Goiânia Esporte Clube

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde maio de 2012). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Goiânia
Goiania EC.svg
Nome Goiânia Esporte Clube
Alcunhas Galo
Galo Carijó
Alvinegro
Pentacampeão
Torcedor/Adepto Alvinegro
Mascote Galo Carijó
Fundação 30 de abril de 1936 (78 anos)
Fundação oficial em
27 de maio de 1938 (76 anos)
Aniversário em
5 de julho de 1938 (76 anos)
Estádio Estádio Olímpico
Capacidade 12.000 pessoas
Localização Bandeira de Goiania.png Goiânia - Goiás GO
Brasil Brasil
Mando de jogo em Estádio Olímpico
Capacidade (mando) 12.000 pessoas
Presidente Brasil Vicente Arycan de Almeida
Treinador Brasil Fabrício Carvalho Alves
Patrocinador Brasil Arroz Cristal
Brasil Faculdade Alfa
Brasil Multidata
Brasil Markos
Brasil Artspan
Material esportivo Brasil Super Bolla
Competição Goiás Campeonato Goiano
Goiás 2ªD 2014 8º colocado
Goiás 2ªD 2013 6º colocado
Goiás 2ªD 2012 6º colocado
Ranking nacional Red Arrow Down.svg 110º lugar, 83 pontos [1]
Website Goiânia Esporte Clube
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar

Goiânia Esporte Clube (conhecido apenas por Goiânia e cujo acrônimo é GEC) é um clube de futebol brasileiro da cidade de Goiânia (GO). O clube foi fundado oficialmente em 27 de maio de 1938[2] . É um dos times mais tradicionais e importantes do estado de Goiás.

Tem como principal apelido a alcunha de Galo, em alusão ao seu mascote. O seu uniforme é camisa com listras verticais pretas e brancas, calção branco e meias pretas, o que lhe rendeu outro apelido, "Alvinegro". Seu principal rival no futebol é o Atlético, com quem mantém o primeiro clássico do futebol goianiense e umas das maiores rivalidades do Centro-Oeste.

Ao longo de sua história no futebol, o Goiânia possui 14 títulos do Campeonato Goiano profissional, incluindo um pentacampeonato entre 1950 e 1954. Foi o primeiro Clube goiano a ganhar uma taça à nível regional, a Copa Brasil Central de 1967, e o primeiro clube a ganhar um campeonato invicto. É um dos quatro clubes do futebol da cidade de Goiânia que já participou da principal divisão do Campeonato Brasileiro, em quatro edições. Participou ainda por duas vezes da Copa do Brasil.

História[editar | editar código-fonte]

Seção em construção

O início[editar | editar código-fonte]

Equipe do Goiânia em 1941.
Pedro Ludovico era torcedor e presidente de honra do clube.

Segundo o jornalista e escritor, João Batista Alves Filho (falecido em 2008), publicada no livro Arquivos do Futebol Goiano, o Goiânia Esporte Clube foi fundado em 1936, em uma casa de madeira que ficava próxima da avenida Araguaia[3] .

Seu primeiro uniforme foi bastante inusitado: camisas pretas, golas brancas, tendo o mapa do estado de Goiás bordado no peito[4] .

Nas duas primeiras partidas realizadas pelo Goiânia Esporte Clube, a equipe da capital só conheceu derrotas. A primeira por 3 a 1, para o time da cidade de Bela Vista, em um feriado de domingo, quando se comemorava o dia da padroeira da cidade. A segunda por 2 a 1 em casa para a Associação Atlética União Goiana, time da cidade de Vila Boa (Goiás Velho). O primeiro triunfo alvinegro só viria na terceira partida oficial disputada. Na ocasião, contra o Anápolis Sport Club.[5]

1938 à 1939: Corinthians Goiano[editar | editar código-fonte]

Em 1938 os alvinegros decidiram montar a primeira diretoria oficial do clube. Surgia assim o Corinthians Goiano Futebol Clube.

Com esse nome o Goiânia conseguiu várias glórias. Ganhou o primeiro clássico contra o Atlético pelo placar de 1 a 0 em plena campinas. Disputou seu primeiro campeonato, a Taça Agência Ford contra a equipe do Anápolis Sport Club[6] .

Já possuindo vários prestígios no estado, o Atlético acaba desafiando o Corinthians para a disputa de um campeonato da cidade, que ficou conhecido como Citadino de Goiânia[7] . Apesar dos erros no terceiro jogo, os dois times foram declarados campeões[8] .

Em 1939, o Corinthians ganhou seu segundo título do Citadino de Goiânia. Recebendo a Taça Vanguarda[9] .

1939 à 1943: retorno do nome original[editar | editar código-fonte]

No dia 27 de maio de 1939, o Corinthians Goiano Futebol Clube retorna o nome para Goiânia Esporte Clube por escolha de seus associados, entre eles Pedro Ludovico Teixeira[10] .

O clube nessa época, foi um dos responsáveis pela criação da Liga Goiana de Esportes (durou poucos meses) e da Federação Goiana de Desportos (atual FGF).

Em 1940 disputou a terceira edição do Citadino de Goiânia sendo campeão invicto.

Foi o time que mais teve jogadores convocados para a Seleção Goiana.

1945 à 1960: dos anos dourados ao pentacampeonato[editar | editar código-fonte]

Nesse período o Goiânia tinha uma equipe quase imbatível. Conseguiu a façanha de ganhar um bicampeonato (45-46), um tricampeonato (58-60) e um pentacampeonato (50-54), sendo que em 1953 e 1954 de maneira invicta. Seu principal jogador na época, Foca, foi artilheiro três vezes (51-53).

1961 à 1974: a espera e o último título[editar | editar código-fonte]

Apesar do clube ter conquistado a Copa Brasil Central invicto. Esse período não foi um dos melhores. O Goiânia levantou um título goiano após oito anos e acabou vendo surgir duas novas potências do futebol goiano: Goiás e Vila Nova.

Durante esse período, conseguiu conquistar apenas dois Campeonatos estaduais, e ainda viu sua torcida diminuir.

1975 à 1997: Maldição, coadjuvante e rebaixamento estadual[editar | editar código-fonte]

Nesse período o Goiânia foi apenas um mero coadjuvante no futebol. Em âmbito nacional disputou quatro brasileiros série A, quatro brasileiros série B, um brasileiros série C e ainda participou de uma edição da Copa do Brasil, não obtendo muito sucesso em nenhuma dessas competições.

Já a nível regional o clube acabou perdendo muito espaço. Era superado por vários times do interior. Conseguiu chegar a final em poucas oportunidades. E não conseguiu levantar nenhum caneco.

Seu pior momento foi no Campeonato Goiano de 1997. O clube conseguiu ser o primeiro time entre os quatro grandes a cair para a segundona do estadual, após um primeiro turno horrível e um segundo turno mediano, o time não conseguiu se aliviar da zona. A partir daquele momento uma das equipes mais tradicionais de Goiás estava fadada na divisão de acesso.

1998 à 2003: super coadjuvante e novo rebaixamento[editar | editar código-fonte]

Em 1998, o clube conseguiu retornar para a divisão principal do goiano com dignidade. Foi campeão invicto da segundona. Porém suas participações no goiano eram pífias. Montava um time razoável com o intuito de apenas disputar o campeonato e tentar ficar em alguma colocação mediana. Não tinha uma equipe muito qualificada e quase sempre perdia seus clássicos contra o Goiás, o Vila e o Atlético.

No âmbito nacional, o clube disputou cinco brasileiros série C, sendo que em 1999 em um jogo muito espetacular ganhou do Fluminense de virada por 4 a 3. Ainda disputou a Copa do Brasil, sendo eliminado na segunda fase pelo Corinthians.

No ano de 2003 outra facada. Foi rebaixado de novo para a segunda divisão junto com seu arquirrival Atlético. O clube acabou ficando em penúltimo no Goianão de 2003.

2004 à 2007: vai e vem[editar | editar código-fonte]

Em 2004, o clube disputou a segundona. Parecia que seria campeão. Chegou a vencer o América de Morrinhos por 10 a 0. No entanto terminou em terceiro colocado e conseguiu ir para a primeira divisão graças a desistência do Novo Horizonte.

2005 foi rebaixado de novo para a segundona. Terminou o campeonato em último.

No ano de 2006 voltou para elite. Foi campeão da segunda divisão perdendo apenas um jogo. Na última partida do campeonato aplicou uma goleada de 9 a 1 no Iporá.

Disputando o Campeonato Goiano de 2007, o clube decepcionou sua torcida mais uma vez. Terminou em último.

Atualmente: crise e vergonha[editar | editar código-fonte]

Atualmente o clube disputa a Segunda Divisão e não consegue fazer brilhantes campanhas. Terminando sempre em posições medianas.

Em 2014 quase foi rebaixado para a terceira divisão. Porém venceu o Rio Verde por 1 a 0 e conseguiu permanecer por um ponto.

Linha do Tempo[11] [editar | editar código-fonte]

Seção em construção

Linha do Tempo
Data Fato
30 de abril de 1936 Joaquim da Veiga Jardim, dono da Casa Carajá (loja de materiais esportivos) cria um time de futebol. O nome escolhido da equipe foi Goiânia Esporte Clube.
27 de maio de 1938 Goiânia Esporte Clube é fundado oficialmente com o seu nome sendo alterado para Corinthians Goiano.
21 de junho de 1938 Diretoria do Corinthians Goiano divulga que Atlético não compareceu ao Estádio da Avenida Paraíba, e que divulgou que enfrentaria o Corinthians em Campinas apenas para desprestigiar o time alvinegro.
9 de julho de 1938 Corinthians Goiano cogita enfrentar a União Goiana em partida amistosa. Corinthians Goiano cogita a contratação do goleiro Ditão, que defendia o Lusitano, de São Paulo.
30 de outubro de 1938 Corinthians Goiano viaja para Anápolis onde disputará a segunda partida da Taça Agência Ford contra o Anápolis SC.
20 de novembro de 1938 O Anápolis Sport Club vai a Goiânia para enfrentar o Corinthians Goiano, na terceira partida da melhor de três pela Taça Agência Ford. Como não houve possibilidade de realização do jogo, a equipe anapolina realizou um amistoso com o Atlético.
24 de novembro de 1938 Corinthians Goiano convida o Atlético para um jogo amistoso no domingo, dia 27 de novembro.
30 de novembro de 1938 Cogita-se em Goiânia, que o Atlético está com receio de enfrentar o Corinthians Goiano. O presidente do Atlético, João Gonçalves, rechaça informação e garante não temer nenhum adversário.
7 de dezembro de 1938 Atlético desafia o Corinthians Goiano para a disputa de um campeonato da Cidade.
8 de dezembro de 1938 É divulgado o regulamento do campeonato da cidade de Goiânia, entre Atlético e Corinthians Goiano, em 1938.
11 de dezembro de 1938 Técnico do Goiânia, Carlos Barsi, afirma que já esperava a vitória sobre o Atlético, e promete um novo triunfo no jogo da volta em Campinas.
28 de dezembro de 1938 Dirigentes do Corinthians reclamam de vários lances do jogo contra o Atlético e pedem a anulação da partida. O Tribunal de Penas composto por Venerando de Freitas, Belarmino Cruvinel, João de Brito, Acari de Passos e João Aquino decidem anular a partida entre Corinthians e Atlético. João de Brito votou contra e João de Aquino não votou. Os demais foram favoráveis ao pedido do Corinthians Goiano.
4 de janeiro de 1939 O presidente do Corinthians, Irani Ferreira, encaminha ofício ao Atlético Goianiense tentando um entendimento para a remarcação da terceira partida do Campeonato da Cidade de 1938.
29 de março de 1939 Corinthians-GO anuncia a posse da nova diretoria para o dia 8 de abril, no Grande Hotel de Goiânia. A Papelaria Vanguarda, que será inaugurada em Goiânia, oferece uma taça para ser disputada entre as equipes do Corinthians e do Atlético.
8 de abril de 1939 A nova diretoria do Corinthians toma posse em solenidade realizada no Grande Hotel de Goiânia. O clube passa a ser comandado por Irani Alves Ferreira.
11 de abril de 1939 Corinthians convida o Atlético para um amistoso no dia 16 de abril.
12 de abril de 1939 Diretoria do Corinthians convida o Operário de Araguari para uma partida amistosa no dia 14 de maio, no Estádio da Avenida Paranaíba. O presidente do Atlético, João de Brito Guimarães, nega o convite do Corinthians para amistoso, alegando que o clube está com vários jogadores lesionados.
22 de abril de 1939 Professores do Liceu de Goyaz oferecem uma taça a ser disputada pelos clubes de Goiânia e Campinas, no mês de maio, no campo do colégio.
25 de abril de 1939 O prefeito de Bela Vista de Goiás, Sebastião Lobo, revela que aceitou o convite do Corinthians para um amistoso no dia 30 de abril, no Estádio da Avenida Paranaíba. Surge a informação de que o diretor esportivo do Goiânia, Carlos Barsi, pode deixar o clube.
20 de abril de 1939 O jogo entre Corinthians e Bela Vista não foi realizado por motivo de força maior.
6 de maio de 1939 A Taça 'A Vanguarda' é exposta na papelaria que leva o nome. Posteriormente seguirá para Campinas, onde ficará na loja 'A Instaladora'. O troféu será disputado por Atlético e Corinthians.
13 de maio de 1939 O Anicuns Esporte Clube se reorganiza, comandado pelo senhor Fausto Bailão. A equipe deseja enfrentar Atlético e Corinthians.
24 de maio de 1939 Diretoria do Corinthians afirma que o Atlético vai aceitar o convite para um amistoso no dia 4 de junho. O presidente do Corinthians, Irani Alves Ferreira, aceita a demissão do diretor de esportes, Carlos Barsi.
27 de maio de 1939 O Corinthians Goiano Futebol Clube retorna o nome para Goiânia Esporte Clube por escolha de seus associados, entre eles Pedro Ludovico Teixeira. Corinthians recebe a Taça Vanguarda, de campeão da cidade, antes do jogo contra o Anápolis Sport Club.
9 de julho de 1939 Goiânia e Campinas empatam por 2 a 2, jogo treino realizado no Estádio da Avenida Paranaíba.
26 de julho de 1939 Torcedores do Goiânia divulgam a realização de um churrasco, no dia 6 de agosto, em benefício do clube.
19 de novembro de 1939 Jogadores do combinado Atlético e Goiânia treinam para enfrentar uma equipe de Araguari.
26 de novembro de 1939 O combinado Atlético e Goiânia realiza mais um treino visando o jogo amistoso contra uma equipe de Araguari.
17 de março de 1940 Dirigentes dos clubes goianienses definem a data de início do Campeonato da Cidade, 14 de abril.
18 de março de 1940 Dirigentes dos clubes goianienses definem o regulamento do Campeonato da Cidade. Os ex-atleticanos Afonsinho, Djamil e Badala são inscritos pelo Goiânia.
3 de abril de 1940 A comissão para organização do Campeonato da Cidade de Goiânia é composta por Irani Alves Ferreira, Alípio Gonçalves, Acari de Passos, Anibal Jaime e Hiron de Assis Albernaz. Tendo Joaquim da Veiga como secretário e Nicanor Gordo como diretor técnico.
13 de abril de 1940 Reunião no Grande Hotel define a arbitragem para os três primeiros jogos do Torneio Início, do Campeonato da Cidade.
14 de abril de 1940 É disputado o Torneio Início do Campeonato da Cidade. O Goiânia conquista o título da competição, que contou ainda com as participações de Atlético, Campinas, ECG e CE Operário.
17 de abril de 1940 É aclamada a nova diretoria do Goiânia para os anos de 1940 e 1941. Irani Alves Ferreira segue no comando.
5 de maio de 1940 Antes do jogo contra o Goiânia, jogadores do Atlético passam a bandeira do clube juntos aos torcedores para arrecadar fundos para a Santa Casa de Misericórdia.
21 de julho de 1940 Time aspirante do Goiânia vence o aspirante do Atlético por 1 a 0, no campo da Avenida 24 de Outubro.
7 de setembro de 1940 Goiânia anuncia amistoso contra o Uberlândia para o dia 20 de setembro. Orlando Feresin treina o time do Goiânia para enfrentar o Uberlândia, no primeiro jogo interestadual da Capital.
8 de janeiro de 1941 Goiânia e Buriti negociam a realização de amistoso no dia 16 de janeiro, no Estádio Pedro Ludovico Teixeira.
19 de março de 1941 Goiânia agenda dois amistosos. O primeiro contra o Buriti no dia 23 de março e o segundo diante do Uberlândia para 6 de abril.
30 de abril de 1941 Dirigentes dos clubes de Goiânia e Campinas buscam entendimento para a realização do Campeonato da cidade.
29 de agosto de 1941 Goiânia tenta as contratações dos jogadores Lago e Massa, do Uberaba.
17 de dezembro de 1941 Presidente do Goiânia convoca sócios para eleições do Conselho Deliberativo e apresentação do relatório do ano para o dia 20 de dezembro, no Automóvel Clube.
21 de dezembro de 1941 Goiânia elege nova diretoria, sendo Nicanor Gordo, o presidente.
1 de janeiro de 1942 Nova diretoria do Goiânia, comandada por Nicanor Gordo, toma posse.
11 de janeiro de 1942 Juvenis do Goiânia vencem os juvenis do Campinas por 2 a 1, na preliminar de Goiânia x Anhanguera.
14 de janeiro de 1942 A diretoria do Goiânia negocia a realização de amistosos contra times do Triângulo Mineiro e do interior de Goiás.
11 de março de 1942 O presidente do Goiânia, Nicanor Gordo, revela que o clube fará amistoso contra o Uberlândia no dia 22.
11 de abril de 1942 O presidente do Goiânia, Nicanor Gordo, descarta Uberlândia e Anápolis SC para o amistoso do dia 19, e confirma o Mineiros FC.
15 de abril de 1942 Goiânia anuncia que o atacante Téo fará sua estreia pelo clube. O jogador vem do Villa Nova, de Nova Lima (MG).
24 de dezembro de 1942 Goiânia recebe telegrama do Fluminense, afirmando que não poderá vir à Goiânia no dia 13 de janeiro de 1943 para realização de amistoso.
26 de dezembro de 1942 Goiânia realiza a eleição do Conselho Deliberativo e da Diretoria Executiva, que segue tendo a frente Nicanor Gordo.
3 de janeiro de 1943 Antes do jogo contra o América de Morrinhos, os jogadores do Goiânia homenageiam Barola e Swing, que foram convocados pelo exército.
16 de janeiro de 1943 Goiânia apresenta balancete financeiro de 1942. O clube apresenta um saldo de Cr$ 19.584,10.
17 de fevereiro de 1943 Goiânia contrata o ponteiro direito Cid.
21 de fevereiro de 1943 É adiado o jogo entre Goiânia e Pires do Rio, que seria realizado no Estádio Pedro Ludovico.
28 de fevereiro de 1943 O goleiro Caju e o atacante Cid estreiam pelo Goiânia no jogo contra o Anápolis. Pela primeira vez uma rádio transmite um jogo em Goiás. Os locutores Luiz Carlos e Iamerô transmitem o amistoso Goiânia 5x3 Anápolis SC, no Estádio Pedro Ludovico, pela ZYG-3 (Rádio Clube).
10 de março de 1943 Imprensa goianiense noticia a realização de amistoso entre Goiânia x Pires do Rio no dia 21. Vavá que não enfrentou o Anápolis, por estar fora de Goiânia, retorna ao Goiânia para o jogo contra o Pires do Rio.
21 de março de 1943 O atacante Reguinho chega 20 minutos atrasado ao jogo entre Goiânia x Pires do Rio.
28 de abril de 1943 Goiânia anuncia amistoso contra o Operário de Araguari no dia 2 de maio. O ponteiro esquerdo Piolho, e os meio-campistas Ovídio e Ferreirinha se inscrevem no Goiânia.
26 de junho de 1943 O presidente da FGF, João Teixeira Júnior, revela que a entidade vai realizar o Torneio Início no dia 11 de julho.
6 de julho de 1943 Goiânia e Comercial realizam um treino de 50 minutos, com vitória do Galo por 4 a 1. O Torneio Início do Campeonato da Cidade é transferido do dia 11 para o dia 18.
7 de julho de 1943 O técnico José Folker, contratado pelo Goiânia, não chegou à cidade conforme esperado.
18 de julho de 1943 Goiânia conquista o Torneio Início do Campeonato da Cidade. A competição contou ainda com Atlético, Goiás, Vila Nova e Comercial.
21 de julho de 1943 Goiânia propõe ao Anápolis SC um amistoso para arrecadar fundos para o jogador Edmundo, que está enfermo.
21 de agosto de 1943 O meia Baiano, do Goiás, treina no Goiânia, e pode deixar o time alviverde.
25 de agosto de 1943 O zagueiro Magalhães retorna ao Goiânia.
5 de setembro de 1943 O Campeonato da Cidade é paralisado restando três jogos. A razão foi o início da preparação da Seleção Goiana para o Campeonato Brasileiro.
18 de setembro de 1943 Federação Goiana compra o passe do meia Ferreirinha, que atua pelo Goiânia e pertencia ao América-RJ, por Cr$ 1 mil.
13 de outubro de 1943 Vila Nova acerta a contratação do goleiro Caju, ex-Goiânia.
23 de outubro de 1943 O goleiro Mozart é cedido ao Goiânia pelo América-RJ.
13 de novembro de 1943 É noticiado que o Campeonato da Cidade vai recomeçar com o jogo entre Goiânia e Goiás. O ex-técnico da Seleção Goiana, João Chiavone, que comanda o Corinthians, tenta a contratação do atacante Vavá, do Goiânia.
17 de novembro de 1943 A diretoria do Goiânia negocia com o Independente, de Uberaba, a realização de um amistoso para o dia 21.
21 de novembro de 1943 O Goiânia cede a renda do jogo contra o Independente de Uberaba, de quase Cr$ 3 mil, para o Vila Nova, que organizou a Semana Tricolor.
11 de dezembro de 1943 O Vila Nova acerta a contratação do atacante Gil, do Goiânia, e do zagueiro Vino, do Comercial. Dirigentes do Vila Nova tentam a contratação de vários jogadores do Goiânia - Mateba, Clóvis e Dito.
14 de dezembro de 1943 Presidente do Goiânia, Nicanor Gordo, convoca Assembleia Geral para o dia 25, na qual, será feita a apresentação do relatório de 1943, eleição do Conselho Deliberativo e escolha da nova diretoria para 1944.
19 de dezembro de 1943 O presidente interino da FGF, Edson Hermano, e representantes dos clubes afiliados se reúnem para eleger a nova diretoria da entidade. Os clubes enviam um telegrama ao Conselho Nacional de Desporto com um pedido de providências na FGF.
31 de dezembro de 1943 É eleito o novo Conselho Deliberativo do Goiânia, assim como a diretoria executiva, comandada por Joaquim da Veiga Jardim.
5 de janeiro de 1944 Nova diretoria do Goiânia toma posse. Joaquim da Veiga Jardim é o novo presidente do Galo.
26 de janeiro de 1944 Goiânia contrata o zagueiro Célio Bizzoto, que já defendeu a Seleção Goiana.
8 de julho de 1944 Atlético reivindica o título do Torneio Início do Campeonato da Cidade, pois o Goiânia utilizou o goleiro Paulista, que pertencia ao time rubro-negro.
19 de novembro de 1944 Atlético Goianiense conquista o Campeonato Citadino de Goiânia de 1944 ao vencer o Goiânia, por 4 a 2, no Estádio Olímpico.
2 de dezembro de 1944 O Corinthians Paulista convida o zagueiro Pão Duro, do Goiânia, para fazer parte de seu elenco.
24 de janeiro de 1945 Com a indisponibilidade do São Paulo, o Juventus é convidado para enfrentar o Goiânia, em comemoração ao aniversário de Goiânia.
19 de maio de 1945 Vila Nova vence o Goiânia por 2 a 1 em jogo treino.
2 de agosto de 1945 Uberlândia envia telegrama ao Goiânia adiando o amistoso marcado entre as duas equipes.
23 de setembro de 1945 O jogador Mateba, do Goiânia, termina o Campeonato Citadino de Goiânia de 1945 como artilheiro da competição, com nove gols.
6 de outubro de 1945 Federação Goiana de Futebol convida o São Paulo para jogar contra o Goiânia, no aniversário de Goiânia.
20 de outubro de 1945 A vinda do São Paulo a Goiânia para enfrentar o Galo está ameaçada.
16 de março de 1946 O presidente do Goiânia, Joaquim Brandão, busca uma área no Setor Leste para construir o campo próprio. Federação Goiana de Futebol divulga a tabela do primeiro turno do Campeonato da Cidade.
27 de março de 1946 Diretoria do Goiânia garante que usará força máxima no Torneio Início do Campeonato da Cidade.
31 de março de 1946 O presidente da FGF, Irani Alves, se reúne com representantes dos clubes goianienses para discutir a entrada do Anápolis SC no Campeonato da Cidade.
3 de abril de 1946 O dirigente da ABG, Celso Fleury, aponta o seu clube e o Goiás como maiores rivais do Goiânia no Torneio Início. O goleiro do Goiás, Paulista, afirma que o clube é favorito ao título ao lado de ABG e Goiânia.
7 de abril de 1946 Goiânia conquista o Torneio Início do Campeonato da Cidade, que contou ainda com as participações de Atlético, ABG, Anápolis SC, Goiás e Vila Nova.
13 de abril de 1946 O atacante Loló, que estava no Corinthians, retorna para defender o Goiânia.
5 de agosto de 1946 FGF paralisa o Campeonato da Cidade para a preparação da Seleção Goiana para o Campeonato Brasileiro.
24 de agosto de 1946 Diretoria do Goiânia anuncia que o sorteio da rifa de um relógio folheado a ouro será realizado na segunda-feira (26), na sede da Rádio Clube.
4 de fevereiro de 1947 Goiânia elege nova diretoria, tendo como presidente Augusto César de Pádua Fleuri.
23 de abril de 1947 É eleita a nova diretoria da FGF em assembleia geral. A entidade passa a ter como presidente Waldyr Castro Quinta.
4 de maio de 1947 É realizado o Torneio Início do Campeonato da Cidade. O Goiânia conquistou o título. Ainda participaram da competição, Atlético, Goiás, Operário, ABG, Anápolis e Inhumas.
7 de maio de 1947 Goiânia planeja ir a Uberlândia realizar um amistoso contra o Uberlândia no dia 18.
15 de maio de 1947 Goiânia segue para o Triângulo Mineiro, onde enfrentará o Uberlândia em partida amistosa.
27 de maio de 1947 O presidente da FGF, Waldyr Castro Quinta, convoca os clubes para assembleia geral extraordinária no dia 12 de junho. O assunto é a redução nos valor dos ingressos.
6 de junho de 1947 O jogador Antonio Eleutério Filho, do Goiânia, é multado em Cr$ 40 por ter agredido o jogador Elpídio, do Atlético, no clássico entre as duas equipes. O jogador Elpídio Gomes Santiago, do Atlético, é multado em Cr$ 20 por ter agredido o jogador Antônio Eleutério, do Goiânia, no clássico entre as duas equipes.
12 de junho de 1947 A FGF, juntamente com os clubes que disputam o Campeonato da Cidade, decide fixar o preço dos ingressos em Cr$ 4.
16 de junho de 1947 O jogador Otacílio Alves, do Goiânia, é suspenso por 10 dias por ter agredido o jogador Ibiracci Simões de Lima, do Inhumas.
18 de junho de 1947 O Tribunal de Justiça Desportiva converte multas aplicadas aos jogadores Elpídio, do Atlético, e Antônio Eleutério, do Goiânia, em quatro e dois jogos, respectivamente.
6 de agosto de 1947 O Araxá convida o Goiânia para duas partidas amistosas na segunda quinzena de agosto.
17 de abril de 1948 A FGF divulga o regulamento e a tabela do Torneio Início do Campeonato da Cidade, que acontecerá no dia 25 de abril.
25 de abril de 1948 Goiás conquista o Torneio Início do Campeonato da Cidade, que contou ainda com Botafogo de Goiânia, Atlético, ABG, Goiânia e Vila Nova. A União Operária não compareceu.
8 de dezembro de 1948 A FGF anuncia que trará um árbitro de São Paulo para o jogo decisivo do Campeonato, entre Atlético e Goiânia.
12 de dezembro de 1948 Goiânia vence o Atlético por 3 a 0 e conquista o Campeonato da Cidade, de aspirantes. Goiânia conquista o Campeonato da Cidade ao vencer o Atlético por 3 a 1, no Estádio Olímpico.
19 de janeiro de 1949 Bangu confirma amistosos em Goiás nos dias 12 e 13 de fevereiro, contra Anapolina e Goiânia, respectivamente.
26 de novembro de 1950 Elson Salsinha se torna artilheiro do Campeonato Citadino de Goiânia, com 18 gols.
10 de fevereiro de 1951 O Atlético conquista o título de aspirantes do Campeonato da Cidade ao vencer o Goiânia.
28 de fevereiro de 1951 O zagueiro Bela Vista afirma que jamais deixará o Goiânia Esporte Clube. Goiânia acerta três contratações. Bessa e Duduca, do Goiás, e Preto, do Araguaia.
11 de abril de 1951 Dirigentes do Bonsucesso, do Rio de Janeiro, deseja realizar dois amistosos contra Goiânia e Goiás ainda no mês de abril. Os jogadores Gato, do Goiás, Uberaba, do Goiânia, e Epitácio, do Atlético, interessam ao Bonsucesso.
4 de julho de 1951 O Goiânia acerta a realização de um jogo amistoso contra o Fluminense para o dia 15 de julho.
15 de julho de 1951 Goiânia teve prejuízo no jogo com o Fluminense. A renda não foi suficiente para cobrir as despesas.
5 de janeiro de 1952 Loló confirma que virá a Goiânia para defender os carijós no primeiro jogo da decisão.
8 de janeiro de 1952 Depois de não chegar no dia marcado, o atacante Loló, confirma que chegará de Morrinhos no dia 10.
9 de janeiro de 1952 Assim como o Goiás, o Goiânia também se concentra para o primeiro jogo da melhor de três. Os jogadores ficarão em uma fazenda em Hidrolândia. Como Joaquim da Veiga Jardim não se encontra na cidade, o time será comandado no primeiro jogo com o Goiás por Teodorico.
10 de janeiro de 1952 Teodorico define o ataque do Goiânia com Elson, Cisquinho, João Preto, Foca e Loló para enfrentar o Goiás.
13 de janeiro de 1952 Após o jogo contra o Goiás, o atacante Foca afirma que o árbitro havia dito que não marcaria penalidades no jogo.
16 de janeiro de 1952 O árbitro Leão acusa o treinador do Goiânia, Teodorico, de ter oferecido a ele um suborno de Cr$ 4 mil para favorecer o time alvinegro contra o Goiás. Teodorico nega acusação de suborno pelo árbitro Leão e diz que vai contratar um advogado para se defender da calúnia. A diretoria do Goiânia veta o nome do árbitro Leão para o segundo jogo contra o Goiás.
18 de janeiro de 1952 O atacante Borba, do Atlético, treina no Goiânia. O jogador deseja se transferir para o alvinegro que é mais próximo de sua casa. O atacante silvinho era aguardado pelo Goiânia, vindo de Morrinhos, mas o jogador não chega à Capital e não enfrentará o Goiás.
19 de janeiro de 1952 TJD absolve Cisquinho e pune Palhaço e Foca, que não poderão enfrentar o Goiás.
20 de janeiro de 1952 Após o empate por 0 a 0 com o Goiânia, o Goiás se considera campeão goianiense da temporada. Os alvinegros discordam e pedem pela terceira partida.
21 de janeiro de 1952 TJD suspende os jogadores do Goiânia Foca por 620 dias e Palhaço por 250 pela confusão no clássico contra o Goiás.
22 de janeiro de 1952 Após reunião com dirigentes de Goiás e Goiânia, o presidente da FGF, João de Paula Teixeira Filho (Parateca) proclama o Goiás campeão da temporada. Os jogadores Foca e Palhaço, do Goiânia, planejam jogar fora de Goiás, caso as penas recebidas sejam mantidas pelo TJD.
23 de janeiro de 1952 A FGF convoca a seleção goiana para disputar o Campeonato Brasileiro. A lista é a seguinte: Uberaba, Capitão e Jocelino (goleiros); Japonês, Bagaia e Nilton (zagueiros); Turco, Neném, Didiu, Oswaldinho e Preto (meio-campistas); Zé Luiz, Renato, Cisquinho, Fião, Duduca, João Preto, Eudes, Epitácio, Carlyle, Loló, Leodolfo, Dico, Fábio e Vando (atacantes).
24 de janeiro de 1952 O Jornal O Popular elege a seleção do Campeonato Citadino de 1951 com: Uberaba; Japonês e Bibiu; Turco, Didiu e Goiá; Zé Luiz, Cisquinho, Eudes, Epitácio e Vando.
25 de janeiro de 1952 Os jogadores do Goiânia, China, Tomazinho e Caixão, acompanham o treino do Atlético. O primeiro diz que gostaria de defender o clube rubro-negro.
28 de janeiro de 1952 Goiânia recorre a Confederação Brasileira de Desportos contra a decisão da FGF que proclamou o Goiás campeão de 51.
3 de fevereiro de 1952 Goiânia vence o São Francisco, por 7 a 2, no Estádio Manoel Demóstenes, e conquista o Campeonato Citadino de Aspirantes.
11 de fevereiro de 1952 Goiânia oferece um bom emprego para o atacante Tredezine, que já defendeu a ABG retornar ao futebol goiano.
15 de fevereiro de 1952 TJD atende pedido do presidente da FGF, João de Paula Teixeira Filho (Parateca) e converte em multa as suspensões dos jogadores Foca e Palhaço.
28 de fevereiro de 1952 Goiânia aguarda a chegada do zagueiro Marruco, oriundo de Morrinhos e indicado por Loló.
7 de março de 1952 Goiás contesta o recurso do Goiânia por conta da disputa do título de 1951.
4 de abril de 1952 Atlético e Goiânia acertam a realização de um amistoso para o domingo seguinte, 6 de abril.
9 de abril de 1952 O goleiro Uberaba, do Goiânia, define sua transferência para o Rio de Janeiro, onde defenderá o Flamengo.
16 de abril de 1952 TJD marca para o dia 18 de abril o julgamento do recurso do Goiânia sobre a decisão do campeonato de 1951.
18 de abril de 1952 O goleiro Uberaba, do Goiânia, e o zagueiro Japonês, do Goiás, são aprovados em teste no Flamengo.
26 de abril de 1952 É definido que os times de Goiânia e de Anápolis disputarão torneios diferentes, com os dois melhores de cada grupo decidindo o título posteriormente. É definido que o Campeonato Citadino de Goiânia começa no dia 11 de maio, e que o Torneio Início será no dia 4.
29 de abril de 1952 Foca é novamente suspenso por 120 dias, pela confusão no jogo entre Goiânia e Goiás.
14 de maio de 1952 Após período de testes no Flamengo, o goleiro Uberaba treina no Fluminense, a convite do técnico Zezé Moreira.
31 de maio de 1952 Atacante Foca, do Goiânia, promete mudar a postura e se tornar o jogador mais disciplinado do futebol goiano.
3 de junho de 1952 O goleiro Uberaba retorna a Goiânia, e espera retornar ao Flamengo, onde fez teste. Ele revela ter uma proposta do Bonsucesso, assim como o zagueiro Japonês.
6 de junho de 1952 Goiânia acerta com representante do Independência, do Paraguai, um amistoso para o dia 17 de agosto, em Goiânia. Os paraguaios também devem jogar em Anápolis.
9 de junho de 1952 Diretoria da União pede anulação do jogo contra o Goiânia, alegando erro de direito do árbitro Alamir Carneiro.
10 de julho de 1952 Anápolis e Goiânia acertam a realização de um amistoso para domingo, dia 13, em Anápolis.
7 de setembro de 1952 Atletas de clubes da Capital (Atlético, Goiás, Botafogo, União e Goiânia) participam do desfile de independência do Brasil em Goiânia.
9 de outubro de 1952 Três jogadores do Goiânia têm lesões sérias e desfalcarão o time por alguns dias - Uberaba, César Fleuri e Pernambuco.
15 de outubro de 1952 FGF não permite que o jogador Miltinho, que se transferiu do Goiás para o Goiânia atue até que complete três meses de seu último jogo pelo time alviverde.
22 de outubro de 1952 STJD dá ganho de causa ao Goiânia, e decisão do Campeonato de 1951 volta a ficar aberta.
30 de outubro de 1952 Joaquim da Veiga Jardim veta a saída de Gilberto para o América Mineiro.
4 de novembro de 1952 Por meio de um telegrama, Atlético Mineiro pede que o jogador Gilberto, do Goiânia, seja enviado à Belo Horizonte para período de teste.
7 de novembro de 1952 O julgamento da melhor de três entre Goiânia e Goiás, por parte do TJD-GO, foi adiado para o dia 12 de novembro.
13 de novembro de 1952 Diante da negativa do Goiânia de adiar o jogo previsto para o dia 16 de novembro, o Pires do Rio ameaça abandonar a competição.
22 de novembro de 1952 Goiânia conquista o Campeonato Citadino de 1952 ao golear o Pires do Rio, por 4 a 0, no Estádio Pedro Ludovico.
26 de novembro de 1952 TJD-GO decide que Goiânia e Goiás terão que disputar a terceira partida para se conhecer o campeão de 1951.
27 de novembro de 1952 FGF define que o Campeonato Goiano será disputado por Goiânia, Atlético, Goiás, Anapolina e São Francisco, primeiros colocados dos torneios de Goiânia e Anápolis.
1 de dezembro de 1952 FGF determina que Goiânia e Goiás devem realizar a terceira partida do Campeonato de 1951 no dia 7 de dezembro. Jogadores do Goiás afirmam que não irão comparecer ao terceiro jogo da decisão de 1951. Diretoria esmeraldina apoia a decisão dos atletas. FGF afirma, que se o clube não comparecer, o Goiânia será proclamado campeão.
1 de dezembro de 1952 FGF determina que Goiânia e Goiás devem realizar a terceira partida do Campeonato de 1951 no dia 7 de dezembro. Jogadores do Goiás afirmam que não irão comparecer ao terceiro jogo da decisão de 1951. Diretoria esmeraldina apoia a decisão dos atletas. FGF afirma, que se o clube não comparecer, o Goiânia será proclamado campeão.
29 de abril de 2014 Federação Goiana de Futebol e dirigentes dos clubes da segunda divisão definem a fórmula de disputa da competição.
11 de agosto de 2014 Goiânia contrata o técnico Rubinho. Com isto, Fabrício Carvalho se torna auxiliar técnico.
14 de agosto de 2014 Goiânia contrata o goleiro Fernando Gabas, o volante Fernando Bahia e o meia Valdeir.
14 de setembro de 2014 Goiânia permanece na segunda divisão depois da vitória de 1 a 0 sobre o Rio Verde.
23 de janeiro de 2015 Diretoria do Goiânia anuncia a contratação de 4 jogadores para a Divisão de Acesso: goleiro Rhafael, volante Rhuan, lateral Juninho e meia Jeferson Sabino.
27 de janeiro de 2015 Diretoria do Goiânia anuncia mando de campo para o estádio Serra Dourada.
28 de janeiro de 2015 Goiânia confirma a contratação dos zagueiros Marcelo Costa e Thiago Coutinho para reforçar a equipe na Divisão de Acesso.
1 de fevereiro de 2015 Goiânia e Anápolis empatam por 1 a 1 em jogo treino no CT da Boa Vista, em Anápolis.
9 de fevereiro de 2015 Os reservas do Goiás venceram o Goiânia, por 1 a 0, em jogo-treino, no CT Edmo Pinheiro, que foi interrompido por causa de uma confusão entre os jogadores das duas equipes após a não marcação de um pênalti a favor dos alvinegros.

Cores e símbolos[editar | editar código-fonte]

Uniforme dos jogadores[editar | editar código-fonte]

O uniforme do Goiânia é composto por faixas verticais alvinegras (pretas e brancas) com o escudo no peito acima do coração. O número na parte de trás da camisa é vermelho, preto ou branco, dependendo da coleção. O calção é preto e as meias são brancas com listras pretas na horizontal ou totalmente brancas. Os uniformes reservas podem ser compostos por camisas brancas, calções brancos e meias pretas; ou por camisas brancas e calções pretos e meias pretas

  • Uniforme Titular: Camisa com listras verticais em Branco, calção preto e meias brancas.
  • Uniforme Reserva: Camisa branca, calção preto e meias pretas.
  • Terceiro Uniforme: Camisa quadriculada, calção preto e meias pretas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme

Escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo do Goiânia passou por cinco alterações ao longo dos anos. O primeiro foi o próprio mapa do estado de Goiás. Na época o distintivo foi carinhosamente bordado por dona Maria Luzia Leite (Baby) e dona Lucy Gomes da Veiga Jardim.

Pouco tempo depois o clube adotaria o seu segundo escudo oficial. Um circulo branco com as iniciais G, E e C em preto. A terceira versão era invertida. O circulo era preto e as iniciais G, E e C possuíam a cor branca. O quarto escudo seria parecido com o atual. Porém as letras eram menores, achatadas e possuíam uma fonte diferente.

O atual escudo do clube é simples. Ele é composto de um circulo branco, tendo ao centro uma faixa preta grafada Goiânia. Na parte superior está o ano da fundação do clube, já na inferior as iniciais E.C..

Evolução do Escudo do Goiânia Esporte Clube
Atual
Goiania EC.svg

As cinco estrelas[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Cscr-featured.png Cscr-featured.png Cscr-featured.png Cscr-featured.png

As cinco estrelas acima do escudo do Goiânia simbolizam o pentacampeonato goiano conquistado (1950/1951/1952/1953/1954).

Hino[editar | editar código-fonte]

O hino do Goiânia foi composto pelo músico Antonio de Pádua da Silva. O hino é sempre relembrado pelo marcante "Cadê a bola? Cadê, cadê?".

Hino Oficial[editar | editar código-fonte]

  • Letra: Antonio de Pádua da Silva


Mascote[editar | editar código-fonte]

O mascote da equipe é o galo. Sobre o Galo, os torcedores chamam o clube carinhosamente de:

  • Galo
  • Galo Carijó

Alcunhas[editar | editar código-fonte]

  • Galo e Galo Carijó: Alusão ao mascote do clube.
  • Alvinegro: Devido as cores do clube, preto e branco.
  • Pentacampeão: Pela conquista do Penta no goiano (1950-54).

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Estádios[editar | editar código-fonte]

Estádio Olímpico

Ruinasestadioolimpico.jpg
Terreno do estádio
Nomes
Nome Estádio Olímpico Pedro Ludovico
Apelido Olímpico
Galinheiro
Características
Local Goiânia
Capacidade 12.055 (jogos)[12]
Construção
Data 9 de fevereiro de 1940 a 3 de setembro de 1941
Custo R$ 48,816 milhões (2015)[13]
Inauguração
Data 3 de setembro de 1941 e 2015 (reinauguração)
Partida inaugural Goiânia 2–0 América Mineiro
Primeiro gol Ari
Outras informações
Proprietário Governo de Goiás
Administrador Governo de Goiás
Arquiteto Agetop
Mandante Goiânia

Estádio Olímpico Pedro Ludovico[editar | editar código-fonte]

Construído ao longo de um ano, o Estádio Olímpico foi inaugurada em 3 de setembro de 1941 com uma partida amistosa entre Goiânia e América Mineiro, que terminou com vitória por 2–0 da equipe goiana[14] . Foi o primeiro campo esportivo oficial goianiense, à época com capacidade para dez mil torcedores. A partir da reforma atual, ele passa a comportar 12 mil torcedores. Segundo o diretor de Obras Civis da Agetop, Luiz Antônio de Paula, todo o complexo será entregue à população com todos os equipamentos de ponta. “O goianiense terá um Centro de Excelência da melhor qualidade para atender a prática de esportes olímpicos e que eventualmente também poderá ser aberto para esporte amador”[15] .

É o segundo maior estádio da cidade de Goiânia e atualmente segue em ampla reconstrução para sediar jogos em 2015, com valor estimado de R$  48 milhões. Segundo o presidente da Agetop, “o Olímpico tem como prioridade atender o esporte amador e olímpico, não à toa estamos construindo uma pista de atletismo de excelente nível e as piscinas do parque aquático. Mas, o time que nos procurar para usar o estádio, estaremos abertos, sem dúvida”.[16]

A área construída é de 23,224 02 metros quadrados, com capacidade para 12.055 cadeiras na arquibancada. Haverá estacionamento no subsolo com 378 vagas.

A estrutura do novo estádio é composta por sanitários, quatro salas de aquecimento, quatro vestiários, dois depósitos de materiais esportivos, sala para exame antidoping, escada e rampa de acesso na entrada principal, campo de Futebol (gramado) e pista de Atletismo (além do atletismo, poderão ser praticados no local outras quatro modalidades de esportes: Arremesso de dardos, de disco, de peso e salto) - 8 raias.[17]

Novo Estádio Olímpico Pedro Ludovico - Números (Jogos) do Goiânia
J V E D GP GC SG AP
0 0 0 0 0 0 0 0%
Relação de jogos do Goiânia no novo Estádio Olímpico
Lista de Jogos
Jogo Data Time mandante Placar Time visitante Competição Público Renda
. . TOTAL 0 gols . . 0 0

Centros de Treinamento[editar | editar código-fonte]

Campinho[editar | editar código-fonte]

O Goiânia possuía um campo no Setor Universitário.

Vila Olímpica[editar | editar código-fonte]

Exaltada por publicações da década de 60 e 70, a “casa do Goiânia”, Vila Olímpica, sempre foi o orgulho dos dirigentes. Construída para ser o lugar onde o clube formaria os atletas não só para o futebol, mas para o basquete, natação, voleibol e outros esportes, o Centro de Treinamentos do Galo era tido como o grande trunfo dos desportistas do clube.

“A Vila Olímpica é hoje o maior patrimônio que um clube de futebol tem na Capital goiana. Localizada pertinho do centro e no setor da cidade que mais cresce, vem sendo construída para deixar o associado alvinegro em condições de frequentar um clube completo. Até o final do ano estarão concluídas as obras programadas para que ao lado da piscina já construída, da churrascaria, das quadras e dos dois campos de futebol que estão prontos, venham aumentar a área de lazer do sócio alvinegro”, disse o ex-presidente do Galo, ainda na década de 70, Joaquim da Veiga Jardim.

Desenvolvida e distribuída pela própria agremiação – a construção da Vila Olímpica servia também para fazer com que o clube tivesse cada vez mais associados, e que estes contribuíssem financeiramente com o clube. Assim, com mais conforto e opções, o Goiânia queria que a torcida se interessasse cada vez mais pelas “coisas” do clube.

Principais Títulos[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Honraria
Competição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Taça dos Invictos 2 1953Cscr-featured.png e 1954Cscr-featured.png
Regional
Competição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Copa Brasil Central 1 1967Cscr-featured.png
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Goiás Campeonato Goiano 14 1945, 1946, 1948, 1950, 1951, 1952, 1953Cscr-featured.png, 1954Cscr-featured.png, 1956, 1958, 1959, 1960, 1968 e 1974
Goiás Campeonato Goiano da Segunda Divisão 2 1998Cscr-featured.png e 2006
Goiás Torneio Início 7 1946Cscr-featured.png, 1947Cscr-featured.png, 1950Cscr-featured.png, 1952Cscr-featured.png, 1953Cscr-featured.png, 1954Cscr-featured.png e 1967Cscr-featured.png
Goiás Super Campeonato Goiano[18] 3 1952, 1959, 1960Cscr-featured.png
Goiás Taça Goiás 1 1968
Goiás Torneio Incentivo 1 1983
Municipais
Competição Títulos Temporadas
Bandeira de Goiania.png Citadino de Goiânia[19] 4 1938, 1939Cscr-featured.png, 1940Cscr-featured.png, 1943Cscr-featured.png
Bandeira de Goiania.png Torneio Início Citadino de Goiânia[20] 2 1940Cscr-featured.png, 1943Cscr-featured.png
Bandeira de Goiania.png Taça Cidade de Goiânia 1 1965
Aspirantes/Reservas
Competição Títulos Temporadas
Goiás Campeonato Goiano de Aspirantes[21] 3 1946[22] , 1948, 1952
Outras Conquistas
Competição Títulos Temporadas
Goiás Torneio Quadrangular de Itauçu 1 2004Cscr-featured.png
Goiás Troféu Ednaldo Barbosa Machado 1 1984Cscr-featured.png
Goiás Torneio Quadrangular Olaria 1 1958Cscr-featured.png
Goiás Torneio Tomás Mazzoni[23] 1 1970Cscr-featured.png
Goiás Taça Cine Imperial[24] 1 1941Cscr-featured.png
Goiás Torneio de 1944[25] 1 1944Cscr-featured.png
Flag of Brazil.svg Flag of Switzerland (Pantone).svg Torneio Luiz Miguel Estevão de Oliveira[26] 1 1986Cscr-featured.png
  • O nome do Torneio de 1944 é desconhecido. Sabe-se apenas que foram três partidas entre Goiânia e Atlético. Havendo duas vitórias do Goiânia e um empate.
  • O RSSSF cita que o Atlético foi campeão do Torneio Início de 1940 por ter maior número de escanteios na partida. Porém o site http://futeboldegoyaz.com.br/ afirma que o vencedor do torneio foi o Goiânia.
  • O Super Campeonato é considerado Campeonato Goiano para o site Futebol de Goyaz. Porém o mesmo não é reconhecido como goiano pela FGF.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2015
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Goiás Campeonato Goiano (1D) 57 Campeão (14 vezes) 1944 2007 4
Campeonato Goiano (2D) 11 Campeão (2 vezes) 1998 2015 3
Brasil Campeonato Brasileiro 4 28º colocado (1975) 1975 1979
Série B 4 19º colocado (1980) 1980 1991
Série C 6 11º colocado (1997) 1997 2002
Copa do Brasil 2 2º Fase (2001) 1991 2001

Retrospecto em competições oficiais[editar | editar código-fonte]

Retrospecto do Goiânia Esporte Clube em competições oficiais de futebol.[27]

Última atualização: 4 de janeiro de 2015

CBF logo.jpg Competições nacionais (CBF)
Competição Títulos J V E D GP GC
Campeonato Brasileiro Unificado 0 50 12 12 26 52 89
Campeonato Brasileiro - Série B 0 37 9 14 14 38 48
Campeonato Brasileiro - Série C 0 57 19 18 20 65 68
Copa do Brasil 0 6 1 2 3 4 7
Federação Goiana de Futebol.jpg Competições estaduais (FGF)
Competição Títulos J V E D GP GC
Campeonato Goiano de 1962 à 2015 14 916 343 280 293 1.162 1.068
Campeonato Goiano - Segunda Divisão 2 129 50 38 41 197 172
Central-West Region in Brazil.svg Competições Regionais
Competição Títulos J V E D GP GC
Copa Brasil Central 1 21 6 9 6 31 27

J Jogos, V Vitórias, E Empates, D Derrotas, GP Gols Pró e GC Gols Contra


Histórico em competições oficiais[editar | editar código-fonte]

Campeonato Brasileiro[editar | editar código-fonte]

Maiores ídolos[editar | editar código-fonte]

Lista com os maiores ídolos da história do Goiânia Esporte Clube.

Legenda:

Goleiros
Brasil Uberaba Prata da casa
Brasil Max (Max Esteves Pereira)
Brasil Clóvis Prata da casa
Brasil China Prata da casa
Defensores
Brasil Bela Vista Prata da casa
Brasil Bessa
Brasil Geraldino (Geraldo Cassimiro)
Brasil Paulistano
Meio-campistas
Brasil Turco (Joviro Rocha) Prata da casa
Brasil Vavá
Brasil Pernambuco
Brasil Palhaço (Sebastião Ferreira da Costa)
Brasil Betinho Prata da casa
Atacantes
Brasil Afonsinho (Afonso Gordo)
Brasil Ari
Brasil Tarzan (José Hilário dos Santos)
Brasil Mateba Prata da casa
Brasil Foca (Afonso Carlos de Souza) Prata da casa
Brasil Tomazinho (Thomaz de Aquino Gonçalves)
Brasil Bill
Brasil Finazzi (Alexandre Silveira Finazzi)


Diretoria[editar | editar código-fonte]

Comissão Técnica
Nome Função
Brasil Vicente Arycan de Almeida Presidente
Brasil Fabrício Carvalho Alves Treinador
Brasil Vicente Arycan de Almeida Filho Diretor Administrativo
Brasil Francisco Diretor de Futebol
Brasil Reinaldo Coordenador Técnico
Brasil Denubes Supervisor
Brasil Gésio Emídio de Souza Supervisor
Brasil Caires Fisioterapeuta


Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Legenda:
  • Capitão : Capitão
  • Suspenso : Jogador Suspenso
  • Lesão : Jogador Lesionado
  • Vindo de Empréstimo : Jogador Emprestado
  • Prata da casa: Prata da Casa
Goleiros
Jogador
Brasil França
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Bruno Bera Z
Brasil Lira Z
Brasil Bruno Morais LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Luis Marques V
' M
Atacantes
Jogador
Brasil Cristiano Alagoano
Brasil Marcus Vinícius

Recordes[28] [editar | editar código-fonte]

Maiores goleadas em jogos oficiais e amistosos
# Data Jogo Placar Campeonato
1 12/08/1951 Goiânia x Botafogo 13 – 0 Campeonato Goiano de 1951
2 11/01/1942 Goiânia x Anhanguera Esporte Clube 10 – 0 Amistoso feito em 1942
3 11/04/1953 Goiânia x Botafogo 10 – 0 Campeonato Goiano de 1953
4 18/09/1959 Goiânia x Santa Rita 10 – 0 Campeonato Goiano de 1959
5 10/06/2004 Goiânia x América-MO 10 – 0 Campeonato Goiano da Segunda Divisão de 2004
6 01/08/1948 Goiânia x Botafogo 9 – 0 Campeonato Goiano de 1948
7 22/05/1949 Botafogo x Goiânia 0 – 9 Campeonato Goiano de 1949
8 15/09/1955 Nova Vila x Goiânia 0 – 9 Campeonato Goiano de 1955
9 10/02/1957 Goiânia x Nova Vila 9 – 1 Campeonato Goiano de 1957
10 01/11/2006 Goiânia x Iporá 9 – 1 Campeonato Goiano da Segunda Divisão de 2006

Football pictogram.svg Futebol Feminino[editar | editar código-fonte]

O futebol feminino do Goiânia é um dos mais tradicionais de Goiás. Ganhou o primeiro Campeonato Goiano em 2003 e obteve vários vice-campeonatos.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Goiás Campeonato Goiano 1 2003Cscr-featured.png

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

O Goiânia é conhecido atualmente por ter uma das categorias de base mais fortes do estado. Já obteve vários campeonatos estaduais, além de já ter disputado a Copa São Paulo.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Sub 20[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Goiás Campeonato Goiano 1 2012

Sub 16[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Brasil Copa Nacional Marília 1 2011Cscr-featured.png

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Clássico Vovô[editar | editar código-fonte]

Goiânia e Atlético mantêm uma das mais antigas rivalidades do futebol goiano. O clássico entre os clubes é conhecido como "Clássico Vovô". O primeiro confronto aconteceu em 31 de julho de 1938, com vitória do Goiânia por 1–0. Já a primeira vitória do Atlético aconteceu na quarta partida entre os dois times, disputada em 18 de dezembro de 1938, também por 1–0 (gol de Tonho)[29] .

Go-Go[editar | editar código-fonte]

Outra grande rivalidade do futebol goiano é o clássico entre Goiânia e Goiás. O duelo é conhecido como "Go-Go". O Goiânia era considerado o time da "velha elite", ligada ao funcionalismo público do Estado de Goiás e da cidade de Goiânia. O Goiás foi fundado pela "nova elite", representada pelos comerciantes (nas décadas de 40, 50 e 60) e os industriais (nas décadas de 70, 80, 90 e 2000). O primeiro jogo entre as duas equipes ocorreu em 2 de abril de 1944, e acabou vencido pelo Goiânia pelo placar de 1–0.

Clássico dos Opostos[editar | editar código-fonte]

O clássico entre Goiânia e Vila Nova é chamado de "Clássico dos Opostos" em referência as diferenças sociais entre as duas torcidas. O primeiro duelo entre as equipes aconteceu em 15 de agosto de 1943, e acabou em 6–1 para o Goiânia. Atualmente, estas duas equipes estão na Segunda Divisão do campeonato goiano.

Torcida[editar | editar código-fonte]

Antigamente a torcida do Goiânia era a maior do estado, seu rival Atlético possuía uma torcida considerada bairrista (apenas campineiros). Os torcedores do Goiânia eram odiados pelos seus rivais por ter, na época, grande influência na Federação Goiana de Desportos (Atual FGF).

Atualmente possui 0,8% de torcedores em Goiás, tendo em média um público de 300 pagantes por jogo. [30]

Torcidas organizadas[editar | editar código-fonte]

  • Galoucura

Citações[editar | editar código-fonte]

Cquote1.svg A Vila Olímpica é hoje o maior patrimônio que um clube de futebol tem na Capital goiana. Localizada pertinho do centro e no setor da cidade que mais cresce, vem sendo construída para deixar o associado alvinegro em condições de frequentar um clube completo. Até o final do ano estarão concluídas as obras programadas para que ao lado da piscina já construída, da churrascaria, das quadras e dos dois campos de futebol que estão prontos, venham aumentar a área de lazer do sócio alvinegro. Cquote2.svg
Joaquim da Veiga Jardim
[31]
Cquote1.svg A campanha que o nosso time sub-20 tem feito é minha resposta para o torcedor. Eles sabem que eu assumi o Goiânia só para não deixar sumir até o escudo, porque diretores anteriores fizeram coisas muito erradas. Cquote2.svg
Vicente Arican
[32]
Cquote1.svg Se o pessoal estiver esperando que eu vá largar o Goiânia, eles estão enganados. O meu mandato vai até o mês de maio de 2016, enquanto eu não corrigir essa lambança que é o Goiânia eu não vou largar. Cquote2.svg
Vicente Arican
[33]
Cquote1.svg Essa molecada está de parabéns. Perderam, mas não abaixaram a cabeça. O Goiânia tem tudo para voltar a ser o que era. Cquote2.svg
Vicente Arican
[34]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]