Clube do Remo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Remo
Clube do Remo.PNG
Nome Clube do Remo
Alcunhas Leão Azul
Leão de Antônio Baena
Leão da Amazônia
Clube de Periçá
Filho da Glória e do Triunfo
O Mais Querido
O Maior do Norte
Torcedor/Adepto Remista
Azulino
Mascote Leão
Fundação 5 de fevereiro de 1905 (107 anos)
Estádio Estádio Evandro Almeida (Baenão)
Capacidade 17.518[1]
Localização Pará Belém - PA,
Brasil
Presidente Brasil Sérgio Cabeça
Treinador Brasil Flávio Lopes
Patrocinador Brasil Y. Yamada
Brasil Banpará
Brasil Cerpa
Material esportivo Inglaterra Umbro
Competição
(Futebol)
Pará Campeonato Paraense
Brasil Campeonato Brasileiro - Série D
Brasil Copa do Brasil
Divisão 2011 Pará 3º Colocado
Ranking nacional 27º lugar, 855 pontos[2]
Website clubedoremo.com.br
Kit left arm.png Kit body remo12h.png Kit right arm.png
Kit shorts.png
Kit socks thinsidesonwhite.png
Uniforme
titular
Kit left arm borderonwhite.png Kit body remo11a.png Kit right arm borderonwhite.png
Kit shorts.png
Kit socks thinwhitesides.png
Uniforme
alternativo
Soccerball current event.svg Temporada atual
editar

Clube do Remo é uma agremiação esportiva de Belém, capital do estado do Pará, fundada a 5 de fevereiro de 1905. É chamado também por Leão Azul, que faz referência à mascote e a cor oficial do clube.

O Clube do Remo nasceu a partir da ideia inicial de sete desportistas, dissidentes do Sport Club do Pará, em criar um novo clube que disputasse as regatas fazendo frente a grandes potências náuticas belemenses no início do século XX. Em 1908 foi extinto e passaram-se mais 3 anos para que a agremiação fosse reorganizada por onze desportistas. Primeiramente chamado de Grupo do Remo, teve a seu nome mudado para Clube do Remo em 1914.[3] Atualmente é bastante conhecido na prática da natação e do remo, mas a sua tradição deve-se principalmente ao futebol, esporte pelo qual o clube conquistou milhões de adeptos.

O Remo apresenta o maior patrimônio do Norte do Brasil. É proprietário do Estádio Evandro Almeida, que já foi considerado o único estádio com condições de abrigar partidas pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. Mas o maior patrimônio que o clube tem é, sem dúvida alguma, a sua torcida que já foi recordista de público entre todas as divisões nacionais no ano de 2005. De acordo com a pesquisa do IBOPE em 2004, o Leão tem a maior torcida do Norte e a 16º do Brasil, com mais de 2,3 milhões de torcedores espalhados pelo país, ganhando inclusive do seu maior rival o Paysandu. Históricamente o clube é reconhecido pela crônica esportiva paraense pelo apelido de "o Mais Querido".

É o clube de maior tradição do Norte e um dos maiores da região. Ostenta grandes façanhas de nível nacional (boas campanhas na Copa do Brasil de 1991 e Série A de 1993), títulos (Série C de 2005, Norte-Nordeste de 1971 e 42 Campeonatos Paraenses de Futebol), além de ser o clube nortista mais bem posicionado e o que mais cresce no Ranking da CBF.

Índice

[editar] História

Uma cidade pacata de pouco mais de 100 mil habitantes. Era Belém do início do século XX, e o Estado do Pará tendo uma população com menos de 500 mil pessoas. O intendente (espécie de prefeito da época) Antonio Lemos começava a modernizar a cidade. Ele foi buscar inspiração em Paris, onde o urbanista Haussmann implementara um plano que se caracterizava pela criação de uma vasta rede de grandes artérias, cortando a cidade por bairros centrais e zonas periféricas. Paralelo a isso, desenvolve uma política de serviços públicos com a implantação de sistema viário e saneamento,construção de mercados, feiras livres, estações ferroviárias, hospitais e áreas verdes. É nesse clima de transformação urbana que nasceu o Grupo do Remo nos primórdios de 1905

No início do século XX, o remo era o principal esporte praticado no Brasil, tanto que grandes clubes existentes hoje em dia no futebol nacional são oriundos de grupos formados em prol da regata. No Pará as competições eram realizadas às margens da baía do Guajará, sempre atraindo grandes públicos para as principais competições. Entre as melhores equipes de regata estava o Sport Club do Pará, sempre vencendo etapas e lançando atletas para o cenário esportivo.

Apresentando algumas discordâncias da organização do Sport Club do Pará, alguns atletas decidiram se separar e enfrentar a fundação de um novo clube; nascia ali o Grupo do Remo. O basta foi dado momentos antes de uma regata, quando os atletas formavam as guarnições onde estava presente Victor Engelhard, Raul Engelhard, Eduardo Cruz e José Henrique Danin. A eles se juntaram Vasco Abreu, Eugênio Soares e Narciso Borges. O dia 5 de fevereiro de 1905, marcou a fundação do Grupo do Remo.

O nome foi sugestão de Raul Engelhard que estudava na Europa, no entanto foi contrariado, já que na época, remo lembrava logo a catraia, pequena embarcação a remo ou à vela tripulada por um só homem. Raul explicou a sugestão aos demais companheiros se lembrando de um clube da Inglaterra denominado de Rowing Club, e assim ficou Grupo do Remo.

O Grupo do Remo inaugura no dia 16 de abril de 1905 a quilha de sua primeira embarcação, que viria a ser uma baleeira. A quilha é parte inferior do casco do barco sobre a qual repousa a estrutura. A embarcação media 9 m de comprimento, por 1,10 m de largura, tendo 1,10 m de boca por 50 cm de pontal. Tudo isso foi construído no estaleiro J. M. Nunes no Beco do Carmo, em Belém.

No dia 9 de junho de 1905, foi publicado no Diário Oficial do Estado ano XV, n°4049, o estatuto do Grupo do Remo. A publicação mencionava o nome dos 21 fundadores: José Henrique Danin, Raul Engelhard, Roberto Figueiredo, Antônio La Roque Andrade, Vitor Engelhard, Raimundo Oliveira da Paz, Antônio Borges, Arnaldo R. de Andrade, Manoel C. Pereira de Souza, Ernestino Almeida, Alfredo Vale, José D. Gomes de Castro, José Maria Pinheiro, Luiz Rebelo de Andrade, Manoel José Tavares, Basílio Paes, Palmério T. Pinto, Eurico Pacheco Borges, Narciso F. Borges (1º presidente do clube), Heliodoro de Brito e Eugênio Soares.[3]

Enquanto isso os integrantes do Clube traziam da Europa o que de mais moderno existia até então para a prática do esporte. No início do mês de outubro ainda de 1905, o clube inaugurava a sede localizada na rua Siqueira Mendes tendo fundo para a Baía do Guajará. Nesta ocasião foi inaugurada a primeira embarcação do Remo denominada de "Tibiriçá".

Estruturado e com ânsia para disputar uma competição, os atletas ficaram eufóricos quando souberam que seria disputada uma regata no dia 16 de novembro de 1905, no entanto os organizadores eram membros do Sport Club do Pará, estabeleceram regras que impossibilitaram o Remo de participar. Para os já torcedores e admiradores foi divulgada nota através da imprensa explicando o golpe que o clube sofreu. No entanto momentos antes do início das provas o Remo lançou na Baía uma lancha rebocando 4 embarcações com uma faixa trazendo a seguinte frase: excluídos do campeonato.

Em 1907 a garagem náutica do clube passou a ser na atual Boulevard Castilho França, nº 79. Neste momento já eram 9 embarcações, entre elas um out-riggers a 4 remos out-riggers a 2 remos importados da Alemanha.

[editar] Extinção e reorganização

O desembargador Alfredo Barradas determinou através de Assembleia Geral, realizada no dia 14 de fevereiro de 1908, que o Remo seria extinto devido alguns associados estarem acordados com o Sport Club do Pará. Estes associados não foram citados o que abriu procedente para um recurso.

Foi quando, em 15 de agosto de 1911, Oscar Saltão, Antonico Silva, Geraldo da Mota Reymão(Rubilar), Jaime Lima, Cândido Jucá, Harley Collet, Nertan Collet, Severino Poggy, Mário Araújo, Palmério Pinto e Elzeman Magalhães se movimentaram para uma reestruturação, promovendo o ressurgimento do Clube do Remo, que viria se tornar brevemente em monumento esportivo do Estado e um patrimônio do esporte brasileiro. O grupo foi denominado de o Cordão dos Onze Rowers Remistas.[3]

Com a ajuda da Liga Marítima, os atletas transportaram as embarcações, até então escondidas em um galpão de propriedade de Francisco Xavier Pinto, para a sede do clube, onde posteriormente se organizou uma grande festa. No dia 16 de novembro deste mesmo ano, o Clube do Remo conquistaria seu primeiro título estadual na regata.

Em uma sessão ordinária, no dia 29 de dezembro de 1911, o Sr. Oscar Saltão propôs a readaptação do nome Grupo do Remo para Club do Remo, entretanto precisava da aprovação do conselho. Em março de 1914, ocorreu a reforma do estatuto social para cinco categorias: Sócios adventícios, efetivos, remidos, beneméritos e honorários. No dia 7 de agosto de 1914, a Assembleia Geral analisa os argumentos e após aprovação é anunciado pelo presidente Sr. Nilo Penna a mudança do nome para Clube do Remo. . No dia 19 de abril de 1927 ocorreu a fusão com o Sport Club do Pará.

A conquista mais importante da regata azulina veio no ano de 1934. Com o título do troféu Lauro Sodré (campeonato paraense) conquistado pela terceira vez consecutiva, o Remo conseguiu a posse definitiva do valioso troféu que hoje ocupa lugar de destaque na galeria da sede social.

[editar] 1913 - O futebol para o Clube do Remo

Foi no dia 21 de abril de 1913 que o futebol nasceu no Clube do Remo, com o time entrando em campo pela primeira vez, quando empatou em 0 a 0 com o Guarany, que o desafiou para o amistoso no feriado nacional em homenagem a Tiradentes. O jogo foi disputado em São Braz, no local da Praça Floriano Peixoto. O time remista usando camisas com listras horizontais em azul marinho e branco, teve a seguinte escalação: Bernadino; Varrelman e Eurico; Dudu, Aimeé e Mamede; Galdino, Mário Antonico, Adolfo e Rubilar.

O primeiro gol da história quase centenária do futebol remista foi marcado por Rubilar, no segundo jogo, em goleada de 4 a 1 sobre o mesmo Guarany. A partida foi realizada no dia 13 de maio de 1913, em comemoração à abolição da escravatura no Brasil. A vitória azulina destacou vários comentários pela imprensa como este: "É-me grato registrar que o campo se achava marcado de acordo com as regras do jogo britânico, e mais ainda que os jogadores mostraram-se obedecer fielmente as decisões do referee, não havendo, durante o jogo, um foul sequer".

Com a organização do futebol no Estado do Pará, o Clube do Remo promoveu a estréia de sua equipe na competição promovida pela Liga Paraense de Foot-Ball, jogando e vencendo o quadro do União Esportiva, por 4 x 1, na data de 14 de julho de 1913. Primeira equipe oficial: Benardino; Galdino e Lulu; Carlito, Aimeé e Chermont; Rubilar, Antonico, Nahon, Infante e Dudu. O Remo sagrou-se campeão paraense de futebol na temporada de 1913. Esse era o primeiro de sete títulos seguidos, um feito inédito, até hoje, na história do futebol paraense.

O primeiro RexPa realizado foi no dia 10 de junho de 1914 no estádio da firma Ferreira & Comandita e deu Leão 2x1. Os gols do Remo foram marcados por Rubilar e Bayma (Paysandu, contra). Mateus marcou o gol dos bicolores.

[editar] Futebol do passado

O futebol amador no Pará começa no ano de 1908, quando foi realizado o primeiro Campeonato Paraense de Futebol, vencido pelo União Sportiva, e se prolonga até 1945, quando são feitos os primeiros contratos entre os jogadores e seus clubes. O primeiro atleta profissional do Estado foi o mineiro Jambo, que obteve o registro nº 1, de 14 de setembro de 1945.

Nesse período, o clube azulino conquistou 14 títulos estaduais (1913, 1914, 1915, 1916, 1917, 1918, 1919, 1924, 1925, 1926, 1930, 1933, 1936, 1940), com destaque para o heptacampeonato arrebatado entre os anos de 1913 a 1919, que é até hoje uma façanha inédita na história do Campeonato Paraense, ressaltando principalmente os nomes de Lulu, único que fez parte dos elencos das sete conquistas, e Rubilar, pentacampeão e um dos maiores desportistas dos primórdios do futebol remista.

Os Heróis do inigualável heptacampeonato estadual (1913-1919).
  • 1913 - Bernardino; Mota e Infante; Carlito, Aimée, Lulu; Chermont,; Rubilar, Antonico, Nahon e Dudu.
  • 1914 - Corinto; Monard, Lulu; Galdino, Macedo, Carlito; Infante, Chermont, Antonico, Rubilar e Bibi.
  • 1915 - Corinto; Lulu, Duca; Bordalo, Armindo, Infante; Ludgards, Chermont, Antonico, Rubilar e Baleia.
  • 1916 - Soalheiro; Duca, Lulu; Bordalo, Armindo, Carlito; Curió, Dudu, Macedo, Infante e Rubilar.
  • 1917 - João; Lulu, Armínio; Formigão, Bordalo, Carlito; Rubilar, Chermont, Dudu, Cícero e Ludgard.
  • 1918 - Francelísio; Rickenberg, Lulu; Formigão, Bordalo, Onias; Ludgard, Cícero, Antonico; Dudu e Américo.
  • 1919 - Francelísio; Rickenberg Lulu; Formigão, Bordalo, Onias; Ludgard, Cícero, Dudu, Ratinho e Américo.


A primeira conquista na era profissional foi o Campeonato Paraense de Futebol de 1949, que acabou com o incômodo jejum de oito anos sem títulos estaduais, e logo em seguida o bicampeonato de 1950.

[editar] Futebol profissional

A primeira conquista na era profissional foi o Campeonato Paraense de Futebol de 1949, que acabou com o incômodo jejum de oito anos sem títulos estaduais, e logo em seguida o bicampeonato de 1950.

[editar] Década de 1950

Logo em janeiro de 1950, o Clube do Remo faria uma excursão até a Venezuela, à convite da federação daquele país, para disputar o Troféu Ministério de Obras Públicas da Venezuela, também conhecido como Torneio Internacional de caracas de 1950. O clube azulino se sagrou campeão do Certame. O torneio de Caracas, daquele ano, foi o precursor da Pequena Taça do Mundo, competição mundial interclubes, que viria a ser disputada na Venezuela nas décadas de 50 e 60.

Jogos do Torneio[4].

Clube do Remo Brasil 5 x 2 Venezuela La Salle Fútbol Club (14 de janeiro de 1950).

Clube do Remo: Veliz, Espedito, Isan, Modesto, Jambo, Muñiz, Itaquarí, Quiba, Jejú, Jaime e Eladio.
La Salle: Pepino Delfino, Moleiro, Polletti, Clemente, Chávez, Vicente Fernández, Asbrúbal "Quemao" Olivares, Hely Olivares, Julio Garcia, Alfonso Odrías e Campos.

Clube do Remo Brasil 4 x 0 Venezuela Unión Sport Club (15 de janeiro de 1950).

Clube do Remo: Veliz, Espedito, Isan, Modesto, Jambo, Muñiz, Itaquarí, Quiba, Jejú, Jaime e Euclides.
Unión: ???

Clube do Remo Brasil 5 x 0 Venezuela Escola Militar. (17 de janeiro de 1950).

Clube do Remo: Veliz, Espedito, Isan, Modesto, Jambo, Muñiz, Itaquarí, Quiba, Jejú, Jaime e Euclides.
Escola Militar: Méndez Martínez (Freddy Brandt), Guerrieri, Quintana Corro, Landaeta, Mercera, Brady, Irure, Aveiro, Preston Brunicardi, Barrios, Baldovino.

Clube do Remo Brasil 2 x 1 Venezuela Deportivo Italia. (18 de janeiro de 1950).

Clube do Remo: Veliz, Espedito, Isan, Modesto, Jambo, Muñiz, Itaquarí, Quiba, Jejú, Jaime e Euclides.
Deportivo Italia: Arias, Torassa, Pianezzola, Valentini, Acciavatti, Manzzutti, Degli Esposti, Coppola, Mosciatti, Scano, Della Mea.

Clube do Remo Brasil 1 x 2 Venezuela Loyola Sport Club (21 de janeiro de 1950).

Clube do Remo: Veliz, Espedito, Isan, Modesto, Jambo, Muñiz, Itaquarí, Quiba, Jejú, Jaime e Euclides.
Loyola: Triki, Vera, Ferrarese, Román, Mingardi, Eugenio, Torres, Rodríguez II, Gastón Monterola, César Díaz, Izaguirre.


Uma curiosidade é que nessa década a música “Paraíba masculina, mulher macho sim senhor”, de Luiz Gonzaga fazia sucesso no Brasil. Após a conquista do tricampeonato (1952, 1953 e 1954), o editor do jornal “Flash”, o carioca Pery Augusto, estampou, logo na primeira página, a seguinte manchete: “Remo, time macho, sim senhor!”. A expressão ficou conhecida entre os torcedores e passou a ser ecoada com um cântico em dias de jogos: “Re-mo, Re-mo, time macho, sim senhor”.

[editar] Década de 1960

Em 1960, um fato inusitado marcou o Campeonato Paraense. Após ter se sagrado campeão em cima do Avante, do município de Soure, um recurso do STJD obrigou o Clube do Remo a fazer uma nova final, dessa vez contra o rival Paysandu, mas não deu outra e o Leão Azul foi novamente campeão. A mídia esportiva destacou: "Remo, Duplo Campeão". O título, o Leão garantiu o direito de disputar a Taça Brasil de 1961, que chegou a eliminar o Moto Club de São Luís mas parou na forte equipe do Fortaleza Esporte Clube.

Em 1964, o Remo foi novamente campeão, com destaque para o treinador Antoninho, conhecido pelo trabalho nas divisões de base do Fluminense, que soube alijar os adversários nas fases decisivas da competição. Como campeão, o Leão Azul voltou a disputar a Taça Brasil em 1965, dessa vez eliminando o Nacional do Amazonas e o Sampaio Corrêa, mas não conseguiu passar pelo Náutico.

O Rei Pelé vestiu uniforme do Remo, num amistoso em 1965 entre Remo e Santos.
O amistoso contra o Santos de Pelé.

Em 1965, o Clube do Remo convidou o Santos de Pelé para uma partida amistosa no Estádio Evandro Almeida. O Rei entrou em campo com a camisa do Clube do Remo e um buquê de rosas para delírio da torcida azulina. O resultado do jogo foi um sonoro 9 a 4 para o Santos, com 5 gols do Rei.

Amistoso contra o Benfica de Eusébio.

Em 1968, o Clube do Remo recebeu a equipe do Benfica, de Portugal, para a disputa de um amistoso no Estádio Baenão. O time europeu contava com Eusébio em seu elenco. Até hoje Eusébio é considerado o maior jogador da história do futebol português, e alguns o consideram o 3º maior da história do futebol mundial.

O jogo em Remo e Benfica terminou 1x1, mas, uma atitude do ídolo Eusébio fez com que a torcida do Remo saísse do estádio feliz como em uma vitória. Eusébio pisou no gramado do Baenão vestido com o uniforme do Clube do Remo, para delírio geral.

Bicampeão do Norte (1968 e 1969).
  • 1968:

Após ter conquistado o primeiro Campeonato Paraense invicto da sua história, o Clube do Remo ainda traria mais um importante título: o 1º Torneio do Norte de Clubes, organizado pela Confederação Brasileira de Desportos. O torneio que daria ao vencedor o direito de disputar o título Norte-Nordeste contra o campeão nordestino, era formado por dois grupos de 4 equipes cada. Os 2 melhores de cada grupo se enfrentavam nas semifinais, de cordo com o seguinte cruzamento: 1ºG1 x 1ºG2 e 2ºG1 x 2ºG2. Os confrontos foram: Paysandu x Piaui e Remo x Nacional. O Paysandu perdeu as duas partidas disputadas contra o Piauí, e o Remo desbancou o Nacional do Amazonas.

Na final, disputada em três partidas, o Clube do Remo levou a melhor contra o Piauí, vencendo dois, dos três jogos. O título permitiu ao Remo disputar o troféu de campeão Norte-Nordeste contra o Sport Clube do Recife, campeão nordestino de 1968.

  • 1969:

A segunda edição do Torneio do Norte teve um formato diferente do anterior. Dessa vez foram formados 4 grupos, cada um com 3 equipes do mesmo Estado. Os grupos eram os seguintes: G1 (Piauí): Flamengo-PI, River-PI e Piauí, G2 (Maranhão): Ferroviário, Sampaio Corrêa e Maranhão Atlético Clube, G3 (Pará): Remo, Tuna Luso e Paysandu e G4 (Amazonas): Nacional, Olímpico e Fast.

O melhor de cada grupo se classificaria para o quadrangular final, que foi disputado por Remo, Ferroviário, Nacional e Flamengo-PI. Ao final da competição, o Clube do Remo ficou com a taça, conquistando também o direito de disputar contra o Ceará Sporting Club (campeão nordestino de 1969), o título de campeão Norte-Nordeste.

[editar] Década de 1970

1ª Campeonato Nacional Norte-Nordeste (CBD).

Logo no início da década, o Remo obteve mais uma importante conquista: O Campeonato Nacional Norte-Nordeste de 1971.[5]

Após vencer a Rodoviária-AM, na final da Taça Norte de 1971, o Leão chegou à final da competição Interregional, contra o Itabaiana-SE, campeão nordestino daquele ano.

No primeiro jogo, realizado em Aracaju, empate de 0x0. No segundo, em Belém, vitória azulina pelo placar de 2x0 (gols de Robilotta). O torneio tinha caráter nacional oficializado pela Confederação Brasileira de Desportos, que reconheceu o Remo como o “1º Campeão Nacional do Norte e Nordeste”. O título foi festejado intensamente em Belém, sendo a entrega das faixas e do troféu realizados no gramado do estádio Evandro Almeida para um público de 10 mil pessoas.[5] O conquista deu o direito de disputar a final do 1º Campeonato Nacional de Clubes da 1º Divisão, do qual o Leão terminou como vice-campeão, perdendo o título para o Villa Nova-MG.

O Pará estréia na 1ª Divisão Nacional.

Em 1972, a CBD convidou o Remo para participar do Campeonato Nacional de Clubes. O convite só foi possível porque o Leão, desde aquela época, tinha a maior torcida do Pará e um estádio com capacidade para mais de 20 mil pessoas (o Baenão, que havia passado por reformas de ampliação das arquibancadas).[6] Era a primeira vez que um clube paraense fazia parte da elite do futebol brasileiro, permanecendo até 1980, quando voltou para a Segunda Divisão.

Essa década ficou conhecida por ser dividida em duas “eras”. A primeira, “Era Alcino” (1971 a 1975), é uma homenagem ao maior ídolo e segundo maior artilheiro da história do Remo, com 158 gols. Nesse período, o Remo foi campeão das regiões Norte e Nordeste (1971) e a façanha de conquistar três títulos estaduais seguidos sem perder nenhuma partida (invicto) nos anos de 1973, 1974 e 1975, com Alcino sagrando-se artilheiro em todas as edições. Em seguida, os times-bases desse feito histórico do Clube do Remo:

  • 1973 - Campeão invicto com: Dico; Augusto, Edgar, Rui e Cuca; Elias e Tito; Caito, Roberto, Alcino e Lindóia. Técnico: Paulo Amaral.
  • 1974 - Bicampeão invicto com: Dico; Rosemiro, China, Rui e Cuca; Elias, Nena e Caito; Roberto, Alcino e Neves. Técnico: Paulinho de Almeida.
  • 1975 - Tricampeão invicto com: Dico; Rosemiro, Dutra, Rui e Cuca; Elias e Mesquita; Prado, Roberto, Alcino e Amaral. Técnicos: Aloísio Brasil e Cléber Camerino.

Alcino inclusive se tornou o maior artilheiro do Leão em Campeonato Brasileiros, com 33 gols marcados nas quatro edições que disputou (1972, 1973, 1974 e 1975).

A segunda era, denominada de “Era Bira”, faz referência ao outro grande azulino desse período. Após a saída de Alcino para o Grêmio-RS, em 1975, o Remo trouxe o, até então desconhecido, atacante Bira. Enquanto defendeu as cores do Mais Querido, o jogador foi peça importante nas conquistas de mais três títulos estaduais (1977, 1978 e 1979), sagrando-se artilheiro em duas edições. Bira é até hoje o maior artilheiro em uma edição de Campeonato Paraense, façanha conquistada em 1979 quando marcou 32 gols. Até ser vendido para o Inter-RS, o atleta já havia marcado 115 gols com a camisa azulina.

[editar] Década de 1980

Na década de 1980, o Remo passou por um período de acúmulo de dívidas, que o deixaram um tempo longe das conquistas. Ainda assim, o Leão conseguiu chegar à final da Taça de Prata, ou Taça CBF, de 1984, mas terminou como 2º colocado perdendo a final Uberlândia Esporte Clube.

A competição reuniu 32 clubes e foi disputada inteiramente no sistema mata-mata. Na primeira fase, o Remo passou pelo Rio Negro-AM; na segunda fase, o Maranhão; nas quartas, o Operário-MS e em seguida o Internacional de Santa Maria-RS, até chegar à final contra o Uberlândia. Apesar do vice-campeonato, o Leão obteve o acesso ao Brasileiro Série A de 1985.

A volta às conquistas estaduais ocorreu em 1986, quando o Remo, na administração do advogado Hamilton Guedes, venceu o Campeonato Paraense. Entretanto as dívidas acumularam ainda mais. Além disso, o Leão ainda sofreu o rebaixamento na Série A.

Essa situação pressionou o novo presidente azulina, Ubirajara Salgado, a investir nas categorias de base do clube. É assim que surge em 1988, o Esquadrão Cabano, denominação dada pela mídia ao time remista composto por jovens valores do clube. A ousadia de Ubirajara trouxe resultados a curto prazo, com a conquista do tricampeonato paraense (1989/90/91), além de grandes campanhas nacionais como o 3º lugar na Série B de 1989, o 7º lugar na estreia na Copa do Brasil de 1990 e semifinalista no ano posterior (melhor colocação nortista na história da Copa).

[editar] Década de 1990

Giovanni, nos tempos de Olympiakos. O craque também defendeu o Remo na década de 1990.
Clemer, outro grande atleta a defender o Remo na Década de Ouro.

Os anos 90 ficaram marcados na história do clube como a "Década de Ouro" do futebol remista, em razão da hegemonia a nível regional com a conquista de oito títulos paraenses (1990/1991, 1993/1994/1995/1996/1997 e 1999), nunca antes ocorrida; e as façanhas nacionais inéditas para um clube do Norte, como a semifinal na Copa do Brasil de 1991, eliminando equipes como Vitória-BA e Vasco-RJ.

Em 1992, o sistema de acesso da Série B beneficiava 12 clubes. Como o Remo se classificou em 5º lugar, obteve o acesso à Série A, quando ficou entre os oito melhores clubes na elite do futebol brasileiro, campanha histórica nunca antes realizada por um clube nortista. Na classificação geral do campeonato, o Remo foi o sétimo, parando apenas no octogonal final da competição. O time azulino tinha como formação básica: Luís Carlos; Marcelo Silva, Belterra, Mário César e Guilherme; Agnaldo, Biro-Biro, Edson Boaro (Giovanni) e Dema (Tarcísio); Mauricinho (Alex Dias) e Ageu. No ano de 1994, o Remo tornou-se o primeiro e único clube da região à jogar na Europa, quando foi vice-campeão invicto do Torneio Internacional de Toulon, na França.

Já demonstrando a sua soberania estadual, o Remo conquistou em 1997 o pentacampeonato paraense, feito pavimentado a partir das conquistas das edições de 1993 (invicto), 1994, 1995 (invicto) e 1996. A campanha geral do penta registrou 108 jogos, com 78 vitórias, 24 empates e apenas 6 derrotas. O período compreendeu o famoso tabu de 33 partidas de invencibilidade sobre o rival Paysandu (21 vitórias e 12 empates), o maior em número de jogos dentre os principais clássicos do país.

O título estadual de 1999 veio com um brilho a mais para a torcida azulina, pois com a conquista o Remo fechava o milênio como campeão da década e campeão do século, pois passaria a somar 38 Campeonatos Paraenses contra 37 do rival. Na final, o Mangueirão recebeu o maior público da sua história: 65 mil pessoas presenciaram o atacante Aílton marcar o gol da vitória azulina no clássico diante do Paysandu, aos 2' minutos do segundo tempo.

[editar] Anos 2000

A virada do milênio começou bem para o clube azulino. Em 2000, o Remo chegou ao terceiro lugar do Módulo Amarelo da Copa João Havelange, se classificando para o Módulo Azul do qual parou nas oitavas-de-final sendo eliminado pelo Sport-PE. Através de uma virada de mesa, a CBF tirou o Remo da disputa do Brasileirão Série A de 2001, que tinha conquistado a vaga dentro de campo, beneficiando o Botafogo de Ribeirão Preto.

Em 2003, mas uma boa campanha azulina na Série B, quando o Leão ficou em 5º lugar na competição que contava ainda com o Palmeiras-SP e o Botafogo-RJ. Nesse ano, o Remo foi campeão paraense em cima da Tuna, e em 2004 veio o bicampeonato, inédito na história do profissionalismo do futebol no Estado, por ter sido conquistado com 100% de aproveitamento, rendendo ao clube o apelido de Campeão 100%. O último jogo foi o clássico contra o Paysandu, realizado no dia 4 de abril, em um Mangueirão lotado aproximadamente 50 mil pessoas, que presenciaram a vitória azulina por 2x0, gols de Gian e Rodrigo.

Campeão Brasileiro da Série C
Ficheiro:Bandeirão da TOR.jpg
Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), onde o Remo mandou todos os seus jogos na Série C de 2005.

Após o rebaixamento na Série B de 2004 o Leão Azul estreava na Série C em 2005. Os azulinos caíram no Grupo 3, classificando-se em primeiro lugar para a fase eliminatória. Jogos realizados:

Na fase eliminatória o Remo teve que disputar três mata-matas.

O Leão classificou-se para o quadrangular final da competição. Os dois melhores iriam ascender a Série B de 2006.

Ao final do quadrangular, Remo e América-RN estavam empatados com 10 pontos. Por ter um saldo melhor que o clube nordestino, o Leão foi consagrado como campeão brasileiro da Série C de 2005, cabendo ao Dragão o vice-campeonato. Ambas as equipes ascenderam à Série B em 2006. Ipatinga-MG e Novo Hamburgo-RS, 3º e 4º lugares respectivamente, não conquistaram a vaga e foram eliminados da competição.

2007 - atual

Os últimos títulos estaduais do Remo foi o bicampeonato de 2007 e 2008. Em 2007, o Remo começou muito mal o campeonato, mas aos poucos foi se recuperando e chegou a final contra a Tuna Luso Brasileira, quando ganhou o primeiro jogo pelo placar de 4 a 1 e empatou o segundo em 1 a 1. Da mesma forma que o ano anterior, o Remo iniciou muito mal no Paraense, tanto que no primeiro turno ficou em 7º lugar. Mas no segundo turno, os azulinos fizeram uma campanha impecável e chegaram a final contra o Águia de Marabá Futebol Clube, sagrando-se campeão paraense de 2008 para mais de 32 mil remistas presentes no Mangueirão.

Mas como a história dos clubes não é feita somente de alegrias o Remo sofreu em 2007 o segundo rebaixamento para a Série C em pouco mais de 3 anos, atolado em dívidas, jogadores e funcionários do clube insatisfeitos com os atrasos de salários constantes e a possibilidade de vender sua sede para sanar suas dívidas, foram algumas das razões que culminaram com o rebaixamento do time que foi sacramentado com uma derrota de 2 a 1 o Ituano no estádio Municipal Doutor Novelli Júnior. Agora o Clube do Remo foi desclassificado da Série C do Brasileiro de 2008, sendo derrotado pelo Rio Branco Football Club do Acre. Em 2009 o Clube não conseguiu a vaga para a Série D, após perder a vaga para o São Raimundo-PA. Já em 2010 o Leão ficou com a 3º posição no certame estadual, conquistando a vaga para a Série D. Caiu no Grupo A1, junto com Cametá Sport Club-PA, América Futebol Clube-AM e Cristal Atlético Clube-AP. Após se classificar em primeiro do grupo, o Remo foi eliminado pela equipe do Sociedade Esportiva Vila Aurora. Em 2011 novamente o Clube não conseguiu a vaga para a Série D, após perder a vaga para o Independente.

[editar] O Remo na Copa do Brasil

O troféu da Copa do Brasil. O Remo é o time do Norte a chegar mais próximo de conquistá-lo (semifinalista em 1991).

Quando o assunto é Copa do Brasil, o Clube do Remo certamente é lembrado. O motivo é que o Remo é um dos clubes que mais participaram da competição, 19, só perdendo para o Clube Atlético Mineiro com 21 participações. O Leão Azul só não disputou a Copa do Brasil em três ocasiões na primeira edição, em 1989, 2007 e 2011. No demais o Remo chegou uma vez na semifinal (1991), três vezes na terceira fase, por nove ocasiões na segunda fase e por seis vezes não passou da primeira, tendo ficado também uma vez na fase seletiva.

A melhor de todas as campanhas remistas, entretanto, aconteceu em 1991, quando chegou à semifinal da competição sendo eliminado pelo Criciúma Esporte Clube, que naquele ano foi o campeão do certame. O time catarinense era dirigido por Luiz Felipe Scolari, àquela época ainda era anônimo no futebol brasileiro. Ele praticamente iniciava a carreira de treinador. O Remo era comandado por Paulinho de Almeida, que em outras temporadas, já passara pelo Baenão, ganhando inclusive dois campeonatos estaduais para o Mais Querido. Nesse ano o Leão conseguiu o feito de eliminar o Club de Regatas Vasco da Gama no estádio São Januário empatando em 1 a 1, tendo também igualado o placar em Belém em 0 a 0 no primeiro jogo.

Campanha da Copa do Brasil de 1991:

Em 1996 um jogo que não sairá tão cedo da memória da torcida azulina, o empate em 1 a 1 contra o Corinthians, jogo válido pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Depois de empatar em 0 a 0 no primeiro jogo em São Paulo, o Remo só precisava de uma vitória simples aqui no Mangueirão para avançar. O Remo vencia o jogo por 1 a 0, com gol do lateral esquerdo Júnior, até que o atacante Castor do Remo que havia entrado no segundo tempo no lugar de Zedivan, marcou um golaço, só que contra, empatando o jogo para o Corinthians e dando números finais ao jogo. O Mangueirão recebeu nesse dia um público superior a 32 mil pagantes. Mesmo eliminado, o Remo terminou a competição em 13º lugar.

Em 2001 outra façanha do Leão Azul na competição anual: repetindo o placar de Belém – 2 a 1 – o Remo desclassificou o Botafogo, jogando no Maracanã, na noite de 11 de abril. O atacante Vélber marcou o primeiro gol aos 6 minutos do primeiro tempo e Cametá ampliou o marcador aos 22 minutos da mesma etapa em certeira cabeçada endereçada à meta alvinegra. O Botafogo só diminui o escore aos 27 minutos do segundo tempo na cobrança de penalidade máxima.

Outro grande feito remista na competição da CBF foi em 2003, quando o Leão Azul eliminou o Internacional, embora perdendo o jogo por 2 a 1 no Estádio Beira-Rio. No Baenão, na Primeira partida, o Remo venceu por 1 a 0. Mas pelo saldo de gols (3 a 2 nos dois confrontos) o time gaúcho, considerado uma equipe copeira, tanto dentro como fora do país, foi desclassificado.

As piores performances foram as de 2004 e 2008 quando o time azulino foi eliminado logo no segundo jogo, em Belém, pelo Palmas (TO) e pelo Central Sport Club.

[editar] Símbolos

[editar] Escudo

O primeiro escudo do Remo era muito diferente do atual. O escudo tinha um formato circular em branco, semelhante a uma bóia salva-vidas, sendo que na parte superior vinha escrito Grupo do Remo, tendo ao centro de um fundo azul-marinho um par de remos cruzados sobrepostos as iniciais G e R entrelaçadas num monograma branco.

O escudo atual apresenta um formato curvilíneo na cor azul-marinho, tendo ao centro as iniciais C e R entrelaçadas em monograma branco, trazendo 6 estrelas, sendo 5 douradas que representam cinco tricampeonatos estaduais (24, 25, 26; 52, 53, 54; 73, 74, 75; 77, 78, 79 e 89, 90, 91) e uma prata em homenagem ao título nacional da Série C de 2005.[7]

[editar] Uniforme

Desde que surgiu, o Clube do Remo apresenta o azul-marinho e o branco como suas cores principais. Sendo assim os uniformes de todas as modalidades do clube adotaram de maneira predominante o azul-marinho com detalhes em branco. Aliás, o branco também é utilizado de forma predominante no segundo uniforme, que neste caso apresenta detalhes em azul-marinho. No futebol o uniforme nº 1 é composto de camisa azul-marinho, calção e meias brancas, já o segundo uniforme apresenta camisa branca, calção e meias azuis. Entretanto o uniforme utilizado na primeira partida de futebol do clube era composto de camisa listrada horizontalmente em azul-marinho e branco, calção branco e meiões na cor azul-marinho.

Nas demais modalidades os uniformes passam por uma avaliação e aprovação do Conselho Deliberativo. Atualmente a Umbro é a fornecedora oficial dos materiais esportivos utilizados pelos atletas do Leão.

[editar] Jogo

  • 1º - Azul com detalhes brancos.
  • 2º - Branco com detalhes azuis.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

[editar] Goleiros

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'

[editar] Treinamentos

  • Camisa laranja com detalhes pretos, calções e meias laranjas;
  • Camisa azul com detalhes brancos, calções e meias cinza.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Comissão Técnica

[editar] Outras temporadas

  • 2011
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
  • 2010
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2009
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
  • 2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme

[editar] Patrocinadores

Temporada 2012:

[editar] Material esportivo

[editar] Centenário

Em comemoração aos 100 anos do clube, a Finta lançou uma linha exclusiva e limitada de camisas douradas com detalhes em azul-marinho. Vale-se ressaltar que o maior jogador de futebol de todos os tempos, Pelé, quando veio jogar em Belém em 1965, vestiu o manto sagrado azulino.

[editar] Camisa histórica de 1926

Em 2009, a loja oficial do Remo, a Remo Store, em parceria com a marca esportiva Pieri Sports, lançou um modelo retrô homenageando o tricampeonato paraense (1924/1925/1926)

[editar] Bandeira

No esporte a ideia é representar e identificar o clube pela qual os torcedores festejam. A bandeira do Clube do Remo foi criada pelos torcedores que acompanhavam as provas náuticas, sendo inclusa no Diário Oficial do Estado - Ano XV de nº 4049 como um retângulo azul-marinho, que no centro apresentava uma âncora branca em sentido oblíquo, circulado por 13 estrelas da mesma cor. Atualmente a bandeira do Clube do Remo é toda azul-marinho tendo o escudo do clube localizado na parte superior esquerda.Predefinição:Carece fonte

O leão é o mascote oficial do Clube do Remo.

[editar] Mascote

A mascote do Clube do Remo é o Leão.Predefinição:Carece fonte O animal foi escolhido em 1944, pelo saudoso jornalista Edgar Augusto Proença. Na ocasião o Remo tinha acabado de ganhar do São Cristóvão (Rio de Janeiro) por 1 a 0 na data de 30 de janeiro e, reportando-se a vitória, o jornalista transcreveu a seguinte parte no jornal "O Estado do Pará" um dia após a partida:

"Como um verdadeiro Leão Azul de garras aduncas, o Clube do Remo foi a própria alma da cidade"
Edgar Proença

A partir de então o Leão tornou-se a mascote oficial do clube. A relação entre o animal e o clube é tão grande que no gramado do Estádio Evandro Almeida existe uma estátua de um Leão Azul em tamanho natural.

[editar] Flâmula

Objeto utilizado como forma de homenagear adversários antes do início das partidas independente do esporte. A flâmula azulina é de forma triangular na cor azul-marinho e no centro apresenta o escudo oficial do clube, abaixo do escudo vem a data de fundação do clube "1905" e acima vem escrito "Clube do Remo".Predefinição:Carece fonte

[editar] Hino

O hino oficial do Clube do Remo foi lançado em 1941. O poeta Antônio Tavernard adaptou a marcha carnavalesca de Emílio Albim, trocando 30 palavras, para representar o Clube do Remo em um hino que seria executado nas grandes vitórias do clube, surgindo o Hino dos Atletas Azulinos. O bloco carnavalesco era os Cadetes Azulinos foi criado em 1933 e era formado por atletas, associados, dirigentes e torcedores que percorriam as principais ruas da cidade com destino a Praça da República. O hino foi publicado pela primeira vez no jornal "O Estado do Pará", edição de 4 de fevereiro de 1941.Predefinição:Carece fonte

[editar] Apelidos

[editar] Filho da Glória e do Triunfo

Dia 15 de agosto de 1931, o poeta Antônio Tavernard, o mesmo que fez a composição do hino do Clube do Remo, escreveu um artigo no jornal "Folha do Norte", reportando-se sobre glórias e história do Leão Azul. Tarvernard finalizou sua escrita com a seguinte expressão: "Ave, Clube do Remo, filho da glória e do triunfo!". Até hoje, com esta denominação o clube é conhecido.Predefinição:Carece fonte

[editar] O Mais Querido

Em 1947, o jornal "A Vanguarda" promoveu concurso para que se conhecesse o clube mais querido de Belém.[8][9]

Os leitores do jornal preenchiam cupons e colocavam nas urnas. Depois de meses de promoção, as urnas foram abertas dia 4 de dezembro de 1947. A contagem dos votos foi apurada e o concurso assim se classificou:

1° Clube do Remo - 43 038 votos
2° Paysandu - 39 639 votos
3° Recreativa Bancrévea - 26 429 votos
4° Sete de Setembro - 5 796 votos
5° União Esportiva - 4 949 votos
6° Tuna Luso - 3 476 votos
  • Foram votados 53 clubes da capital.

O Clube do Remo recebeu o bronze "A província do Pará" pela vitória que o consagrou como o Mais querido clube de Belém.

[editar] O Clube de Periçá

O nome de Periçá, hoje escondido nos devãos da História, era Carlos Ferreira Lopes, nascido em 18 de outubro de 1898, filho do Juiz de Direito, Jorge Victor Pereira, ex-Intendende de Cametá. Foi daqueles "atletas completos", razão pela qual seu apelido está sempre associado ao clube que defendeu com bravura, tanto que perdura o Clube do Remo como o Clube de Periçá.

No dia 16 de maio de 1921, aos 23 anos, quando disputava uma prova de mergulho, Periçá demorou a voltar para a superfície. Imediatamente seus irmãos e outros atletas mergulharam em sua busca e o encontrou preso no fundo da baía do Guajará. Naquele momento foi retirado com vida e hospitalizado no Dom Luiz I para tratamento, mas faleceu 7 dias depois. Ele foi jogador de futebol, remador, nadador, participando de prova de resistência de capacidade pulmonar. Foi um remista até debaixo d’água.

Periçá, um apelido para sempre unido ao Clube do Remo, "o filho da glória e do triunfo", virou mito.Predefinição:Carece fonte

[editar] Títulos

Internacionais
Campetição Títulos Temporadas
Carling.png Torneio Internacional de Caracas[10] 1 1950* - Torneio precursor da Pequena Taça do Mundo.
Nacionais
Campetição Títulos Temporadas
CBF - Brazilian Championship.svg Campeonato Brasileiro - Série C 3 2005 1971, 1984
Regionais
Campetição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Campeonato Nacional Norte-Nordeste 1 1971**
Trophy(transp).png Taça Norte 1 1971***
Trophy(transp).png Torneio do Norte 2 1968, 1969
Trophy(transp).png Torneio Interestadual de Salvador 1 1967
Estaduais
Campetição Títulos Temporadas
Pará Campeonato Paraense 42 (1913/1914/1915/1916/1917/1918/1919, 1924/1925/1926, 1930, 1933, 1936, 1940, 1949/1950, 1952/1953/1954, 1960, 1964, 1968Cscr-featured.png, 1973Cscr-featured.png/1974Cscr-featured.png/1975Cscr-featured.png, 1977/1978/1979, 1986, 1989/1990/1991Cscr-featured.png, 1993Cscr-featured.png/1994/1995Cscr-featured.png/1996/1997, 1999, 2003/2004Cscr-featured.png, 2007/2008)
Pará Campeonato da Liga Esportiva Paraense 1 1932
Pará Torneio Início do Pará 14 1920/1921/1922/1923, 1925, 1928, 1934, 1937, 1939, 1945, 1950, 1952, 1955/1956
Pará Torneio Seletivo Paraense à Série B 2 1971, 1984
Honrarias
Brasão do Pará.svg Campeão paraense do Século XX 2000
Individuais
CONMEBOL recopa trophy.svg Troféu Bola de Prata 2 1972 - Lateral Direiro / Aranha, 1977 - Goleiro / Edson Cimento
Categorias de Base
Campetição Títulos Temporadas
Brasil

Paraguai

Argentina

Copa Adidas (Sub-16) 1 2010
Pará Campeonato Paraense Sub-20 3 2004, 2008 e 2011
Pará Copa Metropolitana Sub-20 1 2009
Pará Campeonato Paraense Sub-17 2 2005, 2010
Pará Taça Cidade de Belém Sub-17 2 2009, 2010
Pará Copa Sesi Sub-17 1 2010
Pará Campeonato Paraense Sub-15 3 2003, 2006 e 2008
Pará Campeonato Paraense Sub-13 2 2007 e 2009
Belém. Taça Adidas (Sub-20) 1 2012 - Taça disputada em jogo único (Remo 4 x 0 Paysandu - 01/03/2012)

Cscr-featured.png Campeão Invicto

[editar] Amistosos

Títulos Amistosos Internacionais
Quantidade
Suriname Torneio Internacional do Suriname 2 1984 e 1999
Brasil Torneio Internacional de Belém 2 1975 e 1981
Excursões Amistosas Internacionais
Suriname Troféu Simbólico (Excursão à Paramaribo) 1 1940
Venezuela Taça Comemorativa - Excursão à Caracas 1 1981
Suriname Taça Comemorativa - Excursão à Paramaribo 1 1981
Torneios Amistosos Nacionais
ParáCeará Torneio Pará-Ceará 2 1993, 1994
ParáMaranhão Torneio Pará-Maranhão 1 1977
ParáGoiás Torneio Pará-Goiás 1 1972
Pará Torneio Quadrangular Stélio Maroja 1 1966
Brasil Torneio Quadrangular de Belém 1 1954
Torneios e Taças Estaduais e Municipais (Principais)
Pará Superclássico Luso-Brasileiro (Remo x Tuna) - Taça Antonio Carlos Nunes 1 2011
Belém. Taça 40 anos da Federação Paraense de Futebol 1 2009
Santarém. Torneio de Santarém 1 2005
Belém. Torneio Cidade de Belém (Seletivo à Copa Norte) 1 2000
Santarém. Taça Governador Hélio Gueiros 1 1989
Belém. Torneio Cidade de Belém 5 1964, 1965, 1966, 1970 e 1982
Belém. Taça da Paz 1 1964
ParáPortugal Taça Vasco da Gama 1 1954
Belém. Taça Joaquim Queiróz 1 1952
Belém. Taça Paz Firmino de Oliveira 1 1950
Belém. Taça Governador Moura Carvalho 1 1948
Belém. Taça Ophir Loyola 1 1944
Pará Taça América 1 1939
ParáPortugal Troféu Bronze Portugal 1 1930
Pará Taça Lauro Müller 2 1916 e 1922

Notas:

( * ) Em algumas publicações o Torneio Internacional de Caracas de 1950 aparece como a 1ª edição da Pequena Taça do Mundo, o que é logo questionado por conta da ausência de equipes européias na disputa. No entanto, a edição de 1968, vencida pelo Botafogo também não contou com a participação de nenhum clube europeu, e é aceita como título da Pequena Taça do Mundo, mesmo tendo apenas 2 participantes (Botafogo e Seleção Argentina de Novos).

O próprio Clube do Remo não tem informações suficientes sobre o peso do título que detém, por isso não se intitula campeão da Pequena Taça do Mundo de 1950, e sim campeão do Torneio Internacional de Caracas de 1950.

( ** ) O título do Campeonato Nacional Norte-Nordeste de 1971 deu ao Remo o direito de disputar a final do Campeonato Brasileiro Série B de 1971, contra o campeão do Regional Centro-Sul (Villa Nova).

( *** ) A Taça Norte de 1971 corresponde ao Grupo Norte do Campeonato Nacional Norte-Nordeste de 1971, e deu ao Remo a vaga nortista na final interregional, contra o campeão daTaça Nordeste de 1971 (Itabaiana-SE). |- |}

[editar] Destaques

Internacionais
Campetição Temporada Performance
França Torneio Internacional de Toulon-FRA 1994 Vice-campeão (Em 2002 a FIFA reconheceu o Torneio de Toulon como oficial.)
Suriname Torneio Internacional de Paramaribo 2011 Vice-campeão
Nacionais
Campetição Temporada Performance
Brasil Campeonato Brasileiro - Série A 1993 7º Colocado (Melhor campanha da história da Região Norte)
Brasil Campeonato Brasileiro - Série A 1961 8º Colocado (Segunda melhor campanha da história da Região Norte)
Brasil Campeonato Brasileiro - Série A 1959 9º Colocado (Terceira melhor campanha da história da Região Norte)
Brasil Copa do Brasil 1991 Semifinalista
Brasil Campeonato Brasileiro - Série B 1971 Vice-campeão
Brasil Campeonato Brasileiro - Série B 1984 Vice-campeão
Regionais
Campetição Temporada Performance
Brasil Taça Brasil - Zona Norte 1965 1º colocado
Mapa das Regiões Norte e Nordeste do Brasil.svg Torneio Norte-Nordeste 1968 Vice-campeão
Mapa das Regiões Norte e Nordeste do Brasil.svg Torneio Norte-Nordeste 1969 Vice-campeão
Mapa das Regiões Norte e Nordeste do Brasil.svg Torneio Hexagonal Norte-Nordeste 1967 Vice-campeão
Mapa das Regiões Norte e Nordeste do Brasil.svg Torneio dos Campeões Norte-Nordeste 1951 Vice-campeão
Brazil Region Norte.svg Copa Norte 1997 Vice-campeão
Estaduais
Campetição Temporada Performance
Pará Campeonato Paraense de Futebol 31 Vice-campeonatos
Outros
Brasil Artilharia - Brasileiro Série B 2 (Rubilota) - 1971 e (Dadinho) - 1984.
Pará Artilharia do Campeonato Paraense 23
Pará Seleção Paraense do Século XX 6 dos 11 atletas.
Pará Troféu Camisa 13 (RBA) 129
Pará Troféu Rômulo Maiorana 26 (contabilizados apenas os prêmios de 1993 a 1998)

[editar] Estatísticas

[editar] Torneios Nacionais

Brasil Série A
16 Participações
Ano 1959
Pos.
Ano 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969
Pos. -
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 17º 22º 28º 18º 28º 14º 35º 60º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 18º 41º 42º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 23º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 16º


1959 a 1968 - Taça Brasil
1967 a 1970 - Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Robertão)
NOTA: Nos anos de 1967 e 1968 realizou-se o Torneio Robertão e a Taça Brasil.
Brasil Série B
21 Participações
Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos.
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 25º 33º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 15º 17º 18º 13º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 20º 12º 19º
Ano 2010
Pos.


Brasil Série C
Ano 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 28º


Brasil Copa do Brasil
Ano 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 13º 12º 11º 12º 13º 17º 33º 46º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 18º 42º 16º 34º 17º 30º 47º 20º
Ano 2010 2011 2012
Pos. 22º


[editar] Estadual

Pará Campeonatos Paraenses
Ano 1908 1910 1913 1914 1915 1916 1917
Pos. * *
Ano 1918 1919 1920 1921 1922 1923 1924 1925 1926 1927
Pos. ?
Ano 1928 1929 1930 1931 1932 1933 1934 1936 1937 1938
Pos. ? ? ** ? ? ?
Ano 1939 1940 1941 1942 1943 1944 1945 1947 1948 1949
Pos. ? ? ? ?
Ano 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959
Pos. ?
Ano 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969
Pos. ? ?
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. ? ?
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. ? ?
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. ?
Ano 2010 2011 2012
Pos.


(*) Realizou-se o campeonato, no entanto, o Clube do Remo ainda se dedicava exclusivamente às regatas.
(**) O Remo não disputou o campeonato.

[editar] Globo terraqueo 3.gif Confrontos Internacionais no Futebol

Eusébio veio à Belém com o Benfica, em 1968, para enfrentar o Clube do Remo em amistoso realizado no Estádio Baenão. O placar final do confronto foi 1x1.

Confrontos contra equipes estrangeiras, seleções nacionais ou jogos contra times brasileiros, válidos por competições internacionais.

Países Baixos Holanda
Confronto Data Ocasião
Remo 2 x 0 Excelsior Rotterdam 06 de janeiro de 2011 Torneio Internacional de Paramaribo (Suriname)
França França
Confronto Data Ocasião
Remo 1 x 1 Sporting Toulon 25 de maio de 1994 Torneio Internacional de Toulon (França)
Penaltis: Toulon 6 x 5 Remo
Portugal Portugal
Confronto Data Ocasião
Remo 1 x 1 Benfica

Remo 4 x 1 Boavista

08 de outubro de 1968

12 de junho de 1994

Amistoso

Amistoso

Jugoslávia Iugoslávia
Confronto Data Ocasião
Remo 2 x 2 OFK Belgrado 13 de fevereiro de 1955 Amistoso ao Cinquentenário do Clube do Remo.
Roménia Romênia
Confronto Data Ocasião
Remo 2 x 1 Romênia

Remo 1 x 1 Seleção de Bucareste

Dezembro de 1968 (Belém)

24 de março de 1994

Amistoso

Torneio de Toulon - Pen: Remo 4 x 3

Arábia Saudita Arábia Saudita
Confronto Data Ocasião
Remo 1 x 0 Al Hilal 09 de janeiro de 2010 Copa São Paulo de Futebol Junior
Paraguai Paraguai
Confronto Data Ocasião
Remo 1 x 2 Cerro Porteño 1957 Amistoso
Uruguai Uruguai
Confronto Data Ocasião
Remo 0 x 1 Peñarol

Remo (Sel Paraense) 4 x 0 Sel Uruguaia

16 de julho de 1996 (Belém)

1978

Copa da Paz das Nações Unidas

Amistoso - inauguração Mangueirão

Colômbia Colômbia
Confronto Data Ocasião
Remo 2 x 0 Millonarios 20 de outubro de 1987 Amistoso
Venezuela Venezuela
Confronto Data Ocasião
Remo 5 x 2 La Salle

Remo 4 x 0 Unión.

Remo 2 x 1 Deportivo Itália

Remo 5 x 0 Escola Militar

Remo 1 x 2 Loyola

Remo 3 x 0 Comb Espanhol de Caracas

Remo 2 x 2 San Cristóbal

Remo 1 x 1 Estudiantes

Remo 0 x 0 ULA Mérida

14 de janeiro de 1950

15 de janeiro de 1950

17 de janeiro de 1950

19 de janeiro de 1950

21 de janeiro de 1950

23 de janeiro de 1950

16 de junho de 1981

18 de junho de 1981

20 junho de 1981

Torneio Internacional de Caracas

Torneio Internacional de Caracas

Torneio Internacional de Caracas

Torneio Internacional de Caracas

Torneio Internacional de Caracas

Amistoso

Excursão à Caracas (Venezuela)

Excursão à Caracas (Venezuela)

Excursão à Caracas (Venezuela)

Suriname Suriname
Confronto Data Ocasião
Remo 2 X 1 Marimburg

Remo 5 X 1 São Lourenço de Marroni

Remo 2 x 0 Vowaats

Remo 3 x 3 Robinhood

Remo _ x _ Robinhood

Remo 1 x 1 Robinhood

Remo 1 x 0 Robinhood

Remo 2 x 0 Transvaal

Remo _ x _ Transvaal

Remo _ x _ Transvaal

Remo 2 x 0 Surinaams National Leger

Remo 2 x 0 Producers

Remo 0 x 0 Seleção do Suriname

Remo 5 x 1 Seleção do Suriname

Remo 4 x 3 Seleção do Suriname

Remo _ x _ Seleção do Suriname

Remo 4 x 3 Seleção do Suriname

Remo 1 x 1 Seleção do Suriname

Dezembro de 1940

Dezembro de 1940

08 de outubro de 1961

1961

30 de janeiro de 1977

28 de junho de 1981

24 de março de 1999

26 de Junho de 1981

01 de fevereiro de 1977

julho de 1991

26 de março de 1999

04 de Maio de 1984

1940

1940

1940

1961

06 de Agosto de 1977

28 de março de 1999

Excursão à Paramaribo

Excursão à Paramaribo

Excursão a Pamaribo

Amistoso

Amistoso

Excursão à Paramaribo

Torneio Internacional de Suriname

Excursão à Paramaribo

Amistoso

Amistoso

Final do Torneio Int do Suriname

Torneio Internacional do Suriname

Excursão à Paramaribo

Excursão à Paramaribo

Excursão à Paramaribo

Amistoso

Torneio Internacional de Belém

Torneio Internacional do Suriname

Guiana Francesa Guiana Francesa
Confronto Data Ocasião
Remo _ x _ Guiana Francesa

Remo _ x _ Guiana Francesa

Remo _ x _ Saint Georges

Remo _ x _ Racing Clube Cayenne

1959

1959

1959

1959

Excursão à Guiana Francesa

Excursão à Guiana Francesa

Excursão à Guiana Francesa

Excursão à Guiana Francesa

Brasil Brasil
Confronto Data Ocasião
Remo 0 x 1 Seleção Brasileira

Remo 1 x 0 Seleção Brasileira

Remo 0 x 0 Seleção Brasileira

Remo 0 x 0 Seleção Brasileira Juniores

Remo 0 x 1 Tuna Luso

Remo 1 x 2 Paysandu

Remo 1 x 1 Paysandu

Remo 3 x 2 Paysandu

Remo 0 x 0 Paysandu

09 de agosto de 1972

09 de março de 1973

11 de março de 1973

28 de abril de 1991

09 de Agosto de 1977

11 de Agosto de 1977

1977

06 de Maio de 1984

10 de janeiro de 2011

Amistoso (Belém)

Amistoso (Belém)

Amistoso (Belém)

Amistoso (Belém)

Torneio Internacional de Belém

Torneio Internacional de Belém

Torneio Internacional do Suriname

Final do Torneio Int de Paramaribo

Final do Torneio Int de Paramaribo

[editar] Confrontos contra Seleções

  • Seleção Brasileira
4 jogos (1V - 2E - 1D)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Clube do Remo

Clube do Remo Pará 0 X 1 Brasil Seleção Brasileira

Amistoso. 9 de agosto de 1972.

Clube do Remo Pará 1 X 0 Brasil Seleção Brasileira

Amistoso. 9 de março de 1973.

Clube do Remo Pará 0 X 0 Brasil Seleção Brasileira

Amistoso. 11 de março de 1973.

Clube do Remo Pará 0 X 0 Brasil Sel Brasil Juniores

Amistoso. 28 de abril de 1991.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Seleção Brasileira
  • Seleção Uruguaia

(Clube do Remo representando a Seleção Paraense de Futebol)

1 jogo (1V - 0E - 0D)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Seleção Paraense (Remo)

Seleção Paraense (Remo) Brasil 4 X 0 Uruguai Seleção Uruguaia de Futebol

Amistoso de inauguração do Estádio Mangueirão - 1978.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Seleção Uruguaia
  • Seleção da Romênia
1 jogos (1V - 0E - 0D)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Clube do Remo

Clube do Remo Brasil 2 x 1 Roménia Seleção da Romênia.

Dezembro de 1968. Amistoso (Belém).
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Seleção da Romênia
  • Seleção Surinamesa
5 jogos (3V - 2E - 0D)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Clube do Remo

Clube do Remo Brasil 0 x 0 Suriname Seleção Suriname.

Excursão a Pamaribo (Torneio Suriname x Brasil). 1940.

Clube do Remo Brasil 5 x 1 Suriname Seleção Suriname.

Excursão a Pamaribo (Torneio Suriname x Brasil). 1940.

Clube do Remo Brasil 4 x 3 Suriname Seleção Suriname.

Excursão a Pamaribo (Torneio Suriname x Brasil). 1940.

Clube do Remo Brasil 4 x 3 Suriname Seleção Suriname.

Excursão a Pamaribo (Torneio Suriname x Brasil). 1940.

Clube do Remo Brasil 1 x 1 Suriname Seleção Suriname.

Torneio Internacional de Pamaribo (Suriname). 28 de março de 1999.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Seleção Surinamesa

[editar] Olympic rings.svg Esportes Olímpicos

BASQUETE Basketball.svg AZULINO
Campetição Títulos Temporadas
Brasil Torneio Interestadual de Basquete 1 1980
Brazil Region Norte.svg Copa Brasil Norte de Basquete 1 2002
Pará Campeonato Paraense 27 1938, 1939, 1940, 1948, 1949, 1950, 1954, 1956, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1970, 1971, 1972, 1973, 1980, 1982, 1983, 1984, 1991, 1993, 2002 e 2008
NATAÇÃO Swimming pictogram.svg AZULINA
Mundiais
Campetição _ Títulos (Ouros)
Terra.png Campeonatos Mundiais 3
Continentais
Campetição _ Títulos (Ouros)
Flags of the Union of South American Nations.gif Campeonatos Sulamericanos 9
Nacionais
Campetição _ Títulos (Ouros)
Brasil Campeonatos Brasileiros 39
Seleção Brasileira
Campetição Ano Atleta Campeão
Olympic rings.svg Campeonato Mundial - (Madri/Espanha) 1986 Clube do Remo.PNG Mônica dos Anjos Costa de Rezende
Olympic rings.svg Campeonato Sulamericano - (Santiago/Chile) 2005 Clube do Remo.PNG Bruna Moraes de Carvalho (Juvenil)
Olympic rings.svg Campeonato Sulamericano - (Lima/Peru) 2001 Clube do Remo.PNG Thiago Abreu (Juvenil)
Olympic rings.svg Campeonato Sulamericano - (Lima/Peru) 2001 Clube do Remo.PNG Luis Fernando Rodrigues (Juvenil)
Olympic rings.svg Campeonato Sulamericano - (Maldonado/Uruguai) 1983 Clube do Remo.PNG Mônica dos Anjos Costa de Rezende
Olympic rings.svg Campeonato Sulamericano - (Maldonado/Uruguai) 1983 Clube do Remo.PNG André Roberto Corrêa Pereira
Olympic rings.svg Campeonato Sulamericano - (São Paulo/Brasil) 1979 Clube do Remo.PNG Anne Grace Corrêa Conceição
Olympic rings.svg Campeonato Sulamericano - (São Paulo/Brasil) 1979 Clube do Remo.PNG Andréa Corrêa Souza
Olympic rings.svg Campeonato Sulamericano - (São Paulo/Brasil) 1979 Clube do Remo.PNG Pedro Paulo Ferreira do Amaral
Recordes pela Seleção Brasileira.
Índice Ano Atleta/Competição
Olympic rings.svg Novo Recorde Sulamericano (100m Nado Costas) 1986 Clube do Remo.PNG Mônica dos Anjos Costa de Rezende / Campeonato Mundial - (Madri/Espanha)
Regionais.
Competição Títulos Temporada/Categoria
Mapa das Regiões Norte e Nordeste do Brasil.svg Campeonatos Norte-Nordeste 14 Festival CBDA Correios Norte/Nordeste de Clubes (Mirim e Petiz) Troféu Kako Caminha: 9 (1994, 2000, 2001, 2004, 2005, 2007, 2008, 2008 e 2011)

Troféu Walter Figueiredo Infantil à Sênior: 3 (1994, 2000 e 2004)

Troféu Kako Caminha (Infantil); 2 (1993 e 1994)

Brazil Region Norte.svg Copa Amazônia 10 (1998, 1999, 2000, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2009 e 2011)
Estaduais.
Competição Categoria Títulos
Pará Campeonatos Paraense Absoluto 23
Pará Campeonatos Paraense Piscina Curta 6
(O Campeonato Paraense de Piscina Curta teve 6 edições (2002/2003/2004/2005/2006), todas vencidas pelo Clube do Remo)
Pará Campeonatos Paraense Velocidade 3
(O Campeonato Paraense de Velocidade teve 3 edições (1999/2000/2001), todas vencidas pelo Clube do Remo)
Pará Campeonatos Paraense Junior 25
Pará Campeonatos Paraense Juvenil 25
Pará Campeonatos Paraense Infantil 28
Pará Campeonatos Paraense Mirim 32
Pará Campeonatos Paraense Classes 01
Pará 18ª Travessia da Baía do Guajará - 1990
Pará 15ª Travessia do Murubira Farol (Mosqueiro-PA) - 2011
REMO Rowing pictogram.svg AZULINO
Campetição Ano Títulos
Flags of the Union of South American Nations.gif Campeonato Sulamericano de Valparaíso-Chile 2008 Gold medal america.svg (1 Ouro)
Flags of the Union of South American Nations.gif Campeonato Sulamericano de Florianópolis-Brasil 2010 Gold medal america.svg Gold medal america.svg Silver medal america.svg Bronze medal america.svgBronze medal america.svgBronze medal america.svg (2 Ouros, 1 Prata, 3 Bronzes)
Flags of the Union of South American Nations.gif Campeonato Sulamericano de Tigre-Argentina 2011 Gold medal america.svg Gold medal america.svg Silver medal america.svg Silver medal america.svg Silver medal america.svg Silver medal america.svg Bronze medal america.svg (2 Ouros, 4 Pratas, 1 Bronze)
Estaduais
Campetição Títulos Temporadas
Pará Campeonato Paraense 39 1911, 1912, 1913, 1914, 1915, 1917, 1918, 1921, 1923, 1926, 1929, 1931, 1933, 1934, 1941, 1945, 1947, 1961, 1966, 1967, 1968, 1969, 1970, 1971, 1972, 1979, 1980, 1982, 1984, 1986, 1987, 1990, 1991, 1992, 1999, 2001, 2007, 2010 e 2011
Pará Troféu Lauro Sodré 1934
É, até hoje, o mais significativo trofeu do remo paraense. O troféu foi disputado por 17 anos.
A posse do taça ficaria com a agremiação que conquistasse o campeonato por três anos consecutivos. Com os títulos de 1931, 1933 e 1934 (Em 1932, o campeonato não foi realizado), o Clube do Remo ficou definitivamente com a bela estátua


A disputa pelo Troféu Lauro Sodré
Clube do Remo: 09 títulos (1917, 1918, 1921, 1923, 1926, 1929, 1931, 1933 e 1934)
Tuna Luso Brasileira: 03 títulos (1920, 1922 e 1930)
Recreativa: 03 títulos (1919, 1924 e 1925)
Paysandu Sport Club: 02 títulos (1927 e 1928).
FUTSAL Olympic pictogram Futsal.png AZULINO
Campetição Títulos Temporadas
Pará Campeonato Paraense Principal 3 1986 1993 e 2006
Pará Campeonato Paraense Pré-Mirim 5 1995 1996 1997 2000 2002
Pará Campeonato Paraense Mirim 7 1989 1990 1993 1998 1999 2002 e 2003
Pará Campeonato Paraense Infantil 9 1988 1992 1993 1994 1995 1996 1998 1994 2002
Pará Campeonato Paraense Infanto 7 1988 1994 1995 1996 1997 1998 2000
Pará Campeonato Paraense Juvenil 8 1989 1994 1995 1996 1997 1998 2002 e 2003
Pará Campeonato Paraense Veterano (Master) 7 1990 1992 1993 1994 1995 1996 2009
Pará Campeonato Paraense Sub-9 3 2005 2006 e 2008
Pará Campeonato Paraense Sub-11 6 2004 2005 2006 2007 2008 e 2009
Pará Campeonato Paraense Sub-13 6 2004 2005 2006 2008 2009 2011
Pará Campeonato Paraense Sub-15 3 2005 2006 2011
Pará Campeonato Paraense Sub-17 4 2005 2007 2008 2011

[editar] Títulos conquistados entre 1905 e 1960

[editar] Tennis pictogram.svg Tênis de Quadra

  • Pará Campeonato Paraense de Tênis: 2
1925 1930

[editar] Olympic pictogram Table tennis.png Tênis de Mesa

  • Pará Campeonato Paraense de Tênis de Mesa: 6
1947 1950 1951 1952 1953 1954

[editar] Diving pictogram.svg Saltos Ornamentais

  • Pará Campeonato Paraense de Saltos Ornamentais: 10
1916 1917 1918 1919 1920 1921 1922 1923 1924 1947

[editar] Water polo pictogram.svg Polo Aquático

  • Pará Campeonato Paraense de Water-Polo: 5
1916 1917 1918 1919 1926

[editar] Athletics pictogram.svg Atletismo

  • Pará Gran Prix Paraense de Atletismo: 3
1925 1956 1957

[editar] Olympic pictogram Volleyball.png Volleyball

  • Pará Campeonato Paraense de Vôlei: 5
1916 1917 1918 1919 1926

[editar] Elenco atual

Atualizado em 01 de março de 2012.

Legenda:

  • Capitão: Atual capitão
  • Jogador Lesionado: Jogador contundido
  • DB: Formado nas divisões de base do clube


Goleiros
Jogador
Brasil Adriano
Brasil Jamilton
Brasil Lino (DB)
Brasil Dida
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Diego Barros Capitão. Z
Uruguai Juan Sosa Z
Brasil Igor João (DB) Z
Brasil Papelin (DB) Z
Brasil Wellington (DB) Z
Brasil Edinho Z
Brasil Tiago Cametá (DB) LD
Brasil Cássio LD
Brasil Aldivan LE
Brasil Panda LE
Brasil Alex Ruan (DB) LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Adenísio V
Brasil Allan Petterson (DB) V
Brasil Jhonnatan (DB) V
Brasil André V
Brasil Jean V
Brasil Betinho (DB) M
Brasil Magnum M
Brasil Tardelly (DB) M
Brasil Edu Chiquita M
Brasil Paulo André (DB) M
Brasil Deivisson M
Atacantes
Jogador
Brasil Fábio Oliveira
Brasil Marciano
Brasil Joãozinho Silva
Brasil Jayme (DB)
Brasil Cassiano
Brasil Reis (DB)
Brasil Rodrigo Ayres
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Flávio Lopes T

[editar] Comissão técnica

Atual
Comissão Técnica
Brasil Flávio Lopes Técnico
Brasil Marcio Pereira Aux. técnico
Brasil Marcio Ribeiro Prep. físico
Brasil Benedito Gamboa Aux. físico
Brasil Edson Cimento Prep. de goleiros
Brasil Divaldo Souza Fisiologista


[editar] Tranferências em 2012

Emprestado.: Jogadores emprestados

Volta de Empréstimo.: Jogadores que voltam de empréstimo

Fim de contrato.: Jogadores que saíram após o fim do contrato

Entradas
  Pos. Jogador Clube Anterior
Fairytale right.png A Brasil Bruno Oliveira Uruguai Fênix
Fairytale right.png G Brasil Adriano Brasil Independente
Fairytale right.png LE Brasil Aldivan Brasil São Raimundo
Fairytale right.png V Brasil Adenísio Brasil Independente
Fairytale right.png A Brasil Joãozinho Brasil Independente
Fairytale right.png V Brasil Felipe Baiano Brasil União Rondonópolis
Fairytale right.png LD Brasil Pedro Balú Brasil Rio Branco
Fairytale right.png LE Brasil Panda Brasil Guarany
Fairytale right.png Z Uruguai Juan Sosa Brasil Audax Rio
Fairytale right.png A Brasil Rodrigo Ayres Brasil Grêmio Anápolis
Fairytale right.png G Brasil Jamilton Brasil Trindade
Fairytale right.png M Brasil Juliano Brasil CRAC
Fairytale right.png A Brasil Marciano Brasil Icasa
Fairytale right.png A Brasil Cassiano Brasil Cametá
Fairytale right.png M Brasil Magnum Brasil São Caetano
Fairytale right.png A Brasil Fábio Oliveira Brasil Tuna Luso
Fairytale right.png M Brasil Franklin Brasil Tuna Luso
Fairytale right.png T Brasil Flávio Lopes Brasil CRB
Fairytale right.png V Brasil André Brasil Caldense
Fairytale right.png V Brasil Jean Brasil Glória de Vacaria
Fairytale right.png M Brasil Edu Chiquita Brasil Itabaiana
Fairytale right.png M Brasil Paulo André Volta de Empréstimo. Brasil Botafogo-SP
Fairytale right.png Z Brasil Edinho Brasil Rio Claro-SP
Fairytale right.png LD Brasil Cássio Brasil Morrinhos
Fairytale right.png G Brasil Dida Brasil Boa Esporte
Fairytale right.png M Brasil Deivisson BrasilAgex/Iguaçu
Saídas
  Pos. Jogador Clube de Destino
Fairytale left red.png A Brasil Brasil Independente
Fairytale left red.png M Brasil Cristian Fernandes Flag of None.svg Sem Clube
Fairytale left red.png V BrasilAlexandre Rotweiller Flag of None.svg Sem Clube
Fairytale left red.png T BrasilSinomar Naves Flag of None.svg Sem Clube
Fairytale left red.png M BrasilJuliano Flag of None.svg Sem Clube
Fairytale left red.png G BrasilDiego Amaral Brasil Santa Cruz de Cuiarana
Fairytale left red.png LD BrasilPedro Balú Brasil São Caetano
Fairytale left red.png V BrasilFelipe Baiano Flag of None.svg Dispensado
Fairytale left red.png M BrasilFranklin Flag of None.svg Dispensado
Fairytale left red.png A BrasilBruno de Oliveira Flag of None.svg Dispensado

[editar] Diretoria

[11]

  • Presidente: Sérgio Cabeça
  • Vice-presidente: Paulo Mota
Vice-presidências do Remo
  • Patrimônio - Josias Campos
  • Finanças - Izan Magalhães
  • Social - Maria Jovelina Ferreira
  • Esportes de Salão - Max Tavares Fernandes
  • Desportos Náuticos - Hermes Tupinambás
  • Desportos Aquáticos - José Reis
  • Futebol Profissional- Raphael Levy
  • Futebol de Base - Ulisses de Oliveira
  • Estádio - Bruno Silva
  • Jurídico - Ronaldo Passarinho
  • Médico - Carlos Alberto Vaz
  • Comercial e Marketing - César Castilho

[editar] Presidentes

[12]

[editar] Patrimônio

Ao longo de sua existência, o Clube do Remo construiu um patrimônio imobiliário digno do seu tamanho e que hoje é utilizado para desenvolver atividades relacionadas ao dia-dia do clube assim como de seus sócios e atletas.

Tudo isso possibilita praticar as atividades esportivas tanto amadoras quanto profissionais em seu próprio espaço, como por exemplo, a natação no parque aquático, o vôlei, o basquete e o futsal no Ginásio Serra Freire e assim por diante. A estes se juntam ainda o Estádio de Futebol Evandro Almeida, popularmente conhecido como Baenão, a Sede Náutica que da fundo para a Baía do Guajará, local de treinamentos dos atletas de Remo e é claro a sede social onde funciona as atividades administrativas do Clube.

Tem ainda o que muitos considerariam como o maior e mais bonito patrimônio do Clube, a torcida, também conhecida como Fenômeno Azul. As dimensões são inimagináveis, não se sabe ao certo a quantidade mais entre tantas pesquisas já realizadas sempre foi apontada como a maior do estado, estando ainda entre as maiores do Brasil. Fato que comprova isso foi à média alcançada durante a disputa do Campeonato Brasileiro de Futebol da Série C onde a torcida atingiu a maior média de público entre todos os outros módulos do campeonato.

[editar] Sede Náutica

Em 1905, os integrantes do Grupo do Remo alugaram, da Intendência Municipal, o terreno e o prédio localizados na Tv. Siqueira Mendes.[13] No dia 1º de outubro foi inaugurada a sede náutica do clube, que permaneceu até o ano de 1908, quando os azulinos não conseguiram a renovação do contrato de aluguel da sede junto à Intêdencia Municipal, devido a uma crise em que a agremiação se encontrava, o que ocasionou a extinção do Grupo do Remo.[14] Em 1911, o Cordão dos Onze conseguiu novamente alugar a sede, fazendo parte da reorganização do clube.[15]

Em 7 de março de 1923, o Clube do Remo finalmente adquiriu o prédio e o terreno onde estavam funcionando a sede e a garagem náutica. Após algumas reformas a nova sede azulina foi inaugurada no dia 12 de abril de 1925.[3] Durante muito tempo, essa também serviu como sede social do clube, assim como serviu de garagem de barcos de regata, ainda hoje existente no térreo do prédio. Trata-se de um imóvel com 9,70 metros de frente por 68,70 metros de comprimento, tendo três níveis de piso, sendo o primeiro com uma área igual a 580 m², o segundo com 496 m² e o terceiro com 60 m². Ao fundo da sede passa a Baía do Guajará, local de treinamento dos atletas do clube.

A sede comporta em sua estrutura uma mini-academia, com aparelhos básicos de musculação para os atletas e garagem para os barcos do Clube. Um processo de modernização vem acontecendo por lá, já que a diretoria pretende realizar um intercâmbio com equipes nacionais.

Atualmente o clube conta com todos os barcos considerados olímpicos: Skiff - 1X, Double Scull - 2X, Dois sem timoneiro - 2-, Dois com timoneiro - 2+, Quadriscull - 4X, Quatro sem timoneiro - 4-, Quatro com timoneiro - 4+, Oito - 8+, Yolle 4 e Yolle 8. Em média são gastos R$3.500 na manutenção dos barcos. Este recurso chega através de patrocínio e ajuda de alguns abnegados.Predefinição:Carece fonte

[editar] Parque Aquático

O parque aquático azulino funciona dentro da sede social do clube, localizada na Av. Nazaré. Foi inaugurado em 1 de fevereiro de 1959, pela Comissão de Construção, custando cerca de CR$3 milhões. No total são três piscinas, sendo duas com dimensões semi-olímpicas e uma destinada a natação infantil. Por lá são realizadas três modalidades esportivas, a natação, hidroginástica e o nado sincronizado. No espaço funciona ainda o departamento administrativo de natação, uma casa de bombas para o tratamento da água utilizada nas piscinas, academia e vestiários.[16]

[editar] Ginásio

O ginásio do Remo está em anexo à sede social do clube, no entanto, faz frente para a Av. Braz de Aguiar. Denominado de Serra Freire em homenagem a um remista histórico, com larga folha de serviços prestados ao clube, hoje o ginásio é palco para o desenvolvimento do esporte amador do Remo.

Apresenta uma quadra poliesportiva e capacidade para duas mil pessoas. Foi inaugurado em 31 de julho de 1963,[3] sendo na época um marco para a engenharia paraense. A arquibancada do ginásio até hoje preserva as características inaugurais, sendo ela toda em madeira da região.

O ginásio comporta ainda vestiários, salas administrativas e um prédio comercial com dois pavimentos. A obra leva a assinatura do engenheiro Evandro Bonna. Em 2010, passa por reformas devido a precariedades na estrutura do ginásio.

[editar] Sede Social

O Clube do Remo apresenta como sua sede social um belíssimo imóvel de 3.275m², localizado na Av. Nazaré, centro de Belém. Denominada de "Palácio Azul", lá é oferecida aos sócios e torcedores, uma imensa estrutura que permite a prática de várias atividades esportivas assim como recreativas. A sede social do Clube do Remo foi construída onde antes era o prédio do Sport Club do Pará. O imóvel foi adquirido em 11 de agosto de 1938 em um leilão e custou 150 contos de reis, na administração do Dr. Adriano Guimarães. Passou por ereformas no ano de 1942. Em 1955 o prédio foi totalmente reconstruído pelo engenheiro Arthur Carepa e seu amigo e auxiliar José Heimar Lacerda, sendo entregue em 1959.[3]

A sede apresenta dois andares: no térreo funcionam as atividades administrativas do clube, empresas terceirizadas e o Senadinho Everaldo Martins, fundado em março de 1983, local destinado aos encontros de abnegados, conselheiros, diretores e companheiros. No pavimento superior, o Salão Social, utilizado para solenidades e festas.[3] Na entrada da sede ficam expostos os inúmeros troféus já conquistados pelo Remo nas mais variadas modalidades esportivas. O local oferece ainda restaurante, salão de jogos, bar, lanchonete e o salão Antônio Tavernard, onde ficam os grandes armários que guardam um dos maiores tesouros do Remo: seus troféus.

Como anexo se apresenta o Ginásio Serra Freire, onde são realizadas as atividades de futsal, vôlei e basquete pelos atletas do clube e o parque aquático onde acontece os treinamentos dos atletas da natação e do nado sincronizado. O acesso para a sede social, assim como para o parque aquático acontece sempre pela Av. Nazaré, para o ginásio em dias de competições a entrada acontece pela Av. Braz de Aguiar.

[editar] Estádio

O estádio Evandro Almeida foi inaugurado em 15 de agosto de 1917, na comemoração do aniversário de 6 anos de reorganização. Inicialmente, o Baenão, como é popularmente conhecido, tinha capacidade para apenas 2 500 pessoas. Com o passar do tempo, o futebol foi se popularizando entre os paraenses, especialmente nos torcedores do Clube do Remo, tornando o Beanão obsoleto.

Após várias reformas estruturais (1935 e 1962), a capacidade do estádio aumentou para cerca de 20 mil espectadores fazendo com que fosse o único do Pará com condições de abrigar jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol a partir de 1972, já que o Mangueirão ainda não havia sido construído.

Atualmente o Baenão tem capacidade para 17 518 azulinos. O nome do estádio foi uma homenagem ao grande atleta e dirigente do clube, Evandro de Melo Almeida, falecido em 1964.

Alguns amistosos marcantes, realizados no Baenão.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Clube do Remo

Clube do Remo Pará 4 x 9 São Paulo Santos de Pelé.

1965 - Amistoso.
(Pelé marcou 5 gols)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Santos de Pelé
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Clube do Remo

Clube do Remo Brasil 1 x 1 Portugal Benfica de Eusébio.

1968 - Amistoso.
(Elenco base da Seleção Portuguesa, 3ª Colocada na Copa de 1966)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Benfica de Eusébio
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Clube do Remo

Clube do Remo Brasil 2 x 0 Colômbia Millonarios.

1987 - Amistoso.
(Confronto contra o Campeão Colombiando de 1987)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Millonarios
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Clube do Remo

Clube do Remo Brasil 4 x 1 Portugal Boavista F. C.

12 de junho de 1994. Amistoso.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Boavista
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Clube do Remo

Clube do Remo Brasil 0 x 1 Uruguai C. A. Peñarol

16 de junho de 1996 - Copa da Paz (ONU) - Estádio Baenão
"O Jogo dos Tetras".
(Tetracampeão paraense x tetracampeão uruguaio)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Peñarol

[editar] Remo Store

Em 2009 o Clube do Remo fechou parceria com a empresa Gol Store. A Remo Store foi inaugurada dia 26 de maio de 2009, e fica localizada dentro da sede social do clube, Avenida Nazaré, 962 no Bairro de Nazaré. Hoje, a Remo Store conta com mais de 100 produtos licenciados.[17]

[editar] Torcida

Um time que consegue galvanizar todos os segmentos sociais: povão, classe média e elite, incluindo os emergentes. O Leão Azul é o clube da Maioria do povo paraense. E, por isso mesmo, a eterna denominação de Mais Querido - que ficou gravada no imaginário popular - reflete uma das realidades do nosso futebol, basicamente dividido entre duas bandeiras. A azul-marinho, porém, tem a preferência da maioria dos paraenses.

Fenômeno Azul - Uma mostra dessa paixão aconteceu em 2005, quando o Clube do Remo disputava a Série C nacional obteve a excelente média de 30 869 torcedores por jogo, superando equipes como Corinthians, Fortaleza e Flamengo, havendo jogos em que mais de 40 mil pessoas estavam presentes no Mangueirão. O apelido de Fenômeno Azul foi dado pelo repórter da Rádio Clube do Pará, Paulo Caxiado que faz a cobertura do dia-a-dia do Remo.[18]

No jogo contra a equipe do Nacional no dia 16 de outubro de 2005, mais de 45.000 pessoas compareceram para assistir ao jogo. Tamanha grandiosidade supreendeu até o técnico do time adversário, o ex-jogador da Seleção Brasileira de Futebol Luís Carlos Winck que fez uma declaração emocionada sobre o Fenômeno Azul:

"É inacreditável. Isso aqui nem parece a Terceira Divisão. Parece público de Copa do Mundo!"

Remo tem a maior torcida do Norte e a 16ª do Brasil - Com 1,3 milhões de torcedores, o Remo é o clube que tem a maior torcida do Pará e do Norte e a 16ª maior torcida do Brasil, segundo revela pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), por encomenda do jornal "Lance!", do Rio de Janeiro, cabendo aos bicolores o 17º lugar, com 1,1 milhão em todo o País. Realizada em 2004, essa foi a mais abrangente pesquisa do gênero já feita no Brasil. Estendendo-se por todas as regiões do País, nela foram ouvidas 7.207 pessoas a partir dos 10 anos de idade.[19]

Supremacia - A polarização divide os belenenses, contrapondo 46% de azulinos a 44,8% de bicolores, segundo revela pesquisa do Instituto Acertar. Nem as recentes conquistas do seu adversário histórico e o rebaixamento do clube para a Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro foram capazes de minar a condição do Remo como um dos clubes de maior torcida de Belém. Uma pesquisa do Instituto Acertar, de Belém, divulgada por "O Liberal", jornal de maior circulação do Norte , aponta que os torcedores da capital paraense estão divididos na esteira da polarização entre o Remo e o Paysandu, que contrapõe 46% de azulinos a 44,8% de bicolores, o que estatisticamente significa um empate técnico, considerando a margem de erro. A pesquisa ouviu 420 pessoas, em uma mostra representativa da população de Belém, estratificada por cotas de sexo e idade.[20]

Remo tem a maior torcida do Norte entre os jovens - Na pesquisa feita pelo IBOPE encomendada pelo diário "Lance" feita em 2010, mostra, além dos números totais, a preferência entre os torcedores mais velhos (com mais de 50 anos) e os mais jovens (entre 10 e 15 anos). Entre os times do Pará, o Remo é o único que aparece na pesquisa, na classificação por faixa etária: entre os torcedores mais jovens, o time azulino é o 18º colocado, com 1,1% dos pesquisados. Estes dados comprovam o crescimento da torcida, devido à faixa etária abordada - dos 10 aos 15 anos. O resultado coloca o Remo como dono de uma torcida que atualmente cresce mais do que, por exemplo, Fluminense (Rio de Janeiro), com 1,0%; Coritiba (Paraná), com 1,0%; e Botafogo (Rio de Janeiro), com 0,4%.[21]

[editar] Nação Azul

Nação Azul é o nome do projeto de "sócio-torcedor" do Clube do Remo. Criado em 2009 o projeto visa buscar uma maior proximidade entre o clube e o torcedor.[22]

[editar] Lista de torcidas

  • Torcida Remista
  • Pavilhão 6
  • Piratas Azulinos
  • Império Azul
  • Trovão Azul
  • Leões da Real
  • A.R.T.U.T.A
  • Remo Chopp
  • Amigos Azulinos
  • Ver-o-Remo
  • Remulher (1º torcida feminina do Pará)
  • Camisa 33 (Barra Brava)

[editar] Escola de samba

A Embaixadores Azulinos é formada por torcedores do Clube do Remo e participa do grupo de acesso do Carnaval de Belém.

[editar] Rivalidade

[editar] Re-Pa

O maior rival do Remo é o Paysandu Sport Club, com quem faz o clássico Re-Pa, o clássico da cidade de Belém. Remo e Paysandu confrontam-se desde 10 de junho de 1914, com vitória remista por 2 a 1. Nenhum outro clássico do Brasil foi jogado tantas vezes quanto este, o maior clássico da Região Norte do Brasil. Ver estatísticas abaixo:

  • Jogos: 710
  • Vitórias do Remo: 253
  • Vitórias do Paysandu: 222
  • Empates: 235
  • Gols do Remo: 918
  • Gols do Paysandu: 882
  • Maior goleada do Remo: 7 x 2, em 5 de março de 1939.
  • Maior goleada do Paysandu: 7 x 0 em 22 de julho de 1945.

(Último jogo considerado: Paysandu 2 x 0 Remo, 29 de janeiro de 2012, Campeonato Paraense de Futebol de 2012).

[editar] O Re-Pa na História do Parazão

  • Jogos: 318
  • Vitórias do Remo: 114
  • Vitórias do Paysandu: 96
  • Empates: 108
  • Gols do Remo: 374
  • Gols do Paysandu: 377

(Último jogo considerado: Paysandu 2 x 0 Remo, 29 de janeiro de 2012, Campeonato Paraense de Futebol de 2012).

[editar] Remo x Tuna Luso

Remo x Tuna é outro clássico da cidade de Belém. Remo e Tuna Luso confrontam-se desde 15 de novembro de 1931, com empate em 0 a 0 - Jogo amistoso.

Ver estatísticas abaixo:

  • Jogos: 456
  • Vitórias do Remo: 205
  • Vitórias da Tuna Luso: 129
  • Empates: 122
  • Gols do Remo: 713
  • Gols da Tuna Luso: 562
  • Maior goleada do Remo: 7 - 0 em 17 de maio de 1959
  • Maior goleada da Tuna Luso: 6 - 1 em 20 de abril de 1941

No Campeonato Paraense: 222 jogos, 101 vitórias do Remo, 58 vitórias da Tuna Luso e 63 empates.

(Último jogo considerado: Remo 1 x 2 Tuna Luso, 01 de fevereiro de 2012, Campeonato Paraense de Futebol de 2012).

[editar] Fatos e feitos

  • O Remo é o clube paraense mais bem posicionado no Ranking da CBF, aparecendo em 27º lugar com 855 pontos.
  • Único heptacampeão paraense de futebol (1913/1914/1915/1916/1917/1918/1919).
  • Em 1993, o Leão terminou o Campeonato Brasileiro na 7ª colocação. Essa foi a melhor campanha de um clube paraense no certame nacional.[23]
  • Em 1965, o Clube do Remo convidou o Santos de Pelé para uma partida amistosa no Estádio Evandro Almeida. O Rei entrou em campo com a camisa do Clube do Remo e um buquê de rosas para delírio da torcida azulina. O resultado do jogo foi um sonoro 9 a 4 para o Santos com 5 gols do Rei.[24]
  • Em 2005, na Série C, foi o clube com a melhor média de torcedores das três séries do Campeonato Brasileiro de Futebol, com 30.869 torcedores por jogo, superando grandes torcidas do Sul-sudeste como Corinthians e Flamengo.
  • Em 1968 o Leão teve o privilégio de enfrentar o Benfica (Portugal) no Baenão. A equipe era uma das maiores expressões do futebol europeu e cujo time servia de base para a seleção de Portugal, que em 1966 terminou em terceiro lugar na Copa do Mundo disputada na Inglaterra. O placar foi 1 x 1, o leão marcou com Amoroso e o Benfica com Torres.[25]
  • A melhor campanha de um clube paraense na Copa do Brasil aconteceu em 1991, quando o Remo chegou à fase semifinal, tendo passado pelo Rio Branco (Acre), Vasco (Rio de Janeiro) e Vitória (Bahia), sendo eliminado pelo Criciúma (Santa Catarina), que viria a ser o campeão daquele ano.[26]
  • Recorde histórico de 33 partidas sem perder para o seu maior rival, o Paysandu Sport Club, durante os anos de 1993 a 1997 totalizando uma campanha de 21 vitórias e 12 empates com 49 gols a favor e 20 contra.Predefinição:Carece fonte
  • Único clube do Norte que disputou Torneio Internacional na Europa (em 1995, Torneio de Toulon - Remo vice-campeão invicto).[27]

[editar] Pioneirismo

O Remo foi o primeiro clube paraense a:

[editar] Partidas históricas

Remo 0 x 0 Guarany (PA). 21 de julho de 1913. Campo da Praça Floriano Peixoto (Belém, Pará).

Primeira partida da história do Clube do Remo.

Remo 4 x 1 Guarany (PA). 13 de maio de 1913. Campo da Praça Floriano Peixoto (Belém, Pará).

Primeira vitória do Clube do Remo. O atacante Rubilar entrou para a história do clube como o jogador que marcou o primeiro gol da história do Leão.

Remo 3 x 1 Panther Clube. 2 de setembro de 1917. Estádio Evandro Almeida (Belém), Pará).

Primeiro jogo do Clube do Remo no seu estádio (inagurado em 15 de agosto de 1917), válido pelo Campeonato Paraense de Futebol.

Remo 4 x 9 Santos (SP). 29 de abril de 1965. Estádio Evandro Almeida (Belém, Pará).

Apesar do placar elástico, o resultado não afetou a torcida azulina. Afinal, o "Rei" Pelé fazia parte do elenco santista, e entrou em campo tranjando o uniforme do Clube do Remo para delírio dos torcedores. Esta noite foi especial, pois ficou gravada na memória dos remistas como a noite que o Rei do futebol vestiu a gloriosa camisa do Clube do Remo.

Remo 1 x 1 Benfica (POR). 8 de agosto de 1968. Estádio Evandro Almeida (Belém, Pará).

Empate histórico contra a poderosa equipe do Benfica, base da Seleção Portuguesa e que tinha no seu elenco o craque Eusébio, maior jogador português de todos os tempos.

Vitória 0 x 0 Remo. 9 de novembro de 1972. Estádio Fonte Nova (Salvador, Bahia).

Primeira partida de um clube do Pará no Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão.

Remo 1 x 0 Internacional. 4 de maio de 1974. Estádio Evandro Almeida (Belém, Pará).

Vitória em cima do Inter de Figueroa pelo Brasileirão.

Remo 2 x 1 Fluminense. 21 de novembro de 1975. Estádio Evandro Almeida (Belém, Pará).

Jogo válido pela fase preliminar do Campeonato Brasileiro. Vitória em cima do Fluminense que tinha como principal jogador, o craque Rivelino.

Flamengo 1 x 2 Remo. 25 de outubro de 1975. Maracanã (Rio de Janeiro, RJ).

O Leão vinha desacreditado pela péssima campenha na 2º fase do Campeonato Brasileiro (6 jogos, com 5 derrotas e 1 empate). A impressa carioca já dava como certa a vitória rubro-negra. Mas com gols de Alcino e Mesquita, o Leão derrotou o Flamengo de Zico e Júnior e tornou-se o primeiro clube paraense a ganhar no Maracanã.

Remo 5 x 2 Paysandu. 7 de setembro de 1976. Estádio Evandro Almeida (Belém, Pará).

Nesse dia, o Baenão recebeu o maior público de sua história. 33.487 pessoas compareceram ao estádio para ver a goleada azulina sobre o rival, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro de Futebol.

Remo 4 x 0 Cruzeiro. 13 de novembro de 1977. Estádio Evandro Almeida (Belém, Pará).

Vitória esmagadora sobre o Cruzeiro. Jogo válido pelo Campeonato Brasileiro.

Remo 3 x 0 Palmeiras. 29 de janeiro de 1978. Estádio Evandro Almeida (Belém, Pará).

Pelo Campeonato Brasileiro de Futebol de 1977, o Leão Azul Paraense goleou o Palmeiras de Emerson Leão.

Vasco 1 x 1 Remo. 21 de março de 1991. Estádio de São Januário (Rio de Janeiro, RJ).

Com o empate, o Leão Azul eliminou o Vasco da Gama da Copa do Brasil, já que a partida de ida acabou em empate pelo placar de 0x0. Esse foi o jogo mais marcante, da brilhante campanha azulina na competição.

Criciúma 2 x 0 Remo. 12 de maio de 1991. Estádio Heriberto Hülse (Criciúma, Santa Catarina)

Derrota pelos jogos de volta das semifinais da Copa do Brasil de Futebol de 1991 (primeiro jogo: Remo 0 x 1 Criciúma, em Belém). Depois de ter eliminado Rio Branco, Vasco e Vitória, o Leão não passou da equipe catarinense e se depediu da competição após fazer uma belissíma campanha no torneio. Nenhum clube do Pará conseguiu chegar tão longe.

Cruzeiro 1 x 5 Remo. 13 de novembro de 1994. Estádio Mineirão (Belo Horizonte, Minas Gerais).

Mais uma grande vitória contra a equipe celeste, dessa vez pelo Campeonato Brasileiro de Futebol de 1994, em pleno Mineirão.

Remo 3 x 1 Paysandu. 7 de maio de 1997. Estádio Mangueirão (Belém, Pará).

Esse foi o último jogo do inesquecível tabu que o Remo ficou 33 jogos sem perder para o maior rival. Foram mais de 4 anos sem o Leão saber o que era uma derrota em clássicos.

Remo 4 x 1 Tocantinopólis (TO). 18 de novembro de 2005. Estádio Mangueirão (Belém, Pará).

Jogo de volta do 1º mata-mata da Série C de 2005. No primeiro jogo o Leão foi derrotado por 2 a 0 e precisava de uma vitória por 3 ou mais gol de diferença, no jogo de volta, se quisesse continuar na competição. O primeiro tempo terminou com o placar de 2 a 0 para o Clube do Remo. No segundo, o jogo estava 3 a 1 para os azulinos até aos 40 minutos, quando o atacante Osny marcou 4 a 1 após cobrança de penalti sofrida pelo seu companheiro de ataque, Landu. Este jogo foi considerado pelo Fenômeno Azul como o mais emocionante do Campeonato.

Novo Hamburgo 1 x 2 Remo. 20 de novembro de 2005. Estádio Santa Rosa (Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul).

Com gols de Capitão aos 3 minutos do 2º tempo e Maurilío aos 29. O Filho da Glória e do Triunfo sagrou-se Campeão Brasileiro da Série C de 2005. Este foi o título mais importante da história do Clube do Remo.

[editar] Ídolos

Ao longo dos 107 anos do Remo, alguns jogadores, pela própria condição de craques e/ou por sua empatia com a apaixonada torcida azulina, foram por esta eternizados como ídolos.

O Clube do Remo coleciona um vasto elenco de ídolos, aos quais a torcida azulina reverencia ou porque foi testemunha das qualidades que justificam o reconhecimento, ou porque a memória histórica justifica a homenagem.

Goleiros
Laterais
Zagueiros
Volantes
Meias
Atacantes

[editar] Maiores artilheiros

Maiores Artilheiros
Pos. Atleta Gols
Dadinho 163 Gol marcado
Alcino 158 Gol marcado
Quiba 154 Gol marcado
Mesquita 132 Gol marcado
Bira 115 Gol marcado


[editar] Grandes treinadores

[editar] Outros esportes

[editar] Olympic pictogram Volleyball.png Vôlei

Ao mesmo tempo em que mantém sua tradição vencedora, o Remo trabalha para resgatar as modalidades que já tiveram dias melhores no clube. Depois de um hiato de cinco anos, seu vôlei feminino adulto voltou às quadras em 2005, o que é mais importante, desperta animadoras expectativas de repetir os resultados obtidos nas décadas de 1980 e 1990, quando estabeleceu uma hegemonia, nunca igualada, de 12 títulos estaduais consecutivos. Em 2010 a Seleção Paraense de Vôlei terminou em 3º lugar no Campeonato Brasileiro de Seleções Juvenil Feminino – 1º Divisão, detalhe: das 10 atletas que faziam parte da delegação, 8 são do Clube do Remo. Já no Voleibol masculino destaca-se o Heptacampeonato na categoria Adulta conquistado nos anos de 1954 a 1961.

[editar] Olympic pictogram Basketball.png Basquete

No idos de 1959 despontou uma das melhores equipes azulinas em todos os tempos. Craques iniciados nas divisões de base ascenderam ao primeiro time: Sérgio Paiva, Manolo, Carvalinho, Raulien, Edyr e Euclides Góes, Baziho, e Bené Cearense, foram mesclados à experiência de Horta, Maurício de Paula, Guilherme, Maia e Câmara e chegaram ao título inédito no Basquetebol paraense: HEPTACAMPEÃO! – 1959 / 1965.

Somente na última conquista (1965) o técnico mudou: Roberto Bastos substituiu Farias Junior.

Em 2002, o Clube do Remo se sagrou campeão da Copa Brasil Norte de Basquete, torneio que teve chancela da Confederação Brasileira de Basketball (CBB). A final da competição foi disputada em Macapá (AP) contra a equipe da Sociedade Esportiva e Recreativa São José, uma das maiores forças da região no esporte. A equipe amapaense ganhava o jogo 68 a 67, até que o jogador azulino Luis Pinho acertou uma cesta de 3 pontos, em uma bola arremessada do meio quadra, quando faltava 4 segundos para o fim da partida. A cesta garantiu a vitória e o título, o que o credenciou a participar da Supercopa dos Campeões, ficando injustamente em quinto lugar – poderia ser em terceiro caso tivesse passado pelo desconhecido Univila, do Espírito Santo.

Além disso, em 1980, o Leão conquistou um torneio interestadual que contava ainda com as participações da grande equipe do Pinheiros-SP, Jary de Monte Dourado, Paysandu e Tuna Luso.

[editar] Swimming pictogram.svg Natação

A natação do Clube do Remo despontou para o cenário esportivo no ano de 1969 quando 6 atletas foram convocados para disputar pela Seleção Brasileira o IV Jogos Desportivos Luso Brasileiro que viria ser realizado em Belém foram eles: Domingos Ferreira, Érika Maria Figueiredo, Maria das Mercês Nery, Carlos Duarte Reimão, Lourival Videira de Souza e Ocimar de Mesquita (in memoriam).

Domingos Ferreira dos Santos, foi o primeiro nadador azulino a conquistar um título nacional pelo esporte aquático na cidade de Pelotas (RS), em 1969, ao vencer as provas de 100 e 400m nado livre. Ferreira também conquistou o 2º lugar nos 100m nado borboleta e no revezamento 4x100. Atualmente é treinador de natação do clube.

De lá para cá o clube passou a figurar entre os primeiros lugares em importantes competições, o que deu ao Remo o Slogan de "Natação Campeã". Mesmo com o passar do tempo, o alto nível da natação se manteve graças ao trabalho de base com as categorias mirim e petiz, que no estado são quase que imbatíveis.

Títulos e convocações vieram como forma de reconhecimento. Na galeria dos grandes nadadores azulinos se destacam 26 campeões brasileiros e 9 campeões sul-americanos.

A natação azulina é coordenada pelo Denat (Departamento de Natação) inaugurado em 9 de agosto de 1992. Em 15 de agosto de 2010, o ambiente foi adaptado com galeria de troféus, secretária, gerência, coordenação técnica, sala de reunião e espaço médico. O Denat é responsável pela construção da Praça Periçá, inaugurada em 15 de agosto de 2009, em homenagem ao grande nadador azulino, falecido sete dias depois de ter participado de uma prova de mergulho na baía do Guajará, realizada em 16 de maio de 1921.

[editar] Rowing pictogram.svg Remo

O remo sempre foi tradição no clube, não é a toa que a fundação foi graças ao esporte, que em 1905 era a paixão dos brasileiros. A conquista mais importante da regata azulina veio no ano de 1934. Com o título do troféu Lauro Sodré, (campeonato paraense), o Remo conseguiu a posse definitiva do valioso troféu que hoje ocupa lugar de destaque na galeria da sede social.

Troféu Lauro Sodré

O troféu mais valioso da história do setor náutico azulino é o Lauro Sodré, conquistado no ano de 1934. Entre 1917 e 1934, o troféu era dado ao campeão da prova “Yole com Quatro”, sem que algum clube tomasse a sua posse definitiva, fato que só ocorreria quando alguma equipe ganhasse a prova por três vezes seguidas. Até então o Remo já havia sido vencedor em nove oportunidades (1917, 1918, 1921, 1923, 1926 e 1929). Foi quando o famoso “Leão Marinho” se saiu vitorioso nas regatas da prova realizadas nos anos de 1931, 1933 e 1934 (em 1932 não houve disputa), sempre a bordo do barco “Tuchaua”, e tomou a posse definitiva do valioso troféu, que ocupa lugar de destaque na sede social. O troféu simboliza um gladiador defendendo uma mulher e uma criança, pesa 45 quilos, têm 60 centímetros de altura e 25 de largura. A estatueta foi construída na França por Jaeger.

Na primeira base do trófeu em frente e no meio, há uma placa de prata em que se lê a seguinte inscrição: 1917 - Campeonato Oficial de Remo do Estado do Pará. Em seguida surgem medalhas de ouro e prata, que representam os vencedores a cada temporada.

Logo após vem as placas, as duas primeiras de prata e a terceira de ouro, na base do troféu que expressam, pela ordem, as vitórias azuis: 6 de julho de 1931, guarnição Arcino da Ponte Souza, Saturnino Barrozo Porto, Manoel Silva Nunes de Araújo e Taumaturgo Maués; 17 de setembro de 1933, guarnição Arcino da Ponte Souza, Saturnino Barrozo Porto, Manoel Silva Nunes de Araújo e Taumaturgo Maués; 29 de julho de 1934, guarnição Arcino da Ponte Souza, Saturnino Barrozo Porto, Manoel Silva Nunes de Araújo, Arthur Antunes Salgado e Taumaturgo Maués.

O Leão Marinho

Se no futebol, em 2004, o Leão Azul conseguiu a façanha extraordinária de ganhar o campeonato paraense com 100% de aproveitamento, conquista inédita desde o advento do profissionalismo no nosso futebol (a partir de 1945), no mar um feito semelhante foi concretizado pelos remadores remistas na baía do Guajará. No ano de 1972, nos dez primeiros páreos disputados na primeira regata do ano, as guarnições azulinas venceram todas.A regata foi disputada nas categorias de:Yole a 4 remos, estreantes;single-skiff estreantes; outt-riggers a 4 remos com patrão, principiantes; out-riggers a 2 remos com patrão, novíssimo; single-skiff, principiantes; Yole a 4 remos, out-rigerrs a 4 remos com patrão, novíssimo; yole a 4 remos, estreantes, Double-skiff,principiantes e out-rigerrs a 8 remos. O Clube do Remo somou 120 pontos no total da regata. Participaram da competição outras três maiores forças do esporte da canoagem no estado, Recreativa Bancrévia, Tuna Luso Brasileira e Paysandu Sport Club.

[editar] Olympic pictogram Football.png Futsal

No futebol de salão, hoje conhecido como futsal, o título estadual adulto de 1986 marcou a reorganização da modalidade no Remo e serviu de estímulo para o clube investir nas divisões de base. Em 2004, a equipe azulina Sub-20 terminou em 2º lugar na Taça Brasil de Clubes realizada em Fortaleza (Ceará), após perder para a equipe da Ulbra (Rio Grande do Sul). No mesmo embalo a equipe da categoria Sub-17 conquistou o Bronze em Belo Horizonte, no ano 2005, após ganhar por 7 x 4 da equipe do Minas Tênis Clube (Minas Gerais). O futsal azulino também foi responsável pela revelação do craque Giovanni que fazia parte da equipe mirim remista de 1984.

[editar] Rankings

[editar] Ranking da CBF

  • Posição: 27º
  • Pontuação: 855 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

[editar] Ranking Placar

  • Posição: 17º
  • Pontuação: 91 pontos

O Ranking Placar é uma classificação feita pela Revista Placar sobre as competições conquistadas pelos clubes de futebol do Brasil.

[editar] Publicações sobre o Clube do Remo

[editar] Livros

  • CRUZ, Ernesto. A História do Clube do Remo. 1969.
  • LEAL, Expedito. Clube do Remo - 100 Anos de Emoção/Memorial. 2005.
  • COSTA, Ferreira da. Leão Azul Centenário. 2006.
  • DAVINO, Roberval e SALDANHA, Vinícius. O Rugido do Leão. 2006.

[editar] Videos

  • Campeão Brasileiro de 2005 (ATAR).
  • Tabú 33 jogos (ATAR).

Referências

  1. CBF
  2. Ranking Nacional dos Clubes 2010
  3. a b c d e f g História.
  4. Futbol de Venezuela_Equipos extranjeros_Diario El Nacional.
  5. a b Remo: Nervos, lágrimas e alegria. Jornal A Província do Pará, 10 de set. 1971. Segundo caderno, p. 8
  6. LEAL, Expedito. Leão Centenário. Pará: Meta Editorial & Propaganda, 2005. p. 17
  7. O que representam as estrelas nos escudos do grandes clubes do futebol brasileiro.
  8. COSTA, Ferreira da. Leão Azul Centenário, 2006. Páginas 21 e 22
  9. Conselheiros do Remo com o jornal do "Mais Querido".
  10. Site Oficial do Clube do Remo - Títulos.
  11. Diretoria.
  12. Presidentes.
  13. LEAL, Expedito. Clube do Remo 100 anos de emoção/Memorial, 2005, Página 52.
  14. COSTA, Ferreira da. Leão Azul Centenário, 2006, Página 10.
  15. COSTA, Ferreira da. Leão Azul Centenário, 2006, Página 11.
  16. www.remonat.com.
  17. www.remostore.com.br.
  18. Estatísticas do Campeonato Brasileiro Série C de 2005.
  19. Pesquisa IBOPE (em português).
  20. Mapa do futebol em Belém.
  21. 4º Pesquisa Lance-IBOPE, por faixa etária.
  22. Nação Azul - Sócio-torcedor.
  23. Brasileiro de 1993.
  24. Nota oficial do Clube do Remo antes da partida contra o Santos.
  25. Imagem Eusébio e Amoroso.
  26. Copa do Brasil de 1991.
  27. Matéria do Nação Azul sobre o Torneio Internacional de Toulon.
  28. COSTA, Ferreira da. Leão Azul Centenário, 2006, Página 20
  29. Brasileirão de 1972.
  30. O dia em que o Leão calou o Maracanã.
  31. Ficha técnica Flamengo 1 x 2 Remo em 1975.

[editar] Ligações externas

Ferramentas pessoais
Espaços nominais

Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas