Endométrio

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O endométrio é a membrana mucosa que reveste a parede uterina, formado por fibras musculares lisas e estimulado por hormônios ovarianos chamados estrogênio (produzido pelos folículos) e progesterona (produzida pelo corpo lúteo ou amarelo), tem um aumento na sua espessura devido à grande concentração destes hormônios no sangue (ocorrendo o contrário na menstruação), ou seja na fase menstrual aquilo que é expulso é o Endométrio daí o sangue ser tao espesso e tão escuro. Muitas mulheres na gravidez dizem que tem o período, o que é completamente impossível visto que o Endométrio é o que suporta o feto, quanto muito podem ter algumas perdas de sangue.

É o endométrio que permite o alojamento do embrião na parede do útero (nidação). É ele também que, durante os primeiros meses de gravidez, permite a formação da placenta, que vai proporcionar, ao longo de toda a gestação, nutrientes, oxigênio, anticorpos, e outros elementos, bem como eliminar todos os produtos tóxicos resultantes do metabolismo, essencial à sobrevivência, saúde e desenvolvimento do novo ser. Ela é parte do organismo genital da mulher.

Patologia[editar | editar código-fonte]

Adenomiose: Caracteriza-se pela presença de células endometriais em permeio ao miometrio uterino Endometrite

Doença Inflamatória Pélvica

Crescimento da camada basal do endométrio para dentro do miométrio. A parede uterina geralmente torna-se espessada devido à presença de tecido endometrial e hipertrofia reactiva do endométrio. Pode ocorrer formação de pigmentos de hemossiderina durante o período menstrual (raro).

Pólipos

  • Pólipo endometrial – pólipos com glândulas e estroma abundante resultante da hiperplasia do endométrio. Estroma: monoclonal e glândulas: policlonal. Existem três formas – adenossarcoma (adeno – compontente epitelial benigno; sarcoma – componente mesenquimatoso maligno); tumor do estroma endometrial – (nódulo estromal ou sarcoma estromal); tumor mulleriano misto (ambos os componentes malignos).

Adenocarcinoma de endométrio:

  • Adenocarcinoma endometrioide: Adenocarcinoma tipo I do endométrio (80 a 85% dos carcinomas do endométrio). Ocorre mais frequentemente em mulheres pré-menopausicas devido à hiperplasia do endométrio derivado do hiperestrogenismo.
Pode apresentar relação com a síndrome de Lynch (diploidia – MSI).
Mutação do gene supressor tumoral PTEN (tirosina fosfatase) é frequente.
Normalmente detectados em estádio I ou II – melhor prognostico.
Factores de risco: nuliparidade, obesidade, menarca precoce, menopausa tardia, diabetes mellitus, terapia hormonal de substituição, tamoxifeno, contraceptivos orais antigos, tumor das células da granulosa.
  • Adenocarcinoma seroso: Aenocarcinoma tipo II do endométrio (10 a 15% dos tumores do endométrio). Ocorre mais frequentemente em mulheres pós-menopausicas como consequência da atrofia.
Mutações do p53 em 20% dos casos (aneuploidia).
Muito agressivos e semelhantes ao cistoadenocarcinoma seroso do ovário.
Lesão precursora é carcinoma intra-epitelial endrometrioide.
Detectados em grau III (pouco diferenciado) – estadiamento III ou IV - mau prognóstico.

Carcinoma de células claras: Adenocarcinoma caracterizado pela presença de várias combinações de células tumorais claras e em forma de prego. Há três padrões predominantes descritos como túbulocístico, sólido e papilar. Esses tumores, normalmente localizados nos órgãos reprodutivos femininos, têm sido vistos mais frequentemente em mulheres jovens desde 1970 como o resultado da associação da exposição intrauterina a dietilbestrol. Lesão precursora é carcinoma intra-epitelial endrometrioide (tal como no adenocarcinoma seroso do endométrio).

Veja também[editar | editar código-fonte]

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