Cruzeiro Esporte Clube

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Cruzeiro
Nome Cruzeiro Esporte Clube
Alcunhas Raposa, 'Zêro'
Torcedor Cruzeirense
Mascote Raposa
Fundação 2 de janeiro de 1921 (88 anos)
Estádio Mineirão
Capacidade 75.783[1]
Localização Belo Horizonte - MG, Brasil
Mando de jogo em Mineirão
Presidente Bandeira do Brasil Zezé Perrella
Treinador Bandeira do Brasil Adílson Batista
Patrocinador Banco Bonsucesso
Material Esportivo Bandeira da Inglaterra Reebok
Competição Bandeira de Minas Gerais.svg Campeonato Mineiro
Flag of Brazil.svg Campeonato Brasileiro
Flags of the Union of South American Nations.gif Libertadores da América
Divisão Bandeira de Minas Gerais.svg 1ª divisão, módulo I
Bandeira do Brasil Série A
Divisão 2008 Bandeira de Minas Gerais.svg 1ª divisão, módulo I, campeão
Bandeira do Brasil Série A, 3º lugar
Ranking nacional 9º lugar, 1.834 pontos
Website Cruzeiro.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
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O Cruzeiro Esporte Clube é uma associação brasileira, com sede na cidade de Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais. Fundado em 1921 com o nome de Sociedade Esportiva Palestra Itália, em 1942 no contexto da Segunda Guerra Mundial, o clube foi pressionado a mudar o nome que fazia referência a um dos inimigos do país. Ali surgia o Cruzeiro, com o nome de um dos principais símbolos nacionais.

No âmbito esportivo, o Cruzeiro tem destaque em esportes como atletismo e bocha. Mas o clube possui reconhecimento nacional e internacional pelo futebol. O Cruzeiro é um dos quatro clubes brasileiros a ter conquistado por duas vezes a Taça Libertadores da América, além de ser, juntamente com o Grêmio, o maior campeão da Copa do Brasil, com quatro títulos. É também a única equipe a conquistar, no mesmo ano, 2003, o Campeonato Estadual, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro, chamado pelo Cruzeiro de tríplice coroa.

É o segundo melhor clube no ranking de times do Brasil da Conmebol.[2]

De acordo com pesquisa realizada pelo Datafolha, em 2008, o clube tem a sétima maior torcida do país e a maior de Minas Gerais.[3]

Em setembro de 2009, a IFFHS, Federação Internacional de História e Estatística]] lançou o ranking das maiores equipes sulamericanas do século XX colocando o Cruzeiro como o melhor clube brasileiro do século XX e em 7º lugar entre os sulamericanos.[4]

O Cruzeiro também possui tradição no Atletismo, sendo a equipe do corredor Franck Caldeira, entre outros grandes nomes do atletismo brasileiro. Rivaliza com a Associação Atlética Pé de Vento, do Rio de Janeiro.

Índice

[editar] História

[editar] Início como Palestra Itália

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NULLO
POLENTA
CICCIO
QUIQUINO
AMÉRICO
ARMANDINHO
LINO
SPARTACO
BASSI
HENRIQUETO
NANI
Primeiro time do Cruzeiro

O Cruzeiro foi fundado no dia 2 de janeiro de 1921, por desportistas da colônia italiana de Belo Horizonte, com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália. As cores adotadas, como não poderia deixar de ser, foram as mesmas da bandeira italiana: verde, vermelho e branco. Em 1922, o clube compra um terreno pertencente à prefeitura, onde hoje fica o Parque Esportivo do Cruzeiro. Em 23 de setembro de 1923, inaugura seu estádio, no Barro Preto, construído por jogadores e associados a maioria da colônia italiana de Belo Horizonte, composta em grande parte por operários de construção civil.

Além de se caracterizar como uma equipe de descendentes de italianos, o Palestra também destacava-se por possuir elementos da classe trabalhadora da cidade. No corpo social do Palestra, prevaleciam homens da profissão de pedreiros, policiais, pintores, comerciários e marceneiros, que eram os filhos dos imigrantes que vieram construir a capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, em 1894, e que herdaram de seus pais a mesma profissão.

O primeiro uniforme do clube foi camisa verde, calção branco e meias vermelhas. O clube foi restrito apenas a participação de elementos da colônia até o ano de 1925, quando é retirada do estatuto do clube uma cláusula que impedia a inscrição de atletas e associados que não fossem de origem italiana. Isso abre as portas para colaboradores de qualquer origem.

Há uma confusão no que diz respeito a um clube existente na capital chamado Yale. Muitos imaginam que este deu origem ao Palestra e posteriormente ao Cruzeiro. O Yale também era um clube fundado por descendentes de italianos, que surgiu anos antes do Palestra. Mas, após uma crise, e com o crescimento do outro clube de imigrantes em Belo Horizonte, grande parte dos associados e jogadores do Yale migraram para o Palestra. O Yale foi dissolvido em 1925. Foram registrados até hoje apenas quatro jogos entre os clubes, são eles:17 de Julho de 1921 Palestra 0 x 1 Yale, 6 de Novembro de 1922 Palestra 0 x 0 Yale, 7 de Maio de 1922 Palestra 0 x 0 Yale e 5 de Agosto de 1923 Palestra 3 x 2 Yale.Todos os jogos válidos pelo Campeonato da Cidade.

A primeira conquista significativa do Palestra é o tricampeonato mineiro entre 1928 e 1930, sendo os dois últimos de forma invicta. O crescimento do time na cidade força as outras grandes equipes da época a se organizarem e em 1933 criam a primeira liga profissional do estado, a Associação Mineira de Esportes.

Finalmente, em 1925, prevaleceu a vontade da maioria dos associados do clube que gostariam de ver o Palestra como um grande clube, com a extinção da clausula dos estatutos que impedia a participação de atletas de outras nacionalidades. Outra modificação feita foi o aportuguesamento do nome do clube que passou a se chamar Sociedade Sportiva Palestra Italia. O primeiro jogador de outra nacionalidade que o clube recebeu foi Nereu, que era da colonia sírio-libanesa e jogava no Sírio Horizontino. Em 1928, o Palestra contratava o zagueiro Bento e se tornou o primeiro grande clube da cidade a integrar em seu elenco um atleta negro.

Em 1936, alguns dirigentes e ex-atletas lideraram um movimento de nacionalização do Palestra que levou o nome de Ala Renovadora. A intenção do grupo era mudar o nome do clube que já havia deixado de ser uma associação exclusiva da colonia italiana e por isso não havia mais sentido em se usar o nome Itália. A idéia sofreu resistências mas acabou ganhando aliados. Em 30 de janeiro de 1942, em plena 2a Guerra Mundial, o governo brasileiro que já havia declarado guerra aos países do Eixo, através de um decreto lei, determinou a proibição do uso de termos e denominações referentes as nações inimigas. Neste dia então o Palestra Itália passou a se chamar Palestra Mineiro.

A idéia de se transformar o clube numa entidade totalmente brasileira só foi concretizada em 29 de setembro de 1942, quando numa reunião da diretoria foi aprovada uma nova mudança no nome do clube que passou a se chamar Ypiranga. No entanto, o novo nome só durou uma semana e o time atuou com este nome em apenas uma partida. Finalmente, no dia 7 de outubro de 1942, numa nova reunião dos sócios e dirigentes que acabou com a renuncia do presidente Ennes Cyro Poni, foi aprovado o novo nome do clube: Cruzeiro Esporte Clube. Uma homenagem ao símbolo maior da pátria, a constelação do Cruzeiro do Sul, e que foi sugerida pelo ex-presidente do clube, Oswaldo Pinto Coelho.

[editar] Construindo o futuro

Clube sede do Cruzeiro na avenida Augusto de Lima (bairro Barro Preto), em Belo Horizonte.

Em seus primeiros anos de vida, o Cruzeiro conquistou o tricampeonato mineiro de 1943 a 1945 e reformou o seu estádio que passou a se chamar Juscelino Kubitschek, em homenagem ao então governador do estado. Constrói também uma arquibancada coberta e altera a posição do campo. A obra e as despesas com o plantel dão origem a uma crise financeira. Sem dinheiro, o clube perde seus principais jogadores. Em 1952, é obrigado a dispensar todo o quadro de profissionais e promove os juvenis. Passa a viver em um regime semi-amador.

Para saldar as finanças, a solução encontrada foi disputar amistosos pelo estado em troca de cachês. Mais do que dinheiro, o clube também conquista torcedores nas cidades do interior, tornando-se aos poucos o clube mais popular de Minas. A redenção vem com a construção de sua sede social no Barro Preto, que aumentou a arrecadação do clube. Com as contas sanadas, voltou a ser grande e formou o esquadrão tricampeão mineiro de 1959 a 1961.

[editar] Mineirão - de Minas para o mundo

Com a inauguração do Mineirão em 1965, o futebol mineiro rompe sua característica provinciana com a inclusão de Minas Gerais nas competições nacionais.

O primeiro clássico de comemoração entre Atlético e Cruzeiro no estádio Mineirão foi pela final do mineiro de 1965. Este foi o primeiro clássico disputado no Mineirão e o primeiro depois da pancadaria no Independência. O jogo foi tenso, deste o princípio, com muitas jogadas violentas. O Cruzeiro dominava a partida e vencia por 1 a 0, quando Décio Teixeira cometeu pênalti em Wilson Almeida, que entrava na área para marcar o 2º gol, aos 34 minutos do segundo tempo. O Atlético protestou alegando que a falta havia sido cometida sobre a risca da grande área, se esquecendo que a linha faz parte da mesma. Alguns jogadores do Galo agrediram o árbitro e entraram em atrito com policiais. Foram 30 minutos de paralisação e o árbitro relatou na súmula a expulsão de 09 jogadores. O Atlético abandonou o estádio antes do encerramento da partida. Assim, após o término, Tostão, ironicamente, lamentou que o jogo não tivesse sido reiniciado, pois seria o início de uma grande goleada. O Cruzeiro ficou com o título mineiro daquele ano, abrindo a Era Mineirão.Carece de fontes

Nos primeiros anos do estádio, o time azul conquistou o pentacampeonato mineiro de 1965 a 1969 e o título da Taça Brasil de 1966, numa final histórica contra o Santos de Pelé.

Na primeira partida, no Mineirão, o Cruzeiro termina o primeiro tempo vencendo por inimagináveis 5 a 0. Os jogadores pareciam não acreditar que aquilo era verdade. No segundo tempo, o Santos esboçou uma reação fazendo dois gols, mas Dirceu Lopes marca mais um e a partida termina 6 a 2. No segundo jogo, no Pacaembu, em São Paulo, o Santos termina o primeiro tempo vencendo por 2 a 0. Todos acreditavam que a derrota humilhante do último jogo seria devolvida. A confiança era tanta que no intervalo da partida, dirigentes paulistas procuraram o presidente do Cruzeiro para marcar a terceira partida para o Maracanã. Isso foi como uma afronta aos cruzeirenses. O técnico Aírton Moreira utilizou a atitude prepotente dos paulistas como estímulo aos seus jogadores. Na volta para o segundo tempo, Tostão ainda perde um pênalti. Mas se redime ao marcar de falta aos 18 minutos. Dez minutos depois, Dirceu Lopes empata. Aos 44, Natal dá o golpe de misericórdia. A equipe de jovens garotos vence o melhor time do mundo, na época, e torna-se campeã da Taça Brasil.

A conquista foi de tamanha repercussão que, no ano seguinte, o Torneio Rio-São Paulo teve que abrigar clubes de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, criando o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o "Robertão", embrião do atual Campeonato Brasileiro. Ainda em 1967, devido à Taça Libertadores da América, o Cruzeiro disputa sua primeira partida oficial no exterior, contra o Deportivo Galicia, da Venezuela, em Caracas, vencendo por 1 a 0.

Nesse período, surgem os primeiros grandes ídolos do clube: Tostão, Dirceu Lopes, Piazza e Raul Plassmann. Em 1966, Tostão foi o primeiro jogador de um clube mineiro a disputar uma Copa do Mundo. Em 1970, três jogadores conquistam o Tri pela Seleção: Tostão, Piazza e Fontana.

Nos Campeonatos Brasileiros, em 1974 foi vice pela primeira vez, perdendo em uma decisão muito confusa contra o Vasco da Gama, e em 1975 foi novamente vice após perder para o Internacional.

Em 1976, o Cruzeiro conquistou sua primeira Libertadores, sobre o River Plate da Argentina. Durante a campanha, acontece uma partida que é considerada como o melhor jogo da história do Mineirão, a vitória do Cruzeiro por 5 a 4 em cima dos então campeões brasileiros, o Internacional. Na primeira da final, no Mineirão, vitória por 4 a 1. Na partida seguinte, no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, derrota por 2 a 1. O regulamento previa uma terceira partida em campo neutro. Esta foi realizada no Estádio Nacional de Santiago, no Chile, onde a Seleção Brasileira havia sido bicampeã do mundo em 1962. O Cruzeiro faz dois gols ainda no primeiro tempo. Mas com a ajuda da arbitragem e da tradicional catimba argentina, o River empata. Aos 44 minutos do segundo tempo, falta na entrada da área e Nelinho, prepara-se para cobrar. Enquanto ele se vira para trás para correr e ganhar força no chute, Joãozinho é mais rápido e bate colocado no ângulo, sem chances para o goleiro argentino. O Cruzeiro faz 3 a 2 e é campeão da América.

Ainda em 1976, o clube é derrotado na Taça Intercontinental, pelo Bayern de Munique, da Alemanha, que contava com jogadores como Gerd Müller, Franz Beckenbauer, Karl-Heinz Rummeniege e Sepp Mayer, que eram a base da então seleção campeã do mundo em 1974. Em 1977, o Cruzeiro chega novamente à final da Libertadores, mas dessa vez é derrotado nos pênaltis pelo Boca Juniors, da Argentina.

Nos anos 1970, para evitar o déficit financeiro causado pela disputa do Campeonato Mineiro, o clube partiu para amistosos no exterior em troca de cachês em dólar. O dinheiro foi suficiente para manter os craques e conquistar o tetracampeonato estadual de 1972 a 1975. Em 1977 chega ao décimo título mineiro na "Era Mineirão", em 13 disputados.

[editar] Vacas magras

Os esforços da década anterior não foram suficientes para evitar a crise financeira que acompanharia o clube nos anos 1980. O Cruzeiro amargou um período de maus resultados no Campeonato Brasileiro e a conquista de apenas dois estaduais, em 1984 e 1987. A nova redenção veio a partir das vendas de jogadores para o futebol estrangeiro e das cotas de transmissão de jogos, que passaram a ser pagas pelas emissoras de televisão, a partir da Copa União, em 1987.

[editar] Série de títulos nos anos 1990 e 2000

Torcida do Cruzeiro, em jogo contra o Atlético-MG no Mineirão, na final do Campeonato Mineiro de 2009.

A década de 1980 não foi muito positiva para o clube, conquistando apenas dois campeonatos estaduais (1984 e 1987), além de fracas campanhas no Campeonato Brasileiro. No entanto, na década de 1990 o Cruzeiro iniciou uma impressionante seqüência de 15 anos ganhando pelo menos um título por ano. Foram duas Supercopas da Libertadores (1991 e 1992), uma Recopa Sul-Americana (1998), quatro Copas do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003), uma Copa Ouro (1995), uma Copa Master da Supercopa (1995), duas Copas Sul-Minas (2001, 2002), oito Campeonatos Mineiros (1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004) uma Copa Centro-Oeste (1999), duas Copa dos Campeões Mineiros (1991)(1999), um Supercampeonato Mineiro (2002), além da segunda Taça Libertadores da América (1997) e do Campeonato Brasileiro de 2003, o primeiro disputado por pontos corridos, em turno e returno. A sequência de títulos foi interrompida em 2005, mas no ano seguinte o clube já voltou a vencer o campeonato estadual, conquista essa que se repetiu em 2008 e 2009.

Nesse período a torcida cruzeirense ganhou mais alguns ídolos, entre eles Charles, Boiadeiro, Douglas, Ademir, Renato Gaúcho, Roberto Gaúcho, Ronaldo, Nonato, Dida, Ricardinho, Marcelo Ramos, Alex Alves, Cris, Sorín, Fred , Alex e Ramires.

Placa no Mineirão em homenagem ao gol de Alex contra o São Caetano dia 30 de março de 2003

A maior façanha da última década, aconteceu em 2003, quando o Cruzeiro, sob o comando do respeitado técnico Vanderlei Luxemburgo, e comandado pelo craque Alex e seus companheiros, conquistou o inédito título no Brasil da "Tríplice Coroa", que significa a conquista do Campeonato estadual (Mineiro), Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. Nesse ano, o time fez uma campanha nunca antes vista no Campeonato Brasileiro: marcou mais de cem gols e conquistou, com duas rodadas de antecedência, a primeira edição de "pontos corridos" do Campeonato Brasileiro, cujo título cabe ao time que fizer mais pontos durante a competição.

[editar] Títulos

[editar] Continentais

CONMEBOL - Liberators Cup.svg Copa Libertadores da América: 2

(1976, 1997)

CONMEBOL - Recopa Sudamericana.svg Recopa Sul-Americana: 1

(1998)

Supercopalibert.gif Supercopa Libertadores: 2

(1991, 1992)

Copaouronl.gif Copa Ouro: 1

(1995)

Copamast.gif Copa Master da Supercopa: 1

(1995)

[editar] Nacionais

Cbf brazilian championship trophy 02.svg Campeonato Brasileiro: 1

(2003)

CBF - Brazilian Cup.svg Copa do Brasil: 4

(1993, 1996, 2000, 2003)

CBF - Taça Brasil.svg Taça Brasil: 1

(1966)

[editar] Regionais

Brazil Region Sul.svgBrazil State MinasGerais.svg Copa Sul-Minas: 2

(2001, 2002)

Brazil Region CentroOeste.svg Copa Centro-Oeste: 1

(1999)

[editar] Estaduais

(1926,1928, 1929, 1930, 1940, 1943, 1944, 1945, 1956,[5] 1959, 1960, 1961, 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1984, 1987, 1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004, 2006, 2008, 2009)

Bandeira de Minas Gerais.svg Supercampeonato Mineiro: 1

(2002)

Bandeira de Minas Gerais.svg Copa dos Campeões Mineiros: 2

(1991, 1999)

Bandeira de Minas Gerais.svg Taça Minas Gerais: 5

(1973, 1982, 1983, 1984, 1985)

Bandeira de Minas Gerais.svg Torneio Início: 10

(1926, 1927, 1929, 1938, 1940, 1941, 1943, 1944, 1948, 1966)

[editar] Categorias de base

[editar] Internacionais

Flag of Japan.svg Japão Mundialito-XIX SBS Cup: 1 (1998)

Países Baixos Países Baixos Torneio de Tenborg: 2 (2000,2003)

Países Baixos Países Baixos Torneio Ado Den Haag: 2 (2006,2007)

Países Baixos Países Baixos Copa Amsterdã: 1 (2006)

[editar] Nacionais

Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro Sub-20: 1

(2007)

Bandeira do Estado de São Paulo.svg Copa São Paulo de Futebol Jr.: 1

(2007)

Bandeira de Minas Gerais.svg Taça BH de Futebol Jr.: 5

(1985, 1993, 1995, 2001, 2004)

Bandeira do Paraná.svgTaça Londrina: 1

(1998)

[editar] Estaduais

Bandeira de Minas Gerais.svgCampeonato Mineiro: 34 (1926, 1928, 1929, 1930, 1940, 1943, 1944, 1945, 1956, 1959, 1960, 1961, 1965, 1966, 1967, 1968 ,1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1984, 1987, 1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004, 2006, 2008, 2009)

Bandeira de Minas Gerais.svgTaça Minas Gerais: 5 (1973, 1982, 1983, 1984, 1985)

Bandeira de Minas Gerais.svgCopa Integração: 2 (2004,2006)

Bandeira de Minas Gerais.svgSupercopa Minas Gerais: 1 (1993)

Bandeira de Minas Gerais.svgTorneio Nossa Senhora do Pilar: 1 (2004)

Bandeira de Minas Gerais.svgTorneio Gilberto Santana: 2 (1995,1996)

[editar] Partidas históricas

3 de abril de 1921 - Estádio do Prado Mineiro (Belo Horizonte, MG)

Palestra 2 x 0 Combinado Villa Nova/Palmeiras de Nova Lima - Primeiro jogo do Palestra

17 de abril de 1921 - Estádio do Prado Mineiro (Belo Horizonte, MG)

Palestra 3 x 0 Atlético Mineiro - Primeiro clássico

23 de setembro de 1923 - Estádio do Barro Preto (Belo Horizonte, MG)

Palestra 3 x 3 Flamengo - Inauguração do estádio do Barro Preto

17 de junho de 1928 - Estádio do Barro Preto (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 14 x 0 Alves Nogueira - Segunda maior goleada da história do clube

30 de novembro de 1966 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 6 x 2 Santos - Primeiro jogo da final da Taça Brasil de 1966

7 de dezembro de 1966 - Pacaembu (São Paulo, SP)

Santos 2 x 3 Cruzeiro - Segundo jogo da final, título da Taça Brasil de 1966

12 de janeiro de 1966 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 17 x 0 Bela Vista do Norte - A maior goleada do Brasil com 9 gols de um dos atacantes

7 de março de 1976 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 5 x 4 Internacional - Taça Libertadores da América de 1976

30 de julho de 1976 - Estádio Nacional (Santiago, CHI)

Cruzeiro 3 x 2 River Plate - Final da Taça Libertadores da América de 1976 - Segundo time Brasileiro a Conquistar a Libertadores.

9 de outubro de 1977 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 3 x 1 Atlético Mineiro - Final do Campeonato Estadual de 1977

20 de novembro de 1991 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 3 x 0 River Plate - Final da Supercopa da Libertadores de 1991

3 de junho de 1993 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 2 x 1 Grêmio - Final da Copa do Brasil de 1993 - Primeiro título da Copa do Brasil

16 de março de 1994 - La Bombonera (Buenos Aires, ARG)

Boca Juniors 1 x 2 Cruzeiro - Taça Libertadores da América - Segunda vitória na Libertadores de um clube brasileiro no estádio do Boca.

19 de junho de 1996 - Palestra Itália (São Paulo, SP)

Palmeiras 1 x 2 Cruzeiro - Final da Copa do Brasil de 1996 - Segundo título da Copa do Brasil

22 de junho de 1997 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova - Final do Campeonato Mineiro de 1997 - Jogo de maior público presente no Mineirão - 132.834 pessoas

13 de agosto de 1997 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 1 x 0 Sporting Cristal - Final da Taça Libertadores da América de 1997

9 de julho de 2000 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 2 x 1 São Paulo - Final da Copa do Brasil de 2000 - Terceiro título da Copa do Brasil

16 de fevereiro de 2002 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 7 x 0 América Mineiro - Copa Sul-Minas - Maior goleada sobre o América

12 de maio de 2002 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 1 x 0 Atlético Paranaense - Final da Copa Sul-Minas de 2002

11 de junho de 2003 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 3 x 1 Flamengo - Final da Copa do Brasil de 2003 - Quarto título da Copa do Brasil

30 de novembro de 2003 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 2 x 1 Paysandu - Jogo que garantiu o título do Campeonato Brasileiro de 2003 com três rodadas de antecedência.

27 de abril de 2008 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 5 x 0 Atlético Mineiro - Jogo de ida da Final do Campeonato Mineiro - Maior goleada contra o arquirrival.

17 de janeiro de 2009 - Estádio Centenário - Montevidéu (Uruguai)

Cruzeiro 4 x 2 Atlético Mineiro - Primeiro clássico disputado fora do Brasil, Torneio Verão.

26 de abril de 2009 - Mineirão (Belo Horizonte, MG)

Cruzeiro 5 x 0 Atlético Mineiro - Jogo de ida da Final do Campeonato Mineiro - Maior goleada contra o arquirrival, repetindo o feito de 2008.

[editar] Histórico em competições oficiais

Bandeira de Minas Gerais.svg Campeonato Mineiro
Ano 1921 1922 1923 1924 1925 1926 1927 1928 1929
Pos.
Ano 1930 1931 1932 1933 1934 1935 1936 1937 1938 1939
Pos.
Ano 1940 1941 1942 1943 1944 1945 1946 1947 1948 1949
Pos.
Ano 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959
Pos.
Ano 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969
Pos.
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos.
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos.


Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro
Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 19º 16º 10º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 10º 19º 21º 17º 33º 29º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 10º 16º 21º 17º 33º 20º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 21º 13º 10º


Bandeira do Brasil Copa do Brasil
Ano 1989
Pos. 13º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 27º 15º 28º 24º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 15º 10º



Bandeira do Brasil Taça Brasil/Taça de Prata
Ano 1960 1961 1962 1966 1967 1968
Pos.
Ano 1967 1968 1969 1970
Pos.


Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América
Ano 1967 1975 1976 1977 1994 1997 1998 2001 2004 2008
Pos. 11º 16º
Ano 2009
Pos.


Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
Ano 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997
Pos. 12º
Ano 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
Pos. 10º 17º 15º 12º 23º 22º


88-97 Supercopa Libertadores, 98-01 Copa Mercosul, 02-09 Copa Sul-Americana.

[editar] Elenco atual

Atualizado em 07 de novembro de 2009.

Legenda

Captain: Atual capitão

Emprestado: Empréstimo

Goleiros
Jogador
1 Bandeira do Brasil Fábio
12 Bandeira do Brasil Andrey
24 Bandeira do Brasil Rafael
Zagueiros
Jogador Pos.
4 Bandeira do Brasil Thiago Heleno Z
13 Bandeira do Brasil Léo Fortunato Z
23 Bandeira do Brasil Gustavo Z
22 Bandeira do Brasil Leonardo Silva Z Capitão
Bandeira do Brasil Gil Z
3 Bandeira do Brasil Luizão Z
33 Bandeira do Brasil Cláudio Caçapa Z
Laterais
Jogador Pos.
2 Bandeira do Brasil Jonathan LD
14 Bandeira do Brasil Jancarlos LD
16 Bandeira do Brasil Diego Renan LD
Bandeira do Brasil Patric LD
6 Bandeira do Brasil Athirson LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Bandeira do Brasil Fabrício V
7 Bandeira do Brasil Marquinhos Paraná V
8 Bandeira do Brasil Henrique V
17 Bandeira do Brasil Elicarlos V
21 Bandeira do Brasil Fabinho V
16 Bandeira do Brasil Bernardo M
20 Bandeira do Brasil Leandro Lima M
15 Bandeira do Brasil Fernandinho M
10 Bandeira do Brasil Gilberto M
Atacantes
Jogador
19 Flag of Ecuador.svg Guerrón
30 Bandeira do Brasil Kléber
Bandeira do Brasil Soares
11 Bandeira do Brasil Thiago Ribeiro
9 Bandeira do Brasil Wellington Paulista
18 Bandeira do Brasil Eliandro
Técnico
Bandeira do Brasil Adílson Batista


[editar] Transferências 2009

Saídas
  Jogador Clube de destino
Fairytale left red.png Bandeira do Brasil Gérson Magrão Flag of Ukraine.svg Dínamo de Kiev
Fairytale left red.png Bandeira do Brasil Ramires Bandeira de Portugal Benfica
Fairytale left red.png Bandeira do Brasil Wagner Flag of Russia.svg Lokomotiv Moscou
Fairytale left red.png Bandeira do Brasil Anderson Flag of France.svg Lyon
Fairytale left red.png Bandeira do Brasil Zé Carlos Bandeira do Brasil Portuguesa
Fairytale left red.png Bandeira do Brasil Rômulo Bandeira do Brasil Coritiba
Entradas
  Jogador Clube anterior
Fairytale right.png Bandeira do Brasil Gilberto Bandeira da Inglaterra Tottenham
Fairytale right.png Bandeira do Brasil Leandro Lima Bandeira de Portugal Vitória de Setúbal
Fairytale right.png Flag of Ecuador.svg Guerrón Flag of Spain.svg Getafe
Fairytale right.png Bandeira do Brasil Gil Bandeira do Brasil Atlético-GO
Fairytale right.png Bandeira do Brasil Luizão Flag of Uzbekistan.svg Bunyodkor
Fairytale right.png Bandeira do Brasil Cláudio Caçapa Bandeira da Inglaterra Newcastle
Fairytale right.png Bandeira do Brasil Patric Bandeira de Portugal Benfica
Fairytale right.png Bandeira do Brasil Fabinho Bandeira do Brasil Corinthians

[editar] Símbolos

[editar] Uniforme

Uniforme titular

Camisa azul, com o calção e as meias são igualmente brancas. Até 1999 as cinco estrelas da constelação do Cruzeiro ficavam na altura do peito. Em 2000 foram substituídas pelo escudo oficial do clube que permaneceu até 2007. Em 2008, as estrelas livres no peito, retornaram e se encontram até hoje.

Uniforme Reserva

Camisa branca, com o calção e as meias azuis.

[editar] Mascote

O mascote do Cruzeiro é a raposa. Foi desenhada pelo chargista Fernando Pieruccetti (mais conhecido como Mangabeira) no ano de 1945, que se inspirou em Mário Grosso, ex-presidente, conhecido por sua esperteza e astúcia no comando dos negócios do Clube.

[editar] Estrutura

Bar temático do Cruzeiro, na avenida do Contorno.

Com menos de cem anos de vida, o Cruzeiro pode orgulhar-se de ser um dos clubes do Brasil com maior e melhor estrutura, tanto para seus sócios, quanto para os atletas. Para isso, dispõe de dois centros de treinamentos (um para os jogadores profissionais e um para as categorias de base), uma sede administrativa e os complexos esportivos (sede urbana e sede campestre).

  • Toca da Raposa I: Inaugurada na gestão de Felicio Brandi, até 2002 servia como centro de treinamento da equipe profissional. Hoje em dia é dedicada exclusivamente às divisões de base.
  • Toca da Raposa II: Inaugurada em 2002, e direcionada exclusivamente para os jogadores profissionais, pode ser considerado um dos três melhores centros de treinamento da América Latina.
  • Sede Administrativa: Inaugurado em 5 de agosto de 2003, o prédio localizado no Barro Preto ocupa uma área de 4300 m². O edifício possui oito andares, que abrigam todos os setores administrativos do clube. Projetado pelo arquiteto Fernando Oliveira Graça, o prédio é todo revestido de vidro azul laminado, espelhado, ajustado a uma torre de circulação vertical revestida em porcelanato branco. A sede destaca as cores oficiais do clube. Sua estrutura física abriga uma garagem coberta para 54 veículos e um hall para os serviços de atendimento aos sócios. Do quarto ao sexto andares, funcionam os setores de Relações Públicas, Marketing, Tecnologia, Superintendências, Gerência Administrativa, Departamento de Pessoal, Contabilidade, Financeiro, Compras e Cobranças. No sétimo andar, estão instalados os gabinetes do presidente, dos vice-presidentes, sala de reuniões e sala da Presidência do Conselho. No oitavo andar, fica a sala de reuniões do Conselho Deliberativo e área de treinamento pessoal.
  • Sede Campestre: Ocupa um terreno de 60 mil metros quadrados na região da Pampulha. As obras foram concluídas no final da década de 1970. Hoje, a Sede Campestre do Cruzeiro é um complexo esportivo com 7 piscinas, 6 quadras de futebol de salão e basquete, um campo de futebol society com grama sintética, 3 quadras de vôlei, 14 quadras de peteca, dois campos de futebol com dimensões menores, também com gramado sintético, ginásio, canchas de bocha, pistas de boliche, salão de jogos, sauna, bares, restaurantes, salão de festas e estacionamento. O associado conta, ainda, com um centro de recuperação física.
  • Sede Urbana: O espaço de lazer - Parque Esportivo Barro Preto - foi inaugurado em 1985 durante a administração Benito Masci. Nasceu em um local histórico, o estádio Juscelino Kubitschek, onde no passado o Cruzeiro alcançou suas primeiras conquistas. Pela localização privilegiada, o número de associados foi aumentando durante os anos. Hoje, a estrutura conta com três piscinas semi-olímpicas, sendo duas com aquecimento, três piscinas infantis, quatro quadras poliesportivas, sete quadras de peteca, restaurante e um ginásio coberto. Na administração Alvimar de Oliveira Costa, que se iniciou em 2003, o complexo passa por uma reforma para oferecer maior conforto aos freqüentadores.

[editar] Torcida

Mineirão em jogo do Cruzeiro.

Já em 26 de março de 1931, o jornal Estado de Minas publicou resultado parcial de uma enquete (os votos eram depositados em urnas) que ajuda a compreender o porte das torcidas de Belo Horizonte naquela época. Computados mais de 800 votos, os resultados apontavam: Atlético, 46,2%; Cruzeiro (na época ainda denominado Palestra), 35,9%; e América, 10,8%..[6]

Na edição de 31 de dezembro de 1971, a revista Placar publicou pesquisa feita, em Belo Horizonte, pelo Instituto Gallup. O resultado já indicava uma tendência de inversão na ordem das maiores torcidas da cidade: Atlético, 43%; Cruzeiro, 42%; e América, 5%. Na faixa entre 10 e 17 anos, o Cruzeiro já liderava com 46% contra 44% do rival Atlético.[7]

A torcida do Cruzeiro, de acordo com pesquisa realizada pelo instituto Ibope à pedido do jornal esportivo Lance! em 2007, é hoje a maior do estado de Minas Gerais e a 6ª do Brasil, com 7,5 milhões de fanáticos espalhados pelo Brasil.

A 6ª posição no ranking das torcidas brasileiras garante também ao Cruzeiro a posição de 1ª torcida do Brasil entre os times fora do eixo Rio-São paulo, o que é bastante significativo uma vez que os times desse eixo recebem historicamente uma maior atenção e cobertura da mídia.

Em uma outra pesquisa de opinião, publicada no jornal Estado de Minas, em 10 de dezembro de 2005, a torcida do Cruzeiro também apareceu como a maior de Belo Horizonte, com 48% de preferência entre os belorizontinos.

[editar] Maiores públicos do Cruzeiro

  • Partidas em Belo Horizonte
    • Exceto clássicos estaduais contra o Atlético (10 acima de 100.000)
  1. Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova, 132.834, 22 de janeiro de 1997 (76.632 pgts.)
  2. Cruzeiro 0 x 0 Bayern München, 117.000, 21 de dezembro de 1976 (113.715 pgts.)
  3. Cruzeiro 3 x 1 Portuguesa, 103.294, 29 de outubro de 1998 (90.482 pgts.)
  4. Cruzeiro 1 x 0 Sporting Cristal, 102.000, 29 de agosto de 1997 (95.742 pgts.)

[editar] Torcidas organizadas

  • Cachazeiros
  • Cervezeiros
  • Comando Azul
  • Cru-Chopp(Santa Tereza)
  • Cruzita (Itabira)
  • Fanáti-Cruz
  • Força Atuante Celeste (FAC)
  • Fúria Azzurra
  • Gaviões Celestes
  • Máfia Azul
  • Mancha Azul

[editar] Ídolos

Alguns jogadores que se destacaram na história do clube:

 

[editar] Presidentes

[editar] Treinadores

[editar] Rivalidades

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Cruzeiro x Atlético

O Cruzeiro tem rivais estaduais, regionais e internacionais.

[editar] Recordes

  • O Cruzeiro é o único clube Brasileiro a conquistar, no mesmo ano, o Campeonato Estadual e as duas principais competições do país: Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Feito ocorrido em 2003.
  • O Cruzeiro é o único time Brasileiro a conquistar pelo menos um título por ano durante 15 anos consecutivos (1990-2004). Esta façanha até então só havia sido conseguida por grandes clubes europeus, como Real Madrid e Manchester United.
  • O Cruzeiro é o primeiro time a vencer o Campeonato Brasileiro de Futebol no modelo de pontos corridos e o único a atingir a marca de 100 pontos.
  • Juntamente com Flamengo e Internacional, o Cruzeiro é um dos 3 clubes que disputou todas as edições do Campeonato Brasileiro na Série A.
  • Maior vencedor da Copa do Brasil juntamente com o Grêmio com 4 conquistas.
  • Maior média de público na história de um torneio na história do futebol: 73.000 pagantes por jogo na Supercopa de 1992.[carece de fontes?]
  • Recorde de público pagante numa final de Taça Libertadores da América: 95.472 pessoas na partida contra o Sporting Cristal, em 1997.
  • Segundo maior público pagante numa final de Copa do Brasil: 85.841 pessoas na partida contra o São Paulo, em 2000, atrás apenas de Botafogo 0 a 0 Juventude, em 1999, que teve 101.581 presentes (90.217 pagantes).
  • Recorde absoluto de público presente em uma partida no Mineirão, 132.834 pessoas na partida contra o Villa Nova/MG realizada em 22 de Junho de 1997.
  • Em 1984 o Cruzeiro ficou com a posse definitiva da Taça Minas Gerais (instituída pela Federação Mineira em 1973) por tê-la conquistado três vezes consecutivas.
  • O Cruzeiro é o melhor time brasileiro do século XX e o 7° melhor da America Latina de acordo com a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS).[8][9][10]
Maiores artilheiros

* Jogadores com mais de 50 gols.

Goleadores
Pos. Atleta Gols Pos. Atleta Gols Pos. Atleta Gols
Tostão 242 Gol marcado 13º Nelinho 105 Gol marcado 25º Hamilton 71 Gol marcado
Dirceu Lopes 223 Gol marcado 14º Tostão II 97 Gol marcado 26º Natal 71 Gol marcado
Niginho 207 Gol marcado 15º Pelau 94 Gol marcado 27º Seixas 65 Gol marcado
Bengala 168 Gol marcado 16º Sabu 90 Gol marcado 28º Alex 64 Gol marcado
Marcelo Ramos 162 Gol marcado 17º Cleison 87 Gol marcado 29º Elmo 64 Gol marcado
Ninão 156 Gol marcado 18º Guerino 86 Gol marcado 30º Roberto César 64 Gol marcado
Palhinha 145 Gol marcado 19º Orlando 84 Gol marcado 31º Carlinhos 60 Gol marcado
Alcides 144 Gol marcado 20º Zé Carlos 83 Gol marcado 32º Áureo 58 Gol marcado
Joãozinho 118 Gol marcado 21º Abelardo 82 Gol marcado 33º Ronaldo 56 Gol marcado
10º Raimundinho 111 Gol marcado 22º Mauro 79 Gol marcado 34º Edmar 55 Gol marcado
11º Roberto Batata 110 Gol marcado 23º Fábio Júnior 79 Gol marcado 35º Fred 55 Gol marcado
12º Evaldo 108 Gol marcado 24º Dirceu 72 Gol marcado


Jogadores que mais atuaram

* Jogadores que atuaram em mais de 400 jogos

Mais Jogos
Pos. Atleta Jogos Pos. Atleta Jogos
Zé Carlos 619 Ademir 440
Dirceu Lopes 601 Ricardinho 439
Piazza 556 10º Palhinha 434
Raul 549 11º Vavá 411
Eduardo 244 12º Nelinho 410
Vanderlei 526 13º Adelino 409
Joãozinho 471 14º Darci 402


[editar] Livros sobre o Cruzeiro

  • SÉRIE L! GRANDES CLUBES 2005 - Cruzeiro, O Orgulho de Minas Gerais. Areté Editorial S.A. ISSN 1676-1537. (2005) 90 p.
  • BARRETO, Plínio e BARRETO, Luiz Otávio Trópia (2001) De Palestra a Cruzeiro - Uma Trajetória de Glórias.
  • BARRETO, Plínio - Futebol No Embalo da Nostalgia. Belo Horizonte: 1978 Edit. Santa Edwiges, 202p.
  • MATTOS, Amir - O Time do Meu Coração (Cruzeiro Esporte Clube). Belo Horizonte: Leitura, 2008.
  • SANTANA, Jorge - Páginas Heróicas: Onde a Imagem do Cruzeiro Resplandece. São Paulo: DBA, 2003. 200 p.
  • RIBEIRO, Henrique - Almanaque do Cruzeiro. Belo Horizonte: 2007. 560 p.
  • VICINTIN, Bruno B. - Jogos Imortais. Belo Horizonte: 2007. 360 p. ABC, ISBN978-85-60612-00-0

Referências

[editar] Ver também

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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[editar] Ligações externas