Dorival Júnior

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Dorival Júnior
Informações pessoais
Nome completo Dorival Silvestre Júnior
Data de nasc. 25 de abril de 1962 (52 anos)
Local de nasc. Araraquara (SP), Brasil
Altura 1,86 m
Destro
Apelido Bicão
Informações profissionais
Clube atual Brasil Palmeiras
Posição Treinador
(ex-Volante)
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1982–1983

1984–1985
1985–1986
1986–1987
1988
1988
1989–1992
1993
1994–1995
Brasil Ferroviária
Brasil Marília
Brasil Guarani
Brasil Avaí
Brasil Joinville
Brasil São José
Brasil Coritiba
Brasil Palmeiras
Brasil Grêmio
Brasil Juventude
Brasil Criciúma
00045 000(5)

00015 000(3)
00045 000(2)
00055 000(0)
00056 000(4)
00063 000(1)
00157 000(4)
00035 000(0)
00042 000(0)
Times que treinou
0000–2002
2002
2002
2003–2004
2005
2005
2005
2005–2006
2006
2006–2007
2007
2008
2009
2010
2010–2011
2011–2012
2012–2013
2013
2013
2014–
Brasil Figueirense (aux. técnico)
Brasil Ferroviária
Brasil Figueirense (gerente)
Brasil Figueirense
Brasil Fortaleza
Brasil Criciúma
Brasil Juventude
Brasil Sport
Brasil Avaí
Brasil São Caetano
Brasil Cruzeiro
Brasil Coritiba
Brasil Vasco da Gama
Brasil Santos
Brasil Atlético Mineiro
Brasil Internacional
Brasil Flamengo
Brasil Vasco da Gama
Brasil Fluminense
Brasil Palmeiras

000008

0000046
0000059
0000028
0000032
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000005
000005
Última atualização: 21 de setembro de 2014

Dorival Silvestre Júnior, mais conhecido como Dorival Júnior (Araraquara, 25 de abril de 1962) é um treinador e ex-futebolista brasileiro, que atuava como volante. Atualmente treina o Palmeiras.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Quando era jogador, Dorival era conhecido apenas como Júnior. Começou sua carreira profissional na própria cidade natal em 1982, jogando pela Ferroviária. Passou pelo Marília, antes de se destacar e transferir-se para o Guarani. Em 1985, começou a fazer história em Santa Catarina, primeiro jogando pelo Avaí e, em seguida, pelo Joinville. Em 1988, retornou ao interior paulista, dessa vez para jogar no São José. No mesmo ano, transferiu-se para o Coritiba. Em 1989 foi para o Palmeiras, onde se destacou e permaneceu até 1992. Em 1993 foi vendido ao Grêmio e, no ano seguinte, continuou no Rio Grande do Sul, dessa vez no Juventude, onde concluiu sua a carreira de jogador, em 1995.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Ferroviária[1] [editar | editar código-fonte]

No ano de 2002, a Ferroviária disputava a Série A3 do Paulistão, e a campanha foi terrível até o final do primeiro turno. A pressão política sobre o time eram enormes, e só se falava em escapar do rebaixamento. Em apenas 15 partidas, já haviam passado três treinadores pelo time: Zé Humberto, Polozzi e Edson Mariano.

Formado em Educação Física, Dorival Júnior, então auxiliar-técnico no Figueirense, aceitou o desafio por amor à Ferroviária e já estreou exatamente num estádio bem familiar: O Parque Antarctica. O adversário foi o Palmeiras B. A Locomotiva jogou muita bola nesse dia, com muita marcação no meio-campo e saídas em contra-ataque velozes, características do treinador. O goleiro palmeirense Sérgio fez alguns milagres, enquanto pelo lado grená, Wagner falhou em dois dos três lances alviverdes que foram convertidos. Fim de jogo: 3 a 2 para o Palmeiras.

No jogo seguinte, na Fonte Luminosa, a Ferrinha conseguiu bater o Barretos. Foi a primeira vitória de Dorival Júnior no comando da equipe. Entretanto, no outro jogo, contra o ECO, a Ferroviária acabou cedendo um gol no último minuto de jogo e foi derrotada novamente.

Na sequência, veio um outro resultado péssimo: empate em 1 a 1 contra o Sertãozinho em casa. Então, quando já se falava na necessidade de um comando com mais experiência para um momento tão turbulento, veio novamente um triunfo. O Taquaritinga tinha uma equipe superior e, em plena Fonte Luminosa, fez 3 a 0 em 16 minutos. Inabalado mesmo com o clima tenso no estádio, Júnior fez alterações ousadas e a Ferrinha conseguiu uma virada inesquecível, vencendo por 4 a 3. Com a heroica virada, Dorival e seus comandados foram à Bebedouro enfrentar a Inter de Bebedouro confiantes e, apesar de voltar para Araraquara apenas com um modesto empate sem gols, a Locomotiva ainda conseguiu colocar três bolas na trave.

As duas últimas partidas de Dorival, apesar de terem resultado em derrotas (3 a 1 para o Garça, em Garça), e 3 a 2 para o XV de Jaú, na Fonte Nova), acabaram determinando o retorno de Dorival ao Figueirense, só que no cargo de gerente de futebol. Dorival comandou a equipe araraquense em apenas oito partidas: 2 vitórias, 2 empates e 4 derrotas. Mas, no fim das contas, a Ferroviária escapou do rebaixamento em 2002.

Figueirense[editar | editar código-fonte]

Após trabalhos como auxiliar-técnico e gerente de futebol no Figueira, Dorival estreou efetivamente como técnico no clube em 2003, logo faturando o campeonato estadual no ano seguinte. Em 2005, comandou o Fortaleza, onde foi demitido na reta final do Campeonato Cearense. No mesmo ano, ainda treinou dois de seus ex-clubes dos tempos de volante: Criciúma e Juventude.

Em 2006, foi campeão pernambucano pelo Sport. No mesmo ano, comandou Avaí e São Caetano. No comando do clube paulista, conquistou um desagradável 18º lugar no Brasileirão, resultado que rebaixou o Azulão para a Série B.

No ano seguinte, Dorival Júnior fez ótima campanha no São Caetano, após eliminar o São Paulo nas semifinais do campeonato estadual e, em seguida, terminar como vice no Campeonato Paulista, perdendo a final para o Santos. No dia seguinte, Dorival deixou o Azulão e transferiu-se para o Cruzeiro.

No Cruzeiro, que havia perdido o Campeonato Mineiro de 2007 para o maior rival, administrou um princípio de crise e pôs o time entre os favoritos ao título do Campeonato Brasileiro. No entanto, nas últimas onze rodadas do campeonato, o time mineiro sofreu uma queda de rendimento que quase o afastou da zona de classificação à Libertadores de 2008. Por essa razão, os dirigentes do Cruzeiro deixaram de renovar o contrato do treinador.

No final de 2007, Dorival Júnior foi cotado para assumir o Palmeiras, mas acabou acertando com o Coritiba para a temporada de 2008.

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

No final de 2008, Dorival não renovou seu contrato com o Coritiba, e assinou com o Vasco da Gama para enfrentar um grande desafio: devolver o clube carioca à elite do futebol brasileiro.[2]

O objetivo foi alcançado com algumas rodadas de antecedência, ao vencer o Juventude por 2 a 1. O título da Série B veio poucas semanas depois, com o triunfo sobre o América de Natal, também por 2 a 1. No final de novembro, Dorival e a diretoria do clube decidiram não renovar o contrato para a temporada de 2010.[3]

Santos[editar | editar código-fonte]

Assim que o presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro assumiu a presidência, em 15 de dezembro, Dorival foi contratado pelo Santos por dois anos, em substituição a Vanderlei Luxemburgo. O presidente do clube depositou nele muita confiança para 2010. Com uma equipe extremamente ofensiva, com jogadores como Robinho, Neymar e Paulo Henrique Ganso, Dorival levou o Santos à conquista do título paulista de 2010, superando o Santo André numa final muito disputada, vencendo também a Copa do Brasil, ao derrotar o Vitória na final.

Após rixa com o atacante Neymar, em episódio no qual o jovem jogador xingou o então técnico por ter sido proibido de cobrar um pênalti, Dorival disse que deixaria o atacante fora do clássico contra o Corinthians, declaração essa que não agradou à diretoria santista e resultou em sua demissão por "insubordinação".[4] Após ser demitido, acertou com o Atlético Mineiro, com a missão de salvar a equipe do descenso para a Série B.[5]

Atlético-MG[editar | editar código-fonte]

O Atlético Mineiro, quando da apresentação de Dorival, se encontrava há mais de 20 rodadas na zona de rebaixamento, a sete pontos do primeiro time fora do chamado Z-4 e, segundo estatísticas especializadas, com 89% de chances de rebaixamento. Dorival Júnior conseguiu restabelecer a confiança da equipe, trabalhou a parte psicológica dos jogadores, ficando célebres os clássicos disputados contra um grande rival, o Flamengo, onde o Galo venceu por 4 a 1; e contra o maior rival, o Cruzeiro, em 24 de outubro de 2010, onde a palestra pré-jogo feita por Paulo Storani, ex-capitão do BOPE, fez com que a equipe revertesse uma série de vitórias do Cruzeiro sobre o Atlético (nos 16 dérbis anteriores, a equipe do Cruzeiro havia vencido 13, empatado 2 e perdido apenas uma, quando jogou com uma equipe reserva). O Atlético acabou vencendo o Cruzeiro por 4 a 3.

Em 28 de novembro de 2010, Dorival Júnior conseguiu livrar o Atlético do rebaixamento, faltando apenas uma rodada para o final do Campeonato Brasileiro: em 12 jogos comandando o Galo, obteve 24 pontos, a mesma quantidade de pontos que seu antecessor, Vanderlei Luxemburgo, havia conquistado com o dobro de jogos.

Internacional[editar | editar código-fonte]

No dia 12 de agosto de 2011, o Internacional acertou a contratação de Dorival Júnior. Dias antes, Fernandão, diretor técnico e ex-jogador do Inter, se reuniu com o técnico em um hotel na cidade de Florianópolis, e ambos selaram as bases salariais do treinador. Ele foi apresentado oficialmente na terça-feira, 16 de agosto de 2011. Sua estreia como comandante do clube foi em 17 de agosto de 2011, na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, com gol de Leandro Damião. Uma semana depois, comandou a equipe na conquista do título da Recopa Sul-Americana, conquistada sobre o argentino Independiente, no Beira-Rio, por 3 a 1. No final do ano, conseguiu classificar o time para a Copa Libertadores da América, graças à uma vitória na última rodada, contra o rival Grêmio, por 1 a 0, gol de Andrés D'Alessandro. No dia 13 de maio de 2012, conquistou o Campeonato Gaúcho, também no Beira-Rio, sobre o Caxias, na vitória por 2 a 1, tendo empatado o primeiro jogo por 1 a 1, no Estádio Centenário. Em 20 de julho de 2012, depois de pesadas críticas por parte da torcida colorada[6] , foi anunciada sua demissão. O cargo seria ocupado pelo ex-diretor de futebol, Fernandão.[7]

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Em 25 de julho de 2012, cerca de uma semana após ser demitido do Internacional, o Flamengo, que também havia demitido seu até então treinador (Joel Santana, que foi demitido em 23 de julho) acertou a contratação de Dorival, inicialmente até o fim de 2013.[8] Mesmo sem tempo para treinar o time, Dorival estreou pelo Flamengo numa partida contra a Portuguesa logo no dia seguinte ao acerto (26 de julho) e comandou o time no empate sem gols. Em 16 de março de 2013, foi demitido por falta de acordo na redução de seus rendimentos.[9]

Retorno ao Vasco[editar | editar código-fonte]

Em 10 de julho de 2013, Dorival Júnior foi anunciado como o novo treinador do Vasco da Gama.[10]

Porém após uma sequência de resultados negativos que levaram o clube ficar entre os quatro últimos do Campeonato Brasileiro, foi demitido em 28 de outubro.

Fluminense[editar | editar código-fonte]

Comandou o clube a partir de 11 de novembro de 2013, em substituição à Vanderlei Luxemburgo, com a missão de tirar o time da zona de rebaixamento nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro,[11] porém sem êxito.

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

Em 3 de setembro de 2014 assumiu o comando do Palmeiras até junho de 2015.[12]

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

Ganso e Neymar[editar | editar código-fonte]

Dorival esteve envolvido em episódios polêmicos com o meio-campo Paulo Henrique Ganso e o atacante Neymar:

  • Em 2 de maio de 2010, na decisão do Campeonato Paulista de 2010, Ganso se recusou a obedecer à uma ordem direta de substituição de Dorival Júnior e permaneceu em campo até o final.[13]
  • Em 15 de setembro de 2010, em uma partida contra o Atlético Goianiense, ao receber ordens de Dorival, para não bater o pênalti, Neymar, furioso, discutiu com o treinador[14] . Segundo o site esportivo LANCE!, a fúria de Neymar continuou após o jogo, no vestiário, chegando, inclusive, a atirar um copo com isotônico no auxiliar de Dorival[15] . O técnico da equipe goiana, René Simões, disse nunca ter visto um jogador tão "mal-educado" como Neymar e que estão "criando um monstro". O técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes, repudiou a atitude de Neymar[16] [17] . O episódio culminou com a demissão de Dorival.[18]
  • Em 6 de outubro do mesmo ano, o periódico esportivo Lance! publicou uma reportagem na qual afirma que noitada de Neymar e de outros jogadores santistas com garotas de programa após um jogo contra o Grêmio, em Porto Alegre, iniciou queda de Dorival pois este, ao saber do ocorrido que foi registrado por câmeras de segurança do hotel em que a equipe estava hospedada, ficou revoltado e pediu punição a Neymar e os outros jogadores à diretoria do Santos, mas não foi atendido;[19]
  • Em 5 de janeiro de 2011, numa entrevista, o ex-volante santista Roberto Brum fez uma revelação polêmica sobre a demissão de Dorival: segundo o jogador, o elenco foi ameaçado de "não ganhar salário se Neymar não jogasse contra o Corinthians" e afirmou que "nem o presidente (Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro) e nem o diretor de futebol (Pedro Luiz Nunes Conceição) queriam a demissão dele (Dorival). Mas a ordem veio lá de cima, de São Paulo. Ordem acima do presidente". Brum acrescentou que "o Dorival precisava ganhar o comando do grupo, e isso só ia acontecer com a punição ao Neymar. O Dorival precisava ser respeitado. Ele é uma autoridade e o Neymar tinha que entender isso".[20]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Atualizado até 21 de dezembro de 2014.

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
Ferroviária 8 2 2 4 33,3%
Vasco da Gama 64 40 16 10 70,83%
Santos 59 26 8 16 51,41%
Atlético-MG 50 25 13 15 58,66%
Internacional 85 33 18 12 45,88%
Flamengo[21] 37 15 12 10 49,55%
Vasco da Gama 29 9 8 12 40,23%
Fluminense 5 3 1 1 66,67%
Palmeiras 5 1 2 2 30%

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Dorival Júnior é casado e pai de três filhos, dois meninos e uma menina. É sobrinho de Dudu, ex-volante e ídolo do Palmeiras nas décadas de 1960 e 1970. Desde 2010, seu filho Lucas Silvestre trabalha como auxiliar do treinador.[22]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Avaí
  • Santa Catarina Taça Governador do Estado: 1985
Joinville
Palmeiras
Grêmio
Juventude

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Figueirense
Sport
Coritiba
Vasco da Gama
Santos
Internacional

Referências

  1. Dorival Júnior treinador da Ferroviária (em português) FerroviáriaS/A.com (2 de setembro de 2011). Página visitada em 19 de dezembro de 2013.
  2. Dorival Júnior é o novo técnico do Vasco (em português) GloboEsporte.com.
  3. Dorival Júnior não permanece no Vasco em 2010 (em português) GloboEsporte.com.
  4. Santos demite Dorival Júnior por insubordinação (em português) GloboEsporte.com.
  5. Atlético-MG anuncia Dorival Júnior como substituto de Luxemburgo (em português) UOL (25 de setembro de 2010). Página visitada em 25 de setembro de 2010.
  6. Com um a menos, Santos empata com o Internacional (em português) CorreioDeUberlândia.com.
  7. Fernandão muda de função e vira técnico do Inter (em português) LanceNet.com.
  8. Dorival Júnior acerta com Flamengo (em português) GloboEsporte.com.
  9. SOUZA, Richard (16 de março de 2013). Sem acordo por redução salarial, Dorival não é mais técnico do Fla (em português) GloboEsporte.com. Página visitada em 16 de março de 2013.
  10. Dorival Júnior é o novo técnico do Vasco (em português) GloboEsporte.com.
  11. Diretoria do Flu age rápido e anuncia a contratação do técnico Dorival Junior (em português) GloboEsporte.com.
  12. Sobrinho de Dudu, Dorival Júnior é o novo técnico do Palmeiras Sítio oficial SE Palmeiras (3 de setembro de 2014).
  13. Ganso se recusa a ser substituído e pede vaga na seleção (em português) Esporte.IG.com.
  14. Neymar perde a cabeça e discute com treinador (em português) LanceNet.com.
  15. No vestiário, Neymar desrespeitou Dorival e auxiliar (em português) LanceNet.com.
  16. Mano Menezes repudia comportamento de Neymar (em português) LanceNet.com.
  17. Mano Menezes repudia comportamento de Neymar (em português) OGlobo.com.
  18. Neymar 'vence' queda de braço: Dorival fora! (em português) LanceNet.com.
  19. Noitada com garotas de programa iniciou queda de Dorival (em português) LanceNet.com.
  20. De saída, Brum faz revelação polêmica sobre a demissão de Dorival (em português) GazetaEsportiva.com.
  21. Dorival Silvestre Junior (em português) Flapédia.com (14 de março de 2013). Página visitada em 16 de março de 2013.
  22. Filho e auxiliar, Lucas cita admiração por Dorival: 'Me espelho para tudo' (em português) GloboEsporte.com.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Edson Mariano
Treinador da Ferroviária
2002
Sucedido por
Zé Humberto
Precedido por
Vágner Benazzi
Treinador do Avaí
2006
Sucedido por
Josué Teixeira
Precedido por
Paulo Autuori
Treinador do Cruzeiro
2007
Sucedido por
Adílson Batista
Precedido por
Renê Simões
Treinador do Coritiba
2008
Sucedido por
Ivo Wortmann
Precedido por
Renato Gaúcho
Paulo Autuori
Treinador do Vasco da Gama
2009
2013
Sucedido por
Vágner Mancini
Adílson Batista
Precedido por
Vanderlei Luxemburgo
Treinador do Santos
2010
Sucedido por
Marcelo Martelotte
Precedido por
Vanderlei Luxemburgo
Treinador do Atlético Mineiro
2010–2011
Sucedido por
Cuca
Precedido por
Paulo Roberto Falcão
Treinador do Internacional
2011–2012
Sucedido por
Fernandão
Precedido por
Joel Santana
Treinador do Flamengo
2012–2013
Sucedido por
Jorginho
Precedido por
Vanderlei Luxemburgo
Treinador do Fluminense
2013
Sucedido por
Renato Gaúcho
Precedido por
Ricardo Gareca
Treinador do Palmeiras
2014–
Sucedido por
'