Seleção Uruguaia de Futebol

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Uruguai
Uruguay football association.svg.png
Alcunhas?  La Celeste
La Celeste Olímpica
Los Charrúas
Los Orientales
Associação Asociación Uruguaya de Fútbol
Confederação CONMEBOL (América do Sul)
Material desportivo?  Alemanha Puma
Treinador Uruguai Óscar Tabárez
Capitão Diego Lugano
Mais participações Diego Forlán (112)
Artilheiro Luis Suárez (41)
Kit left arm uruguay14h.png Kit body uruguay14h.png Kit right arm uruguay14h.png
Kit shorts.png
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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A Seleção Uruguaia de Futebol, também conhecida como Celeste ou Celeste Olímpica[2] , representa o Uruguai nas competições de futebol da CONMEBOL e FIFA.

Possui uma das mais gloriosas histórias do futebol mundial, tendo conquistado um total de 21 títulos oficiais. Foi a primeira seleção, junto à Argentina, a jogar uma partida internacional fora das Ilhas Britânicas, em 16 de maio de 1901 em Montevidéu.

Seria conhecida como "A Celeste" desde seu primeiro triunfo em Montevidéu, em 15 de agosto de 1910 por 3 a 1, na primeira partida em que utilizou sua camiseta celeste, adotada como emblema nacional em reconhecimento ao triunfo que pouco antes havia conseguido o River uruguaio ante o poderoso Alumni portenho por 2 a 1 com essas mesmas cores.

História[editar | editar código-fonte]

(1900 - 1929) O início até conquista das Olimpíadas[editar | editar código-fonte]

Seleção Uruguaia de 1903 em um amistoso contra a Argentina.

Historicamente o futebol tem sido um elemento fundamental no que se refere à aproximação da nacionalidade uruguaia e à projeção internacional da imagem do Uruguai como país, no começo do século XX.

A Seleção Uruguaia brilhava nos gramados da América do Sul, a equipe conquistou sua primeira Copa América em 1916. Um ano depois conquistaria o bi-campeonato, dessa vez em casa. Em 1919 perdeu a final para o Brasil por 1 a 0, mas um ano depois conquistaria o tri, novamente em cima dos argentinos. Como a Copa América era disputada de ano em ano até 1929 o Uruguai já tinha sido hexa, vencendo inclusive as edições que sediou o torneio.

Já em nível internacional, o Uruguai começou a brilhar, ao alcançar as medalhas douradas nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928, consideradas pela FIFA como mundiais[3] . A Seleção Uruguaia deslumbrou na Europa com suas apresentações olímpicas e conquistou a admiração e o respeito do universo esportivo, colocando o futebol sulamericano no mais alto plano de consideração numa época em que o dito continente era ainda ignorado no mapa internacional do futebol. Durante 76 anos o Uruguai foi o único país sulamericano a ocupar o máximo posto olímpico, honra atualmente compartida com a Argentina que desde Atenas 2004 é medalha de ouro, repetindo o êxito nos últimos Jogos Pequim 2008.

Copa do Mundo da FIFA de 1930 - A copa do Uruguai[editar | editar código-fonte]

O Uruguai como era bicampeão mundial, foi escolhido para celebrar o primeiro Mundial de Futebol em 1930. A celeste caiu no grupo 3, junto com Peru e Romênia. Venceu o 1º jogo contra o Peru por 1 a 0 com gol de Héctor Castro. Já na segunda partida aplicou uma goleada de 4 a 0 contra a Romênia, com gols de Dorado, Scarone, Peregrino Anselmo e Cea.

Nas semifinais enfrentou a Iugoslávia e aplicou uma goleada avassaladora de 6 a 1; com três gols de Cea, dois de Anselmo e um de Iriarte. E na final seria o clássico sul-americano Uruguai vs Argentina, onde 93 mil pessoas viram a celeste golear os vizinhos por 4 a 2, com gols de Dorado, Cea, Iriarte e Castro tendo a celeste como a primeira campeã mundial de futebol.

Desse transcendental triunfo o escritor Juán Sasturain disse: "Os uruguaios levaram sempre consigo a glória e a desgraça de ter sido; os argentinos, por anos, a soberba maldição de crer-se o que nunca puderam demonstrar que foram"

Hepta e octa da Copa América e o boicote as Copas de 1934 e 1938[editar | editar código-fonte]

Quatro anos depois da euforia de ter ganho a primeira Copa do Mundo, o Uruguai recusou-se a participar da Copa de 1934 em represália ao boicote europeu na edição anterior. Já em 1935, na Copa América sediada no Peru o Uruguai novamente venceu e conquistou o hepta em cima dos vizinhos argentinos.

Na Copa do Mundo FIFA de 1938, Jules Rimet, o criador da competição, convenceu a FIFA a sediar a competição na França, sua terra natal. Por isso, muitos países americanos, incluindo Argentina (a sede provável se o evento fosse na América do Sul), Colômbia, Costa Rica, El Salvador, México, Guiana Holandesa, Uruguai e os Estados Unidos desistiram ou se recusaram a entrar.

Em 1942, a Copa América voltou a ser realizada no Uruguai. A celeste conquistou o octa da Copa América após vencer a Argentina novamente. Até ali, já houve 11 finais entre Uruguai e Argentina, sendo que o Uruguai conquistou oito dessas disputas.

Copa do Mundo FIFA de 1950 - Uruguai bicampeão do mundo e o Maracanazo[editar | editar código-fonte]

O Uruguai posando antes da partida decisiva contra o Brasil em 1950. Em pé, da esquerda para a direita, estão Varela, o técnico López, Tejera, dois membros da delegação, Gambetta, Matías González, Máspoli, Rodríguez Andrade e outro membro da delegação; agachados, entre outros dois delegados, estão Ghiggia, Julio Pérez, Míguez, Schiaffino e Morán.

Alguns anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, a FIFA resolveu escolher o Brasil como sede da edição de 1950.

A Celeste Olímpica iniciou no Grupo 4 junto com a Bolívia e aplicou uma das maiores goleadas em Copas do Mundo; 8 a 0 nos bolivianos. Destaque para Míguez que marcou 3 vezes.

No quadrangular final com Brasil, Suécia e Espanha, a celeste iniciou empatando com a Espanha por 2 a 2; gols de Ghiggia e Obdulio Varela. Já na segunda partida contra a Suécia, venceu por 3 a 2 a Seleção da Suécia com 2 gols de Míguez e um de Ghiggia. A última partida era contra a badalada Seleção Brasileira, que havia vencido as suas duas partidas no quadrangular com goleadas de 7 a 1 na Suécia e 6 a 1 na Espanha. o Uruguai precisaria vencer o Brasil por qualquer placar e o Brasil precisava apenas de um empate.

Na partida, o Brasil iniciou vencendo com gol de Friaça, mas o Uruguai empatou com Schiaffino e virou com Ghiggia. O silêncio tomou conta do Maracanã às 16 horas e 50 minutos do dia 16 de julho. Desolados, os quase 200 mil torcedores demoraram mais de meia hora para deixar o estádio. O time brasileiro fez trinta lances a gol (dezessete no primeiro tempo e treze no segundo). Os jogadores cometeram quase o dobro de faltas, um total de 21, contra apenas onze do Uruguai.

Jules Rimet não conseguiu entregar a taça e decidiu se retirar. Mas logo depois voltou e Obdulio Varela recebeu a taça. Rimet disse: "Estou feliz pela vitória que vocês acabam de conquistar. Cheia de mérito, sobretudo por ter sido inesperada. Com minhas felicitações".

Copa do Mundo FIFA de 1954 - Uruguai semifinalista[editar | editar código-fonte]

Quatro anos depois de conquistar o tetra, a celeste voltou a disputar uma Copa do Mundo, desta vez na Suíça. Pegou o Grupo 3 da Áustria, Tchecoslováquia e Escócia. Venceu a Tchecoslováquia por 2 a 0 e a Escócia por 7 a 0. Nas quartas enfrentou a Inglaterra e goleou por 4 a 2 passando para a semifinais para enfrentar a Hungria e acabou sendo goleado pelo mesmo placar que havia feito no jogo com a Inglaterra, 4 a 2.

Mais três títulos da Copa América[editar | editar código-fonte]

Em 1956, a celeste voltou a conquistar um título e seria o 9º da Copa América, novamente em casa após vencer do Chile. Na Copa do Mundo FIFA de 1958, o Uruguai não se classificou. Já um ano depois em 1959 na Copa América do Equador, venceu novamente os Argentinos por 5 a 0 e levou o 10º título. Até o momento o Uruguai era o maior campeão do torneio.

Copa do Mundo FIFA de 1970 - Uruguai semifinalista[editar | editar código-fonte]

O Uruguai iniciou a competição no Grupo 2 junto com Itália, Suécia e Israel. Venceu Israel por 2 a 0 na primeira partida com gols de Maneiro e Mujica. Na segunda partida empatou por 0 a 0 com a Itália e na terceira perdeu para a Suécia por 1 a 0. Mesmo assim se classificou em 2º do grupo. Nas quartas enfrentou a antiga União Soviética e venceu por 1 a 0 com gol de Espárrago na prorrogação.

Nas semifinais enfrentaria o Brasil, considerado por muitos uma das melhores seleções que já existiu. O Brasil de Pelé, Rivelino e Jairzinho venceu o Uruguai por 3 a 1 de virada após o Uruguai iniciar vencendo com gol de Cubilla. Ainda na disputa do 3º lugar, já abalados a celeste perdeu para a Alemanha Ocidental por 1 a 0.

Três Copas Américas, Mundialito, Jogos Pan-americanos e um Uruguai adormecido em Copas[editar | editar código-fonte]

Capa da revista esportiva argentina El Gráfico que mostra o goleiro uruguaio Rodolfo Rodríguez ao erguer a taça do Mundialito.


Depois de 1970, o Uruguai ficou 10 anos sem ganhar a nenhum título, tabu que foi quebrado em 1980 após a celeste conquistar o Mundialito vencendo o Brasil na final por 2 a 1. O Mundialito foi o campeonato mundial de seleções de futebol campeãs do mundo organizado pela FIFA cada 50 anos e sediado o primeiro no Uruguai. Waldemar Victorino foi o artilheiro da competição com 3 gols e Rubén Paz, o melhor jogador. Três anos depois o Uruguai conquistaria a Copa América em cima do Brasil vencendo a primeira partida por 2 a 0 e empatando a segunda.

4 anos depois conquistaria o bicampeonato, em cima do Chile vencendo por 1 a 0. o Uruguai conquistaria o seu 14º título em 1995, em casa, após empatar com o Brasil em 1 a 1 no tempo normal e vencer por 5 a 3 nas penalidades.

Conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de 1983.

Já em Copas do Mundo o Uruguai realizava fracas campanhas. Em 1974 foi eliminado logo na primeira fase, sem vencer nenhum jogo. Em 1978 e em 1982 nem se classificaram. Em 1986 no México parou nas oitavas para a Argentina por 1 a 0. Em 1990, também ficou nas oitavas, perdendo para a Itália por 2 a 0. Em 1994 e 1998 não se classificaram. Em 2002 a equipe ficou na primeira fase após empatar o último jogo contra Senegal por 3 a 3. E em 2006 a seleção não se classificou.

Uruguai semifinalista da Copa do Mundo FIFA de 2010 e a volta da Celeste ao caminho dos títulos e medalhas.[editar | editar código-fonte]

Seleção Uruguaia semifinalista da Copa do Mundo FIFA de 2010.
Diego Forlán, recordista de participações e então recordista de gols pela Seleção, foi o craque da Copa de 2010.

Em 2010, o Uruguai classificou-se para jogar a Copa do Mundo FIFA de 2010 na repescagem, após vencer a Costa Rica por 1 a 0 e empatar em casa por 1 a 1. O Grupo que o Uruguai ficaria na Copa de 2010 seria o A, junto com a França, México e os anfitriões da África do Sul. Empatou a 1ª partida contra a França em 0 a 0. Já na segunda aplicou uma goleada de 3 a 0 na África do Sul, com dois gols de Diego Forlán e um de Álvaro Pereira. E na última partida da fase de grupos, venceu o México por 1 a 0 com gol de Luis Suárez.

Já nas oitavas-de-final jogou com a Coreia do Sul. Iniciou vencendo com gol de Luis Suárez, mas deixou a Coreia do Sul empatar e faltando 10 minutos para acabar o jogo, Luis Suárez marcou de novo e colocou o Uruguai nas quartas-de-final para enfrentar Gana. Nessa partida contra Gana, considerado o mais emocionante da Copa,[4] o Uruguai saiu perdendo por 1 a 0 más Diego Forlán marcou de falta e colocou o Uruguai de volta ao jogo, que terminou empatado. Após os 30 minutos de prorrogação empatado, Muslera sai errado numa confusão na área aos 120 minutos do jogo, o jogador Ganês cabeceia com o gol vazio, então o atacante Luis Suárez defende a bola com a mão e é expulso. Asamoah Gyan desperdiçou o pênalti que poderia ter classificado Gana no último minuto de jogo. As câmeras da FIFA capturaram uma imagem de Luís Suares desesperado no vestiário após sua expulsão, mostrando apreensão, e comemorando como se fosse um gol após saber que Gana perdeu o pênalti. Logo depois o Uruguai ganharia nas penalidades com o El Loco Abreu fazendo o último gol e classificando a celeste para uma semifinal de Copa do Mundo, o que não acontecia desde 1970.

Nas semifinais, o Uruguai enfrentaria o ótimo time da Holanda. Iniciou perdendo após um grande golo de Van Bronckhorst, mas Diego Forlán novamente colocou o Uruguai no jogo. Só que Sneijder em posição de impedimento[5] e Robben decretaram o adeus da celeste. Maxi Pereira ainda descontou aos 92 minutos.

Na disputa do 3º lugar, Uruguai enfrentou a seleção considerada favorita para ganhar a Copa, seria a Alemanha que após golear a Inglaterra por 4 a 1 e a Argentina por 4 a 0, caiu diante da Espanha por 1 a 0. Mais uma vez o Uruguai mostrou a força do futebol uruguaio contra a Alemanha, e esteve até vencendo o jogo por 2 a 1 com gols de Edinson Cavani e Diego Forlán, mas a qualidade da equipe alemã fez diferença e acabou virando de novo o jogo por 3 a 2. No final da partida aos 92 minutos Diego Forlán acertou um chute no travessão e impediu a reação uruguaia.[6] E para fechar o bom desempenho da celeste na copa, Diego Forlán foi eleito pela FIFA como o melhor jogador da competição feito que apenas alguns jogadores sul-americanos conseguiram[7]

Em 2011, após uma 1° fase não tão boa, tendo empatado duas vezes com Peru e Chile, e ganhado de seleção sub-23 do México por 1 a 0 e terminando em 2° lugar no grupo, a Celeste iria consagrar sua volta ao cenário do futebol mundial eliminando a Argentina na Copa América em partida válida pelas quartas-de-finais, em pleno estádio Cemitério dos Elefantes, localizado na Argentina. O jogo foi 1-1 no tempo normal, e continuou assim na prorrogação. A partida foi para a disputa de penalidades máximas, e terminou em 5-4 para o Uruguai, depois de Carlitos Tévez, chamado na argentina de "jogador do povo", perder um pênalti. O goleiro do Uruguai, Fernando Muslera, argentino de nascimento, foi o grande nome da partida. Depois a Celeste enfrentou a Seleção Peruana, que passou pela Seleção Colombiana nas quartas, pelas semi-finais. Num jogo morno e sem muita emoção, fez 2 a 0 com dois gols de Luis Suárez no segundo tempo. O placar terminou assim e o Uruguai foi para a final. A final foi disputada no dia 24 de julho e o adversário da celeste foi o Paraguai que chegou à final graças a sua sólida defesa e bons resultados nas disputas de pênalti (nas quartas eliminara o Brasil após empate em 0 a 0),mas a celeste não tomou conhecimento do adversário e o Uruguai sagrou-se campeão pela 15º vez ao golear os paraguaios por 3 a 0, com dois gols de Forlán e um de Suárez.

Após uma ausência de 12 anos (a última vez havia sido em 1999), o Uruguai voltou a disputar o torneio de futebol dos Jogos Pan-Americanos. Nos Jogos Pan-Americanos de 2011, disputados em Guadalajara, no México, obteve a medalha de bronze ao vencer a Costa Rica por 2x1.[8]

O retorno aos Jogos Olímpicos em 2012[editar | editar código-fonte]

Com o vice-campeonato no Campeonato Sul-Americano de Futebol Sub-20 de 2011, o Uruguai se classificou para os Jogos Olímpicos de 2012, com sede em Londres, Inglaterra, algo que não ocorria desde o título dos Jogos Olímpicos de 1928. No Torneio Olímpico de de Futebol de 2012, o Uruguai teve uma vitória e duas derrotas sendo eliminado ainda na fase de grupos.[9]

A Copa do mundo de 2014[editar | editar código-fonte]

O Uruguai foi selecionado para o chamado "Grupo da morte", no qual estavam 3 campeões mundiais, Itália, Inglaterra e o Uruguai. Perdeu o primeiro jogo para Costa Rica, para a surpresa de todos. No jogo seguinte, contra a Inglaterra, venceu por 2x1, com dois gols de Luis Suárez, considerado o principal jogador da equipe, no primeiro jogo do atacante uruguaio 27 dias após uma cirurgia no joelho esquerdo. O terceiro jogo, contra a Itália, seria decisivo; só a vitória interessava à seleção uruguaia, ao passo que um empate ou a derrota classificaria os italianos. Aos 34 minutos do segundo tempo, com a partida empatada em 0 a 0, Suárez colidiu com o italiano Giorgio Chiellini enquanto aguardava um cruzamento. Os replays mostraram que Suárez teria mordido o ombro do zagueiro italiano, a qual seria sua terceira agressão desse tipo. Entretanto, o juiz não viu a agressão e, apesar do protesto dos italianos (Chiellini tentou mostrar as marcas de mordida no ombro), não puniu Suárez. No lance seguinte, um escanteio para o Uruguai, Godín marcou o gol que daria a vitória por 1 a 0 e a vaga para as oitavas de final para a seleção uruguaia.[10]

Após o jogo, houve muita discussão sobre o caso de Suárez, e no dia 27 de junho a FIFA expediu um comunicado dizendo que Suárez não poderia atuar por 9 partidas oficiais da FIFA e estaria afastado de qualquer atividade relacionada ao futebol por quatro meses. Sendo assim, Suárez não pôde mais atuar pela Celeste na Copa de 2014 e também estaria fora da Copa América de 2015.[11]

Pelas oitavas de final, o Uruguai enfrentou a Colômbia, sendo eliminado em uma derrota por 2 a 0, com ambos os gols de James Rodríguez para a seleção colombiana.

Títulos[editar | editar código-fonte]

MUNDIAIS
Competição Vezes Ano
W.Cup2.svg Copa do Mundo FIFA 2 1930Cscr-featured.png, 1950Cscr-featured.png
Trofeo Copa de Oro de Campeones Mundiales.png Mundialito 1 1980Cscr-featured.png
Gold medal.svg Jogos Olímpicos 2 1924Cscr-featured.png, 1928Cscr-featured.png
CONTINENTAIS
Competição Vezes Ano
Coppa America calcio.svg Copa América 15 1916Cscr-featured.png, 1917Cscr-featured.png, 1920Cscr-featured.png, 1923Cscr-featured.png, 1924Cscr-featured.png, 1926Cscr-featured.png, 1935Cscr-featured.png, 1942Cscr-featured.png, 1956Cscr-featured.png, 1959Cscr-featured.png, 1967Cscr-featured.png, 1983, 1987Cscr-featured.png, 1995Cscr-featured.png, 2011Cscr-featured.png

Cscr-featured.png Título Invicto

Outros títulos[editar | editar código-fonte]

Títulos amistosos diversos[editar | editar código-fonte]

  • Copa Nehru: 1 (1982)
  • Copa Marlboro: 2 (1986, 1990)
  • Copa Carlsberg: 1 (2003)
  • Copa LG: 2 (2003, 2006)
  • Copa Punta del Este Sub-20: 1 (1997)
  • Copa Crianças de Maldonado Sub-20: 1 (2000)
  • Torneio Amistoso Sub-20: 1 (2008)
  • Copa de Swon Sub-20: 1 (2011)
  • Torneo de Juniors Sub-17 de Cannes: 1 (1979)
  • Torneo Internacional de Cancún Sub-17: 1 (1995)
  • 80º aniversário Jornal EL PAIS Sub-17: 1 (1998)
  • Copa Monterrey Sub-17: 1 (2000)
  • Copa João Havelange Sub-17: 1 (2001)
  • Torneo 11 de Septiembre Sub-17: 1 (2002)
  • Mundialito Tahuichi “Paz y Unidad” Sub-15: 1 (2009)

Títulos amistosos (conquistados em partida única)[editar | editar código-fonte]

Campanhas[editar | editar código-fonte]

Seleção Principal
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro Quarto
Copa do Mundo 2 (1930, 1950) 3 (1954, 1970, 2010)
Copa das Confederações 2 (1997, 2013)
Copa América 15 (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1956, 1959, 1967, 1983, 1987, 1995, 2011) 6 (1919, 1927, 1939, 1941, 1989, 1999) 9 (1921, 1922, 1929, 1937, 1947, 1953, 1957, 1975, 2004) 5 (1945, 1946, 1955, 2001, 2007)
Mundialito 1 (1980)
Campeonato Pan-Americano 1 (1952)
Seleção Juvenil
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro Quarto
Campeonato Mundial Sub-20 2 (1997, 2013) 1 (1979) 2 (1977, 1999)
Campeonato Mundial Sub-17 1 (2011)
Campeonato Sul-Americano Sub-20 7 (1954, 1958, 1964, 1975, 1977, 1979, 1981) 6 (1971, 1974, 1983, 1992, 1999, 2011) 4 (1991, 2007, 2009, 2013) 3 (1985, 1987, 1997)
Campeonato Sul-Americano Sub-17 3 (1991, 2005, 2011) 3 (1995, 1999, 2009) 2 (2003, 2013)
Campeonato Sul-Americano Sub-15 1 (2007) 2 (2009, 2011)
Pré-Olímpico Sul-Americano Sub-23 1 (1976) 3 (1968, 1992, 1996, ) 1 (2000)
Seleção Olímpica
Torneio Gold medal.svg Gold medal america.svg Gold FISU.svg Ouro Silver medal.svg Silver medal america.svg Silver FISU.svg Prata Bronze medal.svg Bronze medal america.svg Bronze FISU.svg Bronze
Jogos Olímpicos 2 (1924, 1928)
Jogos Pan-americanos 1 (1983) 1 (2011)
Universíada 2 (1979, 1985)

TOTAL: 111 títulos

Obs: Dessa forma, a Seleção Uruguaia de Futebol (juntando todas as categorias) é a terceira maior recordista de títulos de seleções no mundo (só ficando atrás das Seleções Argentina e Brasileira).

Registro competitivo[editar | editar código-fonte]