses. Ainda afirma, na primeira página do livro, que os egípcios tinham Hefesto (Héfaiston), filho do Nilo, e que, para esse povo, ele teria iniciado a filosofía.

A parte mais importante de sua obra é o livro X, que é dedicado a Epicuro. Além da exposição de sua filosofia, o livro ainda apresenta três cartas deste filósofo. Devido ao grau de detalhamento com que Diógenes expõe a filosofia de Epicuro, muitos acreditam que ele fosse adepto das doutrinas epicuristas. Tal fato, contudo, não é reconhecido oficialmente no mundo acadêmico, uma vez que ele expressa admiração por muitos filósofos e não menciona suas preferências pessoais de maneira explícita.

Diógenes divide os filósofos gregos em duas escolas, a escola jônica e escola italiana. Ele considera que a escola jônica provém de Anaximandro de Mileto, e a escola italiana de Pitágoras.

Depois de Sócrates, ele divide os filósofos jônicos em três ramos:

A série de filósofos italianos depois de Pitágoras consiste dos seguintes filósofos:

Telanges, Xenofonte, Parmênides, Zenão de Eleia, Leucipo de Mileto, Demócrito de Abdera, e outros até Epicuro de Samos.

Seus primeiros sete livros são dedicados aos filósofos da escola jônica; os últimos três livros aos filósofos da escola italiana.

A obra de Diógenes é uma grande contribuição à história da filosofia, contendo uma breve introdução sobre a vida e doutrinas da maioria dos filósofos gregos.

Edições da obra[editar | editar código-fonte]

Em português[editar | editar código-fonte]

Em inglês[editar | editar código-fonte]

Wikisource
O Wikisource contém fontes primárias relacionadas com Diogenes Laërtius
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Diógenes Laércio

Em grego[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]