Copa do Mundo FIFA de 1986
| Copa do Mundo FIFA de 1986 Mexico 86 |
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| Dados | ||
| Participantes | 24 | |
| Organização | {{{organização}}} | |
| Anfitrião | ||
| Período | 31 de maio – 29 de junho | |
| Gol(o)s | 132 (média de 2,5 por partida) | |
| Jogos | ||
| Média | gol(o)s por partida | |
| Campeão | ||
| Vice-campeão | ||
| 3º colocado | ||
| Campeão do interior | ||
| Melhor marcador | ||
| Melhor ataque (fase inicial) | 09 gols: | |
| Melhor defesa (fase inicial) | nenhum gol: | |
| Maior goleada (diferença) |
União Soviética Estádio Sergio León Chavez, León 02 de junho, Grupo C |
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| Público | 2.393.331 (média de 46.026 por partida) | |
| Média | pessoas por partida | |
| Outras divisões | ||
|---|---|---|
| {{{segunda_divisão}}} | {{{campeão_segunda}}} | |
| {{{terceira_divisão}}} | {{{campeão_terceira}}} | |
| {{{quarta_divisão}}} | {{{campeão_quarta}}} | |
| Premiações | ||
| Melhor jogador | {{{melhorjogador}}} | |
| Melhor goleiro | {{{melhorgoleiro}}} | |
| Melhor jogador jovem | {{{melhorjovem}}} | |
| Melhor treinador | {{{melhortreinador}}} | |
| Melhor árbitro | {{{melhorárbitro}}} | |
| Fair play | {{{fair_play}}} | |
| ◄◄ |
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A Copa do Mundo FIFA de 1986 foi a 13ª Copa do Mundo disputada, e contou com a participação de 24 países divididos em seis grupos de quatro. De cada grupo os 2 primeiros colocados se classificavam diretamente para as Oitavas de Final. Para completar as 16 seleções classificadas, os 4 terceiros colocados de melhor campanha conquistavam a vaga por índice técnico. No total 113 países participaram das eliminatórias.
A Copa de 1986 seria disputada na Colômbia. Porém, os graves problemas econômicos deste país impediram os colombianos de serem os anfitriões do torneio. A FIFA ofereceu a Copa para o Brasil, os Estados Unidos e o Canadá em 1982, mas os governos destes três países recusaram. Então a Copa foi aceita pelo México, que foi escolhido em 1983 para sediar o mundial mais uma vez. Nem mesmo os terremotos um ano antes do mundial colocaram em risco a realização da copa.
Foi sem dúvida a Copa de um nome Diego Armando Maradona. "El pibe de oro" jogou muito, deu assistências decisivas, fez gols antológicos e foi protagonista em jogos históricos. Sem dúvida alguma foi a maior copa de um jogador de futebol, a ponto de Maradona até hoje fazer sombra a Pelé como o maior jogador da história, ao menos na Argentina.
A Argentina fazia parte do Grupo "A". Em sua estreia venceu por 3 x 1 a Coréia do Sul que retornava às copas após 1954. Empatou com a Itália em 1 x 1, velha asa negra albi-celeste, e venceu a Bulgária por 2 x 0 confirmando o primeiro lugar. A "azurra", campeã do mundo, mais uma vez passava de fase aos trancos e barrancos, e após empatar com a Argentina e Bulgária, esta em 0 x 0, venceu os coreanos por apertadíssimos 3 x 2, ficando com a outra vaga. Não houve classificado por índice técnico.
O México, dono da casa pela segunda vez, e liderado por Hugo Sánchez, não desperdiçou a chance de se classificar no grupo "B", com adversários de menor expressão (exceção feita à Bélgica), se classificando após vencer a Bélgica por 2 x 1, empatar com o Paraguai por 1 x 1 e o Iraque por 1 x 0. Os "diabos vermelhos", vice-campeões europeus de 1980, venceram o Iraque por 2 x 1 e empatarem com o Paraguai por 2 x 2 e ficaram com a terceira vaga do grupo, já que os sul-americanos que venceram o Iraque por 1 x 0 ficaram com o segundo posto.
No Grupo "C", a Hungria, que chegou à Copa após ótima campanha nas eliminatórias e uma vitória por 3 x 0 sobre o Brasil, decepcionou. Os "magiares" perderam por 3 x 0 para a França de Michel Platini e tomou uma super goleada de 6 x 0 da URSS. Aliás, a seleção soviética com futebol ofensivo e altamente tático, venceu o Canadá por 2 x 0 e empatou com a França por 0 x 0, conquistando a primeira vaga. A França ficou com a segunda vaga, em um grupo que não houve seleção que conquistasse o avanço às Oitavas por índice técnico. Húngaros e canadenses deram adeus à copa ainda na primeira fase.
O Brasil, cabeça de chave do Grupo "D", novamente comandado por Telê Santana, fez uma estreia dura contra a seleção espanhola. A seleção canarinho, com o time muito modificado em relação ao "onze de 82", tinha contudo uma defesa mais consistente. Zico, gravemente contundido só entrava no decorrer das partidas. Júnior foi deslocado para compor o meio campo com Sócrates. Nomes como Éder, Toninho Cerezo, Falcão e Leandro não foram ao Mundial, por motivos que foram da indisciplina à deficiência técnica. O Brasil venceu a estréia por 1 x 0, em um jogo que deveria ter terminado em empate, pois um gol de Michel foi anulado injustamente pelo juiz. A bola bateu no travessão e após a linha do gol, mas ao contrário da final de 66, o juiz não validou o gol. O Brasil teve 100% de aproveitamento ao vencer por 1 x 0 a Argélia e por 3 x 0 a Irlanda do Norte. O destaque da seleção foi o desconhecido Josimar, lateral direito que foi convocado às pressas para a Copa no lugar de Leandro que desistiu no embarque. Com dois golaços, foi considerado o melhor jogador do mundial na posição. A "Fúria" venceu por 2 x 1 a Irlanda do Norte e por 3 x 0 a Argélia ficando com o segundo posto. Não houve classificado por índice técnico.
No Grupo "E" a Dinamarca (apelidada de "Dinamáquina") foi a grande sensação da Copa. Os dinamarqueses comandados pelo técnico Sep Piontek inauguraram o sistema 3-5-2, com líbero jogando na defesa e os laterais transformados em alas. A seleção nórdica ainda tinha grandes craques como Michael Laudrup e o artilheiro Elkjaer Laersen. O time dinamarquês venceu os três jogos, com direito a inacreditáveis 6 x 1 no Uruguai e 2 x 0 na Alemanha Ocidental. Os alemães ficaram com a segunda vaga após empatarem com o Uruguai em 1 x 1 e vencerem a Escócia por 2 x 1. A seleção "celeste" empatou com a Escócia por 0 x 0 e ficou com a terceira vaga sem nenhuma vitória.
No Grupo "F", outra surpresa. Em um grupo complicadíssimo com Inglaterra, Polônia e Portugal, a seleção de Marrocos, que disputava apenas seu segundo Mundial (o primeiro foi em 1970, também no México), conquistou uma das vagas de forma invicta. Foram dois empates de 0 x 0 contra Polônia e Inglaterra e uma vitória por 3 x 1 contra a seleção lusa. A Inglaterra após estreia com derrota por 1 x 0 contra Portugal e empate contra Marrocos, se recupera e goleia a Polônia por 3 x 0, conquistando uma das vagas. A Polônia venceu Portugal por 1 x 0 e ficou com a última vaga.
Oitavas de Final [editar]
Estavam classificadas as 16 equipes para as Oitavas de Final. A Argentina venceu o superclássico contra o Uruguai por 1 x 0. O Brasil goleou a Polônia por 4 x 0. A Dinamarca, grande vedete da Copa, abriu o placar e tomou uma virada por 5 x 1 para a Espanha, onde Emílio Butrageño entrou para a história ao marcar 4 gols. A França despachou a campeã mundial Itália por 2 x 0. Em um jogo espetacular belgas e soviéticos fizeram um prélio cheio de alternativas, e os "Diabos Vermelhos" venceram por 4 x 3. Para alegria da torcida local, o México venceu a Bulgária por 2 x 0 com direito a um gol acrobático do artilheiro Hugo Sánchez. O "English Team" passeou em campo contra o Paraguai, e o artilheiro Lineker aproveitou para ampliar a artilharia, 3 x 0. A Alemanha Ocidental venceu o Marrocos com um gol de Lothar Mathaus aos 42 do segundo tempo por 1 x 0.
Quartas de Final [editar]
Em um jogo sensacional, Brasil e França duelaram em Guadalajara. Após empate em 1 x 1, o Brasil teve a chance da vitória, mas o genial Zico bateu mal um pênalti defendido pelo goleiro francês Bats. Na disputa de penais, o Brasil viu outro gênio errar a cobrança máxima: Sócrates, além do zagueirão Júlio Cézar. Final 4 x 3 a favor da França.
A Argentina fez um jogo histórico contra a Inglaterra. E Maradona em uma exibição de gala, alcançou o status de mito nacional argentino! Em uma partida espetacular "El Pibe de Oro" fez um gol com a mão, que ele genialmente chamou de "la mano de Dios". O segundo gol foi o mais belo de todas as copas: Maradona driblou 6 ingleses, tirou do goleiro e fez um golaço, levando ao êxtase "los hermanos", que se sentiam vingados da derrota na Guerra das Malvinas, travada contra a Inglaterra 4 anos antes. O locutor uruguaio, radicado na Argentina, Victor Hugo Moralles chegou a chorar ao narrar esse gol do "barrilete cósmico"!
O México empatou com a Alemanha mas perdeu na disputa de penais por 4 x 1. A última vaga ficou com a Bélgica que conquistava pela primeira vez um lugar entre semifinalistas de copas ao vencer a Espanha por 5 x 4 nos pênaltis, após empate em 1 x 1.
Semifinal [editar]
Nas semifinais a França deu continuidade à sua freguesia contra a Alemanha, final 2 x 0 para os germânicos. A Argentina continuou marchando rumo ao título ao vencer a Bélgica por 2 x 0 com outro show de Maradona, com direito a outro golaço para a antologia das copas.
Disputa do 3º lugar [editar]
Neste jogo a selação francesa entrou em campo sem seus principais astros. A geração de Platini de tanta frustração com mais uma eliminação perante a Alemanha em uma semifinal de copa abriu mão do direito de jogar e cedeu lugar para muitos reservas. Porém a Bélgica, esgotada após 2 prorrogações, sucumbiu na sua terceira prorrogação, e após empatar em 2 x 2 no tempo normal, perdeu o jogo por 4 x 2.
Final [editar]
Na final, Argentina e Alemanha Ocidental fazem o duelo do futebol arte contra o futebol marcial e tático. A Argentina abre 2 a 0 com gols de José Luis Brown e Jorge Valdano, dominando amplamente a partida. Mas Alemanha é Alemanha, e repetindo 54 e 74 a time germânico busca o resultado e empata com gols de Karl-Heinz Rummenigge e Rudi Völler. Só que dessa vez o final seria diferente e Maradona não permitiu que sua seleção levasse a virada, fato não evitado por Ferenc Puskás e Johan Cruyff. Em um descuido de Matthäus, implacável marcador, Maradona acha Burruchaga e o lança livre por trás da zaga alemã, 3 a 2 para a Argentina. Desta vez, ao contrário de 1978, sem contestações.
Sedes [editar]
| Estádio | Capacidade | Cidade |
| Estádio Azteca | 114.000 | Cidade do México |
| Estádio Olímpico Universitário | 83.000 | Cidade do México |
| Estádio Jalisco | 66.000 | Guadalajara |
| Estádio Tres de Marzo | 30.000 | Guadalajara |
| Estádio Sergio León Chavez | 32.000 | Irapuato |
| Estádio Nou Camp | 35.000 | León |
| Estádio Tecnológico | 38.000 | Monterrey |
| Estádio Universitário | 44.000 | Monterrey |
| Estádio Neza 86 | 35.000 | Nezahualcóyotl |
| Estádio Cuauhtémoc | 46.000 | Puebla |
| Estádio La Corregidora | 40.000 | Querétaro |
| Estádio Nemesio Díez | 30.000 | Toluca |
Brasil na Copa [editar]
- Colocação: 5º lugar
- Campanha: 5 jogos, 4 vitórias, 1 empate (o Brasil perdeu depois nos pênaltis para a França), 10 gols a favor e 1 gol contra.
- Jogos: Brasil 1 X 0 Espanha, Brasil 1 X 0 Argélia, Brasil 3 X 0 Irlanda do Norte, Brasil 4 X 0 Polonia e Brasil 1 X 1 França(Nos penâltis, 4 a 3 para a França).
Portugal na Copa [editar]
Eliminatórias [editar]
Há 20 anos que Portugal não participava numa final do campeonato. No sorteio das eliminatórias, Portugal ficou alinhado com Alemanha, Tchecoslováquia, Suécia e Malta. Duas equipas por grupo iriam ao campeonato.
Portugal começou bem, indo ganhar à Suécia por 1 a 0, em Estocolmo, a 12 de setembro de 1984. Foi a primeira vitória frente à Suécia. O gol foi de Gomes. Depois, no Porto, a 14 de outubro, Portugal derrotou a Tchecoslováquia por 2 a 1, com gols de Diamantino Miranda e Carlos Manuel; com Janecka pelos tchecoslovacos. Mas, um mês depois, a 14 de Novembro, em Lisboa, Portugal cedeu 1 a 3 com a Suécia, com um golo de Rui Jordão, Nilsson e Prytz (2) pelos suecos. Em Malta, a 10 de Fevereiro, Portugal ganhou por 1 a 3, com golos de Gomes (2) e Carlos Manuel, Ferrugia marcou o gol dos malteses. Esse jogo caracterizou-se por ter sido jogado da parte da manhã, antes de almoço. Com a Alemanha, em Lisboa, a 14 de Fevereiro, Portugal voltou a perder 1 a 2 (Diamantino marcou para Portugal; Völler e Pierre Littbarski marcaram para a Alemanha). As esperanças de qualificação ficaram quase completamente arrasadas com mais uma derrota, desta vez em Praga, a 25 de setembro por 1 a 0, gol de Hruska. Com Malta, em Lisboa, Portugal venceu novamente, mas tangencialmente 3 a 2, com gols de Gomes (2) e José Rafael; Frederico marcou na sua própria baliza; Di Giorgio marcou também por Malta. Portugal foi para Stuttgart, e o que parecia impossível aconteceu. Alemanha perdeu para Portugal por 1x0 em casa com um gol de fora da área de Carlos Manoel, carimbando o passaporte português para a Copa do México em 1986.
Fase Final [editar]
No México, Portugal ficou no grupo da Inglaterra, Polónia e Marrocos; à partida era um grupo acessível. A equipa portuguesa instalou-se em Saltillo. A 3 de Junho de 1986, em Monterrey, Portugal estreou bem, vencendo a Inglaterra por 1 a 0, gol de Carlos Manuel.
Portugal alinhou com: Bento; Álvaro, Frederico, Oliveira, Inácio; Diamantino (aos 83' José António), Jaime Pacheco, André, Sousa; Carlos Manuel e Gomes (aos 73': Futre).
Inglaterra com: Shilton; Gary M. Stevens, Fenwick, Butcher, Sansom; Glenn Hoddle, Bryan Robson(aos 60': Hodge), Wilkins, Chris Waddle (aos 80' Peter Beardsley): Hateley e Lineker.
Mas algo estava mal entre a delegação portuguesa. Os jogadores e a federação não chegavam a acordo sobre prémios de jogo. Havia problemas de indisciplina e entre o primeiro e o segundo jogo, os jogadores fizeram greve aos treinos. Além disso, o guarda-redes português, Bento, partiu uma perna na véspera do segundo jogo, tendo sido substituído por Vítor Damas. A 7 de Junho, também em Monterrey, Portugal defrontou a Polónia e perdeu por 0 a 1, com gol de Smolarek.
Portugal, alinhou com Vitor Damas; Álvaro, Frederico, Oliveira, Inácio; Diamantino, Jaime Pacheco, André (aos 73': Jaime Magalhães), Sousa; Carlos Manuel, Gomes (aos 46': Futre).
Polónia com: Młynarczyk; Pawlak, Wójcicki, Majewski, Ostrowski; Matysik, Komornicki (aos 57' Karaś), Boniek; Smolarek (aos 75' Zgutczyński), Dziekanowski, Urban.
A 11 de Junho, em Guadalajara, Marrocos, que antes havia surpreendentemente empatado com Polónia e Inglaterra, ganhou 3 a 1 (Khairi (2) e Krimau; Diamantino).
Portugal alinhou com: Damas; Álvaro (aos 55' Rui Aguas), Frederico, Oliveira, Inácio; Pacheco, Magalhães, Sousa (aos 69' Diamantino), Carlos Manuel; Gomes, Futre.
Marrocos com Zaki; Khalifi, El Biaz, Bouyahyaoui, Lemriss (aos 69' Amanallah); Dolmy, El Haddaoui (aos 71' Souleymani), Timoumi, Khairi; Bouderbala, Krimau.
Portugal ficou em último lugar e foi eliminado.
A greve de Saltillo deixou marcas profundas: a quase totalidade dos jogadores que foram ao campeonato do Mundo recusaram voltar a jogar pela selecção durante dois anos, e Portugal viu-se obrigado a jogar com uma equipa de reservistas.
Seleções participantes [editar]
| Seleção | Participações | última aparição |
|---|---|---|
| 2 | 1982 | |
| 11 | 1982 | |
| 9 | 1982 | |
| 13 | 1982 | |
| 7 | 1982 | |
| 5 | 1974 | |
| 1 | - | |
| 2 | 1954 | |
| 1 | - | |
| 6 | 1982 | |
| 7 | 1982 | |
| 9 | 1982 | |
| 9 | 1982 | |
| 8 | 1982 | |
| 3 | 1982 | |
| 1 | - | |
| 11 | 1982 | |
| 2 | 1970 | |
| 9 | 1978 | |
| 4 | 1958 | |
| 5 | 1982 | |
| 2 | 1966 | |
| 6 | 1982 | |
| 8 | 1974 |
Curiosidades [editar]
- Três equipes faziam sua primeira participação em copas: Canadá, Dinamarca e Iraque.
- No dia do embarque para o México, o lateral brasileiro Leandro desistiu de participar da Copa. Ele disse que a atitude era em solidariedade ao corte de seu companheiro, Renato Gaúcho, que havia saído da concentração sem permissão. Além disso, Leandro já não jogava mais no Flamengo como lateral direito, posição para qual Telê Santana o convocara, mas sim como zagueiro. Telê "promoveu" o lateral Édson para titular e chamou o discreto Josimar, do Botafogo, para a reserva. Com Édson contundido no segundo jogo, Telê lançou Josimar como titular no terceiro jogo e o jogador acabou virando a grande sensação do Brasil na Copa, ao marcar dois golaços, na primeira fase contra a Irlanda do Norte e na segunda fase contra a Polônia, surpreendendo a todos.
- Atolada em uma grave crise financeira e administrativa, a Jamaica não conseguiu pagar a taxa de afiliados à FIFA e foi impedida de participar das Eliminatórias.
- No jogo entre Paraguai x Bélgica, o paraguaio Cayetano Ré (que jogou a Copa da Suécia) se tornou o primeiro treinador a ser expulso de uma partida de Copa do Mundo.
- Embora tenha feito parte da criação da FIFA em 1904, a Dinamarca só conseguiu se classificar pela primeira vez para um mundial em 1986.
- Nessa Copa a Dinamarca ficou conhecida como "Dinamáquina" devido a goleada de 6x1 no Uruguai e ter vencido a Alemanha Ocidental por 2x0.
- Na estreia do Brasil, contra a Espanha, o DJ do Estádio Jalisco tocou o Hino à bandeira do Brasil em vez do Hino Nacional Brasileiro.
- Na partidas Espanha vs Brasil, Alemanha vs Escocia, Dinamarca vs Escocia e Polonia vs Brasil os hinos da Alemanha, Dinamarca e Polonia foram tocados 2 vezes, enquanto o da Espanha foi tocado 4 Vezes
- Estreante em Copas, o Canadá passou despercebido no Mundial. Seus jogos serviram apenas para treinar os adversários na primeira fase, pois nas três partidas que disputou, perdeu todas e sequer balançou as redes. Sem tradição no futebol, o Canadá terminou em último lugar, e nunca mais voltaria a participar de uma edição do torneio. Na véspera do jogo contra a França, o tecnico francês Henri Michel declarou: "Só os temeria se fosse um torneio de hóquei de gelo".
- No mesmo grupo do Canadá, a Hungria tinha, no papel, uma boa equipe, mas na estreia jogou muito mal, e foi impiedosamente massacrada pela URSS por 6x0. No dia seguinte à derrota seu treinador convocou todos os jogadores numa sala dentro da concentração para assistir ao video-tape do jogo, para verificar onde a equipe tinha falhado. Após a reunião, o goleiro húngaro Péter Disztl disse aos jornalistas presentes: "Tomar 6 gols num só jogo é duro. Pior foi ter que assistir novamente esse jogo. Foi a experiência mais dolorosa da minha vida rever os gols que sofri."
- Além de Telê Santana, outros dois treinadores brasileiros participaram da Copa, José Faria (treinador do Marrocos) e Evaristo de Macedo (treinador do Iraque), que substituiu o compatriota Jorge Vieira, demitido meses antes da Copa. Evaristo era o treinador da equipe brasileira para as eliminatórias, mas acabou substituído por Telê meses antes do torneio começar, em 1985.
- O prêmio dos argentinos, campeões mundiais, foi de 50 mil dólares. Se ficassem com a taça, os brasileiros ficariam com 130 mil.
- Foi no Mundial de 1986 que surgiram as primeiras moedas comemorativas à realização de um torneio. A idéia foi de uma igreja mexicana e tinha de um lado da moeda a imagem da Virgem de Guadalupe (Santa padroeira do país) e do outro lado um lance de jogo, estilizando as partidas que seriam disputadas no torneio.
- Carlos Bilardo, técnico da Argentina, trabalhava como médico.
- A data do jogo entre Brasil x França (21 de Junho) é histórica para ambas as equipes. Nesse dia, estavam se completando 16 anos da conquista do tricampeonato mundial do Brasil em 70, assim como também era o aniversário de 31 anos de Michel Platini, o maior jogador francês da época e o maior da história de seu país até o surgimento de Zidane, na copa de 1998. Na decisão por pênaltis, Platini deu um "presente de grego" para si mesmo: cobrou o pênalti para fora, mas, para sorte do craque, a França venceu.
- O atacante dinamarquês Preben Elkjaer Larsen tinha um hábito incomum para jogadores de futebol: o vício pelo cigarro. O craque fumava cerca de 30 cigarros por dia.
- A expulsão mais rápida das Copas foi a do uruguaio José Batista no jogo contra a Escócia. Ele recebeu o cartão vermelho aos 55 segundos do primeiro tempo após cometer falta violenta em Gordon Strachan.
- Pela segunda vez consecutiva (1982-1986), a Seleção Brasileira conquistou o Troféu Fair Play (Jogo Limpo) oferecido pela FIFA à equipe mais disciplinada da competição.
- Para viajar ao México, a seleção italiana exigiu da empresa aérea Alitalia a mesma tripulação que os levara a Espanha quatro anos antes. É que em 1982, a Itália tinha se sagrado campeã. Entretanto, a superstição não deu certo.
- O treinador sérvio Bora Milutinovic participava de sua primeira copa treinando a equipe do país-sede. Ele se tornaria o técnico que mais participou de copas (5 consecutivas), pois ainda comandou a Costa Rica em Itália 90, os anfitriões de EUA 94, a Nigéria em França 98 e a China em Coréia do Sul/Japão 2002.
- Antes do futebol, o atacante italiano Bruno Conti jogava baseball. Ele era tão bom que quase foi jogar profissionalmente nos EUA.
- Quando o francês Bruno Bellone cobrou o pênalti para a França no jogo contra o Brasil, a bola bateu na trave, nas costas do goleiro Carlos e entrou. Os jogadores brasileiros pediram a anulação do gol, mas não sabiam que este lance era válido nas regras do futebol.
- Uma cena que ficou marcada para sempre na história da televisão brasileira foi a expressão de choro do jornalista e apresentador da Rede Globo, Fernando Vanucci, ao final da partida em que o Brasil foi eliminado pela França nos pênaltis; Vanucci declamou nos estúdios da Globo uma mensagem ao torcedor brasileiro e à seleção, narrando uma poesia de Affonso Romano de Sant'Anna, mas não conseguiu conter as lágrimas.
- Quatro jogadores da seleção uruguaia jogavam no Brasil: o goleiro Rodolfo Rodríguez (Santos), o lateral Diogo (Palmeiras), o zagueiro Dario Pereyra (São Paulo) e o meia Rubén Paz (Internacional).
- Preocupada com o Mal de Montezuma, que causa incontroláveis crise de estômago em estrangeiros no México, a delegação da Bélgica trouxe em sua bagagem 20 mil litros de água mineral e centenas de quilos de queijo holandês.
- Ao marcar 6 gols na Copa de 86, o atacante Gary Lineker se tornou o primeiro inglês a terminar como artilheiro de uma Copa do Mundo, embora a Inglaterra tenha sido eliminada nas quartas-de-final.
- Em 1985, durante as eliminatórias, o coração do técnico escocês Jock Stein não resistiu as emoções do jogo decisivo contra o País de Gales. Ele tombou morto no banco, depois da partida. Para o lugar do finado treinador, foi chamado Alex Ferguson, que após a Copa se tornou treinador do Manchester United, onde está até hoje.
- A Bélgica jamais tinha chegado tão longe numa Copa do Mundo. Os "Diabos Vermelhos" terminaram o Mundial em quarto e o goleiro Jean-Marie Pfaff foi eleito o melhor goleiro da Copa.
- O brasileiro Romualdo Arppi Filho repetiu o feito de Arnaldo César Coelho e apitou a final do Mundial de 86. Romualdo chegou a dar cartão amarelo para Maradona na final.
- Vários craques da época se despediram das Copas em 86. Zico, Sócrates, Falcão e Júnior (Brasil); Gordillo e Senor (Espanha); Harald Schumacher e Karl-Heinz Rummenigge (Alemanha); Michel Platini, Jean Tigana e Alain Giresse (França).
- Seis seleções voltam a disputar uma copa do mundo após um longo período: Coreia do Sul (32 anos depois), Paraguai (28 anos depois), Portugal (20 anos depois), Marrocos (16 anos depois), Bulgária e Uruguai (12 anos depois).
- Foi a primeira vez que uma Copa do Mundo virava tema nos videogames. O jogo oficial era o Mexico 86, lançado em 1987 para fliperamas (arcades). Esse jogo era uma variação do Kick and Run lançado no ano de 1985, mas tinha alguns defeitos: os times disponíveis para jogar não tinham seus uniformes oficiais, e participavam do jogo algumas seleções que não tinham se classificado para as finais (casos de Japão e Estados Unidos). Mesmo assim, lotou as casas de arcades onde era exibido, saindo-se muito bem, mesmo o jogo tendo sido lançado muito tempo após o torneio.
Sorteio [editar]
| Cabeças de Chave | Europa/Ásia | América do Sul/África/América do Norte |
|---|---|---|
Primeira Fase [editar]
Grupo A [editar]
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5 | 3 | 2 | 1 | 0 | 6 | 2 | 4 | |
| 4 | 3 | 1 | 2 | 0 | 5 | 4 | 1 | |
| 2 | 3 | 0 | 2 | 1 | 2 | 4 | -2 | |
| 1 | 3 | 0 | 1 | 2 | 4 | 7 | -3 |
| 31 de maio de 1986 12:00 |
1–1 | Estádio Azteca, Cidade do México Árbitro: Fredriksson (Suécia) Público: 95,000 |
||
| Altobelli 43' | Sirakov 85' |
| 2 de junho de 1986 12:00 |
3–1 | Estádio Olímpico Universitário, Cidade do México Árbitro: Sánchez (Espanha) Público: 60,000 |
||
| Valdano 6', 46' Ruggeri 18' |
Park Chang-Seon 73' |
| 5 de junho de 1986 12:00 |
1–1 | Estadio Cuauthémoc, Puebla Árbitro: Keizer (Países Baixos) Público: 32,000 |
||
| Altobelli 6' pen | Maradona 34' |
| 5 de junho de 1986 16:00 |
1–1 | Estádio Olímpico Universitário, Cidade do México Árbitro: Al Shanar (Arábia Saudita) Público: 45,000 |
||
| Getov 11' | Kim Jong-Boo 70' |
| 10 de junho de 1986 12:00 |
3–2 | Estádio Cuauhtémoc, Puebla Árbitro: Socha (Estados Unidos) Público: 20,000 |
||
| Altobelli 17', 73' Cho Kwang-Rae 82' (g.c.) |
Choi Soon-Ho 62' Huh Jung-Moo 83' |
| 10 de junho de 1986 12:00 |
2–0 | Estádio Olímpico Universitário, Cidade do México Árbitro: Morera (Costa Rica) Público: 65,000 |
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| Valdano 3' Burruchaga 79' |
Grupo B [editar]
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5 | 3 | 2 | 1 | 0 | 4 | 2 | 2 | |
| 4 | 3 | 1 | 2 | 0 | 4 | 3 | 1 | |
| 3 | 3 | 1 | 1 | 1 | 5 | 5 | 0 | |
| 0 | 3 | 0 | 0 | 3 | 1 | 4 | -3 |
| 3 de junho de 1986 12:00 |
2–1 | Estádio Azteca, Cidade do México Árbitro: Espósito (Argentina) Público: 110,000 |
||
| Quirarte 23' Sánchez 39' |
Vandenbergh 45' |
| 4 de junho de 1986 12:00 |
1–0 | Estádio Nemesio Díez, Toluca Ref: Picon-Ackong (Ilhas Maurício) Público: 24,000 |
||
| Romerito 35' |
| 7 de junho de 1986 12:00 |
1–1 | Estádio Azteca, Cidade do México Árbitro: Courtney (Inglaterra) Público: 114,000 |
||
| Flores 3' | Romerito 85' |
| 8 de junho de 1986 12:00 |
2–1 | Estadio Nemesio Díez, Toluca Árbitro: Díaz (Colômbia) Público: 20,000 |
||
| Scifo 16' Claesen 19' (pen) |
Radhi 59' |
| 11 de junho de 1986 12:00 |
2–2 | Estadio Nemesio Díez, Toluca Árbitro: Dochev (Bulgária) Público: 16,000 |
||
| Vercauteren 30' Veyt 59' |
Cabañas 50', 76' |
| 1 de junho de 1986 12:00 |
1–0 | Estádio Azteca, Cidade do México Ref: Petrović (Iugoslávia) Público: 103,000 |
||
| Quirarte 54' |
Grupo C [editar]
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5 | 3 | 2 | 1 | 0 | 9 | 1 | 8 | |
| 5 | 3 | 2 | 1 | 0 | 5 | 1 | 4 | |
| 2 | 3 | 1 | 0 | 2 | 2 | 9 | -7 | |
| 0 | 3 | 0 | 0 | 3 | 0 | 5 | -5 |
| 1 de junho de 1986 16:00 |
1–0 | Estádio Nou Camp, León Árbitro: Silva (Chile) Público: 36,000 |
||
| Jean-Pierre Papin 79' |
| 2 de junho de 1986 12:00 |
6–0 | Estádio Sergio León Chavez, Irapuato Ref: Agnolin (Itália) Árbitro: 16,500 |
||
| Pavel Yakovenko 2' Sergey Aleynikov 4' Igor Belanov 24' pen Ivan Yaremchuk 66', 75' Sergey Rodionov 80' |
| 5 de junho de 1986 12:00 |
1–1 | Estadio Nou Camp, León Árbitro: Arppi Filho (Brasil) Público: 36,500 |
||
| Luis Fernández 60' | Vasilly Rats 53' |
| 6 de junho de 1986 12:00 |
0–2 | Estádio Sergio León Chavez, Irapuato Árbitro: Al-Sharif (Síria) Público: 14,000 |
||
| Márton Esterházy 2' Lajos Détári 75' |
| 9 de junho de 1986 12:00 |
3–0 | Estádio Nou Camp, León Árbitro: Valente (Portugal) Público: 31,000 |
||
| Yannick Stopyra 29' Jean Tigana 62' Dominique Rocheteau 84' |
| 9 de junho de 1986 12:00 |
0–2 | Estádio Sergio León Chavez, Irapuato Árbitro: Traoré (Mali) Público: 14,200 |
||
| Oleg Blokhin 58' Aleksandr Zavarov 74' |
Grupo D [editar]
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 6 | 3 | 3 | 0 | 0 | 5 | 0 | 5 | |
| 4 | 3 | 2 | 0 | 1 | 5 | 2 | 3 | |
| 1 | 3 | 0 | 1 | 2 | 2 | 6 | -4 | |
| 1 | 3 | 0 | 1 | 2 | 1 | 5 | -4 |
| 1 de junho de 1986 12:00 |
1–0 | Estádio Jalisco, Guadalajara Árbitro: Bambridge (Austrália) Público: 65,000 |
||
| Sócrates 62' |
| 3 de junho de 1986 12:00 |
1–1 | Estádio Tres de Marzo, Guadalajara Ref: Butenko (União Soviética) Attendance: 22,000 |
||
| Djamel Zidane 59' | Norman Whiteside 6' |
| 6 de junho de 1986 12:00 |
1–0 | Estádio Jalisco, Guadalajara Ref: Méndez (Guatemala) Público: 48,000 |
||
| Careca 66' |
| 7 de junho de 1986 12:00 |
2–1 | Estádio Tres de Marzo, Guadalajara Árbitro: Brummeier (Áustria) Público: 28,000 |
||
| Emilio Butragueño 1' Julio Salinas 18' |
Colin Clarke 46' |
| 10 de junho de 1986 12:00 |
3–0 | Estádio Jalisco, Guadalajara Árbitro: Kirschen (Alemanha Oriental) Público: 51,000 |
||
| Careca 15', 87' Josimar 42' |
| 10 de junho de 1986 12:00 |
3–0 | Estádio Tecnológico, Monterrey Árbitro: Takada (Japão) Público: 20,000 |
||
| Calderé 15', 68' Eloy Olaya 70' |
Grupo E [editar]
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 6 | 3 | 3 | 0 | 0 | 9 | 1 | 8 | |
| 3 | 3 | 1 | 1 | 1 | 3 | 4 | -1 | |
| 2 | 3 | 0 | 2 | 1 | 2 | 7 | -5 | |
| 1 | 3 | 0 | 1 | 2 | 1 | 3 | -2 |
| 4 de junho de 1986 12:00 |
1–1 | Estádio La Corregidora, Quéretaro Árbitro: Christov (Tchecoslováquia) Público: 30,000 |
||
| Allofs 84' | Alzamendi 4' |
| 4 de junho de 1986 16:00 |
0–1 | Estádio Neza 86, Nezahualcóyotl Árbitro: Nemeth (Hungria) Público: 18,000 |
||
| Elkjær Larsen 57' |
| 8 de junho de 1986 12:00 |
2–1 | Estadio La Corregidora, Querétaro Árbitro: Igna (Romênia) Público: 30,000 |
||
| Völler 23' Allofs 49' |
Strachan 18' |
| 8 de junho de 1986 16:00 |
1–6 | Estádio Neza 86, Nezahualcóyotl Árbitro: Ramírez (México) Público: 26,000 |
||
| Francescoli 45' pen | Elkjær Larsen 11', 67', 80' Lerby 41' Laudrup 52' J. Olsen 88' |
| 13 de junho de 1986 12:00 |
0–2 | Estádio La Corregidora, Querétaro Árbitro: Ponnet (Bélgica) Público: 36,000 |
||
| J. Olsen 43' pen Eriksen 62' |
| 13 de junho de 1986 12:00 |
0–0 | Estádio Neza 86, Nezahualcóyotl Árbitro: Quiniou (França) Público: 20,000 |
||
Grupo F [editar]
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 4 | 3 | 1 | 2 | 0 | 3 | 1 | 2 | |
| 3 | 3 | 1 | 1 | 1 | 3 | 1 | 2 | |
| 3 | 3 | 1 | 1 | 1 | 1 | 3 | -2 | |
| 2 | 3 | 1 | 0 | 2 | 2 | 4 | -2 |
| 2 de junho de 1986 16:00 |
0–0 | Estádio Universitário, Monterrey Árbitro: Bazan (Uruguai) Público: 19,000 |
||
| 3 de junho de 1986 16:00 |
1–0 | Estádio Tecnológico, Monterrey Ref: Roth (Alemanha Ocidental) Público: 23,000 |
||
| Carlos Manuel 76' |
| 6 de junho de 1986 16:00 |
0–0 | Estádio Tecnológico, Monterrey Árbitro: González (Paraguai) Público: 20,000 |
||
| 7 de junho de 1986 16:00 |
1–0 | Estádio Universitário, Monterrey Árbitro: Bin Nasser (Tunísia) Público: 20,000 |
||
| Smolarek 68' |
| 11 de junho de 1986 16:00 |
0–3 | Estádio Tecnológico, Monterrey Árbitro: Daina (Suíça) Público: 23,000 |
||
| Lineker 9', 14', 34' |
| 11 de junho de 1986 16:00 |
3–1 | Estádio Jalisco, Guadalajara Árbitro: Snoddy (Irlanda do Norte) Público: 24,000 |
||
| Khairi 19', 26' Merry Krimau 62' |
Diamantino 80' |
Oitavas-de-Final [editar]
| 15 de junho de 1986 12:00 |
2–0 | Estádio Azteca, Cidade do México Árbitro: Arppi Filho (Brasil) Público: 114,000 |
||
| Negrete 34' Servín 61' |
| 15 de junho de 1986 16:00 |
3–4 (Prorrogação) | Estádio Nou Camp, León Árbitro: Fredriksson (Suécia) Público: 32,300 |
||
| Bilanov 27, 70, 111' (pen) | Scifo 56' Ceulemans 77' Demol 102' Claesen 110' |
| 16 de junho de 1986 12:00 |
4–0 | Estádio Jalisco, Guadalajara Árbitro: Roth (Alemanha Ocidental) Público: 45,000 |
||
| Sócrates 30' (pen) Josimar 55' Edinho 79' Careca 83' pen |
| 16 de junho de 1986 16:00 |
1–0 | Estádio Cuauhtémoc, Puebla Árbitro: Agnolin (Itália) Público: 26,000 |
||
| Pasculli 42' |
| 17 de junho de 1986 12:00 |
2–0 | Estádio Olímpico Universitário, Cidade do México Árbitro: Espósito (Argentina) Público: 70,000 |
||
| Platini 15' Stopyra 57' |
| 17 de junho de 1986 16:00 |
0–1 | Estádio Universitário, Monterrey Árbitro: Petrović (Iugoslávia) Público: 19,000 |
||
| Matthäus 87' |
| 18 de junho de 1986 12:00 |
3–0 | Estádio Azteca, Cidade do México Árbitro: Al Sharif (Síria) Público: 99,000 |
||
| Lineker 31', 73' Beardsley 56' |
| 18 de junho de 1986 16:00 |
1–5 | Estadio La Corregidora, Querétaro Árbitro: Keizer (Países Baixos) Público: 38,500 |
||
| J. Olsen 33' pen | Butragueño 43', 56', 80', 88' (pen) Goikoetxea 68' pen |
Quartas-de-Final [editar]
| 21 de junho de 1986 12:00 |
1–1 (Prorrogação) (3–4 Disputa por pênaltis) |
Estadio Jalisco, Guadalajara Árbitro: Igna (Romênia) Público: 65,000 |
||
| Careca 17' | Platini 40' |
| Penalidades | |||
| Sócrates: Bats defendeu Alemão: marcou Zico: marcou Branco: marcou Júlio César: chutou na trave |
3–4 | Stopyra: marcou Amoros: marcou Bellone: marcou Platini: chutou para fora Fernández: marcou |
| 21 de junho de 1986 16:00 |
0–0 (Prorrogação) (1–4 Disputa por pênaltis) |
Estádio Universitário, Monterrey Árbitro: Díaz (Colômbia) Público: 44,000 |
||
| Penalidades | |||
| Negrete: marcou Quirarte: Schumacher defendeu Servín: Schumacher defendeu |
1–4 | Allofs: marcou Brehme: marcou Matthäus: marcou Littbarski: marcou |
| 22 de junho de 1986 12:00 |
2–1 | Estádio Azteca, Cidade do México Árbitro: Bin Nasser (Tunísia) Público: 115,000 |
||
| Maradona 51', 55' | Lineker 81' |
Nesta partida Diego Maradona marcou os famosos gols La Mano de Dios e aquele que ficou conhecido como O Gol do Século, onde ele dribla 6 jogadores ingleses até tocar a bola para o gol vazio.
| 22 de junho de 1986 16:00 |
1–1 (Prorrogação) (5–4) (Disputa por pênaltis) |
Estádio Cuauhtémoc, Puebla Ref: Kirschen (Alemanha Oriental) Público: 45,000 |
||
| Ceulemans 35' | Señor 85' |
| Penalidades | |||
| Claesen: marcou Scifo: marcou Broos: marcou Vervoort: marcou van der Elst: marcou |
5–4 | Señor: marcou Eloy: Pfaff defendeu Chendo: marcou Butragueño: marcou Víctor: marcou |
Semifinais [editar]
| 25 de junho de 1986 12:00 |
2–0 | Estádio Jalisco, Guadalajara Árbitro: Agnolin (Itália) Público: 50,000 |
||
| Brehme 9' Völler 89' |
| 25 de junho de 1986 16:00 |
2–0 | Estádio Azteca, Cidade do México Árbitro: Ramírez (México) Público: 110,000 |
||
| Maradona 51', 63' |
Disputa de 3º Lugar [editar]
| 28 de junho de 1986 12:00 |
4–2 (Prorrogação) | Estádio Cuauhtémoc, Puebla Árbitro: Courtney (Inglaterra) Público: 21,000 |
||
| Ferreri 27' Papin 43' Genghini 104' Amoros 111' pen |
Ceulemans 11' Claesen 73' |
Final [editar]
| 29 de junho de 1986 12:00 |
3–2 | Estádio Azteca, Cidade do México Árbitro: Arppi Filho (Brasil) Público: 114,600 |
||
| Brown 23' Valdano 55' Burruchaga 83' |
Rummenigge 74' Völler 80' |
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||
-
Brown abrindo o placar na final, de cabeça -
Valdano marcando o segundo gol na final -
Burruchaga marcando o gol da vitória da Argentina
Classificação final [editar]
Finalistas [editar]
|
|
Eliminados nas quartas-de-final [editar]
Eliminados nas oitavas-de-final [editar]
|
Eliminados na fase de grupos [editar]
|
Premiações [editar]
| Campeã da Copa do Mundo FIFA de 1986 |
|---|
Argentina Segundo Título |
Individuais [editar]
| Bola de Ouro | Bola de Prata | Bola de Bronze | Prêmio Yashin |
|---|---|---|---|
Artilharia [editar]
| Chuteira de Ouro | Chuteira de Prata | Chuteira de Bronze | FIFA Prêmio Fair Play |
|---|---|---|---|
Grupos [editar]
Grupo A [editar]
Grupo B [editar]
Grupo C [editar]
Grupo D [editar]
Grupo E [editar]
Grupo F [editar]
Artilharia [editar]
- 6 gols
- 5 gols
- 4 gols
Referências
Ligações externas [editar]
- FIFA.com - 1986 FIFA World Cup Mexico (em inglês)
- Copa 86 (em inglês) em RSSSF.com
