Luiz Gonzaga

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Luiz Gonzaga
Busto na entrada do Museu Luiz Gonzaga, em Caruaru
Informação geral
Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento
Também conhecido(a) como Rei do Baião
Majestade do Baião
Embaixador Sonoro do Sertão
Velho Lua
Bico de Aço
Lula
Pernambuco
Gonzagão
Rei Luiz
Nascimento 13 de dezembro de 1912
Local de nascimento Exu, PE
 Brasil
Data de morte 2 de agosto de 1989 (76 anos)
Local de morte Recife, PE
 Brasil
Gênero(s) Baião, forró, quadrilha, xaxado, arrasta pé e xamego
Instrumento(s) Acordeão, zabumba e triângulo
Modelos de instrumentos 120 Baixos[1]
Período em atividade 1940-1989 (49 anos)
Outras ocupações Foi soldado do Exército por 10 anos. Era corneteiro.[1]
Gravadora(s) RCA, EMI-Odeon, Discos Copacabana
Afiliação(ões) Gonzaguinha, Bob Nelson, Genésio Arruda, Marinês, Abdias dos Oito Baixos, Fagner, Dominguinhos e Elba Ramalho
Página oficial http://www.gonzagao.com.br

Luiz Gonzaga do Nascimento, conhecido como o Rei do Baião, (Exu, 13 de dezembro de 1912Recife, 2 de agosto de 1989) foi um importante compositor e cantor popular brasileiro.[2] Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o Sertão Nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o baião, o xote e o xaxado.

Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias,[3] ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Início de vida[editar | editar código-fonte]

Luiz Gonzaga do Nascimento, nasceu numa sexta-feira no dia 13 de dezembro de 1912, numa casa de barro batido na Fazenda Caiçara, povoado do Araripe, a 12 km de Exu (extremo oeste do terreiro de Pernambuco, a 610 km do Recife, a 69 km de Crato (Ceará) e a 80 km de Juazeiro do Norte, Ceará), segundo filho de Ana Batista de Jesus (‘Mãe Santana’) e oitavo de Januário José dos Santos. O padre José Fernandes de Medeiros o batizou na matriz de Exu em 5 de janeiro de 1920[4] [5] .

Deveria ter o mesmo nome do pai, mas na madrugada em que nasceu, seu pai foi para o terreiro da casa, viu uma estrela cadente e mudou de ideia. Era o dia de Santa Luzia e também mês do Natal, o que explica a adoção do sobrenome "Nascimento"[5] .

O lugar natal é no sopé da Serra do Araripe, e inspiraria uma de suas primeiras composições, "Pé de Serra". Seu pai trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão; também consertava o instrumento. Foi com ele que Luiz aprendeu a tocá-lo. Não era adolescente ainda quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sudeste do Brasil.[3] O gênero musical que o consagrou foi o baião.[2] A canção emblemática de sua carreira foi Asa Branca, composta em 1947 em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.

Antes dos dezoito anos Luiz teve sua primeira paixão: Nazarena, uma moça da região. Foi rejeitado pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, que não o queria para genro e ameaçou-o de morte. Mesmo assim Luiz e Nazaré namoraram algum tempo escondidos e planejavam o futuro. Januário e Santana lhe deram uma surra ao descobrirem que ele se envolveu com a moça. Revoltado por não poder casar-se com a moça, e por não querer morrer nas mãos do pai dela, Luiz Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército no Crato (Ceará). Durante nove anos viajou por vários estados brasileiros, como soldado, sem dar notícias à família. Não teve mais nenhuma namorada.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Antes de ser o rei do Baião, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. A partir daí começou a se interessar pela área musical.

Em 1939, deu baixa do exército na cidade do Rio de Janeiro: Estava decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar nas áreas de prostituição da cidade. No início da carreira, apenas solava acordeão em choros, sambas, foxtrotes e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata. Até que, em 1941, no programa de Ary Barroso, foi aplaudido executando Vira e Mexe, com sabor regional, de sua autoria.[6] O sucesso lhe valeu um contrato com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Vira e mexe foi a primeira música que gravou em disco.

Veio depois sua primeira contratação, pela Rádio Nacional. Lá conheceu o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava os trajes típicos da sua região. Daí surgiu a ideia de apresentar-se vestido de vaqueiro, figurino que o consagrou como artista.

Em 11 de abril de 1945, gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.

Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odaléia ‘Léia’ Guedes dos Santos deu à luz um menino, no Rio. Luiz Gonzaga mantinha um caso havia meses com a moça, iniciado quando já estava grávida. Sabendo que sua amante seria mãe solteira, assumiu a paternidade da criança, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior.

Odaléia, que além de cantora de coro era sambista, foi expulsa de casa por ter engravidado do namorado, que não assumiu a criança. Foi parar nas ruas, até ser ajudada, descobrindo-se seu talento para cantar e dançar, passando a se apresentar em casas de samba no Rio, quando conheceu Luiz.[2] A relação com Luiz era conflituosa e, após o nascimento do menino, piorou, com muitos ciúmes. Separaram‐se com menos de 2 anos de convivência. Léia criou o filho, e Luiz os visitava.

Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu (Pernambuco), e reencontroou seus pais, Januário e Santana, que havia anos não sabiam nada sobre o filho e sofreram muito esse tempo todo. O reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, em parceria com Humberto Teixeira.

Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que se tornara sua secretária particular, e por quem se apaixonou. O casal permaneceu até o fim da vida de Luiz. Não tiveram filhos biológicos, por Helena não poder engravidar, mas adotaram uma menina, a quem batizaram de Rosa.[7]

Nesse mesmo ano Léia morreu de tuberculose, para desespero de Luiz. O filho deles, apelidado de Gonzaguinha, ficou órfão com 2 anos e meio. Luiz queria levar o menino para morar com ele e Helena, e pediu para a mulher criá-lo como se fosse dela, mas Helena não aceitou, juntamente com sua mãe, Marieta, que achava aquilo um absurdo, já que nem filho verdadeiro de Luiz era. Luiz não viu saída: entregou o filho para os padrinhos da criança, Leopoldina e Henrique Xavier Pinheiro, criarem-no no Morro do São Carlos. Luiz sempre visitava a criança e a sustentava financeiramente. Xavier o considerava filho de verdade e lhe ensinava viola, e o menino teve em Dina uma mãe.[7]

Vida e família[editar | editar código-fonte]

Luiz não se dava bem com o filho, apelidado de Gonzaguinha. Passou a não ver mais o filho em sua infância, e sempre que o via brigavam. Achava que ele não teria um bom futuro, imaginando que se tornaria um malandro ao crescer, já que o menino tinha amizades ruins no morro, vivendo com malandros tocando viola pelos becos da favela. Dina tentava unir pai e filho, mas Helena não gostava da proximidade deles, e passou a espalhar para todos que Luiz era estéril e não era o pai de Luisinho[2] . Luiz sempre desmentia, já que não queria que ninguém soubesse que o menino era seu filho somente no registro civil. Amava o menino de fato, independente de não ser seu filho de sangue.[7]

Na adolescência, o jovem se tornou rebelde: não aceitava ir morar com o pai, já que amava os padrinhos e odiava ser órfão de mãe, e dizia sempre que Luiz não era seu pai biológico, o que o entristecia. Helena detestava o menino e vivia implicando com ele, humilhando-o, e por isso Gonzaguinha também não gostava da madastra, o que os afastou e causou mais brigas entre pai e filho, já que Luiz dava razão à esposa. Não vendo medidas, internou o jovem em um colégio interno, para desespero de Dina e Xavier.[3] Gonzaguinha contraiu tuberculose aos 14 anos e quase morreu. Aos 16, Luiz pegou-o para criar e o levou a força para a Ilha do Governador, onde morava, mas por ser muito autoritário e a esposa destratar o garoto, o que gerava brigas entre Luiz e Helena, Gonzaga mandou o filho de volta ao internato.

Ao crescer, a relação ficou mais tumultuada, pois o filho se tornou um malandro, viciado em bebidas alcoólicas. Gonzaguinha resolveu se tratar e concluiu a universidade, tornando‐se músico como o pai. Pai e filho ficaram mais unidos quando, em 1979, viajaram o Brasil juntos, compondo juntos. Tornaram‐se, enfim, amigos.

Era maçom e compôs "Acácia Amarela" com Orlando Silveira. Foi iniciado na Loja Paranapuan, Ilha do Governador, em 3 de abril de 1971.[8]

Últimos anos, morte e legado[editar | editar código-fonte]

Estátua de bronze que, com a de Jackson do Pandeiro, fica de frente ao Açude Velho, Campina Grande, PB, Brasil).

Luiz Gonzaga sofreu de osteoporose por anos. Morreu vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana.[3] Foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha persona non grata em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal.[7]

Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga é uma homenagem ao cantor.[9]

Em 2012, foi tema do carnaval da GRES Unidos da Tijuca, com o enredo "O Dia em Que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão", fazendo com que a escola ganhasse o carnaval carioca deste respectivo ano.[10]

Ana Krepp da Revista da Cultura escreveu: "O rei do baião pode ser também considerado o primeiro rei do pop no Brasil. Pop, aqui, empregado em seu sentido original: o de popular. De 1946 a 1955, foi o artista que mais vendeu discos no Brasil, somando quase 200 gravados e mais de 30 milhões de cópias vendidas. 'Comparo Gonzagão a Michael Jackson. Ele desenhava as próprias roupas e inventava os passos que fazia no palco com os músicos', ilustra [o cineasta] Breno [Silveira, diretor de Gonzaga — De pai para filho]. Foi o cantor e músico também o primeiro a fazer uma turnê pelo Brasil. Antes dele, os artistas não saíam do eixo Rio-SP. Gonzagão gostava mesmo era do showbizz: viajar, fazer shows e tocar para plateias do interior."[11]

Em 2012, o filme de Breno Silveira Gonzaga, De Pai Pra Filho, narrando a relação conturbada de Luiz com o filho Gonzaguinha, em três semanas de exibição já alcançara a marca de 1 milhão de espectadores.[12]

Homenagem filatélica[editar | editar código-fonte]

Em 13 de dezembro de 2012 o Correio Brasileiro, seguindo uma tradição filatélica, emitiu um selo postal em homenagem ao centenário de nascimento de Luiz Gonzaga.[13]

Sucessos[editar | editar código-fonte]

  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1950), A dança da moda 
  • Almeida, Onildo (1957), A feira de Caruaru 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1953), A letra I 
  •    ; Barbalho, Nelson (1963), A morte do vaqueiro 
  • do Assaré, Patativa (1964), A triste partida 
  • Cordovil, Hervé; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1953), A vida do viajante 
  • Dantas, José ‘Zé’ (1952), Acauã 
  •     (1962), Adeus, Iracema 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1953), Á-bê-cê do sertão .
  • Cordovil, Hervé; Araújo, Manuel ‘Manezinho’ (1952), Adeus, Pernambuco 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1953), Algodão 
  • Beduíno; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1951), Amanhã eu vou 
  • Amor da minha vida, 1960 
  • Teixeira, Humberto; Gonzaga, Luiz (1947), Asa Branca 
  •    ; Gonzaga, Luiz (1950), Assum-preto 
  • Ricardo, Júlio; de Oliveira (1964), Ave-maria sertaneja 
  • Teixeira, Humberto; Gonzaga, Luiz (1946), Baião 
  • Nasser, Davi; de Morais, Guio (1951), Baião da Penha 
  • Araújo, Manuel ‘Manezinho’; Renato, José ‘Zé’ (1952), Beata Mocinha 
  • Gonzaga júnior, Luiz ‘Gonzaguinha’; Gonzaga, Luiz (1965), Boi bumbá 
  • Cavalcanti, Armando; Caldas, Clécius (1950), Boiadeiro 
  • Cacimba Nova, 1964 
  • Portela, Jeová; Gonzaga, Luiz (1946), Calango da lacraia 
  • Roxo, Amorim; Gonzaga, José ‘Zé’ (1998), "O Cheiro de Carolina", Sua Sanfona e Sua Simpatia 
  • Chofer de praça, 1950 
  • Cavalcanti, Armando; Caldas, Clécius (1951), Cigarro de paia 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1950), Cintura fina 
  • Portela, Jeová; do Nascimento, Luiz Gonzaga; Lima, Miguel (1945), Cortando pano 
  • Silva, João; Oseinha (1987), De Fiá Pavi 
  • Barroso, Carlos; Teixeira, Humberto (1950), Dezessete légua e meia 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1954), Feira de gado 
  • do Nascimento, Alcebíades (1948), Firim, firim, firim 
  • Marcolino, José; do Nascimento, Luiz ‘Lua’ Gonzaga (1965), Fogo sem fuzil 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga (1964), Fole gemedor 
  •    ; Dantas, José ‘Zé’ (1950), Forró de Mané Vito 
  • Dantas, José ‘Zé’ (1962), Forró de Zé Antão 
  • Ramos, Severino, Forró de Zé do Baile 
  • de Castro, Jorge; Ramos, José ‘Zé’ (1955), Forró de Zé Tatu 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga (1957), Forró no escuro 
  •     (1944), Fuga da África 
  • Queiroga, Luiz; Almeida, Onildo (1967), Hora do adeus 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1952), Imbalança 
  • Gonçalves, Alcides; Rodrigues, Lupicínio (1952), Jardim da saudade 
  • Rodrigues, Lupicínio (1952), Juca 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1954), Lascando o cano 
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1949), Légua tirana 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga ‘Gonzaguinha’ júnior (1964), Lembrança de primavera 
  • Granjeiro, Raimundo (1963), Liforme instravagante 
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1949), Lorota boa 
  • Torres, Raul (1948), Moda da mula preta 
  • de Araújo, Sílvio Moacir; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1953), Moreninha tentação 
  • de Morais, Guio (1950), No Ceará não tem disso, não 
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1947), No meu pé de serra 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1954), Noites brasileiras 
  • Marcolino, José; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1964), Numa sala de reboco 
  • Guimarães, Luiz (1965), O maior tocador 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1953), O xote das meninas 
  • Cavalcante, Rosil (1962), Ô véio macho 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; padre Gothardo (1981), Obrigado, João Paulo 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Valença, Nelson (1973), O fole roncou 
  • Barros, Antônio (1967), Óia eu aqui de novo 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Peter Pan (1951), Olha pro céu 
  • Soares, Elias (1967), Ou casa, ou morre 
  • Lima, Miguel; Paraguaçu (1946), Ovo azul 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Granjeiro, Raimundo (1955), Padroeira do Brasil 
  • Valente, Assis; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1946), Pão-duro 
  • Marcolino, José; do BNascimento, Luiz Gonzaga (1962), Pássaro carão 
  • de Morais, Guio; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1952), Pau-de-arara 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1955), Paulo Afonso 
  •     (1942), Pé de serra 
  •    ; Lima, Miguel (1945), Penerô xerém 
  •    ; Lima, Miguel (1946), Perpétua 
  • de Araújo, Sílvio Moacir (1952), Piauí 
  • Albuquerque; Silva, João (1965), Piriri 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Simon, Vítor (1950), Quase maluco 
  •    ; Lima, Miguel (1947), Quer ir mais eu? 
  • Quero chá, 1965 
  • Padre sertanejo, 1964 
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1950), Respeita Januário 
  • Ramalho, Luiz; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1974), Retrato de Um Forró 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1955), Riacho do Navio .
  •    ; Dantas, José ‘Zé’ (1951), Sabiá 
  •    ; Guimarães, Luiz (1964), Sanfona do povo 
  • Almeida, Onildo (1962), Sanfoneiro Zé Tatu 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1952), São-joão na roça 
  •    ; Dantas, José ‘Zé’ (1956), Siri jogando bola 
  • Asfora, Raimundo; Cavalcante, Rosil, Tropeiros da Borborema 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1950), Vem, morena 
  •     (1941), Vira-e-mexe 
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1950), Xanduzinha 
  • Clementino, José (1967), Xote dos cabeludos 

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • 1956 — Aboios e Vaquejadas
  • 1957 — O Reino do Baião
  • 1958 — Xamego
  • 1961 — Luiz "LUA" Gonzaga
  • 1962 — Ô Véio Macho
  • 1962 — São João na Roça
  • 1963 — Pisa no Pilão (Festa do Milho)
  • 1964 — A Triste Partida
  • 1964 — Sanfona do Povo
  • 1965 — Quadrilhas e Marchinhas Juninas
  • 1967 — O Sanfoneiro do Povo de Deus
  • 1967 — Óia Eu Aqui de Novo
  • 1968 — Canaã
  • 1968 — São João do Araripe
  • 1970 — Sertão 70
  • 1971 — O Canto Jovem de Luiz Gonzaga
  • 1971 — São João Quente
  • 1972 — Aquilo Bom!
  • 1972 — Volta pra Curtir (Ao Vivo)
  • 1973 — A Nova Jerusalém
  • 1973 — Sangue de Nordestino
  • 1973 — Luiz Gonzaga
  • 1974 — Daquele Jeito...
  • 1974 — O Fole Roncou
  • 1976 — Capim Novo
  • 1977 — Chá Cutuba
  • 1978 — Dengo Maior
  • 1979 — Eu e Meu Pai
  • 1979 — Quadrilhas e Marchinhas Juninas, vol. 2 — Vire Que Tem Forró
  • 1980 — O Homem da Terra
  • 1981 — A Festa
  • 1981 — A Vida do Viajante — Gonzagão e Gonzaguinha
  • 1982 — Eterno Cantador
  • 1983 — 70 Anos de Sanfona e Simpatia
  • 1984 — Danado de Bom
  • 1984 — Luiz Gonzaga & Fagner
  • 1985 — Sanfoneiro Macho
  • 1986 — Forró de Cabo a Rabo
  • 1987 — De Fiá Pavi
  • 1988 — Aí Tem
  • 1988 — Gonzagão & Fagner 2 — ABC do Sertão
  • 1989 — Vou Te Matar de Cheiro
  • 1989 — Aquarela Nordestina
  • 1989 — Forrobodó Cigano
  • 1989 — Luiz Gonzaga e sua Sanfona, vol. 2

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Dominique. Vida do Viajante: A saga de Luiz Gonzaga. 2 ed. São Paulo: 34, 1997. ISBN 85‐73‐26034‐3
  • Ângelo, Assis. Eu Vou Contar pra Vocês. São Paulo: Ícone, 1990. ISBN 85‐27‐40131‐2
  • Luiz Gonzaga: Vozes do Brasil. São Paulo: Martin Claret, 1990. ISBN 85‐72‐32001‐6

Videografia[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

Notas

Referências

  1. a b Ventura, Thiago (2 de agosto de 2009). MPB completa 20 anos sem Luiz Gonzaga Divirta‐se Uai. Visitado em 30 de maio de 2012.
  2. a b c d e Luiz Gonzaga — Biografia R7 Letras.com (17 de fevereiro de 2009). Visitado em 2 de agosto de 2012.
  3. a b c d Luiz Gonzaga Educação UOL. Visitado em 2 de agosto de 2012.
  4. da Mota, José Fábio, "Biografia", Rei do baião, BR, http://www.reidobaiao.com.br/biografia-por-jose-fabio-da-mota .
  5. a b Carvalho, Aparecida ‘Cida’, "Biografia", Rei do baião, BR, http://www.reidobaiao.com.br/biografia-por-cida-carvalho .
  6. Rocha, Tatiana. Luiz Gonzaga MPB net. Visitado em 30 de maio de 2012.
  7. a b c d Echeverria. Gonzaguinha e Gonzagão: Uma história brasileira. [S.l.]: Ediouro, 2006. 379 pp. p. 15. ISBN 85‐00‐02074‐1
  8. Hino maçônico Maçonaria Pael.
  9. Descrição do Aproveitamento de Luíz Gonzaga CHESF. Visitado em 24 de janeiro de 2013.
  10. Unidos da Tijuca é a campeã do Carnaval carioca de 2012 Terra Networks (22 de fevereiro de 2012). Visitado em 24 de janeiro de 2013.
  11. Krepp, Ana. O Rei do Brasil Eleito pelo Povo Revista da cultura.
  12. 'Gonzaga — De Pai Pra Filho' chega a 1 milhão de ingressos Veja Abril.
  13. Centenário do Nascimento de Luiz Gonzaga http://www.correios.com.br/selos/selos_postais/selos_2012/selos2012_21.cfm. correios.Página acessada em 23/04/2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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