Gilberto Angelucci

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Gilberto Angelucci
Informações pessoais
Nome completo Gilberto Angelucci Guión
Data de nasc. 7 de Agosto de 1967 (46 anos)
Local de nasc. Turén, Flag of Venezuela.svg Venezuela
Altura 1, 97
Apelido Gigante de Turén
Informações profissionais
Posição Goleiro (aposentado)
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos/gols)
1985-1986
1986-1988
1988-1994
1994-1998
1998-1999
1999-2000
2001-2003
2003
2004-2007
Flag of Venezuela.svg Portuguesa
Flag of Venezuela.svg Deportivo Táchira
Flag of Venezuela.svg Minervén
Flag of Argentina.svg San Lorenzo
Flag of Venezuela.svg Deportivo Táchira
Flag of Venezuela.svg ItalChaco
Flag of Venezuela.svg Deportivo Táchira
Flag of Venezuela.svg Mineros de Guayana
Flag of Venezuela.svg Unión Maracaibo
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Seleção nacional
1995-2005 Flag of Venezuela.svg Venezuela {{{partidasselecao}}}

Gilberto Angelucci Guión (Turén, 7 de agosto de 1967) é um ex-futebolista venezuelano que jogava como goleiro. Jogou três edições da Copa América, se aposentando em 2007. Hoje, Angelucci exerce a função de treinador.

Carreira[editar | editar código-fonte]

A família de Angelucci era composta por imigrantes italianos que trabalhavam na agricultura. Foram crescendo em sua alma aquelas que seriam suas duas grandes paixões: futebol e aviação.

Em 1982, sua vida foi direcionada definitivamente ao futebol com a criação do Atlético Turén, clube de sua cidade natal, onde esteve envolvido desde o início da carreira até 1985, quando é chamado para fazer parte de um dos clubes mais famosos do país, a Portuguesa. Nesse mesmo ano, ele fez sua estreia contra o Deportivo Táchira (em uma grande performance de Gilberto), apesar da sua equipe ter sofrido uma derrota por 1-0.

Permaneceu na Portuguesa durante toda a temporada, e em 1986 se torna jogador do Táchira, onde a presença de um outro goleiro (Daniel Francovig) obriga o jovem goleiro a ir para o banco substitutos.

Mas os seus melhores momentos vêm com o tempo, quando atua no Minervén. Em 1989, virou titular de El Expreso Azul, e os seus brilhantes desempenhos, não só no torneio, mas na Copa Libertadores (onde a sua equipe chegou aos quartas-de-final) deu a possibilidade de jogar futebol a um nível bem superior. Foi quando ele começou sua carreira com o San Lorenzo de Almagro, onde permaneceu por 4 temporadas, vencendo o campeonato argentino em 1995.

Em 1998, Gilberto, agora um veterano, retorna à Venezuela, desta vez assinando um contrato com o Deportivo Italchacao e, em seguida, retorna ao Deportivo Táchira, onde conquistou o Campeonato de seu país, em 1999.

Na Pré-Libertadores de 1999, Angelucci disputou 2 jogos, levando seis gols, saiu invicto em 1 jogo e jogou outros 180 minutos, mas foi incapaz de classificar o Táchira para a Copa Libertadores de 2000.

Na Pré-Libertadores de 2000, Angelucci disputou 6 jogos, levando 8 gols, ficou invicto durante 2 jogos, e jogou 540 minutos restantes e obteve vaga para a Copa Libertadores de 2001.

Em 2001, o goleiro disputou 6 jogos, sofreu doze gols, não levou gols em um jogo, jogando 540 minutos, mas não avançou para as oitavas.

Em 28 de agosto de 2002, estreia na Copa Sul-Americana contra o Monagas Sport Club 0-2 derrota, disputando os 90 minutos.

Na mesma edição, levou cinco gols, e o Táchira acabou sendo eliminado na primeira fase.

Em 15 de maio de 2005, aos 37 anos, marca o seu primeiro gol na carreira, jogando pelo Maracaibo, durante a vitória de 6 a 0 frente ao Monagas.

Em 2006, o "Gigante de Turén" disputou 6 jogos, levou oito gols, ficando de fora da primeira fase da Libertadores.

Na Copa Libertadores de 2007, Angelucci, aos 39 anos de idade, disputou 3 jogos. Depois da competição, Gilberto decidiu encerrar sua longa carreira.

Carreira de treinador[editar | editar código-fonte]

O primeiro time de Angelucci como treinador foi justamente o seu último como jogador de futebol, o Maracaibo. A estreia foi contra o Deportivo Anzoátegui com um resultado de 1-1 - a sua primeira vitória foi contra o Llaneros (3 a 2), e sua primeira derrota foi um 4 a 0 contra o Zamora.

Depois de 10 jogos, em 6 de outubro de 2007 Angelucci deixa de ser treinador para exercer funções de diretor-técnico e, em seu lugar, retorna o antigo treinador, Jorge Pellicer.

Em 7 de setembro de 2008 volta a comandar o Maracaibo após a demissão de Nelson Carrero. Sua volta começou com uma vitória 1-0 contra o Deportivo Táchira.

Em 8 de dezembro, Angelucci declarou que continuará como comandante do Maracaibo no Torneo Clausura, que abrange apenas os dois jogos restantes para o time azul-grená.


Curiosidade sobre Gilberto Angelucci[editar | editar código-fonte]

Entrevista na Revista "Record" (suplemento do jornal El Universal)[editar | editar código-fonte]

"... Quando era criança, o que eu mais gostava era de praticar baseball. Pertencia a uma equipe, mas o treinador estava irritado. Um dia eu xinguei o treinador e deixei o campo. Fui para um campo que era adjacente ao de beisebol (...) Não foi fácil. Comecei como um meio-campista, mas era muito ruim, eu tinha defesa, e ainda era pior. No final, como não havia onde colocar, fui enviado para o gol. Mas isso não era tudo. Também deveria assistir o meu pai, que não vê com bons olhos eu me dedicar ao futebol e entrou no campo para me tirar. Me agarrou pela orelha. Felizmente, isso mudou rapidamente e hoje ele é o meu fã número um ..."
Gilberto Angelucci - entrevista para a revista "Record", em 1999.


Em 7 de abril de 1999, a revista "Record", do jornal "El Universal", publicou uma nota em que o goleiro explicou o seu início no esporte:

Carreira na seleção[editar | editar código-fonte]

Gilberto estreou na Seleção Venezuelana de Futebol na Copa América 1995 numa partida contra o México. Sua primeira partida em uma Eliminatória de Copa do Mundo foi em 1996, contra o Uruguai. Disputou toda a partida como titular. Abandonou a La vinotinto (apelido da Seleção Venezuelana) em 2005.