Esporte Clube Democrata

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Democrata GV
Nome Esporte Clube Democrata
Alcunhas Pantera
Torcedor/Adepto Democratense
Fundação 13 de fevereiro de 1932 (82 anos)
Estádio Mamudão
Capacidade 7.500
Localização Governador Valadares, MG
Presidente Brasil Edvaldo Soares
Treinador Brasil Gilmar Estevam
Patrocinador Brasil Rancho Miura
Material esportivo Brasil Kickball
Competição Minas Gerais Campeonato Mineiro
Divisão 2011 Minas Gerais Campeonato Mineiro, 11º colocado
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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O Esporte Clube Democrata (conhecido por Democrata de Governador Valadares) é um clube brasileiro de futebol, com sede na cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais.

Realiza seus jogos em estádio próprio, o José Mammoud Abbas, também conhecido como "Mamudão", com capacidade para 8.764 pessoas. O nome do estádio é uma homenagem a José Mammoud Abbas, ex-presidente do Democrata, já falecido, responsável, entre outras coisas, pela construção das arquibancadas metálicas no ano de 1981.

História[editar | editar código-fonte]

O Democrata foi fundado no dia 13 de fevereiro de 1932. A maior façanha de sua história foi o segundo lugar no Campeonato Mineiro de 1991. É um dos clubes mais tradicionais de Minas Gerais, figurando entre os 10 clubes do interior com maior número de participações no Campeonato Mineiro.

O "Expresso do Vale"[editar | editar código-fonte]

Nascido como uma dissidência do extinto Flamengo Football Club, o Democrata dedicou-se nas suas primeiras décadas de vida a competições amadoras em Governador Valadares (chamada de "Figueira do Rio Doce" até 1938) e região, mas ocasionalmente enfrentava em amistosos grandes equipes do futebol nacional, como por exemplo o Botafogo de Mané Garrincha. Nos anos 40, o Democrata formou uma equipe memorável, que excursou pelas cidades vizinhas do Vale do Rio Doce conquistando bons resultados e um longo período de invencibilidade; esta equipe ficou conhecida como "Expresso do Vale".

Neste período, o Democrata desenvolveu uma acirrada rivalidade com outra equipe de Governador Valadares, o Clube Atlético Pastoril. Ambas as equipes flertaram com o profissionalismo durante a década de 1960, mas somente o Democrata conseguiu prosperar após o fim do amadorismo.

Primeiras Participações no Campeonato Mineiro[editar | editar código-fonte]

O clube estreou na primeira divisão do Campeonato Mineiro em 1969, a convite da Federação Estadual. A partida que marcou a estreia do Democrata na elite do futebol mineiro foi contra a Usipa, de Ipatinga, no dia 26/01/1969, no Mamudão, e terminou em empate por 0 a 0. Ao final do campeonato, o Democrata foi apenas o 13º colocado. Mas foi a partir dos anos 80 que o Democrata tornou-se frequentador assíduo da elite do futebol mineiro, participando de todas as edições do campeonato, exceto após ter sido rebaixado em duas ocasiões: em 1987 e 2001, quando disputou, por curtos períodos, a segunda divisão.

Em 1980 e 1982, o Democrata chegou à fase final do Campeonato Mineiro, que contava com 8 equipes. No segundo turno do Campeonato de 1984, o Democrata foi o 4º colocado e enfrentou o Atlético pela semifinal do segundo turno, sendo eliminado com duas derrotas, em Governador Valadares, e no Mineirão.

O primeiro título oficial do Democrata em competições estaduais foi a Taça Minas Gerais de 1981, quando, na final, derrotou o Uberlândia. Na época, a Taça Minas Gerais correspondia a uma das fases do Campeonato Mineiro.

Tetracampeão do interior e vice-campeão Estadual[editar | editar código-fonte]

O período de maior sucesso do Democrata no Campeonato Mineiro foi entre 1991 e 1994, quando foi o melhor time do interior mineiro (excluindo os clubes de Belo Horizonte: Atlético, Cruzeiro e América) por 4 anos consecutivos, conquistando o título de "Tetra-Campeão do Interior". Foi neste mesmo período que o Democrata conquistou o vice-campeonato mineiro de 1991, ficando atrás apenas do campeão Atlético e à frente de Cruzeiro e América. O vice-campeonato rompeu um longo período de hegemonia dos times da Capital, que monopolizavam as duas primeiras posições do Campeonato desde 1964 - portanto, desde antes da construção do Mineirão.

Em 1991, a fase final do Campeonato foi disputada por seis equipes: Democrata-GV, Atlético, Cruzeiro, América, Rio Branco de Andradas e Esportivo de Passos. O Democrata fez boa campanha, vencendo 4 dos 5 confrontos disputados no Mamudão, inclusive diante dos poderosos Cruzeiro (2 a 0) e América (3 a 0), mas na última rodada sucumbiu ao Atlético no Mineirão, sendo derrotado por 2 a 0 e dando adeus ao sonho do título estadual. Além do vice-campeonato, o Democrata consagrou o artilheiro do campeonato: Gilmar, com 14 gols.

O time-base do Democrata vice-campeão de 1991 era: Sílvio; Borges, Parreira, Walmir e Baiano; Toninho, Marcelo Alves (Coqui), Amando (Quirino) e Edinho (Páscoa); Gilmar Estevam e Élder. O técnico era José Maria Pena.

Em 1993, o Democrata classificou-se novamente para a fase decisiva do Campeonato Mineiro, desta vez disputada por 4 equipes: os três grandes de Belo Horizonte (Atlético, Cruzeiro e América), além do Democrata. Porém, o time de Governador Valadares não conseguiu repetir a façanha de dois anos antes e terminou o quadrangular em último lugar, atrás dos três grandes. A partida que decidiu o Campeonato daquele ano foi disputada, pela primeira vez na História, no Mamudão, entre Democrata e América. O Democrata já não tinha mais chances e foi batido pelo América, que quebrou um longo jejum de títulos que vinha desde 1971.

Ganhando Projeção Nacional: Série B e Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

Após a conquista do vice-campeonato estadual em 1991, o Democrata garantiu participação na Copa do Brasil do ano seguinte, figurando pela primeira vez em sua história em uma competição nacional. Porém, o Democrata caiu logo na primeira fase, com um empate em casa e uma derrota em Curitiba contra o Paraná Clube.

O Democrata voltou a participar de uma competição nacional em 1994, quando substituiu o América-MG na Série B do Campeonato Brasileiro. Naquele ano, o América-MG estava cumprindo uma suspensão imposta pela CBF, e o Democrata, na condição de principal força do interior mineiro, ficou com a vaga do Coelho na competição. Porém, o time já não conseguiu repetir o mesmo sucesso do Campeonato Mineiro jogando contra equipes de outros Estados.

A primeira fase Série B era composta por 4 grupos de 6 times separados por critérios geográficos, de forma a diminuir despesas com viagens. Mesmo com esta divisão, o Democrata teve que arcar com longas viagens para o Nordeste do Brasil, que pesaram nas finanças do clube. Os resultados, por outro lado, foram magros: o Democrata jamais passou da 1ª fase da competição. Somando as duas participações (1994 e 1995), o Democrata fez 20 partidas pela Série B e venceu apenas 2 vezes, curiosamente sobre o mesmo time - o Santa Cruz de Recife - a primeira fora de casa, em 1994, a segunda no Mamudão, no ano seguinte. Mesmo vencendo apenas uma vez em 1994, o Democrata se salvou do rebaixamento à Série C, naquele ano, graças a nada menos que 7 empates conquistados nas outras 9 partidas.

O Democrata participou também da Copa do Brasil de 1995, a convite da CBF. Novamente, o time de Governador Valadares se beneficiou com a suspensão imposta ao América-MG, candidato natural à vaga graças à 3ª posição no Campeonato Mineiro do ano anterior. Na fase preliminar, o Democrata eliminou o Goiás com uma vitória por 2 a 0 no Mamudão e uma derrota por 1 a 0 em Goiânia. O confronto seguinte foi contra o Vitória, e o Democrata mais uma vez surpreendeu os visitantes com um 3 a 2 no Mamudão. Esta vitória foi particularmente marcante, já que o Vitória havia sido recentemente vice-campeão brasileiro, em 1993. Porém, na partida de volta o Democrata foi batido por 2 a 0 no Barradão, em Salvador, e deu adeus à Copa do Brasil.

Crise financeira e decepções em 1998 e 1999[editar | editar código-fonte]

Apesar dos sucessos dentro de campo e do expressivo crescimento da torcida - auto-intitulada "A Maior do Interior" - o Democrata sofria com a falta de apoio do poder público e dos empresários de Governador Valadares. Assim, o clube foi acumulando dívidas ao mesmo tempo em que progredia no futebol. A partir de 1995 a situação financeira passou a influenciar negativamente o desempenho da equipe, que só escapou do rebaixamento no Campeonato Mineiro na última rodada, ao golear o Rio Branco de Andradas por 5 a 0 em Governador Valadares.

No Brasileiro da Série B daquele ano, o Democrata fez uma campanha sofrível, com direito a uma derrota por 4 a 0 em pleno Mamudão diante do Central de Caruaru (PE) que viria a ser semifinalista da daquele ano, somando apenas 5 pontos em 10 partidas e sendo rebaixado à Série C como o pior dos 24 participantes da Série B.

No início de 1996, o Democrata ameaçou desistir do Campeonato Mineiro se não conseguisse patrocínios junto ao empresariado de Governador Valadares. A situação foi contornada a tempo, mas a campanha do Democrata foi apenas mediana, insuficiente para chegar à fase final mas livre do rebaixamento ao Módulo II. Porém, para evitar despesas com viagens, o Democrata abriu mão de disputar a Série C do Campeonato Brasileiro.

Depois de outra campanha medíocre no Estadual de 97, o Democrata voltou a empolgar sua torcida no campeonato seguinte, quando recebeu patrocínio de uma empresa de loterias da região. O time terminou a primeira fase em 3º lugar, sem perder nenhuma partida em casa. Nas quartas-de-final, enfrentou o América, que havia sido o 6º colocado na primeira fase. Mais uma vez, o Democrata deu adeus ao sonho do título com uma derrota por 1 a 0 no Independência e um empate no Mamudão por 1 a 1, numa partida em que arbitragem foi bastante contestada. Após a eliminação, a parceria com a empresa de loterias foi rompida, e o clube voltou à situação de penúria financeira.

O Campeonato de 1999 apresentou uma mudança na forma de disputa: os três clubes da Capital (Atlético, Cruzeiro e América), juntamente com o Villa Nova, entrariam apenas na 2ª fase. A 1ª fase seria disputada pelas 8 equipes restantes do interior, classificando-se as 4 melhores para a 2ª fase, e a campeã recebendo o título da Taça Minas Gerais e uma cobiçada vaga na Copa do Brasil do ano seguinte. Mesmo com uma equipe mais modesta em relação à de 1998, o Democrata despontou como favorito para a conquista da Taça, fazendo uma campanha invicta até 3 rodadas para o fim. No entanto, o Democrata fez o que parecia impossível: foi derrotado nas 3 últimas partidas, a última delas para a URT em pleno Mamudão por 2 a 1, quando bastava o empate. A URT descontou uma diferença de 8 pontos nas 3 últimas rodadas, conquistando a Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil. Na 2ª fase, o Democrata fez uma campanha irregular e terminou em 5º.

Neste período, mesmo com a crise financeira, o Democrata não deixou de revelar novos talentos para o futebol, como por exemplo o zagueiro Lúcio e os atacantes Fábio Júnior, Ronniê, Tico Mineiro, Wilson Mineiro e Peres, lembrando ainda do inesquecivel treinador ( aux-tec) Deck Barbosa, que com o time feminino, Democrata-Dom felippe fez historia no esporte local. Dando inicio assim ao futebol feminino na cidade.

Declínio e Rebaixamento ao Módulo II[editar | editar código-fonte]

A mesma forma de disputa foi mantida para 2000, porém desta vez a URT ganhou com folgas o título da Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil; o Democrata limitou-se a garantir a classificação para a segunda fase do campeonato. Na segunda fase, livre dos riscos de rebaixamento, o Democrata somou aos seus problemas uma epidemia de Dengue que assolou vários jogadores do elenco. Com o time "dengoso", o Democrata perdeu 11 das 14 partidas e terminou em último lugar dentre os 8 participantes da segunda fase - um mau prenúncio para o ano seguinte.

Depois de tantos altos e baixos, com os cofres praticamente vazios e as rendas de bilheteria sendo frequentemente penhoradas para o pagamento de dívidas, o Democrata teve seu inevitável encontro com o rebaixamento no Campeonato de 2001, ao terminar a primeira fase como o penúltimo colocado dentre os 12 participantes. A partida que selou o destino do Democrata rumo ao Módulo II aconteceu em 7 de Abril de 2001, no Mamudão, em que o Democrata foi batido pelo América por 1 a 0.

Retorno ao Módulo I, Participação na Série C e Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

O rebaixamento e a crise financeira forçaram uma mudança na direção do clube: Langlebert Drumond "passou o bastão" para a dupla Luís Bento de Macedo e Edvaldo Soares. Porém, os resultados dentro de campo não apareceram de imediato, e a Pantera amargou um 2002 frustrante, eliminada do Módulo II ainda na 1ª fase, realizando meras 6 partidas, 3 empates e uma única vitória, marcando apenas 2 gols em toda a competição. A "temporada" do Democrata havia durado apenas 1 mês.

Em 2003, o clube sagrou-se campeão mineiro de juniores. Com o título estadual, os juniores conquistaram o direito de participar da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2004, onde caíram na primeira fase. Porém, os jovens talentos formados no Mamudão formariam a base do time que lutaria pelo retorno ao Módulo I nos anos seguintes.

Em 2005, ao vencer o Campeonato Mineiro de Futebol - Módulo II - equivalente à segunda divisão estadual - conseguiu retornar ao Módulo I da primeira divisão, quatro anos após o rebaixamento. O Democrata sagrou-se campeão batendo o tradicional adversário Rio Branco de Andradas por 2 a 1, na última rodada da fase final, diante de um Mamudão lotado. A torcida vibrou muito com o acesso e com o título, o primeiro desde a Taça Minas Gerais de 1981.

Em 2007, o clube fez uma ótima campanha no Campeonato Mineiro, graças a uma parceria com o Clube Atlético Mineiro, ficando em 3º lugar e garantindo a sua participação no Campeonato Brasileiro da Série C daquele mesmo ano e na Copa do Brasil do ano seguinte.

O grupo do Democrata na primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C contou com Villa Nova (MG), Juventus (SP) e Madureira (RJ). Para a segunda fase, classificaram-se Villa Nova (MG) e Democrata. O Democrata foi eliminado na segunda fase, num grupo que contava com Roma (PR), Bragantino (SP) e Esportivo (RS).

O Bragantino (SP), que se classificou para a fase seguinte, juntamente com o Esportivo (RS), acabou sendo o campeão da Série C. Importante destacar que nos confrontos com o Bragantino (SP), o Democrata perdeu em Bragança Paulista por 1x0, com um gol no último minuto do jogo, e em Governador Valadares, mesmo já estando matematicamente eliminado, fez sua mais espetacular partida: após estar perdendo por 3x0, o Democrata virou o jogo e venceu por 5x3.

Em 2008, o Democrata voltaria a enfrentar o Bragantino (SP) pela primeira fase da Copa do Brasil, vencendo a primeira partida por 3 a 1 em Governador Valadares, mas perdendo fora de casa por 2 a 1 e sendo eliminado por ter feito menos gols fora de casa.

As campanhas recentes no Campeonato Mineiro[editar | editar código-fonte]

Desde o retorno ao Módulo I em 2006, o Democrata tem alternado boas participações com campanhas pífias, mas sempre fugindo do descenso.

Em 2006, engrenou somente na metade final da primeira fase, vencendo 3 das últimas 5 partidas e terminando em 8° lugar, a 4 pontos da zona do rebaixamento. Em 2008 e 2011 , salvou-se do rebaixamento na última rodada - nas 2 ocasiões, o rival Ipatinga acabou caindo no lugar do Democrata.

Por outro lado, em 2007, 2009 e 2010, o time fez boas campanhas na primeira fase e obteve classificação para o mata-mata decisivo, chegando às semi-finais em 2007 e 2010, quando foi eliminado, nas 2 vezes, pelo Atlético-MG. Em ambas ocasiões, o time foi impedido de jogar em Governador Valadares nas semi-finais, já que o estádio Mamudão não comportava a capacidade mínima exigida pelo regulamento para esta fase. De forma controversa, a direção do Democrata optou em jogar como mandante no Mineirão, e não no Ipatingão, que seria a opção mais óbvia devido à pequena distância entre Ipatinga e Governador Valadares. Um dos motivos citados para a decisão foi a maior renda de bilheteria proporcionada pelo público do Mineirão, em relação ao público do Ipatingão.

Também devido à falta de capacidade mínima do Mamudão, o Democrata foi obrigado a jogar no Mineirão como mandante nas quartas-de-final do Campeonato Mineiro de 2009. Diante de um público ínfimo, o time de Governador Valadares foi derrotado pelo Ituiutaba e deu adeus à competição. A marcação desta partida para o Mineirão também foi cercada de controvérsia, já que o Democrata esperava poder jogar em Governador Valadares, porém não obteve a liberação das autoridades públicas para a ampliação da capacidade de seu estádio, e para piorar as coisas, o Ipatingão estava passando por reformas e também não estava liberado para a capacidade mínima necessária.

Apesar de ter obtido classificação suficiente para disputar a Série D em 2009 e 2010, o Democrata abriu mão da vaga citando falta de condições financeiras para participar da competição.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Outras Conquistas[editar | editar código-fonte]

Categoria de Base[editar | editar código-fonte]


Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 219º
  • Pontuação: 50 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Torcidas Organizadas[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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