Guarani Futebol Clube

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Guarani
Guarani FC logo.png
Nome Guarani Futebol Clube
Alcunhas Bugre
Torcedor/Adepto Bugrino
Mascote Índio
Fundação 2 de abril de 1911 (100 anos)
Estádio Brinco de Ouro
Capacidade 32.453 pessoas[1]
Presidente Brasil Marcelo Mingone
Treinador Brasil Vadão
Patrocinador Brasil Asa Alumínio
Brasil Cabrino
Brasil CTIS
Brasil MarifleX
Brasil GVT
Material esportivo Brasil Lupo
Competição
(Futebol)
São Paulo Campeonato Paulista
Flag of Brazil.svg Copa do Brasil
Flag of Brazil.svg Campeonato Brasileiro - Série B
São Paulo A1 2012
Brasil CB 2012
Brasil B 2012
Em andamento
Em fevereiro
Em maio
São Paulo A2 2011
Brasil CB 2011
Brasil B 2011
2º colocado (acesso)
26° colocado
12º Colocado
São Paulo A2 2010
Brasil CB 2010
Brasil A 2010
14º colocado
9º colocado
18º colocado (rebaixado)
Ranking nacional 16º lugar, 1,547 pontos
Website guaranifc.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Soccerball current event.svg Temporada atual
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Guarani Futebol Clube é uma agremiação esportiva brasileira, com sede na cidade de Campinas, no estado de São Paulo. Foi fundado em 1 de abril de 1911. Seu apelido é "Bugre"; sua mascote, um índio, e suas cores são verde e branca. Atualmente disputa o Campeonato Paulista - Série A1 e o Campeonato Brasileiro - Série B.

Índice

[editar] História

Notabilizado por ser o primeiro e único campeão brasileiro do interior do País, o Guarani revelou jogadores de projeção mundial, como Careca, Amaral, Júlio César, Deco, Evair, Amoroso, Luisão, Mauro Silva, Neto, Edilson, Ricardo Rocha, Elano e João Paulo, além de ter tido em seu elenco jogadores nacionalmente destacados, como Zenon, Jorge Mendonça, Djalminha e Neneca.

Carlos Gomes

A fundação da equipe foi uma iniciativa de Pompeo De Vito, Ernani Filippo Matallo e Vicente Matallo (primeiro presidente do clube). Os jovens se encontraram no dia 1 de abril de 1911 na Praça Carlos Gomes, quando teriam escolhido o nome em homenagem à ópera O Guarani, obra mais conhecida do maestro e compositor clássico Carlos Gomes (baseada no romance homônimo de José de Alencar), um dos mais ilustres homens nascidos na cidade de Campinas. A fundação oficial foi realizada no dia seguinte para evitar piadas em relação ao dia da mentira.[2]

Em 1948, o XV de Piracicaba foi o primeiro campeão da divisão de acesso, tornando-se também o time pioneiro do interior a participar do grupo de elite do futebol paulista. O Guarani foi o segundo clube interiorano a chegar ao campeonato principal, ao vencer o campeonato da segunda divisão de 1949.

Provém dessa época o acirramento da rivalidade com seu arqui-rival, a Ponte Preta (com quem faz o Derby Campineiro.[3] Em 1947, o presidente da Federação Paulista de Futebol, Roberto Gomes Pedrosa, implantou a era profissional no esporte, criando os Campeonatos Paulista da primeira e segunda divisão.

Em 1954, cedeu o primeiro jogador para uma Seleção Brasileira de Futebol, Fifi, que participou do Campeonato Sul-Americano Juvenil. Em 1963, o Guarani teve pela primeira vez atletas convocados para uma Seleção principal: Tião Macalé, Oswaldo, Amauri e Hilton, que jogaram o Campeonato Sul-Americano daquele ano. Os primeiros troféus da era profissional também surgiram naqueles anos: os Torneios-Inícios dos Campeonatos Paulistas de 1953, 1954 e 1956, a Taça dos Invictos da Gazeta Esportiva em 1970 e a Taça Almirante Heleno Nunes (referente à conquista do primeiro turno do Campeonato Paulista) em 1976.

O auge dessa evolução seria marcado pelo inédito Campeonato Nacional, conquistado em 1978 com uma equipe na qual destacavam-se Careca, Zenon, Renato "Pé Murcho" e o treinador Carlos Alberto Silva. Até hoje, o Guarani é o único do interior a ter conquistado o título da primeira divisão do campeonato brasileiro, tendo sido ainda vice-campeão do Torneio dos Campeões em 1982, quando perdeu a final deste torneio nacional patrocinado e organizado pela C.B.F. para o América no Maracanã por 2 a 1.

O time chegaria ainda a dois vice-campeonatos brasileiros, em 1986 (em uma final inesquecível contra o São Paulo, decidida após uma prorrogação e disputa de pênaltis) e em 1987 (contra o Sport), classificando-se em três oportunidades para a disputa da Taça Libertadores da América, principal competição sul-americana de futebol.

O clube é um dos 20 membros do Clube dos 13, entidade que congrega os principais clubes de futebol do Brasil.

[editar] Estrutura

[editar] Estádio Brinco de Ouro

Seu estádio é o Brinco de Ouro da Princesa, inaugurado em 31 de maio de 1953, com capacidade para 35.000 pessoas.

O Guarani utilizou por mais de dois anos o Ground da Villa Industrial. No ano de 1913, começou a alugar junto ao S.C. Commercial um campo de futebol situado no bairro Guanabara, popularmente conhecido como Ground do Guanabara. Com a chegada do profissionalismo, surgiu a necessidade de se ter um estádio maior.

Pouco tempo depois, o Commercial encerrou suas atividades e o Guarani obteve uma permissão de uso gratuito da proprietária do terreno, Isolethe Augusta de Sousa Aranha, de família tradicional (filha do Barão de Itapura, Joaquim Policarpo Aranha e de dona Libânia de Sousa Aranha, Baronesa de Itapura), e tia de um dos pioneiros do Clube, Egídio de Sousa Aranha.

Após infrutíferas negociações do presidente Carmine Alberti com a prefeitura na tentativa de receber em doação um espaço de terra onde pudesse construir um estádio, decidiu reunir esforços para a compra daquela área do bairro Guanabara. Sendo assim, Egídio de Sousa Aranha teve papel importantíssimo na história do Guarani, pois conseguiu convencer a proprietária a vender o terreno, de cerca de 20 mil metros quadrados, a um preço irrisório de 900 réis o metro.

Logo foi nomeada uma "Comissão Pró-Estádio", presidida por João Pereira Ribeiro, e que fizeram todos os tipos de promoções para a arrecadação de fundos. Finalmente, em 15 de julho de 1923, foi inaugurado o primeiro estádio de futebol chamado de: "Estádio do Guarany".

Foi o segundo clube campineiro a construir seu próprio estádio, em 15 de junho de 1923, na Rua Barão Geraldo Resende. Para a inauguração, o Bugre convidou o principal clube do futebol paulista na fase amadora desse esporte, o Club Athletico Paulistano, com Friedenreich e muito mais. O Guarani venceu a partida inaugural por 1 a 0, gol de Zequinha. A escalação do Guarani na histórica partida: Pacheco, Joca e Tavares; Deputado, Juca e Joaquim; Miguel, Zéquinha, Barbanera, Nerino e Pilla.

O Estádio da Rua Barão Geraldo de Resende passou por várias reformas e ampliações, servindo ao clube até 1953. Nele o Guarani recepcionou alguns dos maiores times do país, tendo ali mandado seus jogos pelos Campeonatos Paulistas de 1927; 1928; 1929; 1930; 1931; 1950; 1951 e 1952.

Com a chegada do profissionalismo ao interior, em 1947, o Guarani passou a ter um sério problema. O Estádio da Rua Barão Geraldo de Resende já não comportava o Clube, e a Federação Paulista de Futebol prometia criar a "Divisão de Acesso", dando chances aos principais clubes do interior a ingressar em seu Campeonato Paulista e todos tinham certeza de que o Bugre logo aproveitaria essa oportunidade. Neste caso, criaram uma Comissão liderada por Antônio Carlos Bastos para estudar as alternativas possíveis. Depois de polêmica foram descartadas as possibilidades de nova reforma ou ampliação do antigo estádio. O Guarani precisava partir para uma área maior, ainda que não tão próxima ao centro da cidade.

Enquanto a equipe de futebol disputava a Divisão de Acesso de 1948, a Comissão Pró-Estádio, e o arquiteto Ícaro de Castro Melo desenvolviam seus estudos. O clube conseguiu junto à Imobiliária Paraíso a doação de uma área de 19.405 m², anexa à negociada, e Arlindo de Sousa Lemos doou mais 2.920 m². Definiu-se que no projeto original o estádio teria capacidade para 29 mil pessoas e seria construído em etapas.

Surgiu então a Sociedade de Imóveis e de Administração Ltda., que propôs a troca do terreno do bairro Guanabara por uma área de 50.400 m² na chamada Baixada do Proença, pagando ainda ao Clube, em parcelas, dois milhões de cruzeiros. Faria também a sondagem e a terraplenagem do novo terreno. Negócio fechado!

Após uma ampla campanha de arrecadação de fundos feita entre seus torcedores, o Guarani adquiriu um novo terreno e construiu o estádio Brinco de Ouro da Princesa, inaugurado em 31 de maio de 1953 com uma partida com o Palmeiras, que acabou sendo derrotado pelo time de Campinas pelo placar de 3 a 1. Graças à estrutura criada, a equipe passou a se destacar nos campeonatos profissionais.

Mesmo antes da construção do "tobogã", o Brinco de Ouro chegou a receber 34.513 torcedores presentes no jogo contra o Fluminense, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 1975. Hoje o estádio tem capacidade para 32 453 espectadores, de acordo com as novas normas de acomodação, baseadas no estatuto do torcedor e normas da FIFA.

[editar] Títulos

Nacionais
(1978)
(1981)
Estaduais
(1944, 1949, 1972, 1973, 1974)
(1949)
(1953, 1954, 1956)
Outras conquistas
Categorias de base

[editar] Cronologia

  • 1912 - Vice-campeão Campineiro - (Liga Operária de Foot-Ball Campineira)
  • 1916 - Campeão Campineiro - AFC (Associação de Foot-Ball Campineira)
  • 1919 - Campeão Campineiro - AFC
  • 1920 - Bicampeão Campineiro - AFC
  • 1921 - Vice-campeão Regional (Zona Paulista) - APEA (Assoc. Paulista de Esportes Athleticos)
  • 1926 - Campeão Regional (2ª Região) - APEA
  • 1928 - Vice-campeão do Torneio-Início do Campeonato Paulista - APEA
  • 1932 - Campeão Regional (Série Campineira) - APEA
  • 1938 - Campeão Campineiro - LCF (Liga Campineira de Futebol)
  • 1939 - Bicampeão Campineiro - LCF
  • 1941 - Campeão Campineiro - LCF
  • 1942 - Bicampeão Campineiro - LCF
  • 1943 - Tricampeão Campineiro - LCF
  • 1943 - Vice-campeão Amador do Interior - FPF (Federação Paulista de Futebol)
  • 1944 - Campeão Amador do Interior - FPF
  • 1944 - Campeão Amador do Estado - FPF
  • 1945 - Campeão Campineiro - LCF
  • 1946 - Vice-campeão Amador do Interior - FPF
  • 1946 - Bicampeão Campineiro - LCF
  • 1949 - Campeão Paulista da 2ª Divisão de Profissionais - FPF
  • 1953 - Campeão Campineiro - LCF (com equipe secundária)
  • 1953 - Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
  • 1954 - Bicampeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
  • 1956 - Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
  • 1957 - Campeão Campineiro - LCF (com equipe secundária)
  • 1957 - Vice-campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
  • 1966 - Vice-campeão do Torneio João Mendonça Falcão de 1966
  • 1969 - Vice-campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
  • 1970 - Detentor em definitivo da "Taça dos Invictos" de A Gazeta Esportiva
  • 1970 - Campeão - Torneio de Classificação para 1970 (Paulistinha) - FPF
  • 1970 - Bicampeão - Torneio de Classificação para 1971 - FPF
  • 1974 - Detentor em definitivo do II Troféu Folha de São Paulo (tricampeão do interior 72/73/74)
  • 1976 - Campeão do 1º turno do Campeonato Paulista (Taça Alm. Heleno Nunes)
  • 1978 - Campeão Brasileiro - CBD
  • 1979 - Terceiro lugar na Taça Libertadores da América
  • 1981 - Campeão Brasileiro da Taça de Prata - CBF
  • 1982 - Vice-campeão do Torneio dos Campeões do Brasil - CBF
  • 1982 - Terceiro lugar no Campeonato Brasileiro Série A - CBF
  • 1986 - Vice-campeão Brasileiro - CBF
  • 1987 - Campeão Brasileiro do Módulo Amarelo (Taça Roberto Gomes Pedrosa)* Título Dividido com o Sport
  • 1987 - Vice-campeão Brasileiro - CBF
  • 1988 - Vice-campeão Paulista - FPF
  • 1991 - Vice-campeão Brasileiro Série B - CBF
  • 1994 - Terceiro lugar no Campeonato Brasileiro Série A - CBF
  • 2004 - Vice-campeão Copa Estado de São Paulo - FPF
  • 2008 - Vice-campeão Brasileiro Série C - CBF
  • 2009 - Vice-campeão Brasileiro Série B - CBF
  • 2011 - Vice-campeão do Campeonato Paulista Série A2 - FPF


[editar] Estatísticas

[editar] Últimas dez temporadas

  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.


Guarani Futebol Clube
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Paulista
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Pos.
2002 A 16º 25 9 6 10 32 35 2ª Fase
2003 A 13º 46 17 10 19 64 72 2ª Fase
2004 A 22º 46 11 16 19 43 55 Oitavas-de-final 17º
2005 B 27 11 6 10 36 33 2ª Fase 11º
2006 B 18º 38 11 14 13 53 61 Oitavas-de-final 17º
2007 C 21º 12 5 3 4 14 12 1ª Fase (A2)
2008 C 32 15 8 9 47 34 1ª Fase 16º
2009 B 38 21 6 11 55 51 2ª Fase 19º
2010 A 18º 38 8 13 17 33 53 Oitavas-de-final 14º (A2)
2011 B 12º 38 15 7 16 51 48 2ª Fase (A2)



Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixamento
     Acesso

[editar] Hino

O hino oficial do Guarani Futebol Clube é de autoria de Oswaldo Guilherme, que compôs a letra e a música.

[editar] Elenco Atual

Goleiros
Jogador
Brasil Emerson
Brasil Juliano
Brasil Léo
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Gabriel Z
Brasil Rodrigo Arroz Z
Brasil Neto Z
Brasil Luis Gustavo Z
Brasil André Leone Z
Brasil Domingos Z
Brasil Éwerton Pascoa Z
Brasil Bruno Peres LD
Brasil Ari LD
Brasil Cláudio Allax LD
Brasil Oziel LD
Brasil João Paulo LE
Brasil Bruno Recife LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Dadá V
Brasil Lusmar V
Brasil Wellington Monteiro V
Brasil Danilo Alves V
Brasil Bruno Ferraz V
Brasil Fábio Bahia V
Brasil Rafael Araújo V
Brasil Willian Favoni V
Brasil Adoniran V
Brasil Felipe M
Brasil Renato Ribeiro M
Brasil Rodrigo Paulista M
Brasil Fumagalli M
Brasil Ancelmo M
Brasil Thiago Laranjeira M
Brasil Danilo Sacramento M
Brasil Fabrício M
Atacantes
Jogador
Brasil Denílson
Brasil Jairo
Brasil Assisinho Jogador Lesionado
Brasil Fabinho
Brasil Ronaldo
Brasil Max Pardalzinho Vindo de Empréstimo
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Vadão T

[editar] Uniformes

[editar] Uniformes atuais

  • 1º - Camisa verde, calção branco e meias verdes.
  • 2º - Camisa branca, calção verde e meias brancas.
  • 3º - Camisa com listras horizontais em verde e branco, calção e meias verdes.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme

[editar] Uniformes dos goleiros

  • Grená com detalhes verdes;
  • Azul com detalhes verdes;
  • Cinza com detalhes verdes.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'

[editar] Outros Uniformes

  • 2010
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme


  • 2009
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme


  • 2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme

[editar] Presidentes do clube

  • 1911/12: Vicente Matallo
  • 1913: Vicente Matallo - Pompeo de Vito - Mário Branco de Godoy
  • 1914: Antonio de Sousa Letro - Pompeo de Vito
  • 1915/16/17: Pompeo de Vito
  • 1918: Armando Sarnes - Pompeo de Vito
  • 1919: Júlio dos Santos Mota - Antonio Alberti - Carmine Alberti
  • 1920/21: Carmine Alberti
  • 1922/23: Antonio Albino Júnior
  • 1924: José de Queirós Teles
  • 1925: Galdino de Morais Alves - José Ferreira de Godoy
  • 1926: Dr. Lúcio Pereira Peixoto - Benedicto da Cunha Campos
  • 1927: Benedito da Cunha Campos
  • 1928: Vladimir Varanda - Ítalo Franceschini
  • 1929: Augusto de Carvalho Asbahr
  • 1930: Dr. Romeu Tórtima - Dr. Arnaldo de Campos
  • 1931: Alexandre Chiarini
  • 1932: Frederico Borghi
  • 1933: Dr. Romeu Tórtima
  • 1934: Augusto de Carvalho Asbahr
  • 1935/36: João Mezzalira
  • 1937: Vicente Torregrossa
  • 1938/39: Dr. Januário Pardo Mêo
  • 1939/40: Prof. Floriano de Azevedo Marques
  • 1941: Dr. Sebastião Otranto
  • 1942: Jaime Serra - João Mezzalira
  • 1943: Alfredo Ribeiro Nogueira
  • 1944: Cesar Contessott
  • 1945: Cesar Contessotto - Guilmer Cury Zakia
  • 1946: Artemiro Caruzo Andreoli
  • 1947: Sebastião Otranto - Emílio Porto
  • 1948: Dr. Romeu Tórtima
  • 1949: Nilo de Rezende Rubim - Cesar Contessotto
  • 1950: Cesar Contessotto - Dr.Romeu Tórtima
  • 1951: Isolino Ferramola
  • 1952: Dr. Romeu Tórtima
  • 1953: Dr. Rui Vicente de Mello - Cesar Contessoto
  • 1954: Dolor de Oliveira Barbosa
  • 1955: Miguel Moreno
  • 1956: Esmeraldino Antunes Barreira
  • 1957: Emílio Porto
  • 1958: Jaime Silva
  • 1959: Mário Brocchi
  • 1960/61/62: Jaime Silva
  • 1963: Jamil Gadia
  • 1964: Jaime Silva
  • 1965: Miguel Moreno
  • 1966: Eder Guimarães Leme - João Motta
  • 1967: Jaime Silva - Manoel Marques Paiva - Eduardo José Farah
  • 1968/69: Miguel Moreno
  • 1970 à 1977: Leonel Almeida Martins de Oliveira
  • 1978/79: Ricardo Chuffi
  • 1980 à 1983: Antonio Tavares Jr.
  • 1984 à 1987: Leonel Almeida Martins de Oliveira
  • 1988 à 1999: Luiz Roberto Zini
  • 1999 à 2006: José Luiz Lourencetti
  • 2006 à 2011: Leonel Almeida Martins de Oliveira
  • 2012: Marcelo Mingone

[editar] Outras modalidades esportivas

Esportes olímpicos

[editar] Fatos históricos

  • O Bugre possui o recorde de público de Campinas com 52.002 pessoas, no jogo Guarani versus Flamengo, em 1982 (a capacidade divulgada naquela época era de 53 mil pessoas, diminuída para efeito de proporcionar maior conforto e segurança para os espectadores).
  • O Guarani também possui vantagem no chamado Derby Campineiro. São 185 partidas disputadas com 65 vitórias, 61 empates e 58 derrotas, além de um resultado desconhecido.
  • A revista Placar, que ao final de cada Campeonato Brasileiro concede o troféu Bola de Prata aos melhores jogadores em cada posição, já premiou atletas bugrinos em diversas ocasiões, a saber:
  • Artilheiros do Campeonato Brasileiro com a camisa do Guarani: Edmar (1985, 20 gols) e Amoroso (1995, 19 gols).
  • Artilheiros do Campeonato Paulista: Jorge Mendonça (1981, 38 gols), Evair (1988, 19 gols) e Rubem[desambiguação necessária] (1990, 12 gols).
  • Artilheiro da Taça Libertadores da América: Miltão (1979, 6 gols).
  • No Campeonato Brasileiro de 1982 o ataque formado por Lúcio, Jorge Mendonça, Ernani Banana e Careca fez 63 gols em 20 jogos, estabelecendo um recorde de média de gols em Brasileiros que se mantém até hoje - 3,15 gols por partida.
  • Também pertence ao Guarani o recorde de vitórias consecutivas em Brasileiros: doze, estabelecido em 1978.
  • O time divide com Corinthians e Ceará o recorde de jogos invictos na série B do brasileiro, onze no total.
  • O Bugre disputou a Taça Libertadores da América em três ocasiões. Em 1979 foi terceiro colocado, em 1987 chegou à segunda fase e, em 1988, às oitavas de final. O Guarani também participou da extinta Taça Conmebol em 1995.
  • O Guarani mantém equipes de modalidades como taekwondo, ginástica olímpica, natação, tênis, basquete, vôlei e futebol feminino, que freqüentemente representam a cidade de Campinas nos Jogos Abertos do Interior.
  • Embora na prática o clube tenha sido criado em 1º de abril, os fundadores do Guarani resolveram que a agremiação só passaria a existir no dia seguinte, a fim de evitar gozações com o Dia da Mentira. Por esse motivo, ficou-se estabelecido que a data oficial de fundação do Bugre seria o dia 2 de abril de 1911 .
  • O estádio Brinco de Ouro da Princesa ganhou esse nome graças a uma matéria feita por João Caetano Monteiro Filho para o jornal Correio Popular, quando seu projeto ainda estava na maquete. Ao visualizar as feições circulares do então futuro estádio, o jornalista achou que ele tinha o formato de um brinco. Como a cidade de Campinas é conhecida pelo apelido de "Princesa D'Oeste", João Caetano escreveu uma matéria com a manchete Brinco de Ouro para a Princesa. A alcunha se popularizou e acabaria por se tornar o nome oficial do estádio do Guarani.
  • O Guarani é o único time do interior que cedeu o seu estádio Brinco de Ouro da Princesa para um jogo amistoso da Seleção Brasileira de Futebol, em 1990, onde Brasil x Bulgaria lotaram o estádio, onde ocorreu o segundo maior público (51.720 pagantes).
  • O Guarani é o único clube do interior que já foi campeão brasileiro: em 1978 ao vencer o Palmeiras em finais de 2 jogos.
  • O Bugre possui, hoje, a maior bandeira dos times do interior e a 6ª maior do Brasil, com 140x40 metros. Ela estreou no último jogo do time na série B do Campeonato Brasileiro, em 2009, retornando a elite do futebol brasileiro em 2010.
  • Muitos atletas que se consagraram no Bugre também se consagraram no Corinthians: Amaral (zagueiro), Zenon (meia), João Paulo, Luizão e Edmar (atacantes).

[editar] Dados históricos

[editar] Artilheiros

Maiores artilheiros da história do Guarani Futebol Clube:

 
Goleadores
Guarani FC logo.png
1. Zuza 149
2. Careca 109
3. Nenê 100+

[editar] Ranking da CBF

Ranking atualizado em 14 de dezembro e divulgado em 15 de dezembro de 2011 [4][5]

  • Posição: 16º
  • Pontuação: 1.547 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

[editar] Ver também

Referências

[editar] Ligações externas

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