Paysandu Sport Club

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Paysandu
Paysandu Sport Club
Nome Paysandu Sport Club
Alcunhas Alviceleste
Campeão da Amazônia
Campeão dos Campeões
Papão
Bicho-Papão
Papão da Amazônia
Papão da Curuzu
Mascote Bicho-papão
Lobo
Fundação 2 de fevereiro de 1914 (99 anos)
Estádio Estádio Leônidas Castro (Curuzu)
Capacidade 16.200 pessoas1
Localização Coat of arms Belem do Para Brazil.jpg Belém, Pará PA, Brasil Brasil
Presidente Brasil Vandick Lima
Treinador Brasil Lecheva
Patrocinador Pará ESAMAZ
Pará Banpará
Pará Drogarias Big Ben
Pará Cerpa
Pará Governo do Estado do Pará
Material esportivo Alemanha Puma
Competição Pará Campeonato Paraense
Brasil Campeonato Brasileiro - Série B
Brasil Copa do Brasil
Divisão 2012 Pará 4º colocado
Brasil 4º colocado
Brasil Oitavas de final
Ranking nacional Straight Line Steady.svg 31º lugar, 689 pontos2
Website Paysandu.com.br
Kit left arm whiteborder.png Kit body paysandu13h.png Kit right arm whiteborder.png
Kit shorts papao13h.png
Kit socks.png
Uniforme
titular
Kit left arm borderonwhite.png Kit body paysandu13a.png Kit right arm borderonwhite.png
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Soccerball current event.svg Temporada atual
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Paysandu Sport Club é uma agremiação poliesportiva da cidade de Belém, capital do estado do Pará. É também conhecido como "Papão da Curuzu" e possui o Estádio Leônidas de Castro (Curuzu), onde manda grande parte de seus jogos, juntamente com o Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão).

É o clube com maior número de títulos da da Região Norte3 , confirmando sua supremacia no que se refere a conquistas. É detentor de 45 campeonatos paraenses, 2 títulos do Campeonato Brasileiro da Série B, 1 título da Copa Norte e campeão da Copa dos Campeões de 2002, o que lhe valeu ser o único clube da região norte a participar da Copa Libertadores da América. É o 2º maior campeão estadual do Brasil e também o maior campeão do Campeonato paraense de futebol.

Atualmente é o clube nortista mais bem posicionado no Ranking da CBF4 e o único a figurar no Ranking Mundial de Clubes da IFFHS5 , fato que se deve as grandes campanhas, tanto no Campeonato Brasileiro como na Taça Libertadores da América de 2003.

Em 2003 foi considerado pelo Ranking Mundial de Clubes da IFFHS como o clube que mais evoluiu no planeta no início do século XXI.

Possui a maior torcida da Região Norte e a 19ª do Brasil6 , segundo o levantamento feito pelo Instituto de pesquisa Pluri Stochos, realizado entre novembro de 2012 e fevereiro de 2013.

De 1914 até à final do Campeonato Paraense de Futebol de 2010 (Paysandu 3 x 1 Águia de Marabá), o Bicolor disputou 3.850 jogos, obtendo 2.017 vitórias, 873 empates, 960 derrotas, 7.944 gols marcados, 4.483 gols sofridos, com saldo de 3.461 gols.

Índice

História [editar]

Fundação [editar]

O Paysandu Sport Club foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914 após um desentendimento com diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball (atual Federação Paraense de Futebol). A briga foi ocasionada pela não-anulação da partida Norte Club 1 x 1 Guarany, realizada em 15 de novembro de 1913, cujo resultado deu ao Grupo do Remo (atual Clube do Remo) o título de campeão paraense de futebol.

Naquele ano, o Norte Club realizava uma boa campanha e precisava vencer o Guarany para forçar uma partida extra com o Grupo do Remo. Após o empate em 1 a 1, os integrantes do Norte Club, inconformados, solicitaram à Liga Paraense de Foot-Ball a anulação da partida, devido a diversas irregularidades. Porém, a diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball julgou improcedente o recurso.

A decisão não agradou nem um pouco aos integrantes do Norte Club, que decidiram então criar um movimento, sob a liderança de Hugo Manoel de Abreu Leão, para a fundação de uma nova agremiação, mais forte, para poder enfrentar em igualdade de condições os seus adversários. Este movimento não agradava aos integrantes do Grupo do Remo, os quais tentaram persuadir Hugo Manoel a abandonar a ideia.

No dia 1º de fevereiro de 1914, o jornal "O Estado do Pará" fez a convocação para a reunião da fundação do novo clube. A convocação feita pelo jornal surtiu efeito, fazendo com que comparecessem à reunião 42 desportistas, muitos dos quais eram integrantes do Norte Club, além de outros de agremiações diferentes, como, por exemplo, do Internacional Sport Club, ou Recreativa.

A reunião foi iniciada às 20h15 horas de uma segunda-feira, 2 de fevereiro de 1914, na residência de Abelardo Leão Conduru, localizada à rua do Pariquis, n.º 22, entre as travessas Apinagés e São Matheus (atual Padre Eutíquio).

Por unanimidade, a assembleia escolheu Hugo Leão para presidir os trabalhos. Como líder do movimento, ele propôs a denominação de Paysandu Foot-Ball Club para a nova agremiação. O nome foi escolhido "como homenagem ao feito glorioso e heroico da Marinha de Guerra Brasileira ao transpor o Passo do Paysandú, na guerra contra o Paraguai".

A sugestão de Hugo Leão foi motivo de acirrado debates na assembleia, que logo se dividiu em duas alas: uma a favor e outra contrária, a qual propunha o nome de Team Negra Foot-Ball para a nova agremiação. Feita a votação, registrou-se a vitória da denominação de Paysandu Foot-Ball Club.

Escolhido o nome, a assembleia elegeu o primeiro presidente, Deodoro de Mendonça, que encabeçou a diretoria durante o ano de 1914. Foi escolhida ainda a comissão destinada a redigir os Estatutos do Clube, recaindo a escolha nos nomes de Deodoro de Mendonça, Eurico Amanajás e Arnaldo Morais.

No início da década de 1920 o Paysandu passou a ter hino oficial. A letra é do poeta José Simões, enquanto que a música foi feita pelo professor Manuel Luis de Paiva.

O primeiro time do Paysandu: Romariz; Bayma; Sylvio; Jaime; Moura Palha; Mittchel; Hugo Leão; Garcia; Guimarães; Mattheus(inglês autor do primeiro gol do Paysandu Sport Club); Arthur Morais.

O Clube de Suíço [editar]

O Paysandu já foi muito conhecido como “O Clube de Suisso”. Ainda hoje, as vezes, assim é chamado. Mas, quem foi “Suisso”? Seu nome: Antonio Barros Filho. Foi um dos grandes jogadores de futebol que o Pará já teve. Dizem que iniciou-se na Suíça, e daí o apelido. Paraense, nasceu em 1899 e morreu, ainda moço, 23 anos, a 2 de julho de 1922. Jogava com eficiência em qualquer posição, mas destacava-se como lateral esquerdo ou centro-médio. Foi sempre o “capitão do time” no Paysandu, função que, na época, incluía a de treinador.

O Guarany Football Club, hoje extinto, que se localizava na Av. José Bonifácio, onde "Suisso" jogava em 1914 (no campeonato desse ano perdeu para o Paysandu por 4 x 1). Só em fins de 1914 que "Suisso" passou para o Paysandu, estreando em 31 de Janeiro de 1915, na meia-direita, contra o Clube do Remo, vitória do Paysandu, 2x0. Efetivo da seleção paraense, neste jogou de ponta-direita. “Suisso” amava o Paysandu que, para ele, era uma espécie de devoção. Havia na sede antiga do Paysandu, a que foi demolida para dar lugar a atual, carinhosamente guardado em armário envidraçado, o último uniforme do Paysandu que “Suisso” usou (camisa, calção, meias e chuteiras), e , na parede, pendurado por cima desse armário, o retrato emoldurado de “Suisso”.

Dizem que num Paysandu x Remo, em 15 de julho de 1923, pelo Campeonato Paraense, no final do jogo, placar 0x0, pênalti contra o Paysandu. João Moraes, goleiro do Paysandu, disse depois, ter ouvido a voz de “Suisso” dizer: “te atira pro lado direito”. Não teve dúvida, fechou os olhos, ouviu o apito, e jogou-se para o lado direito e Defendeu o pênalti! Rápido, chutou a bola para frente, Vadico pegou e fez 1x0 para o Paysandu. Minutos depois o jogo acabou.7

Campeão Invicto [editar]

Treinado inicialmente por Alfredo Gama e nos jogos finais por Nagib Coelho Matni, o Paysandu conquistou o título de pentacampeão paraense de futebol, na temporada de 1947. O "Esquadrão de Aço" realizou esplêndida campanha, sagrando-se campeão invicto, e por antecipação, ao derrotar o Remo por 2x0 em seu penúltimo compromisso na competição, na data de 21 de dezembro de 1947.

O "Papão" jogou 8 partidas, com sete vitórias e um empate. Seu ataque marcou 27 gols e sua defesa deixou passar somente 7 gols, com saldo positivo de vinte gols. O centroavante Hélio foi o artilheiro do Paysandu e do campeonato com onze gols. Sóia fez 4, Rivas, 4, Dengoso, 2, Hosana, 2, Brias, Guimarães, Adimar e Conde (zagueiro da Tuna Luso), contra, 1 gol cada.

O time base da campanha e que jogou a penúltima partida: Aluísio, Bendelaque e Rafael Bria; Pedro, Manoel Pedro e Taco; Hosana, Dengoso, Hélio, Guimarães e Soiá. Tomaram parte na conquista do pentacampeonato outros atletas: Simeão (goleiro); Anthenagoras e Jesus (zagueiros); Adinamar (centromédio); Farias, Aracati e Rivas (atacantes).

Na partida final, contra o Transviário, vitória do Paysandu por 9 a 1. A diretoria pagou, a cada atleta, o "bicho" de Cr$1.000,00, e, em campanha entre os torcedores, arrecadou-se uma boa soma, que rendeu a cada atleta mais Cr$500,00 de premiação.

Pela conquista do título, o Paysandu recebeu o Bronze "Belas Vitórias", oferta de uma firma de Belém do Pará.

  • Campanha do Paysandu no Campeonato Paraense de 1947:
18/05 - Paysandu 4-2 Tuna Luso
15/06 - Paysandu 6-1 Júlio César
20/07 - Paysandu 2-1 Transviário
14/09 - Paysandu 1-1 Remo
19/10 - Paysandu 3-1 Tuna Luso
09/11 - Paysandu 2-1 Júlio César
21/12 - Paysandu 2-0 Remo
27/12 - Paysandu 9-1 Transviário

A Copa dos Campeões [editar]

Campeão brasileiro da Segunda Divisão em 2001, o Paysandu ganhou no ano seguinte a Copa dos Campeões, competição que reunia os melhores colocados nos torneios regionais. Nas finais, o Paysandu passou pelo Cruzeiro.

A conquista classificou o Paysandu para a Taça Libertadores da América de 2003.

A Campanha:

3 de julho de 2002 - Corinthians 1-1 Paysandu;

7 de julho de 2002 - Paysandu 0-0 Fluminense;

14 de julho de 2002 - Náutico 2-3 Paysandu;

21 de julho de 2002 - Paysandu 2-1 Bahia;

28 de julho de 2002 - Paysandu 3-1 Palmeiras

31 de julho de 2002 - Paysandu 1-2 Cruzeiro

4 de agosto de 2002 - Cruzeiro 3-4 Paysandu (decisão por pênaltis: Paysandu 3 X 0).

A formação campeã

Marcão; Marcos, Gino, Sérgio e Luís Fernando; Sandro, Rogerinho, Jóbson e Vélber; Jajá e Vandick.

Técnico: Givanildo Oliveira

Na Copa Libertadores da América [editar]

Graças ao inédito título da Copa dos Campeões em 2002, o bicolor paraense disputou o mais importante torneio de futebol das Américas, envolvendo os melhores clubes, da temporada anterior, de países como Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia e Paraguai, sendo assim, o único clube do norte do Brasil a participar da competição.

O Brasil, nesta edição, estava representado, além do Paysandu, por Santos (campeão brasileiro de 2002), Corinthians (campeão da Copa do Brasil de 2002) e Grêmio (terceiro colocado no campeonato brasileiro de 2002, recebendo a vaga que seria do vice-campeão, o Corinthians, por este já ter se classificado com o título da Copa do Brasil).

O bicolor do Pará era treinado por Darío Pereyra, e tinha, em seu elenco, jogadores como o atacante Róbson "Robgol", Iarley, Sandro Goiano, e Vélber, dentre outros.

O Paysandu participou na primeira fase figurando no grupo 2, ao lado de Cerro Porteño, Sporting Cristal e Universidad Católica. Após 4 vitórias e 2 empates, o "Papão" terminou na liderança do grupo, com 14 pontos. Teve a terceira melhor campanha nesta fase, atrás apenas de Corinthians (15 pontos) e Santos (também com 14 pontos, mas com saldo de gols superior).

A Campanha

13 de fevereiro de 2003 - Lima, Peru - Sporting Cristal 0-2 Paysandu;

6 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 0-0 Cerro Porteño;

11 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 3-1 Universidad Católica;

18 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 2-1 Sporting Cristal;

27 de março de 2003 - Assunção, Paraguai - Cerro Porteño 2-6 Paysandu;

15 de abril de 2003 - Santiago, Chile - Universidad Católica 1-1 Paysandu.

Na segunda fase, também conhecida por "oitavas-de-final" (participação dos 16 melhores clubes da primeira fase), enfrentou o Boca Juniors, tradicional clube argentino, até então dono de 4 títulos na Libertadores, e que terminou a primeira fase na segunda colocação do grupo 7, com 11 pontos.

Na primeira partida, realizada na Argentina (Estádio La Bombonera, Buenos Aires), o "Papão" surpreendeu mais uma vez, vencendo por 0 x 1 (gol de Iarley). Porém, o ótimo resultado desta partida foi revertido pelos experientes argentinos, que venceram a partida de volta, realizada em Belém do Pará, por 2 x 4.

Com apenas 1 derrota, o Paysandu encerrou aquela que é, até hoje, sua única participação neste torneio. Na classificação final, ficou com a 9a. colocação (à frente do Corinthians, o décimo, também eliminado nas oitavas-de-final). O atacante Róbson "Robgol" foi o terceiro maior goleador da competição, com 7 gols.

E o clube responsável por esta derrota e pela eliminação do "Papão", o Boca Juniors, acabou sagrando-se campeão da Libertadores naquele ano, eliminando, no decorrer do torneio, Cobreloa (quartas-de-final), América de Cáli (semifinal) e Santos (final).

O Paysandu é o atual recordista com melhor aproveitamento em uma única edição da Libertadores conseguindo 70% dos pontos disputados.8

O Paysandu na Copa Libertadores da América de 2003

Jogos: 8;

Vitórias: 5;

Empates: 2;

Derrota: 1;

Gols Marcados: 17;

Gols Sofridos: 9.

2005 - 2007 [editar]

Após terminar na 21ª colocação na série A do Brasileirão (dentre 22 equipes) em 2005, o "Papão" acabou rebaixado, em 2006, para a Série B do Campeonato Brasileiro, mesmo após ótimo desempenho do atacante Robgol, que perdeu a artilharia da Série A, para Romário (Vasco da Gama), por apenas 1 gol. Dentre 22 participantes, terminou na 21ª posição (à frente apenas do Brasiliense, com 41 pontos conquistados (12 vitórias, 5 empates e 25 derrotas) (40 pontos a menos do que o vencedor do torneio, o Corinthians, e 10 pontos a menos do que o último clube que se manteve na Série A, a Ponte Preta).

Em 2006, era um dos times esperados a brilhar na Série B e favorito a ficar com uma das 4 vagas de retorno à primeira divisão. Porém, formou uma equipe muito instável (não pôde contar com o total desempenho do atacante Robgol, candidato vitorioso a deputado estadual no Pará, como um dos problemas) e, ao final do campeonato, amargou o rebaixamento à série C do futebol brasileiro ao ficar em 17° lugar entre 20 equipes. Sua campanha: 38 jogos, 12 vitórias, 8 empates e 18 derrotas; 51 gols marcados e 70 sofridos; 44 pontos, 27 pontos a menos do que o vencedor deste torneio, o Atlético Mineiro (que também havia sido rebaixado à Série B em 2005).

Na Série C (2007 - 2012) [editar]

2007 [editar]

Em 2007, com uma campanha instável, o Paysandu começou mal a temporada, com o 4º lugar do estadual e sua participação na série C foi curta e desastrosa: em 6 jogos, somou apenas 1 ponto, fruto de um empate com o Ananindeua (clube também do Pará) em 3 X 3, em seu próprio estádio. Nos outros 5 jogos, o "Papão" saiu de campo derrotado pelas seguintes equipes: Imperatriz (Maranhão) (classificada em primeiro lugar no grupo), Ananindeua (2ª colocada) e Araguaína (Tocantins) (após perder 12 pontos, devido a escalação de um jogador de forma irregular, despencou da então liderança do grupo à lanterna, com 1 ponto negativo), o que ocasionou a vergonhosa desclassificação ainda na Primeira Fase.

2008 [editar]

Em 2008, o Paysandu, teve uma participação mediana na série C, mas muito fraca pela tradição do clube. O Paysandu, passou da 1ª fase em segundo lugar com 9 pontos (2 vitórias, 3 empates e 1 derrota) atrás somente do Águia de Marabá. A 2ª fase foi mais tranquila, o Papão somou 10 pontos (3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas), e em 2º lugar passou de fase. Porém, na 3ª fase, não conseguiu repetir o bom futebol e os 8 pontos não foram suficientes para passar de fase já que o Rio Branco e Águia de Marabá fizeram, 13 e 9, respectivamente. Porém, o Paysandu conquistou vaga para a Série C de 2009, que contará com 20 times (4 rebaixados da série B e do 5º ao 20º colocado da série C de 2008). Na classificação geral, o time ficou na 12ª colocação, com 27 pontos.

2009 [editar]

O Paysandu começou o ano de 2009 com o pé direito, sendo Campeão da Taça Cidade de Belém (1º turno), vencendo na final o São Raimundo-PA, por 5x3 (3x0 e 2x3). Na final do Campeonato Parense, encontrou novamente o São Raimundo, e venceu de novo por 9x3 (6x1 e 3x2), conquistando assim o 43º título estadual do time, o que fez do Paysandu o 2º maior Campeão Estadual do Brasil, perdendo somente para o ABC, de Natal (Rio Grande do Norte), que possuia 50 títulos na época). Assim o Paysandu ia para a Série C como um dos favoritos ao título da competição. Na 1ª fase, no grupo mais equilibrado, conseguiu com muita dificuldade, passar de fase, em 2º com 12 pontos, atrás somente do Rio Branco. Nas quartas-de-final, a equipe encarou o Icasa, mas foi derrotado por 7x3 (1x1 e 6x2). Terminando a competição na 8ª colocação, e mais uma vez, sem conseguir o acesso a série B.

2010 [editar]

Em 2010 o Paysandu conseguiu conquistar pela segunda vez seguida a Taça Cidade de Belém, o 1º turno do Campeonato Paraense, vencendo o Remo na final por 7x5 (4x2 e 3x3), e garantiu sua vaga na final do Estadual. No segundo turno do Parazão, o Bicolor foi eliminado para seu rival, o Clube do Remo, por 2x2 na semifinal (o Remo passou, pois tinha vantagem do empate, pela campanha na fase classificatória). Na final do Estadual, o Papão mostrou sua força e venceu o Águia de Marabá por 3x2 (0x1 e 3x1), e conquistou pela 44º vez o Título do Campeonato Paraense. Na Série C o Paysandu, conseguiu passar da 1º fase como 1º colocado no grupo com 14 pontos (4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas), dois a frente do segundo colocado, Águia de Marabá. O Papão então foi para o mata-mata, onde enfrentou Salgueiro, e mais uma vez, apesar do favoritismo, não conseguiu o acesso para a Série B, ao ser derrotado por 4x3 (1x1 e 3x2).

2011 [editar]

Em 2011 o Paysandu não conseguiu o tri-campeonato paraense ao empatar com o Independente por 3x3, e perder para o mesmo na disputa de pênaltis por 3x0, terminando na primeira colocação geral, mas como vice-campeão. O Paysandu começou bem a Série C, venceu o Araguaína por 0x1 fora de casa e deu fim a um tabu de 5 anos sem vencer fora de seus domínios em campeonatos brasileiros. Ao fim da 1ª Fase, o Papão acabou na segunda colocação do grupo, com 14 pontos, atrás Rio Branco, após uma vitória de 5x0 sobre o Araguaína em casa. Na segunda fase, o Paysandu não conseguiu continuar seu caminho de volta para a Série B, e ficou em 3º lugar no grupo, com 7 pontos, atrás do CRB, com 12, e do América de Natal, com 9.

2012 [editar]

O Paysandu formou um time aliando muitos jogadores da base a alguns reforços de nome para as compeitições nacionais. No parazão o time não foi bem, sendo eliminado na primeira fase do primeiro turno, e no segundo, apesar de somente duas derrotas, foi eliminado nas semi-finais, dependendo do ranking da CBF para se classificar a Copa do Brasil de 2013. Já na Copa do Brasil o Paysandu foi bem, no primeiro duelo frente ao Espigão, o Paysandu venceu por 1 a 3 na casa do adversário eliminando o jogo de volta e se classificando para enfrentar o Sport na 2° fase da competição. Mesmo desacreditado por boa parte do público, o Paysandu foi pra cima do Sport e venceu os dois jogos, o primeiro por 2 a 1 Mangueirão, e no segundo a vitória histórica em plena Ilha do Retiro por 4 a 1, quebrando o tabu de nunca ter se classificado para as oitavas-de-final da Copa do Brasil, e de 51 anos sem vencer o Sport e construindo um tabu de 2 jogos sem perder para o time pernambucano. Apesar da boa campanha contra o Sport, o Paysandu perdeu para o Coritiba, pelos placares de 4 a 1 no jogo de ida e de 1 a 0 no jogo de volta.

Na Série C, a equipe teve momento de altos e baixos. O pior momento foi, sem dúvida a sequência de oito jogos sem vitória. Em meio ao jejum, a torcida revoltou-se e atirou vários objetos no campo (no empate em 1 a 1 com o Icasa no Mangueirão, acarretando em punição imposta pelo STJD, com a perda de dois mandos de campo9 ). Porém, depois da fase ruim, a equipe engatou três partidas sem derrota, que praticamente selaram a classificação para a fase final da competição (destaque para goleadas sobre o Treze por 5 a 1 e contra o Salgueiro por 4 a 0, ambas em Belém). Na última rodada classificatória, perdeu para o Icasa no Ceará por 1 a 0, mas ainda assim se classificou10 , pois o Santa Cruz foi derrotado pelo Águia de Marabá no interior do Pará por 1 a 011 . Na fase final, o adversário do Papão foi o Macaé, do Rio de Janeiro. No jogo de ida, disputado em Paragominas (pela perda de mando imposta), o Paysandu venceu por 2 a 012 e na volta perdeu por 3 a 2, e mesmo assim, garantiu o acesso para a Série B de 2013, encerrando seis anos de ausência da segunda divisão.13

Novos Rumos em 2013 [editar]

O ano de 2013 começa de maneira esperançosa para os bicolores. O Paysandu finalmente volta à Série B após seis anos. O ídolo do clube Vandick Lima torna-se presidente e realiza um sonho antigo do clube, um terreno para a construção de um centro de treinamento. A principal intenção do novo mandatário bicolor é profissionalizar o clube para uma boa Série B e manter o time forte para o centenário, que ocorre em 2014. O técnico Lecheva é mantido no clube e começa o ano do recomeço do Paysandu.

Símbolos [editar]

Escudo [editar]

O escudo é alvi-celeste, com três iniciais, PSC, em referência ao nome Paysandu Sport Club. Na parte inferior, existe um pé alado (com asas), criação de Mário Bayma que explicou o seu significado: “O objetivo da velocidade do ‘team’ jamais seria igualada ou superada por seus adversários, pois chegaria aos limites do vôo”. Acima do escudo encontra-se duas estrelas douradas simbolizando o bicampeonato brasileiro da Série B de 1991 (esquerda) e 2001 (direita), além de uma taça em homenagem à Copa dos Campeões de 2002 entre elas. Há ainda a bandeira do Pará acima da taça14 .


Mascote [editar]

O Paysandu é conhecido pela expressão “Papão da Curuzu”, criada no ano de 1948 pelo jornalista Everardo Guilhon, escritor do jornal A Vanguarda. Em uma de suas crônicas, Guilhon explicou que quando era criança, sua mãe, ao botá-lo na cama, amedrontava-o, dizendo: “dorme logo, pois lá vem o bicho-papão!”. O jornalista associou esse fato à grande equipe que o Paysandu possuía na época que metia medo em seus adversários, escrevendo a seguinte manchete no jornal A Vanguarda: “Hoje treina o bicho-papão”. Não demorou muito para o apelido se familiarizar entre os torcedores15 .

A mascote do Paysandu é representada por um lobo, vestindo o uniforme oficial do clube, segurando uma bola de futebol na mão esquerda e fazendo um sinal de “beleza” na mão direita16 .

Hino [editar]

Assim como em muitos outros clubes, o Paysandu possui um hino popular e um oficial, porém, menos conhecido. O hino oficial do Paysandu foi composto em 1916 pelo poeta José Simões, enquanto que a música foi feita pelo professor Manuel Luis de Paiva17 .

Letra:

De vitórias e louros coroado,
Altivo, o Paysandu jamais temeu...
Tem um belo, honradíssimo passado,
São nobres as batalhas que venceu; (BIS)
Cada um de nós guarda no peito,
Valor e orgulho extraordinários;
Das nossas cores têm respeito
Os mais pujantes adversários.

"Lutar"! eis a divisa que trazemos!
"Vencer"! eis a esperança que nos guia!

Leais e destemidos seguiremos
A glória que o futuro nos confia! (BIS)

Cada um de nós guarda no peito...
Somos jovens e ousados paladinos,
E sempre achar-nos-hão de gladio nú,
Elevando nos prélios mais ferinos

Com honra o pavilhão do Paysandu (BIS)
Cada um de nós guarda no peito...
Amamos os combates! e na luta,
Como antigos heróis nos comportamos,
Por isso a voz do público se escuta,

Saudar o Paysandu com meus aclamos (BIS)
Cada um de nós guarda no peito...

Hino Popular [editar]

Há também o hino "popular", que é mais conhecido pela torcida do que o hino oficial do time. Esta é a letra:

Uma listra branca, outra listra azul,
estas são as cores do Papão da Curuzu.
Uma listra branca, outra listra azul,
estas são as cores do Papão da Curuzu.
O nosso time joga pra valer,
até o Peñarol veio aqui pra padecer!
O Paysandu topa qualquer parada,
quando perde é por descuido,
mas depois vem a virada.
Pintou o sete numa tela azul,
foi feito sem defeito do Papão da Curuzu! (BIS)

Uniforme [editar]

O uniforme do Paysandu foi proposto por Hugo Leão, primeiro presidente bicolor, na reunião realizada no dia 10 de fevereiro de 1914. A proposição só foi aprovada pela Assembleia Geral, por unanimidade dos votos dos associados, em 19 de fevereiro de 1914, dezessete dias depois da fundação do clube. O uniforme segue o mesmo modelo até os dias atuais18 .

Uniforme dos jogadores [editar]

O 1º uniforme, é a tradicional camisa, listrada verticalmente alviceleste, com short e meiões em azul-celeste.

O 2º uniforme, é composto por uma camisa toda branca, com listras em azul-celeste, com short e meiões brancos.

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

Uniformes de treino [editar]

  • Camisa azul, calção e meias azuis;
  • Camisa branca, calção e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Comissão Técnica

Patrocinadores [editar]

  • Material esportivo: Puma
  • Masters: Banpará e Esamaz
  • Secundário: Cerpa e Big Ben

Histórico de fornecedores [editar]

Material esportivo
Período Fornecedor
2013- Alemanha Puma
2009-2013 Itália Lotto
2007-2008 Brasil Finta
2005-2006 Estados Unidos Wilson
2001-2004 Brasil Finta
1997-2000 Brasil Penalty
1993-1996 Brasil Finta
1992 Inglaterra Umbro
1979-1991 Brasil Penalty

Títulos [editar]

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
TrofeuCopaDosCampeoesCBF.svg Copa dos Campeões 1 2002
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 2 1991 e 2001
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Copa Norte 1 2002
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Pará Campeonato Paraense 45 1920, 1921, 1922, 1923, 1927, 1928, 1929, 1931, 1932, 1934, 1939, 1942, 1943, 1944, 1945, 1947Cscr-featured.png, 1956, 1957, 1959, 1961, 1962, 1963, 1965, 1966, 1967, 1969, 1971, 1972, 1976, 1980, 1981, 1982, 1984, 1985, 1987, 1992, 1998, 2000, 2001, 2002, 2005, 2006, 2009, 2010 e 2013
Pará Torneio Início do Pará 10 1917, 1919, 1926, 1930, 1933, 1937, 1938, 1970, 1986 e 1998

Categorias de Base [editar]

(1999, 2003, 2005, 2006, 2007 e 2010)

Principais Torneios amistosos [editar]

Internacionais [editar]

(1965)

(2011)

(1953)

Nacionais [editar]

  • Pará São Paulo Torneio Triangular: 1986
  • Pará Maranhão Piauí Ceará Torneio Pentagonal: 1975
  • Pará Bahia Torneio Quadrangular Rei dos Fogos: 1966

Estaduais [editar]

  • Belém Troféu Lúcia Penedo: 2007
  • Belém Torneio Seletivo a Copa Norte: 1998 e 1999
  • Belém Taça Cândido Neiva: 1990
  • Belém Torneio Jader Barbalho: 1985
  • Belém Taça Panorama XXI: 1971
  • Belém Taça Péricles Guedes de Oliveira: 1969
  • Belém Torneio Cidade de Belém: 1966 e 1976
  • Belém Taça da Paz "Gilberto Cardoso": 1953
  • Belém Taça Abelardo Conduru: 1939 e 1954
  • Belém Taça Soberano do Mundo: 1922
  • Pará Copa Mais TV: 2001

Basketball.svg Basquete [editar]

(2008)

  • Pará Campeonato Paraense de Basquete: 29

(1951, 1952, 1953, 1957, 1958, 1966, 1967, 1968, 1969, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979, 1981, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1994, 1996, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001 2003, 2005, 2006, 2007 e 2008)

Estatísticas [editar]

Temporadas [editar]

  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Últimas dez temporadas
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Libertadores da América Outras Competições Campeonato Estadual
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Pos.
2003 A 22º 46 15 12 19 74 77 Oitavas-de-final
2004 A 14º 46 14 14 18 56 76
2005 A 21º 42 12 5 25 63 92 2ª Fase
2006 B 17º 38 12 8 18 51 70 2ª Fase
2007 C 62º 6 0 1 5 3 9 2ª Fase
2008 C 12º 18 7 6 5 24 21
2009 C 10 3 4 3 14 19
2010 C 10 4 3 3 18 13 2ª Fase
2011 C 14 6 3 5 18 15 2ª Fase
2012 C 22 7 9 6 34 26 Oitavas-de-final
2013 B


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixamento
     Acesso

Maiores artilheiros [editar]

Jogadores que mais marcaram com a camisa do Paysandu19

 
Goleadores
Paysandu SC.png
Brasil 1. Bené 249
Brasil 2. Hélio 237
Brasil 3. Quarenta 208
Brasil 4. Carlos Alberto 130
Brasil 5. Cabinho 127
Flag of British guiana 1919-1954.gif 6. Cacetão 123
Brasil 7. Zé Augusto 112
Brasil 8. Ércio 104
Brasil 9. Vila 100
Brasil 10. Edil Highlander 95
Brasil 11. Quarentinha 86

Elenco Atual [editar]

Atualizado dia 16 de maio de 2013

Legenda
  • Capitão: Atual Capitão
  • Suspenso : Jogador suspenso.
  • Jogador Lesionado : Jogador contundido
  • + : Jogador em fase final de recuperação
  • + : Jogador sem condições físicas ou não regularizado junto à CBF
Goleiros
Jogador
Brasil Marcelo
Brasil Paulo Rafael
Brasil Paulo Victor
Brasil Zé Carlos
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Adson Z
Brasil Diego Bispo Z
Brasil Fabio Sanches Z
Brasil Jean Z
Brasil Marquinhos Z
Brasil Pablo Z
Brasil Raul Z
Brasil Thiago Costa Z
Brasil Wallace Z
Brasil Glaysinho LD
Brasil Yago Pikachu LD
Brasil Brayan LE
Brasil Jairinho LE
Brasil Janilson LE
Brasil Rodrigo Alvim LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Billy V
Brasil Esdras V
Brasil Ricardo Capanema V
Brasil Romário V
Brasil Vanderson Capitão V
Brasil Zé Antônio V
Brasil Alex Gaibu M
Brasil Diego Barboza M
Brasil Djalma M
Brasil Eduardo Ramos Capitão² M
Brasil Helisson M
Brasil Lineker Jogador Lesionado M
Atacantes
Jogador
Brasil Careca
Brasil Heliton
Brasil Iarley
Brasil João Neto
Brasil Rafael Oliveira
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Lecheva T
Brasil Wellington Vero PF
Brasil Ronaldo TG
Brasil Flávio Freire MD
Brasil Adriano Lima FT
Brasil Ivan Menezes MA

Transferências 2013 [editar]

Legenda

Volta de Empréstimo: Jogadores que voltam de empréstimo
Emprestado: Jogadores emprestados


Chegadas
  Pos. Jogador Clube anterior
Fairytale right.png M Brasil Diego Barboza Brasil Vila Nova
Fairytale right.png A Brasil Careca Brasil CENE
Fairytale right.png G Brasil Marcelo Brasil Penapolense
Fairytale right.png V Brasil Zé Antônio Brasil Botafogo-SP
Fairytale right.png Z Brasil Jean República Popular da China Sunray Cave
Fairytale right.png LE Brasil Janilson Brasil XV de Piracicaba
Fairytale right.png Z Brasil Fábio Sanches Brasil Atlético Sorocaba
Fairytale right.png LE Brasil Rodrigo Alvim Brasil Joinville
Fairytale right.png A Brasil Iarley Brasil Goiás
Fairytale right.png V Brasil Esdras Brasil Vitória
Fairytale right.png A Brasil João Neto Brasil Ipatinga
Fairytale right.png Z Brasil Diego Bispo Brasil Santa Cruz
Fairytale right.png M Brasil Eduardo Ramos Brasil Vitória
Fairytale right.png G Brasil Zé Carlos Brasil Boa Esporte
Saídas
  Pos. Jogador Clube de destino
Fairytale left red.png G Brasil Paulo Wanzeler Dispensado
Fairytale left red.png A Brasil Leleu Brasil Águia de Marabá
Fairytale left red.png A Brasil Zé Augusto Aposentado
Fairytale left red.png G Brasil Dalton Dispensado
Fairytale left red.png G Brasil Rubens Dispensado
Fairytale left red.png M Brasil Whelton Dispensado
Fairytale left red.png A Brasil Moisés Dispensado
Fairytale left red.png G Brasil João Ricardo Brasil Veranópolis
Fairytale left red.png Z Brasil Fábio Sanches Volta de Empréstimo Brasil Mogi Mirim
Fairytale left red.png Z Brasil Marcus Vinícius Brasil Red Bull Brasil
Fairytale left red.png LE Brasil Rodrigo Fernandes Brasil Macaé
Fairytale left red.png V Brasil Júnior Maranhão Dispensado
Fairytale left red.png V Brasil Neto Brasil Bragantino
Fairytale left red.png M Brasil Harison Nery Dispensado
Fairytale left red.png M Brasil Leandrinho Brasil Luverdense
Fairytale left red.png M Brasil Thiago Potiguar Brasil Corinthians Alagoano
Fairytale left red.png A Brasil Kiros Volta de Empréstimo Brasil Porto

Categorias de base [editar]

Goleiros
Jogador
Brasil Gabriel
Brasil Marcus Vinicius
Brasil Paulo Eduardo
Brasil Rafael
Brasil Rodrigo da Costa
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Augusto Z
Brasil Dedé Z
Brasil Diego Ourém Z
Brasil Eliélton Z
Brasil Kaê Z
Brasil Marquinhos Z
Brasil Roque Z
Brasil Tobias Z
Brasil Carlão LD
Brasil Kléber LD
Brasil Abaeté LE
Brasil Brayan LE
Brasil Cleilson LE
Brasil Rodrigo Moraes LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Chileno V
Brasil Danillo V
Brasil Murilo V
Brasil Paulo Michael V
Brasil Patrick V
Brasil Pitbull V
Brasil Romário V
Brasil Alisson M
Brasil Araújo M
Brasil Augusto M
Brasil Eliélson M
Brasil Felipe Azevedo M
Brasil Fuinha M
Brasil Helisson M
Brasil Luis Carlos Zu M
Brasil Netinho M
Brasil Wellington M
Atacantes
Jogador
Brasil Adalton
Brasil Bruno
Brasil Carioca
Brasil Clodoaldo
Brasil Jerferson
Brasil José Lucas
Brasil Luan
Brasil Leandro
Brasil Lucas
Brasil Thiago Silva
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Ailton Costa T

Ídolos [editar]

Goleiros
Brasil Alexandre Fávaro
Brasil Carlos Germano
Brasil Castilho
Brasil Ferreira
Brasil Jorge Matos
Brasil Marcão
Brasil Ronaldo
Brasil Luis Carlos
Zagueiros
Brasil Abel
Brasil Ademílton
Brasil André Dias
Brasil Gilvandro
Brasil Gino
Brasil João Tavares
Brasil Jorge Corrêa
Brasil Mauricio
Brasil Sérgio
Brasil Augusto
Laterais
Brasil Aldo
Brasil Caim
Brasil Édson Boaro
Brasil Luis Augusto
Brasil Luis Fernando
Brasil Oliveira
Brasil Paulo Róbson
Brasil Paulo Tavares
Brasil Sidoca
Meio-Campistas
Brasil Beto
Brasil Carlinhos Maracanã
Brasil Charles Guerreiro
Brasil Guimarães
Brasil Luís Augusto
Brasil Jorginho
Brasil Lecheva
Brasil Luis Carlos Trindade
Brasil Mangaba
Brasil Mazinho
Brasil Natividade
Brasil Nuno Valente
Brasil Oberdan
Brasil Ricardo Oliveira
Brasil Roberto Bacuri
Brasil Rogerinho Gameleira
Brasil Sandro Goiano
Inglaterra Sidney Pullen
Brasil Suísso
Brasil Vanderson
Brasil Vélber
Atacantes
Brasil Albertinho
Brasil Balão
Brasil Bené
Brasil Cabinho
Brasil Cacaio
Flag of British guiana 1919-1954.gif Cacetão
Brasil Chico Spina
Brasil Da Costa
Brasil Dadá Maravilha
Brasil Dadinho
Brasil Edil Highlander
Brasil Ércio
Brasil Hêider
Brasil Hélio
Brasil Iarley
Brasil Ivair Ferreira
Brasil Jorge Costa
Brasil Manoel Maria
Brasil Nilson Diabo
Brasil Mirandinha
Brasil Lupercínio
Brasil Patrulheiro
Brasil Quarenta
Brasil Quarentinha
Brasil Quarentinha (Lebrêgo)
Brasil Robilotta
Brasil Robgol
Brasil Soiá
Brasil Vandick
Brasil Zé Augusto
Técnicos
Brasil Charles Guerreiro
Uruguai Darío Pereyra
Brasil Givanildo Oliveira
Brasil João Avelino
Brasil Lecheva
Brasil Carlos Alberto Torres


Jogadores estrangeiros [editar]

20

  • Inglaterra Matheus – estudante de Direito, residente em Belém, entrou para a história do clube ao participar da primeira formação bicolor e a marcar o primeiro gol da história do Papão na derrota de 2 a 1 para o Clube do Remo, dia 14 de junho de 1914, no primeiro Re-Pa da história.
  • Flag of British guiana 1919-1954.gif Cacetão – Norman Percival Joseph Davis foi o estrangeiro de maior destaque na história do Paysandu. Chegou ao clube no início dos anos 50, após uma excursão na Guiana Inglesa. Tornou-se o 6º maior artilheiro da história do Papão com 123 gols marcados. Faleceu em 2009.
  • Suriname André Kamperveen – integrou-se ao Paysandu em 1952, após uma excursão internacional pelo seu país. Pelo Papão, o atleta participou de um torneio internacional, chegando a marcar um gol, além de jogar ao lado de Cacetão – única ocasião em que o clube teve dois estrangeiros atuando juntos. Apesar de ter atuado apenas dois anos com a camisa bicolor, é uma personalidade histórica no Suriname, onde foi jornalista, empresário e até ministro. O principal estádio surinamês leva seu nome.

Sedes e estádios [editar]

Estádio [editar]

Antes de adquirir o atual estádio, o time do Paysandu mandava seus jogos no campo da empresa Ferreira & Comandita, inaugurado no dia 14 de junho de 1914, e em seu primeiro campo de futebol localizado na Tv. São Matheus (atual Padre Eutiquio) nº 170, cuja inauguração de procedeu no dia 18 de outubro de 1915.

Em fins do mês de julho de 1918, o Paysandu adquiriu o campo da empresa Ferreira & Comandita por 12 contos de réis, que hoje é o estádio Leônidas Castro, a popular Curuzu. Localizado na Av. Almirante Barroso s/n, o estádio tem capacidade para 14.000 espectadores, com 40 camarotes refrigerados, 1.800 cadeiras cativas, tribunas de honra, e arquibancadas numeradas conforme preceitua o Estatuto do Torcedor.

Infra-estrutura da Curuzu: sala de musculação, sala de fisioterapia, departamento médico, enfermaria, coordenação de futebol profissional, gerência de futebol profissional, vestiários com banheiras de relaxamento muscular e hidromassagem, salas para comissão técnica, sala de equipe multidisciplinar composta por médicos, fisiologistas, fisioterapeutas, preparador físico e nutricionista, sala de imprensa, área de entrevistas (com logotipo dos patrocinadores), 3 vestiários (2 para o futebol profissional e 1 para árbitros), campo medindo 105 m x 68 m (padrão FIFA), cozinha, lavanderia, 6 cabines de tv, 4 de rádio, 3 de jornais, 1 para o clube visitante, 1 para a diretoria, 6 bilheterias, 4 portões de acesso, 14.000 lugares entre arquibancadas, cadeiras cativas, camarotes e tribunas de honra, sistema de som.

Sede náutica [editar]

A sede náutica do Paysandu está localizada no largo do Carmo nº 1, bairro da Cidade Velha, onde permanece até hoje. Sua inauguração se procedeu no dia 1º de agosto de 1920, data escolhida para o batismo da 1ª embarcação do clube, denominada "Paysandu", servindo de padrinho o menino Lauro, filho do então presidente bicolor, Benjamin de Almeida Sodré.

Atualmente a sede é composta de: área administrativa, tanque para treinamentos, oficina para manutenção de barcos, academia de ginástica, e cozinha. O Paysandu é o único clube de Belém que possui tanque para o treinamento de esporte náutico.

Sede social [editar]

Em reunião de Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 19 de abril de 1927, a diretoria do Paysandu foi autorizada a adquirir o prédio de nº 66 (na época) da Av. Nazaré onde vinha funcionando a sede social da agremiação. O prédio, que foi demolido e hoje sede lugar a atual sede, foi comprado pela quantia de 50 contos de réis.

Rivalidade [editar]

Paysandu x Remo ou Re-Pa [editar]

Paysandu x Clube do Remo, ou Re-Pa, é o principal clássico de Belém e de toda a Amazônia. Estes dois clubes se confrontam desde 14 de junho de 1914 (Remo 2x1)21 . Nenhum outro clássico do Brasil foi jogado tantas vezes quanto este.

Estatísticas do clássico22
  • Jogos: 718
  • Vitórias do Paysandu: 225
  • Vitórias do Remo: 255
  • Empates: 238
  • Gols do Paysandu: 890
  • Gols do Remo: 925
  • Maior goleada: Paysandu 7x0 Remo em 26 de julho de 1945
  • Último jogo: Paysandu 1 x 2 Remo, 21 de abril de 2013, Semifinal do 2º turno do Parazão 2013.

Paysandu x Tuna Luso ou Pa-Tu [editar]

Além do Remo, o Paysandu tem como rival a Tuna Luso Brasileira. As duas equipes se confrontam desde 11 de dezembro de 1932, quando os bicolores venceram pelo placar de 2x0 em jogo válido pela Taça Concórdia.

Estatísticas de Paysandu x Tuna Luso
  • Jogos: 311
  • Vitórias do Paysandu: 134
  • Vitórias da Tuna Luso: 109
  • Empates: 68
  • Último jogo: Paysandu 3 x 1 Tuna, 3 de fevereiro de 2013, 6ª rodada do 1º turno do Parazão 2013.

Curiosidades [editar]

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  • Paysandu Sport Club é o único time da região Norte do Brasil que participou da Copa Libertadores da América, em 2003;
  • Único time do Norte brasileiro a figurar entre os melhores do mundo no Ranking de Clubes da IFFHS, figurando em 39º do mundo em 2003;
  • Um dos poucos times do Brasil a vencer o Boca Juniors em plena La Bombonera, ato conquistado apenas pelo Santos de Pelé, Cruzeiro de Ronaldo, Grêmio de Gessy Lima, Internacional de Nilmar e o Fluminense de Fred e Deco.
  • Vitória histórica na Libertadores de 2003, 2 x 6 no Cerro Porteño em pleno Paraguai com vários jogadores da seleção Paraguaia;
  • O clube que mais participou do Brasileiro da Série A do Norte do Brasil com 20 participações, 27 contando com a Taça Brasil que foi unificada;
  • Hexacampeão Estadual de Basquete Masculino Adulto: 1985 a 1990;
  • Tetracampeão Estadual de Handebol Masculino Adulto: 2003 a 2007;
  • Pentacampeão Estadual de Handebol Feminino Adulto: 2003 a 2006, 2008 e 2009;
  • Gol mais rápido do Mundo, entre times profissionais, em 1997, pelo Campeonato Paraense, marcado pelo atacante Vital,aos 2 segundos de jogo, em cima do goleiro Wagner. (até hoje só o jogador Fred fez um gol mais rápido, porém era uma partida da Copa São Paulo de Futebol Júnior, ou seja, amador);
  • Vitória por 3 x 0 sobre o temido time do Peñarol dos anos 1960, que continha Ladislao Mazurkiewicz e Pedro Rocha. A equipe, base da Seleção Uruguaia, fazia uma turnê invicta pelo Brasil;
  • Apesar do futebol bicolor ter sido fundado 1 anos após o futebol do Remo, o Paysandu possui 3 títulos estaduais a mais que o maior rival.
  • O Paysandu aplicou a maior goleada em jogos contra o maior rival, o Remo, com o placar de 7x0.
  • 20º no ranking das torcidas do Brasil em 2010, em pesquisa feita pelo Datafolha, além de ser a maior da Região Norte.
  • O Paysandu é o único clube do norte que chegou na terceira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior, quando foi eliminado nos pênaltis (3x2) em 2006 pela equipe do Comercial-SP.

Partidas históricas [editar]

16 de abril de 1916 - Campo da Tv. São Metheus (primeiro campo de jogo), (Belém, PA)

Paysandu 4x1 Brazil Sport - Primeiro jogo em um campo de propriedade do Paysandu essa vitória foi no festival esportivo do Paysandu.

22 de julho de 1945 - Estádio Evandro Almeida (Baenão), (Belém, PA)

Paysandu 7x0 Clube do Remo - Vitória Histórica sobre o principal rival em uma partida sem igual do Paysandu pelo Campeonato Paraense.

18 de julho de 1965 - Estádio Leônidas Castro, (Belém, PA)

Paysandu 3x0 Peñarol - Vitória Histórica sobre o poderoso time do peñarol, base da seleção uruguaia na época, e que tinha em seu elenco jogadores como Mazurkiewicz, Pedro Rocha, e Forlán.

28 de agosto de 1973 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x1 Internacional - Primeiro jogo do Paysandu na Série A do Brasileirão, com uma vitória em cima do Inter de Falcão.

26 de maio de 1991 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x0 Guarani (SP) - Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, no qual o Paysandu se sagrou campeão pela primeira Vez.

27 de julho de 1992 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 4x0 Peñarol - Goleada da equipe bicolor sobre o Peñarol do Uruguai. Em dois jogos, o Paysandu nunca perdeu para o clube uruguaio.

21 de dezembro de 2001 - Estádio Leônidas Castro, (Belém, PA)

Paysandu 4x0 Avaí (SC) - Jogo Válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B de 2001, no qual o Paysandu se sagrou Bicampeão Brasileiro da Série B.

3 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Corinthians 1x1 Paysandu - Estreia do Paysandu na Copa dos Campeões de 2002.

7 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 0x0 Fluminense - Segunda partida do Paysandu na Copa dos Campeões de 2002. Empate sem gols contra a melhor defesa do torneio: apenas 1 gol sofrido.

14 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Náutico 2x3 Paysandu - Vitória bicolor no terceiro jogo do time na Copa dos Campeões de 2002. Este resultado garantiu a vaga para a segunda fase na liderança do grupo.

21 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x1 Bahia - Mais uma vitória do Paysandu na Copa dos Campeões de 2002. Esta contra o Bahia, garantiu o clube nas semi-finais do torneio.

28 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 3x1 Palmeiras - Vitória histórica do Paysandu. Classificação para a final da Copa dos Campeões de 2002.

27 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 1x2 Cruzeiro - O primeiro jogo da final da Copa dos Campeões de 2002. Jogando em casa, o "Papão da Curuzú" acabou perdendo para o Cruzeiro. Mais a esperança do time não acabou, ainda tinha o jogo de volta em Fortaleza.

4 de agosto de 2002 - Castelão, (Fortaleza, CE)

Paysandu 4x3 Cruzeiro - Vitória do Paysandu no jogo de volta da final da Copa dos Campeões de 2002. O resultado não era suficiente para o título, antes o Paysandu ainda teve que vencer nos pênaltis, e conseguiu, 3x0 Paysandu. A vitória nos pênaltis deu o título ao Papão e além de tudo, uma vaga na Copa Libertadores da América de 2003.

13 de fevereiro de 2003 - Estadio Monumental, (Lima, PER)

Sporting Cristal 0x2 Paysandu - Jogo de estreia do Paysandu na Copa Libertadores da América de 2003 com vitória em cima do Sporting Cristal, que havia conquistado o Campeonato Peruano do ano anterior.

6 de março de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 0x0 Cerro Porteño - Segunda partida do Paysandu na Copa Libertadores da América de 2003. A equipe bicolor conseguiu segurar um empate contra a equipe paraguaia.

11 de março de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 3x1 Universidad Católica - Jogo válido pela Copa Libertadores da América de 2003. Vitória bicolor sobre o Campeão do Torneio Apertura do Campeonato Chileno. O Paysandu estava fazendo uma campanha muito boa na Libertadores daquele ano.

18 de março de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x1 Sporting Cristal - Mais uma vitória do Paysandu na bela campanha da Copa Libertadores da América de 2003.

27 de março de 2003 - Estádio General Pablo Rojas, (Assunção, PAR)

Cerro Porteño 2x6 Paysandu - Goleada do Paysandu sobre a equipe paraguaia do Cerro Porteño na casa do adversário pela Copa Libertadores da América de 2003.

15 de março de 2003 - Estádio San Carlos de Apoquindo, (Santiago, CHI)

Universidad Católica 1x1 Paysandu - Jogo válido pela Copa Libertadores da América de 2003. O Paysandu conseguiu um empate na casa do adversário chileno.

22 de abril de 2003 - La Bombonera, (Buenos Aires, ARG)

Boca Juniors 0x1 Paysandu - Vitória do Paysandu com gol de Iarley em plena La Bombonera lotada, em jogo válido pelas oitavas-de-final da Copa Libertadores da América de 2003.

15 de maio de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x4 Boca Juniors - Jogo de volta das oitavas-de-final da Libertadores de 2003. O "Papão da Curuzú" perdeu em casa para o Boca Juniors. Foi a eliminação do Paysandu da Libertadores. A única partipação do time na competição. A torcida bicolor nunca esquecerá essa campanha heroica realizada pelo Paysandu na Libertadores de 2003.

2 de novembro de 2012 - Estádio Arena Verde, (Paragominas, PA)

Paysandu 2x0 Macaé - Jogo de ida das quartas-de-final da Série C. Com o vitória o Paysandu podia perder por 1 gol de diferença que garantia o acesso.

10 de novembro de 2012 - Estádio Cláudio Moacyr, (Macaé, RJ)

Macaé 3x2 Paysandu - Jogo de volta das quartas-de-final da Série C. Com o resultado, o Paysandu garantiu o acesso à Série B após 6 anos.

Jogos internacionais [editar]

Data Local   Placar Adversário Ref.
1 20 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 0 Flag of Suriname.svg Suriname
2 22 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 1 Suriname Clube Militar de Futebol
3 25 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Flag of Suriname.svg Suriname
4 27 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Flag of Suriname.svg Suriname
5 29 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 0 Suriname Robinhood
6 1 de maio de 1952 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 5 – 0 Guiana Francesa Guiana Francesa
7 3 de maio de 1952 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 5 – 2 Guiana Francesa Racing Club Cayenne
8 4 de maio de 1952 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 8 – 3 Guiana Francesa Guiana Francesa
9 30 de agosto de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 2 – 0 Aruba Aruba
10 1 de setembro de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 4 – 5 Flag of Suriname.svg Suriname
11 5 de setembro de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Aruba Aruba
12 6 de setembro de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 4 – 1 Flag of Suriname.svg Suriname
13 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 3 Flag of Suriname.svg Suriname
14 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 2 – 2 Flag of Suriname.svg Suriname
15 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 3 Flag of Suriname.svg Suriname
16 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 0 Suriname Robinhood
17 8 de outubro de 1954 Belém,  Brasil Paysandu 7 – 3 Guiana Francesa AJ Saint-Georges
18 6 de fevereiro de 1955 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 3 Jugoslávia Beogradki
19 14 de abril de 1957 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 0 Paraguai Cerro Porteño
20 13 de dezembro de 1957 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 1 – 3 Flag of Suriname.svg Suriname
21 15 de dezembro de 1957 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 2 – 1 Suriname Robinhood
22 17 de dezembro de 1957 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 6 – 1 Suriname Transvaal
23 23 de agosto de 1960 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 2 Flag of Suriname.svg Suriname
24 31 de maio de 1963 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 3 – 3 Suriname Leo Victor
25 2 de junho de 1963 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 2 – 0 Suriname Robinhood
26 4 de junho de 1963 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 3 – 1 Suriname Robinhood
27 26 de fevereiro de 1964 Belém,  Brasil Paysandu 1 – 1 Suriname Robinhood
28 11 de abril de 1965 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 1 Suriname Transvaal
29 18 de julho de 1965 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 0 Uruguai Peñarol
30 31 de março de 1966 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 0 Suriname Transvaal
31 22 de abril de 1967 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 3 – 0 Guiana Francesa ASL Le Sport Guyanais
32 23 de abril de 1967 Belém,  Brasil Paysandu 6 – 1 Guiana Francesa AJ Saint-Georges
33 25 de abril de 1967 Paramaribo, Suriname Paysandu 3 – 3 Suriname Robinhood
34 27 de abril de 1967 Saint-Laurent-du-Maroni, Guiana Francesa Paysandu 4 – 0 Guiana Francesa Guiana Francesa
35 1 de maio de 1967 Port of Spain, Trinidad e Tobago Paysandu 2 – 1 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
36 3 de maio de 1967 San Benedict, Trinidad e Tobago Paysandu 4 – 0 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
37 6 de maio de 1967 Port of Spain, Trinidad e Tobago Paysandu 1 – 0 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
38 8 de maio de 1967 San Fernando, Trinidad e Tobago Paysandu 4 – 0 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
39 11 de dezembro de 1968 Belém,  Brasil Paysandu 1 – 0 Flag of Romania.svg Romênia
40 27 de junho de 1969 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 2 Suriname Robinhood
41 30 de junho de 1969 Belém,  Brasil Paysandu 0 – 1 Suriname Transvaal
42 11 de agosto de 1970 Belém,  Brasil Paysandu 5 – 1 Guiana Francesa ASL Le Sport Guyanais
43 30 de janeiro de 1977 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 1 Suriname Trasvaal
44 1 de fevereiro de 1977 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 2 Suriname Robinhood
45 6 de maio de 1981 Belém,  Brasil Paysandu 0 – 0 Venezuela ULA Mérida
46 30 de março de 1984 Belém,  Brasil Paysandu 1 – 0 Suriname Robinhood
47 4 de maio de 1984 Paramaribo, Suriname Paysandu 4 – 3 Suriname Robinhood
48 27 de julho de 1985 Belém,  Brasil Paysandu 8 – 1 Guiana Francesa Union
49 5 de outubro de 1990 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 2 Guiana Francesa Kourou FC
50 7 de outubro de 1990 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 0 Haiti Haiti
51 27 de julho de 1992 Belém,  Brasil Paysandu 4 – 0 Uruguai Peñarol
52 10 de junho de 1994 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 0 Portugal Boavista
53 13 de fevereiro de 2003 Lima,  Peru Paysandu 2 – 0 Peru Sporting Cristal
54 6 de março de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 0 – 0 Paraguai Cerro Porteño
55 11 de março de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 1 Chile Universidad Católica
56 18 de março de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 1 Peru Sporting Cristal
57 27 de março de 2003 Ciudad del Este, Paraguai Paysandu 6 – 2 Paraguai Cerro Porteño
58 15 de abril de 2003 Santiago,  Chile Paysandu 1 – 1 Chile Universidad Católica
59 24 de abril de 2003 Buenos Aires,  Argentina Paysandu 1 – 0 Argentina Boca Juniors
60 15 de maio de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 4 Argentina Boca Juniors
61 5 de janeiro de 2011 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Suriname Inter Moengotapoe
Legenda:      Vitórias —      Empates —      Derrotas

Rankings [editar]

Ranking da CBF [editar]

  • Posição: 37º
  • Pontuação: 3740 pontos
  • Região Norte: 1º
  • Estadual: 1º

Ranking Placar [editar]

  • Posição: 16º
  • Pontuação: 100 pontos..

O Ranking Placar é uma classificação feita pela Revista Placar sobre as competições conquistadas pelos clubes de futebol do Brasil

Ranking Mundial de Clubes da IFFHS [editar]

  • Posição: 168º
  • Pontuação: 11 pontos

O Ranking Mundial de Clubes é um ranking divulgado mensalmente pela IFFHS.Criado em 1991,não possui vínculo com a FIFA e leva em consideração os resultados de todos os clubes nos últimos 365 dias.

Maiores Públicos [editar]

  1. Paysandu 0x1 Remo, 65.000, 11/07/1999
  2. Paysandu 1x1 Remo, 64.010, 29/04/1979
  3. Paysandu 2x0 Fluminense, 35.000, 20/09/1998
  4. Paysandu 2x4 Boca Juniors, 57.330, 15/05/2003
  5. Paysandu 1x2 Cruzeiro, 53.615, 31/07/2002
  6. Paysandu 0x1 Remo, 52.973, 08/04/1979
  7. Paysandu 1x2 Remo, 51.304, 26/08/1979
  8. Paysandu 0x1 Remo, 48.141, 13/09/1992
  9. Paysandu 2x0 Flamengo, 45.164, 06/09/1995
  10. Paysandu 2x3 Flamengo, 42.770, 06/02/1983
  11. Paysandu 2x4 Flamengo, 42,350, 25/01/1981
  12. Paysandu 2x0 Remo, 41.932, 23/03/2003
  13. Paysandu 1x0 Remo, 41.891, 16/10/2005
  14. Paysandu 0x1 Remo, 41.869, 20/09/1981
  15. Paysandu 2x0 Remo, 41.700, 16/11/1980
  16. Paysandu 3x1 Palmeiras, 41.614, 28/07/2002
  17. Paysandu 0x2 Remo, 41.409, 22/01/2006
  18. Paysandu 2x1 Remo, 41.140, 30/01/2005
  19. Paysandu 2x1 Internacional, 40.749, 17/11/2002
  20. Paysandu 0x0 Cerro Porteño, 40.102, 06/03/2003

Referências

  1. [1] Acesso em 28 nov 2012.
  2. CBF: Ranking nacional (pdf). cbf.com.br. Página visitada em 16 de dezembro de 2010.
  3. Lance (31/12/2010). Ranking de títulos, os clubes mais vitoriosos do Brasil (em Português). Lance Activo 2.0. Lance. Página visitada em 31/12/2010.
  4. Confedera (07/11/2012). No novo ranking da CBF, Paysandu é o melhor do Estado. Remo vem em 3º (em Português). Ranking nacional de clubes. Globo. Página visitada em 07/11/2012.
  5. IFHHS (26/01/2013). Clubes brasileiros no ranking (em Português). IFHHS. IFHHS. Página visitada em 26/01/2013.
  6. Pluri Stochos Pesquisas e Licenciamento Esportivo (26/03/2013).

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(em Português). Globo. Globo. Página visitada em 26/03/2013.

Livros sobre o Paysandu [editar]

  • A História do Paysandu Sport Club 1914-1995, por Ferreira da Costa.
  • Almanaque do Papão, por Ferreira da Costa (2010).

Ligações externas [editar]