Americano Futebol Clube

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Americano
Americano FC.jpg
Nome Americano Futebol Clube
Alcunhas Cano
Glorioso do Parque
Mascote Mosqueteiro
Fundação 1 de junho de 1914 (99 anos)
Estádio Godofredo Cruz
Capacidade 9.300 Pessoas[1]
Presidente Brasil Luiz César Gama
Treinador Brasil Acácio
Patrocinador Rio de Janeiro Prefeitura de Campos dos Goytacazes
Competição Rio de Janeiro Campeonato Carioca - Série B
Website AmericanoFC.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Americano Futebol Clube é uma agremiação esportiva sediada em Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Foi fundado em 1 de junho de 1914. Campeão da Série B de 1987, é o clube do estado do Rio de Janeiro que mais disputou a Série B com 20 participações.

História[editar | editar código-fonte]

Formação vice-campeã da Copa Rio em 2008. Foto de Paulo Roberto Rodrigues

No mês de abril de 1914, esteve em Campos para jogar contra um combinado local, o time do America Football Club, uma das melhores equipes do Brasil na época e que era o atual campeão carioca.

O jogo deveria ser contra uma equipe formada pelos melhores jogadores da cidade, mas o presidente da Liga de Futebol, Múcio da Paixão, resolveu que o time teria dois jogadores de cada time, o que não foi aceito por muitos dos atletas que acabaram formando uma outra equipe para também enfrentar os cariocas, contrariando a vontade do dirigente maior da Liga Campista.

O combinado dos melhores jogadores de Campos, liderado por Luiz Pamplona, do Clube Esportivo Rio Branco, Nelson Póvoa, do Aliança, e Sinhô Campos, do Luso-Brasileiro, se reuniram no caldo do Zezé Póvoa, no centro da cidade, para escalar o selecionado que jogaria contra o time rubro do Rio de Janeiro, fato que foi apresentado e não aceito pela liga, que ameaçou puni-los, caso a partida fosse realizada, mas eles não se intimidaram e jogaram assim mesmo, tendo perdido o jogo por 3 a 1, bem menos do que o time posto em campo por Múcio, que saiu derrotado por 6 a 0.

Surgiu daí a ideia de formar um novo clube de futebol na cidade. Em uma palestra no Hotel Internacional, proferida após a partida pelo jogador Belfort Duarte, que quando soube do movimento logo sugeriu o nome de América para o novo clube, o que foi de muito agrado. Mas por intervenção dos irmãos Bertoni, uruguaios que jogavam no time do Rio, e que ficaram em Campos por uns dias como convidados dos irmãos Pamplona, o clube se chamaria Americano Futebol Clube, nome de um antigo time de São Paulo, pelo qual os uruguaios haviam jogado e que tinha fechado as portas sem conhecer o desgosto de uma derrota sequer. A ideia logo conquistou os adeptos e esse foi o nome de batismo do novo clube.

A data de fundação foi 3 de maio de 1914 e as cores adotadas foram o preto e o branco em homenagem ao Clube de Regatas Saldanha da Gama, do qual todos eram sócios. O Rio Branco, que teve a perda de oito jogadores para o Americano, foi o escolhido para ser o primeiro adversário oficial, em jogo que ocorreu a 12 de maio, com vitória do alvinegro por 4 a 1.

Maior vencedor da história do Campeonato Fluminense de Futebol (relativo ao Estado do Rio de Janeiro pré-fusão com o Estado da Guanabara) e maior clube da cidade de Campos dos Goytacazes, o Americano ingressou no Campeonato Carioca em 1976 (antes mesmo da fusão das federações carioca e fluminense de futebol). A partir de 1978, com a fusão dessas federações, o clube voltou a disputar o Campeonato Fluminense.

Em 1920, o Americano Futebol Clube foi campeão do primeiro Torneio Preparatório do Brasil. Em 1920, com apenas 6 anos de existência, o clube já ostentava, em suas fileiras, dois jogadores convocados para a Seleção Brasileira: Soda e Mario Seixas.Nesse mesmo ano o Americano disputou uma partida amistosa contra a seleção do Uruguai,que viria a ser campeã olímpica dois anos depois, se sangrando vencedor,o placar foi Americano 3 a 0 Uruguai. Em 1930, outro jogador alvinegro foi convocado para disputar a Copa do Mundo do Uruguai: Poli, Policarpo Ribeiro, que inclusive foi homenageado com uma placa no Hall Social do clube. Em termos de título, o que mais orgulha o torcedor do alvinegro campista é o inédito título de ênea-campeão campista e do interior do Rio de Janeiro, uma conquista inédita. São nove títulos consecutivos por duas ocasiões. Em 1966, o Americano foi vice campeão da Zona sul da Taça Brasil, o campeão foi o Cruzeiro Esporte Clube.

Nas campanhas de 1967/1975, período em que o Americano somou os nove títulos seguidos, vestiram sua camisa os seguintes jogadores: Adalberto Silva Laurindo, Aires Dias, Alci Fernandes de Deus, Alexandre José do Rosário, Altamir Cardoso, Amaro Carlos Gomes, Amaro das Graças de Sousa Nunes, Antônio Carlos Lírio, Antônio Ivo Maciel de Paula, Antônio Vieira Araújo, Benedito Almeida, Carlos Alberto Peixoto Gomes, Carlos Batista Gomes, Carlos Dionísio de Brito, Carlos Francisco Cordeiro, Carlos Roberto dos Santos Sardinha, César Carvalho de Miranda, Cidiomar Alves Custódio, Dorival Jonas dos Santos, Édson Carvalho Rangel, Eduardo Silva, Élio Trigo de Almeida, Enísio Augusto Mata Vieira, Expedito Hermógenes, Fernando Bastos, Fernando Lopes, Fidélis Sérgio Bento, Francisco Barbosa, Francisco Calomeni Neto, Francisco da Conceição de Sousa, Gelson Bento Sardinha, Geraldo Meireles Brás, Gessi Cordeiro de Sousa, Gilberto Gomes Araújo, Guaraci Oliveira de Albuquerque, Haroldo de Jesus Wannisangk, Iran de Araújo, Jarbas Gonçalves Bastos, João Francisco Santos Carvalho, Joaquim Henriques Rangel Sousa, Joel Gomes Machado, Jorge Almeida Lacerda, Jorge Carlos de Sousa, Jorge Luís Nascimento da Silva, Jorge Melo Novas, Jorge Sebastião, José Alcino Filho, José Amaro Mota Rios, José Carlos Rocha, José Geraldo Calil, José Henriques Bernardo, José Maria Delfino, José Messias Porto, Juares Peixoto, Luís Alberto Alves Severino, Luís Carlos Amaral Gomes, Luís Carlos Curi dos Santos, Luís Fernando de Oliveira, Luís Gonzaga Moço Pimentel França, Manoel Manhães Francelino, Marlindo Ferreira Cardoso, Matozinho Pereira Felício, Maurício dos Santos Sardinha, Nei Severino Dias, Nestor Ferreira Campbell Filho, Nivaldo Gomes de Sousa, Odílio Pessanha Pinto, Odir Pessanha Soares, Orival da Conceição Ribeiro Gomes, Osmar Roque Lima, Paulo César Lourenço Porto, Paulo César Stróglio de Oliveira, Paulo Roberto Borges da Silva, Paulo Roberto Vidal, Raimundo Amaral Dias Filho, Rangel Campi de Lamarque, Romeu da Silva Carvalho, Salvador Barcelos Chagas, Salvador Carvalho, Sebastião Campos de Moraes Filho, Sérgio da Silva Lima, Sílvio Monteiro da Silva, Valdelino Viana, Válter Jones dos Santos Martins, Valtirdes Pereira Carneiro e Wallace Alexandre Blanc.

César Gama, presidente

O jogo decisivo do Campeonato Campista de 1975 e que consagrou o Americano nove vezes seguidas campeão, foi disputado na noite de 17 de fevereiro de 1976. O Jornal dos Sports do dia seguinte publicava: Com um gol de Paulo Roberto, de pênalti, aos quarenta minutos da fase final, o Americano sagrou-se eneacampeão campista de futebol ao derrotar o Goitacás, ontem à noite, no Estádio Godofredo Cruz, na terceira partida da série melhor de quatro pontos que indicou o campeão de 1975. A renda foi de 115 055 cruzeiros, com 8 125 pagantes e o juiz, com boa atuação, o carioca José Roberto Wright. Os dois times formaram assim: Americano - Dorival; Nei Dias, Luisinho, Luís Alberto e Capetinha; Ico, Russo e Rangel; Luís Carlos, Dionísio e Paulo Roberto; Goytacaz - Miguel; Totonho, Paulo Marcos, Nad e Júlio César; Ricardo Batata, Wílson Bispo e Naldo (Pontixeli); Piscina, Tuquinha e Chico.

Em 14 de Julho de 1975, o Americano Futebol Clube fez um amistoso contra a Seleção Brasileira de amadores empatando em 1 a 1, amistoso esse realizado para marcar a reabertura do Estádio Godofredo Cruz. Pela equipe alvinegra atuaram: Paulão (Bodoque), Nei Dias, Paulo César, Luís Alberto e Capetinha; Jairo, Didinho (Mundinho) e João Francisco; Luís Carlos, Chico Preto e Paulo Roberto (Wallace). Pela Seleção Brasileira de amadores atuaram: Carlos; Carlos Alberto, Dick, Xará e Betinho; Celso, Aguillar (Éder) e Toninho Vanusa; Brida, Tião Marçal (Jarbas) e Da Silva.

Na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro, o Americano foi incluído, como parte da fusão entre dois Estados brasileiros, no Campeonato Nacional de 1975, tornando-se, com isso, o primeiro clube do lugar e até mesmo do interior do novo Estado do Rio de Janeiro, a participar de tal certame.

O Jornal dos Sports de 25 de agosto de 1975 estampava o título: "Campos vibra com Americano: 2 x 1 no Santos". Da matéria faziam parte algumas apreciações como as que se seguem: "O time mostrou que está no Campeonato pra valer. Jogou com entusiasmo, venceu e provou que nem só dos cariocas vive o futebol do novo Estado".

A ficha técnica desse jogo, o da estreia no Campeonato Brasileiro, está aqui: Americano - Dorival; Nei Dias, Mundinho (Luisinho), Luís Alberto e Capetinha; Ico e Didinho; Luís Carlos, Rangel, Messias e Paulo Roberto. Santos - Joel; Tuca, Oberdan, Bianchi e Zé Carlos; Clodoaldo e Didi (Alceu); Mazinho, Cláudio Adão, Toinzinho e Edu. Arbitragem de Luís Carlos Félix, auxiliado por Paulo Antunes e Célio Couto. Renda de Cr$ 191.000,00 (14.307 pagantes). 1º tempo - Empate de 1 x 1 (Paulo Roberto aos 10' e Mazinho aos 43'). Final - Americano 2 x 1 (Rangel aos 42').

O seu melhor desempenho foi a 27° colocação em 1978, entre 74 participantes. No Campeonato Carioca, sua melhor colocação foi o vice-campeonato de 2002, ano em que conquistou a Taça Guanabara (Primeiro Turno) e a Taça Rio (Segundo Turno).

A partir dos anos 1980, incluiu, em seu currículo, vitoriosas excursões ao exterior, figurando, como as mais importantes, a de 1981, realizada na Ásia e vencida sobre a Seleção da República da Coreia, na chamada Taça do Rei, além de outras em 1984, na qual o Americano venceu por 1 a 0, a 17 de janeiro, a Seleção de Omã, a mesma que foi goleada por 4 a 1 dois dias depois. Dia 24, o Americano perdeu de 1 a 0 para a Seleção de Tóquio, dia 27 goleou a Seleção da Malásia por 4 a 0, dia 29 perdeu de 2 a 0 para o time inglês Sensea, dia 30 perdeu de 2 a 1 para a Seleção de Tóquio, dia 5 de fevereiro o Americano derrotou a Seleção de Dubai por 1 a 0, dia 7 perdeu de 2 a 1 para a Seleção dos Emirados Árabes, dia 9 derrotou o Al-Nassr por 1 a 0 e, no dia 13, encerrando o novo giro, derrotou a Seleção da Arábia Saudita por 1 a 0.Ainda nos anos 80 o Americano derrotou a seleção de Camarões por 2x1. Em 1994, realizou mais uma excursão ao Oriente Médio.

Em 1987, representou o estado do Rio de Janeiro no Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais, sagrando-se campeão, numa final histórica contra a Seleção de São Paulo, que ostentava cinco jogadores da Seleção Brasileira.

Atuou trinta e duas vezes no Campeonato Brasileiro de Futebol‎, sendo sete vezes na Série A, vinte na Série B e cinco na Série C. Foi campeão do Módulo Azul 1987 (um dos dois módulos equivalentes à Série B), vice-campeão da Série B 1986 (vice-colocado do grupo, não houve decisão oficial e o vice não é reconhecido pela CBF[2] ) e quarto colocado em três edições (1988, 1991, 1994).

Em 15 de março de 1980, o Americano aplicou sua maior goleada em campeonatos brasileiros, ao derrotar o Sport Club Botafogo por 7 a 0 na casa do adversário.

Tem outro trunfo no futebol do estado do Rio de Janeiro: foi a primeira equipe do interior a vencer a Taça Guanabara e a Taça Rio.

Em 1993, o Americano Futebol Clube tirou uma invencibilidade de 32 partidas do Club de Regatas Vasco da Gama, derrotando a equipe carioca no Estádio Godofredo Cruz pelo placar de 1 a 0, gol marcado por Pelica, aos 47 minutos da primeira etapa. No início dos anos 2000, o Americano Futebol Clube fez um amistoso com a seleção da Angola, vencendo a partida pelo placar de 3 a 1. Após muitos anos sem jogar um amistoso internacional, o Americano enfrentou o Huracán Buceo, do Uruguai, em 2008, no Estádio Godofredo Cruz, vencendo a partida amistosa pelo placar de 4 a 0.

No ano de 2009, participou da Copa do Brasil e, na primeira fase, eliminou o Santa Cruz Futebol Clube, vencendo os dois confrontos. Na segunda fase, eliminou, nos pênaltis, o Botafogo de Futebol e Regatas, em confronto válido pela segunda fase da Copa do Brasil de 2009. Foi eliminado nas oitavas-de-final pela Associação Atlética Ponte Preta, após empatar o primeiro jogo no Estádio Godofredo Cruz e perder por 2 a 1 no jogo de volta. No mesmo ano, se sagrou campeão do Torneio Moisés Mathias de Andrade, após derrotar, por 1 a 0, a equipe do Mesquita Futebol Clube no Estádio Jornalista Mário Filho com um gol do atacante Kieza, aos 44 minutos do segundo tempo.

Já em 2010, o time voltou a passar por momentos de dificuldade durante a disputa do Campeonato Fluminense: ficou na zona de rebaixamento por diversas rodadas até a contratação de Toninho Andrade (em sua quinta passagem pelo time), que levou a equipe a uma arrancada de quatro jogos invictos, incluindo uma vitória sobre o Vasco na casa do rival.

Em 2011, faz uma péssima Taça Guanabara, terminando em sétimo lugar no seu grupo, com apenas cinco pontos ganhos. Entretanto, se recuperou na Taça Rio, quase se classificando paras as semifinais, ficando em terceiro colocado, dois pontos atrás do segundo colocado, o Clube de Regatas do Flamengo. Por fim, ficou em oitavo lugar na classificação geral e conseguiu uma vaga no Campeonato Brasileiro de Futebol de 2011 - Série D. Porém o presidente Luiz César Gama preferiu não disputar o campeonato por falta de recursos financeiros.

Em 15 de Abril de 2012, após péssima campanha, foi selado o primeiro rebaixamento do Americano para a Série B do Campeonato de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. O Clube terminou o Campeonato em décimo sexto (16.º) lugar, com apenas nove (9) pontos conquistados em quarenta e cinco (45) possíveis.

O Americano manda os seus jogos no Estádio Godofredo Cruz, que tem capacidade para 25 000 espectadores[3] . Porém, em 2009, o estádio teve a capacidade reduzida para 9 000 pessoas pela defesa civil, por motivos de segurança[4] .

Títulos[editar | editar código-fonte]

Nacionais[editar | editar código-fonte]

(1987)

(1988) Representando o RJ

Estaduais[editar | editar código-fonte]

(1954, 1964, 1965, 1968, 1969 e 1975).[5]

(2002)

(2002)

(2009)

  • Bandeira do estado do Rio de Janeiro.svg Campeonato do Interior: 9

(1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992 e 1993)

Municipais[editar | editar código-fonte]

Torneios Amistosos[editar | editar código-fonte]

Internacionais[editar | editar código-fonte]

  • Coreia do Sul Taça do Rei: (1981)
  • =Emirados Árabes Unidos Torneio do Oriente Médio: (1994)

Nacionais[editar | editar código-fonte]

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Vice-Campeonato Brasileiro de Juniores: 2000.
  • Brasil Vice-Campeonato Brasileiro de Juvenis: 1998.

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Treinador Período
Brasil Paulo Marcos 2011
Brasil Toninho Andrade 2011
Brasil Acácio 2011
Brasil Paulo César Alencar 2011
Brasil Moacir Júnior 2012
Brasil Luiz Antônio Zaluar[6] 2012
Brasil Acácio[7] 2012
Brasil André Pimpolho [8] 2012
Brasil Paulo Marcos 2012
Brasil Acácio 2013

Torcidas do Americano Futebol Clube[editar | editar código-fonte]

Atuais[editar | editar código-fonte]

  • Torcida Uniformizada Garra Alvinegra
  • Torcida Organizada Império Americano
  • Força Jovem do Americano

Antigas[editar | editar código-fonte]

  • Torcida Organizada Tradição
  • Torcida Uniformizada do Americano
  • Torcida Garra Alvinegra
  • Torcida Organizada Gigolo
  • Pequenos Alvinegros
  • Torcida Independente
  • Americano Assim Como Nós
  • Torcida Raça Alvinegra
  • Torcida Mancha Negra
  • Torcida Americampos

Recordes[editar | editar código-fonte]

Maiores Públicos em Campeonatos Brasileiros[editar | editar código-fonte]

  1. Americano 2 a 2 Flamengo, 22 853, 30 de Março de 1983
  2. Americano 0 a 2 Grêmio, 15 028, 27 de Agosto de 1975
  3. Americano 1 a 4 Santa Cruz, 13 450, 14 de Setembro de 1975
  4. Americano 0 a 1 Portuguesa, 13 010, 10 de Setembro de 1975
  5. Americano 1 a 1 Figueirense, 11 727, 31 de Agosto de 1975
  • Obs.: Considerando apenas jogos no Estádio Godofredo Cruz.

Goleadas sobre os grandes do RJ[editar | editar código-fonte]

  1. Americano 5 a 0 Flamengo amistoso em 03/05/1921
  2. Flamengo 0 a 4 Americano Taça Guanabara 2002
  3. Americano 3 a 1 Flamengo Taça Rio 2002
  4. Americano 3 a 1 Botafogo Taça Rio 2000
  5. Americano 3 a 1 Botafogo Taça Guanabara 2002

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 44º
  • Pontuação: 482 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Rivalidade[editar | editar código-fonte]

O Americano faz com seu maior rival citadino, o Goytacaz, o clássico de maior tradição e rivalidade do interior do estado do Rio de Janeiro, clássico este conhecido como Goyta-Cano. Em jogos entre os dois são 129 partidas com 43 vitórias para cada lado e 43 empates,o que mostra o tamanho equilíbrio do maior clássico do interior do estado.

Seu rival mais recente é o Macaé Esporte F C.

Clubes homônimos[editar | editar código-fonte]

  • Muita confusão é feita pelos historiadores entre este clube da cidade de Campos dos Goytacazes, o Americano Football Club e o Sport Club Americano, estes dois últimos da cidade do Rio de Janeiro.
  • O Sport Club Americano disputou os campeonatos de 1912 e 1913 e é um clube extinto. Foi o vice-campeão de 1912.
  • O Americano Football Club do Rio de Janeiro disputou o campeonato de 1924 e também é um clube extinto. Foi nesse clube da capital que o Americano Futebol Clube, de Campos, inspirou-se para batizar o nome e criar seu escudo (o escudo do Americano Football Club era quase idêntico ao do Americano de Campos, com a diferença que as letras entrelaçadas AFC eram da cor verde). Por conta disso, muitas fontes, erroneamente, citam o Americano de Campos como o vice-campeão de 1912, ao invés do Sport Club Americano.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Fonte[editar | editar código-fonte]

  • PARDO, Aristides Leo. No país do futebol, cidade sem memória. Rio de Janeiro, 2007.
  • VIANA, Eduardo. Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Editora Cátedra, s/d.