Guarani Futebol Clube

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Guarani
Guarani FC (E) - SP.svg
Nome Guarani Futebol Clube
Alcunhas Bugre
Torcedor/Adepto Bugrino
Mascote Índio
Fundação 2 de abril de 1911 (103 anos)
Estádio Brinco de Ouro
Capacidade 29.130 pessoas[1]
Localização Brasão da Cidade de Campinas.png Campinas, São Paulo SP, Brasil Brasil
Presidente Brasil Álvaro Negrão de Lima
Treinador Brasil Marcelo Veiga
Patrocinador Brasil CNA
Material esportivo Itália Kappa
Competição São Paulo Campeonato Paulista
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão São Paulo Série A2
Brasil Série C
São Paulo A2 2014
Brasil CB 2014
Brasil C 2014
13º colocado
Primeira Fase
A disputar
São Paulo A1 2013
Brasil CB 2013
Brasil C 2013
20º colocado
48º colocado
14º Colocado
São Paulo A1 2012
Brasil CB 2012
Brasil B 2012
Vice-campeão
25º colocado
18º colocado
Ranking nacional 34º lugar, 1,547 pontos
Website guaranifc.com.br
Kit left arm guarani14h.png Kit body guarani14h.png Kit right arm guarani14h.png
Kit shorts guarani14h.png
Kit socks.png
Uniforme
titular
Kit left arm guarani14a.png Kit body guarani14a.png Kit right arm guarani14a.png
Kit shorts guarani14a.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
Kit left arm guarani14t.png Kit body guarani14t.png Kit right arm guarani14t.png
Kit shorts guarani14a.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Guarani Futebol Clube (nascido como Guarany Foot-Ball Club”) é uma agremiação esportiva brasileira, com sede na cidade de Campinas, no Estado de São Paulo, que tem como modalidade principal o futebol. Fundado em 2 de abril de 1911 por um grupo de jovens de ascendência italiana, o novo do clube foi uma homenagem à obra-prima do compositor Carlos Gomes, "Il Guarany".

É conhecido popularmente com "Bugre", devido ao seu mascote, um índio. Suas cores são o verde e o branco. Manda suas partidas de futebol em seu próprio estádio, o Brinco de Ouro, cuja capacidade atual é para 29.130 espectadores. Seu maior rival é a Ponte Preta, cujo clássico é conhecido como Dérbi Campineiro e é tida como uma das maiores rivalidades do futebol paulista[2] .

Uma das mais tradicionais equipes do interior de São Paulo, o Guarani conquistou ao todo 12 títulos campineiros entre as décadas de 1910 e 1950. No entanto, o clube viveria seus maiores momentos de glória entre a segunda metade da década de 1970 e ao longo da década de 1980.

Sua maior conquista no futebol é o Campeonato Brasileiro de Futebol de 1978, a primeira conquista nacional de primeira divisão de um clube de futebol do interior do Brasil. Além disso, o Bugre também conquistou 1 vez a Taça de Prata, foi por duas vezes finalista do Campeonato Brasileiro (em 1986 e 1987 e outras duas do Campeonato Paulista (em 1988 e 2012).

No plano internacional, a equipe campineira já participou por três vezes da Copa Libertadores da América, tendo feito sua melhor campanha na edição de 1979, quando alcançou a fase semifinal.

Atualmente, o Guarani disputa o Campeonato Paulista - Série A2 e o Campeonato Brasileiro Série C.

História[editar | editar código-fonte]

Notabilizado por ser o primeiro e único campeão brasileiro do interior do País, o Guarani revelou jogadores de projeção mundial, como Careca, Amaral, Júlio César, Deco, Evair, Amoroso, Luisão, Mauro Silva, Neto, Edu Dracena, Elano, João Paulo e Jonas, além de ter tido em seu elenco jogadores nacionalmente destacados, como Zenon, Renato, Edilson, Ricardo Rocha, Jorge Mendonça, Djalminha e Neneca.

Carlos Gomes

A fundação do clube foi uma iniciativa de Pompeo De Vito, Hernani Felippo Matallo e Vicente Matallo (primeiro presidente).

Cerca de 12 jovens se encontraram no dia 1 de abril de 1911 na Praça Carlos Gomes, quando escolheram o nome em homenagem à ópera O Guarani, obra mais conhecida do maestro e compositor clássico Carlos Gomes (baseada no romance homônimo de José de Alencar), um dos mais ilustres cidadãos nascidos na cidade de Campinas.

A data de fundação oficial foi considerada o dia seguinte, para evitar piadas em relação ao Dia da Mentira.

O Guarani disputou a 1ª Divisão do Campeonato Paulista da APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos) de 1927 a 1931, com ótimas participações, passando depois a disputar os Campeonatos Amadores do Interior.

Depois de um vice em 1943, o Guarani sagrou-se Campeão do Interior em 1944, sendo em seguida o primeiro clube do interior a ser Campeão Estadual Amador, após superar os amadores da SE Palmeiras, campeões da Capital.

Em 1946 foi novamente Vice do Interior. Somente em 1947 tornou-se profissional, juntamente com outros clubes do interior que passaram a ter esse direito.

Em 1948, o XV de Piracicaba foi o primeiro campeão da divisão de acesso (2ª Divisão de Profissionais). O Guarani foi o segundo clube interiorano a chegar ao campeonato principal, ao vencer o campeonato da segunda divisão de 1949.

Em 1954, cedeu o primeiro jogador para uma Seleção Brasileira de Futebol, Fifi, que participou do Campeonato Sul-Americano Juvenil na Venezuela. Em 1956, o goleiro Paulo Martorano foi o primeiro jogador do clube a ser convocado para a Seleção Brasileira Principal, sendo reserva de Gilmar nos 5 jogos do Campeonato Sul-Americano (atual Copa América), disputado em Montevidéu, no Uruguai.

Em 1963, o Guarani teve novamente atletas convocados para a Seleção principal: Tião Macalé, Oswaldo, Amauri Silva e Hilton Vaccari, que jogaram o Campeonato Sul-Americano daquele ano, na Bolívia.

Os primeiros troféus da era profissional foram os dos Torneios-Inícios dos Campeonatos Paulistas de 1953, 1954 e 1956, a Taça dos Invictos da Gazeta Esportiva em 1970, o II Troféu Folha de São Paulo, pelo tri-campeonato do interior em 72-73-74, e a Taça Almirante Heleno Nunes (referente à conquista do primeiro turno do Campeonato Paulista) em 1976.

O auge dessa evolução seria marcado pelo inédito Campeonato Nacional, conquistado em 1978 com uma equipe na qual destacavam-se Careca, Zenon, Renato e o treinador Carlos Alberto Silva.

Até hoje, o Guarani é o único clube do interior do Brasil a ter conquistado o título da primeira divisão do campeonato brasileiro, tendo sido ainda vice-campeão do Torneio dos Campeões em 1982, quando perdeu a final deste torneio nacional patrocinado e organizado pela C.B.F. para o America no Maracanã por 2 a 1.

O time chegaria ainda a dois vice-campeonatos brasileiros, em 1986 (em uma final inesquecível contra o São Paulo, decidida após uma prorrogação e disputa de pênaltis) e em 1987 (contra o Sport). No ano seguinte (88) foi Vice-Campeão Paulista, sendo batido pelo Corinthians na prorrogação da 2ª partida.

O Bugre foi um dos 20 membros do Clube dos 13, que congregou até 2011 os principais clubes de futebol do Brasil.

O Guarani depois de ter passado por uma crise financeira seríssima, em 2011 chegou a estar entre os ultimos colocados na Série B, ficou sem pagar salários aos jogadores durante 5 meses e mesmo assim superou a crise, não caindo para a Série C. Recuperado da turbulência, montou um time forte e sagrou-se vice-campeão do campeonato Paulista de 2012.

Porém, em 2013, amargou o 9º rebaixamento em 12 anos, sendo a 4ª o rebaixamento para o Campeonato Paulista - Série A2 de 2014. Desde 2001, o Bugre caiu quatro vezes na Série A1 do Paulista (2001, 2006, 2009 e 2013 [3] ), uma vez no Torneio Rio-São Paulo (2002), duas vezes na Série A (2004 e 2010) e duas vezes na Série B do Brasileiro (2006 e 2012)

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Estádio Brinco de Ouro
Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em jogo noturno do Bugre.

Seu estádio é o Brinco de Ouro da Princesa, inaugurado em 31 de maio de 1953, com capacidade atual para 32.453 pessoas.

O Guarani utilizou por cerca de dois anos o Ground da Villa Industrial, um campo de terra cedido pelo Poder Público. No ano de 1913, começou a alugar junto ao S.C. Commercial um campo de futebol situado no bairro Guanabara, popularmente conhecido como "Ground do Guanabara".

Pouco tempo depois, o Commercial encerrou suas atividades e o Guarani obteve uma permissão de uso gratuito com a família proprietária do terreno. Lá treinou até o ano de 1920, quando após infrutíferas negociações do presidente Carmine Alberti com a prefeitura na tentativa de receber em doação um espaço de terra onde pudesse construir um estádio, decidiu reunir esforços para a compra daquela área do bairro Guanabara.

O associado Egídio de Sousa Aranha teve papel importantíssimo na história do Guarani, pois conseguiu convencer a proprietária, sua tia Isolethe Augusta de Souza Aranha, a vender o terreno, de cerca de 20 mil metros quadrados, a um preço irrisório de 900 réis o metro.

Logo foi nomeada uma "Comissão Pró-Estádio", presidida por João Pereira Ribeiro, e que desenvolveu todos os tipos de promoções para a arrecadação de fundos. Finalmente, em 15 de julho de 1923, foi inaugurado o primeiro estádio de futebol de Campinas, chamado de: "Estádio do Guarany".

Para a inauguração, o Bugre convidou o principal clube do futebol paulista na fase amadora , o Club Athletico Paulistano, com Friedenreich e muito mais. O Guarani venceu a partida inaugural por 1 a 0, gol de Zequinha. A escalação do Guarani na histórica partida: Pacheco, Joca e Tavares; Deputado, Juca e Joaquim; Miguel, Zéquinha, Barbanera, Nerino e Pilla.

O Estádio da Rua Barão Geraldo de Resende passou por várias reformas e ampliações, servindo ao clube até 1953. Nele o Guarani recepcionou alguns dos maiores times do país, tendo ali mandado seus jogos pelos Campeonatos Paulistas de 1927; 1928; 1929; 1930; 1931; 1950; 1951 e 1952.

Com a chegada do profissionalismo ao interior, em 1947, o Guarani passou a ter um sério problema. O Estádio da Rua Barão Geraldo de Resende, no Guanabara, já não comportava o Clube, e a Federação Paulista de Futebol prometia criar a "Divisão de Acesso", dando chances aos principais clubes do interior a ingressar em seu Campeonato Paulista, sendo que todos tinham certeza de que o Bugre logo aproveitaria essa oportunidade. Neste caso, criaram uma Comissão liderada por Antônio Carlos Bastos para estudar as alternativas possíveis. Depois de polêmica foram descartadas as possibilidades de nova reforma ou ampliação do antigo estádio. O Guarani precisava partir para uma área maior, ainda que não tão próxima ao centro da cidade.

Surgiu então a Sociedade de Imóveis e de Administração Ltda., que propôs a troca do terreno do bairro Guanabara por uma área de 50.400 m² na chamada Baixada do Proença, pagando ainda ao Clube, em parcelas, dois milhões de cruzeiros. Faria também a sondagem e a terraplenagem do novo terreno. Negócio fechado!

Enquanto a equipe de futebol disputava a Divisão de Acesso de 1948, a Comissão Pró-Estádio e os arquitetos Ícaro de Castro Melo e Oswaldo Correa Gonçalves desenvolviam seus estudos. O clube conseguiu junto à Imobiliária Paraíso a doação de uma área de 19.405 m², anexa à negociada, e Arlindo de Sousa Lemos doou mais 2.920 m². Definiu-se no projeto original que o estádio teria capacidade para 29 mil pessoas e seria construído em etapas.

Após uma ampla campanha de arrecadação de fundos feita entre seus torcedores, o Guarani construiu o estádio Brinco de Ouro da Princesa, inaugurado em 31 de maio de 1953 com uma partida com o Palmeiras, que acabou sendo derrotado pelo time de Campinas pelo placar de 3 a 1. Alguns anos depois passou a ser construído em torno do estádio um vasto clube social. Graças à estrutura criada, a equipe passou a se destacar nos campeonatos profissionais.

Mesmo antes da construção do "tobogã", em 1979/80, o Brinco de Ouro chegou a receber 34.513 torcedores presentes no jogo contra o Fluminense, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 1975, no dia 26 de novembro.

O recorde, com o "tobogã", foi de 52.002 pagantes, na semifinal do Brasileiro de 1982, contra o Flamengo (15/02/1982).

Em 5 de maio de 1990 jogaram, no Brinco de Ouro, as seleções de Brasil e Bulgária, com público de 51.720 torcedores.

Hoje o estádio tem capacidade para 32 453 espectadores, de acordo com as novas normas de acomodação, baseadas no estatuto do torcedor e normas da FIFA.

Títulos[editar | editar código-fonte]

HONORÁRIO
Competição Títulos Temporadas
WikiCup Trophy Gold.png Taça dos Invictos 1 1970
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Cbf brazilian championship trophy.svg Campeonato Brasileiro 1 1978
Troféu Campeonato Brasileiro - Serie B.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 1981
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista Amador 1 1944
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista - Série A2 1 1949
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista do Interior 5 1944, 1972, 1973, 1974, 1975
Paulista Championship Trophy.png Torneio Início Paulista 3 1953, 1954 e 1956
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Brasão da Cidade de Campinas.png Campeonato Campineiro 12 1916, 1919, 1920, 1938, 1939, 1941, 1942, 1943, 1945, 1946, 1953 e 1957

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Guarani Futebol Clube
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (1979)
Brasil Campeonato Brasileiro 1 (1978) 2 (1986, 1987) 2 (1982, 1994) 0 (não possui)
Brasil Torneio dos Campeões 0 (não possui) 1 (1982) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 1 (1981) 2 (1991, 2009) 1 (1990) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série C 0 (não possui) 1 (2008) 0 (não possui) 0 (não possui)
São Paulo Campeonato Paulista 0 (não possui) 2 (1988, 2012) 4 (1976, 1978, 1981, 1985) 4 (1927, 1928, 1973, 1979)
São Paulo Campeonato Paulista – Série A2 1 (1949) 1 (2011) 0 (não possui) 1 (2007)

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas
  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Guarani Futebol Clube
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Paulista
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Div. Pos.
2005 B 27 11 6 10 36 33 2ª Fase A1 11º
2006 B 18º 38 11 14 13 53 61 Oitavas-de-final A1 17º
2007 C 20º 12 5 3 4 14 12 1ª Fase A2
2008 C 32 15 8 9 47 35 1ª Fase A1 16º
2009 B 38 21 6 11 55 51 2ª Fase A1 19º
2010 A 18º 38 8 13 17 33 53 Oitavas-de-final A2 14º
2011 B 12º 38 15 7 16 51 48 2ª Fase A2
2012 B 18º 38 10 11 17 36 47 2ª Fase A1
2013 C 14° 18 5 9 4 15 13 1ª Fase A1 20º
2014 C 1ª Fase A2 13º


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana ou Copa do Brasil
     Rebaixamento
     Acesso

Hino[editar | editar código-fonte]

O hino oficial do Guarani Futebol Clube é de autoria do compositor campineiro Oswaldo Guilherme, que compôs a letra e a música. Há gravadas versões equivocadas do hino, que dizem "em todo o campo que eu vou" e "construímos com devoção". O correto:

“Eu levo sempre comigo, Em todo campo que eu for, A bandeira do verde e branco, Símbolo do torcedor.

Brinco de Ouro, a nossa taba, Construído com devoção, Nossa Família Bugrina, Tem raça e tradição.

Refrão Avante, avante meu bugre! Com fibra e destemor! A cada nova jornada, Guarani é mais amor.

Avante, avante meu bugre! Que nós vibramos por ti! Na vitória ou na derrota, Hoje e sempre, Guarani.”

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Atualizado em 4 de Junho de 2014.

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Emprestado.: Jogador emprestado
  • Voltaram de Empréstimo.: Retorno de empréstimo
  • Lesionado: Jogador com lesão média ou grave
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  • Suspenso: Jogador suspenso
  • Seleção Brasileira: Jogador convocado à Seleção Brasileira Sub-20
  • Seleção Brasileira: Jogador convocado à Seleção Brasileira Sub-17


Goleiros
Jogador
' Brasil Wanderson Emprestado.
' Brasil Pegorari Emprestado.
' Brasil Ramon
Defensores
Jogador Pos.
' Brasil Tiago Bernardi Emprestado. Z
' Brasil Petterson Emprestado. Z
' Brasil Jorge Luiz Z
' Brasil Anderson Z
' Brasil Oliveira Emprestado. LD
' Brasil Jefferson Feijão LD
' Brasil Bruno Ré Emprestado. LE
' Brasil Pedro Henrique Emprestado. LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
' Brasil Simião V
' Brasil Thiago Carpini V
' Brasil Samuel Emprestado. V
' Brasil Hélio Emprestado. V
' Brasil Georginho Emprestado. M
' Brasil Fumagalli M
' Brasil José Ovídio Ramos Júnior Emprestado. M
' Brasil Renan Mota Emprestado. M
' Brasil Cássio Emprestado. M
' Brasil Thiago Marin M
' Brasil João Vittor M
' Colômbia Fabry Castro M
Atacantes
Jogador
' Brasil Silas Emprestado.
' Brasil Leleco Emprestado.
' Brasil Joãozinho Emprestado.
9 Gana Mohammed Bawa
11 Nigéria Yerien Esukusiede
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Marcelo Veiga T

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes atuais
  • 1º - Camisa verde, calção branco e meias verdes.
  • 2º - Camisa branca, calção verde e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Uniformes dos goleiros
  • Grená com detalhes brancos;
  • Azul com detalhes brancos;
  • Roxo com detalhes brancos.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'


Outros Uniformes
  • 2013
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
  • 2012
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2011
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2010
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
  • 2009
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
  • 2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme

Presidentes do clube[editar | editar código-fonte]

A Maior do Interior[editar | editar código-fonte]

A torcida bugrina, é considerada em muitas pesquisas oficiais, a maior torcida do interior, ou seja, retirando-se dos dados os clubes de capitais e o Santos.[4] [5]

A sua maior torcida organizada é a Fúria Independente, pois é a que tem mais associados.

Fatos históricos[editar | editar código-fonte]

  • O Bugre possui o recorde de público de Campinas com 52.002 pessoas, no jogo Guarani versus Flamengo, em 1982 (a capacidade divulgada naquela época era de 53 mil, diminuída para proporcionar maior conforto e segurança).
  • O Guarani também possui vantagem no chamado Derby Campineiro. São 185 partidas disputadas com 65 vitórias, 61 empates e 58 derrotas, além de um resultado desconhecido.
  • A revista Placar, que ao final de cada Campeonato Brasileiro concede o troféu Bola de Prata aos melhores jogadores em cada posição, já premiou atletas bugrinos em diversas ocasiões, a saber:
  • Artilheiros do Campeonato Brasileiro com a camisa do Guarani: Edmar (1985, 20 gols) e Amoroso (1994, 19 gols).
  • Artilheiros do Campeonato Paulista: Jorge Mendonça (1981, 38 gols), Evair (1988, 19 gols) e Rubem (1990, 12 gols).
  • Artilheiro da Taça Libertadores da América: Miltão (1979, 6 gols).
  • No Campeonato Brasileiro de 1982 o ataque formado por Lúcio, Jorge Mendonça, Ernani Banana e Careca fez 63 gols em 20 jogos, estabelecendo o recorde de média de gols em Brasileiros que se mantém - 3,15 gols por partida.
  • Também pertence ao Guarani o recorde de vitórias consecutivas em Brasileiros: doze, estabelecido em 1978.
  • O Bugre disputou a Taça Libertadores da América em três ocasiões. Em 1979 foi quarto colocado, em 1987 chegou à segunda fase e, em 1988, às oitavas de final. O Guarani também participou da extinta Taça Conmebol em 1995.
  • O Guarani mantém equipes de modalidades como taekwondo, ginástica olímpica, natação, tênis, basquete, vôlei e futebol feminino, que freqüentemente representam a cidade de Campinas nos Jogos Abertos do Interior.
  • Embora na prática o clube tenha sido criado em 1º de abril, os fundadores do Guarani resolveram que a agremiação só passaria a existir no dia seguinte, a fim de evitar gozações com o Dia da Mentira. Por esse motivo, ficou-se estabelecido que a data oficial de fundação do Bugre seria o dia 2 de abril de 1911 .
  • O estádio Brinco de Ouro da Princesa ganhou esse nome graças a uma matéria feita por João Caetano Monteiro Filho para o jornal Correio Popular, quando seu projeto ainda estava na maquete. Ao visualizar as feições circulares do então futuro estádio, o jornalista achou que ele tinha o formato de um brinco. Como a cidade de Campinas é conhecida pelo apelido de "Princesa D'Oeste", João Caetano escreveu uma matéria com a manchete Brinco de Ouro para a Princesa. A alcunha se popularizou e acabaria por se tornar o nome oficial do estádio do Guarani.
  • O Guarani e o Botafogo (SP) foram os únicos clubes do interior que cederam os seus estádios para jogos da Seleção Brasileira. Em 1990,no jogo Brasil versus Bulgária, ocorreu o segundo maior público do Brinco (51.720 pagantes).
  • O Guarani é o único clube do interior que já foi campeão brasileiro: em 1978 ao vencer o Palmeiras nos 2 jogos finais.
  • O Bugre possui, hoje, a maior bandeira dos times do interior e a 6ª maior do Brasil, com 140x40 metros. Ela estreou no último jogo do time na série B do Campeonato Brasileiro, em 2009, retornando a elite do futebol brasileiro em 2010.
  • Muitos atletas que se consagraram no Bugre também se consagraram no Corinthians: Amaral (zagueiro), Zenon (meia), João Paulo, Luizão e Edmar (atacantes).

Dados históricos[editar | editar código-fonte]

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Maiores artilheiros da história do Guarani Futebol Clube:

 
Goleadores
1. Zuza 149
2. Careca 109
3. Nenê 100+

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

Ranking atualizado em 21 de dezembro e divulgado em 22 de dezembro de 2012 [6] [7]

  • Posição: 26º
  • Pontuação: 6.006 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]