Sport Club do Recife

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Sport
Nome Sport Club do Recife
Alcunhas Leão da Ilha
Leão do Norte
Papai da Cidade
Glorioso
Rubro-negro
Seleção do Nordeste
Super-Time da Ilha
Torcedor Rubro-negro
Leonino
Sportista (pouco usado)
Sportano (pouco usado)
Mascote Leão
Fundação 13 de maio de 1905 (104 anos)
Estádio Ilha do Retiro
Capacidade 35.000
Localização Recife - PE, Brasil
Presidente Bandeira do Brasil Silvio Guimarães
Treinador Bandeira do Brasil Emerson Leão
Patrocinador Bandeira do Brasil Cimento Nassau
Material Esportivo Lotto
Competição  Campeonato Pernambucano
 Campeonato Brasileiro
Copa Libertadores
Divisão 2009 Campeão (invicto)
 Campeonato Brasileiro Em Andamento
Copa Libertadores 11º Colocado
Divisão 2008 Campeão
Bandeira do Brasil Copa do Brasil Campeão
 Campeonato Brasileiro 11° Colocado
Ranking nacional 15º lugar, 1.422 pontos
Website sportrecife.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
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O Sport Club do Recife é um Clube brasileiro de desportos, situado na cidade do Recife, no estado de Pernambuco. Fundado em 13 de Maio de 1905, por um pernambucano que viveu por muitos anos na Inglaterra, chamado Guilherme de Aquino Fonseca, onde estudou na Universidade de Cambridge[1], e regressou a Pernambuco trazendo consigo a paixão pelo novo esporte daquele país, o futebol.

O Clube tem o maior patrimônio do Norte-Nordeste[2], com uma estrutura formada por estádio multi-equipado e centros de treinamento. A Ilha do Retiro abriga campo principal e auxiliar, parque aquático, apart-hotel, quadras de tênis, basquete, handebol, hóquei, entre outros esportes, sendo o melhor estádio do Nordeste[3]. O Rubro-negro também possui centros de treinamento, como o CT do Leão I, que é destinado ao elenco profissional, e o CT do Leão II, para uso exclusivo das categorias de base.

No futebol, esporte em que é mais popular, suas maiores glórias são o Campeonato Brasileiro de 1987, e a Copa do Brasil de 2008. Além de ser Bicampeão Nacional, o Sport possui um título da Série B de 1990, é Tetracampeão do Nordeste, Tetracampeão do Norte-Nordeste, Tricampeão do Norte, e 38 vezes Campeão Pernambucano, sendo o maior detentor de títulos do estado. O Leão possui tradição e glórias em diversos esportes olímpicos, sendo um dos Clubes mais bem sucedidos do país também nesse âmbito, com conquistas regionais, nacionais e internacionais, em modalidades como remo, natação, hóquei, basquete, futsal, vôlei, onde participa da Superliga femimina[4], tênis de mesa, taekwondo, judô, e etc.

Atualmente é um dos 100 maiores clubes do Mundo[5]. Encontra-se na 51ª posição, de acordo com o IFFHS, Ranking Mundial de Clubes, reconhecido pela FIFA. No Ranking da CBF está na 15ª posição[6]; no Ranking da CONMEBOL detém a 84ª posição[7], figurando em ambos, como o Clube nordestino mais bem colocado do Brasil e da América, respectivamente. Pesquisas do Lance!/IBOPE mostram que o Leão da Ilha possui a maior torcida do Nordeste, e uma das maiores do Brasil[8][9], sendo a 13ª em números nacionais.

Tem uma rivalidade histórica com o Clube Náutico Capibaribe, donde o confronto entre ambos é conhecido como o Clássico dos Clássicos, sendo este o segundo clássico mais antigo do país, e com o Santa Cruz Futebol Clube, cujo confronto é denominado de Clássico das Multidões.

Citação
«"O Sport será um autêntico campeão, pois nasceu sob o signo da valentia e dele jamais se apartará."»
(Guilherme de Aquino Fonseca - fundador do Sport, em 1905)


Índice

[editar] História

Ver artigo principal: História do Sport Club do Recife

[editar] Títulos

[editar] Nacionais

[editar] Regionais

[editar] Estaduais

* Campeão invicto.

[editar] Símbolos

[editar] Lema

É assim definido no estatuto do clube: § 2º do 2º artigo do 1º capítulo - Na realização das atividades sócio-culturais-esportivas, o Sport Club do Recife procurará desenvolver, manter e elevar o verdadeiro espírito rubro-negro, sob o lema 'Pelo Sport Tudo'.

O lema, muito provavelmente, tem a origem em época que coincide com o aparecimento do grito de guerra, até porque faz parte do brado que dá inicio ao mesmo.

[editar] Brasão

Primeiro brasão do Sport

O primeiro brasão do Sport nada tinha a ver com o atual. Num dos primeiros estatutos do clube ele era assim definido: Sobre uma âncora, tendo no braço a data 13/05/1905, apoiada sobre um par de remos cruzando com um mastro contendo flâmulas descendentes e um croquete, um salva-vidas, tendo no centro uma bola de futebol entre um pau de críquete e uma raquete de tênis, cruzados, e encimada pelas letras SCR, entrelaçados em monograma e, no corpo, escrito Sport Club Recife. Logo, o distintivo número 1 do Sport representava todas as modalidades esportivas praticadas pelo clube na época, desde o críquete até a caça submarina.

O brasão era muito complexo, de difícil reprodução e não trazia as cores.

Eis que, em 1919 o então presidente Rubro-Negro Arnaldo Loyo encarou um desafio que para muitos na época foi considerado uma loucura: levar o Sport a Belém do Pará para jogar uma série de cinco amistosos.

O clube obteve resultados significativos visto que na época o centro futebolístico Paraense era mais evoluído que o Pernambucano. Estes foram nossos resultados: Sport 3x3 Combinado Remo-Paysandu (23/03), Sport 3x2 Seleção Paraense (27/03), Sport 0x1 Paysandu (01/04), Sport 2x1 Combinado Remo-Paysandu (03/04) e Sport 0x1 Remo (06/04).

E foi no jogo do dia 03/04/1919 que estava em disputa um belíssimo bronze francês denominado Leão do Norte onde figuravam as esculturas de um arqueiro grego acompanhado por um imponente leão. Para a surpresa dos paraenses, o Sport vence o combinado local por 3x2 e fica com o troféu. A decepção para a torcida adversária foi tamanha que um torcedor mais afoito invadiu o navio onde os dirigentes Rubro-Negros guardavam a peça, e danificou sua cauda com um cano de ferro. Este fato inspirou a elaboração de um novo brasão para o Sport.

Então o leão foi adotado como o novo símbolo do clube pois representava toda sua ousadia, coragem e espírito de vencedor que o marcava desde sua fundação. O responsável pela arte foi o desenhista Armando Vieira dos Santos que se baseou na Heráldica das armas escocesas para a elaboração do escudo.

E ele é assim definido no estatuto do clube: Art. 7º - O distintivo oficial do Sport Club do Recife é um escudo, cuja configuração geométrica assim se define: superiormente, dois arcos de círculos, convexos, iguais entre si; os arcos superiores encontram-se, numa das extremidades, no ponto extremo superior do eixo vertical da figura; na outra extremidade, cada um deles se liga à extremidade superior do arco lateral correspondente; os arcos laterais encontram-se, na extremidade inferior, no ponto extremo inferior ao eixo vertical da figura; a corda de cada arco lateral é, praticamente, igual ao dobro da corda de cada arco superior.§ único - O fundo do escudo oficial tem sete faixas paralelas, no sentido diagonal ascendente, da esquerda para direita, em cores preta e encarnada, alternadamente, a primeira e a última das quais, em cor preta. Sobre tal fundo, a figura heráldica, em amarelo-ouro, de um leão em pé e de perfil, voltado para o lado direito do escudo, sustentando uma miniatura do desenho deste. Nessa miniatura, também em amarelo-ouro, o desenho do monogramo SCR, em letras entrelaçadas, de cor preta.

[editar] Bandeira

O pavilhão oficial do Sport é assim descrito em seu estatuto: artigo 9º do 2º Capítulo - O Sport Club do Recife tem, como pavilhão oficial, uma bandeira de forma retangular, com sete faixas horizontais paralelas de igual largura, sendo quatro pretas e três encarnadas, alternadamente, a primeira e a última das quais, em cor preta. No ângulo superior direito da bandeira, quadrado de cor preta, com a figura heráldica de leão em pé e de perfil, em amarelo-ouro, voltada para a direita do quadrado, sustentando um desenho perimétrico do escudo do clube, em traço preto. O fundo desse desenho é em amarelo-ouro, figurando, no seu centro, o monograma SCR, em letras pretas, entrelaçadas. No canto inferior direito do quadrado, a inscrição, em amarelo-ouro, do numeral do número mil novecentos e cinco, significante do ano de fundação do Clube. A largura da bandeira é igual a sete décimos do seu comprimento, e o lado do quadrado é igual à soma da largura de três faixas.

Com as conquistas do Campeonato Brasileiro de 1987, da Copa do Brasil de 2008, e também do Campeonato Brasileiro de 1990 - Série B, adotou-se extra-oficialmente o uso de três estrelas na primeira faixa preta. Sendo duas douradas, que representam os dois títulos máximos do Leão da Ilha, e a prateada, que demonstra o "título da superação", conquistado em meio a muitas dificuldades. No hino oficial do Sport Club do Recife, o autor Eunitônio Edir Pereira faz uma bela citação à bandeira.

[editar] Hino

O hino oficial do Sport Club do Recife tem como autor Eunitônio Edir Pereira, que, com muita maestria, traduziu o sentimento Rubro-Negro, tão visto e reconhecido dos torcedores do Sport. A composição traz uma série de citações à história e às particularidades do clube. São elas: a paixão e a fidelidade de sua torcida; a fundação do clube em 13/05/1905 por Guilherme de Aquino Fonseca; a caracterização do pavilhão Rubro-Negro; como também, faz juz aos diversos atletas do Sport, que, ao longo dos anos, tantas glórias conquistaram ostentando o leão em seu peito.

[editar] Cores

É assim definido no estatuto do clube: 2º artigo do 2º capítulo - As cores oficiais do Sport Club do Recife serão, sempre, preto e encarnado, usadas em conjunto, em uniformes, escudos, distintivos, flâmulas, bandeiras, etc.

[editar] Uniformes

Os uniformes do Sport são assim descritos em seu estatuto: artigo 8º do 2º capítulo - Nas competições esportivas, os atletas do Sport Club do Recife usarão, conforme o caso, um dos uniformes seguintes:

a) Camisa com faixas horizontais de igual largura, de cores preta e encarnada, alternadamente, com calção branco e meiões pretos, ou, calção e meiões pretos;

b) Camisa, calção e meiões brancos, tendo a camisa, em seu lado esquerdo, na altura do peito, o desenho do escudo oficial do Clube.

[editar] Uniforme dos jogadores

  • 1º - Preto com listras horizontais vermelhas;
  • 2º - Branco com detalhes dourados;
  • 3º - Dourado com listras horizontais em outro tom de dourado, em homenagem ao retorno da disputa da Libertadores 2009.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
3º Uniforme

[editar] Uniformes dos goleiros

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
'

[editar] Uniformes de treino

  • Azul com detalhes dourados, calções azuis e meias douradas;
  • Branco com detalhes azuis, calções e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
Comissão Técnica

[editar] Outros Uniformes

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2007
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2004
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1998
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1987

[editar] Mascote

O leão é mascote do Sport Club do Recife

Em 1905, Guilherme de Aquino Fonseca já fundara o Sport Club do Recife "sob o signo da valentia", demonstrando anos mais tarde, em 1919 no Pará, todo esse sentimento ao vencer o Troféu Leão do Norte, competição considerada à época, dificílima para qualquer equipe nordestina, já que o futebol paraense era mais desenvolvido. Porém, como sempre pioneiro e superando várias dificuldades, o Sport foi a Belém, não se intimidou, e conquistou o belíssimo troféu de bronze francês, que mais tarde viria a ser o motivo de criação do mascote, que hoje é o leão, tão agraciado pela vitoriosa torcida Rubro-Negra, como também pela criação de uma das alcunhas do Sport: Leão do Norte.

O leão simboliza a tão característica luta e garra do Sport Club do Recife. Luta e garra estas, não só vistas dentro dos gramados, como também em toda a sua estrutura patrimonial, erguida com muita dignidade, graças ao suor do trabalho e da dedicação de vários Rubro-Negros.

O mascote-símbolo do Sport se chama Leo. Ele foi criado há mais de 25 anos pelo chargista Humberto Araújo, e desde então vem ilustrando as conquistas e momentos marcantes do clube.

Leo é querido entre toda a torcida Rubro-Negra, principalmente pelas crianças[10]. Ganhou vida em 2007, passando a entrar em campo com os jogadores do Sport, e alegrando a festa da torcida[11]. O nome Leo foi escolhido por significar leão em latim.

[editar] Grito de guerra

Origem do Cazá, cazá

A primeira vez que o grito de guerra do Sport foi bradado remotam das comemorações do Campeonato Pernambucano de 1938, ano que o Leão conquistara mais um título. O Vasco da Gama possui um grito de guerra semelhante ao nosso, com modificações sutis em alguns versos. Mas o que se sabe, é que por lá ele começou a ser bradado por volta de 1942, coincidentemente na mesma época que o legendário Ademir de Menezes, maior jogador da história do Sport, do futebol Pernambucano e um dos maiores centroavantes da história do futebol mundial, começou a jogar por lá, apresentando o grito aos jogadores do Vasco. Apesar das mais de seis décadas passadas, o Cazá, cazá nunca perdeu sua vitalidade e originalidade, tornou-se tema musical para muitos compositores e constituiu-se numa das marcas registradas da torcida Rubro-Negra aonde quer que ela vá. Atualmente, o grito de guerra é entoado no início de cada tempo de jogo na Ilha do Retiro, puxado pelo narrador da "Rádio Ilha", Júnior Viana, além da torcida durante os jogos.

Cazá, cazá

"Pelo Sport nada?
Tudo!
Pelo Sport nada?
Tudo!
Então como é, como vai ser e como sempre será?

Cazá! Cazá! Cazá, cazá, cazá!
A turma é mesmo boa!
É mesmo da fuzarca!
Sport! Sport! Sport!"

[editar] Futebol profissional

[editar] Elenco atual

Última atualização: 15h20min de 5 de Julho de 2009 (UTC)

Legenda:

Capitão: Capitão

Goleiros
Jogador
1 Bandeira do Brasil Magrão
12 Bandeira do Brasil Cléber
21 Bandeira do Brasil Saulo
?? Bandeira do Brasil Jeferson
Defensores
Jogador Pos.
2 Bandeira do Brasil César Z
3 Bandeira do Brasil Igor Z
4 Bandeira do Brasil Durval Capitão Z
13 Bandeira do Brasil Elias Z
?? Bandeira do Brasil Gabriel Z
16 Bandeira do Brasil Juliano Z/V
15 Bandeira do Brasil Jonas LD
22 Bandeira do Brasil Moacir LD/V
29 Bandeira do Brasil Elder Granja LD
6 Bandeira do Brasil Dutra LE
23 Bandeira do Brasil Bruno Teles LE
Meio-Campistas
Jogador Pos.
5 Bandeira do Brasil Hamílton V
8 Bandeira do Brasil Sandro Goiano V
14 Bandeira do Brasil Andrade V
25 Bandeira do Brasil Daniel Paulista V
26 Bandeira do Brasil Dudé V
28 Bandeira do Brasil Fabiano V
7 Bandeira do Brasil Fumagalli MD
19 Bandeira do Brasil Luciano Henrique MD/ME
30 Bandeira do Brasil Hugo MA
Atacantes
Jogador
9 Bandeira do Brasil Guto
11 Bandeira do Brasil Ciro
?? Arce
20 Bandeira do Brasil Weldon
18 Bandeira do Brasil Vandinho
Técnico
Bandeira do Brasil Emerson Leão TEC


[editar] Transferências em 2009

Chegadas
  Jogador Clube anterior
Bandeira do Brasil Guto Bandeira do Brasil Internacional Emprestado
Bandeira do Brasil Jonas Bandeira do Brasil Internacional Emprestado
Bandeira do Brasil Paulo Baier Bandeira do Brasil Goiás
Bandeira do Brasil Hamílton Bandeira do Brasil Náutico
Bandeira do Brasil Daniel Paulista Rapid Bucareste
Bandeira do Brasil Weldon Bandeira do Brasil Cruzeiro
Bandeira do Brasil Bruno Teles Bandeira do Brasil Portuguesa
Bandeira do Brasil Vandinho Bandeira do Brasil Flamengo
Bandeira do Brasil Juliano Bandeira do Brasil São Luiz-RS
Bandeira do Brasil Elder Granja Bandeira do Brasil Atlético Mineiro
Bandeira do Brasil Hugo Bandeira do Brasil Atlético Mineiro Emprestado
Bandeira do Brasil Fabiano Bandeira do Brasil Atlético Mineiro Emprestado
Arce Oriente Petrolero
Saídas
  Jogador Clube de destino
Bandeira do Brasil Enílton Bandeira do Brasil Paulista
Bandeira do Brasil Francisco Alex Bandeira do Brasil São Paulo
Bandeira do Brasil Bia Bandeira do Brasil Ponte Preta
Bandeira do Brasil Júnior Maranhão Bandeira do Brasil Mirassol
Bandeira do Brasil Carlinhos Bala Bandeira do Brasil Náutico
Bandeira do Brasil Roger Bandeira do Brasil Fluminense
Bandeira do Brasil Márcio Goiano Dispensado
Bandeira do Brasil Jadílson Dispensado
Bandeira do Brasil Juninho Bandeira do Brasil Botafogo (PB) Emprestado
Bandeira do Brasil Joélson Bandeira do Brasil Porto
Bandeira do Brasil Sidny Bandeira do Brasil Náutico
Bandeira do Brasil Kassio Bandeira do Brasil Figueirense Emprestado
Bandeira do Brasil Paulo Baier Bandeira do Brasil Atlético Paranaense
Bandeira do Brasil Wilson Genoa

[editar] Comissão técnica

Atual
  • Treinador: Emerson Leão
  • Assistentes: Fernando Leão
  • Fisicultores: Rodrigo Chaves, Edvaldo Virgínio (Tacão) e Vítor Hugo
  • Preparador de Goleiros: Aílton Serafim
  • Médicos: Amílton Crócia, Antônio Bezerra e Stemberg Vasconcellos
  • Fisioterapeutas: Antônio Azevedo e Jairo Evangelista
  • Fisiologista: Inaldo Freire
  • Massagistas: Edson Batista (Mema) e Edson Severino
  • Supervisor: Edimílson Santos
  • Roupeiros: Clodoaldo do Nascimento e Danilo José da Silva
  • Serviços Gerais: José Antônio Ferreira (Pachequinho) e Marcos Oliveira
  • Segurança: Ivan Araújo da Silva (Pelé)
  • Assessor de Imprensa: Amaury Veloso
  • Representantes na Federação: Emmanuel Gayoso e José Alves

[editar] Diretoria

Atual

[editar] Executivo

  • Presidente Executivo: Silvio Alexandre Guimarães
  • Assessor do Presidente Executivo: Davi Aldrin de Sousa Oliveira
  • VP Executivo: Adalberto de Moraes Guerra
  • VP de Esp. Amad.: Genaro Domingues da Silva Junior
  • VP de Futebol: Guilherme Beltrão Pereira
  • VP Administrativo: Genivaldo Cerqueira de Albuquerque, Islan Honorato dos Santos Junior
  • VP Jurídico: Eduardo Romero Marques de Carvalho
  • VP de Patrimônio: Otávio Coutinho Júnior
  • VP de Engenharia: Celso Stamford Gaspar
  • VP de Marketing: Carlos Frederico Fernandes de Melo
  • VP Médico: Edelson Dourado
  • VP de Segurança e Serviços Gerais: Joaquim Donato Filho
  • VP Comercial: Camilo Lellis de Oliveira Leite
  • VP Social e de Rel. Intern.: Rodrigo Carneiro Leão
  • VP Financeiro: Emmanuel Mayrinck de Souza Gayoso
  • VP de Assuntos Estratégicos: Augusto José Carreras Cavalcanti

[editar] Relação de diretores

  • Diretores de Comunicação: Bruno Falcone Stamford, José Alves de Oliveira Sobrinho e Paulo Rogério Machado de Lima
  • Diretor de Patrimônio: Beroaldo Raimundo Lopes Maia Filho
  • Diretores de Engenharia: Amir Schvartz, Marco Túlio Rabelo Veras, Jair Jaroslavsky, Jorge Lobo Mendonça e José Antônio Hawatt
  • Diretores de Futebol: Adelson Alves Wanderley, Álvaro Simões dos Santos Figueira, Aluísio José Moura Dubeux, Augusto Carreras, Francisco de Paula Brennand Guerra, Frederico Beltrão Pereira e José Roberto Fernandes de Moura
  • Diretores de Remo: Amaury Miranda e William Sílvio Lino Moreira
  • Diretores de Futebol Amador: Edgar Monteiro Melo e Eucrésio Tadeu de Oliveira Lemos
  • Diretor de Hóquei: Balduíno Joaquim Belém Neto
  • Diretor de Basquete: Ricardo Estevão de Oliveira
  • Diretora de Natação: Graça Carvalho
  • Diretora de Tênis: Maria Quitéria de N. Gonçalves
  • Diretora do Parque Aquático: Inêz Maria Borba Barros
  • Conselho Fiscal: Antônio Fernando Lins de Miranda, Hilton Mayrinck Gayoso, Marcylio Valente Parayso, Geraldo de Paula Batista Filho, José Alves Sobrinho e Valdir Barbosa Júnior
  • Escritório São Paulo: Warley Pimentel

[editar] Conselho deliberativo

  • Presidente: Milton Caldas Bivar
  • VP: Márcio Silvestre Jatobá

[editar] Estatisticas

O Sport Club do Recife possui um dos melhores históricos do futebol brasileiro, tanto pela tradição em competições, como pelos títulos nacionais de grande expressão: o Campeonato Brasileiro de 1987 e a Copa do Brasil de 2008.

[editar] Histórico em competições oficiais

[editar] Desempenho

[editar] Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro

Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 19º 32º 27º 11º 30º 20º 62º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 29º 10º 28º 21º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 18º 12º 25º 11º 19º 10º 11º 22º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 28º 14º 11º


[editar] Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro - Série B

Ano 1984 1990 2002 2003 2004 2005 2006
Pos. 14º 17º 16º


[editar] Campeonato Pernambucano

Ano 1915 1916 1917 1918 1919
Pos.
Ano 1920 1921 1922 1923 1924 1925 1926 1927 1928 1929
Pos.
Ano 1930 1931 1932 1933 1934 1935 1936 1937 1938 1939
Pos.
Ano 1940 1941 1942 1943 1944 1945 1946 1947 1948 1949
Pos.
Ano 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959
Pos.
Ano 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969
Pos.
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos.
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos.


[editar] Bandeira do Brasil Copa do Brasil

Ano 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 14º 20º 31º 25º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 51º 23º 18º 18º 11º


[editar] Bandeira do Brasil Copa dos Campeões

Ano 2000 2001
Pos.


[editar] Bandeira do Brasil Taça Brasil

Ano 1959 1962 1963
Pos.


[editar] Taça Libertadores da América

Ano 1988 2009
Pos. 15º 11º


[editar] Lista de Confrontos

[editar] Estrutura

O Sport Club do Recife detém o maior patrimônio do Norte-Nordeste, e um dos maiores do Brasil, com uma estrutura formada por:

  • Estádio de futebol com capacidade para 35.000 pessoas, 150 camarotes, além de marcenaria, serraria, lavanderia, refeitório industrial, vestiários e dois elevadores;
Vista frontal das sociais e cadeiras da Ilha do Retiro, o templo de todos os Rubro-negros. É o melhor estádio do Nordeste, e um dos melhores do Brasil

[12]

  • Centros de treinamento (CT do Leão I e CT do Leão II);
  • Ginásio de voleibol e basquete;
  • Quadra coberta para hóquei;
  • Apart-hotel para concentração dos jogadores do futebol profissional;
  • Campo de futebol society;
  • Duas quadras descobertas polivalentes;
  • Parque aquático com seis piscinas, com capacidade para 4 mil pessoas, sendo uma olímpica e uma para saltos ornamentais, restaurante, sauna seca, sauna úmida e relax;
  • Salão de judô, salão de taekendô;
  • Centro de ballet artístico;
  • Campo de futebol amador;
  • Sede social com um elevador, administração, palco, camarim, banheiros, presidência, auditório de conselho;
  • Academia de ginástica olímpica;
  • Tanque de iniciação ao remo;
  • Garagem náutica de remo com alojamento;
  • Estaleiro náutico de fabricação de barcos para consumo e vendas;
  • Alojamento de atletas para esportes amadores com trinta lugares;
  • Duas quadras de vôlei de areia;
  • Sala de musculação;
  • Restaurante;
  • Sala de sinuca;
  • Loja de comercialização de produtos e brindes de 500m²;
  • Centro médico para esportes amadores;
  • Área de departamento médico, fisioterapêutico e fisiológico;
  • Complexo de tênis com 2 quadras cobertas, 3 descobertas e 1 quadra de squash;
  • Colégio de 1º e 2º graus;
  • Pizzaria;
  • Quatorze bares espalhados no clube e no estádio;
  • Duas lanchonetes;
  • Parque infantil;
  • Salão de jogos.

[editar] Pioneirismo

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino campeão do Campeonato Brasileiro, conquistando o título em 1987. Um ano mais tarde, em 1988, o Sport disputava a sua primeira Taça Libertadores da América ficando no 15º lugar geral.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino campeão da Copa do Brasil, conquistando o título em 2008 e também o direito de disputar a Taça Libertadores da América de 2009.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube brasileiro a vencer o Colo-Colo, clube mais popular do Chile, no Monumental David Arellano pela Libertadores. Jogando um futebol aplicado e suportando a pressão adversária, tanto dos jogadores como da torcida, o Sport venceu pelo placar de 2x1, e escreveu mais uma página pioneira e vitoriosa de sua história.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino a constar na lista do IFFHS, órgão reconhecido pela FIFA, e responsável pela soma de todos os resultados de torneios nacionais e continentais. Logo na primeira aparição na lista, o Leão ficou entre os 100 melhores clubes do mundo, aparecendo na 97ª posição, com 118 pontos.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino a excursionar Brasil afora. Em 1941, o Leão da Ilha realizou uma excursão pioneira pelo Sul e Sudeste do país, com objetivo de popularizar o futebol do Nordeste. No fim da excursão, o Sport teve reconhecimento nacional ao derrotar várias equipes, como: Atlético-MG, Coritiba, Grêmio, Vasco, Flamengo, e etc.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube de futebol de Pernambuco, sendo inaugurado já em 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca, e portanto, o pioneiro no estado, já que ainda não havia existência de nenhuma agremiação futebolística. A história do futebol do Sport naquela época, nasceu junto com a do futebol pernambucano.

O Sport Club do Recife marcou nome e pioneirismo na Copa de 1950. Durante a única Copa do Mundo disputada no Brasil, em 1950, a Ilha do Retiro teve a honra de sediar um dos jogos da competição, tornando-se o primeiro estádio do Norte-Nordeste sede de uma Copa. Os preparativos duraram cerca de um ano, já que as exigências da FIFA eram grandes. A partida foi entre Chile e Estados Unidos, com vitória dos chilenos por 5x2.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube Pernambucano a ter estádio próprio. Foi o antigo campo da Avenida Malaquias, que pertenceu ao Sport de 1918 a 1937. O estádio supriu uma grande carência do futebol Pernambucano, que tinha apenas campos murados. Tinha capacidade para 8 mil pessoas, sendo 2 mil sentadas.

O Sport Club do Recife inovou em 1916, trazendo do América-RJ o zagueiro Paulino. Foi a primeira contratação de um jogador de outro Estado em Pernambuco. O primeiro jogador estrangeiro veio dois anos depois, o atacante uruguaio Pedro Mazullo.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube de Pernambuco a contar com um treinador estrangeiro. O pioneiro foi o uruguaio Carlos Viola, campeão pernambucano em 1928. Além de treinar, ele atuava como jogador.

[editar] Curiosidades

  • Cores

Quando o fundador do Sport, Guilherme de Aquino Fonseca, retornou da Inglaterra para Pernambuco, em 1904, trouxe bolas, meiões, chuteiras e camisas para difundir o futebol no Estado. As camisas já eram nas cores vermelha e preta.

  • Mascote

Em 1919, o Sport fez uma excursão pelo Norte do Brasil. Ao bater a Seleção do Pará (combinado Remo-Paysandu), o clube tinha direito de trazer para o Recife o troféu Leão do Norte. A torcida paraense, no entanto, tentou evitar que o troféu fosse levado. Na confusão, a cauda do Leão acabou quebrada, mas, mesmo assim, os pernambucanos levaram o troféu. Daí surgiu a identificação do clube com o animal, que hoje é seu mascote.

  • Artilheiros do Sport e do Mundo

Dois atletas que ocupam o hall de personalidades do Sport Club do Recife, Ademir de Menezes e Vavá se transformaram em artilheiros de Copa do Mundo. Ademir conseguiu tal feito durante a Copa de 1950, marcando 9 gols; Vavá alcançou a marca na Copa de 1962, assinalando 4 gols.

  • Saudação ao Sport

No dia seguinte à fundação do Sport, o Jornal Pequeno saudava o novo clube com um simpático registro, que mostra a falta de opções de lazer da época. "Oxalá que o Sport Club do Recife progrida, pois vem preencher uma das maiores lacunas da nossa sociedade: falta absoluta de distração", publicou o periódico.

  • Primeira vitória do Sport

A primeira vitória do Sport aconteceu no ano de 1906. Nessa partida o Leão venceu a equipe do Western Telegraph pelo placar de 1x0, com gol de um atacante, chamado Fellows.

  • Primeiro campo do Sport

O primeiro campo do Sport foi construído na Avenida Malaquias, nas Graças. Para acomodar a torcida, o clube comprou junto ao Fluminense, uma arquibancada de ferro que tinha capacidade para duas mil pessoas, tendo 75 metros de comprimento por 40 metros de largura.

  • A compra da Ilha

Para comprar o terreno da chácara localizada no número 56 da Ilha do Retiro, os Rubro-Negros tiveram que desembolsar 53 contos de réis. Para conseguir o dinheiro, o clube vendeu as taças conquistadas nas suas duas primeiras décadas de vida. Atualmente, na Sala de Troféus, a taça mais antiga é de 1925, vinte anos depois da fundação do clube. Além da venda de taças, o Sport contou com doações de Rubro-Negros para adquirir o terreno da Ilha do Retiro. O terreno fazia parte do espólio de Manoel Ramos Amaral, cuja viúva não tinha como pagar os débitos. A inauguração da sede data de 3 de Março de 1936.

Com o terreno da Ilha comprado, a primeira construção foi de uma quadra de basquete, antes mesmo do estádio de futebol. A quadra ficava no local onde hoje existem as gerais da Ilha do Retiro. Em 1937, foi construída uma quadra de tênis. Em 4 de Julho do mesmo ano, inaugurou-se o estádio de futebol.

[editar] Maiores artilheiros

Goleadores
Pos. Atleta Gols
Traçaia 201 Gol marcado
Djalma Freitas 161 Gol marcado
Luís Carlos 108 Gol marcado
Naninho 105 Gol marcado
Leonardo 96 Gol marcado
Dario (Dadá Maravilha) 94 Gol marcado
Marcílio de Aguiar 93 Gol marcado
Raúl Bentancor 91 Gol marcado
Roberto Coração de Leão 89 Gol marcado
10º 80 Gol marcado


[editar] Ídolos

     

[editar] Treinadores

Durante a história centenária do Sport, duas personalidades ocupam o hall de Treinadores que brilharam no Leão da Ilha. São eles Émerson Leão, e Nelsinho Baptista. Leão que também jogou pelo Rubro-negro, foi responsável pelo inédito título de Campeão Brasileiro do Sport, e de uma equipe nordestina, conquistado em 1987. Nelsinho conduziu o Rubro-negro para o seu segundo título nacional, a Copa do Brasil de 2008, e mais uma vez, com o Sport pioneiro, ao ser o primeiro clube do Nordeste Campeão do Brasil.

[editar] Presidentes

O Sport durante sua gloriosa história, teve grandes Presidentes em seu comando. Pode-se destacar três: Adelmar da Costa Carvalho, Homero Lacerda, e Milton Bivar. Adelmar, que leva seu nome à Ilha do Retiro, foi Presidente do Sport entre 1955 e 1958, onde nesse período reestruturou o Clube, e também foi Campeão. Homero, Presidente do Leão nos anos de 1987-1988, levou o Sport ao título de Campeão Brasileiro de 1987, fazendo-o mais forte nacionalmente. Milton foi o Presidente Campeão da Copa do Brasil de 2008 no biênio 2007-2008, e teve o comprometimento de aumentar ainda mais a estrutura do Sport Club do Recife.

[editar] Partidas históricas

[editar] Rivalidade

Ver artigo principal: Clássico das Multidões

O Clássico das Multidões é um duelo que costuma levar muitas pessoas a campo em Pernambuco. O Sport possui uma vantagem grandiosa em relação ao seu arquirrival, com um número superior a 60 vitórias de diferença, incluindo assim um fato curioso dentro do futebol brasileiro: é o clássico de maior "freguesia" no país.

Ver artigo principal: Clássico dos Clássicos

O Clássico dos Clássicos é o terceiro clássico mais antigo do país, ficando atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Reúne as duas equipes mais antigas de Pernambuco, com o Sport também tendo uma grande diferença de vantagens sobre o seu arquirrival: mais de 20 vitórias.

Ver artigo principal: Clássico dos Campeões

O Clássico dos Campeões é um dos mais antigos clássicos de Pernambuco, e tem esse nome porque até a década de 1930, Sport e seu arquirrival América eram juntos as duas equipes com maior número de títulos, como também eram os dois principais clubes do Recife. Foi o primeiro clássico pernambucano de grande notoriedade.

[editar] Torcidas

Torcida Jovem do Sport cantando e apoiando o Leão da Ilha, fica localizada na geral

O Sport Club do Recife possui as seguintes torcidas organizadas:

   

Há ainda outros movimentos do Sport, como a barra brava e a ultras, respectivamente:

[editar] A Torcida do Leão da Ilha no Brasil

Estado Porcentagem
23%
3%
2%
2%
  • Total: 1,2% ou 2.238.000 Torcedores. População do Brasil (2007): 186,5 milhões.[13]

[editar] Publicações sobre o Sport

Livros
  • CORDEIRO, Carlos Celso e; GUEDES, Luciano. Sport - Retrospecto - 1905 a 1959. 2005.
  • CORDEIRO, Carlos Celso e; GUEDES, Luciano. Sport - Retrospecto - 1960 a 1979. 2006.
  • CORDEIRO, Carlos Celso e; GUEDES, Luciano. Sport - Retrospecto - 1980 a 1999. 2007.
  • SANTOS, Manoel Heleno Rodrigues dos. Memória Rubro-Negra (1905-1955). M. Inojosa Editora. Recife, 1985.
  • SANTOS, Manoel Heleno Rodrigues dos. Memória Rubro-Negra II (1956-1988). Editora Universitária da UFPE, Recife, 1992.
Vídeos
  • Sport Club do Brasil - Uma Trajetória de Trabalho, Paixão e Fé (DVD): Produção de Chico Ribeiro (REC Produtores Associados); Direção de Alexandre Jordão; Texto de Júnior Viana e Edição de Mariana Valença, 2008.
  • Sport, Campeão da Copa do Brasil 2008 - A Reconquista do Brasil (DVD): Editora Globo, 2008.

Referências

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[editar] Ver também

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[editar] Ligações externas

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