Filosofia do processo

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A filosofia do processo identifica a realidade metafísica em meio a mudança e ao dinamismo.

Desde a época de Platão e de Aristóteles, os filósofos buscavam a verdade real, baseando-se em substâncias permanentes, enquanto os processos seriam subordinados às substâncias atemporais. Considerava-se, por exemplo a enfermidade no ser humano, uma mudança acidental sobre a substância do ser humano, que seria essencial. Conseqüentemente, a ontologia clássica negava toda a realidade em meio à mudança.

Ao contrário, a filosofia processo, não caracteriza a mudança como ilusória ou como puramente acidental à substância, como no pensamento aristotélico, mas tratava essa mudança como a pedra angular da realidade.

A filosofia do processo se interessa pelo mundo real e com os referenciais em que sua realidade pode ser compreendida e explicada. Tem a missão de nos permitir descrever, esclarecer e explicar as características mais abrangentes do real, como na metafísica, contudo com uma metodologia bem característica. Na filosofia do processo aproxima-se de melhor balizamento na existência natural colhendo-se as componentes transitórias que resultam variação no processo. Para tais estudiosos, qualquer tipo de mudança, sejam elas físicas, orgânicas ou psicológicas - é a uma característica patente e predominante do real que deve ser incluso no esquema de estudo.

Os filósofos processo modernos são Henri Bergson, Charles Peirce, John Dewey, Alfred North Whitehead, Charles Hartshorne, Martin Heidegger, Friedrich Nietzsche, Nicholas Rescher, and Gilles Deleuze. Alguns qualificam também como o sendo Arthur Schopenhauer, Hegel, Merleau-Ponty, Hume e Spinoza. Mas não nos esqueçamos de Heráclito, apesar de ter vivido em outro período da história.

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