Gilson Kleina

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Gilson Kleina
Informações pessoais
Data de nasc. 30 de março de 1968 (46 anos)
Local de nasc. Curitiba, (PR), Brasil
Apelido Fred Flintstone, Ulisses Costa
Informações profissionais
Clube atual Brasil Bahia
Posição Treinador de futebol
Times que treinou
1999
2000
2000
2001
2002
2002
2003
2003–2004
2004
2005
2005
2005
2005
2006
2006
2006–2007
2007
2007
2007–2008
2009
2009
2010
2010
2011–2012
2012–2014
2014–
Brasil Coritiba (assistente)
França Olympique de Marseille (assistente)
Brasil Atlético Mineiro (assistente)
Brasil Villa Nova
Brasil Botafogo (assistente)
Brasil Iraty
Brasil Criciúma
Brasil Paraná
Brasil Iraty
Brasil Caldense
Brasil Cianorte
Brasil Paysandu
Brasil Coruripe
Brasil Paraná
Brasil Gama
Brasil Ipatinga
Brasil Paraná
Brasil Caxias
Brasil Vila Nova
Brasil Duque de Caxias
Brasil Boavista
Brasil Ipatinga
Brasil Duque de Caxias
Brasil Ponte Preta
Brasil Palmeiras
Brasil Bahia
Última atualização: 24 de agosto de 2014

Gilson Kleina (Curitiba, 30 de março de 1968) é um treinador brasileiro de futebol. Atualmente treina o Bahia.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira como auxiliar técnico de Abel Braga, no Coritiba, no Olympique de Marselha, no Atlético-MG e no Botafogo.

Já treinou vários clubes como: Villa Nova, Iraty, Criciúma, Paraná Clube; Caldense, Cianorte, Paysandu, Coruripe, onde conquistou seu único título, o de Campeão alagoano de 2006, Gama; Sampaio Corrêa; Ipatinga, Caxias e ultimamente esteve no Vila Nova, Duque de Caxias, Boavista e Ipatinga.

No Duque de Caxias, recuperou o clube de situações ruins e foi ídolo da torcida do tricolor da Baixada Fluminense.

Ponte Preta[editar | editar código-fonte]

Posteriormente, assumiu em 2010 o comando da Ponte Preta, equipe de Campinas, cidade localizada no interior do estado de São Paulo.

Em março de 2011, chegou a ser anunciado como novo comandante do Fluminense,[1] mas recusou o convite e continuou no clube campineiro.

No dia 19 de novembro de 2011, levou a Ponte Preta de volta a Série A do Brasileirão, após 6 anos, em um jogo ganho por 4-1 diante da equipe do ABC de Natal em Campinas.

No ano seguinte, levou a Ponte Preta às semifinais do Campeonato Paulista. Saiu da Ponte em setembro de 2012, chamado de traidor e mercenário pela torcida por ter deixado o time no meio do Campeonato Brasileiro e ter aceitado proposta do Palmeiras por questões financeiras.[carece de fontes?]

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2012, assinou contrato com o Palmeiras, em substituição a Luiz Felipe Scolari, ídolo de grande parte da torcida palmeirense, ex-técnico da Seleção Brasileira de Futebol e vencedor, dentre muitos títulos, da Copa do Mundo de 2002.

Kleina veio para tentar evitar o rebaixamento do tradicional clube paulista para a Série B do Brasileiro. Ao assumir o comando do alviverde, o clube encontrava-se na penúltima colocação do Campeonato Brasileiro, com apenas 20 pontos conquistados em 25 rodadas[2] . Gilson Kleina tentou mas não conseguiu evitar o rebaixamento do Palmeiras para a Série B 2013.

Em março de 2013, já conhecedor da enorme pressão de dirigir o Palmeiras, Kleina comparou treinar o clube com "morar em Israel", já que, assim como no país banhado pelo Mar Mediterrâneo, no Verdão, "Ao primeiro toque da sirene, você já tem que ficar alerta para ver o que vai acontecer". Balançou no cargo após as eliminações no Paulistão, libertadores e copa do Brasil e principalmente após a vergonhosa goleada sofrida para o Mirassol, 6 x 2. Porem foi bancado pelo presidente Paulo Nobre e comandou o Palmeiras no calvário da série B do Brasileirão e conquistou a competição com facilidade.

Mesmo com a boa campanha na série B, o técnico não era a prioridade da diretoria para comandar o Palmeiras no ano do centenário. O clube chegou a negociar com o técnico argentino Marcelo Bielsa, mas o alto salário exigido pelo técnico não foi aceito pelo Palmeiras. Após o fracasso com Bielsa, a diretoria procurou Kleina e ofereceu um contrato por produtividade, no qual, o salário seria inferior aos oferecidos no mercado porem, se alcançasse os objetivos estipulados pela diretoria, poderia aumentar. Kleina não aceitou em primeira instancia, porem, pensou melhor e acertou sua renovação com contrato por produtividade válido até o fim de 2014.

Completou 100 jogos como treinador pelo Palmeiras, no dia 30 de março de 2014, diante o Ituano, onde o Palmeiras foi derrotado por 1-0 e eliminado da competição.

No dia 8 de maio de 2014, foi demitido do Palmeiras após más atuações recentes somado a derrota para o Sampaio Corrêa, do Maranhão, pela Copa do Brasil.[3]

Bahia[editar | editar código-fonte]

Acertou com Bahia, após dias de indefinição.[4]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Anos Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas
2010–2012 Ponte Preta 115 48 32 35
2012–2014 Palmeiras 105 56 20 29
2014– Bahia 3 0 3 0

Títulos[editar | editar código-fonte]

Coruripe
Palmeiras
Iraty

Destaques[editar | editar código-fonte]

Ponte Preta
Palmeiras

Referências

Precedido por
Luiz Felipe Scolari
Treinador do Palmeiras
2012–2014
Sucedido por
Alberto Valentim (interino)
Precedido por
Rodney Gonçalves
Joelton Urtiga (interino)
Treinador do Duque de Caxias
2009
2010
Sucedido por
Álvaro Miranda
Arthur Bernardes
Precedido por
Marquinhos Santos
Treinador do Bahia
2014–
Sucedido por
'