Club Atlético Peñarol

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Peñarol
Escudo-club-atletico-penarol.png
Nome Club Atlético Peñarol
Alcunhas Manyas
Aurinegros
Carboneros
Mirasoles
Fundação 28 de setembro de 1891 (122 anos) (CURCC)
Estádio José Pedro Damiani
Capacidade 12.000 espectadores
Localização Montevideo, Uruguai
Mando de jogo em Centenário
Capacidade (mando) 65.235 espectadores
Presidente Uruguai Juan Pedro Damiani
Treinador Uruguai Jorge Fossati
Patrocinador Uruguai Antel
Brasil Tramontina
Material esportivo Alemanha Puma
Competição Uruguai Campeonato Uruguaio
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores
Uruguai 2012-13
Flags of the Union of South American Nations.gif 2012
1° colocado
Segunda fase
Website capeñarol.org
Kit left arm penarol1415h.png Kit body penarol1415h.png Kit right arm penarol1415h.png
Kit shorts penarol1415h.png
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Club Atlético Peñarol é um clube de futebol uruguaio sediado em Montevidéu. É considerado um do times mais tradicionais e vitoriosos da América do Sul, já que possui cinco conquistas da Copa Libertadores da América e três títulos da Copa Intercontinental.

Peñarol dispõe de um estádio próprio, denominado atualmente José Pedro Damiani (antigamente "Las Acacias") com capacidade de 12.000 espectadores. Porém, atualmente não se encontra liberado pela Intendencia Municipal de Montevidéu, por razões de segurança, para disputar partidas da primeira divisão, por isso a instituição disputa habitualmente suas partidas como mandante no Estádio Centenário, de propriedade estatal.

O Peñarol faz clássico com seu rival tradicional Nacional, um dos maiores clássicos do futebol mundial.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

CURCC em 1900.

Dizem os cânticos, com veneração e paixão, que será eterno como o tempo e florescerá em cada primavera. É o Clube Atlético Peñarol, velho caminhante do futebol do Rio da Prata. As suas raízes remontam a 1890, quando a Empresa central de Caminho de ferro, dirigida por ingleses, decidiu erguer as suas novas instalações numa povoação dos arredores de Montevidéu, onde muito tempo atrás se instalara um agricultor italiano de nome Pedro Pignarolo (que em italiano lê-se pinharolo). Com o tempo, o nome foi sendo moldado pelos locais, dando origem ao chamado pueblo de Peñarol.

Cartaz do jogo do CURCC com o Albion no ano de 1900.
CURCC em 1905.

Em 1891, Mister Roland Moor, presidente da companhia, decidiu criar uma instituição desportiva, destinada à prática do futebol, a que deu o nome de Central Uruguai Railway Cricket Club, o CURCC, sendo suas cores, o preto e amarelo da empresa ferro carril.

Seria só em 1913 que, no decorrer de uma entusiasta assembléia, surge a ideia de mudar o nome do clube, de forma a ficar clara a sua gênese uruguaia. O nome eleito seria, sem contestação, o da povoação onde nascera: Peñarol.

Era o nascer dos primeiros grandes mitos aurinegros, como Juan Pena, Mazzucco, Los Camacho, Mañana, Isabelino Gradín, Acevedo e o elegante José Piendibene, que, grande goleador, nunca festejava os seus golos por respeito aos adversários. É então por esta época, meados dos anos 1910, que nasce uma visceral rivalidade, que atravessaria o tempo, entre os dois maiores clubes do Uruguai: Peñarol e Nacional, os monstros de Montevidéo.

Em 1918 o Peñarol faria história no campeonato uruguaio com uma equipe que alinhava grandes valores do futebol, que poderia medir forças com qualquer quadro do orbe sem menoscabo.Eram eles:Roberto Chery, José Benincasa e Pedro Rimolo (Alfredo Granja); Juan Pacheco, Juan Delgado e J.Delacroix; José Perez, Armando Artigas, José Piendibene, Isabelino Gradín e Antonio Campolo. A conquista do torneio nacional deste ano acabou com a supremacia do Nacional que vinha de um tri-campeonato.

Em 1921,durante a presidência de Julio Maria Sosa, surge a iniciativa de construir um estádio perto do famoso balneário montevideano de Pocitos,que chegou a abrigar alguns jogos do primeiro Campeonato Mundial de Futebol em 1930. Esse estádio foi demolido nos anos 1940.

Na história do Peñarol figura o primeiro título nacional da era profissional, em 1932, mas apesar da presença de nomes grandes do fútbol uruguaio, como Pedro Young (El Tigre), Luis Matozzo (El Grande), Ernesto Mascheroni (prodigioso esquerdino), Obdulio Varela (El Negro Jefe), e, entre outros, Álvaro Gestido, imponente defensor que fez história ao travar e vencer o épico duelo com o avançado argentino Peucelle na final do Mundial de 30, as décadas de 30 e 40 foram de domínio do Nacional.

Anos 1950[editar | editar código-fonte]

Em 1949, o clube aurinegro forma um de seus mais famosos quadros de todos os tempos. Era uma equipa tão forte que formaria a base do conjunto uruguaio que arrebataria a Copa Jules Rimet em 1950 diante de um Maracanã com 200.000 pessoas. Essa alinhação, conhecida como La Maquina del 49 se compunha dos seguintes atletas: Flavio Pereira Natero (Roque Máspoli), Enrique Hugo, Mirto Davoine (Sixto Posamai), Juan C.González, Obdúlio Varela, Washington Ortuño, Alcides Ghiggia, Juan Eduardo Hohberg, Juan Schiaffino, Oscar Míguez e Ernesto Vidal. É contra esta equipa que, no dia 9 de outubro de 1949, o Nacional, após ter dois jogadores expulsos por reclamações, se nega a retornar a campo para o segundo tempo de um jogo que perdia por 2 a 0 no episodio que ficou conhecido como el clasico de la fuga.

Maracanã, Final do Mundial de 50: A onze minutos do fim, o extremo uruguaio Alcides Edgardo Ghiggia passou Bigode, lateral brasileiro, e de ângulo apertado, bateu Barbosa, oferecendo a Copa à Celeste. Como grandes mentores desse mítico milagre futebolístico estava a base da equipa do Peñarol da época: o guarda redes Roque Maspoli, o defesa Gonzales, o médio Obdulio Varela, o avançado centro Oscar Miguez, e os autores dos dois golos, o ala esquerdo Ghiggia e o sensacional Juan Schiaffino, titular do Peñarol desde os 18 anos. Estreara-se na selecção em 1945, formando o trio ofensivo com o seu irmão Raul Schiaffino, dois anos mais velho e Walter Gomez. Faria, depois, 25 jogos pela Celeste. Frio, cerebral e ágil, parecia um jogador de outro planeta. Em 1954, transferiu-se para o Milan onde foi durante várias épocas figura de topo, acabando por alinhar, também, na selecção italiana. Ficou famosa a sua dupla com Ghiggia, considerado, até hoje, o melhor extremo de toda a história do futebol charrua. Muito rápido, parecia voar como uma pluma atrás da bola, driblava em corrida e gostava de rematar das posições mais incríveis.

Como avançado centro, jogava Oscar Miguez, apelidado de Cotorra (Papagaio, em espanhol) imponente no jogo aéreo e mestre a jogar sem bola. Ficaram famosas as suas fintas de corpo. Na baliza, estava o espectacular Roque Máspoli, um guarda redes corpulento que começara nas escolas do Nacional e mais tarde se tornaria treinador do Peñarol e da seleção uruguaia.

No meio campo estava o habilidoso médio direito Julio César Abbadie, grande figura da equipa de 1953 e 1954, altura em que saiu para o Génova italiano, e, claro, o caudillo Varela.

58-62[editar | editar código-fonte]

Chama-se Gastón Guelfi e foi o presidente que, desde 1958, mudou a história do Peñarol, tornado-o uma potência do futebol sul-americano. Esteve no cargo até 1972 e durante o seu reinado, o clube conquistou os seus maiores títulos nacionais e internacionais. Luzindo um estilo artístico, lutador, com a bola a ser tratada com carinho latino americano, o Peñarol tornou-se famoso em todo o mundo, na década de 1960, quando após vencer a Taça Libertadores, também conquistou, por duas vezes consecutivas, 1960 e 1961, a Taça Intercontinental. Conta-se que quando entrava em campo, os seus jogadores logo iam avisando os adversários: Trouxeram outra bola para jogar? É que esta é só para nós, perguntavam sobranceiros.

Era a era dourada de um histórico onze, que combinando a magia de grandes estrelas com o espírito lutador charrua, iria lançar o primeira grande ciclo do Peñarol, coroado com o inolvidável quinquenio, o penta uruguaio, resultado da conquista de 5 títulos consecutivos de campeão: 1958, 1959, 1960, 1961 e 1962.

Finda a época de Obdulio Varela, chegou, em 1958, de Artigas, para o substituir, um outro astuto maestro: Néstor Tito Gonçalves, que enchia a cancha com os seus gritos A la carga!, incitando toda a equipa para o ataque. Para além dele, apenas o guarda redes Luís Maidana, o homem gato, jogou sempre no clube durante essas históricas 5 épocas.

Os dois primeiros títulos, 1958 e 1959, foram obra do técnico Hugo Bagnulo, que, descobridor do criativo médio ala direito Luís Cubilla e do goleador Spencer no Equador, formou um sólido onze por onde sobrevoavam os longos passes em profundidade de William Martinez, o canhãozito, e que tinha, entre outros, o brasileiro Alves da Silva, Walter Aguerre, Borges, Albert Hein, Linnazza, Roberto Garcia e o avançado Hohberg.

Seria com este bloco que, em 1961, o argentino Hector Scarone, sempre fiel ao tradicional 4-4-2, iria guiar o Peñarol á conquista da primeira Taça Intercontinental da sua história, goleando o Benfica de Eusébio por 5-0, após o 0-1 da Luz. No jogo de desempate, 48 horas depois ainda no Uruguai, dois golos do intuitivo Sacía deram a Taça aos uruguaios, 2-1.

Depois de Bagnulo, o Peñarol encontrara maior maturidade competitiva com Scarone, seu antigo lateral direito nos anos 1940. Como recorda o capitão Tito Gonçalves: Deu personalidade aos jogadores que não a tinham e travou aqueles que a tinham em demasia.

Anos 1960[editar | editar código-fonte]

A equipe que venceu a Copa Libertadores da América de 1961 com destaque para o atacante equatoriano Alberto Spencer (o segundo agachado, da esquerda para a direita)
Peñarol campeão da Copa Intercontinental em 1966

Nos anos 1960, ficaram célebres os titânicos confrontos entre o Real Madrid e o Peñarol, na Taça Intercontinental. Era o choque de duas distintas escolas futebolísticas, mas que falavam a mesma língua. No primeiro embate, em 1960, o Real Madrid esmagou os uruguaios, 5-1.

Em 1966, seis anos após essa goleada,, o Peñarol reencontrou o Real Madrid, onde a geração de Di Stéfano dera lugar ao chamado onze yé-yé. Os uruguaios, fechados a sete chaves pelo elástico guarda redes Mazurkiewicz, que esteve presente em 3 Mundiais, 1966, 1970 e 1974, e aprendera tudo com Maspóli, agora treinador, venceram 2-0 ambos os jogos, praticando um futebol sedutor que era seguro na defesa por Pablo Forlán, e obedecia, na meia-cancha aos toques de Gonçalves, Cortes, Abbadie e Pedro Rocha, encontrando depois o caminho do golo nos remates de Joya, Sasía e, sobretudo, Spencer, autor de 3 golos. O orgulho charrua, que nunca gosta de perder frente ao Império castelhano, estava reposto.

Anos 1970[editar | editar código-fonte]

Durante os anos 1970, um grito ecoou por muitas canchas uruguaias: Nando!!! Eles destinavam-se a celebrar os golos do maior goleador da história do futebol uruguaio: Fernando Morena, El Potro, o artilheiro infalível, autor de 235 golos na Liga uruguaia, 34 deles apontados em 75, sendo até hoje recorde da prova, batendo a anterior marca de Young, datada de 1933.

Em 1978, bateu outro record, na posse de Falero desde 1947, fazendo 7 golos num só jogo, contra o Huracan. Foi o melhor marcador do campeonato por 7 vezes, 6 delas consecutivas, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977 e 1978.

Ingressou no Peñarol em 1973, vindo do River Plate de Montevideo, saindo em 1978, para o Rayo Vallecano da Espanha. Foi 7 vezes campeão uruguaio.

Anos 1980[editar | editar código-fonte]

Depois de uma grande campanha para trazer El Nando de Espanha, em 1982, o Peñarol conquista sua quarta copa Libertadores, contra a equipe chilena de Cobreloa, e foi justamente ele, no último minuto do jogo, que fez o gol do título. No final daquele ano, disputou no Japão o título Intercontinental, conta a equipe inglesa Aston Villa, e venceu por 2x0, com gols do brasileiro Jair (ex Internacional) e Walkir Silva.

Em 1987, conquistou sua quinta Libertadores, contra o America de Cali, clube conhecido como "los diablos rojos". Em uma final disputadíssima, perdendo o primeiro jogo (em Cáli), por 2x0, e vencendo os dois jogos seguintes por 2x1 (em Montevidéu) e 1x0 (jogo desempate realizado em Santiago), respectivamente, gol que foi anotado nos acréscimos do segundo tempo, por Diego Aguirre, conhecido como "La Fiera", o qual é eterno ídolo da torcida Carbonera, uma vez que o empate daria a taça ao América no saldo de gols.

Anos 1990[editar | editar código-fonte]

Ansioso por honrar o centenário da sua fundação, o Peñarol formou, nos anos 1990, uma forte equipa que, dona do genuíno estilo uruguaio, lançou-o na senda do segundo quinquênio da sua história, logrando 5 consecutivos títulos de campeão: 1993, 1994, 1995, 1996 e 1997. Um feito de dois treinadores: Gregorio Pérez, primeiro, e Jorge Fossati, depois.

O lema inicial de Pérez foi claro: Havemos de recuperar a mística! Assim foi, com um fantástico onze, onde se destacaram, o central Nelson Gutierrez, um produto da cantera, que jogara ainda na Intercontinental de 82, o atacante Pato Aguilera, o dinâmico Carlos De Lima, o lutador De los Santos, El Chueco Perdomo e o último grande símbolo aurinegro: Pablo Bengoechea, El Professor, presente nos 5 títulos. Fez 188 jogos e marcou 48 golos. O seu grande ídolo de infância era o brasileiro Falcão, um dos maiores ídolos da história do Sport Club Internacional. Durante toda a sua carreira procurou seguir o seu estilo. Foi sempre um cavalheiro dos relvados. A imagem perfeita do centenário espírito do Peñarol, preparado para mais 100 anos de intensa paixão futebolistica.

Anos 2000[editar | editar código-fonte]

Final da Copa Libertadores da América de 2011 entre Santos e Peñarol no Estádio do Pacaembu

No século XXI, o Peñarol conquistou o Campeonato Uruguaio de 2003. Em 2010, o Peñarol teve uma seqüência invicta de 15 jogos e venceu o Clausura uruguaio de modo invicto, e bateu seu maior rival, o Nacional, depois de somar 4 pontos nas finais e seu rival somar apenas um ponto conquistando assim, depois de um longo jejum, seu 46º campeonato uruguaio. No cenário internacional, o Peñarol participou da Copa Libertadores da América de 2000 até 2005, ininterruptamente, obtendo a sexta colocação em 2002, ficando fora da Copa Libertadores na repescagem em 2009 e voltando a disputar o torneio em 2011.

Anos 2010[editar | editar código-fonte]

Na Copa Sul-Americana, o Peñarol disputou o troféu no ano de 2010, sendo eliminado nas oitavas de final pela equipe brasileira do Goiás. Em 2011, com uma campanha marcada pela vitória em jogos decisivos fora de casa, a equipe uruguaia chegou à final da Copa Libertadores da América. Depois de dois confrontos contra o Santos, do Brasil, o Peñarol ficou com o vice-campeonato da competição, já que empatou a primeira partida por 0 a 0, em casa, e perdeu o jogo final por 2 a 1, no Estádio do Pacaembu.[1]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Intercontinental
Competição Títulos Temporadas
Copa Intercontinental.svg ToyotaCupTrophy.svg Copa Intercontinental 3 1961, 1966, 1982
RFEF - Copa del Rey.svg Recopa dos Campeões Intercontinentais 1 1969
Continental
Campetição Títulos Temporadas
Trofeo-mini-copa-libertadores-de-america.png Copa Libertadores da América 5 1960, 1961, 1966, 1982, 1987
Copa Aldao trophy.jpg Copa Aldao 1 1928
Copa Cusenier.jpg Copa de Honor Cousenier 3 1909, 1911, 1918
Tie Cup trophy.jpg Cup Tie Competition 1 1916
Nacional
Campetição Títulos Temporadas
Campeonato Uruguaio 49 1900, 1901, 1905, 1907, 1911 (de 1900 a 1911, sob o nome CURCC), 1918, 1921, 1924 (FUF), 1926 (Conselho Provisório), 1928, 1929, 1932, 1935, 1936, 1937, 1938, 1944, 1945, 1949, 1951, 1953, 1954, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967, 1968, 1973, 1974, 1975, 1978, 1979, 1981, 1982, 1985, 1986, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 1999, 2003, 2009/10, 2012/13
Uruguai Liga Pré-Libertadores da América 12 1974, 1975, 1977, 1978, 1980, 1984, 1985, 1986, 1988, 1994, 1997, 2004
Uruguai Torneo Competencia 11 1936, 1941, 1943, 1946, 1947, 1949, 1951, 1953, 1956, 1957, 1986

Torneios internacionais amistosos[editar | editar código-fonte]

Basketball.svg Basquete[editar | editar código-fonte]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]


Goleiros
Jogador
1 Uruguai Juan Castillo
12 Argentina Danilo Lerda
Defensores
Jogador Pos.
2 Uruguai Baltasar Silva Z
- Uruguai Joe Bizera Z
6 Uruguai Joaquín Aguirre Z
13 Uruguai Damián Macaluso Z
23 Uruguai Carlos Valdez Z
- Uruguai Gonzalo Viera Z
- Uruguai Gonzalo Camargo Z
- Uruguai Emiliano Albín LD
3 Uruguai Nicolás Raguso LE
22 Uruguai Darío Rodríguez Capitão LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Uruguai Marcel Novick V
14 Uruguai Sebastián Píriz V
- Uruguai Luis Aguiar V
20 Uruguai Sebastián Cristóforo V
- Uruguai Jorge Rodriguez M
8 Uruguai Antonio Pacheco M
10 Uruguai Ignacio Nicolini M
26 Uruguai Miguel Amado M
Atacantes
Jogador
9 Uruguai Carlos Nuñez
11 Uruguai Fabián Estoyanoff
17 Uruguai Marcelo Zalayeta
24 Uruguai Sebastián Gallegos
27 Argentina Mauro Fernández
- Uruguai Santiago Silva
Uruguai Jhonatan Rodríguez
' Uruguai Gabriel Leyes
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Jogador Lesionado: Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  • Suspenso.: Jogador suspenso

Comissão técnica[editar | editar código-fonte]

Comissão técnica
Nome Função
Uruguai Diego Alonso Treinador
Uruguai Fernando Correa Assistente
Uruguai Edgardo Adinolfi Assistente
Uruguai Mauricio Marchetti Preparador físico
Uruguai Marcelo Sánchez Preparador físico
Uruguai Hugo Quevedo Treinador de goleiros
Comissão técnica
Nome Função
Uruguai Sebastián Arbiza Fisioterapeuta
Uruguai Alfredo Rienzi Médico
Uruguai Mario Pagano Médico
Uruguai Gustavo Schmittner Médico
Uruguai Germinal López
Uruguai Miguel Domínguez


Transferências[editar | editar código-fonte]

Abertura 2011[editar | editar código-fonte]

Legenda

Clausura 2012[editar | editar código-fonte]

Legenda


Jogadores destacados[editar | editar código-fonte]

Esta é uma lista de jogadores de destaque que já passaram pelo Peñarol:

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]

  • Primeiro uniforme: Camisa com listras em preta e amarela, calção preta e meias amarelas;
  • Segundo uniforme: Camisa bege, calção e meias beges;
  • Terceiro uniforme: Camisa metade em preta e amarela com listras preta, calção preto e meias amarelas.
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Cores do Time
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Primeiro Uniforme
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Cores do Time
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Segundo Uniforme
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Cores do Time
Cores do Time
Terceiro Uniforme

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2011-12
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2010-11
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2009-10
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
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Cores do Time
Cores do Time
Segundo
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Cores do Time
Cores do Time
Terceiro

Sedes e estádios[editar | editar código-fonte]

José Pedro Damiani[editar | editar código-fonte]

Estadio Centenario, onde o Peñarol manda os seus jogos.

Peñarol dispõe de um estádio próprio, denominado atualmente José Pedro Damiani (antigamente "Las Acacias") com capacidade de 12.000 espectadores. Porém, atualmente não se encontra liberado pela Intendencia Municipal de Montevidéu, por razões de segurança, para disputar partidas da primeira divisão, por isso a instituição disputa habitualmente suas partidas como mandante no Estádio Centenário, de propriedade estatal

Mesmo assim, existem projetos e grandes aspirações para começar logo a construção de um novo estádio com capacidade para 40.000 espectadores. Atualmente, existem negociações com o grupo de investidores, Ficus Capital, para o clube construir um estádio que pudesse atender as exigências para sediar jogos, não só locais, mas também em competições internacionais. Primeiramente, a idéia é construir um estádio de cerca de 80.000 lugares, ou remodelar o "Acácias" para chegar a essa capacidade. Atualmente, o Peñarol está implorando que o Ministério das Obras Públicas doe ao clube uma grande parcela de terreno público que foi selecionado para a construção do estádio e uma empresa brasileira está na disputa para construir este novo estádio, que pretende ser o mais moderno da América do Sul.

Maior bandeirão do mundo[editar | editar código-fonte]

Torcida do Peñarol apresenta o maior bandeirão do mundo

Em 2011, em partida válida pela Copa Libertadores da América contra o Independiente, a torcida do Peñarol apresentou no Estádio Centenário em Montevideo, uma bandeira de mais de 14 mil metros quadrados, considerada pelos seus promotores como a maior do mundo. O bandeirão tem 309 metros de comprimento e 45,8 de largura e ocupou mais de um terço do histórico estádio, que tem capacidade para mais de 60 mil espectadores. Os torcedores investiram 400 litros de tinta e cerca de US$ 35 mil (R$ 55 mil) para fazer a bandeira, que pesa 1.800 quilos. De acordo com os torcedores, a bandeira foi paga com doações importantes de dinheiro da torcida, venda de rifas, realização de festas com venda de camisetas de astros do clube e de alguns artigos, como bandeirinhas, chaveiros, e até perucas com as cores do time.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. "Neymar brilha, meninos da Vila fazem história e Peixe leva tri da Libertadores", Globoesporte.com, 22/6/2011
  2. Elenco atual de Futebol (em espanhol). Site oficial do Club Atlético Peñarol. Página visitada em 13 de maio de 2012.
  3. Adrián Gunino será jugador de Peñarol (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (12 de agosto de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  4. Sorpresa en Peñarol: llega Bruno Montelongo (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (11 de agosto de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  5. a b Pacheco no quiso homenajes (em espanhol). La República (20 de julho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  6. a b Rincón "Manya" (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (26 de junho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  7. Joao Pedro llega mañana y jugará en Peñarol (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (18 de agosto de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  8. Rosano está y Zambrana pidió pase, pero… (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (12 de agosto de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  9. Zambrana ya es jugador de Peñarol (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (16 de agosto de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  10. a b Al día solo lo agitaron los chiquilines (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (7 de julho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  11. Peñarol anduvo de "levante" en España: 2-0 (em espanhol). La República (3 de agosto de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  12. Marcelo Zalayeta es la primera incorporación de Peñarol (em espanhol). Subrayado.com.uy (6 de julho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  13. Sosa se une mañana a Boca Juniors (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (1 de agosto de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  14. a b c Esta tarde Peñarol le abre las puertas a la nueva temporada (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (12 de julho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  15. Guillermo Rodríguez se va a Italia (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (9 de agosto de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  16. Aguiar ya es jugador del Sporting (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (5 de julho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  17. Peñarol y Cesena empataron sin goles (em espanhol). elobservador.com.uy (30 de julho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  18. Se va Corujo a Cerro Porteño (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (11 de agosto de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  19. a b Se van Olivera, Martinuccio y Mier (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (20 de julho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  20. Pacheco deja Peñarol y se va a jugar al exterior (em espanhol). Subrayado.com.uy (15 de julho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  21. a b Diego Aguirre da hoy su respuesta definitiva (em espanhol). Ultimasnoticias.com.uy (2 de julho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
  22. No habrá otro "Tornado" en las canchas (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (24 de junho de 2011). Página visitada em 19 de junho de 2012.
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  24. Lerda es mirasol (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy (3 de janeiro de 2012). Página visitada em 19 de junho de 2012.
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