Seleção Costarriquenha de Futebol

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Seleção Costarriquenha de Futebol
Costa Rica football association.png
Alcunhas?  Ticos
La Sele (A Seleção)
Associação Federação Costarriquenha de Futebol
Confederação CONCACAF
Patrocinadores Estados Unidos Herbalife
Material desportivo?  Itália Lotto
Treinador Colômbia Jorge Luis Pinto
Capitão Bryan Ruiz
Mais participações Walter Centeno (137)
Artilheiro Rolando Fonseca (47)

Ficheiro:Soccerball mask.svg

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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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A Seleção Costarriquenha de Futebol, apelidada de La Sele, é a equipe nacional da Costa Rica e é controlada pela Federação Costarriquenha de Futebol. Costa Rica é a terceira equipe mais bem sucedida da CONCACAF depois do México e dos Estados Unidos. Eles são, claramente, a equipe mais bem sucedida da América Central, tendo se classificado para três Copas do Mundo, atingindo as oitavas-de-final em sua estreia na Copa na Itália em 1990 e impondo uma exibição sólida em 2002, onde foram colocados no mesmo grupo dos eventuais campeão Brasil e terceiro colocados Turquia. Em 2006, Los Ticos se classificaram por gols ganhando muito terminando em 8000 de 32 equipes. A Costa Rica já foi campeã da CONCACAF três vezes (1963, 1969, 1989) e levou a Copa das Nações UNCAF seis vezes. A seleção também participou de quatro Copas América, indo às quartas-de-final em 2001 e 2004.

Conquistas[editar | editar código-fonte]

História[editar | editar código-fonte]

A Costa Rica tem uma cultura no futebol de longa data e tradição.

A equipe nacional fez sua estreia nos Jogos do Centenário da Independência na Cidade da Guatemala em setembro de 1921, vencendo seu primeiro jogo por 7-0 contra El Salvador. No final, a Costa Rica derrotou a Guatemala por 6-0 para reclamar o troféu.

A equipe de futebol da Costa Rica tem sido caracterizada sobretudo pela sua regularidade ao longo dos anos. Bem lembrada é a seleção formada em 1940 que recebeu o apelido de The Gold Shorties (Os Baixinhos de Ouro, em inglês). Durante os anos 1950, 1960 e a maioria dos anos 1970, a equipe da Costa Rica passou despercebida, sem Copas do Mundo.

Ao longo dos anos 50 e 60, e era a segunda mais forte equipe na zona da CONCACAF atrás do México, terminando como vice-campeã nas eliminatórias para as Copas de 1958, 1962 e 1966. As estrelas deste período foram Ruben Jimenez, Errol Daniels, Leonel Hernandez e Edgar Marin. Atualmente o seu artilheiro é Rolando Fonseca com 47 gols.

No entanto, no final dos anos 60 a sua sorte cairia e outras equipes da região como Guatemala, Honduras, El Salvador, Haiti, Trinidad e Tobago e Canadá viriam à tona. Embora a maioria desses participantes tiveram curtas presenças em Copas do Mundo. A Costa Rica não conseguiu chegar à rodada final das eliminatórias da CONCACAF para Copas do Mundo até 1986.

Anos 1980 e começo dos anos 1990[editar | editar código-fonte]

Pode-se mencionar a participação da seleção da Costa Rica nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984. (Detalhes)

Classificando-se para a Copa da Itália em 1990[editar | editar código-fonte]

Artigo principal: Copa do Mundo FIFA de 1990

Depois de uma grande campanha no Campeonato CONCACAF em 1989, a Costa Rica recebe o seu primeiro passaporte para a fase final de uma Copa do Mundo, onde teve um papel enorme no ranking da segunda rodada após vencer a Escócia e a Suécia na primeira rodada.

Empataram com o Panamá, avançando para a fase de grupos, no primeiro jogo no Estádio Alejandro Morera Soto, em Alajuela, onde a Costa Rica sofreu contra os panamenhos e acabou com o empate em casa. No segundo jogo, no Estádio Revolution (agora Rommel Fernández), dois gols de José Cayasso deu a vitória para a Costa Rica por 2-0 e o avanço para a fase de grupos. A Costa Rica começou a fase de grupos com uma derrota para a Guatemala por 1-0, em seguida, bateu os EUA em San José por 1-0, sendo os dois gols de Gilberto Rodden, em seguida, derrotam Trinidad e Tobago pelo mesmo placar em San José, com um gol de Enrique Diaz. Em seguida, a Costa Rica perdeu para os EUA por 1-0 em St. Louis, Missouri, venceu a Guatemala em San Jose por 1-0, sendo o gol de Evaristo Coronado, empatou com Trinidad e Tobago em 1-1, venceu El Salvador em Cuzcatlán por 4-2, com gols de Carlos Mario Hidalgo, Enrique Diaz e José Flores Leony Jaikel. Finalmente, no último jogo das eliminatórias, a Costa Rica venceu El Salvador em San José por 1-0, com o gol de Pastor Fernández. A Costa Rica terminou em primeiro no pentagonal com os Estados Unidos com 11 pontos em 8 jogos. O México foi desclassificado desta eliminatória por adultério na idade dos jogadores jovens.