Renato Gaúcho

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Renato Gaúcho
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Renato em 2007
Informações pessoais
Nome completo Renato Portaluppi
Data de nasc. 9 de setembro de 1962 (52 anos)
Local de nasc. Guaporé (RS), Brasil
Destro
Apelido Gaúcho, RG7
Informações profissionais
Clube atual Sem clube
Posição Treinador
(ex-Ponta-direita)
Clubes de juventude

Brasil Esportivo
Brasil Grêmio
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1982–1987
1987–1988
1988–1989
1989–1990
1991
1991–1992
1992–1993
1993
1994
1995–1997
1997–1998
1999
1982–1999
Brasil Grêmio
Brasil Flamengo
Itália Roma
Brasil Flamengo
Brasil Grêmio
Brasil Botafogo
Brasil Cruzeiro
Brasil Flamengo
Brasil Atlético Mineiro
Brasil Fluminense
Brasil Flamengo
Brasil Bangu
Total
0065 000(74)
0083 000(18)
0023 0000(0)
0063 000(22)
0008 0000(2)
0038 0000(8)
0012 0000(4)
0037 000(21)
0015 0000(4)
0071 000(27)
0029 0000(7)
0000 0000(0)
0487 00(191)
Seleção nacional
1989–1992 Brasil Brasil 0043 0000(4)
Times que treinou
2000–2001
2002–2003
2003
2005–2007
2007–2008
2008
2009
2010
2010–2011
2011
2013
2014
Brasil Madureira
Brasil Fluminense
Brasil Fluminense
Brasil Vasco da Gama
Brasil Fluminense
Brasil Vasco da Gama
Brasil Fluminense
Brasil Bahia
Brasil Grêmio
Brasil Atlético Paranaense
Brasil Grêmio
Brasil Fluminense
Última atualização: 30 de março de 2014

Renato Portaluppi, também conhecido como Renato Gaúcho (Guaporé, 9 de setembro de 1962) é um treinador e ex-futebolista brasileiro, que atuava como ponta-direita. Atualmente, está sem clube.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Renato começou a sua carreira no Esportivo, da cidade de Bento Gonçalves, onde morou durante toda sua infância e juventude. Mais tarde, foi contratado pelo Grêmio, clube que o projetou para o Brasil e para o mundo, após as conquistas da Taça Libertadores da América e da Copa Europeia/Sul-Americana (Mundial de Clubes), ambos em 1983.

Na decisão do Mundial, em Tóquio, Renato fez os dois gols da vitória gremista por 2–1 sobre o Hamburgo, da Alemanha.[1] O atacante foi escolhido o melhor jogador da final, recebendo como prêmio um carro Toyota.

Depois do Mundial, Renato levou o Grêmio ao bicampeonato gaúcho em 1985 e 1986. Após uma excelente campanha nas Eliminatórias, foi convocado para a Copa do Mundo FIFA de 1986, mas durante os preparativos para a competição foi cortado pelo técnico Telê Santana, por indisciplina, e acabou de fora do grupo que viajou até o México.[1]

Em 1987, Renato acertou sua ida para o Flamengo, onde veio a formar uma grande dupla de ataque com Bebeto. Renato ganhou a simpatia da torcida rubro-negra após marcar contra o Atlético Mineiro, no Mineirão, o gol que garantiu de vez o tetracampeonato Brasileiro. Renato foi eleito o melhor jogador do Brasileirão de 1987, recebendo a Bola de Ouro da revista Placar.

Trocou o Rio de Janeiro pela Itália em meados de 1988, onde foi jogar pela Roma. Retornou ao Rubro-negro já no ano seguinte. Atuando ao lado de Bobô e Gaúcho, Renato sagrou-se campeão da Copa do Brasil de 1990.

Também em 1990 foi convocado para ir a Copa do Mundo da Itália. No entanto, na Seleção de Sebastião Lazaroni, Renato foi reserva de Careca e Müller. Entrou contra a Argentina, nas oitavas-de-final, mas o Brasil não conseguiu reverter o placar adverso de um a zero e acabou eliminado.

Em 1991, deixou o Flamengo novamente, transferindo-se para o Grêmio, onde teve rápida passagem. Logo depois, acertou sua transferência para o Botafogo. Integrou a boa equipe Alvinegra, que chegou como franca favorita às finais do Brasileirão de 1992. O adversário do Botafogo naquela final foi o Flamengo, com craques como Júnior, Djalminha, Marcelinho, Zinho, entre outros, haja vista que este último tinha nomes como Márcio Santos, Carlos Alberto Santos, Carlos Alberto Dias e Valdeir, além de Renato.

O Flamengo goleou o Botafogo por três a zero na primeira partida. No dia seguinte àquela partida, Renato compareceu ao churrasco comemorativo do Flamengo, na casa do amigo Gaúcho. O incidente repercutiu nos jornais e na televisão do Rio, gerando desconforto na sede do Botafogo. Isso ocasionou o sumário afastamento de Renato. Na partida de volta, o Botafogo conseguiu um empate com o Flamengo e, em consequência com desvantagem de três gols, perdeu o título para o rival.

Depois de sua saída do Botafogo, Renato foi para o Cruzeiro, onde ajudou o time mineiro nas conquistas do Campeonato Mineiro e da Supercopa Libertadores, ambos em 1992.

Após passar por Flamengo e Atlético-MG, Renato chegou ao Fluminense em 1995. No Campeonato Carioca desse mesmo ano, Fluminense e Flamengo chegaram à última rodada do octogonal final como os únicos com chance de conquista do título. Apesar de terminar o primeiro tempo em vantagem, o tricolor teve jogadores expulsos, o que permitiu a reação e o empate rubro-negro em 2–2, resultado que daria o título ao clube da Gávea. Entretanto, faltando quatro minutos para o final da partida, Aílton fez boa jogada e bateu para o gol. A bola escorou na barriga de Renato e tomou a direção do gol. Com o resultado de 3–2, o título ficou com o Fluminense e a jogada, conhecida como o gol de barriga.

Mais tarde, naquele ano, Renato colaborou para a chegada do Fluminense às semifinais do Brasileirão. Porém, em 1996, o Fluminense fez péssima campanha no Campeonato Brasileiro. Nas últimas rodadas, quando o time lutava contra o rebaixamento, Renato transmitiu confiança à torcida declarando publicamente que desfilaria nu caso o Fluminense jogasse na Série B no ano seguinte. Mas as palavras do craque não foram suficientes e, por fim, o Fluminense terminou o campeonato na penúltima posição. Renato não cumpriu a promessa; anos depois, bem-humoradamente, frisou que, de fato, o Fluminense não jogou na Série B em 1997, pois houve uma virada de mesa, referindo-se Caso Ivens Mendes.[2]

Em 1997, Renato voltou a jogar novamente no Flamengo. Em 1999, o Bangu o contratou, na esperança de manter uma escrita: ter sido campeão estadual em anos múltiplos de 33 (havia sido em 1933 e 1966).[3] Todavia, o Alvirrubro ficou em penúltimo, e Renato decidiu aposentar-se ali mesmo para fazer faculdade de Educação Física.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

A primeira experiência de Renato como treinador aconteceu em 1996, quando ainda era jogador do Fluminense. Na luta contra o rebaixamento, o tricolor carioca, por duas vezes, chegou a usar Renato como treinador interino.

Mais tarde, após sua retirada dos gramados, Renato iniciou a carreira de treinador no Madureira. Ficou neste clube por dois anos, ganhando experiência na nova função.

Em setembro de 2002, Renato teve outra oportunidade como técnico, quando voltou a exercer o comando da equipe do Fluminense. Deixou o cargo quase um ano depois, em julho de 2003. Porém, poucos meses depois, entre outubro e dezembro daquele ano, teve nova passagem pelo clube carioca. Depois de sua saída do Fluminense, Renato ficou desempregado durante o ano de 2004.

Em 2005 o Vasco da Gama, clube que Renato nunca chegara a vestir a camisa como jogador, contratou-o como técnico. No Vasco, Renato conseguiu, definitivamente, solidificar sua carreira como treinador. Conseguiu levar sua equipe ao vice-campeonato da Copa do Brasil de 2006 e ao 6º lugar do Brasileirão do mesmo ano, sendo eleito o segundo melhor técnico do Brasil, pela votação da CBF. Depois de não conseguir levar o Vasco às finais do Estadual de 2007, foi demitido e acabou regressando ao Fluminense.

Na nova passagem pelo tricolor carioca, chegou novamente às finais da Copa do Brasil. Após o empate no primeiro jogo por 1–1, realizado no Maracanã, o Fluminense foi até Santa Catarina e derrotou o Figueirense por 1–0. Com isso, a Copa do Brasil de 2007 tornou-se o primeiro título na carreira de Renato como treinador. Com a conquista da Copa do Brasil, o Fluminense garantiu uma vaga para a Copa Libertadores da América de 2008, a primeira oportunidade de Renato disputar esta competição como treinador.

Nessa competição, o Fluminense conseguiu uma classificação contra o São Paulo de Muricy Ramalho, vencendo por 3–1 a equipe paulista e levando o Fluminense a uma inédita semifinal da Libertadores, com um gol do atacante Washington nos acréscimos do segundo tempo, de cabeça, em jogada treinada à exaustão pela equipe. Já nas semifinais, o Fluminense eliminou o poderoso Boca Juniors (empate por 2–2, em La Bombonera, e vitória por 3–1 no Maracanã), classificando o Tricolor para a inédita final, e escrevendo seu nome na história do clube.

Na decisão, foi derrotado pela LDU Quito do Equador, no primeiro jogo, em Quito, por 4–2. Para o jogo de volta, Renato deu declarações provocativas, convocando o torcedor tricolor ao Maracanã e dizendo que, com a vitória, seu time iria "brincar no Brasileiro".[4] De fato o Fluminense reagiu e chegou ao empate (no placar agregado) por 5–5, porém perdeu o título nos pênaltis graças às defesas do goleiro equatoriano José Francisco Cevallos.

Após a derrota do Fluminense para o Ipatinga em Minas Gerais, ambos nas últimas posições do Campeonato Brasileiro, foi demitido na chegada da delegação ao Rio de Janeiro, ainda no Aeroporto Santos Dumont na madrugada de 11 de agosto de 2008.[5]

Em setembro do mesmo ano, acertou o seu retorno ao Vasco da Gama. Sua campanha não foi boa e o Vasco acabou rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Em 20 de julho de 2009, Renato foi contratado como novo treinador do Fluminense.[6] [7] Porém, no dia 1º de setembro de 2009, foi demitido do Fluminense. Para seu lugar foi contratado Cuca, ex-técnico do Flamengo.[8] [9]

Em 13 de dezembro de 2009, foi anunciado como novo treinador do Bahia para a temporada de 2010. Por lá, estava fazendo uma ótima campanha no Campeonato Brasileiro Série B de 2010, tendo deixado o Bahia em sexto lugar.[10] Ficou até 10 de agosto de 2010, quando o Grêmio contratou-o para suceder Silas. Segundo seu empresário, a diretoria e os jogadores do Bahia ficaram chateados e tristes com a saída, mas agradeceram muito sua participação e se conformaram.[11]

Logo que entrou, mudou o esquema tático da equipe, ajudando-a a dar um "salto" da zona de rebaixamento para o quarto lugar na classificação final (que, com a ajuda do Goiás, derrotado na final da Copa Sul-Americana, garantiu uma vaga para a repescagem da Copa Libertadores da América de 2011), com a melhor campanha no returno da competição. Consequentemente, foi um dos indicados ao prêmio de melhor treinador. Em 30 de junho do mesmo ano, pediu demissão do Grêmio, após uma série de maus resultados da equipe no Brasileirão[12] [13] e depois de perder o Campeonato Gaúcho[14] para o Internacional.

A seguir teve rápida passagem pelo Atlético Paranaense, entre 4 de julho e 1º de setembro de 2011, por questões familiares e à derrota na Arena da Baixada por 1–0 para o Atlético-MG.[15] [16]

Após dois anos parado, em 1º de julho de 2013, Renato acertou seu retorno ao Grêmio.[17] Mesmo levando a equipe ao vice campeonato brasileiro de 2013, não teve o seu contrato renovado.

Torna-se treinador do Fluminense, pela quinta vez, em 24 de dezembro de 2013. Após ser eliminado pelas semifinais do Carioca pelo Vasco da Gama e com consequência de resultados negativos na Copa do Brasil, ele foi demitido em 2 de abril de 2014.[18]

Estatísticas como técnico[editar | editar código-fonte]

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas
Fluminense 188 80 47 61
Vasco da Gama 138 61 39 38
Grêmio 66 34 16 16
Bahia 40 24 8 8
Atlético-PR 14 4 5 5
Grêmio 39 17 12 10
Fluminense 18 9 5 4

Títulos[editar | editar código-fonte]

Futebol[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Grêmio
Flamengo
Cruzeiro
Fluminense
Seleção Brasileira

Como Treinador[editar | editar código-fonte]

Fluminense
Grêmio

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Fluminense
Grêmio

Futevôlei[editar | editar código-fonte]

Artilharias[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Em 7 de julho de 1989, o Brasil iria jogar contra a Colômbia na Fonte Nova em Salvador na Bahia pela Copa América 1989. Os torcedores baianos inconformados com a não convocação Bobô e o não aproveitamento de Charles por Lazaroni (jogadores que ajudaram na conquista do Bahia do Brasileirão de 1988), não apoiou a Seleção, não só vaiando a execução do Hino Nacional mas causando uma das cenas mais constrangedoras do torneio, quando as câmeras flagraram o momento em que Renato Gaúcho foi atingido por um ovo ao subir ao gramado junto com o time. Estes fatores causaram a mudança da sede dos jogos da última rodada da primeira fase para Recife em Pernambuco no Estádio Arruda.[carece de fontes?]
  • Em 1984, ainda atuando pelo Grêmio e após um empate com o São Borja, pelo Campeonato Gaúcho, o ponta-direita foi alvo de protestos de torcedores no estacionamento do Olímpico, que gritavam “Fora mercenário”. E, bem ao seu estilo, Renato foi tomar satisfação com os manifestantes, vestindo uma camisa do São Paulo, com número 2 às costas.[20]

Referências

  1. a b Top 5 - Os craques brasileiros que ficaram de fora da Copa UOL
  2. "Façam o que eu digo, mas...", Léo Romano, Placar número 1259, junho de 2003, Editora Abril, pág. 63
  3. "Bangu", Placar número 1263-A, Especial 500 Times do Brasil, Editora Abril, 2003, pág. 68
  4. Os últimos falastrões que queimaram a língua no futebol (em português) Blog do Milton Neves] (8 de outubro de 2008). Visitado em 9 de janeiro de 2014.
  5. Renato Gaúcho não é mais o técnico do Fluminense (em português) O Globo (11 de agosto de 2008). Visitado em 11 de agosto de 2008.
  6. Fluminense fecha com Renato Gaúcho, GloboEsporte.com, 20/07/2009.
  7. Renato Gaúcho está de volta ao Fluminense, site oficial do Fluminense, 20/07/2009.
  8. Desmotivado, Renato Gaúcho é demitido do Flu, e dirigente anuncia Cuca, GloboEsporte.com, 1/9/2009.
  9. Gaúcho não é mais técnico do Fluminense, site oficial do Fluminense, 01/09/2009.
  10. GLOBOESPORTE, Equipe do site (10 de agosto de 2010). No adeus de Renato Gaúcho, Bahia derrota o Paraná e encosta no G-4 (em pt) Site Globoesporte. Visitado em 9 de janeiro de 2014.
  11. Renato Gaúcho é o novo técnico do Grêmio, MSN Esportes/Lancenet, 10/8/2010.
  12. [1]
  13. Renato pede demissão do Grêmio, clicRBS, 30/6/2011.
  14. Inter vence Grêmio nos pênaltis e é campeão gaúcho, terratv, 15/5/2011 (15/05/20111).
  15. Renato Gaúcho é confirmado como o novo técnico do Atlético-PR, Globo.com, 4/7/2011.
  16. http://globoesporte.globo.com/futebol/times/atletico-pr/noticia/2011/09/renato-gaucho-nao-e-mais-o-tecnico-do-atletico-pr.html GloboEsporte.com (1 de setembro de 2011). Visitado em 1 de setembro de 2011.
  17. Renato Portaluppi é o novo técnico do Grêmio gremio.net (1 de julho de 2013). Visitado em 1 de julho de 2013.
  18. Renato Gaúcho é o novo técnico do futebol profissional do Fluminense Comunicação Institucional FFC - Sítio oficial Fluminense FC (24 de dezembro de 2013).
  19. tribunadabahia.com.br/ Brasil vence Paraguai e é bicampeão do Mundialito de Futevôlei em Copacabana
  20. globoesporte.globo.com/ Memória E.C - Renato: ídolo do Grêmio que vestiu a camisa do São Paulo. Sem jogar
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Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Jorge Vieira
Cláudio Duarte
Robertinho
Joel Santana
Joel Santana
Vinícius Eutrópio
Dorival Júnior
Treinador do Fluminense
1996
1996
2002–2003
2003
2007–2008
2009
2014
Sucedido por
Cláudio Duarte
Júlio César Leal
Gilson Gênio
Valdir Espinosa
Cuca
Cuca
Cristóvão Borges
Precedido por
Dário Lourenço
Tita
Treinador do Vasco da Gama
2005–2007
2008
Sucedido por
Celso Roth
Dorival Júnior
Precedido por
Paulo Bonamigo
Treinador do Bahia
2010
Sucedido por
Márcio Araújo
Precedido por
Silas
Vanderlei Luxemburgo
Treinador do Grêmio
2010–2011
2013
Sucedido por
Julinho Camargo
Enderson Moreira
Precedido por
Adilson Batista
Treinador do Atlético Paranaense
2011
Sucedido por
Antônio Lopes