Raul Plassmann

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Raul Plassmann
Informações pessoais
Nome completo Raul Guilherme Plassmann
Data de nasc. 27 de setembro de 1944 (69 anos)
Local de nasc. Antonina (PR),  Brasil
Apelido Velho
Informações profissionais
Posição Goleiro
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
19631964
1964–1965
1965–1978
1978–1983
Brasil Atlético Paranaense
Brasil São Paulo
Brasil Cruzeiro
Brasil Flamengo

9 (-?)
557 (-?)
228 (-219)
Seleção nacional
19751980 Brasil Brasil 8 (-7)
Times que treinou
1987
2003
2004
Brasil Cruzeiro
Brasil Juventude
Brasil Londrina

Raul Guilherme Plassmann, mais conhecido como Raul Plassmann (Antonina, 27 de setembro de 1944), é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como goleiro.[1]

Depois que parou de jogar, também se tornou comentarista esportivo, em particular na Rede Globo.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Atlético-PR e São Paulo[editar | editar código-fonte]

Começou sua carreira no Atlético Paranaense, mas logo transferiu-se para o São Paulo. Contudo, pouco utilizado no tricolor paulista, acabou trocando de clube, em 1965, quando foi para o Cruzeiro.

Cruzeiro[editar | editar código-fonte]

E foi aí, em Minas Gerais, que Raul conseguiu demonstrar todo seu potencial, frente à meta. Imortalizado por suas famosas camisas amarelas, acabou se tornando um grande ídolo para a torcida cruzeirense. Jogou treze anos seguidos no clube, suas principais glórias no clube celeste foram, 9 títulos mineiros, 1 título brasileiro e 1 título da Libertadores.

Polêmica[editar | editar código-fonte]

Na sua estreia pelo Cruzeiro, em 1965, como não havia uma camisa de goleiro que vestisse em Raul, esse teve de tomar emprestada uma camiseta amarela. Na época, o uniforme preto era padrão de todos os goleiros, de modo que a camisa amarela de Raul acabou chamando muita atenção.

Foi um goleiro que nunca se deixou abater e começou a se destacar com boas atuações. Dessa forma, o que antes fora motivo de escárnio, passou a ser encarado como um talismã pela torcida cruzeirense e, assim, não pôde mais abandonar o uniforme amarelo.

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Em 1978, foi para o Flamengo, tendo integrado, ao lado de Zico, Júnior, Leandro, Tita e Andrade, entre outros grandes nomes, o time rubro-negro da época.

Encerrou sua carreira profissional, em 1983, ainda jogando pelo Flamengo onde tomou seu último gol em um Fla-Flu histórico onde, Assis, marcou para o Fluminense aos 45 minutos da etapa final.

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Apesar de ter brilhado, tanto no Cruzeiro, como no Flamengo, disputou somente 17 partidas pela Seleção Brasileira, entre 1975 e 1980.

Esteve perto de participar da Copa do Mundo de 1982, no entanto, o treinador Telê Santana acabou optando pela convocação de Valdir Peres, Paulo Sérgio e Carlos, deixando-o de fora.

Comentarista, treinador e dirigente[editar | editar código-fonte]

Depois que encerrou a carreira de futebolista, tornou-se comentarista esportivo da Rede Globo, onde permaneceu muitos anos.

Em 1987, iniciou a carreira de treinador à frente do Cruzeiro, mas sem sucesso.

Continuou trabalhando como comentarista, até que voltou a atuar como treinador, em 2003, no Juventude, porém sem grande destaque. Em 2004, tornar-se dirigente do Londrina.

Pouco tempo depois, contudo, desistiu de ser cartola e voltou a trabalhar como comentarista esportivo na Rede Record e Rádio CBN, nas filiais de Curitiba e, mais tarde, reintegrou-se à Rede Globo, quando passou a trabalhar para os canais SporTV e PFC.

Em 2011, voltou ao Cruzeiro. Dessa vez, para trabalhar nas categorias de base do clube como o responsável pela subida de categoria dos atletas "pratas da casa".

Títulos[editar | editar código-fonte]

Atletico-PR
Cruzeiro
Flamengo
Seleção Brasileira

Referências

  1. Perfil (em português). Sambafoot.com. Página visitada em 8 de janeiro de 2012.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
João Avelino "71"
Treinador do Cruzeiro
1987
Sucedido por
Paulinho de Almeida