Associação Portuguesa de Desportos

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Portuguesa
Nome Associação Portuguesa de Desportos
Alcunhas Lusa
.
Torcedor Lusitano,Rubro-Verde
Mascote Leão (mascote atual) e Severa (primeira mascote)
Fundação 14 de Agosto de 1920 (88 anos)
Estádio Canindé
Capacidade 27.500
Presidente Bandeira de Portugal Manuel da Conceição Ferreira (Manuel da Lupa)
Treinador Bandeira do Brasil Paulo Bonamigo
Patrocinador Bandeira de Portugal Banco Banif
Bandeira do Brasil Metalúrgica Canindé
Bandeira do Brasil Fermento Itaiquara
Bandeira do Brasil Academia k@2
Material Esportivo Bandeira do Brasil Penalty
Competição Campeonato Paulista
 Campeonato Brasileiro Série B
Bandeira do Brasil Copa do Brasil
Divisão Série A1, 5º lugar
 Campeonato Brasileiro Série B
Divisão 2008 Série A1, 10º lugar
Bandeira do Brasil Série A, 19º lugar (rebaixada)
Ranking nacional 17º lugar, 1.284 pontos
Website www.portuguesa.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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A Associação Portuguesa de Desportos, simplesmente Portuguesa, Lusa ou Rubro-Verde, como também é conhecida por seus torcedores, é um dos cinco clubes grandes de futebol da cidade de São Paulo, com mais de 80 anos de história. O vice-campeonato brasileiro de 1996 e as conquistas dos Torneio Rio-São Paulo de 1952 e 1955, numa época em que esta competição era a mais importante do Brasil, ficaram marcados como os mais célebres momentos históricos deste clube brasileiro.

Índice

[editar] História

[editar] Fundação

No dia 14 de agosto de 1385, as tropas portuguesas, lideradas por D. João, mestre de Avis, derrotaram as tropas de D. João I de Castela em Aljubarrota. A batalha de Aljubarrota é um dos acontecimentos mais importantes da história de Portugal e marcou o início da dinastia de Avis, que permaneceria no poder até 1580.

Quase cinco séculos mais tarde, no dia 14 de agosto de 1920, o jornal "O Estado de São Paulo" anunciava em sua página esportiva:

"No salão nobre da Câmara Portuguesa de Commercio, à rua de São Bento, 29-B, deve realizar-se hoje às 20 e 1/2 horas a eleição e tomada de posse da diretoria da novel Associação Portuguesa de Esportes..."

A Portuguesa surgia da fusão de cinco sociedades lusitanas já existentes: Luzíadas Futebol Club, Associação 5 de Outubro, Esporte Club Lusitano, Associação Atlética Marquês de Pombal e Portugal Marinhense. O pedido de filiação da Portuguesa à Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA) foi deferido no dia 2 de setembro de 1920, mas como não havia mais tempo para a inscrição no campeonato daquele ano, a Portuguesa fundiu-se ao Mackenzie, já inscrito, e participaram juntos do campeonato de 1920.

Equipes do Palmeiras e da Portuguesa em partida do Campeonato Brasileiro de 2008 no Estádio do Pacaembu

A Associação Atlética Mackenzie foi o primeiro clube de futebol brasileiro para brasileiros. Fundada em 1898 por estudantes do Mackenzie College, era formada apenas por alunos do colégio. A Portuguesa-Mackenzie disputou os certames pela APEA até 1922. Em 1923, a Associação Portuguesa de Esportes desligou-se do parceiro e passou a disputar jogos com sua nova denominação. Foi apenas em 1940 que o nome mudou para Associação Portuguesa de Desportos.

[editar] Sedes

Quando da sua fundação, a Portuguesa herdou a sede da Rua Domingos Paiva (sede do 5 de Outubro e do Lusíadas) e o campo da Rua Conselheiro Lafayette, Brás, que eram ambos alugados.

Em outubro de 1920, a Câmara Portuguesa de Comércio cedeu o 3º andar da Rua São Bento, nº 29-B, para que servisse como sede social. Em 1921, o Campo da Companhia Predial Álvares Penteado, situado na Rua 25 de Março, foi reformado e passou a ser utilizado para os treinos da equipe de futebol. Durante as obras de terraplenagem, os jogadores da Portuguesa treinavam às quartas-feiras e aos sábados no antigo campo do Corinthians, na Ponte Grande. Aliás, nesse ano de 1921, os jogadores da Portuguesa eram convocados por anúncios nos jornais, e o clube pagava as passagens de bonde.

Em 1922, a Portuguesa adquiriu o campo de futebol da União Artística e Recreativa Cambuci, situado na Rua Cesário Ramalho, nº 25, Lavapés, e que havia sido construído em terreno da prefeitura. No local já havia muros, pavilhões, cercas, campo gramado e arquibancada, mas foi apenas em 1925 que a APEA oficializou o estádio, permitindo o uso público.

Na inauguração, em 25 de janeiro de 1925, houve dois jogos: Corinthians 4 a 0 no Brás Atlética e a derrota da Portuguesa para o Germânia por 5 a 0.

Em agosto de 1929, foi comprado um terreno na Avenida Teresa Cristina, Ipiranga, que teve sua área ampliada ao longo dos anos. Em 1938, foram adquiridos 11 mil m² em volta do terreno original.

Em 1933, a sede social transferiu-se para o Edifício Martinelli, na Rua São Bento, 8º andar, onde permaneceu até 35, quando mudou-se para a Rua XV de Novembro, nº 18, 2º andar. A sede social mudou-se ainda para a Rua Onze de Agosto, nº 29, no ano de 1938. Esta foi a última sede social da Portuguesa de Esportes.

Em 1940, mudou-se para a Rua do Carmo, 177, 2º andar. O 1º andar do prédio era alugado e contribuia para o orçamento do clube. Nesse mesmo ano começaram as obras de construção do Estádio Municipal do Pacaembu e o lançamento da pedra fundamental do futuro Estádio Dr. Ricardo Severo, que seria construído no terreno da Avenida Teresa Cristina. O nome do estádio seria uma homenagem ao português Ricardo Severo, sócio do arquiteto Ramos de Azevedo. A "Gazeta Esportiva", na sua edição de 10 de junho de 1940, noticiou o fato:

"No bairro da colina histórica, a Associação Portuguesa de Esportes registrou ontem um acontecimento histórico para seu progresso e seu futuro, ao lança, em bela cerimônia, a pedra fundamental do Estádio Ricardo Severo, que ali se erguerá concretizando o máximo ideal do clube representativo da laboriosa colônia lusa de São Paulo"

Entretanto, o estádio nunca seria construído. A Portuguesa passou a disputar suas partidas no Pacaembu e a treinar no Parque do Ibirapuera. No ano de 1942, aconteceu outra mudança de sede social, agora para o Largo de São Bento, nº 25, 1º andar. Foi ainda no ano de 1942 que a Portuguesa vendeu o terreno do Ipiranga por 800 mil réis.

[editar] Principais Equipes da Portuguesa

[editar] Portuguesa de 1933

Principais jogadores do período: Batatais, Neves e Machado


[editar] Portuguesa de 1935/36

A equipe da Portuguesa de 1935 e 1936 ficou marcada por ter sido bicampeã paulista, em 1935, a Portuguesa tinha quinze anos de história e venceu o campeonato paulista daquele ano com certa facilidade, foi líder absoluta durante toda a competição, e só não foi campeã invicta daquele ano pois tropeçou no último jogo da competição contra o Ypiranga na rua dos Ituanos. Por causa de seu tropeço a Portuguesa voltou a enfrentar a equipe do Ypiranga numa melhor de três pontos e no primeiro jogo empatou com o a equipe do Ypiranga por 2 a 2, mas na segunda partida impôs uma goleada por 5 a 2 e se tornou campeã paulista de 1935 que aliás foi seu primeiro título.

No ano seguinte veio o bicampeonato estadual, que aliás veio com facilidade, a Portuguesa chegou na final contra o mesmo Ypiranga que enfrentou no ano anterior, só que desta vez não foi preciso uma melhor de três pois a Lusa goleou a equipe do bairro do Ipiranga por 6 a 1.

Escalação: Rossetti, Fiorotti e Oswaldo; Duílio, Barros e Mandico; Arnaldo, Frederico, Paschoallino, Carioca e Adolpho.

[editar] Portuguesa dos Anos 50

Djalma Santos, bicampeão do Torneio Rio-São Paulo com a Portuguesa

O time da década de 50 é considerado a melhor equipe de toda a história da Portuguesa, não só por ter conquistados títulos importantes dentro e fora do País, mas também por ter levado muitos jogadores para a seleção brasileira.

Além do Torneio San Izidro a Portuguesa também ganhou a Fita Azul por 3 vezes, por ter feito três expedições fora do País invictas nos anos de 1951, 1953 e 1954. E a Portuguesa dos anos 50 também foi por duas vezes campeã do Torneio Rio-São Paulo nos anos de 1952 e 1955.

Principais jogadores: Brandãozinho, Djalma Santos, Ipojucan, Julinho Botelho e Pinga.

[editar] Portuguesa de 1972 a 1975

Em 1972 a Portuguesa venceu o Torneio Quadrangular de Istambul [1], prenúncio de grandes campanhas que viriam a seguir.

A Portuguesa de 1973 será lembrada por um título estadual polêmico, quando foi co-campeã paulista com o Santos Futebol Clube, após um erro do árbitro Armando Marques na contagem dos pênaltis, perante cerca de 120.000 torcedores.

Era um time jovem que jogava de maneira irregular, mas com muita qualidade, tanto na defesa, quanto no ataque, que tinha ainda o centro-avante Cabinho, que mais tarde seria ídolo no México.

Além do Campeonato Paulista de 1973, a lusa daquele ano conquistou também a Taça São Paulo.

Escalação: Zecão, Izidoro, Pescuma, Badeco, Calegari, Cardoso, Xaxá, Eneas, Wilsinho, Cabinho e Basílio.

A Lusa manteve a base nos anos seguintes, sagrando-se vice-campeã paulista em 1975, vindo a perder o título nos pênaltis Para o São Paulo, após uma vitória de 1 a 0 para cada um dos oponentes nos dois jogos decisivos.

[editar] Portuguesa de 1996

A Portuguesa de 1996 não ganhou nenhum título de expressão, mas ficou marcada por estar entre as melhores equipes do País naquele ano. Naquele ano, a Portuguesa conquistou o Torneio Início do Campeonato Paulista e foi vice-campeã brasileira.

Escalação: Clemer, Walmir, Emerson, Cesar e Carlos Roberto, Capitão, Gallo, Caio e Zé Roberto, Alex Alves e Rodrigo Fabri.

[editar] Títulos

[editar] Internacionais

[editar] Regionais

[editar] Estaduais

[editar] Outros Títulos

[editar] Campanhas em Destaque

[editar] Categorias de Base

[editar] Futebol Feminino

[editar] Jogos Recentes

[editar] Ultimo Jogo

[editar] Próximo Jogo

[editar] Estatísticas

Campeonato Paulista
Ano 1920 1921 1922 1923 1924 1925 1926 1927 1928 1929
Pos. 10º
Ano 1930 1931 1932 1933 1934 1935 1936 1937 1938 1939
Pos.
Ano 1940 1941 1942 1943 1944 1945 1946 1947 1948 1949
Pos.
Ano 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959
Pos.
Ano 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969
Pos.
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos.
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 13º 14º 10º 18º 10º



Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro
Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 17º 23º 29º 18º 12º 18º 29º 11º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 40º 17º 26º 11º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 18º 10º 16º 10º 10º 21º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 21º 13º 23º 19º


[editar] Estádio do Canindé

Estádio do Canindé-visão interna

Em 1956, Associação Portuguesa de Desportos fez a compra de um terreno que tinha o São Paulo Futebol Clube como dono, na época o local havia uma pequena estrutura com campo para treinos, um salão pequeno,vestiários e outras depedências para treinamento.Para a Portuguesa usar o terreno como seu campo oficialmente teria que estar nas normas da Federação Paulista de Futebol, na época foram feitas várias reformas, foram erguidos vários alambrados e uma arquibancada de madeira, na época o estádio recebeu o apelido de Ilha da Madeira.

Em 11 de Janeiro de 1956 a Portuguesa fez sua estréia em sua nova casa vencendo um combinado entre dois rivais Palmeiras e São Paulo por 3 a 2.

Mas esta construção de madeira foi provisória pois em 9 de janeiro de 1972 o Estádio do Canindé foi inaugurado com a partida que teve placar final de Portuguesa 1 e Benfica 3 nessa época o Canindé tinha capacidade para apenas dez mil. Em 1979 o Canindé foi ampliado com capacidade para 27.500 e rebatizado com o nome de Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte pelo presidente Manuel Mendes Gregório.

[editar] Torcida

[editar] Leões da Fabulosa

A Leões da Fabulosa é a mais antiga e tradicional torcida organizada da Portuguesa, fundada em 26 de Fevereiro de 1972 a Leões da Fabulosa foi a primeira torcida organizada do time do Canindé, o nome surgiu de uma frase marcante para narrar a entrada da Portuguesa no gramado:"entram em campos os leões da Portuguesa com sua fabulosa torcida”. Na época o que chamava atenção era a emoção com o que a Torcida se comportava nas arquibancadas, pelo fanatismo e pelos belos uniformes que o grupo de torcedores vestia, calças brancas e camisas vermelhas com um leão bordado nas costas. O tempo passou e a Leões foi se tornando cada vez mais conhecida nacionalmente, e hoje o Grêmio Recreativo Esportivo Cultural Leões da Fabulosa tem uma sede moderna e organiza reuniões, festas e confraternizaçoes.

Segundo pesquisa do DATAFOLHA realizada em 2007, a Portuguesa possuía 4% da torcida dos paulistas, atrás dos quatro times tradicionais do Estado( Corinthians, Palmeiras , Santos e São Paulo) assim como do Flamengo.

[editar] Elenco Atual

  • Última atualização: Junho de 2009 (UTC).
Goleiros
Bandeira do Brasil G Dida
Bandeira do Brasil G Fábio
Bandeira do Brasil G Lúcio
Bandeira do Brasil G Thiago
Zagueiros
Bandeira do Brasil Z Bruno Rodrigo
Bandeira do Brasil Z Ediglê
Bandeira do Brasil Z Preto Costa
Bandeira do Brasil Z Thiago Gomes
Laterais
Bandeira do Brasil LD César Prates
Bandeira do Brasil LD Fernandinho
Bandeira do Brasil LD Wilton Goiano
Bandeira do Brasil LE Guigov
Bandeira do Brasil LE Anderson Paim
Volantes
Bandeira do Brasil V Erick
Bandeira do Brasil V Rai
Bandeira do Brasil V Ygor
Bandeira do Brasil V Marco Antônio
Bandeira do Brasil V Acleisson
Bandeira do Brasil V Guilherme
Meias
Bandeira do Brasil M Fellype Gabriel
Bandeira do Brasil M Héverton
Bandeira do Brasil M Preto
Bandeira do Brasil M Henrique
Bandeira do Brasil M Fabrício
Atacantes
Bandeira do Brasil A Edno
Bandeira do Brasil A Christian
Bandeira do Brasil A Dinei
Bandeira do Brasil A Tatá
Bandeira do Brasil A Piraju
Bandeira do Brasil A Kempes
Técnico
Bandeira do Brasil Paulo Bonamigo


[editar] Maiores públicos da Portuguesa

[editar] No Campeonato Paulista

  1. Portuguesa 0 x 0 Santos, 116.156, 26 de agosto de 1973.
  2. Portuguesa 1 x 2 São Paulo, 106.315, 22 de dezembro de 1985.
  3. Portuguesa 1 x 3 São Paulo, 87.602, 15 de Dezembro de 1985.
  4. Portuguesa 1 x 1 Corinthians, 75.000, 18 de Abril de 1998.
  5. Portuguesa 2 x 2 Corinthians, 61.428, 26 de Abril de 1998
  6. Portuguesa 1 x 0 São Paulo, 57.137, 17 de Agosto de 1975
  7. Portuguesa 1 x 2 Palmeiras, 53.363, 2 de novembro de 1947
  8. Portuguesa 3 x 0 Palmeiras, 50.585, 31 de Julho de 1975
  9. Portuguesa 0 x 0 Corinthians, 50.332, 1 de Setembro de 1974
  10. Portuguesa 1 x 0 Corinthians, 49.070, 10 de Julho de 1977
  11. Portuguesa 0 x 3 Palmeiras, 48.321, 15 de Julho de 1984

[editar] No Campeonato Brasileiro

  • Considerando os jogos em São Paulo:
  1. Portuguesa 2 x 5 Vasco, 43.646, Estádio do Pacaembu, 1 de maio de 1984
  2. Portuguesa 0 x 0 Ponte Preta, 29.660, Estádio do Pacaembu, 17 de novembro de 1977
  3. Portuguesa 2 x 0 Grêmio, 29.355, Estádio do Morumbi, 11 de dezembro de 1996

[editar] No Estádio do Canindé

  1. Portuguesa 3 x 1 Coritiba, 25.491, 15 de novembro de 1998
  2. Portuguesa 0 x 1 Cruzeiro, 25.312, 9 de dezembro de 1998
  3. Portuguesa 2 x 1 Cruzeiro, 22.973, 5 de dezembro de 1998
  4. Portuguesa 2 x 3 São Paulo, 19.744, 9 de Novembro de 2008
  5. Portuguesa 0 x 2 Flamengo, 19.633, 7 de outubro de 1990

[editar] Maiores Artilheiros

Goleadores
Atleta Gols
Pinga 284 Gol marcado
Eneas 179 Gol marcado
Nininho 133 Gol marcado
Servílio 131 Gol marcado
Sílvio 120 Gol marcado



[editar] Ídolos

[editar] Ranking da CBF

  • Posição: 17º
  • Pontuação: 1.284 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas


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