Associação Atlética Portuguesa (Rio de Janeiro)

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Portuguesa da Ilha
AA Portuguesa (RJ).png
Nome Associação Atlética Portuguesa (Rio de Janeiro)
Alcunhas Portuguesa Carioca
Portuguesa da Ilha
Lusa
Torcedor/Adepto Lusitano
Mascote Zebra
Fundação 17 de dezembro de 1924 (90 anos)
Estádio Estádio Luso-Brasileiro
Capacidade 15.000 pessoas[1]
Presidente Brasil João Maria do Rêgo Gonçalves
Treinador Brasil Sílvio Marques
Patrocinador Brasil Kerocasa
Brasil Supremo
Material esportivo Brasil Beme
Competição Rio de Janeiro Campeonato Carioca - Série B
Rio de Janeiro RJ (B) 2012 Em andamento
Rio de Janeiro RJ (B) 2011 6º colocado
Rio de Janeiro RJ (B) 2010 15º colocado
Website http://www.aaportuguesario.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Uniforme
titular
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Uniforme
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Uniforme
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Associação Atlética Portuguesa é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro, capital do estado do Rio de Janeiro, fundada a 17 de dezembro de 1924.

História[editar | editar código-fonte]

Elenco da Lusa em 2012

Situa-se no bairro da Portuguesa, na Ilha do Governador, que leva esse nome em homenagem ao clube.

A Portuguesa carioca começou a surgir após uma excursão de negociantes, dentre eles Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal, de sacos de aniagem à cidade de Santos, em 13 de novembro de 1924, para uma partida de futebol com os colegas de profissão da cidade paulista. O resultado foi 1 a 1 e serviu de incentivo para a fundação da Portuguesa carioca, uma vez que a maioria dos participantes do jogo eram portugueses e ainda vários, da cidade de Santos, eram simpatizantes da Portuguesa Santista.

Em 17 de dezembro de 1924, na casa comercial de Luís Gomes Teixeira, primeiro presidente ratificado pelos estatutos em 2 de janeiro de 1925, patrões e empregados do ramo da sacaria fundaram a Associação Atlética Portuguesa com nome igual a de Santos.

A primeira sede foi na rua Visconde de Itaúna, 201, no centro da cidade, rua extinta para a abertura da avenida Presidente Vargas, nos anos 40.

No futebol, a equipe participou dos campeonatos da Primeira Divisão de 1933 e 1934, na AMEA, de 1935 e 1936, na Liga Carioca, e como agregada, em 1937, na Liga de Futebol do Rio de Janeiro. Depois foi desligada e perambulou por associações e ligas de pouca importância, porém chegou a ser campeã, em 1939, na Associação de Futebol do Rio de Janeiro.

Em 1949, se filiou ao Departamento Autônomo e participou dos seus primeiros campeonatos e, finalmente, após uma grande luta dos seus dirigentes voltou ao cenário principal do futebol carioca em 1953, já na era da Federação Metropolitana de Futebol, estando ativa até os dias de hoje.

Apesar de ter sido fundada para a prática do futebol, em 1924, somente se filiou a uma liga em 1926, quando participou da LBD (Liga Brasileira de Desportos), que era uma sub-liga da entidade principal, a AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos), que norteava o futebol carioca na ocasião. Na LBD o clube foi campeão da série B, em 1926, e da série A, em 1930.

Em 1933, faria sua estreia no campeonato carioca da AMEA, ficando em quinto lugar entre dez participantes. Vale lembrar que de 1933 até 1936 paralelamente ocorreram dois campeonatos cariocas por ligas e clubes distintos. As ligas eram a AMEA e a LCF (Liga Carioca de Futebol).

Em 1937, com a pacificação do futebol e a consequente unificação das federações através da nova liga de futebol, Olaria, Andaraí e Portuguesa participaram do campeonato de 1937 como agregados da LFRJ, sendo os três alijados da disputa nos três anos seguintes. Participou então do campeonato da Associação de Futebol do Rio de Janeiro, em 1938 e 1939, sendo campeã no último ano.

A partir de então só realizou jogos festivos ou amistosos sem o entusiasmo dos primeiros anos. Somente voltaria a participar de um certame em 1949 quando inaugurou o Departamento Autônomo da Federação Metropolitana de Futebol, a qual congregava os clubes amadores da cidade.

No cenário internacional, realizou mais de 130 jogos no exterior. Uma das maiores façanhas foi em 1969, quando a equipe de futebol da Lusa carioca derrotou o Real Madrid por 2 a 1, no Santiago Bernabeu, estádio do adversário.

A Portuguesa foi o primeiro clube brasileiro a disputar partidas oficiais em quatro países: Marrocos, Mônaco, Polônia e União Soviética.

A Portuguesa também teve as suas façanhas internacionais, pois em 1956 fez uma excursão para a União Soviética, na qual enfrentou o Dínamo Moscou e o Dínamo Tiblissi, mas a grande façanha foi derrotar o Real Madrid por 2 a 1, em Madrid, no Santiago Bernabéu.

Outro momento histórico ocorreu em 1976, quando a Portuguesa se sagrou campeã do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, ao ganhar do Benfica de Portugal na final realizada no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro.

Entrada da sede

Manda jogos no Estádio Luso-Brasileiro, conhecido como Estádio dos Ventos Uivantes, devido a fortes ventos que às vezes o atinge, com capacidade para 12 000 espectadores. João Maria do Rêgo Gonçalves é quem se tornou presidente em 2011 após longos anos do ex-presidente Antônio Augusto de Abreu.

Pelo Campeonato Estadual da série B do ano de 2011 a equipe da Portuguesa obteve a sexta colocação, assim tendo para o ano seguinte assegurada uma vaga na Copa Rio para o segundo semestre, já que no primeiro as equipes se preparam para o acesso.

Também em 2011, as categorias de base fizeram história no clube lusitano. No primeiro semestre, a categoria sub-13, liderada pelo treinador Marcus Vinícius, conquistou de forma brilhante a Copa Luiz Mendes em cima do Club de Regatas Vasco da Gama, vencendo o clube da colina por 1 a 0 na final. Ainda no primeiro semestre, a equipe sub-13 ficou em terceiro lugar na Macaé Cup (Campeonato Brasileiro sub-13), perdendo nas semifinais para a equipe campeã da competição, o Friburguense Atlético Clube (0 a 0 no tempo normal e 13 a 12 nos pênaltis).

Já pela categoria sub-15, foram três conquistas, sendo uma simbólica e duas concretas. No primeiro semestre de 2011, a primeira colocação no Grupo A2 da série BC (Taça Guanabara Sub-15 Série BC), valeu um troféu simbólico para os meninos da equipe Sub-15.

No segundo semestre de 2011, foram duas conquistas inéditas para a categoria sub-15 do clube lusitano, a primeira, a Copa Paquetá, onde na final, a equipe venceu por 3 a 0 o núcleo oficial do Japão Coração F.C. (SP) - (participaram desta competição as equipes do Bangu A.C., Municipal de Paquetá F.C., Japão Coração F.C. (SP) e a A.A. Portuguesa (RJ)).

João do Rêgo, o atual presidente

A segunda conquista e talvez a mais importante na história das categorias de base do clube lusitano, foi o título de campeão Estadual sub-15 Série Especial (A, B e C). A equipe lusitana sub-15 liderada pelo treinador Rodrigo Leal fez uma campanha digna de campeã. Na final, derrotou o America no seu Estádio Giulite Coutinho, em Édson Passos, (1º jogo - AAP 1 a 0 AFC no Luso Brasileiro - 2º jogo - AFC 3 a 2 AAP - Nos pênaltis - AFC 2 a 4 AAP), sagrando-se Campeã Carioca sub-15.

No campeonato carioca da série B de 2012 a Portuguesa mesclou seu elenco com jogadores experientes e jovens, principalmente vindos da forte equipe de juniores da Portuguesa. O principal reforço foi o meio-campo Márcio Gomes que teve passagem marcante pelo Botafogo jogando de lateral direito, o retorno do meio-campo Digão que estava no rival Audax também foi bastante comemorado pela torcida lusitana, entretanto, nos jogos-treinos o próprio acabou se lesionando e ficou fora o 1º turno da competição.

Na sua estreia a Portuguesa, enfrentando o Imperial Futebol Clube pela 1ª rodada do Estadual da série B, ficou no empate por 0 a 0 em Três Rios tendo um homem a mais.

Ao fim da competição a Portuguesa terminou na quarta posição a três pontos do segundo colocado e por muito pouco não conseguiu o acesso. Na festa de encerramento da Série B 2012 a Portuguesa recebeu premiações de defesa menos vazada, melhor zagueiro e melhor lateral direito da competição. O zagueiro homenageado na festa foi Andrezinho, enquanto o lateral foi Anderson Kunzel, ambos oriundos da base da Portuguesa.

Para a temporada de 2013 a Portuguesa anunciou em setembro de 2012 que Manoel Neto, mais conhecido como "O Rei do acesso" será o treinador que terá a missão de colocar a Portuguesa na série A da competição. Manoel Neto desde a contratação já trabalha como observador técnico visando a série B 2013.

A Lusa participou por duas edições do Campeonato Brasileiro da Série C. Em 2003 ficou na 59ª colocação no certame vencido pelo Ituano. O vice-campeão foi o Esporte Clube Santo André.[2] No ano seguinte, o time da Ilha do Governador foi a 43ª colocada. O campeão foi o União Barbarense e vice o Gama.[3]

Torcidas[editar | editar código-fonte]

A Portuguesa possui duas torcidas loucas e eufóricas. O Movimento Raça Lusitana e a Brava Raça Lusitana.

No início do Campeonato Carioca da série B no ano de 2009 foi criado o Movimento Raça Lusitana, por um grupo de jovens simpatizantes pela Portuguesa que tinham como missão transformar o Estádio Luso Brasileiro em um caldeirão atraindo o máximo de torcedores possíveis.

O início foi promissor e a torcida apareceu. O bairro se uniu para apoiar a Portuguesa e havia jogos com público de trezentas até quinhentas pessoas só na torcida. A Brava Raça, sendo mais antiga, se juntou ao Movimento pra somar no canto e percussão. Mas aos poucos o encanto foi indo por água abaixo, a torcida se fragmentou, ideias opostas surgiram, muitos membros saíram. Hoje em dia as duas torcidas ficam separadas em jogos em casa e cantam em seu próprio ritmo. Já em jogos fora do Luso-brasileiro, as duas tendem a se unir, já que diversas músicas são bastante conhecidas por ambas as partes.

Durante esse tempo, outras duas torcidas foram criadas, entretanto, faltou paixão e elas acabaram terminando, permanecendo apenas o Movimento Raça Lusitana e a Brava Raça Lusitana, o primeiro composto por 20 membros ativos e o segundo acredita-se que possui metade disso. É claro que há jogos em que se têm muito mais torcedores.

Na Brava Raça, predomina-se o manto lusitano e o mascote da Portuguesa, a Zebra. Grupo formado por torcedores velhacos barbudos e mais maduros e que possuem conhecimento tanto Nacional quanto Internacional a respeito do que é ser uma Barra Brava. O uso de bandeirolas, panos e barras são constantes nas partidas em que a Brava está presente.

Já o Movimento Raça Lusitana é um grupo de jovens torcedores que cantam e empurram o time nos noventa minutos. Possui uniforme, músicas conhecidas em estádios e outras criadas por seus próprios componentes. Seus torcedores eliminam o status de que sejam uma Torcida Organizada e acabam se definindo como um Movimento, que só pensa em apoiar a Lusa tanto no futebol quanto em outros esportes.

Ambas as torcidas tem como característica estar com a Lusa independente do local que ela jogar. Angra dos Reis, Barra Mansa, Quissamã, Bonsucesso, Recreio dos Bandeirantes, Cabo Frio, São João de Meriti, Friburgo, Mesquita, Xerém foram só alguns dos diversos lugares que a torcida dá Lusa foi dar o seu apoio.

Fato curioso é que nos jogos fora de casa as duas torcidas da Portuguesa se unem para fortalecer o canto, já que o número de torcedores nas viagens é sempre reduzido. Chama a atenção também as diversas histórias a serem contadas por estes que vivenciaram momentos únicos de alento total para a equipe do coração.

Durante o ano de 2012 aproveitando o bom momento do elenco e acreditando no acesso a torcida da Portuguesa decidiu se unificar provisoriamente para fortalecer o canto e o apoio ficar mais centralizado de certa forma. Eis que então após aproveitamento muito bom da torcida unida membros das duas decidiram diagnosticar se era possível essa união ser selada de vez, fazendo com que as outras duas torcidas fossem extintas e assim uma nova fosse criada.

Os torcedores da Brava Raça ponderaram e aceitaram de primeira o acordo, entretanto, do lado dos torcedores do Movimento Raça Lusitana foi criada certa resistência de alguns sobre esta possível criação. O resultado é que através de uma Reunião aberta para todos os torcedores, e que inclusive, não houve os "resistentes" presentes foi criada a nova torcida, denominada de: Lusitanos. Até hoje alguns membros do extinto Movimento Raça Lusitana contestam a criação da nova torcida alegando diversos motivos, que plausíveis ou não, não tem impedido que aqueles que aceitaram participem da nova torcida.

Hino[editar | editar código-fonte]

Salve, salve a Portuguesa,

com certeza!

A Portuguesa carioca

me domina

me fascina

no meu peito se coloca,

o rubro-verde é minha sina.


Quero torcer,

Torcer até morrer

por este clube e lhe ver vencer.

Vencer,

Vencer com galhardia.

Perder,

Perder com fidalguia.

Assim como a sua história

Não é só com a vitória

Que vem a satisfação.


Encarna a brava raça lusitana

Portuguesa soberana

Do meu coração!

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

  • Em 1967, com 34 anos Garrincha se tornou um dos reforços da Lusa para o campeonato daquela época, entretanto, o ponta das pernas tortas considerado o maior driblador de todos os tempos não conseguiu se quer fazer uma partida oficial pela Portuguesa. O Mané tinha constantes dores no joelho e aparecia mais nos noticiários esportivos por conta desta dor do que suas exibições pela Lusa. Garrincha, que não disputou jogos oficiais pela Lusa, participou de uma série de amistosos internacionais jogando pela Portuguesa, todos eles na América do Sul, a grande maioria na Colômbia e Venezuela, o que faz com que haja escassez de notícias. Há quem diga que Garrincha era Lusitano, outros dizem que o ponta chegou à Portuguesa em busca de dinheiro, mas o que há de mais importante é saber que o Mané jogou na Portuguesa.
  • Em 1969, dois anos após a passagem do craque Garrincha foi a vez de a Portuguesa anunciar a contratação de outro veterano de futebol incontestável e passagens marcantes pela seleção brasileira, trata-se de Edvaldo Izídio Neto mais conhecido como Vavá o peito de aço. Era o clássico matador: oportunista, sem muita técnica, mas dono de muita garra e inteligência tática, além de bom cabeceador. Seu vigor físico lhe valeu o apelido de Peito de Aço. Marcou 9 gols pelo Brasil em Copas do Mundo, sendo que com quatro gols e foi o artilheiro do Brasil na Copa do Chile, ao lado de Garrincha, um deles na final contra a Tchecoslováquia, tornando-se o único a marcar em duas finais seguidas. Em 22 jogos pela seleção brasileira, anotou 14 gols. Foi auxiliar técnico de Telê Santana (1982) na seleção brasileira que disputou a Copa da Espanha. Vavá se aposentou em 1969 jogando pela Portuguesa Carioca. Morreu aos 67 anos, na Clínica São Victor, na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, após internado por três dias com insuficiência cardíaca, e enterrado no Cemitério do Catumbi.

Jogos Históricos[editar | editar código-fonte]

10/Junho/1956 - Wisla Kraków 2 x 4 Portuguesa-RJ - Kraków (Polônia).

18/Junho/1956 - Dinamo Moscow 1 x 1 Portguesa-RJ - Moscow (Rússia).

02/Agosto/1968 - TP ENGLEBERT(*) 1 x 3 Portuguesa-RJ - Kinshasa (Congo).

04/Setembro/1969 - Real Madrid 1 x 2 Portuguesa-RJ - Estádio Santiago Bernabéu.

13/Agosto/1976 - Portuguesa-RJ 3 x 1 Benfica (POR) - Rio de Janeiro.

(*) Obs: TP ENGLEBERT é o Atual Mazembe campeão africano também em 1968.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

(1996, 2000 e 2003)

(2000)

Outros Torneios Estaduais[editar | editar código-fonte]

  • Rio de Janeiro Taça Ivan Drummond: 1996

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

  • Rio de Janeiro Copa Light Sub-13: 2007
  • Rio de Janeiro Copa Luiz Mendes Sub-13: 2011
  • Rio de Janeiro Copa Paquetá Sub-15: 2011
  • Rio de Janeiro Campeonato Carioca Sub-15 - Série Especial: 2011
  • Rio de Janeiro Copa SEC Fiocruz Sub-20 (Atuando com a equipe Sub-16): 2011

Torneios Internacionais[editar | editar código-fonte]

Histórico em competições oficiais[editar | editar código-fonte]

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes de jogo[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
4º Uniforme

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Goleiros
1 Brasil Léo Mattos
12 Brasil Douglas
23 Brasil Luciano
Defensores
2 Brasil Michel Lima
3 Brasil Alexandre Cavalo
4 Brasil Andrézinho
6 Brasil Dida
15 Brasil Haroldo
17 Brasil Cauê
29 Brasil Vinícius
14 Brasil Anderson Kunzel
24 Brasil Caio Felipe
25 Brasil Jônatas
Meio-campistas
5 Brasil Taércio
8 Brasil Márcio Gomes
10 Brasil Digão
13 Brasil Natan
16 Brasil Felipe Itaguaí
26 Brasil Serginho
27 Brasil Diogo
5 Brasil Christian
11 Brasil Muniz
Atacantes
7 Brasil Castro
21 Brasil Gean Larri
18 Brasil Jocinei
19 Brasil Jhonatan
20 Brasil Willian César
22 Brasil Tauan
9 Brasil Ricardo
23 Brasil Gabriel Apollo
Treinador
T Brasil Manoel Neto

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Treinadores de destaque[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 302º
  • Pontuação: 2 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências