Criciúma Esporte Clube

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Criciúma
EscudoCriciumaEC.svg
Nome Criciúma Esporte Clube
Alcunhas O Time de Santa Catarina
Tigre
Tricolor Predestinado
Torcedor/Adepto Tricolor
Carvoeiro
Mascote Tigre
Fundação 13 de maio de 1947 (67 anos)
Estádio Heriberto Hülse
Capacidade 19.300 pessoas[1]
Localização BrasaoCriciuma.svgCriciúma, Santa CatarinaSC, BrasilBrasil
Presidente Brasil Antenor Angeloni
Treinador Brasil Gilmar Dal Pozzo
Patrocinador Brasil Midea[2]
Estados Unidos Philco
Brasil Taschibra
Japão Nissin Talharim
Brasil Carvão Mineral
Material esportivo Brasil Kanxa
Competição Santa Catarina Campeonato Catarinense
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
Santa Catarina 2014
Brasil CB 2014
Brasil A 2014
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2014
3º colocado
1ª Fase
Em andamento
A disputar
Santa Catarina 2013
Brasil CB 2013
Brasil A 2013
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2013
Campeão
3ª Fase
14º colocado
2ª Fase
Santa Catarina 2012
Brasil CB 2012
Brasil B 2012
7º colocado
2ª Fase
Vice-campeão
Ranking nacional Aumento 26º - 5.738 pontos[3]
Website Criciúma Esporte Clube
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Criciúma Esporte Clube (cujo acrônimo é CEC) é um clube brasileiro de futebol sediado na cidade de Criciúma, no estado de Santa Catarina. Fundado em 1947, com o nome de Comerciário Esporte Clube, é a agremiação mais vitoriosa do futebol de Santa Catarina. Atualmente disputa a Série A do Campeonato Brasileiro.

Detentor das maiores glórias do futebol catarinense, o Criciúma foi o primeiro e único clube de Santa Catarina a conquistar o título da Copa do Brasil, em 1991,[4] e do Campeonato Brasileiro da Série B de 2002, além do título do Campeonato Brasileiro da Série C, conquistado em 2006. No campeonato estadual, o Criciúma comemorou o título por 10 vezes. É o único clube catarinense a participar de uma Copa Libertadores da América, alcançando a fase de quartas-de-final.[5]

Seu maior rival é o Joinville, com quem protagoniza o Clássico do Interior (ou Clássico Norte-Sul), uma rivalidade regional que se acirrou a partir da década de 1970.[nota 1]

Suas cores oficiais, presentes no escudo e bandeira do clube, são o amarelo, preto e branco. Manda suas partidas no Estádio Heriberto Hülse, que possui capacidade para 19.300 mil espectadores.[6]

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

O CEC Comerciário Esporte Clube foi fundado em 13 de maio de 1947, na Praça Nereu Ramos, por um grupo de rapazes, na maioria com 18 anos, moradores do centro da cidade de Criciúma. Esta foi a primeira vez que o centro possuía um time de futebol. [7]

No dia 15 de maio, do mesmo ano, aconteceu a primeira partida do recém fundado clube. O adversário foi o já tradicional São Paulo Futebol Clube, da Vila Operária. O jogo aconteceu no estádio do Ouro Preto e a jovem equipe foi derrotada por 4 a 0.

A primeira bola do time foi comprada por 17 contos e 500 réis e o primeiro terno, listrado de azul e branco, adquirido após uma coleta no comércio. No dia 8 de junho, as duas equipes voltaram a se defrontar no mesmo local. O time do São Paulo voltou a aplicar outra goleada, 4 a 1, sendo que o zagueiro, Carlitos, foi o autor do primeiro gol do time do centro.

A primeira vitória só aconteceu na terceira partida, também diante do São Paulo, o Comerciário venceu pelo placar de 3 a 2. A primeira viagem foi para Siderópolis, onde o time enfrentou o Grêmio Esportivo Macedo Soares, onde a equipe de Criciúma Esporte Clube empatou com os donos da casa.

Primeiros títulos[editar | editar código-fonte]

O primeiro título do Comerciário foi conquistado em Siderópolis, em 8 de fevereiro de 1948. O time era considerado a zebra do torneio, por ser o caçula da região. Em 1949 aconteceu a primeira grande vitória do time do centro, a equipe azul e branca derrotou o Atlético Operário em duas oportunidades, por 3 a 1 e 6 a 1, conquistando assim o seu primeiro título da LARM (Liga Atlética da Região Mineira. O esquadrão campeão era formado por: Mário; Colombi, Vante, Muricy e Zoile; Ary, Carlitos e Eraldo; Detefon, Aníbal e Bigode.

Em 49, repetindo a mesma base, tornou-se novamente campeão, derrotando de novo o Atlético Operário. O tricampeonato foi conseguido em 1951. Com uma campanha invejável, o Comerciário venceu 20 partidas das 28 disputadas, empatou 4 e perdeu 4. Em 1955, o clube inaugurava o Estádio Heriberto Hülse. Apesar de ter perdido para o Imbituba Esporte Clube por 1 a 0, na inauguração, a vinda do estádio deu novo ânimo ao time, que em 1957 e 1958 voltaria a ser campeão da LARM.

O primeiro título estadual e a crise financeira[editar | editar código-fonte]

A principal façanha do time do centro foi a conquista do primeiro título estadual, que aconteceu no ano de 1968. Naquele tempo, estava despontando para o futebol nacional o ponteiro direito Valdomiro Vaz Franco, que depois foi um dos grandes ídolos do Sport Club Internacional de Porto Alegre. O título foi ganho em uma partida extra, contra o Caxias de Joinville, no Estádio Adolfo Konder, em Florianópolis. O time campeão era este: Batista; Alemão, Lili, Conti e Toco; Bita, Ivanzinho e Sado; Valdomiro, Chiquinho e Bossinha. O Caxias foi derrotado por 2 a 0 e a vitória ratificou o título dos Comercialinos.

Em 1970, atingido por uma séria crise financeira, o Comerciário Esporte Clube foi obrigado a encerrar as atividades no departamento de futebol profissional, só retornando a disputar o Campeonato Catarinense em 1977.

Nova Era: Surge o Criciúma Esporte Clube[editar | editar código-fonte]

No ano de 1977, o Comerciário resolveu voltar as atividades profissionais. Sob a tutela de Osvaldo Patrício de Souza, o clube queria recriar o passado de glória que o futebol havia vivido na cidade.

Mesmo contando com um bom apoio financeiro, o Comerciário não conseguia reagir naquele primeiro ano de retorno. Em virtude de uma briga com a federação em função de confusões que aconteceram no primeiro jogo do campeonato estadual daquele ano, em que o Comerciário perdeu para o Avaí por 2 a 1, o clube acabou perdendo o mando de campo em dois jogos decisivos que definiram a classificação para a fase final. Assim, o Comerciário acabou perdendo a vaga e foi obrigado a disputar uma deficitária repescagem.

Havia, no entanto, um outro grande problema que o clube tinha que enfrentar e não vinha obtendo resultados: a falta de torcida. O fantasma do Esporte Clube Metropol ainda habitava a cabeça dos criciumenses. Conhecido como o "time dos mineiros", o Metropol foi diversas vezes campeão estadual, excursionou pela Europa e representou por cinco vezes o estado na Taça Brasil sendo que, em uma delas, chegou às finais. Com tudo isso, a comparação era inevitável, e o Comerciário sempre saia perdendo.

Foi então, que surgiu a idéia de se trocar o nome para Criciúma Esporte Clube, no intuito de trazer para o estádio os torcedores dos extintos Ouro Preto, Atlético Operário, Próspera, Boa Vista e até o Metropol. Assim, em 2 de abril de 1978, o clube passava a se chamar Criciúma Esporte Clube.

O primeiro grande time[editar | editar código-fonte]

As mudanças começaram a dar resultados e já em 1978, o Criciúma foi vice-campeão estadual. E esse parecia ser o destino da equipe que, por cinco anos seguidos ficou atrás do Joinville, tornando-se o único penta vice-campeão do estado. Esta informação carece de verificação - na verdade, o vice-campeão estadual de 1978 foi a Chapecoense. Em 1979 o vice-campeão foi o Figueirense. O Criciúma seria vice-campeão 3 vezes consecutivas, e não 5, nos anos 1980, 1981 e 1982 (como pode ser confirmado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Catarinense_de_Futebol)

O time de 1978 foi o melhor que a cidade já teve. O meio campo contava com: Edgar, Paulinho Criciúma e Luiz Freire. No ataque: Anchieta e Vargas e, mais tarde, viria Paulinho Cascavel.

Este time deu a primeira glória ao Criciúma ao vencer o Flamengo por 4 a 2, logo após o mesmo ter sido campeão do mundo. Os gols foram marcados por Luiz Freire, Vargas (2) e Naldo para o Criciúma; Lico e Zico para o Flamengo.

No dia 11 de dezembro de 1982, o Criciúma viria a perder o campeonato estadual para o Joinville ao empatar, em casa, em 1 a 1. A torcida, revoltada com o resultado, invadiu o campo, transformando o estádio Heriberto Hülse numa praça de guerra. Houve confronto entre polícia e torcedores. A polícia militar de Florianópolis estava em peso e usou bombas de gás lacrimogêneo, além de soltar cães policiais treinados contra a turba. Muita gente foi parar no hospital e o episódio repercutiu nacionalmente.

A equipe que venceu o Flamengo, foi a equipe de 1982 (o Flamengo foi campeão em Tóquio em dezembro de 1981) e era treinada por Lori Sandri. O jogo foi no dia 25 de fevereiro de 1982 e o time do Criciuma jogou com: Zé Carlos, Assis, Larry,Eduardo e Alvaro. Edmar, Paulinho Criciuma e Luis Freire. Mica, Vargas e Anchieta.No 2º tempo,entraram : Naldo,Serrano e Dagoberto. Foi a primeira derrota do Flamengo após o título Mundial. O Flamengo jogou com: Cantarelli, Leandro, Figueiredo, Marinho(Moser) e Júnior. Andrade (Vítor), Adílio, Zico e Lico. Tita (Popéia) e Nunes. O técnico era Carpegiani. O estádio ficou completamente lotado.

As novas cores do escudo e bandeira[editar | editar código-fonte]

Mesmo depois da troca de nome o Criciúma ainda não conseguia se firmar como unanimidade na cidade, pelo simples fato de ainda conservar as cores do Comerciário. Começou, então, um movimento para a troca das cores do clube. Muita polêmica foi gerada. Alguns opinavam por uma mistura das cores de todas as equipes que a cidade já teve. Outros queriam que fossem oficializadas as cores da bandeira da cidade.

Após muitas reuniões, decidiu-se pelo amarelo, preto e branco. O amarelo demonstrando a riqueza da região; o preto, o carvão; e o branco, por ser uma cor presente em todos os demais clubes que existiram.

O dia escolhido para a estréia das novas cores foi 13 de maio de 1984, data em que o Criciúma completaria 37 anos. O jogo valia pelo campeonato estadual e o adversário era o Joinville, que saiu ganhando por 2 a 0. Tudo parecia perdido até que o árbitro Dalmo Bozzano marcou um pênalti em favor do Criciúma. Zé Carlos Paulista (ex-Joinville) bateu e diminuiu. Quase no final Galvão (também ex-Joinville) avançou pela lateral, invadiu a área e bateu forte empatando o jogo. A torcida foi a loucura, pois Galvão demonstrou muita raça na jogada e por ele ter feito contra o segundo gol do Joinville. Aquele empate, teve sabor de vitória.

Criciúma, o principal centro futebolístico do estado[editar | editar código-fonte]

Pela sua tradição no futebol, e pelo passado de glórias do Metropol, Criciúma não podia mais viver aquela sina de time perdedor. Em 1986 veio colocar a cidade no lugar de onde ela nunca deveria ter saído: o de principal centro futebolístico do estado.

O primeiro título da história do Criciúma viria com a conquista da Taça Governador do Estado. Depois de vencer o Joinville, em Criciúma por 2 a 0, o Tigre só precisava do empate no jogo da volta na casa do adversário e foi o que aconteceu. A partida terminou em 0 a 0 e Criciúma viveu um dia de festa.

Pouco mais de um mês depois, o Criciúma ganharia mais uma taça, equivalente ao segundo turno do campeonato estadual. Desta vez a situação era inversa, quem precisava do empate era o Joinville que jogava fora de casa.

O jogo começou emocionante com o Criciúma fazendo 1 a 0 logo no primeiro minuto, através de Rached. No começo do segundo tempo, Nardela empatou e fez voltar a lembrar dos títulos que, o Joinville conquistou dentro de Criciúma. Mas, aos 9 minutos, Guinga marcou o gol que daria a vitória necessária ao Criciúma. Com este resultado, o Tigre ganhava mais um turno e levava um ponto extra para o hexagonal final do campeonato.

Década de 1990: A maior glória do futebol catarinense[editar | editar código-fonte]

1987: Copa União[editar | editar código-fonte]

Em 1987, o Criciúma consegue a oitava colocação no módulo amarelo da Copa União, reconhecido pela CBF como o Campeonato Brasileiro de Futebol daquele ano.

1989-1991: Campeão da Copa do Brasil e tricampeonato estadual[editar | editar código-fonte]

Em 1989, o time volta a ser campeão estadual, conquistando também em 1990 e em 1991 com o tri-campeonato estadual. No mesmo 1991, o clube ainda conseguiu o principal título da história do futebol catarinense em todos os tempos, a Copa do Brasil, contra o Grêmio. Na primeira partida, em Porto Alegre, aconteceu um empate em 1 a 1, com o gol do Tigre sendo assinalado em uma cabeçada do zagueiro Vilmar. Na partida de volta, no Heriberto Hülse, ocorreu outro empate, só que desta vez em 0 a 0. A vantagem do gol fora de casa deu ao Tigre o tão sonhado campeonato e a vaga para disputar a Libertadores da América em 1992 .O grupo base tinha: Alexandre; Sarandi (Jairo Santos), Vilmar, Altair (Wilsão) e Itá;Roberto Cavalo, Gélson e Grizzo; Zé Roberto (Vanderlei), Soares e Jairo Lenzi. Técnico: Felipão.

5º colocado na Copa Libertadores da América[editar | editar código-fonte]

Esse mesmo grupo voltaria a realizar uma excelente campanha na Libertadores, sendo desclassificado nas quartas-de-final, pelo São Paulo. Nos anos de 93, 95 e 98, o Criciúma Esporte Clube conquistou o Campeonato Catarinense.

Década de 2000: Títulos, rebaixamentos e retornos[editar | editar código-fonte]

Título Brasileiro da Série B[editar | editar código-fonte]

No ano de 2002, o clube é campeão do Brasileiro Série B e após cinco anos garante o seu retorno à elite do futebol brasileiro, em uma final disputada contra o Fortaleza Esporte Clube. A primeira partida, na casa do adversário, o Fortaleza venceu por 2 a 0. Na volta, mesmo com forte chuva o Heriberto Hülse lotou para ver o Criciúma vencer por 4 a 1, com gols assinalados por Paulo Baier (3) e Dejair. O time que jogou a final foi: Fabiano; Paulo Baier, Cametá, Luciano, Luciano Almeida (Sandro); Cléber Gaúcho, Cléber (Edinho), Juca, Dejair; Delmer, Anderson Lobão (Tico). Técnico: Edson Gaúcho.

2004-2005: Descenso[editar | editar código-fonte]

Em 2003, o clube fez uma boa campanha na Série A, conseguindo manter-se na elite do futebol brasileiro, porém em 2004 caiu para a Série B[8] e em 2005, pela primeira vez, para a Série C do futebol nacional.

2006: Pela primeira vez na Série C e título[editar | editar código-fonte]

Em 2006, o clube conquistou o título do Brasileirão da Série C, garantindo seu retorno à Série B em uma goleada contra o Vitória. O Tigre não tomou conhecimento do adversário e naturalmente aplicou 6 a 0. Com gols marcados por Leandro Guerreiro, Alexsandro, Beto Cachoeira (2), Fernandinho e Zé Carlos. O elenco desta partida foi: Zé Carlos; Sílvio Criciúma, Rodrigo e Cláudio Luiz; Bosco, Leandro Guerreiro, Marcelo Rosa, Douglas e Fernandinho; Dejair e Beto Cachoeira. Técnico: Guilherme Macuglia.

Problemas internos refletidos em campo[editar | editar código-fonte]

Em 2008, o Criciúma chegou às finais do estadual, perdeu o primeiro jogo por 1 a 0 no Orlando Scarpelli para o Figueirense e mesmo vencendo o segundo jogo em casa por 3 a 1 no tempo normal, acabou com o time da capital campeão, que venceu por 1 a 0 na prorrogação.

Antes das finais do estadual de 2008, o Tigre ainda chegou às Oitavas-de-final da Copa do Brasil, eliminando mas foi eliminado pelo Vasco da Gama, que ganhou o primeiro jogo em São Januário com um gol em marcação de pênalti aos 43 minutos do segundo tempo e empatou por 2 a 2 o jogo de volta no Majestoso, com uma festa histórica da torcida tricolor nas arquibancadas e de Edmundo pelo time carioca dentro de campo, que ofuscou os gols de Jael e Zulu pelo Tigre.

2008-2009: A crise[editar | editar código-fonte]

No segundo semestre de 2008 preparando o acesso para a Série A do Brasileirão, o Criciúma teve um dos maiores orçamentos da história, realizando contratações de grande investimento financeiro, como do folclórico artilheiro Jardel e Luis Mario, que formaram no papel um dos elencos mais qualificados daquela Série B, mas a crise estava decretada à partir daquele ano e o tricolor amargou a 18º colocação da Série B e o segundo rebaixamento para a terceira divisão.

Em 2009, o tricolor catarinense acabou surpreendendo no começo do campeonato estadual, sendo campeão do turno do e garantindo vaga no quadrangular final da competição. Porém, a boa fase começou a desaparecer no returno com resultados ruins e atuações muito diferentes do time campeão do turno. No quadrangular final, junto com Avaí, Chapecoense e Joinville, terminou na 4ª colocação, não conseguindo a vaga para as finais. Mais uma eliminação aconteceria naquele ano, só que dessa vez na Copa do Brasil, para o Náutico.

No segundo semestre de 2009, com o time modificado, o tricolor começou a disputar o Campeonato Brasileiro da Série C de 2009. Uma péssima campanha marcou a temporada de 2009 do Criciúma na Série C e o quase rebaixamento para a Série D fizeram com que o técnico Roberto Fonseca fosse demitido após 4 jogos sem resultados positivos e Itamar Schulle acabou ocupando o cargo de treinador, mas o que não mudou o ritmo fraco naquela competição. No final do ano, o Criciúma disputou apenas para cumprir calendário a Copa Santa Catarina, competição com fins de laboratório para jogadores visando a próxima temporada.

Temporadas de 2010, 2011 e 2012: Redenção e volta à Série A[editar | editar código-fonte]

O ano de 2010 começou com a torcida revoltada com a diretoria, que via o time caindo aos poucos. O número de sócios que tinha superado o número de 10 mil em 2008, estavam beirando os 2 mil. Para a disputa do catarinense, a diretoria pouco contratou e o time começou levando duas goleadas nos dois primeiros jogos resultando na renúncia do Presidente Edson "Cascão" Búrigo, que embora não tenha medido esforços, não conseguiu vencer os problemas internos do clube. O vice Robson Izidro assumiu a presidência até que fossem feita as eleições. No estadual, não conseguiu fazer um bom campeonato, não conseguindo alcançar as 4 colocações do turno e do returno, que levariam o time a fase final. O técnico Itamar Schulle acabou sendo demitido e pro seu lugar assumiu o técnico Wilson Watekemper que estava treinando os juniores.

Antes do começo da Série C de 2010, Antenor Angeloni assume pela segunda vez o cargo de presidente do Criciúma e com a meta de tornar o tricolor predestinado novamente grande.

Começo de campeonato e o empate em 1 a 1, fora de casa contra o Juventude animou a torcida tricolor, que lotou o estádio na estréia, em casa, contra Brasil de Pelotas e viu o time começar a caminhada rumo a Série B do Brasileirão derrotando o adversário por 2 a 0. O Criciúma terminou a fase de grupos na 1ª colocação. Nas quartas-de-final, enfrentou o Macaé e acabou perdendo o primeiro jogo por 3 a 2, de virada, em Macaé. No segundo jogo, a frase Vamos subir, Tigre!, que não saia da cabeça do torcedor durante o campeonato se concretizou e o Criciúma venceu o time fluminense por 2 a 0, conquistando o acesso à Série B, no Heriberto Hülse com 19 mil torcedores. O dia 23 de outubro de 2010 ficará marcado na história do clube. Nas semifinais acabou eliminado nas penalidades pelo ex-Ituiutaba, atual Boa Esporte.

Em 2011, foi campeão do turno do estadual, vencendo o Figueirense por 1 a 0 no Scarpelli e conseguindo a vaga para a final. No primeiro jogo da final, contra a Chapecoense, venceu por 1 a 0, mas acabou perdendo o segundo jogo pelo mesmo placar, no Índio Condá, em Chapecó. O time do Oeste Catarinense levou o título no critério de desempate, mais pontos na classificação geral.

A Série B de 2011 foi marcada por altos e baixos, com o time brigando por uma vaga no G-4 o campeonato todo, entretanto, nas últimas sete rodadas o rendimento da equipe foi abaixo do esperado, terminando na 14ª colocação.

Na temporada de 2012, fez uma péssima campanha no Catarinense, não conseguindo chegar nas semifinais, ficando na 7ª colocação na classificação geral e a demissão do técnico Márcio Goiano rodadas antes do término. Voltando a figurar na Copa do Brasil, eliminou o Madureira na 1ª fase, mas acabou sendo eliminado pelo Atlético Paranaense, perdendo o jogo de ida e o de volta por 2 a 1 e 5 a 1, respectivamente. A eliminação precoce no estadual e a goleada sofrida na eliminação da Copa do Brasil causaram uma pequena crise interna no clube, que deixou o torcedor tricolor desconfiado com o time para a temporada.

Em 19 de maio de 2012, o Criciúma fez sua estréia na Série B de 2012 diante do seu torcedor e goleou o Guaratinguetá por 4 a 1. Em um campeonato disputadíssimo, o Criciúma surpreendeu até mesmo ao presidente do clube, que não esperava a campanha positiva da equipe devido às discussões internas no começo da competição.

No dia 17 de novembro de 2012, empatou em 0 a 0 com o Atlético-PR e conseguiu o acesso à elite do futebol brasileiro diante de 19.743 torcedores que fizeram do Majestoso um caldeirão em todos os jogos.

2013[editar | editar código-fonte]

Campeão estadual[editar | editar código-fonte]

O Criciúma começou a temporada de 2013 empolgado com a volta à elite do futebol do Brasil, e logo na 1ª rodada do Campeonato Catarinense aplicou uma goleada de 6 a 0 no Camboriú, no Majestoso. Tudo indicava que o único representante de Santa Catarina na Série A de 2013 chegaria fácil às fases finais do estadual, mas o técnico Paulo Comelli encontrou muitos problemas na reformulação do time para isso se concretizar. Não conseguiu e após mais uma derrota no turno, dessa vez para o Metropolitano, em Blumenau, por 2 a 1, foi demitido. Juntamente com o ex-comandante Comelli, a diretoria decidiu demitir também o gerente de futebol Rodrigo Pastana e o preparador físico Márcio Corrêa.

Cquote1.svg No futebol, uma palavra que está sendo banalizada é planejamento. Faz parte do futebol. O planejamento era para médio prazo e foi no que deu para a gente. Infelizmente interromperam um ciclo que poderia dar certo. Cquote2.svg
disse Rodrigo Pastana[9]

Com a demissão de Paulo Comelli e Rodrigo Pastana, a diretoria correu atrás de um treinador e um gerente de futebol. Vadão, que estava no Sport Recife, foi o nome escolhido para comandar o restante da temporada 2013 e Cícero Souza para gerenciar o futebol do Criciúma. [10] A estreia de Vadão no comando do Criciúma foi com derrota diante do Atlético de Ibirama, em casa, por 3 a 2. [11] Depois desse jogo, mesmo com pouco tempo, Vadão arrumou o time e o Criciúma ficou invicto por 7 jogos, sendo 4 vitórias e 3 empates, culminando no título do returno e a classificação às semi-finais do estadual depois do empate em 3 a 3 com o Metropolitano, em casa. [12] Nas semi-finais, enfrentou o Avaí e perdeu o primeiro jogo por 3 a 2, em Florianópolis. No segundo jogo venceu por 1 a 0, no HH e por ter obtido uma campanha melhor que o time da capital, avançou à decisão do título e enfrentou a Chapecoense. No primeiro jogo, embalado por um público de 16.717 pagantes, o maior do Campeonato Catarinense de 2013, o Criciúma derrotou a Chapecoense por 2 a 0. No segundo jogo, perdeu por 1 a 0, mas a derrota no oeste não tirou o título do Criciúma e acabando com um jejum de 8 anos sem vencer um estadual. [13]

Copa do Brasil e Série A[editar | editar código-fonte]

O Criciúma estreou pela Copa do Brasil contra o Noroeste, no dia 3 de abril. Na 1ª fase, o empate sem gols em Bauru forçou que o time jogasse o jogo de volta e venceu com facilidade o time paulista por 3 a 0, em casa. Na 2ª fase, novamente, o jogo de ida fora de casa, contra o São Bernardo, no estádio Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo, acabou empatado, mas com gols: 1 a 1. No jogo de volta, em casa, eliminou mais um paulista da competição, vencendo o jogo de volta por 3 a 1. Na 3ª fase, o tricolor enfrentou o Salgueiro e mais uma vez o jogo de ida, fora de casa, no Estádio Cornélio de Barros, acabou empatado em 0 a 0. No jogo de volta, o Criciúma tinha tudo para avançar às oitavas-de-final, mas o que a torcida viu foi a eliminação, após sair vencendo por 1 a 0, o Tigre cedeu o empate aos pernambucanos nos minutos finais da etapa final do jogo. O time do Salgueiro se classificou pelo critério do gol fora de casa.

Criciúma x Corinthians pela Série A do Brasileirão 2013.

Após oito anos longe da primeira divisão, o Criciúma estreou na Série A do Campeonato Brasileiro no dia 26 de maio, contra o Bahia, vencendo por 3 a 1. Até a paralisação do campeonato por conta da realização da Copa das Confederações no Brasil, o Criciúma tinha 6 pontos em 5 jogos (2 vitórias e 3 derrotas) e era 10º colocado. Enquanto a competição estava paralisada o Criciúma realizou dois amistosos contra o Caxias, que acabou empatado em 1 a 1, e contra o Guarani, que terminou com vitória tricolor por 2 a 0. Na volta do Brasileirão, o Criciúma voltou a jogar contra o Atlético Mineiro, em Belo Horizonte, jogo que acabou com vitória dos mineiros por 3 a 2. Passavam as rodadas e o Criciúma não conseguiu se firmar na tabela de classificação e o um dos piores momentos do clube na Série A começou na 11ª rodada, quando perdeu pro Corinthians por 2 a 0 em casa e acabou entrando pela primeira vez na zona de rebaixamento. Desde então, o mal momento do clube custou o cargo de treinador Vadão, que foi demitido após perder por 2 a 1, em casa, para a Ponte Preta, pela Copa Sul-Americana. Vadão comandou o Criciúma em 15 oportunidades pelo Brasileirão, obtendo 31% de aproveitamento (4 vitórias, 2 empates, 9 derrotas), deixando o clube com 14 pontos na 17ª colocação.

Após a demissão de Vadão, o Criciúma foi comandado pelo interino Sílvio Criciúma, que depois de 3 vitórias contra o Coritiba em casa, e contra Vitória e São Paulo fora de casa, tirando o clube da zona de descenso para a 11ª posição, viria ser efetivado como técnico. Mas não durou muito e após uma sequência de 5 jogos sem vencer acabou demitido, deixando o clube novamente na zona da queda para a Série B. Após isso, Argel Fucks assumiu o cargo de técnico e tinha uma única missão: livrar o Criciúma de um novo rebaixamento. Não começou bem. Estreou perdendo na 24ª rodada para o Flamengo por 4 a 1, no Maracanã e conseguiu a primeira vitória na 27ª rodada contra o Grêmio, em Porto Alegre. O resultado positivo fora de casa contra uma equipe que lutava por Libertadores e título animou a torcida. Na rodada posterior derrotou o Vasco, adversário direto na luta contra o rebaixamento. E o que estava ruim, piorou. Foram mais 4 rodadas sem vencer e muitos já davam como certo o rebaixamento do Criciúma para a Série B, depois de empatar em casa contra a Ponte Preta. Afundado na 19ª colocação, o Criciúma começou a esboçar sua reação na 33ª rodada, quando venceu o Náutico, no Recife. O que parecia improvável aconteceu, o tricolor saiu da zona de rebaixamento na 34ª rodada e não voltou mais. Foram 6 jogos invictos, vitórias contra Náutico, Atlético Paranaense, Coritiba e São Paulo, e empates contra Ponte Preta e Vitória. O Criciúma se despediu do Brasileirão 2013 com derrota por 3 a 0 para o Botafogo, no Rio, terminando a competição no 14º lugar, com 46 pontos.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
CBF Brazilian Cup.png Copa do Brasil 1 1991Cscr-featured.png
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 2002
Campeonato Brasileiro - Série C 1 2006
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Santa Catarina Campeonato Catarinense 10 1968, 1986, 1989, 1990, 1991, 1993, 1995, 1998, 2005 e 2013
Santa Catarina Copa Santa Catarina 1 1993
  • a. ^ Apesar da CBF não ter reconhecido oficialmente esse título, conferiu ao Criciúma o percentual de pontos no seu ranking oficial relativo ao campeão da Série B.

Campanhas de Destaque[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Santa Catarina Catarinense (Série A) 51 Campeão (10 vezes) 1960 2014
Copa Santa Catarina 5 Campeão (1993) 1993 2010
Brasil Série A 13 9º colocado (1986) 1979 2014 3
Série B 18 Campeão (2002) 1980 2012 3 2
Série C 3 Campeão (2006) 2006 2010 2
Copa do Brasil 14 Campeão (1991) 1990 2014
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana 2 2ª Fase (2013) 2013 2014
Libertadores da América 1 Quartas-de-final (1992) 1992 1992

Temporadas[editar | editar código-fonte]

  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Últimas dez temporadas
Brasil Nacionais Flags of South American Conmebol Members.gif Internacionais Santa Catarina Estaduais
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental Catarinense
Div Pos Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div Pos
2005 B 21º 19 21 6 1 14 24 45 A
2006 C 64 32 19 7 6 64 33 Oitavas de final A
2007 B 53 38 15 8 15 51 44 A
2008 B 18º 41 38 11 8 19 40 54 Oitavas de final A
2009 C 15º 7 8 2 1 5 6 12 2ª Fase A
2010 C 17 12 4 5 3 13 9 A
2011 B 14º 51 38 13 12 13 43 43 A
2012 B 73 38 22 7 9 78 57 2ª Fase A
2013 A 14º 46 38 13 7 18 49 63 3ª Fase SA Fase Nacional A
2014 A Em disputa 1ª Fase SA Fase Nacional A


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixamento
     Acesso

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa amarela com faixa horizontal preta e metade inferior branca, calções e meias pretas.
  • 2º - Camisa branca com detalhes amarelos e pretos, calções e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

  • Camisa cinza, calção e meias cinzas.
  • Camisa verde-limão, calção e meias verdes.
  • Camisa amarela, calção e meias amarelas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2013
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
  • 2012
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Quarto
  • 2011
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
  • 2010
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
  • 2009
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
  • 2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo[14] estilizado do Criciúma consiste em:

  • A inscrição “Criciúma E.C.” (Esporte Clube)
  • Três estrelas amarelas simbolizando os títulos da Copa do Brasil de 1991, Série B de 2002 e Série C de 2006.

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

  • Atualizado em 20 de outubro de 2014.[15]


Goleiros
Jogador
Brasil Bruno Prata da casa
Brasil Galatto
Brasil David Prata da casa
Brasil Ronaldo Prata da casa
Brasil Luiz Lesionado
Brasil Edson
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Heitor Prata da casa Lesionado Z
Brasil Fábio Ferreira Sem condições. Z
Brasil Joílson Prata da casa Z
Brasil Ronaldo Alves + Z
Brasil Gualberto Z
Brasil Iago Prata da casa Z
Brasil Rafael Pereira Z
Brasil Eli Sabiá Z
Brasil Eduardo LD
Brasil Maicon Silva LD
Brasil Luís Felipe LD
Brasil Giovanni LE
Brasil Cortez LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil João Vitor V
Brasil Serginho V
Brasil Ricardinho V
Brasil Ruan Prata da casa V
Brasil Martinez + V
Brasil Rodrigo Souza V
Brasil Barreto Prata da casa V
Brasil Paulo Baier M
Brasil Maylson Lesionado M
Brasil Rafael Costa M
Brasil Higor M
Brasil Cléber Santana M
Brasil Roger Gaúcho Lesionado M
Atacantes
Jogador
Brasil Bruno Lopes Prata da casa
Brasil Lucca
Brasil Gustavo Prata da casa
Brasil Silvinho Lesionado
Brasil Maurinho
Brasil Andrew Prata da casa
Brasil Michael
Brasil Souza
Brasil Zé Carlos
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Prata da casa: Prata da casa
  • Suspenso.: Jogador suspenso
  • Lesionado: Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  • Sem condições.: Jogador sem condições físicas ou não regularizado junto à CBF ou Impossibilitado de Jogar por Razões Contratuais.
  • Seleção Brasileira: Seleção Brasileira

Comissão técnica[editar | editar código-fonte]

  • Atualizado em 23 de setembro de 2014.
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Gilmar Dal Pozzo Treinador
Brasil Lucianinho Treinador Auxiliar
Brasil Wilson Vaterkemper Treinador Auxiliar
Brasil Carlos Pacheco Preparador Físico
Brasil Gaetano Lupatini Preparador Físico Auxiliar
Brasil Cláudio Gomes Diretor de Futebol
Brasil Júlio Rondinelli Diretor Executivo de Futebol
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Rogério Maia Coordenador de Preparação de Goleiros
Brasil Dr. Manoel Monteiro Médico
Brasil Dr. Marcelo Beirão Médico
Brasil Camila Mazetto Nutricionista
Brasil Alessandro Dalpont Fisioterapeuta
Brasil Bruno Conti Fisioterapeuta
Brasil Cleber Medeiros Fisiologista
Brasil Gilmar Pulga Técnido em Enfermagem
Brasil Cesare Daniel Oliver Massagista


Transferências nos últimos 12 meses[editar | editar código-fonte]

Legenda

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Nacionalidade Nome Período
Brasil Luiz Felipe Scolari 1991
Brasil José Luiz Carbone 1991
Brasil Levir Culpi 1992
Brasil Ivo Wortmann 1992
Uruguai Sérgio Ramirez 1993
Brasil Lori Sandri 1994
Brasil Luiz Gonzaga Milioli 1995-1996
Brasil Cláudio Duarte 1996
Brasil Sérgio Cosme 1996
Brasil Lula Pereira 1996-1997
Brasil José Macia 1997
Brasil Paulo Emílio 1998
Brasil Celso Teixeira 1999
Brasil Jorge Carpes 1999
Brasil Luiz Gonzaga Milioli 2000-2001
Brasil Edson Gaúcho 2002-2003
Brasil Abel Ribeiro 2003
Brasil Lori Sandri 2003
Brasil Gilson Kleina 2003
Brasil Lori Sandri 2004
Brasil Vágner Benazzi 2004
Brasil José Luiz Plein 2005
Brasil Edson Gaúcho 2005
Brasil Dorival Júnior 2005
Brasil Luiz Carlos Barbieri 2005
Brasil Edson Gaúcho 2006
Brasil Guilherme Macuglia 2006
Brasil Gelson Silva 2006-2007
Brasil Roberto Cavalo 2007
Brasil Gelson Silva 2008
Brasil Edson Gaúcho 2008
Brasil Paulo Campos 2008
Brasil Leandro Machado 2008-2009
Brasil Itamar Schülle 2009-2010
Brasil Wilson Vaterkemper 2010
Brasil Guilherme Macuglia 2010
Brasil Argel Fucks 2010
Brasil Edson Gaúcho 2011
Brasil Guto Ferreira 2011
Brasil Mauro Fernandes 2011
Brasil Márcio Goiano 2011-2012
Brasil Paulo Comelli 2012-2013
Brasil Vadão (treinador de futebol) 2013
Brasil Sílvio Criciúma 2013
Brasil Argel Fucks 2013
Brasil Ricardo Drubscky 2014

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Presidentes do Comerciário Esporte Clube[editar | editar código-fonte]

Nacionalidade Nome Período
Presidentes
Brasil Sinval Rosário Boher 1947 a 1953
Brasil Antônio Sílvio Carneiro 1954 a 1955
Brasil Ary Francisco Búrigo 1956 a 1958
Brasil Antônio Sílvio Carneiro 1959
Brasil David Conti 1960 a 1962
Brasil Honório Búrigo Búrigo 1962 a 1963
Brasil Antenor Angeloni 1963
Brasil Algemiro Manique Barreto 1964 a 1966
Brasil Hélcio Bianchini Góes 1966
Brasil Aristides Bolan 1967 a 1968
Brasil Jarvis Gaidzinski 1969 a 1970
Brasil David Conti 1971 a 1972
Brasil Voimer José Conti 1973 a 1974
Brasil David Conti 1975 a 1976
Brasil Oswaldo Patrício de Souza 1977
Brasil Antenor Angeloni 1978

Presidentes do Criciúma Esporte Clube[editar | editar código-fonte]

Nacionalidade Nome Período
Presidentes
Brasil Antenor Angeloni 1978 a 1980
Brasil Guido Búrigo 1981 a 1982
Brasil Zanoni Elias 1983 a 1984
Brasil Moacir Fernandes 1985 a 1993
Brasil Dorly Naspolini 1993 a 1994
Brasil Milton Campos Carvalho 1995 a 1996
Brasil Joacir Scremin 1997 a 1998
Brasil Voimer Conti 1999
Brasil Claver Luiz Vieira 2000
Brasil Moacir Fernandes 2000 a 2007
Brasil Édson Búrigo 2008 a 2010
Brasil Antenor Angeloni 2010-

Ídolos da torcida[editar | editar código-fonte]

Esta é uma lista de jogadores de destaque que passaram pelo Criciúma e tornaram-se ídolos:

Nacionalidade Nome Posição
Brasil Felipão Treinador
Brasil Roberto G
Brasil Alexandre G
Brasil Vilmar Z
Brasil Alexandre Lopes Z
Brasil Wilson (Wilsão) Z
Brasil Paulo Baier LD/M
Brasil Sarandí LD
Brasil Itá LE
Brasil Roberto Cavalo V
Brasil Grizzo M
Brasil Gélson M
Brasil Douglas M
Brasil Jairo Lenzi A
Brasil Soares A
Brasil Mahicon Librelato A
Brasil Zé Carlos A
Brasil Lins A

Sedes e estádios[editar | editar código-fonte]

Heriberto Hülse[editar | editar código-fonte]

O Estádio Heriberto Hülse, apelidado de Majestoso, é um dos principais do estado de Santa Catarina, já abrigou competições de nível internacional como a Copa Libertadores da América, epóca na qual foi completamente adaptado para competição, destaque entre os principais estádios do estado, é o uníco completamente coberto. O estádio atualmente tem capacidade para 22.000 torcedores, pois a capacidade foi adequada para cumprir as normas do estatuto do torcedor. O maior publico registrado foi em 6 de agosto de 1995 no jogo Criciúma 1 X 0 Chapecoense-SC pelo campeonato catarinense. O jogo teve um público de 31.123 pessoas e uma renda de R$115.815,00.

Ver também[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. Cadastro Nacional de Estádios de Futebol
  2. Tigre tem novo patrocinador máster Engeplus (24 de julho de 2014).
  3. RNC - Ranking Nacional dos Clubes - Temporada 2013 (PDF) (em português) CBF (20 de dezembro de 2012). Visitado em 22 de dezembro de 2012.
  4. Baú do Esporte: Em 1991, Criciúma festeja o título da Copa do Brasil e vaga na Libertadores - Rede Globo, sem data
  5. São Paulo começa Libertadores desinteressado, mas leva o título de 1992 - Placar, 17 de junho de 2012
  6. Estádio Heriberto Hülse - O Majestoso - Site Oficial do Criciúma Esporte Clube
  7. http://www.criciumaesporteclube.com/institucional/historia
  8. Criciúma só empata e desce para Série B (em português) UOL Esporte (19 de dezembro de 2004). Visitado em 24 de abril de 2013.
  9. Após nova derrota, Paulo Comelli e gerente são demitidos do Criciúma uol.com.br. Visitado em 4 de março de 2013.
  10. Osvaldo Alvarez, o Vadão, é o novo técnico do Criciúma ND Online (20 de janeiro de 2013). Visitado em 8 de março de 2013.
  11. Criciúma frustra na estreia de Vadão e perde em casa para o H. Aichinger uol (16 de março de 2013). Visitado em 16 de março de 2013.
  12. Criciúma é campeão do returno Federacao Catarinense (21 de abril de 2013). Visitado em 21 de abril de 2013.
  13. Criciúma é o Campeão Catarinense! Mesmo perdendo, tricolor leva a taça Diário Catarinense (19 de maio de 2013). Visitado em 19 de maio de 2013.
  14. Página do clube no portal Futbox, (em português). Galeria de Escudos. Página visitada em 15 de janeiro de 2014.
  15. Elenco atual de Futebol (em português) Site oficial do Criciúma Esporte Clube. Visitado em 25 de março de 2013.
  16. [1]
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  55. [40]
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  59. [44]
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  64. [49]
  65. [50]
  66. [51]
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  68. [53]
  69. [54]
  70. [55]
  71. [56]
  72. [57]
  73. [58]
  74. [59]
  75. [60]
  76. [61]
  77. [62]
  78. [63]
  79. [64]
  80. [65]
  81. [66]
  82. [67]
  83. [68]
  84. [69]
  85. [70]
  86. [71]
  87. [72]
  88. [73]
  89. [74]
  90. [75]
  91. [76]
  92. [77]
  93. [78]
  94. [79]
  95. [80]
  96. [81]
  97. [82]
  98. [83]
  99. [84]
  100. [85]
  101. [86]
  102. [87]
  103. [88]
  104. [89]
  105. [90]
  106. [91]
  107. [92]
  108. [93]
  109. [94]
  110. [95]
  111. [96]
  112. [97]
  113. [98]
  114. [99]
  115. [100]
  116. [101]
  117. [102]
  118. [103]
  119. [104]
  120. [105]
  121. [106]
  122. [107]
  123. [108]
  124. [109]
  125. [110]
  126. [111]
  127. [112]

Referências

Notas

  1. Os dois clubes já disputaram a final catarinense em 7 oportunidades, o que a torna a mais frequente na história do futebol catarinense, seguida da final Criciúma x Chapecoense, que ocorreu por 5 vezes.

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

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