Dido

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde Janeiro de 2011). Por favor, adicione mais referências e insira-as no texto ou no rodapé, conforme o livro de estilo. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros, acadêmico)Yahoo!Bing.
Eneias descreve a queda de Troia a Dido, de Pierre-Narcisse Guérin (1774–1833), no Museu do Louvre
Eneias apresenta Cupido a Dido, de Giovanni Battista Tiepolo (1696–1770)

Dido, Elissa ou Alyssa foi, segundo a lenda, a primeira rainha de Cartago. Era filha de Mattan I, rei de Tiro,[carece de fontes?] e irmã do também rei de Tiro Pigmalião (r. 814–803),[1] [2] que mandou matar seu primeiro marido, Sicheus, de quem cobiçava a riqueza.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Dido consegue fugir com alguns amigos e partidários, levando consigo as riquezas do marido. Chegando a Costa do Mediterrâneo, norte da África, Dido resolve ficar e formar sua nova pátria. Ela negocia com o Rei Jarbas a compra de terras e ficou acertado que poderia comprar apenas a quantidade de terra que conseguisse cercar usando a pele de 1(um) único touro. O pedido é aceito e Dido logo manda cortar o couro de um touro em estreitas tiras com o qual cercou uma imensa área de forma circular onde construiu a cidade nome de Birsa (couro). Em torno dessa cidade começa a se formar outra, Cartago, que logo se torna próspera.

Eneias chega a Cartago com seus troianos depois de um naufrágio. Dido recebe-os muito bem, mostra-se muito hospitaleira já que ela mesma passara por um sofrimento parecido. Dido acaba se apaixonando por Eneias,[3] que se mostra feliz ao ter a oportunidade de parar de uma vez por todas com suas aventurosas peregrinações, recebendo um reino e uma esposa. Passam-se meses e os dois vivem apaixonados. Eneias parece esquecido da Itália e do império que estava destinado a fundar em suas terras. Quando Júpiter vê essa situação, manda o mensageiro Mercúrio lembrá-lo de sua missão e ordenar que parta imediatamente. Dido, numa tentativa frustrada de convencê-lo a ficar, acaba se apunhalando e se jogando numa pira funerária.

Na matemática[editar | editar código-fonte]

Dada uma curva de comprimento finito, qual é a forma que esta curva deve ter para que a sua área seja máxima? Este problema, em matemática, é conhecido pelo nome Problema de Dido.

Referências

  1. Virgílio, Eneida, Livro I, 340
  2. Moscati, Sabatino (2001) (em inglês), The Phoenicians, I.B.Tauris, p. 57, ISBN 9781850435334, http://books.google.pt/books?id=1EEtmT9Tbj4C, visitado em 13 de abril de 2013 
  3. Gleeson-White, Jane. 50 Clássicos: que não podem faltar na sua biblioteca. 1 ed. Campinas: Verus, 2009. 276 pp. 1 vol. vol. 1. ISBN 978-85-7686-061-7
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Dido
Ícone de esboço Este artigo sobre mitologia romana é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.