Club Atlético Boca Juniors

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Boca Juniors
Boca Juniors 2012.svg
Nome Club Atlético Boca Juniors
Alcunhas Boca
Xeneizes
Bosteros
La Mitad Más Uno
Bocaneros Boquenses
Fundação 03 de abril de 1905 (108 anos)
Estádio La Bombonera
Capacidade 49.000 espectadores
Localização Buenos Aires, Argentina
Presidente Argentina Daniel Angelici
Treinador Argentina Carlos Bianchi
Patrocinador Espanha BBVA Francés
França Total
Material esportivo Estados Unidos Nike
Competição Argentina Campeonato Argentino (Apertura)
Argentina Copa Argentina
Argentina Campeonato Argentino (Clausura)
Flag of UNASUR.svg Copa Libertadores
Argentina 2011
Argentina 2011-12
Argentina 2012
Flag of UNASUR.svg 2012
Campeão
Campeão
Quarter
Vice-Campeão
Website www.bocajuniors.com.ar
Kit left arm.png Kit body boca1213h.png Kit right arm.png
Kit shorts.png
Kit socks boca1213h.png
Uniforme
titular
Kit left arm goldborder.png Kit body boca1213a.png Kit right arm goldborder.png
Kit shorts.png
Kit socks boca1213a.png
Uniforme
alternativo
Kit left arm blackborder.png Kit body boca1213t.png Kit right arm blackborder.png
Kit shorts.png
Kit socks blacktop.png
Uniforme
alternativo
Soccerball current event.svg Temporada atual
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O Club Atlético Boca Juniors, conhecido como Boca Juniors ou simplesmente Boca, é um clube de futebol argentino da cidade de Buenos Aires, considerado um dos maiores clubes existentes por suas grandes conquistas. Seu nome provém do bairro de La Boca, e é uma das equipes com o maior número de logros em todo o mundo, com destaque para seus 6 títulos da Copa Libertadores da América e para os seus 3 títulos intercontinentais, é o time com mais conquistas internacionais, 18, ao lado do Associazione Calcio Milan, da Itália.

O Boca tem uma tradicionalíssima rivalidade com o Club Atlético River Plate, e os jogos entre as equipes, além de serem muito disputados, atraem a atenção de muitos fãs do futebol na Argentina e no resto do mundo. O clássico é conhecido como Boca x River ou "El Superclásico". Além de River, o Boca também rivaliza com Club Atlético Independiente, Racing Club de Avellaneda e Club Atlético San Lorenzo de Almagro, juntos, esses clubes são consideradas os cinco grandes do futebol argentino.

Suas cores provêm de um acordo entre os fundadores da equipe, que na indecisão de quais cores escolher para seu novo time, combinaram que elas seriam as mesmas da bandeira do primeiro navio que atracasse no porto de Buenos Aires. Esse acabou sendo um navio sueco, razão esta pela qual as cores do Boca Juniors são azul e amarela.

Índice

História [editar]

O Boca Juniors obteve em sua história 39 títulos oficiais de futebol, incluindo três vezes a máxima concorrência mundial de clubes.

A História do Boca Juniors1 decorre do ano de 1905, quando o time foi fundado em Buenos Aires (Argentina), até a atualidade. O futebol foi desde o começo a essência do clube, mesmo depois que o crescimento da instituição promoveu o desenvolvimento de outras atividades, aquela permaneceu até hoje como a disciplina esportiva sobre a qual se sustenta a entidade e a que lhe valeu seu reconhecimento a nível nacional e internacional. A história do Boca Juniors divide-se em dois períodos, a época amadora até 1930, e a profissional. A nível internacional conquistou 18 torneios oficiais (11 deles a partir de 1999), incluindo três vezes a máxima concorrência mundial de clubes, o que o localiza como a primeira equipe, ao lado do italiano Milan, com a maior quantidade de torneios internacionais ganhos.

Futebol [editar]

O início (1905-1907) [editar]

Fundação [editar]

Esteban Baglietto: um dos cinco adolescentes que fundaram o Boca Juniors, seu primeiro presidente, e goleiro da primeira equipe xeneize. Sua casa na Ministro Brin, nº 1232, é considerada como a sede oficial da fundação, pois ali foi iniciada a reunião do dia 3 de abril de 1905, em que o time foi criado, que seria finalizada num banco da praça Solís, localizada em frente.2

O Boca Juniors foi fundado em Buenos Aires em 3 de abril de 1905, numa década fundacional em que foram criados não menos do que 300 clubes de futebol.3 Já fazia quase quarenta anos que o futebol era praticado na Argentina, e quatorze anos desde a criação da união amadora, a mais antiga do mundo depois da inglesa. O primeiro clube argentino de futebol, o Buenos Aires Football Clube, foi fundado em 9 de maio de 1867, e em 20 de junho desse ano jogou-se a primeira partida do futebol argentino. A Argentine Football Association League, união amadora primária do futebol argentino, foi criada em 1891, ano em que se realizou o primeiro campeonato.4

A fundação do Boca Juniors foi obra de cinco adolescentes, filhos de italianos e vizinhos do bairro La Boca, formado por trabalhadores imigrantes e de forte identidade genovesa, estes eram chamados de xeneizes, uma distorção da palavra zeneïze, do dialeto falado em Liguria, cuja capital é Génova, que traduzido significa, justamente, "genovês".5 Os jovens fundadores do time azul e ouro foram: Esteban Baglietto, Alfredo Scarpatti, Santiago Sana e os irmãos Juan e Teodoro Farenga.6 Baglietto, Scarpatti e Sana, eram parceiros na Escola Superior de Comércio, então localizada na rua Bartolomé Mitre 1364. Tinham como professor de educação física o irlandês Paddy Mac Carthy, um dos precursores do boxe na Argentina, que também tinha sido futebolista e, ao mesmo tempo que ensinava boxe, introduzia à seus alunos a prática do futebol.7 O diretor do colégio, Santiago Fitz Simon, foi um dos pioneiros na inclusão da educação física como disciplina sistemática na educação dos jovens argentinos, incluindo-a no ensino educacional dos jovens no ano de 1888.8

Os três rapazes levaram ao grupo de amigos do bairro a proposta de criar um clube de futebol, à que aderiram imediatamente os irmãos Farenga. Na segunda-feira, dia 3 de abril, depois de finalizadas as aulas, os cinco adolescentes reuniram-se no singelo lar de Baglietto, na rua Ministro Brin 1232, para concretar o projeto,9 porém, o pai de um dos garotos os pôs pra fora da residência devido o alvoroço que causavam. Assim sendo, os cinco cruzaram a rua para continuar a reunião na Praça Solís. Nesse mesmo dia, num dos bancos daquela praça, nascia aquele que mais tarde seria o maior clube do futebol argentino, e um dos mais prestigiados e bem sucedidos ao redor do mundo inteiro.10

A camisa [editar]

Juan Brichetto, trabalhador da ponte sobre o Riachuelo e presidente de Boca em 1906 e 1910/13, foi quem propôs tomar as cores da bandeira da Suécia.

O Boca teve, em seus primeiros anos, três ou quatro equipagens antes de adotar a definitiva, de cor azul com uma ampla faixa amarela horizontal, que usaria até os dias atuais. Em sua página oficial a equipe informa que existe uma versão não verificada contando que a primeira camiseta foi de cor rosa, e que foi utilizada só nos dois primeiros jogos, no entanto, reportagens feitas com os fundadores e os primeiros sócios indicam que o time adotou camisas de fundo branco com listras pretas verticais bem finas, confeccionadas pela irmã dos Farenga. Após isso ainda foram testadas mantas celestes, azuis, e outras listradas em azul e branco.11

Em 1907 o time abandonou a equipagem que utilizara desde 1905. A tradição oficial relata que uma equipe do bairro de Almagro possuía uma casaca parecida, e que para resolver a questão, decidiram apostar o uniforme numa partida. A esquadra de La Boca perdeu e teve de mudar as cores. Não foram encontradas provas documentadas desses fatos.

A eleição das cores definitivas do clube foi deixada à esmo. Juan Brichetto, presidente da equipe no ano anterior (seria-o novamente em 1910), propôs adotar as cores da bandeira do primeiro navio que aportasse no dia seguinte; Brichetto era o operador encarregado de uma das pontes do porto, seu trabalho era girá-la para dar passagem aos barcos que passavam de um dique a outro.12 Desta forma, Juan propôs como cores oficiais as da bandeira sueca, azul e amarelo, embora o manto usado ainda não fosse o definitivo, pois até 1913 ostentava uma faixa amarela diagonal, da esquerda para a direita, extinta logo após para dar espaço do desenho tradicional vertical, proposto nesse mesmo ano e mantido dali em diante.

Primeira partida e primeiros passos [editar]

Primeira foto da equipa de futebol de Boca Juniors, em 1906, depois de ganhar a Copa Reformista. A equipa aparece com a t-shirt original. O lineman à esquerda da foto é Juan Brichetto, quem eligiría logo as cores azul e amarelo, e duas vezes presidente do clube.

O primeiro partido que disputou Boca, foi o 21 de abril de 1905; um amistoso contra o clube Mariano Moreno utilizando a indumentaria branca com atiras negras. O partido jogou-se na Dársena Sur e Boca impôs-se por 4-0, com dois gols de Juan Farenga, um de seu irmão José Farenga e outro de Santiago Sana.13 14

O Boca Juniors ingressou ao campo com a seguinte formação: Esteban Baglietto (arqueiro, fundador e presidente), José María Farenga (fundador e tesorero), Santiago Sana, Vicente Oñate, Guillermo Tyler, Luis De Harenne, Alfredo Scarpatti (secretário), Pedro Moltedo (protesorero e capitão), Amadeo Gelsi (vice-presidente), Alberto Tallent e Juan Antonio Farenga (fundador e capitão geral).

Após vários amistosos, Boca Juniors começou a participar em unes menores: em 1905 inscreveu-se em une-a de Villa Lobos. Em 1906 inscreveu-se em une-a Central, ganhando a Copa Reformista, a mais antiga que possui o clube. Em 1907 participou de une-a Albión, também obtendo o certamen. Nesse mesmo ano actuou no torneio organizado pela Associação Porteña, na que também actuava o Universal de Montevideo, contra quem jogou seu primeiro partido internacional o 8 de dezembro de 1907, perdendo 0-1.15

Durante muitos anos o clube se desenvolvió com as muitas carências características de um bairro operário, sobre a base do esforço voluntário de seus membros. O ata mais antiga que se conhece (20 de fevereiro de 1906) registra a seguinte anotación, demostrativa das carências, mas também do sentido do humor dos jovens dirigentes:

Cquote1.svg O senhor Farenga diz que tendo conseguido um amigo para que teça a rede sem cobrar um sozinho peso, propõe que se reúna a soma de dinheiro necessária para comprar o fio, moção que é aceitada por todos, excepto por J. Brichetto, que doasse o material necessário. Cerezo doasse as agulhas para tecê-la e Pedro Sã trará um pedaço de rede que servirá para as circunstâncias.16 Cquote2.svg

O amadorismo (1908-1930) [editar]

O primeiro superclássico [editar]

Ao longo de toda sua história Boca encontraria no River Plate (1901) o seu rival clássico. As duas equipas formaram-se em A Boca e ambos reconheciam explicitamente sua herança genovesa. No caso de River, tomou as cores de sua casaca da bandeira de Génova. No futuro a cada confronto entre os dois principais equipas do futebol argentino paralisaria ao país, dividindo suas simpatias entre ambos, até atingir a categoria de "superclásico do futebol argentino". O clássico Boca-River foi considerado como um dos cinquenta melhores espetáculos esportivos do mundo.17

Superclasico Boca e River em 1981
Gol maradona no River em 1981
Gol suñe no River 1976

O primeiro confronto oficial entre ambos equipas se concretó no torneio de Primeira Divisão de 1913, em campo de Racing, ganhando River 2-1.18 Anteriormente teve outros confrontos de caráter amistoso, mas os historiadores discrepan sobre datas e resultados. O historiador Diego Estévez sustenta que o primeiro Boca-River foi um partido amistoso jogado o 2 de agosto de 1908, no que Boca como local, venceu 2-1; do mesmo não se encontraram provas documentadas.19 O historiador Sergio Lodise sustenta que o primeiro Boca-River registrado em fontes escritas se produziu em 1912.20 O lugar Informe Xeneize afirma, sem precisar a data que o primeiro superclásico finalizou com uma empate 0-0 e uma grande trifulca entre os simpatizantes.2

Tour pela Europa [editar]

Em 1925 Boca converteu-se na primeira equipa argentina em competir na Europa, jogando em Espanha (13), Alemanha (5) e França (1). Ganhou 15 encontros, perdeu 3 e empatou o restante, convertendo 40 gols a favor e recebendo 16 na contramão. Os partidos mais importantes de gira-a foram os dois triunfos contra o Atlético de Madrid e o Real Madrid, este último ante a presença do Rei de Espanha Alfonso XII. Ao regressar a Associação Argentina de Football entregou-lhe a Copa de Honra, em reconhecimento do lucro atingido em Europa.

Boca Juniors e Real Madrid 1925

Nessa oportunidade, a equipa foi acompanhada por um fanático boquense chamado Victoriano Caffarena, que financiou parte da gira, ajudou à equipa em tudo. Caffarena foi reconhecido como "Jogador Número 12", designação que desde então se adotaria para a "claque" de Boca.21

O detalhe de gira-a é o seguinte:

Os títulos amadores [editar]

1919: primeiro equipo campeão. De pé: Ortega, Busso, Elli, López, Tesorieri e Cortella. Hincados: Calomino, Bosso, Garasini, Martín e Miranda.

O Boca associou-se à Argentine Football Association em 1908, participando em segunda divisão até sua ascensão a primeira em 1913. Em 1919 teve um cisma na entidade organizadora, realizando-se dois torneios paralelos até 1926. Boca permaneceu na agora renomeada Associação Argentina de FootballA Argentine Football Association, foi renomeada em 1912 como Associação Argentina de Football. com outras cinco equipas, enquanto os restantes catorze associaram-se na Associação Amateur de Football. A Associação Amateur de Futebol manteria uma une própria até 1926, quando ambas unes se fusionaron para criar a Associação Amateur Argentina de Football.23 O torneio de 1919 da Associação Argentina iniciou-se com as seis equipas que permaneceram nela (Boca, Furacão, Estudantes da Prata, Porteño, Heureca e Sportivo Almagro), mas foi interrompido devido às graves irregularidades que se registraram no mesmo, se declarando ganhador a Boca devido ao fato de que tinha sacado uma diferença indescontable sobre as demais equipas.História de Boca Juniors - Nosso primeiro campeonato ganhado Por sua vez, no torneio da Asocación Amateur foi Racing quem consagrou-se campeão nesse ano. Em 1920 Boca e River foram campeões em ambas unes.24

A equipa voltaria a ganhar os torneios de seu une correspondentes a 1923, 1924 e 1926 (os campeões da outra nesses anos foram San Lorenzo, novamente San Lorenzo e Independente) e em 1930 ganhou seu primeiro torneio unificado, o último jogado pelo clube como amateur. Nesses anos Boca consolidou-se como um dos clubes mais populares do país,25 com figuras como o goleiro Américo Tesoriere ("a Glória"),26 desportista exemplar e ídolo sudamericano,27 Pedro Calomino, inventor de "a bicicleta" e primeiro grande ídolo boquense,28 Alfredo Garasini, seu primeiro goleador e jogador polifuncional que chegou a jogar nas onze posições e ser técnico no bicampeonato 1943-1944,29 e Roberto Cherro que jogaria até 1938, convertendo 221 gols em 305 partidos, máximo goleador da história de Boca.30

Início do professionalismo: seis dos primeiros quinze (1931-1944) [editar]

Boca e River, com seis títulos a cada um, ganharam doze dos primeiros quinze campeonatos argentinos (os outros três foram pára San Lorenzo e duas vezes Independiente).

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Campeonato argentino

1931 (*)

Boca ganhou o primeiro campeonato profissional do futebol argentino, realizado em 1931, seguido por San Lorenzo. Nesse campeonato a equipa jogou 34 partidos, ganhou 22, empatou 6 e perdeu 6, conseguindo um total de 50 pontos.31

Francisco Varallo, máximo goleador do clube no profesionalismo (194 gols); jogador finque para os primeiros títulos.

Para esse torneio Boca tinha comprado a Francisco Varallo uma de suas grandes estrelas de todos os tempos. Durante o campeonato Boca goleou a Quilmes 5-1 e enfrentou a River no primeiro superclásico do profesionalismo o 20 de setembro, que terminou com um escândalo. Aos 30 minutos River ganhava 1-0 e Boca teve um penal a favor que foi executado por Varallo e atalhado pelo guardavalla Iribarren dando um rebote; Varallo então lutou pela bola convertendo o gol e caindo sobre o arqueiro rival. Os jogadores de River protestaram tumultuosamente reclamando uma infração e o árbitro expulsou a três deles, ante o qual a equipa inteira decidiu se retirar do campo. Posteriormente, o tribunal de une-a atribuiu-lhe os pontos a Boca e considerou que devia se registrar um resultado de 1-0.32 Boca coroou-se campeão o 6 de janeiro de 1931 na última data, jogando novamente contra River, em seu estádio da rua Tagle e Alvear, com um triunfo por 3-0.

No segundo torneio, jogado em 1932 e ganhado por River, Boca terminou em quarto posto, apesar de ser a equipa mais goleador.33 Ao ano seguinte Boca chegou puntero à última data, mas perdeu com River 3 a 1, enquanto San Lorenzo ganhou-lhe a Chacarita e consagrou-se campeão por um ponto de vantagem.34

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Campeonato argentino

1934 (*)

O primeiro bicampeão [editar]

Trophy(transp).png
Campeonato argentino

1935 (*)

Nos anos seguintes Boca conquistou o primeiro bicampeonato nos torneios de 1934 e 1935. Em 1934 consagrou-se apesar de perder sete partidos e receber 62 gols. Mas foi notável seu poder ofensivo com 101 gols, primeira equipa em superar a barreira dos 100.35 No torneio de 1935, Boca converteu novamente 100 gols e teve mais solidez defensiva, recebendo só 29, devido à incorporação do defensor brasileiro Dá Guia. Sua eficiência neste torneio foi ótima, obtendo o 85,29% dos pontos em jogo.36

O resto da década não foi tão fructífera para o clube, já que não conseguiu obter nenhum campeonato, que ficaram em duas oportunidades para River (1936-1937) e nas outras duas para o Independente de Erico (1938-1939). Nesses torneios Boca jogou no estádio de Ferro Carril Oeste devido à iniciación das obras de construção de seu próprio estádio, que recém finalizariam em 1940.

Trophy(transp).png
Campeonato argentino

1940 (*)

Inauguração da Bombonera e segundo bicampeonato [editar]

Boca voltou a ser campeão no torneio de 1940. Dois anos dantes tinha contratado a seu primeiro diretor técnico, Carlos Sobral, uma função à que nesse então, não se lhe atribuía a importância que teria no futuro. A equipa manteve-se expectante e cerca do puntero durante grande parte do campeonato. Na sexta data venceu a Racing 4-1, e na nona inaugurou seu novo estádio ante Newell's Old Boys derrotando-o por 2 a 0 com gols de Ricardo Alarcón e Gandulla. No superclásico, Boca venceu a River por 3 a 1 e atingiu o primeiro posto. Depois venceu de visitante a seu escolta, Independente, com uma goleada de 7-1, para finalizar a primeira rodada no primeiro posto. Na segunda fase Boca manteve-se sempre em primeiro lugar e terminou obtendo o campeonato.37

Famoso gol "de boina" em palomita do uruguayou Severino Varela a River, o 26 de setembro de 1943, um dos mais recordados da história de Boca. O uruguaio acostumava jogar com uma boina branca e foi um jogador decisivo para obter o bicampeonato de 1943-1944.38

No campeonato de 1941 Boca saiu quarto e sofreu a pior derrota de sua história (1-5) com River, que tinha conformado por então uma notável equipa conhecida como "a Máquina".39 River fez doblete voltando a ganhar o torneio de 1942, no que Boca goleou 11-1 a Tigre -a maior goleada de sua história e record argentino até 1967-As maiores goleadas da primeira divisão de futebol argentino na era profissional são: 1) Banfield 13-1, a Porto Comercial de Engenheiro White (1974); 2) Argentinos Juniors 12-0, a Oficinas de Córdoba (1985/86); 3) Vélez 11-0, a Furacão de Engenheiro White (1967); 4) Boca 11-1, a Tigre (1942); 5) Independente 11-1, a Platense (1971) e terminou quinto.40

Trophy(transp).png
Campeonato argentino

1943 (*)

O Boca obteve seu segundo bicampeonato ganhando os torneios de 1943 e 1944. Em 1943, tinha contratado o uruguaio Severino Varela e designado o cargo de diretor técnico da equipe a Alfredo Garasini, jogador histórico do clube desde a época do amadorismo. Na primeira rodada, tinha perdido três partidos contra San Lorenzo (2-5), River Plate (1-3) e Huracán (1-3), ficando a seis pontos da ponta. Essa seria no entanto sua última derrota, e na segunda volta obteve duas vitórias, contra San Lorenzo (6-4) e River (2-1), esta última com um famoso gol de "palomita" de Severino Varela, que lhe permitiram atingir a primeira posição. Chegou à última partida, contra Ferro de visitante, com um ponto de diferença sobre River. Faltando 15 minutos empatava por zero a zero, enquanto River ganhava o seu, atingindo a ponta e levando o torneio a uma partida de desempate. Mas dois gols de Sarlanga aos 79' e 85', deram-lhe o triunfo e o campeonato a Boca. Durante muitos anos, os boquenses recordaram de cor a formação dessa equipa: Vacca, Varante, Malussi, Sosa, Lazzatti, Pescia, Boyé, Corcuera, Sarlanga, Varela e Sánchez.

Tabus [editar]

Com um recorde histórico e Mundial, os xeneizes mantinham um tabu de 31 anos de invencibilidade em partidas dentro de casa contra equipes brasileiras, tendo este iniciado em 1963 e durado até o dia 16/03/1994, quando o Cruzeiro Esporte Clube derrota o time em La Bombonera por 2x1 em jogo válido pela Taça Libertadores da América. Nesse ano o Boca seria desclassificado na fase de grupos, mas posteriormente voltaria a ser carrasco de times brasileiros, conquistando as Libertadores de 2000, 2003 e 2007 em cima de Palmeiras, Santos e Grêmio, respectivamente.

Boca x Arsenal de Sarandí em 2010

Em 2008 o Boca sofreu sua primeira eliminação na Libertadores para times brasileiros desde o Santos de Pelé, perdendo para o Fluminense na fase semi-final da competição. Em 2012 perderia a final diante do Corinthians.

A equipe que venceu o Campeonato Metropolitano de 1981,com destaque para Diego Maradona (abaixo, segundo da esquerda para a direita)
A equipe que venceu a Copa Intercontinental de 1977

La Bombonera [editar]

La Bombonera, ou oficialmente Estádio Alberto J. Armando, é um estádio com capacidade para 49.000 pessoas, localizado no bairro de La Boca, em Buenos Aires, Argentina. Tem como proprietário e mandante a equipe do Boca Juniors. O campo segue as medidas mínimas permitidas pela FIFA (105m x 68m). O nome oficial homenageia o ex-presidente Alberto Jacinto Armando, foi inaugurado com vitória dos donos da casa por 2x1 em um amistoso contra o San Lorenzo.

Em 2012 o presidente do clube, Daniel Angelici, diz ter vontade de construir um novo estádio para os Xeneizes com capacidade para 75,000 pessoas dentro dos padrões da FIFA.

Torcida Barra Brava "La 12" do Boca Juniors
Boca e River, um estádio dividido em dois
Bandeira do Boca Juniors

Estrutura Social [editar]

O Boca tem o terceiro maior numero de sócios da América com 102.000 pessoas cadastradas, somente atrás de River Plate e Sport Club Internacional, com esse número o boca é o oitavo time com mais torcedores no mundo.

Títulos [editar]

INTERCONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
Copa Intercontinental.svg ToyotaCupTrophy.svg Copa Intercontinental 3 1977Cscr-featured.png, 2000Cscr-featured.png e 2003Cscr-featured.png
CONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
CONMEBOL liberators cup trophy.svg Copa Libertadores da América 6 1977, 1978Cscr-featured.png, 2000, 2001, 2003, 2007
CONMEBOL - Copa Sudamericana.svg Copa Sul-Americana 2 2004 e 2005
CONMEBOL recopa trophy.svg Recopa Sul-Americana 4 1990Cscr-featured.png, 2005, 2006Cscr-featured.png e 2008Cscr-featured.png
Supercopa Libertadores.jpg Supercopa Libertadores 1 1989Cscr-featured.png
CONMEBOL Supercopa.png Copa Master da Supercopa 1 1992Cscr-featured.png
Copa de oro NL.PNG Copa Ouro 1 1993Cscr-featured.png
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Flag of Argentina.svg Campeonato Argentino 30 6 (1919, 1920, 1923, 1924, 1926, 1930) Era Amadora
10 (1931, 1934, 1935, 1940, 1943, 1944, 1954, 1962, 1964, 1965)
3 (1969, 1970, 1976)Nacional
2 (1976, 1981) Metropolitano
2 (1999, 2006) Clausura

7 (1992, 1998, 2000, 2003, 2005, 2008,2011) Apertura

Copa argentina copia.png Copa da Argentina 10 2 (1969, 2011/12) Copa Argentina
1 (1925) Copa de Honor
2 (1919, 1925) Copa de Competencia JC
5 (1919, 1923, 1924, 1940, 1944) Copa Dr. Carlos Ibarguren

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Elenco atual [editar]

41

Goleiros
Jogador
1 Argentina Agustín Orión
12 Argentina D'Angelo
23 Argentina Oscar Ustari
25 Argentina Manuel Vicentini
Defensores
Jogador Pos.
15 Argentina Matías Caruzzo Z
14 Argentina Christian Cellay Z
6 Argentina Guillermo Burdisso Z
16 Argentina Lisandro Magallán Z
33 Argentina Brian Flores Z
2 Argentina Claudio Pérez Z
4 Argentina Franco Sosa LD
13 Uruguai Emiliano Albín LD
37 Argentina Leandro Marín LD
40 Argentina Alan Aguirre LD
3 Argentina Clemente Rodríguez LE
35 Argentina Fernando Evangelista LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
8 Argentina Pablo Ledesma V
17 Argentina Cristian Erbes V
26 Argentina Juan Sánchez Miño V
21 Uruguai Ribair Rodríguez V
39 Argentina Exequiel Benavídez V
20 Argentina Leandro Paredes M
26 Argentina Diego Rivero M
11 Argentina Walter Erviti M
19 Argentina Nicolás Colazo M
21 Argentina Cristian Chávez M
35 Argentina Leonardo Baima M
10 Argentina Riquelme Capitão M
Atacantes
Jogador
9 Argentina Lucas Viatri
17 Argentina Nicolás Blandi
19 Uruguai Santiago Silva
27 Paraguai Lugo
29 Argentina Juan Imbert
31 Argentina Franco Fragapane
7 Argentina Juan Martínez
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Jogador Lesionado: Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  • Suspenso.: Jogador suspenso

Comissão técnica [editar]

Comissão técnica
Nome Função
Argentina Carlos Bianchi Treinador
Argentina José María Castro Assistente
Comissão técnica
Nome Função
Argentina Marcelo Herrera Assistente
Argentina Juan Manuel Alfano Preparador físico


Transferências [editar]

Inicial 2013 [editar]

Entradas Entradas
Jogador Pos. Clube anterior Ref.
Argentina Juan Manuel Martínez A Brasil Corinthians
Uruguai Ribair Rodríguez V Itália Siena
Argentina Claudio Pérez Z Argentina Belgrano
Argentina Juan Román Riquelme M Free
Saídas Saídas
Jogador Pos. Clube de destino Ref.
Argentina Rolando Schiavi Z República Popular da China Shanghaï Shenhua
Argentina Sebastián Battaglia V Aposentadoria
Argentina Cristian Chávez M Argentina Lanús
Argentina Matías Gimenez M Argentina Huracán
Argentina Gabriel Rodríguez A Portugal Gil Vicente
Legenda
  • Vindo de Empréstimo: Jogadores que retornam de empréstimo
  • Emprestado: Jogadores emprestados

Final 2013 [editar]

Entradas Entradas
Jogador Pos. Clube anterior Ref.
Saídas Saídas
Jogador Pos. Clube de destino Ref.
Legenda
  • Vindo de Empréstimo: Jogadores que retornam de empréstimo
  • Emprestado: Jogadores emprestados


Reserva [editar]

Elenco atual [editar]


Goleiros
Jogador
Argentina Mauricio Aquino
Argentina Carlos Márques
Argentina Ramiro Martínez
Argentina Joaquín Mattalia
Defensores
Jogador Pos.
Argentina Tiago Casasola Z
Argentina Dino Castagno Z
Argentina LD
Meio-campistas
Jogador Pos.
Argentina Jonathan Mazzola V
Argentina Nicolás González M
Argentina Francisco Grahl M
Argentina Esteban Orfano M
Atacantes
Jogador
Argentina Mauricio Aubone
Argentina Kevin Genaro
Argentina Nicolás Maná
Argentina Sebastián Palacios
Argentina Sergio Unrein
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Jogador Lesionado: Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  • Suspenso.: Jogador suspenso

Comissão técnica [editar]

Comissão técnica
Nome Função
Argentina Sergio Saturno Treinador
Argentina Alejandro Vasallo Preparador físico
Comissão técnica
Nome Função
Argentina Horacio Cirrincione Preparador físico
Argentina Rubén Argemi Médico


Transferências [editar]

Inicial 2013 [editar]
Entradas Entradas
Jogador Pos. Clube anterior Ref.
Saídas Saídas
Jogador Pos. Clube de destino Ref.
Legenda
  • Vindo de Empréstimo: Jogadores que retornam de empréstimo
  • Emprestado: Jogadores emprestados
Final 2013 [editar]
Entradas Entradas
Jogador Pos. Clube anterior Ref.
Saídas Saídas
Jogador Pos. Clube de destino Ref.
Legenda
  • Vindo de Empréstimo: Jogadores que retornam de empréstimo
  • Emprestado: Jogadores emprestados

Jogadores históricos [editar]

Diego Maradona, considerado o maior futebolista argentino de todos os tempos, no Boca Juniors em 1981
Martín Palermo, um dos grandes ídolos da história recente do Boca Juniors, em partida contra o Barcelona, em 2008
Juan Román Riquelme, um dos ídolos máximos do Boca Juniors
Antonio Rattín, um dos ídolos históricos do Boca Juniors

Além da exponencial figura de Carlos Bianchi, pode-se mencionar, da equipe atual, a Juan Román Riquelme e Martín Palermo. Federico Insúa, Rodrigo Palacio, Jesús Dátolo, Cata Díaz, Fernando Gago, Guillermo Barros Schelotto, Nicolás Burdisso, Carlos Tevez e Ezequiel González são ídolos recentes que deixaram o Boca e rumaram para o futebol europeu. Para o Brasil foi o goleiro Roberto Carlos "Pato" Abbondanzieri. De outras épocas, destacam-se Gabriel Batistuta, Óscar Córdoba, Roberto Cherro, Francisco Varallo, Claudio Caniggia, Rattin, Hugo Gatti, Blas Giunta, Silvio Marzolini, Alfredo Rojas, Navarro Montoya, Diego Armando Maradona entre outros, neste hall da fama, há também os brasileiros Domingos da Guia, Heleno de Freitas, Dino Sani e Almir Albuquerque. Acima de todos está a mitológica figura de Diego Maradona, ídolo maior do futebol argentino e um dos grandes nomes da história do futebol argentino e mundial.

Jogadores Notaveis [editar]

Uniformes [editar]

Uniformes dos jogadores [editar]

  • 1º Uniforme : Camisa azul com faixa amarela, calção e meias azuis;
  • 2º Uniforme : Camisa branca com cruz azul, calção e meias brancas;
  • 3º Uniforme : Camisa roxa, calção azul e meias roxas.
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Uniformes dos goleiros [editar]

  • Camisa azul, calção e meias azuis;
  • Camisa cinza, calção e meias cinzas.
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Uniformes de treino [editar]

  • Camisa azul, calção e meias azuis;
  • Camisa branca, calção e meias brancas.
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Uniformes anteriores [editar]

  • 2011-12
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  • 2010-11
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  • 2009-10
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  • 2008-09
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Basquetebol [editar]

Títulos [editar]

Basketball.svg Basquete

Continentais [editar]

Nacionais [editar]


Referências

  1. Também História do Clube Atlético Boca Juniors, ou História do Boca Juniors. A ausência do artigo é um particularismo do espanhol falado na região de Rio de Prata Diário Clarín, 25 de março de 2007, Qüestões de gênero ao longo e largo de Hispanoamérica
  2. a b Relatório Xeneize. História de Boca: 1. Relatório Xeneize. Página visitada em 10 de janeiro de 2008.
  3. Frydenberg, Julio David. Práticas e valores no processo de popularización do futebol. Buenos Aires 1900-1910. EFDeportes. Página visitada em 10 de janeiro de 2008.
  4. Origens. O futebol, uma paixão argentina. Associação do Futebol Argentino. Página visitada em 15-ene-2008.
  5. http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080102155503AAqcXB7
  6. Galdi, Fabián. Boca, cem anos de transgresión. Diário Ande-los, Mendoza, 14 de abril 2005. Página visitada em 15-ene-2008.
  7. História de Boca. Agrupamento Resurgimiento Boquense, Lugar oficial. Página visitada em 15-ene-2008.
  8. Albornoz, Oscar Orlando. O futebol e a educação física, da mão de um Correntino. (Dr. Enrique José Romero Brest). Fundação Nexus. Página visitada em 15-ene-2008.
  9. Urquiza, Pedro. A história de uma paixão inigualable. Diário Clarín, Buenos Aires, 30 de novembro de 1998. Página visitada em 15-ene-2008.
  10. História. Clube Atlético Boca Juniors, Lugar oficial. Página visitada em 16-ene-2008.
  11. Clube Atlético Boca Juniors. A t-shirt. Clube Atlético Boca Juniors. Página visitada em 10 de janeiro de 2008.
  12. A Boca. Barriada. Página visitada em 16-ene-2008.
  13. Lisandro, Diego. E num dia Boca saiu ao campo. Rádio O Espectador, 21 de abril de 2005. Página visitada em 18-ene-2008.
  14. Veloso, Claudio. Boca, levo-te no alma e no Site. Diário Clarín, 29 de abril de 1998. Página visitada em 18-ene-2008.
  15. Clube Boca Juniors (Argentina). Universidade do CEMA. Página visitada em 10 de janeiro de 2008.
  16. Zaiber2005. Os Começos de Boca Juniors. Federação Internacional de Boca Juniors. Página visitada em 10 de janeiro de 2008.
  17. The Observer Sports. 50 sporting things you must do before you die (50 espetáculos esportivos que deves ver dantes de morrer). The Observer, April 4, 2004. Página visitada em 10 de janeiro de 2008.
  18. ESPN. Superclásicos que fizeram história. ESPN Desportos. Página visitada em 14-ene-2008.
  19. Diego Ariel. 320 Superclásicos. [S.l.: s.n.], 2007.
  20. Barnade, Oscar. O superclásico: 300 vezes cara a cara. Diário Clarín, 9 de novembro de 2003. Página visitada em 10 de janeiro de 2008.
  21. Dana, Fabio; Infanzón, Cristian. O Jogador Número 12. Diário Olé, Buenos Aires, 26 de novembro de 2002. Página visitada em 20-ene-2008.
  22. Amistosos de 1925 Amistosos de 1925 História de Boca, Historiadeboca.com.ar
  23. Todo Boquita. Campeão Amateur 1919. Todo Boquita. Página visitada em 14-ene-2008.
  24. Clube Atlético Boca Juniors. O escudo. Clube Atlético Boca Juniors. Página visitada em 14-ene-2008.
  25. Bayer, Osvaldo. Agnósticos e crentes, proletarios e bacanes. Futebol Argentino, 1990. Página visitada em 14-ene-2008.
  26. Clube Atlético Boca Juniors. Tesoriere, Américo Miguel. Clube Atlético Boca Juniors. Página visitada em 14-ene-2008.
  27. Branad, Oscar; Urquiza, Pedro. Argentina conquista o futebol de América. Clarín, Buenos Aires, 5 de novembro de 2001. Página visitada em 14-ene-2008.
  28. Clube Atlético Boca Juniors. Calomino, Pedro. Clube Atlético Boca Juniors. Página visitada em 14-ene-2008.
  29. Clube Atlético Boca Juniors. Garasini, Alfredo. Clube Atlético Boca Juniors. Página visitada em 14-ene-2008.
  30. Clube Atlético Boca Juniors. Cherro, Roberto. Clube Atlético Boca Juniors. Página visitada em 14-ene-2008.
  31. História de Boca. Campeonato 1931. História de Boca. Página visitada em 14-ene-2008.
  32. Boca 1 - River 0. Campeonato 1931
  33. História de Boca. Campeonato 1932. História de Boca. Página visitada em 14-ene-2008.
  34. História de Boca. Campeonato 1933. História de Boca. Página visitada em 14-ene-2008.
  35. História de Boca. Campeonato 1934. História de Boca. Página visitada em 14-ene-2008.
  36. História de Boca. Campeonato 1935. História de Boca. Página visitada em 14-ene-2008.
  37. História de Boca. Campeonato 1940. História de Boca. Página visitada em 14-ene-2008.
  38. História de Boca. Varela, Severiano. História de Boca. Página visitada em 14-ene-2008.
  39. História de Boca. Campeonato 1941. História de Boca. Página visitada em 14-ene-2008.
  40. História de Boca. Campeonato 1942. História de Boca. Página visitada em 14-ene-2008.
  41. http://www.ogol.com.br/equipa.php?id=1179&epoca_id=142inserir fonte aqui

Ligações externas [editar]

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