Paysandu Sport Club

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Paysandu
Paysandu Sport Club
Nome Paysandu Sport Club
Alcunhas Alviceleste
Papão
Papão da Curuzu
Mascote Lobo-oficial
Fundação 2 de fevereiro de 1914 (100 anos)
Estádio Estádio Leônidas Castro (Curuzu)
Capacidade 16.200 pessoas
Localização Coat of arms Belem do Para Brazil.jpg Belém, Pará PA, Brasil Brasil
Presidente Brasil Vandick Lima
Treinador Brasil Mazola Júnior
Patrocinador
Brasil Drogarias Big Ben
Pará Governo do Estado do Pará
Material esportivo Alemanha Puma
Competição Pará Campeonato Paraense
Brasil Copa Verde
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão Pará Primeira Divisão
Brasil Série C
Pará PA 2014
Brasil CV 2014
Brasil CB 2014
Brasil C 2014
Vice-campeão
Campeão
Terceira Fase
Em andamento
Pará PA 2013
Brasil CB 2013
Brasil B 2013
Campeão
Terceira Fase
18º Colocado
Pará PA 2012
Brasil CB 2012
Brasil C 2012
4º Colocado
Oitavas-de-Final
4º Colocado
Ranking nacional Straight Line Steady.svg 32º lugar, 4292 pontos[1]
Website Paysandu.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Paysandu Sport Club é uma agremiação poliesportiva da cidade de Belém, Pará, Brasil. Fundado em 2 de fevereiro de 1914 por antigos membros do Norte Club. Tornou-se o mais populoso clube de futebol do Pará e da Região Norte do país[2] . É também conhecido como "Papão da Curuzu", em referência ao Estádio Leônidas de Castro (Curuzu), onde manda grande parte de seus jogos, juntamente com o Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão).

Em sua história, o clube conquistou 45 Campeonatos Paraenses, sendo atualmente o segundo maior campeão estadual do Brasil. O Papão detém 2 Campeonatos Brasileiro da Série B; conquistado em 1991 e 2001, 1 Copa Norte em 2002, 1 Copa Verde em 2014 (Judice) e 1 Copa dos Campeões em 2002 - título este que lhe garantiu participar da Copa Libertadores da América de 2003, ficando em 9º Lugar na Libertadores de 2003 , um feito jamais repetido por outra equipe da região norte, tanto pela participação e também posição final naquela Libertadores.O Paysandu também foi vice do Campeonatos Brasileiro da Série B em 1987 e quarto lugar em 2000 (Copa João Havelange), também foi quarto lugar do Campeonatos Brasileiro da Série C em 2012. Seu retrospecto em competições nacionais inclui participações em 20 edições da Série A do Brasileiro (desde 1971), 7 da extinta Taça Brasil, 13 da Série B do Brasileiro e outras 16 da Copa do Brasil.

Seu principal adversário é o Remo, com quem tem faz o Re-Pa, uma das maiores rivalidades do futebol brasileiro.[3] Entre os clubes da região, possui atualmente a maior torcida do Norte, segundo o IBOPE, sendo o vigésimo clube de maior torcida no Brasil, o Paysandu é o nono maior contingente se incluídos clubes de todo o país.[nota 1] Também é o clube nortista mais bem posicionado no Ranking da CBF.[5]

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

O Paysandu Sport Club foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914 após um desentendimento com diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball (atual Federação Paraense de Futebol). A briga foi ocasionada pela não-anulação da partida Norte Club 1 x 1 Guarany, realizada em 15 de novembro de 1913, cujo resultado deu ao Grupo do Remo (atual Clube do Remo) o título de campeão paraense de futebol.

Naquele ano, o Norte Club realizava uma boa campanha e precisava vencer o Guarany para forçar uma partida extra com o Grupo do Remo. Após o empate em 1 a 1, os integrantes do Norte Club, inconformados, solicitaram à Liga Paraense de Foot-Ball a anulação da partida, devido a diversas irregularidades. Porém, a diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball julgou improcedente o recurso.

A decisão não agradou nem um pouco aos integrantes do Norte Club, que decidiram então criar um movimento, sob a liderança de Hugo Manoel de Abreu Leão, para a fundação de uma nova agremiação, mais forte, para poder enfrentar em igualdade de condições os seus adversários. Este movimento não agradava aos integrantes do Grupo do Remo, os quais tentaram persuadir Hugo Manoel a abandonar a ideia.

No dia 1º de fevereiro de 1914, o jornal "O Estado do Pará" fez a convocação para a reunião da fundação do novo clube. A convocação feita pelo jornal surtiu efeito, fazendo com que comparecessem à reunião 42 desportistas, muitos dos quais eram integrantes do Norte Club, além de outros de agremiações diferentes, como, por exemplo, do Internacional Sport Club, ou Recreativa.

A reunião foi iniciada às 20h15 horas de uma segunda-feira, 2 de fevereiro de 1914, na residência de Abelardo Leão Conduru, localizada à rua do Pariquis, n.º 22, entre as travessas Apinagés e São Matheus (atual Padre Eutíquio).

Por unanimidade, a assembleia escolheu Hugo Leão para presidir os trabalhos. Como líder do movimento, ele propôs a denominação de Paysandu Foot-Ball Club para a nova agremiação. O nome foi escolhido "como homenagem ao feito glorioso e heroico da Marinha de Guerra Brasileira ao transpor o Passo do Paysandú, na guerra contra o Paraguai".

A sugestão de Hugo Leão foi motivo de acirrado debates na assembleia, que logo se dividiu em duas alas: uma a favor e outra contrária, a qual propunha o nome de Team Negra Foot-Ball para a nova agremiação. Feita a votação, registrou-se a vitória da denominação de Paysandu Foot-Ball Club.

Escolhido o nome, a assembleia elegeu o primeiro presidente, Deodoro de Mendonça, que encabeçou a diretoria durante o ano de 1914. Foi escolhida ainda a comissão destinada a redigir os Estatutos do Clube, recaindo a escolha nos nomes de Deodoro de Mendonça, Eurico Amanajás e Arnaldo Morais.

No início da década de 1920 o Paysandu passou a ter hino oficial. A letra é do poeta José Simões, enquanto que a música foi feita pelo professor Manuel Luis de Paiva.

O primeiro time do Paysandu: Romariz; Bayma; Sylvio; Jaime; Moura Palha; Mittchel; Hugo Leão; Garcia; Guimarães; Mattheus(inglês autor do primeiro gol do Paysandu Sport Club); Arthur Morais.

O Clube de Suíço[editar | editar código-fonte]

O Paysandu já foi muito conhecido como "O Clube de Suísso". Ainda hoje, as vezes, assim é chamado. Mas, quem foi "Suísso"? Seu nome: Antonio Barros Filho. Foi um dos grandes jogadores de futebol que o Pará já teve. Dizem que iniciou-se na Suíça, e daí o apelido. Paraense, nasceu em 1899 e morreu, ainda moço, 23 anos, a 2 de julho de 1922. Jogava com eficiência em qualquer posição, mas destacava-se como lateral esquerdo ou centro-médio. Foi sempre o “capitão do time” no Paysandu, função que, na época, incluía a de treinador.

O Guarany Football Club, hoje extinto, que se localizava na Av. José Bonifácio, onde Suísso jogava em 1914 (no campeonato desse ano perdeu para o Paysandu por 4 x 1). Só em fins de 1914 que Suísso passou para o Paysandu, estreando em 31 de Janeiro de 1915, na meia-direita, contra o Clube do Remo, vitória do Paysandu, 2x0. Efetivo da seleção paraense, neste jogou de ponta-direita. Suísso amava o Paysandu que, para ele, era uma espécie de devoção. Havia na sede antiga do Paysandu, a que foi demolida para dar lugar a atual, carinhosamente guardado em armário envidraçado, o último uniforme do Paysandu que "Suísso" usou (camisa, calção, meias e chuteiras), e, na parede, pendurado por cima desse armário, o retrato emoldurado de Suísso.

Dizem que num Paysandu x Remo, em 15 de julho de 1923, pelo Campeonato Paraense, no final do jogo, placar 0x0, pênalti contra o Paysandu. João Moraes, goleiro do Paysandu, disse depois, ter ouvido a voz de Suísso dizer: “te atira pro lado direito”. Não teve dúvida, fechou os olhos, ouviu o apito, e jogou-se para o lado direito e Defendeu o pênalti! Rápido, chutou a bola para frente, Vadico pegou e fez 1x0 para o Paysandu. Minutos depois o jogo acabou.[6]

Campeão Invicto[editar | editar código-fonte]

Treinado inicialmente por Alfredo Gama e nos jogos finais por Nagib Coelho Matni, o Paysandu conquistou o título de pentacampeão paraense de futebol, na temporada de 1947. O "Esquadrão de Aço" realizou esplêndida campanha, sagrando-se campeão invicto, e por antecipação, ao derrotar o Remo por 2x0 em seu penúltimo compromisso na competição, na data de 21 de dezembro de 1947.

O "Papão" jogou 8 partidas, com sete vitórias e um empate. Seu ataque marcou 27 gols e sua defesa deixou passar somente 7 gols, com saldo positivo de vinte gols. O centroavante Hélio foi o artilheiro do Paysandu e do campeonato com onze gols. Sóia fez 4, Rivas, 4, Dengoso, 2, Hosana, 2, Brias, Guimarães, Adimar e Conde (zagueiro da Tuna Luso), contra, 1 gol cada.

O time base da campanha e que jogou a penúltima partida: Aluísio, Bendelaque e Rafael Bria; Pedro, Manoel Pedro e Taco; Hosana, Dengoso, Hélio, Guimarães e Soiá. Tomaram parte na conquista do pentacampeonato outros atletas: Simeão (goleiro); Anthenagoras e Jesus (zagueiros); Adinamar (centro-médio); Farias, Aracati e Rivas (atacantes).

Na partida final, contra o Transviário, vitória do Paysandu por 9 a 1. A diretoria pagou, a cada atleta, o "bicho" de Cr$1.000,00, e, em campanha entre os torcedores, arrecadou-se uma boa soma, que rendeu a cada atleta mais Cr$500,00 de premiação.

Pela conquista do título, o Paysandu recebeu o Bronze "Belas Vitórias", oferta de uma firma de Belém do Pará.

  • Campanha do Paysandu no Campeonato Paraense de 1947:
18/05 - Paysandu 4-2 Tuna Luso
15/06 - Paysandu 6-1 Júlio César
20/07 - Paysandu 2-1 Transviário
14/09 - Paysandu 1-1 Remo
19/10 - Paysandu 3-1 Tuna Luso
09/11 - Paysandu 2-1 Júlio César
21/12 - Paysandu 2-0 Remo
27/12 - Paysandu 9-1 Transviário


Campeão Brasileiro da serie B de 1991[editar | editar código-fonte]

O Paysandu sagrou-se campeão da 2ª Divisão do Campeonato Brasileiro em 1991. O time tinha em seu elenco, dentre outros, os seguintes jogadores: Luís Carlos, César, Ari, Nadi, Paulo Cruz, Maurício, Gerson, Oberdan, Rogerinho, Cacaio, Fernando, Mazinho, Pedrinho, Léo, Jorginho Macapá e Dadinho. O técnico era Joel Martins. Disputaram aquele campeonato 64 equipes, que totalizaram 997 gols em 478 jogos, com uma média de 2,09 gols por partida. O artilheiro da competição foi Cacaio, do Paysandu, com 14 gols.

Estatísticas do Paysandu: • 22 Jogos • 14 Vitórias • 4 Empates • 4 Derrotas • 35 Gols Pró • 13 Gols Sofridos

Campanha:

1ª Fase 27/01, Paysandu 4x2 Maranhão 31/01, Sampaio Corrêa 0x1 Paysandu 07/02, Rio Negro 0x0 Paysandu 14/02, Paysandu 5x1 Rio Branco-AC 21/02, Paysandu 2x1 Tuna Luso 28/02, Independência-AC 0x3 Paysandu 07/03, Paysandu 3x0 Remo 14/03, Maranhão 1x0 Paysandu 17/03, Paysandu 1x0 Sampaio Corrêa 21/03, Paysandu 3x1 Rio Negro 28/03, Tuna Luso 1x1 Paysandu 05/04, Remo 1x1 Paysandu 09/04, Paysandu 2x0 Independência-AC 13/04, Rio Branco-AC 0x1 Paysandu

Oitavas-de-Final 21/04, Paysandu 1x0 Ceará 28/04, Ceará 1x1 Paysandu

Quartas-de-Final 01/05, ABC 1x0 Paysandu 05/05, Paysandu 3x1 ABC

Semifinais 08/05, Americano 1x0 Paysandu 14/05, Paysandu 1x0 Americano (pênaltis: 5x4)

Finais 09/05, Guarani 1x0 Paysandu 13/05, Paysandu 2x0 Guarani

Papão conquistando seu primeiro titulo nacional.


Campeão Brasileiro da serie B de 2001[editar | editar código-fonte]

O Paysandu sagrou-se bi-campeão da Série B do Campeonato Brasileiro em 2001. Na última partida do quadrangular final, quando o Paysandu garantiu o acesso de volta à Série A, a equipe entrou em campo diante do Avaí com a seguinte formação: Marcão; Valentim, Gino, Sérgio e Lino; Sandro, Rogerinho, Luiz Carlos e Jóbson; Zé Augusto e Vandick. O técnico era Givanildo Oliveira. Disputaram aquele campeonato 28 equipes, que totalizaram 1.112 gols em 388 jogos, com uma média de 2,86 gols por partida. O artilheiro da competição foi Sérgio Alves, do Ceará, com 21 gols.

Estatísticas do Paysandu: • 34 Jogos • 14 Vitórias • 16 Empates • 4 Derrotas • 60 Gols Pró • 36 Gols Sofridos

Campanha:

1ª Fase 12/08, São Raimundo 1x1 Paysandu 19/08, Paysandu 1x0 CRB 22/08, Sampaio Corrêa 2x2 Paysandu 26/08, Paysandu 2x1 ABC 29/08, Paysandu 3x0 Sergipe 01/09, Náutico 1x1 Paysandu 09/09, Paysandu 3x1 Remo 12/09, Ceará 1x1 Paysandu 16/09, Paysandu 2x1 Nacional-AM 19/09, América-RN 1x1 Paysandu 23/09, Paysandu 2x2 Tuna Luso 26/09, Paysandu 2x0 Fortaleza 30/09, Anapolina 3x2 Paysandu 03/10, Paysandu 3x0 Sampaio Corrêa 06/10, Paysandu 1x0 São Raimundo 10/10, CRB 1x0 Paysandu 18/10, ABC 1x1 Paysandu 21/10, Sergipe 3x2 Paysandu 24/10, Paysandu 2x1 Náutico 27/10, Remo 1x1 Paysandu 04/11, Paysandu 1x1 Ceará 08/11, Nacional-AM 2x2 Paysandu 11/11, Paysandu 4x1 América-RN 14/11, Tuna Luso 0x2 Paysandu 18/11, Fortaleza 0x0 Paysandu 24/11, Paysandu 2x1 Anapolina

No jogo contra o fortaleza que o Papão ganhou por 2 a 0 na curuzu, o paysandu conseguiu a maior invencibilidade de times paraenses em Campeonatos Brasileiros, 12 jogos invictos.

2ª Fase 27/11, União São João 0x0 Paysandu 30/11, Paysandu 0x0 União São João

Quadrangular Final 04/12, Avaí 3x3 Paysandu 07/12, Paysandu 0x0 Caxias 11/12, Figueirense 3x3 Paysandu 14/12, Paysandu 3x0 Figueirense 19/12, Caxias 4x3 Paysandu 22/12, Paysandu 4x0 Avaí

Papão bicampeão da serie B.

Campeão da Copa norte em 2002[editar | editar código-fonte]

O Paysandu sagrou-se campeão da Copa Norte ao vencer o São Raimundo do Amazonas por 3 a 0, no lotado estádio da Curuzu, em Belém, e impediu que o rival ficasse com o título pelo quarto ano consecutivo.

O papão que já tinham ganhado o primeiro jogo por 1 a 0, no Vivaldão, abriu o placar logo aos 17min, com Lecheva. Sandro, aos 12min do segundo tempo, ampliou, e Lecheva, a dez minutos do final, fechou o placar.

Essa foi a primeira vez que o Paysandu conquista a Copa Norte. A primeira edição, em 1997, foi vencida pelo Rio Branco. O Sampaio Corrêa triunfou no ano seguinte e o São Raimundo faturou de 1999 a 2001.

Em 14 jogos no regional de 2002, o campeão alcançou 9 vitórias, 3 empates e sofreu apenas 2 derrotas. Marcou 26 gols (média de 1,8) e sofreu 9 (0,6).Com o titulo o Paysandu ganhou a vaga na copa dos campeões desse ano de 2002.

A Copa dos Campeões[editar | editar código-fonte]

Campeão brasileiro da Segunda Divisão em 2001, o Paysandu ganhou no ano seguinte a Copa dos Campeões, competição que reunia os melhores colocados nos torneios regionais. Nas finais, o Paysandu passou pelo Cruzeiro.

A conquista classificou o Paysandu para a Taça Libertadores da América de 2003.

A Campanha:

Primeira fase de grupos

3 de julho de 2002 - Corinthians 1-1 Paysandu;

7 de julho de 2002 - Paysandu 0-0 Fluminense;

14 de julho de 2002 - Náutico 2-3 Paysandu;

Quartas de final

21 de julho de 2002 - Paysandu 2-1 Bahia;

O paysandu teve a chance de abrir o placar logo aos 26 minutos, Jajá diblou o zagueiro Ramalho e foi derrubado dentro da area, sendo marcado o pênalti, batido pelo jogador Jobson e defendido pelo goleiro Emerson,Aos 29minutos do primeiro tempo, após cobrança de lateral na área, Vandick tocou para trás e Jajá bateu cruzado em um belo chute e fez 1 a 0 para o os donos da casa. No final do primeiro tempo, em penalty cobrado e convertido por Robson (Robgol), Que ano seguinte se tornaria idolo do papão, jogando a libertadores e o Brasileiro. No segundo tempo, o jogador jobson no final do segundo tempo de penalty fez o gol da classificação, 2 a 1 para o papão.

Semifinal

28 de julho de 2002 - Paysandu 3-1 Palmeiras

O palmeiras abriu o placar no primeiro tempo, com o jogador Nene. No segundo tempo o papão empatou com um gol de cabeça de vandick, em um desvio de cabeça do jogador trindade ampliou a vantagem para 2 a 1 , sacramentando a vitoria em um belo gol de albertinho aos 46 minutos, driblando o zagueiro palmeirense e deslocando o marcos, finalizando o jogo em 3 a 1.

Grande decisão' 31 de julho de 2002 - Paysandu 1-2 Cruzeiro

Sandro fez para o papão um belo gol de falta, não evitando a derrota no mangueirão por 2 a 1, levando a decisão para o castelão em Fortaleza

4 de agosto de 2002 - Cruzeiro 3-4 Paysandu (decisão por pênaltis: Paysandu 3 X 0).

Em um jogo eletrizante o papão ganhou por 4 a 3, levando a decisão para os pênaltis, empatando a serie em 6 a 6.

Logo aos 9 minutos Fabio Junior, o atacante abriu o placar para o Cruzeiro,em um rebote do goleiro marcão. Em desvantagem o paysandu foi para o ataque, empatando um minuto depois, com o gol do matador bicolor vandick,ampliando também aos 22 minutos com uma falha do goleiro Jeferson, após cabeceada. Em vantagem, o Paysandu voltou a dar espaço para o Cruzeiro. Em um ataque pela esquerda, Leandro tocou para Joãozinho, que rolou para trás. Jorge Wagner furou e Cris completou para o gol, empatando o jogo. Mais uma vez,a reação não demorou, após a saída fez o seu terceiro gol, o terceiro de Vandick na partida. Depois de cruzamento da esquerda, ele voltou a vencer a defesa do cruzeiro em uma cabeçada. No segundo tempo, o jogo continuou em ritmo acelerado e aos 4 minutos, Fábio Júnior marcou seu sexto gol na competição, assumindo a artilharia isolada. Jussiê fez boa jogada pelo meio e chutou. Marcão espalmou e a bola sobrou para o atacante, que só teve o trabalho de empurrar para o gol. Desta vez, no entanto, o papão teve mais trabalho para marcar. O quarto gol saiu aos 12 minutos, o goleiro do Cruzeiro saiu mal do gol em uma cobrança de escanteio e foi encoberto por uma cabeçada de Jóbson. no restante do segundo tempo o Cruzeiro levou um pouco mais de perigo, mas o paysandu bem postado em campo, com sua marcação conseguiu segurar o placar em 4 a 3, em seu favor, levando a decisão para os penaltys.

Nos pênaltis o papão venceu por 3 a 0, convertendo todos suas cobranças batidas, com vélber, Jobson, e luis Fernando por ultimo (3 a 0). Garantindo o titulo inédito ao Paysandu sport Club e a vaga na libertadores da America de 2003, feito inédito para o futebol do Norte e do Pará, até os dias de hoje, campanha reconhecida pelos outros clubes, deixando diversos campeões Brasileiros pelo caminho, como Corinthians, Bahia, Palmeiras e o Cruzeiro.

O maior campeão de 2002'´ 'o paysandu foi também nesse ano o Clube Brasileiro que mais ganhou títulos em 2002, sendo o campeonato paraense desse ano, copa do norte e copa dos campeões de 2002, ultrapassando nesse ano o Corinthians, Cruzeiro e Goias, esses com dois títulos cada.

A formação campeã Marcão; Marcos, Gino, Sérgio e Luís Fernando; Sandro, Rogerinho, Jóbson e Vélber; Jajá e Vandick.

Técnico: Givanildo Oliveira

Na Copa Libertadores da América[editar | editar código-fonte]

Graças ao inédito título da Copa dos Campeões em 2002, o bicolor paraense disputou o mais importante torneio de futebol das Américas, envolvendo os melhores clubes, da temporada anterior, de países como Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia e Paraguai, sendo assim, o único clube do norte do Brasil a participar da competição.

O Brasil, nesta edição, estava representado, além do Paysandu, por Santos (campeão brasileiro de 2002), Corinthians (campeão da Copa do Brasil de 2002) e Grêmio (terceiro colocado no campeonato brasileiro de 2002, recebendo a vaga que seria do vice-campeão, o Corinthians, por este já ter se classificado com o título da Copa do Brasil).

O bicolor do Pará era treinado por Darío Pereyra, e tinha, em seu elenco, jogadores como o atacante Róbson "Robgol", Iarley, Sandro Goiano, e Vélber, dentre outros.

O Paysandu participou na primeira fase figurando no grupo 2, ao lado de Cerro Porteño, Sporting Cristal e Universidad Católica. Após 4 vitórias e 2 empates, o "Papão" terminou na liderança do grupo, com 14 pontos. Teve a terceira melhor campanha nesta fase, atrás apenas de Corinthians (15 pontos) e Santos (também com 14 pontos, mas com saldo de gols superior).

A Campanha 13 de fevereiro de 2003 - Lima, Peru - Sporting Cristal 0-2 Paysandu;

6 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 0-0 Cerro Porteño;

11 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 3-1 Universidad Católica;

18 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 2-1 Sporting Cristal;

27 de março de 2003 - Assunção, Paraguai - Cerro Porteño 2-6 Paysandu;

15 de abril de 2003 - Santiago, Chile - Universidad Católica 1-1 Paysandu.

Na segunda fase, também conhecida por "oitavas-de-final" (participação dos 16 melhores clubes da primeira fase), enfrentou o Boca Juniors, tradicional clube argentino, até então dono de 4 títulos na Libertadores, e que terminou a primeira fase na segunda colocação do grupo 7, com 11 pontos.

Na primeira partida, realizada na Argentina (Estádio La Bombonera, Buenos Aires), o "Papão" surpreendeu mais uma vez, vencendo por 0 x 1 (gol de Iarley). Porém, o ótimo resultado desta partida foi revertido pelos experientes argentinos, que venceram a partida de volta, realizada em Belém do Pará, por 2 x 4.

Com apenas 1 derrota, o Paysandu encerrou aquela que é, até hoje, sua única participação neste torneio. Na classificação final, ficou com a 9a. colocação (à frente do Corinthians, o décimo, também eliminado nas oitavas-de-final). O atacante Róbson "Robgol" foi o terceiro maior goleador da competição, com 7 gols.

E o clube responsável por esta derrota e pela eliminação do "Papão", o Boca Juniors, acabou sagrando-se campeão da Libertadores naquele ano, eliminando, no decorrer do torneio, Cobreloa (quartas-de-final), América de Cáli (semifinal) e Santos (final).

O Paysandu é o atual recordista com melhor aproveitamento em uma única edição da Libertadores conseguindo 70% dos pontos disputados.[7]

O Paysandu na Copa Libertadores da América de 2003 Jogos: 8; Vitórias: 5; Empates: 2; Derrota: 1; Gols Marcados: 17; Gols Sofridos: 9.

O Paysandu Sport Club é o único da Região Norte do Brasil que já participou da Copa Libertadores da América e é o único time brasileiro a ganhar do Boca Juniors em plena La Bomboneira sem sofrer gols e a enfrentar o Boca que ganhou o Mundial de Clubes da FIFA ou Mundial Interclubes da FIFA.

2005 - 2006[editar | editar código-fonte]

Após terminar na 21ª colocação na série A do Brasileirão (dentre 22 equipes) em 2005, o "Papão" acabou rebaixado, em 2006, para a Série B do Campeonato Brasileiro,Dentre 22 participantes, terminou na 21ª posição (à frente apenas do Brasiliense, com 41 pontos conquistados (12 vitórias, 5 empates e 25 derrotas) (40 pontos a menos do que o vencedor do torneio, o Corinthians, e 10 pontos a menos do que o último clube que se manteve na Série A, a Ponte Preta). Mesmo após ótimo desempenho do atacante Robgol, que perdeu a artilharia da Série A, para Romário (Vasco da Gama), por apenas 1 gol, sendo vice artilheiro com 21 gols o Robgol, entrando na seleção dos melhores do Campeonato Brasileiro de 2005.

Em 2006, era um dos times esperados a brilhar na Série B e favorito a ficar com uma das 4 vagas de retorno à primeira divisão, terminando em quarto lugar no campeonato, antes da parada para a copa do mundo de 2006, realizando no ultimo jogo antes da parada da copa o seu melhor jogo nesse campeonato, aplicando uma goleado de 6 a 2 na Portuguesa-SP, em pleno Canindé. Porém, formou uma equipe muito instável e com problemas de salários atrasados, no retorno do campeonato começou a entrar em declínio na tabela, tomando umas das maiores goleadas recentemente da Serie B, perdendo de 9 a 0 para o Paulista de Jundiaí, em Sp, após esse jogo alguns jogadores deixaram o elenco. No ultimo jogo do campeonato desse ano, no mangueirão contra o Marilia-SP venceu por 4 a 1, mesmo assim não evitando o segundo rebaixamento consecutivo , pois precisava torcer para uma derrota da Portuguesa-SP contra o Sport-PE na ilha do retiro, fato que não ocorreu. Sua campanha: 38 jogos, 12 vitórias, 8 empates e 18 derrotas; 51 gols marcados e 70 sofridos; 44 pontos, 27 pontos a menos do que o vencedor deste torneio, o Atlético Mineiro (que também havia sido rebaixado à Série B em 2005).

Na Série C (2007 - 2012)[editar | editar código-fonte]

2007[editar | editar código-fonte]

Em 2007, com uma campanha instável, o Paysandu começou mal a temporada, com o 4º lugar do estadual e sua participação na série C foi curta e desastrosa: em 6 jogos, somou apenas 1 ponto, fruto de um empate com o Ananindeua (clube também do Pará) em 3 X 3, em seu próprio estádio. Nos outros 5 jogos, o "Papão" saiu de campo derrotado pelas seguintes equipes: Imperatriz (Maranhão) (classificada em primeiro lugar no grupo), Ananindeua (2ª colocada) e Araguaína (Tocantins) (após perder 12 pontos, devido a escalação de um jogador de forma irregular, despencou da então liderança do grupo à lanterna, com 1 ponto negativo), o que ocasionou a vergonhosa desclassificação ainda na Primeira Fase.

2008[editar | editar código-fonte]

Em 2008, o Paysandu, teve uma participação mediana na série C, mas muito fraca pela tradição do clube. O Paysandu, passou da 1ª fase em segundo lugar com 9 pontos (2 vitórias, 3 empates e 1 derrota) atrás somente do Águia de Marabá. A 2ª fase foi mais tranquila, o Papão somou 10 pontos (3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas), e em 2º lugar passou de fase. Porém, na 3ª fase, não conseguiu repetir o bom futebol e os 8 pontos não foram suficientes para passar de fase já que o Rio Branco-RJ e Águia de Marabá fizeram, 13 e 9, respectivamente. Porém, o Paysandu conquistou vaga para a Série C de 2009, que contará com 20 times (4 rebaixados da série B e do 5º ao 20º colocado da série C de 2008). Na classificação geral, o time ficou na 12ª colocação, com 27 pontos.

2009[editar | editar código-fonte]

O Paysandu começou o ano de 2009 com o pé direito, sendo Campeão da Taça Cidade de Belém (1º turno), vencendo na final o São Raimundo-PA, por 5x3 (3x0 e 2x3). Na final do Campeonato Paraense, encontrou novamente o São Raimundo, e venceu de novo por 9x3 (6x1 e 3x2), conquistando assim o 43º título estadual do time, o que fez do Paysandu o 2º maior Campeão Estadual do Brasil, perdendo somente para o ABC, de Natal (Rio Grande do Norte), que possuía 50 títulos na época). Assim o Paysandu ia para a Série C como um dos favoritos ao título da competição. Na 1ª fase, no grupo mais equilibrado, conseguiu com muita dificuldade, passar de fase, em 2º com 12 pontos, atrás somente do Rio Branco. Nas quartas-de-final, a equipe encarou o Icasa, mas foi derrotado por 7x3 (1x1 e 6x2). Terminando a competição na 8ª colocação, e mais uma vez, sem conseguir o acesso a série B.

2010[editar | editar código-fonte]

Em 2010 o Paysandu conseguiu conquistar pela segunda vez seguida a Taça Cidade de Belém, o 1º turno do Campeonato Paraense, vencendo o Remo na final por 7x5 (4x2 e 3x3), e garantiu sua vaga na final do Estadual. No segundo turno do Parazão, o Bicolor foi eliminado para seu rival, o Clube do Remo, por 2x2 na semifinal (o Remo passou, pois tinha vantagem do empate, pela campanha na fase classificatória). Na final do Estadual, o Papão mostrou sua força e venceu o Águia de Marabá por 3x2 (0x1 e 3x1), e conquistou pela 44º vez o Título do Campeonato Paraense. Na Série C o Paysandu, conseguiu passar da 1º fase como 1º colocado no grupo com 14 pontos (4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas), dois a frente do segundo colocado, Águia de Marabá. O Papão então foi para o mata-mata, onde enfrentou Salgueiro, e mais uma vez, apesar do favoritismo, não conseguiu o acesso para a Série B, ao ser derrotado por 4x3 (1x1 e 3x2).

2011[editar | editar código-fonte]

Em 2011 o Paysandu não conseguiu o tri-campeonato paraense ao empatar com o Independente por 3x3, e perder para o mesmo na disputa de pênaltis por 3x0, terminando na primeira colocação geral, mas como vice-campeão. O Paysandu começou bem a Série C, venceu o Araguaína por 0x1 fora de casa e deu fim a um tabu de 5 anos sem vencer fora de seus domínios em campeonatos brasileiros. Ao fim da 1ª Fase, o Papão acabou na segunda colocação do grupo, com 14 pontos, atrás Rio Branco, após uma vitória de 5x0 sobre o Araguaína em casa. Na segunda fase, o Paysandu não conseguiu continuar seu caminho de volta para a Série B, e ficou em 3º lugar no grupo, com 7 pontos, atrás do CRB, com 12, e do América de Natal, com 9.

2012[editar | editar código-fonte]

O Paysandu formou um time aliando muitos jogadores da base a alguns reforços de nome para as competições nacionais. No Parazão o time não foi bem, sendo eliminado na primeira fase do primeiro turno, e no segundo, apesar de somente duas derrotas, foi eliminado nas semifinais, dependendo do ranking da CBF para se classificar a Copa do Brasil de 2013. Já na Copa do Brasil o Paysandu foi bem, no primeiro duelo frente ao Espigão, o Paysandu venceu por 1 a 3 na casa do adversário eliminando o jogo de volta e se classificando para enfrentar o Sport na 2° fase da competição. Mesmo desacreditado por boa parte do público, o Paysandu foi pra cima do Sport e venceu os dois jogos, o primeiro por 2 a 1 Mangueirão, e no segundo a vitória histórica em plena Ilha do Retiro por 4 a 1, quebrando o tabu de nunca ter se classificado para as oitavas-de-final da Copa do Brasil, e de 51 anos sem vencer o Sport e construindo um tabu de 2 jogos sem perder para o time pernambucano. Apesar da boa campanha contra o Sport, o Paysandu perdeu para o Coritiba, pelos placares de 4 a 1 no jogo de ida e de 1 a 0 no jogo de volta.

Na Série C, a equipe teve momento de altos e baixos. O pior momento foi, sem dúvida a sequência de oito jogos sem vitória. Em meio ao jejum, a torcida revoltou-se e atirou vários objetos no campo (no empate em 1 a 1 com o Icasa no Mangueirão, acarretando em punição imposta pelo STJD, com a perda de dois mandos de campo[8] ). Porém, depois da fase ruim, a equipe engatou três partidas sem derrota, que praticamente selaram a classificação para a fase final da competição (destaque para goleadas sobre o Treze por 5 a 1 e contra o Salgueiro por 4 a 0, ambas em Belém). Na última rodada classificatória, perdeu para o Icasa no Ceará por 1 a 0, mas ainda assim se classificou[9] , pois o Santa Cruz foi derrotado pelo Águia de Marabá no interior do Pará por 1 a 0[10] . Na fase final, o adversário do Papão foi o Macaé, do Rio de Janeiro. No jogo de ida, disputado em Paragominas (pela perda de mando imposta), o Paysandu venceu por 2 a 0[11] e na volta perdeu por 3 a 2, e mesmo assim, garantiu o acesso para a Série B de 2013, encerrando seis anos de ausência da segunda divisão.[12]

Novos Rumos em 2013[editar | editar código-fonte]

O ano de 2013 começa de maneira esperançosa para os bicolores. O Paysandu finalmente volta à Série B após seis anos. O ídolo do clube Vandick Lima torna-se presidente e realiza um sonho antigo do clube, um terreno para a construção de um centro de treinamento. A principal intenção do novo mandatário bicolor é profissionalizar o clube para uma boa Série B e manter o time forte para o centenário, que ocorre em 2014.

Logo no primeiro campeonato disputado, o Paysandu foi campeão. O título veio no Campeonato Paraense, onde o time alvi-celeste venceu o primeiro turno e a final de maneira indiscutível, com o melhor ataque (55 gols) e aproveitamento (71,2%) da competição. Na Copa do Brasil, o Paysandu foi eliminado na terceira fase, para o Atlético Paranaense, após passar por São Raimundo-RR e Naviraiense, após ser eliminado dentro de campo, mas foi classificado com a eliminação do time sul-mato-grossense da competição pelo STJD, por ter jogado com dois jogadores irregulares.

Atualmente, o Paysandu disputa o Campeonato Brasileiro da Série B, contabilizando 13 participações.

Campeão Paraense em 2013, conquistando seu 45º título estadual, vencendo o Paragominas Futebol Clube por 4 x 0 na primeira partida em Paragominas e ratificando a conquista com nova vitória, dessa feita por 3 x 1, em Belém.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo é alviceleste, com três iniciais, PSC, em referência ao nome Paysandu Sport Club. Na parte inferior, existe um pé alado (com asas), criação de Mário Bayma que explicou o seu significado: “O objetivo da velocidade do ‘team’ jamais seria igualada ou superada por seus adversários, pois chegaria aos limites do vôo”. Acima do escudo encontra-se duas estrelas douradas simbolizando o bicampeonato brasileiro da Série B de 1991 (esquerda) e 2001 (direita), além de uma taça em homenagem à Copa dos Campeões de 2002 entre elas. Há ainda a bandeira do Pará acima da taça[13] , representando a conquista da Copa Norte em 2002.

Mascote[editar | editar código-fonte]

O Paysandu é conhecido pela expressão “Papão da Curuzu”, criada no ano de 1948 pelo jornalista Everardo Guilhon, escritor do jornal A Vanguarda. Em uma de suas crônicas, Guilhon explicou que quando era criança, sua mãe, ao botá-lo na cama, amedrontava-o, dizendo: “dorme logo, pois lá vem o bicho-papão!”. O jornalista associou esse fato à grande equipe que o Paysandu possuía na época que metia medo em seus adversários, escrevendo a seguinte manchete no jornal A Vanguarda: “Hoje treina o bicho-papão”. Não demorou muito para o apelido se familiarizar entre os torcedores[14] .

A mascote do Paysandu é representada por um lobo, chamado "Bicho Papão", vestindo o uniforme oficial do clube, segurando uma bola de futebol na mão esquerda e fazendo um sinal de “beleza” na mão direita.[15] .

Hino[editar | editar código-fonte]

Assim como em muitos outros clubes, o Paysandu possui um hino popular e um oficial, porém, menos conhecido. O hino oficial do Paysandu foi composto em 1916 pelo poeta José Simões, enquanto que a música foi feita pelo professor Manuel Luis de Paiva[16] . Há também a marchinha ou o hino "popular", composta por Francisco Pires Cavalcanti, entusiasmado com a vitória do Paysandu sobre o Peñarol, em 1965, que é mais conhecido pela torcida do que o hino oficial do time.

Hino Oficial[editar | editar código-fonte]

De vitórias e louros coroado, Altivo, o Paysandu jamais temeu...

Tem um belo, honradíssimo passado, São nobres as batalhas que venceu; BIS

Cada um de nós guarda no peito, Valor e orgulho extraordinários;

Das nossas cores têm respeito. Os mais pujantes adversários.

"Lutar"! eis a divisa que trazemos!

"Vencer"! eis a esperança que nos guia!

Leais e destemidos seguiremos. A glória que o futuro nos confia! BIS

Cada um de nós guarda no peito... Somos jovens e ousados paladinos,

E sempre achar-nos-ão de gládio nu, Elevando nos prélios mais ferinos

Com honra o pavilhão do Paysandu BIS

Cada um de nós guarda no peito... Amamos os combates!

E na luta,Como antigos heróis nos comportamos, Por isso a voz do público se escuta,

Saudar o Paysandu com meus aclamos BIS

Cada um de nós guarda no peito...

Composição: José Simões

Marchinha[editar | editar código-fonte]

Uma listra branca, outra listra azul

Essas são as cores do papão da curuzu

O nosso time joga pra valer, até o Peñarol veio aqui pra padecer

O Paysandu topa qualquer parada, Quando perde é por descuido, mas depois vem a virada

Pintou o sete numa tela azul. Foi feito sem defeito do papão da curuzu.

Composição: Francisco Pires Cavalcanti

Uniforme[editar | editar código-fonte]

O uniforme do Paysandu foi proposto por Hugo Leão, primeiro presidente bicolor, na reunião realizada no dia 10 de fevereiro de 1914. A proposição só foi aprovada pela Assembleia Geral, por unanimidade dos votos dos associados, em 19 de fevereiro de 1914, dezessete dias depois da fundação do clube. O uniforme segue o mesmo modelo até os dias atuais[17] .

Uniforme dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • O 1º uniforme é a tradicional camisa listrada em azul e branco, short e meiões azuis.
  • O 2º uniforme é composto por uma camisa branca com detalhes azuis, shorts e meiões brancos.
  • O 3º uniforme é composto por uma camisa azul, short e meiões pretos.
  • O uniforme especial é composto por uma camisa listrada em azul e branco com nomes de torcedores.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Unif. Especial

Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

  • Camisa laranja, calção e meias pretas;
  • Camisa branca, calção e meias pretas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Comissão Técnica

Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

  • Material esportivo: Puma
  • Masters: Banpará e Esamaz
  • Secundário: ReinaLAB e Big Ben

Histórico de fornecedores[editar | editar código-fonte]

Material esportivo
Período Fornecedor
2013- Alemanha Puma
2009-2013 Itália Lotto
2007-2008 Brasil Finta
2005-2006 Estados Unidos Wilson
2001-2004 Brasil Finta
1997-2000 Brasil Penalty
1993-1996 Brasil Finta
1992 Inglaterra Umbro
1979-1991 Brasil Penalty

Títulos[editar | editar código-fonte]

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
TrofeuCopaDosCampeoesCBF.svg Copa dos Campeões 1 2002
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 2 1991 e 2001
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Brasil Copa Norte 1 2002
Brasil Copa Verde 1 2014
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Pará Campeonato Paraense 45 1920, 1921, 1922, 1923, 1927, 1928, 1929, 1931, 1932, 1934, 1939, 1942, 1943, 1944, 1945, 1947Cscr-featured.png, 1956, 1957, 1959, 1961, 1962, 1963, 1965, 1966Cscr-featured.png, 1967, 1969, 1971, 1972, 1976Cscr-featured.png, 1980, 1981, 1982, 1984, 1985, 1987Cscr-featured.png, 1992, 1998Cscr-featured.png, 2000, 2001, 2002Cscr-featured.png, 2005, 2006, 2009, 2010 e 2013
Pará Torneio Início do Pará 11 1917, 1919, 1926, 1930, 1932, 1933, 1937, 1938, 1970, 1986 e 1998

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Destaques
Competição Vezes Temporadas
CLA.png * Flags of the Union of South American Nations.gif 9º Lugar na Libertadores de 2003 1 2003
Cbf brazilian championship trophy 02.svg 11º colocado do Campeonato Brasileiro 1 1993

Principais Torneios amistosos[editar | editar código-fonte]

Internacionais[editar | editar código-fonte]

(1965)

(2011)

(1953)

Nacionais[editar | editar código-fonte]

  • Pará São Paulo Torneio Triangular: 1986
  • Pará Maranhão Piauí Ceará Torneio Pentagonal: 1975
  • Pará Bahia Torneio Quadrangular Rei dos Fogos: 1966

Estaduais[editar | editar código-fonte]

  • Belém Troféu Lúcia Penedo: 2007
  • Belém Torneio Seletivo a Copa Norte: 1998 e 1999
  • Belém Taça Cândido Neiva: 1990
  • Belém Torneio Jader Barbalho: 1985
  • Belém Taça Panorama XXI: 1971
  • Belém Taça Péricles Guedes de Oliveira: 1969
  • Belém Torneio Cidade de Belém: 1966 e 1976
  • Belém Taça da Paz "Gilberto Cardoso": 1953
  • Belém Taça Abelardo Conduru: 1939 e 1954
  • Belém Taça Soberano do Mundo: 1922
  • Pará Copa Mais TV: 2001

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

(1999, 2003, 2005, 2006, 2007 e 2009)

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Temporadas[editar | editar código-fonte]

  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Últimas dez temporadas
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Copa Verde Campeonato Estadual
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Pos.
2005 A 21º 42 12 5 25 63 92 2ª Fase
2006 B 17º 38 12 8 18 51 70 2ª Fase
2007 C 62º 6 0 1 5 3 9 2ª Fase
2008 C 12º 18 7 6 5 24 21
2009 C 10 3 4 3 14 19
2010 C 10 4 3 3 18 13 2ª Fase
2011 C 14 6 3 5 18 15 2ª Fase
2012 C 22 7 9 6 34 26 Oitavas-de-final
2013 B 18º 38 10 10 18 40 56 3ª fase
2014 C A disputar 3ª fase Final


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixamento
     Acesso

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Paysandu Sport Club
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Brasil Copa dos Campeões 1 (2002) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 2 (1991, 2001) 1 (1987) 0 (não possui) 1(2000)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série C 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2012)
Brasil Copa Verde 1 (2014) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Copa Norte 1 (2002) 1 (2001) 1 (1970) 2 (1968, 1971)
Pará Campeonato Paraense 45 vezes 36 vezes 3 vezes (desde 1996) 2 vezes (desde 1996)

Maiores artilheiros[editar | editar código-fonte]

Jogadores que mais marcaram com a camisa do Paysandu[18]

 
Goleadores
Paysandu SC.png
Brasil 1. Bené 249
Brasil 2. Hélio 237
Brasil 3. Quarenta 208
Brasil 4. Carlos Alberto 130
Brasil 5. Cabinho 127
Guiana Britânica 6. Cacetão 123
Brasil 7. Zé Augusto 114
Brasil 8. Ércio 104
Brasil 9. Vila 100
Brasil 10. Edil Highlander 97
Brasil 11. Quarentinha 86
Brasil 12. Róbson (Robgol) 82
Brasil 13. Patrulheiro 81
Brasil 14. Roberto Bacurí 74
Brasil 15. Robilotta 71

Elenco Atual[editar | editar código-fonte]

Atualizado dia 27 de fevereiro de 2014

Legenda
  • Capitão: Atual Capitão
  • Suspensão: Jogador suspenso.
  • Lesionado: Jogador contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador sem condições físicas ou não regularizado junto à CBF
  • Prata da casa: Prata da casa
Goleiros
Jogador
Brasil Douglas
Brasil Matheus
Brasil Paulo Rafael Prata da casa
Brasil Paulo Victor Prata da casa
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Charles Z
Brasil Elielton Prata da casa Z
Brasil João Paulo Z
Brasil Lacerda Z
Brasil Leandro Silva Z
Brasil Marquinhos Prata da casa Z
Brasil Pablo Prata da casa Z
Brasil Gleissinho Prata da casa LD
Brasil Márcio Prata da casa LD
Brasil Airton LE
Brasil Rodrigo Moraes Prata da casa LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Augusto Recife V
Brasil Billy Prata da casa V
Brasil Chileno Prata da casa V
Brasil Murilo Prata da casa V
Brasil Ricardo Capanema V
Brasil Romário Prata da casa V
Brasil Vanderson Capitão V
Brasil Zé Antônio Capitão² V
Brasil Araújo Prata da casa M
Brasil Bruninho M
Brasil Djalma Prata da casa M
Brasil Helisson Prata da casa M
Brasil Héverton M
Brasil Jefferson Prata da casa M
Brasil Lineker M
Brasil Marcos Paraná M
Brasil Marquinhos Prata da casa M
Brasil Raul Victor M
Atacantes
Jogador
Brasil Bruno Prata da casa
Brasil Clodoaldo Prata da casa
Brasil Dennis
Brasil Elielson Prata da casa
Brasil Heliton Prata da casa
Brasil
Brasil Leandro Carvalho Prata da casa
Brasil Lima
Brasil Robgol Prata da casa
Brasil Thiago Silva Prata da casa
Brasil Gabriel Barcos
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Vica T
Uruguai Rubén Furtenbach AS
Brasil Rogerinho Gameleira AS
Brasil Antônio Pompeu PF
Brasil Ronaldo TG
Brasil Flávio Freire MD
Brasil Júnior Furtado FT
Brasil Ivan Menezes MA

Transferências após Série B[editar | editar código-fonte]

Legenda

Volta de Empréstimo: Jogadores que voltam de empréstimo
Emprestado: Jogadores emprestados

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Legenda
  • Aumento : Jogadores que integram o elenco profissional
Goleiros
Jogador
Brasil Gabriel
Brasil Marcus Vinicius
Brasil Paulo Eduardo
Brasil Rafael
Brasil Rodrigo da Costa
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Augusto Z
Brasil Dedé Z
Brasil Diego Ourém Z
Brasil Eliélton Aumento Z
Brasil João Edgar Z
Brasil Kaê Z
Brasil Marquinhos Aumento Z
Brasil Roque Z
Brasil Tobias Z
Brasil Vinícius Matheus Z
Brasil Wendel Z
Brasil Carlão LD
Brasil Kléber LD
Brasil Márcio Aumento LD
Brasil Ronison Costa LD
Brasil Abaeté LE
Brasil Caio Aumento LE
Brasil Cleilson LE
Brasil Rodrigo Moraes Aumento LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Chileno Aumento V
Brasil Danillo V
Brasil Murilo Aumento V
Brasil José Rodrigo V
Brasil Paulo Michael V
Brasil Patrick V
Brasil Pitbull V
Brasil Romário Aumento V
Brasil Alisson M
Brasil Araújo Aumento M
Brasil Augusto M
Brasil Daniel Thomazine M
Brasil Felipe Azevedo M
Brasil Fuinha M
Brasil Helisson Aumento M
Brasil Jefferson Aumento M
Brasil Luis Carlos Zu M
Brasil Marco Pinheiro M
Brasil Marquinhos Aumento M
Brasil Netinho M
Brasil Wellington M
Atacantes
Jogador
Brasil Adalton
Brasil Carioca
Brasil Clodoaldo Aumento
Brasil Eliélson Aumento
Brasil José Lucas
Brasil Luan
Brasil Leandro
Brasil Luís Carlos
Brasil Robgol Aumento
Brasil Thiago Rosa
Brasil Thiago Silva Aumento
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Nad T
Brasil Aílton Costa AS

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Brasil Castilho
Brasil Ferreira
Brasil Jorge Matos
Brasil Matheus
Brasil Marcão
Brasil Ronaldo
Brasil Luis Carlos
Zagueiros
Brasil Abel
Brasil Ademílton
Brasil André Dias
Brasil Gilvandro
Brasil Gino
Brasil João Tavares
Brasil Jorge Corrêa
Brasil Mauricio
Brasil Sérgio
Brasil Augusto
Laterais
Brasil Aldo
Brasil Caim
Brasil Édson Boaro
Brasil Luis Augusto
Brasil Luis Fernando
Brasil Oliveira
Brasil Paulo Róbson
Brasil Paulo Tavares
Brasil Sidoca
Brasil Yago Pikachu
Meio-Campistas
Brasil Beto
Brasil Carlinhos Maracanã
Brasil Leandro Rodrigues
Brasil Guimarães
Brasil Luís Augusto
Brasil Jorginho
Brasil Lecheva
Brasil Luis Carlos Trindade
Brasil Mangaba
Brasil Mazinho
Brasil Natividade
Brasil Nuno Valente
Brasil Oberdan
Brasil Ricardo Oliveira
Brasil Roberto Bacuri
Brasil Rogerinho Gameleira
Brasil Sandro Goiano
Brasil Suísso
Brasil Vanderson
Brasil Vélber
Atacantes
Brasil Albertinho
Brasil Bené
Brasil Cabinho
Brasil Cacaio
Guiana Britânica Cacetão
Brasil Chico Spina
Brasil Da Costa
Brasil Dadá Maravilha
Brasil Dadinho
Brasil Edil Highlander
Brasil Ércio
Brasil Hêider
Brasil Hélio
Brasil Ivair Ferreira
Brasil Jorge Costa
Brasil Manoel Maria
Brasil Nilson Diabo
Brasil Mirandinha
Brasil Lupercínio
Brasil Patrulheiro
Brasil Quarenta
Brasil Quarentinha
Brasil Quarentinha (Lebrêgo)
Brasil Robilotta
Brasil Robgol
Brasil Soiá
Brasil Vandick
Brasil Zé Augusto
Técnicos
Uruguai Darío Pereyra
Brasil Givanildo Oliveira
Brasil João Avelino "71"
Brasil Lecheva


Treinadores[editar | editar código-fonte]

Jogadores estrangeiros[editar | editar código-fonte]

[19]

  • Inglaterra Matheus – estudante de Direito, residente em Belém, entrou para a história do clube ao participar da primeira formação bicolor e a marcar o primeiro gol da história do Papão na derrota de 2 a 1 para o Clube do Remo, dia 14 de junho de 1914, no primeiro Re-Pa da história.
  • Guiana Britânica Cacetão – Norman Percival Joseph Davis foi o estrangeiro de maior destaque na história do Paysandu. Chegou ao clube no início dos anos 50, após uma excursão na Guiana Britânica. Tornou-se o 6º maior artilheiro da história do Papão com 123 gols marcados. Faleceu em 2009.
  • Suriname André Kamperveen – integrou-se ao Paysandu em 1952, após uma excursão internacional pelo seu país. Pelo Papão, o atleta participou de um torneio internacional, chegando a marcar um gol, além de jogar ao lado de Cacetão – única ocasião em que o clube teve dois estrangeiros atuando juntos. Apesar de ter atuado apenas dois anos com a camisa bicolor, é uma personalidade histórica no Suriname, onde foi jornalista, empresário e até ministro. O principal estádio surinamês leva seu nome.

Sedes e estádios[editar | editar código-fonte]

Estádio[editar | editar código-fonte]

Antes de adquirir o atual estádio, o time do Paysandu mandava seus jogos no campo da empresa Ferreira & Comandita, inaugurado no dia 14 de junho de 1914, e em seu primeiro campo de futebol localizado na Tv. São Matheus (atual Padre Eutiquio) nº 170, cuja inauguração de procedeu no dia 18 de outubro de 1915.

Em fins do mês de julho de 1918, o Paysandu adquiriu o campo da empresa Ferreira & Comandita por 12 contos de réis, que hoje é o estádio Leônidas Castro, a popular Curuzu. Localizado na Av. Almirante Barroso s/n, o estádio tem capacidade para 17.000 espectadores, com 40 camarotes refrigerados, 1.800 cadeiras cativas, tribunas de honra, e arquibancadas numeradas conforme preceitua o Estatuto do Torcedor.

Infra-estrutura da Curuzu: sala de musculação, sala de fisioterapia, departamento médico, enfermaria, coordenação de futebol profissional, gerência de futebol profissional, vestiários com banheiras de relaxamento muscular e hidromassagem, salas para comissão técnica, sala de equipe multidisciplinar composta por médicos, fisiologistas, fisioterapeutas, preparador físico e nutricionista, sala de imprensa, área de entrevistas (com logotipo dos patrocinadores), 3 vestiários (2 para o futebol profissional e 1 para árbitros), campo medindo 105 m x 68 m (padrão FIFA), cozinha, lavanderia, 6 cabines de tv, 4 de rádio, 3 de jornais, 1 para o clube visitante, 1 para a diretoria, 6 bilheterias, 4 portões de acesso, 17.000 lugares entre arquibancadas, cadeiras cativas, camarotes e tribunas de honra, sistema de som.

Sede náutica[editar | editar código-fonte]

A sede náutica do Paysandu está localizada no largo do Carmo nº 1, bairro da Cidade Velha, onde permanece até hoje. Sua inauguração se procedeu no dia 1º de agosto de 1920, data escolhida para o batismo da 1ª embarcação do clube, denominada "Paysandu", servindo de padrinho o menino Lauro, filho do então presidente bicolor, Benjamin de Almeida Sodré.

Atualmente a sede é composta de: área administrativa, tanque para treinamentos, oficina para manutenção de barcos, academia de ginástica, e cozinha. O Paysandu é o único clube de Belém que possui tanque para o treinamento de esporte náutico.

Sede social[editar | editar código-fonte]

Em reunião de Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 19 de abril de 1927, a diretoria do Paysandu foi autorizada a adquirir o prédio de nº 66 (na época) da Av. Nazaré onde vinha funcionando a sede social da agremiação. O prédio, que foi demolido e hoje sede lugar a atual sede, foi comprado pela quantia de 50 contos de réis.

Rivalidade[editar | editar código-fonte]

Paysandu versus Remo ou Re-Pa[editar | editar código-fonte]

Paysandu versus Clube do Remo, ou Re-Pa, é o principal clássico de Belém e de toda a Amazônia. Estes dois clubes se confrontam desde 14 de junho de 1914 (Remo 2 a 1)[20] . Nenhum outro clássico do Brasil foi jogado tantas vezes quanto este.

Estatísticas do clássico[21]
  • Jogos: 728
  • Vitórias do Paysandu: 227
  • Vitórias do Remo: 253
  • Empates: 248
  • Gols do Paysandu: 937
  • Gols do Remo: 944
  • Maior goleada: Paysandu 7x0 Remo em 26 de julho de 1945
  • Último jogo: Paysandu 2 x 0 Remo, 08 de junho de 2014, Final do Parazão 2014.

Paysandu versus Tuna Luso ou Pa-Tu[editar | editar código-fonte]

Além do Remo, o Paysandu tem como rival a Tuna Luso Brasileira. As duas equipes se confrontam desde 11 de dezembro de 1932, quando os bicolores venceram pelo placar de 2 a 0 em jogo válido pela Taça Concórdia.

Estatísticas de Paysandu versus Tuna Luso
  • Jogos: 312
  • Vitórias do Paysandu: 134
  • Vitórias da Tuna Luso: 109
  • Empates: 69
  • Último jogo: Paysandu 2 x 2 Tuna, 23 de março de 2013, 6ª rodada do 2º turno do Parazão 2013.

Fatos históricos[editar | editar código-fonte]

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  • Paysandu Sport Club é o único time da região Norte do Brasil que participou da Copa Libertadores da América, em 2003;
  • Único time do Norte brasileiro a figurar entre os melhores do mundo no Ranking de Clubes da IFFHS, figurando em 39º do mundo em 2003;
  • Um dos poucos times do Brasil a vencer o Boca Juniors em plena La Bombonera, ato conquistado apenas por Santos, Cruzeiro antes de 2003, e posteriormente pelo Internacional] e Fluminense.
  • Vitória histórica na Libertadores de 2003, 6 a 2 no Cerro Porteño em pleno Paraguai com vários jogadores da seleção Paraguaia;
  • O clube que mais participou do Brasileiro da Série A do Norte do Brasil com 20 participações, 27 contando com a Taça Brasil que foi unificada;
  • Hexacampeão Estadual de Basquete Masculino Adulto: 1985 a 1990;
  • Tetracampeão Estadual de Handebol Masculino Adulto: 2003 a 2007;
  • Pentacampeão Estadual de Handebol Feminino Adulto: 2003 a 2006, 2008 e 2009;
  • Gol mais rápido do Mundo, entre times profissionais, em 1997, pelo Campeonato Paraense, marcado pelo atacante Vital, aos 2 segundos de jogo, em cima do goleiro Wagner.;
  • Vitória por 3 x 0 sobre o temido time do Peñarol dos anos 1960, que continha Ladislao Mazurkiewicz e Pedro Rocha. A equipe, base da Seleção Uruguaia, fazia uma turnê invicta pelo Brasil;
  • Apesar do futebol bicolor ter sido fundado 1 anos após o futebol do Remo, o Paysandu possui 2 títulos estaduais a mais que o maior rival.
  • O Paysandu aplicou a maior goleada em jogos contra o maior rival, o Remo, com o placar de 7x0.
  • O Paysandu é o único clube do norte que chegou na terceira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior, quando foi eliminado nos pênaltis (3 a 2) em 2006 pela equipe do Comercial-SP.
  • O único clube do norte bicampeão da Segunda divisão do Brasileiro (1991 e 2001), sendo a Tuna Luso Brasileiro campeão uma única vez, em 1985.
  • Maior invencibilidade de times Paraense em Campeonatos Brasileiros, acontecendo na Serie B de 2001, com uma invencibilidade de 12 jogos.

Partidas históricas[editar | editar código-fonte]

16 de abril de 1916 - Campo da Tv. São Metheus (primeiro campo de jogo), (Belém, PA)

Paysandu 4x1 Brazil Sport - Primeiro jogo em um campo de propriedade do Paysandu essa vitória foi no festival esportivo do Paysandu.

22 de julho de 1945 - Estádio Evandro Almeida (Baenão), (Belém, PA)

Paysandu 7x0 Clube do Remo - Vitória Histórica sobre o principal rival em uma partida sem igual do Paysandu pelo Campeonato Paraense.

18 de julho de 1965 - Estádio Leônidas Castro, (Belém, PA)

Paysandu 3x0 Peñarol - Vitória Histórica sobre o poderoso time do peñarol, base da seleção uruguaia na época, e que tinha em seu elenco jogadores como Mazurkiewicz, Pedro Rocha, e Forlán.

28 de agosto de 1973 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x1 Internacional - Primeiro jogo do Paysandu na Série A do Brasileirão, com uma vitória em cima do Inter de Falcão.

31 de março de 1976 - Estádio Evandro Almeida (Baenão), (Belém, PA)

Paysandu 3x1 Remo - Neste jogo, pela final do Torneio Cidade de Belém (Decisão do Primeiro Turno do Estadual) o jogo encerrou aos 28 minutos do segundo tempo quando o juiz Edson Chagas apitou pênalti a favor do Paysandu. O time do Remo não aceitou a marcação e a iminência da goleada e deixou o campo. O árbitro expulsou 7 jogadores do Remo por insultos. No mesmo ano, em 05 de agosto, em jogo pelo terceiro turno do Estadual, o Remo também não compareceu em campo (no Baenão) para jogar contra o Paysandu e perdeu por WO. Foram duas escapadas num só ano.

21 de abril de 1991 - Curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 1x0 Ceara(Ce) - Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogando na curuzu, vencendo em placar apertado a equipe cearense no primeiro jogo.

28 de abril de 1991 - Presidente vargas, (Fortaleza, CE)

Ceara(Ce)1x1 paysandu - Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogando de volta no Ceará bastante disputado, terminando em 1 a 1, papão avançando as quartas.

01 de maio de 1991 - em Natal, (Natal, RN)

ABC 1x0 paysandu - quartas de Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogando em Natal o paysandu perdeu.

05 de maio de 1991 - Curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 3x1 ABC- quartas de Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogo de volta, papão conseguiu vencer por 3 a 1, revertendo a vantagem do time potiguar, se classificando as semifinais.

08 de maio de 1991 - Americano, (Rio de Janeiro, Rj)

Americano 1x0 paysandu- semifinal do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogo de ida, papão perdendo.

14 de maio de 1991 - Curuzu, (Belém , PA)

Paysandu 1x0 Americando- semifinal do Campeonato Brasileiro da série B de 1991,diante de uma curuzu lotada, o papão pressionou o tempo todo, mas só conseguiu empatar nos últimos minutos de jogo, levando a decisão para os pênalti. nas cobranças o papão ganhou por 5 x 4.

18 de maio de 1991 - Brinco de ouro, (Campinas, SP)

Guarani 1x0 paysandu- final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogo de ida.

21 de maio de 1991 - curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 2x0 Guarani (SP) - Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, no qual o Paysandu se sagrou campeão pela primeira Vez.

27 de julho de 1992 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 4x0 Peñarol - Goleada da equipe bicolor sobre o Peñarol do Uruguai. Em dois jogos, o Paysandu nunca perdeu para o clube uruguaio.

04 de dezembro de 2001 - Estádio da Ressacada, (Florianopolis, SC)

Avai (SC) 3x3 Paysandu - Primeiro jogo do Quadrangular final do Campeonato Brasileiro da Serie B, daquele ano.

07 de dezembro de 2001 - Estádio da curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 0X0 Caxias (RS)- Segundo jogo do Quadrangular final.

11 de dezembro de 2001 - Estádio Orlando EscarpelLi, (Florianopolis, SC)

Figueirense 3X3 Paysandu - terceiro jogo do Quadrangular final.

14 de dezembro de 2001 - Estádio da curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 3x0 Figueirense- Quarto jogo do Quadrangular final

19 de dezembro de 2001 - Estádio do Caxias, (Caxias, RS)

Caxias 4x3 Paysandu-quinto jogo do Quadrangular final, paysandu chegou a está ganhando de 3 a 0, já garantido o acesso a Seria A, mas levou uma virada impressionante.

21 de dezembro de 2001 - Estádio Leônidas Castro, (Belém, PA)

Paysandu 4x0 Avaí (SC) - Jogo Válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B de 2001, no qual o Paysandu se sagrou Bicampeão Brasileiro da Série B.

3 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Corinthians 1x1 Paysandu - Estreia do Paysandu na Copa dos Campeões de 2002.

7 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 0x0 Fluminense - Segunda partida do Paysandu na Copa dos Campeões de 2002. Empate sem gols contra a melhor defesa do torneio: apenas 1 gol sofrido.

14 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Náutico 2x3 Paysandu - Vitória bicolor no terceiro jogo do time na Copa dos Campeões de 2002. Este resultado garantiu a vaga para a segunda fase na liderança do grupo.

21 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x1 Bahia - Mais uma vitória do Paysandu na Copa dos Campeões de 2002. Esta contra o Bahia, garantiu o clube nas semi-finais do torneio.

28 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 3x1 Palmeiras - Vitória histórica do Paysandu. Classificação para a final da Copa dos Campeões de 2002.

27 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 1x2 Cruzeiro - O primeiro jogo da final da Copa dos Campeões de 2002. Jogando em casa, o "Papão da Curuzú" acabou perdendo para o Cruzeiro. Mais a esperança do time não acabou, ainda tinha o jogo de volta em Fortaleza.

4 de agosto de 2002 - Castelão, (Fortaleza, CE)

Paysandu 4x3 Cruzeiro - Vitória do Paysandu no jogo de volta da final da Copa dos Campeões de 2002. O resultado não era suficiente para o título, antes o Paysandu ainda teve que vencer nos pênaltis, e conseguiu, 3x0 Paysandu. A vitória nos pênaltis deu o título ao Papão e além de tudo, uma vaga na Copa Libertadores da América de 2003.

13 de fevereiro de 2003 - Estadio Monumental, (Lima, PER)

Sporting Cristal 0x2 Paysandu - Jogo de estreia do Paysandu na Copa Libertadores da América de 2003 com vitória em cima do Sporting Cristal, que havia conquistado o Campeonato Peruano do ano anterior.

6 de março de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 0x0 Cerro Porteño - Segunda partida do Paysandu na Copa Libertadores da América de 2003. A equipe bicolor conseguiu segurar um empate contra a equipe paraguaia.

11 de março de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 3x1 Universidad Católica - Jogo válido pela Copa Libertadores da América de 2003. Vitória bicolor sobre o Campeão do Torneio Apertura do Campeonato Chileno. O Paysandu estava fazendo uma campanha muito boa na Libertadores daquele ano.

18 de março de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x1 Sporting Cristal - Mais uma vitória do Paysandu na bela campanha da Copa Libertadores da América de 2003.

27 de março de 2003 - Estádio General Pablo Rojas, (Assunção, PAR)

Cerro Porteño 2x6 Paysandu - Goleada do Paysandu sobre a equipe paraguaia do Cerro Porteño na casa do adversário pela Copa Libertadores da América de 2003.

15 de março de 2003 - Estádio San Carlos de Apoquindo, (Santiago, CHI)

Universidad Católica 1x1 Paysandu - Jogo válido pela Copa Libertadores da América de 2003. O Paysandu conseguiu um empate na casa do adversário chileno.

22 de abril de 2003 - La Bombonera, (Buenos Aires, ARG)

Boca Juniors 0x1 Paysandu - Vitória do Paysandu com gol de Iarley em plena La Bombonera lotada, em jogo válido pelas oitavas-de-final da Copa Libertadores da América de 2003.

15 de maio de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x4 Boca Juniors - Jogo de volta das oitavas-de-final da Libertadores de 2003. O "Papão da Curuzú" perdeu em casa para o Boca Juniors. Foi a eliminação do Paysandu da Libertadores. A única partipação do time na competição. A torcida bicolor nunca esquecerá essa campanha heroica realizada pelo Paysandu na Libertadores de 2003.

2 de novembro de 2012 - Estádio Arena Verde, (Paragominas, PA)

Paysandu 2x0 Macaé - Jogo de ida das quartas-de-final da Série C. Com o vitória o Paysandu podia perder por 1 gol de diferença que garantia o acesso.

10 de novembro de 2012 - Estádio Cláudio Moacyr, (Macaé, RJ)

Macaé 3x2 Paysandu - Jogo de volta das quartas-de-final da Série C. Com o resultado, o Paysandu garantiu o acesso à Série B após 6 anos.

Jogos internacionais[editar | editar código-fonte]

Data Local   Placar Adversário Ref.
1 20 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 0 Flag of Suriname.svg Suriname
2 22 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 1 Suriname Clube Militar de Futebol
3 25 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Flag of Suriname.svg Suriname
4 27 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Flag of Suriname.svg Suriname
5 29 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 0 Suriname Robinhood
6 1 de maio de 1952 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 5 – 0 Guiana Francesa Guiana Francesa
7 3 de maio de 1952 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 5 – 2 Guiana Francesa Racing Club Cayenne
8 4 de maio de 1952 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 8 – 3 Guiana Francesa Guiana Francesa
9 30 de agosto de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 2 – 0 Aruba Aruba
10 1 de setembro de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 4 – 5 Flag of Suriname.svg Suriname
11 5 de setembro de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Aruba Aruba
12 6 de setembro de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 4 – 1 Flag of Suriname.svg Suriname
13 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 3 Flag of Suriname.svg Suriname
14 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 2 – 2 Flag of Suriname.svg Suriname
15 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 3 Flag of Suriname.svg Suriname
16 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 0 Suriname Robinhood
17 8 de outubro de 1954 Belém,  Brasil Paysandu 7 – 3 Guiana Francesa AJ Saint-Georges
18 6 de fevereiro de 1955 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 3 Jugoslávia Beogradki
19 14 de abril de 1957 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 0 Paraguai Cerro Porteño
20 13 de dezembro de 1957 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 1 – 3 Flag of Suriname.svg Suriname
21 15 de dezembro de 1957 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 2 – 1 Suriname Robinhood
22 17 de dezembro de 1957 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 6 – 1 Suriname Transvaal
23 23 de agosto de 1960 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 2 Flag of Suriname.svg Suriname
24 31 de maio de 1963 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 3 – 3 Suriname Leo Victor
25 2 de junho de 1963 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 2 – 0 Suriname Robinhood
26 4 de junho de 1963 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 3 – 1 Suriname Robinhood
27 26 de fevereiro de 1964 Belém,  Brasil Paysandu 1 – 1 Suriname Robinhood
28 11 de abril de 1965 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 1 Suriname Transvaal
29 18 de julho de 1965 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 0 Uruguai Peñarol
30 31 de março de 1966 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 0 Suriname Transvaal
31 22 de abril de 1967 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 3 – 0 Guiana Francesa ASL Le Sport Guyanais
32 23 de abril de 1967 Belém,  Brasil Paysandu 6 – 1 Guiana Francesa AJ Saint-Georges
33 25 de abril de 1967 Paramaribo, Suriname Paysandu 3 – 3 Suriname Robinhood
34 27 de abril de 1967 Saint-Laurent-du-Maroni, Guiana Francesa Paysandu 4 – 0 Guiana Francesa Guiana Francesa
35 1 de maio de 1967 Porto de Espanha, Trinidad e Tobago Paysandu 2 – 1 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
36 3 de maio de 1967 San Benedict, Trinidad e Tobago Paysandu 4 – 0 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
37 6 de maio de 1967 Porto de Espanha, Trinidad e Tobago Paysandu 1 – 0 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
38 8 de maio de 1967 San Fernando, Trinidad e Tobago Paysandu 4 – 0 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
39 11 de dezembro de 1968 Belém,  Brasil Paysandu 1 – 0 Flag of Romania.svg Romênia
40 27 de junho de 1969 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 2 Suriname Robinhood
41 30 de junho de 1969 Belém,  Brasil Paysandu 0 – 1 Suriname Transvaal
42 11 de agosto de 1970 Belém,  Brasil Paysandu 5 – 1 Guiana Francesa ASL Le Sport Guyanais
43 30 de janeiro de 1977 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 1 Suriname Trasvaal
44 1 de fevereiro de 1977 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 2 Suriname Robinhood
45 6 de maio de 1981 Belém,  Brasil Paysandu 0 – 0 Venezuela ULA Mérida
46 30 de março de 1984 Belém,  Brasil Paysandu 1 – 0 Suriname Robinhood
47 4 de maio de 1984 Paramaribo, Suriname Paysandu 4 – 3 Suriname Robinhood
48 27 de julho de 1985 Belém,  Brasil Paysandu 8 – 1 Guiana Francesa Union
49 5 de outubro de 1990 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 2 Guiana Francesa Kourou FC
50 7 de outubro de 1990 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 0 Haiti Haiti
51 27 de julho de 1992 Belém,  Brasil Paysandu 4 – 0 Uruguai Peñarol
52 10 de junho de 1994 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 0 Portugal Boavista
53 13 de fevereiro de 2003 Lima,  Peru Paysandu 2 – 0 Peru Sporting Cristal
54 6 de março de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 0 – 0 Paraguai Cerro Porteño
55 11 de março de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 1 Chile Universidad Católica
56 18 de março de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 1 Peru Sporting Cristal
57 27 de março de 2003 Ciudad del Este, Paraguai Paysandu 6 – 2 Paraguai Cerro Porteño
58 15 de abril de 2003 Santiago,  Chile Paysandu 1 – 1 Chile Universidad Católica
59 24 de abril de 2003 Buenos Aires,  Argentina Paysandu 1 – 0 Argentina Boca Juniors
60 15 de maio de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 4 Argentina Boca Juniors
61 5 de janeiro de 2011 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Suriname Inter Moengotapoe
Legenda:      Vitórias —      Empates —      Derrotas

Rankings[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 32º
  • Pontuação: 4292 pontos
  • Região Norte: 1º
  • Estadual: 1º

Ranking Placar[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 16º
  • Pontuação: 100 pontos

O Ranking Placar é uma classificação feita pela Revista Placar sobre as competições conquistadas pelos clubes de futebol do Brasil.

Ranking Mundial de Clubes da IFFHS[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 168º
  • Pontuação: 11 pontos

O Ranking Mundial de Clubes é um ranking divulgado mensalmente pela IFFHS. Criado em 1991,não possui vínculo com a FIFA e leva em consideração os resultados de todos os clubes nos últimos 365 dias.

Maiores Públicos[editar | editar código-fonte]

  1. Paysandu 0x1 Remo, 65.000, 11/07/1999
  2. Paysandu 1x1 Remo, 64.010, 29/04/1979
  3. Paysandu 2x0 Fluminense, 60.000, 20/09/1998
  4. Paysandu 2x4 Boca Juniors, 57.330 Pagantes, 15/05/2003
  5. Paysandu 1x2 Cruzeiro, 53.615, 31/07/2002
  6. Paysandu 0x1 Remo, 52.973, 08/04/1979
  7. Paysandu 1x2 Remo, 51.304, 26/08/1979
  8. Paysandu 0x1 Remo, 48.141, 13/09/1992
  9. Paysandu 2x0 Flamengo, 45.164, 06/09/1995
  10. Paysandu 2x3 Flamengo, 42.770, 06/02/1983
  11. Paysandu 2x4 Flamengo, 42,350, 25/01/1981
  12. Paysandu 2x0 Remo, 41.932, 23/03/2003
  13. Paysandu 1x0 Remo, 41.891, 16/10/2005
  14. Paysandu 0x1 Remo, 41.869, 20/09/1981
  15. Paysandu 2x0 Remo, 41.700, 16/11/1980
  16. Paysandu 3x1 Palmeiras, 41.614, 28/07/2002
  17. Paysandu 0x2 Remo, 41.409, 22/01/2006
  18. Paysandu 2x1 Remo, 41.140, 30/01/2005
  19. Paysandu 2x1 Internacional, 40.749, 17/11/2002
  20. Paysandu 0x0 Cerro Porteño, 40.102, 06/03/2003

Notas

  1. O Papão fica atrás somente de Flamengo, Corinthians e Vasco da Gama[4]

Referências

  1. CBF: Ranking nacional (pdf) cbf.com.br.. Página visitada em 16 de dezembro de 2010.
  2. RSSSF Brasil. OVERALL HISTORIC TABLE (by positions) (em Inglês). Página visitada em 07 de setembro de 2014.
  3. Maiores clássicos do Brasil - Esporte Interativo, 12 de março de 2014
  4. Flamengo tem a maior torcida da Região Norte; Paysandu é o quarto - Placar, 04 de abril de 2013
  5. Confedera (07/11/2012). No novo ranking da CBF, Paysandu é o melhor do Estado. Remo vem em 3º (em Português) Ranking nacional de clubes. Globo. Página visitada em 07/11/2012.
  6. http://nacaobicolor.com/paysandu/historia.php
  7. [1]
  8. STJD mantém perda de dois mandos de campo ao Paysandu GloboEsporte.com (25 de outubro de 2012). Página visitada em 11 de novembro de 2012.
  9. Icasa vence Paysandu por 1 a 0, mas as duas equipes estão classificadas GloboEsporte.com (28 de outubro de 2012). Página visitada em 11 de novembro de 2012.
  10. Águia vence, escapa da queda e dá fim à temporada do Santa Cruz GloboEsporte.com (28 de outubro de 2012). Página visitada em 11 de novembro de 2012.
  11. Paysandu vence Macaé por 2 a 0 e fica mais perto da vaga para a Série B GloboEsporte.com (2 de novembro de 2012). Página visitada em 11 de novembro de 2012.
  12. Paysandu perde para o Macaé, mas se classifica para a Série B 2013 GloboEsporte.com (10 de novembro de 2012). Página visitada em 11 de novembro de 2012.
  13. Escudo.
  14. COSTA, Ferreira da. Paysandu comemora os seus 98 anos. O Liberal, 2 fev. 2012. Esporte, página 4.
  15. Mascote.
  16. COSTA, Ferreira da. Enciclopédia do Futebol Paraense - 4ª edição, 2007. Página 190.
  17. Uniforme.
  18. Artilheiros do Paysandu
  19. Hermano vira aposta.
  20. COSTA, Ferreira da. Parazão Centenário - A História do Campeonato Paraense de Futebol, 2012, página 19.
  21. Clássico é o mais disputado do mundo.

Livros sobre o Paysandu[editar | editar código-fonte]

  • A História do Paysandu Sport Club 1914-1995, por Ferreira da Costa.
  • Almanaque do Papão, por Ferreira da Costa (2010).

Ligações externas[editar | editar código-fonte]