Esporte Clube Siderúrgica

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Siderúrgica
Nome Esporte Clube Siderúrgica
Alcunhas Esquadrão de Ferro
Mascote Tartaruga
Fundação 31 de Maio de 1930 (81 anos)
Estádio Praia do Ó
Capacidade 1.000
Localização Sabará, MG
Presidente Brasil Valtencir Tarabal
Treinador Brasil Renato Trindade
Competição
(Futebol)
Minas Gerais Campeonato Mineiro - Segunda Divisão
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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O Esporte Clube Siderúrgica é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Sabará, no estado de Minas Gerais. É proprietário do Estádio Eli Seabra Filho, que tem como mascote uma Tartaruga (criação do cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira [1], por encomenda do jornal 'Folha de Minas, em 1943) e ostenta como suas cores, o azul e o branco.

Índice

[editar] História

O Siderúrgica foi fundado no dia 31 de maio de 1930, por iniciativa de funcionários da Usina Siderúrgica Belgo-Mineira. O estatuto do clube foi elaborado por uma comissão de 10 membros, presidida por Felicio Roberto, que ocupou o cargo de primeiro presidente da história do Siderúrgica.

O primeiro campo de futebol foi construído em terreno da Praia do Ó, doado pelo Recreio Club Siderúrgica, e com o patrocínio da Belgo-Mineira. A primeira partida aconteceu em 17 de agosto de 1930, contra o Alves Nogueira F.C., no campo deste, atual PRAESA, em Sabará, quando o Siderúrgica perdeu para o Alves Nogueira Futebol Clube por 7x5.

Em 1931, filiou-se a Liga Mineira de Desportos Terrestres e disputou seu primeiro torneio oficial, conquistando o título de Campeão da 2ª Divisão de Amadores em 1932. Em 1933, fez sua primeira partida como profissional, vencendo o Palestra Itália, atual Cruzeiro, pelo placar de 2 a 1, tornando-se campeão mineiro já em 1937.

O Siderúrgica foi o último campeão mineiro antes do início da Era Mineirão, ao vencer o América no Estádio da Alameda por 3 a 1. O time campeão foi Djair, Geraldinho, Chiquito, Ze Luiz e Dawson Laviolla; Edson e Paulista; Ernani, Silvestre, Noventa (Aldeir) e Tião Cavadinha.

Durante a histórica campanha da Tartagura, o time de Sabará sofreu apenas uma derrota, para o Cruzeiro, no Barro Preto, por 1 a 0, com um gol do jovem Tostão, muito reclamado pelo Siderúrgica, pois este teria sido feito em impedimento.

Pela Taça Brasil de 1965, o Siderúrgica foi o primeiro clube de Minas Gerais a jogar uma partida interestadual no recém inaugurado Mineirão.

No Campeonato Mineiro de 1965, o Siderúrgica terminou na terceira colocação.

Rebaixado no Campeonato Mineiro de 1966 e vindo a perder em 1967 o apoio financeiro da Belgo-Mineira, o clube havia extinguido o seu departamento de futebol Profissional.

Depois de 26 anos desativado, voltou a disputar, em 1992 e 1997, o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, mas sem o mesmo sucesso do passado.

Em 2007, volta a disputar o futebol profissional, integrando o Campeonato Mineiro de Futebol da Segunda Divisão de 2007. Realiza um campeonato ruim, terminando em último em seu grupo, e sendo eliminado logo na primeira fase.

Em 2011, o clube novamente se inscreveu para a disputa do Campeonato Mineiro de Futebol da Segunda Divisão de 2011, reacendendo a expectativa dos mineiros de assistirem ao retorno deste tradicional clube à elite estadual

[editar] Títulos

[editar] Estaduais


* Campeão Invicto.

[editar] Outras Conquistas

[editar] Ídolos

  • Michel Spadano - Um dos ídolos do time campeão de 1937, centroavante.
  • Ceci O diabolico "center" (Moacyr Paes Leme de Oliveira) 1941/42
  • Paulo Florêncio - Participou da Seleção Brasileira que disputou o campeonato sul-americano em 1942.
  • Djair - Goleiro, apesar de seu 1,68 m, jogou no clube na década de 1960, sendo campeão mineiro em 1964.
  • Mário de Lima Pereira - Centro-avante, artilheiro do campeonato de 1964, oriundo do Clube Atlético Mineiro.
  • Tião - Ponta-esquerda do grande time da década de 1960, jogou ainda no Vasco e foi campeão brasileiro pelo Atlético-MG em 1971.

Referências

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