Embriologia humana

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Embrião com oito células, 3 diás após a fertilização

Embriologia humana é a parte da embriologia que estuda o desenvolvimento humano durante as primeiras oito semanas da gametogênese: da fertilização até a 8ª semana após a implantação do zigoto no útero. Após as oito semanas, o embrião se torna um feto.

Após a fecundação, o ovócito II forma uma Célula-ovo que se divide por mitoses sucessivas.

Ao 4º dia após a fecundação, o embrião adquire uma forma esférica, formado por uma massa de células, assemelhando-se a uma amora, a este estágio chamamos estágio de mórula. O embrião mantém ainda o mesmo volume do ovo, apesar das contínuas divisões celulares. As células começam a organizar-se e formam dois grupos celulares:

  • Botão embrionário – um conjunto de células que originará o novo ser;
  • Trofoblasto – uma camada superficial envolvente da cavidade (blastocélio).

A esta estrutura chama-se Blastocisto; o Blastocisto ainda é envolvido pela zona pelúcida. Ao 6º dia, o Blastocisto eclode para o exterior da zona pelúcida – fora do invólucro, as células do trofoblasto aderem à zona superficial do endométrio, iniciando-se a NIDAÇÃO.


4ª semana: Possui de 4 a 12 somitos. O tubo neural é aberto nos neuroporos caudal e rostral. Arcos faringeos (Bronquiais), visíveis com 24 dias-1° mandibular e maxilar;2° hoíde (base da língua).

Ocorre o dobramento do coração na saliência ventral e já possui batimentos. 3 pares de arcos faringeos, fechamento do neuroporo rostral, saliência encefálica curva, cauda pequena, broto do membro superior, fossetas óticas, placoídes cristalinos, 4 pares de arcos faringeos, broto do membro inferior, rudimentos de órgãos cardiovasculares. Neuroporo caudal se fecha.

5ª semana: Crescimento da cabeça (rápido crescimento do encéfalo e saliências faciais). Face em contacto com o coração. 2° arco híoide cresce sobre o 3 e o 4 (depressão seio cervical) pescoço. Brotos dos membros superiores em forma de remo, e inferiores em forma de barbatanas, Crista mesoméfricas.

6ª semana: Cotovelos e placa das mãos com raios digitais, contracções musculares do tronco e membros, saliências auriculares (meato acústico externo), olhos e pescoço são evidentes, já responde ao toque.

7ª semana: Chanfraduras entre os dedos, redução e comunicação intestino e saco vitelinico. Forma-se hérnia umbilical (intestino penetra na célula extra-embrionária).

8ª semana: Dedos separam-se (ainda com membranas), pé em forma de leque com chanfraduras, cauda curta, mãos e pés aproximam-se do ventre, já possui caracteres humanos, cabeça é metade do embrião, pálpebras e pescoço .

Período Fetal: O período fetal começa nove semanas após a fertilização e termina com o nascimento. Ele caracteriza-se por um rápido crescimento corporal e pela diferenciação dos sistemas de órgão. Uma mudança óbvia é a diminuição relativa do ritmo de crescimento da cabeça em comparação com o resto do corpo.

Aparecem lanugem e o cabelo, e a pele é recoberta pela vemix caseosa no início da vigésima semana. As pálpebras estão fechadas durante a maior parte do período fetal, mas começam a reabrir-se por volta das 26 semanas. Até então, usualmente, o feto é incapaz de sobreviver extra-uterinamente, sobretudo pela imaturidade do seu sistema respiratório.

Até cerca de 30 semanas, o feto tem uma aparência avermelhada e enrugada devido à delgadez de sua pele e à ausência relativa de gordura subcutânea. Em geral, a gordura desenvolve-se rapidamente durante as últimas seis a oito semanas, dando ao feto uma aparência lisa e rechonchuda. Esta fase terminal destina-se especialmente à formação dos tecidos e à preparação dos sistemas envolvidos na transição do meio intra-uterino para o extra-uterino, particularmente o sistema respiratório.

Fetos prematuros nascidos entre 26ª e a 36. ° semana costumam sobreviver, mas fetos a termo têm maiores chanches de sobrevivência.

As alterações que ocorrem no período fetal não são tão dramáticas quanto as que se dão na fase embrionária, mas são muito importantes. O feto é menos vulnerável aos efeitos teratogênicos de drogas, vírus e radiação, mas estes fatores podem interferir com o desenvolvimento funcional normal, sobretudo do cérebro e dos olhos.

Existem várias técnicas disponíveis para se avaliar as condições do feto e para se diagnosticar antes do parto certas moléstias e anormalidades do desenvolvimento. Hoje em dia, o médico pode determinar se um feto possui ou não uma certa doença ou uma malformação congênita, utilizando a amniocentese e a ultra-sonografia. O diagnóstico pré-natal pode ser feito com precocidade suficiente para permitir o aborto seletivo de um feto defeituoso, se esta for a decisão da mãe e se o procedimento for legal.

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