Associação Atlética Internacional (Limeira)
| Inter de Limeira | |||||||||||||||||||||||||||
| Nome | Associação Atlética Internacional de Limeira | ||||||||||||||||||||||||||
| Alcunhas | Leão da Paulista | ||||||||||||||||||||||||||
| Mascote | Leão | ||||||||||||||||||||||||||
| Fundação | 5 de outubro de 1913 (98 anos) | ||||||||||||||||||||||||||
| Estádio | Major José Levy Sobrinho (Limeirão) | ||||||||||||||||||||||||||
| Capacidade | 18.000 | ||||||||||||||||||||||||||
| Presidente | |||||||||||||||||||||||||||
| Treinador | |||||||||||||||||||||||||||
| Patrocinador | |||||||||||||||||||||||||||
| Material esportivo | |||||||||||||||||||||||||||
| Competição | |||||||||||||||||||||||||||
| Em Janeiro | |||||||||||||||||||||||||||
| 10º colocado 26º Colocado |
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| 4º Colocado (acesso) | |||||||||||||||||||||||||||
| Ranking nacional | 67º Lugar, 247 pontos | ||||||||||||||||||||||||||
| Website | internacionaldelimeira.com.br | ||||||||||||||||||||||||||
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Associação Atlética Internacional ou Inter de Limeira, como é mais conhecida, é uma equipe brasileira de futebol da cidade de Limeira, interior do estado de São Paulo. Em 1986, tornou-se o primeiro time interiorano a sagrar-se campeão paulista. Suas cores são preta e branca. Atualmente, disputa a Série A3 (Terceira Divisão) do Campeonato Paulista.
[editar] História
(autor Marco Atílio Gimenez De Carli, publicado na Revista Campeão em Expressão, no ano de 2004) No início do século existiam em Limeira dois times de futebol. Havia o time das elites, chamado na época de almofadinhas, que se utilizavam de um campo de terra localizado nos altos da cidade, proximidades do Asilo da Mendicidade. E havia o "Barroquinha", o time do "povão", que também treinava e jogava em um campo de terra, localizado nos fins da Rua Dr. Trajano, então Rua do Comércio, subindo pelo "Bicão", onde se iniciava uma "barroca", daí a origem de seu nome. Neste local foi construído o Estádio de Vila Levy, que sediou os jogos da Inter por muito tempo. O Estádio Major José Levy Sobrinho, o "Limeirão", atual estádio da Inter, foi inaugurado em 1977.Em uma reunião vibrante e decisiva no dia 2 de outubro de 1913 no Teatro da Paz, hoje Teatro Vitória, apaixonados pelo futebol determinaram que associados e jogadores pagariam um mil réis mensais para fortalecer e tocar adiante o time do peito. Então a partir da oficialização de sua fundação em 5 de outubro do mesmo ano o "Barroquinha" se tornava a Associação Atlética Internacional. O nome da Inter surge da idéia de homenagear todas as gentes em Limeira radicadas (imigrantes japoneses, italianos, alemães, portugueses, etc.), e também copiando o nome do time já extinto da Capital Paulista que fazia sucesso nos campeonatos paulistanos.
[editar] Profissionalização
Após inúmeras reuniões, as equipes do interior paulista se tornaram profissionais e com direito a participações nos campeonatos oficiais organizados pela Federação Paulista de Futebol (FPF). Os times pioneiros foram: Guarani, Ponte Preta e Mogiana, ambos de Campinas; Palmeiras e Francana, de Franca; XV de Novembro, de Piracicaba; Rio Branco, de Americana; Botafogo, de Ribeirão Preto; Batatais; Esportiva Sanjoanense, de São João da Boa Vista; Taubaté; São Bento, de Marília (atualmente o Marília Atlético Clube) e a nossa Associação Atlética Internacional de Limeira.
A administração da FPF, Carlos Lopes, sugeriu aos 13 clubes fundadores que fizessem uma reunião com ato e solicitassem a oficialização da Série Preta, como 2ª Divisão de Profissionais. A idéia não vingou, entrando a partir de 1948, outros clubes na disputa, obrigando uma nova série. Mas o presidente da FPF, Mário Frigiuelli, proibiu a participação dos times representantes de cidades com população inferior a 50 mil habitantes na Série e a Internacional não preenchia a exigência. Assim foi formado a 2ª Divisão, em 1947 e 1948, com a Série Preta. Em sua primeira participação em campeonatos oficiais, a Internacional foi vice-campeã.
[editar] Licença Profissional e a "Era Iaquinta"
Conhecida como "Era Iaquinta", pelo fato de Benedicto Iaquinta permanecer no cargo de 1961 a 1974, a Internacional de Limeira conheceu seus principais feitos como título de Campeã da 2ª Divisão, mudanças de diretoria, além do pedido de licença do profissionalismo junto a FPF, por falta de estádio.
Em 1961, logo na primeira gestão, veio à glória com o título da Série Algodoeira, ao vencer a Internacional de Bebedouro, pelo placar de 5x0. Já no ano seguinte, o Estádio Levy, teve a sua capacidade aumentada para 3 mil pessoas através de construção de arquibancadas de madeira. Também no mesmo ano, contudo, no dia de aniversário da cidade, dia 15 de setembro, era inaugurado a nova iluminação no campo.
Dentro de campo e com competência, a "Era Iaquinta", a Internacional de Limeira conquistou o título da 2ª Divisão de Profissionais, em 1966, com direito ao acesso à Primeira Divisão, na época, ainda faltava mais um degrau para atingir a Série Especial. A partir de então, começou o drama do presidente Benecdito Iaquinta por não ter campo dentro dos padrões exigidos pela FPF. Para não perder o direito de permanecer na Primeira Divisão, fora solicitado licença a FPF até quando pudesse arrumar um campo adequado. Para tal, era preciso disputar todos os torneios amadores, além de cumprir com as obrigações financeiras como taxas de inscrições do time a FPF.
Em 1967, com grande pesar, Iaquinta deu passe livre aos jogadores para começar a campanha para a construção de um estádio própria e voltar a disputar os campeonatos oficiais da FPF dentro do prazo. E Benecdito Iaquinta encerrou a sua "Era" sem nenhuma dívida, logo após, após o lançamento da pedra fundamental do Estádio Major Levy Sobrinho, em 1974. No período de amadorismo, a Internacional conquistou 5 vezes o Campeonato Amador de Limeira, sendo, até hoje, o maior vencedor da história do torneio.
[editar] O Retorno do Leão
Uma grande reformulação e reestruturação foram suficientes para trazer a Internacional de volta ao profissionalismo. A princípio, a diretoria conseguiu um aval da FPF para disputar o seu mando de jogos na cidade vizinha de Araras, no Estádio da Usina São João. Era uma fase inacreditável de cigano, era a fase de "Circo do Veneno", pelo fato do time ser como os profissionais de circos e parques por não ter onde disputar os jogos e realizar os treinamentos. Os campos utilizados eram do Clube Paulistano, do clube Estudantes, do Clube Atlético Usina Iracema (Iracemápolis) e o da Usina São João, único aceito pela FPF. A primeira partida, na volta ao profissionalismo, foi no campo do Paulistano, contra o Piracicabano. No retorno, em 1975, a Internacional pertencia à Série B do Campeonato da Primeira Divisão.
A glória maior foi o retorno da Internacional de Limeira à Divisão Principal do Campeonato Paulista, após vencer todas as "barreiras" no Campeonato da 2ª Divisão de 1978 e sagrou-se campeã com direito a participar da Divisão Especial no ano seguinte.
[editar] Leão Maduro
Com o título de campeã da Divisão Intermediária, com grandes contratações e principalmente com um campo digno, a Internacional de Limeira estreou com um bom 9º lugar na Divisão Especial do Campeonato Paulista de 1979. A colocação deu direita a uma vaga no Campeonato Brasileiro, do qual quase chegou as quartas-de-finais ao ser eliminado pelo Internacional de Porto Alegre (campeão no ano anterior) do técnico Rubens Minelli e atletas como Falcão.
No início da década gloriosa de 80, o time leonino conquistou o 4º lugar e disputou o "Quadrangular Final" do Paulistão daquele ano. Foi desclassificado pelo campeão de 1980, São Paulo, que ainda, utilizou o atacante Zé Sérgio ilegalmente na partida. Mas, mesmo assim, conseguiu o direito de disputar a antiga Taça de Ouro de 1981, a qual chegou até as quartas-de-finais ao ser derrotado pelo Grêmio em uma polêmica partida e também polêmico grupo.
Em 1981, mudou o Regulamento do Campeonato Paulista e, a Internacional, pela terceira oportunidade, disputou com grandes méritos. No primeiro turno, obteve a segundo colocação e o direito de disputar o Octogonal, do qual não conseguiu os mesmos méritos. Já no segundo turno, com a venda de seis ou sete "estrelas" como Elói, houve queda de rendimento da equipe, que ficou em 6º lugar no campeonato e com direito assegurado para disputar a Taça de Ouro em 1982, campeonato este, que a Internacional não passou da primeira fase.
Em 1982, o ano futebolístico foi considerado razoável também para os dirigentes e torcedores, afinal, as atenções estavam quase todas voltadas ao clube de campo, que iniciava um processo de doação. No Paulistão 82, a Internacional ficou em 11º dos 20 times participantes e não passou da primeira fase na Taça de Ouro. Já, em 1983, a Internacional mais uma vez faz uma campanha razoável e fica em 9º lugar no Campeonato Paulista e, no ano seguinte, em 10º lugar.
Em 1984, assume a presidência novamente Richard Drago. Em 1985, a área de futebol profissional ficou mais competente e o elenco foi composto por jogadores de ótimo potencial como Silas, Gilberto Costa, Carlos Silva, Vilson Cavalo, Pécos, João Batista, entre outros. Já na categoria de base, Tato e Lê foram integrados ao elenco profissional, além da volta do "xerife" Bolívar e a do coringa João Luís. Outra grande novidade foi o empréstimo do ponta-esquerda Éder junto ao Atlético Mineiro. O atleta era "selecionável" e, deu muita credibilidade para a Internacional de Limeira junto aos críticos do futebol. Mesmo assim, a equipe limeirense não passou de um modesto 9º lugar no Campeonato Paulista de 1985.
[editar] Primeiro Campeão Paulista do Interior
O mais otimista leonino ou crítico futebolístico, jamais botaria fé em um time que ficou na posição intermediária no ano anterior e ainda mais que perdera de goleada na primeira rodada do Campeonato Paulista de 1986. Pois bem, a façanha de ser o priemiro time do interior paulista a conquistar o Paulistão foi e, sempre será, o fato mais marcante de toda a História do Campeonato Paulista desde seus primórdios. Afinal, em 1986, a Internacional de Limeira foi o grande destaque nas principais rádios, jornais e TV de todo o Brasil como Campeã Paulista ao derrotar o Palmeiras e calar milhares de torcedores no Morumbi.
Mas a história de 1986 começou de fato no ano anterior. O elenco foi praticamente mantido aliado à contratação de outros jogadores como Kita, Juarez, Alves, Manguinha, Gilson Gênio, entre outros, além da presença de um bicampeão mundial tanto pelo clube tanto pela seleção: o técnico Pepe. Na primeira rodada, uma "sapecada" de 3x1 do Palmeiras, no Palestra Itália. Isso era prova de que o primeiro turno não seria dos melhores, mas, mesmo assim, ostentou a 6ª colocação, com 21 pontos. Quem já não botava fé, jamais imaginaria uma reviravolta com tamanho futebol entrosado, rápido, solidário e com toques refinados. E foi o que realmente aconteceu. Faltando apenas duas rodadas para terminar o segundo turno, a Internacional já havia assegurado o primeiro lugar assim como na classificação geral (turno e returno).
Nas semis-finais, enfrentou o Santos e, venceu a primeira partida em plena Vila Belmiro por 2x0 e também a segunda partida no Limeirão por 2x1. Classificado para a final, a equipe limeirense enfrentou o Palmeiras, há 10 anos sem ganhar um título sequer e, ainda com os dois jogos no Morumbi. O primeiro jogo foi no dia 31 de agosto e o placar foi de 0x0, com um público de 104.136 pagantes. O segundo e decisivo confronto, também no Morumbi, aos olhos de 64.564 pagantes e mais os milhares de credenciados, a Internacional venceu o Palmeiras por 2x1, com gols de Kita e Tato, em uma partida eletrizante e emocionante até os últimos minutos, quando o árbitro da partida Dulcídio Vanderley Boschilla decretou o fim da partida. O esquadrão mais famoso da história do futebol do interior paulista foi: Silas; João Luís, Juarez, Bolívar e Pécos; Manguinha, Gilberto Costa e João Batista;Tato, Kita e Lê. Ainda participaram da partida os jogadores Alves e Carlos Silva. Todos sob comando do técnico Pepe e presidência de Victório Marchesini.
Para sacramentar a conquista inédita, a Internacional ainda arrebatou a artilharia do campeonato com o centroavante Kita (24 gols), além de conquistar merecidamente um dos troféus mais cobiçado do futebol paulista: a Taça dos Invictos, promovido pelo então jornal "Gazeta Esportiva", ao ficar 17 partidas invictas, que antes estava em poder do Santos, com 15 partidas.
A campanha foi indiscutível. Em 42 jogos, foram 21 vitórias, 14 empates e sete derrotas. Foram anotados 59 gols e sofridos 33 gols. Para comprovar com dados, aseleção da imprensa, publicado no jornal Folha de São Paulo tinha sete jogadores da equipe limeirense: Silas, Juarez, João Luis, Gilberto Costa, João Batista, Tato e Kita, os "intrusos" foram: zagueiro Vágner, do Palmeiras, lateral Nelsinho, do São Paulo, meia Pita, também do São Paulo e, atacante Mauro, da Ponte Preta. Por essa razão, a Internacional foi considerada a "Dinamarca Caipira" em alusão à seleção européia destaque da Copa do Mundo de 1986.
[editar] Pós-título
Após a conquista do título mais comemorada da história de Limeira, a Internacional não repetiu mais o feito histórico paulista, porém conquistou o título do Campeonato Brasileiro da Série Amarela, em 1988 e, no Campeonato Paulista, manteve a tradição e chegou ao 5º lugar. A alegria e decadência leonina vieram nos anos 1990 através do presidente Fernando Collor de Mello que confiscou a poupança da Internacional e, em situação ruim financeira, a equipe sofreu várias decepções como campanhas ruins no Campeonato Paulista e também no Campeonato Brasileiro. Em 1990, amargou seu primeiro descenso no Paulista e, também no Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, retorna a Divisão de Elite na gestão do competente Richard Drago. Contudo, em 1992, um novo rebaixamento e esperou até 1996, para conquistar o título, no dia 28 de julho de 1996, com a vitória de 4x0 sobre a Portuguesa Santista, no Limeirão. O treinador? Claro, Seo Macia, o Pepe.
De 1996 até 2003, a Internacional não alterou e não exibiu um futebol de grande qualidade e sempre ficava na zona de rebaixamento até cair no ano de 2003, mesmo com apoio internacional da RI Sport.
[editar] Uma gota de esperança
Em meio a turbulência, a Internacional não tinha presidente até um cidadão até então desconhecido do meio futebolístico entrou na disputa e levou uma legião de leoninos como diretores. Esse presidente atende pelo nome de Wagner Barbosa. Eleito em dezembro de 2003, assumiu o comando de fato no início de 2004. E a glória parece busca o passado para fazer do presente um futuro brilhante.
Mesmo com a perda do apoio internacional RI Sport, ainda sem explicação, o presidente e seus diretores correram atrás de verbas para manter a equipe na disputa do Campeonato Paulista da Série A2, a qual somente o campeão ascenderia a Divisão de Elite do Paulistão em 2005.
O campeonato começou com vitória na cidade de Taubaté. No decorrer do primeiro turno, alternou bons e maus momentos até chegar com grandes chances de ser classificar para a próxima fase. Chegou o segundo turno, vitórias na raça e na base da garra, aliado aos esforços da diretoria, a Internacional conquistou o primeiro lugar do seu grupo, obtendo assim, a classificação para a Segunda Fase.
A segunda fase foi bastante complicada para os jogadores internacionalinos sob comando do "marinheiro de primeira viagem" Pintado. Enfrentaram Botafogo de Ribeirão Preto, Flamengo de Guarulhos e Bandeirante de Birigui. No primeiro turno dessa fase, uma derrota e dois empates, uma classificação com risco eminente. Já no segundo turno, veio à recuperação com um empate (com sabor de derrota, por perder dois pênaltis) com o Botafogo, uma vitória "salvadora da pátria", na cidade de Birigui, contra o Bandeirantes (talvez a que decidiu a vaga e deu moral a equipe) e, também outra vitória sobre o Flamengo, na última rodada.
Veio à fase final com as quatro melhores equipes do Campeonato Paulista da Série A2: Flamengo, Taquaritinga, Taubaté e a Internacional. Um quadrangular realmente final, com grandes momentos de delírios e emoções para qualquer cardíaco não botar defeito. O primeiro jogo, uma vitória boa contra o Taubaté, no Limeirão. O segundo, outra vitória sobre o "carrasco" Flamengo, em plena Guarulhos e, sob salto alto, a Internacional perdeu para o Taquaritinga por 4x3, no campo adversário. Restam apenas três jogos finais para cada equipe e qualquer vacilo era fatal. Para evitar qualquer eventualidade, a Internacional fez sua parte nas partidas realizadas no Limeirão ao vencer o Taquaritinga por 3x1 e, a mais suada e emocionante vitória contra o Flamengo por 2x1, com direito a um gol aos 46 minutos do segundo tempo, do lateral Dickson.
Contudo, mesmo com belo trabalho na fase final, a Internacional dependia de apenas um empate no jogo contra o Taubaté, na casa do adversário. Porém, a "mala preta" corria na cidade taubateana pelo fato do Taquaritinga ainda ter chances de ser a campeã do campeonato. O Taquaritinga jogaria contra o Flamengo, na cidade de Guarulhos. Para motivar os jogadores leoninos, a diretoria fez sua parte e, junto com empresários e abnegados leoninos, disponibilizaram cerca de 30 ônibus para os torcedores leoninos para acompanhar o jogo decisivo na cidade de Taubaté.
Em 2011 o time começou a ver uma luz no fim do túnel com a contratação de Gabriel Tarick, vindo do UNASP FC. Infelizmente o atleta não rendeu o esperado, e o time caiu para a quarta divisão do campeonato paulista. Agora, o presidente teve que vender metade do estádio, e o time passa por dificuldades para poder pagar 7 meses de salários atrasados. Para 2012, foi acertada a contratação do técnico Antony, mas conhecido como "Tony", vindo do recém time campeão UNASP FC. Tony promete colocar ordem na casa e acabar com os jogadores mercenários. A primeira contratação foi o empréstimo do atacante Sandson Magalhães, emprestado pelo SPFC até Julho de 2012.
[editar] Rivalidades
Os principais rivais da Inter de Limeira são clubes da região: Independente, XV de Piracicaba, Rio Branco , Guarani, Ponte Preta, União Barbarense, Velo Clube e Paulínia.
[editar] Clássico Le-Gal ou Galeão
O clássico com o Independente de Limeira recebe o nome de Le-Gal da torcida leonina e Galeão da torcida galista. O Independente, fundado em 1944, só se profissionaliza no início da década de 1970. A partir daí, Limeira vive um duelo que dura até o final da década de 1970, quando a Inter sobre para a Primeira Divisão Paulista. A partir daí a cidade fica sem seu clássico por quase 30 anos, voltando com tudo em 2007. Apesar de todos estes anos sem o famoso encontro, a rivalidade nunca esfriou. O último encontro entre essas duas equipes foi no Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2010, quando a Inter venceu por 3 a 0.
[editar] Inter de Limeira vs. XV de Piracicaba
Inter e XV fazem um dos clássicos de maior tradição e rivalidade do interior de São Paulo. As equipes foram fundadas há apenas 40 dias uma da outra, e Limeira se localiza há apenas 30 km de Piracicaba. Ambas são equipes pioneiras no estado: o XV foi o primeiro clube interiorano a disputar a primeira divisão do Paulista, e a Inter foi a primeira do interior a vencer essa mesma primeira divisão, em 1986. O último confronto entre as equipes ocorreu em 24 de agosto de 2011, quando a AA Inter de Limeira venceu por 1 a 0.
[editar] Outros clássicos
Outros clássicos são protagonizados pela Inter de Limeira com clubes da região, especialmente com os clubes de Campinas (Guarani e Ponte Preta). Outros jogos considerados clássicos, mas com menor rivalidade, são os confrontos com Rio Branco de Americana, União Barbarense, Velo Clube Rioclarense e Paulínia.
[editar] Elenco atual
| Goleiros | ||
|---|---|---|
| Jogador | ||
| Defensores | ||
|---|---|---|
| Jogador | Pos. | |
| Z | ||
| Z | ||
| Z | ||
| Z | ||
| Z | ||
| LD | ||
| LD | ||
| LD | ||
| LE | ||
| LE | ||
| LE | ||
| Meio-campistas | ||
|---|---|---|
| Jogador | Pos. | |
| V | ||
| V | ||
| V | ||
| V | ||
| M | ||
| M | ||
| M | ||
| M | ||
| Atacantes | ||
|---|---|---|
| Jogador | ||
| Comissão técnica | |
|---|---|
| Nome | Pos. |
| T | |
[editar] Títulos
[editar] Nacionais
[editar] Estaduais
Campeonato Paulista: 1986
Campeonato Paulista - Série A2: 3 vezes (1978, 1996 e 2004)
Campeonato Paulista - Série A3: 1966*
- * Dividido com a Associação Atlética Ituveravense
[editar] Municipais
[editar] Outras Conquistas
[editar] Categorias de Base
Taça BH de Futebol Jr.: 1990.
Campeonato Paulista Sub-20: 2003.
Vice-Campeã Paulista Sub-20 - Segunda Divisão: 2010.
Terceiro Lugar na Taça SP de Futebol Jr.: 2003.
Jogos regionais - Bicampeã representando Limeira: 2009/2010.
[editar] Estádio
- Nome Oficial: Estádio Major José Levy Sobrinho (Limeirão)
- Capacidade: 18 mil pessoas (atual)
- Inauguração: 30 de janeiro de 1977
- Primeiro jogo: Internacional 2-3 Corinthians
- Primeiro gol: Tião Marino (Internacional)
- Recorde de público: 44.000 (Internacional 2x3 Corinthians - 30 de janeiro de 1977)
- Dimensões do gramado: 110 x 72 m
- Proprietário: Prefeitura de Limeira
[editar] Ranking da CBF
Ranking atualizado em 14 de dezembro de 2011 [1]
- Posição: 67º
- Pontuação: 247 pontos
Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.
[editar] Ver também
[editar] Ligações externas
Referências
- ↑ Ranking de Clubes da CBF. CBF (14/12/2011).