Dario José dos Santos

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Dadá Maravilha
Informações pessoais
Nome completo Dario José dos Santos
Data de nasc. 4 de Março de 1946 (63 anos)
Local de nasc. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Apelido Dadá Maravilha
Beija-flor
Peito de Aço
Informações atuais
Clube atual Aposentado
Posição atacante
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (gols)
1967-68
1968-72

1973-74

1974

1974-75

1976-77

1977-78

1978-79
1979

1980

1981

1981

1981-82

1983

1983

1984

1984-85

1985

1986

1986

Bandeira do Brasil Campo Grande
Bandeira do Brasil Atlético-MG

Bandeira do Brasil Flamengo

Bandeira do Brasil Atlético Mineiro

Bandeira do Brasil Sport

Bandeira do Brasil Internacional

Bandeira do Brasil Ponte Preta

Bandeira do Brasil Atlético Mineiro

Bandeira do Brasil Paysandu

Bandeira do Brasil Náutico

Bandeira do Brasil Santa Cruz

Bandeira do Brasil Bahia

Bandeira do Brasil Coritiba

Bandeira do Brasil Bahia

Bandeira do Brasil Atlético Mineiro

Bandeira do Brasil Nacional

Bandeira do Brasil XV de Piracicaba

Bandeira do Brasil Douradense

Bandeira do Brasil Comercial de Registro

Seleção nacional
Brasil Brasil
Times que treinou
Anos Clubes Jogos
Bandeira do Brasil Ponte Preta

Bandeira do Brasil Brasília

Dario José dos Santos, mais conhecido como Dadá Maravilha, é um ex-futebolista brasileiro. Centroavante, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 4 de março de 1946. É o terceiro maior artilheiro do futebol brasileiro com 926 gols, perde apenas para Romário com 1002 gols e Pelé com 1284.

Dario teve uma infância pobre no subúrbio de Marechal Hermes, na rua Frei Sampaio, no Rio de Janeiro. Aos 19 anos, em razão de um furto, foi detido na Febem, onde conheceu o futebol. Em 1965, Dario começou a jogar nos juniores da equipe do Campo Grande, sendo promovido ao time principal em 1967. Seu talento despertou a atenção do Clube Atlético Mineiro, sendo levado para o clube Belo Horizonte no ano seguinte.

Logo, Dadá alcançaria a fama. Destaque no Campeonato Brasileiro de 1971, Dario parou no ar como um beija-flor no dia 9 de dezembro, no Estádio Jornalista Mário Filho, para assinalar no placar Atlético-MG 1, Botafogo zero. Com este gol, o Atlético Mineiro sagrou-se campeão brasileiro daquele ano.

Dario vestiria a camisa de mais 16 clubes. No entanto, o maior destaque de Dadá seria atuando por outro grande clube do futebol brasileiro: o Internacional de Porto Alegre. Dadá foi importante na conquista do Bi-Campeonato Brasileiro pelo Internacional, inclusive marcando o primeiro gol da final do Brasileirão de 1976, na vitória de 2 a 0 sobre o Corinthians.

Dadá também é dono de frases "poéticas", como: "Não venha com a problemática que eu dou a solucionática", "Me diz o nome de três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá Maravilha", "Isso é mamão com açúcar" ou ainda "Não existe gol feio. Feio é não fazer gol.".

Hoje, Dadá, torcedor do Clube Atlético Mineiro assumido, trabalha na televisão como comentarista esportivo. Iniciou sua carreira na TV Alterosa de Minas Gerais, sendo posteriormente contratado devido ao seu grande sucesso pela Rede Globo, sendo comentarista no canal a cabo SporTV. Terminado o contrato, a Rede Minas (filiada a TV Cultura) comprou o seu passe (contrato já finalizado). Atualmente, é comentarista da Rede Record BH.

Índice

[editar] Curiosidades

  • O jornalista Lúcio Flávio Machado editou em 1999 a biografia Dadá Maravilha. O nome inicial do Livro seria: Dario - o homem que driblou a vida. Mas em uma conversa com o escritor Roberto Drummond, Lúcio Flávio Machado, acatou o conselho do amigo: coloque somente Dadá Maravilha, este nome é o maior marketing que se pode ter.
  • Atuando no Atlético Mineiro entre os anos de 1968 e 1972, retornando em 1974, depois em 1978 e 1979, Dario tornou-se o segundo maior artilheiro da história do clube, com 211 gols marcados. Entre os mais importantes gols marcados pelo Galo, os atleticanos não se esquecem do segundo gol em cima da Seleção Brasileira Tri na Copa do Mundo de 70 em amistoso preparatório no final de 1969 e em que o Atlético triunfou sobre as feras (Pelé, Jairzinho, Gérson, Rivelino, etc.) comandadas por João Saldanha por 2 x 1 com o Mineirão cheio. Também não podemos esquecer do gol de cabeça que Dario fez em cima do Botafogo-RJ em 1971 que deu o primeiro Campeonato Brasileiro para o Atlético Mineiro (num triângular final disputado por São Paulo, Atlético e Botafogo). Além desses gols, os Atleticanos não se esquecem do retorno de Dario já veterano em 1979, para suprir a falta de Reinaldo contundido, e conquistar o bicampeonato Mineiro que terminaria só em 1983 com o hexacampeonato, maior seqüência em Minas Gerais na Era Profissional.
  • Contratado do Sport Recife por Cr$ 500 mil (cerca de US$ 48,2 mil), uma fortuna na época, Dario estreou com a camisa do Internacional em um amistoso contra o Esportivo de Bento Gonçalves. O público foi tão grande que o passe de Dadá foi totalmente quitado com o dinheiro da renda da partida.
  • Em uma partida válida pelo Campeonato Pernambucano de 1976, Dario marcou dez dos 14 gols do Sport na vitória sobre o Santo Amaro. A marca histórica superou os feitos de Pelé e Jorge Mendonça, que marcaram oito gols em uma mesma partida.

[editar] Frases

  • ""Não venha com a problemática que eu dou a solucionática."
  • "Me diz o nome de três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá Maravilha."
  • "Não existe gol feio. Feio é não fazer gol."
  • "Um rei tem que ser sempre recebido por bandas de música."
  • "Pra fazer gol de cabeca era queixo no peito ou queixo no ombro."
  • "Com Dadá em campo, não há placar em branco."
  • "Pelé, Garrincha e Dadá tinham que ser curriculum escolar”
  • “Faço tudo com amor, inclusive o amor”
  • "Nunca aprendi a jogar futebol pois perdi muito tempo fazendo gols"
  • "Só existe três poderes no universo: Deus no Céu, o Papa no Vaticano e Dadá na grande área".
  • "Chuto tão mal que, no dia em que eu fizer um gol de fora da área, o goleiro tem que ser eliminado do futebol."
  • “A área é o habitat natural do goleador, nela ele está protegido pela constituição, se for derrubado é pênalti”
  • “Num time de futebol existem nove posições e duas profissões: o goleiro e o centroavante”
  • “Bola, flor e mulher, só com carinho”
  • "Fiz mais de 500 gols, só correndo e pulando."
  • "Quando eu saltava o zagueiro conseguia ver o número da minha chuteira"

[editar] Clubes

Clube Temporada Gols
Campo Grande-RJ 1967-1968 22
Atlético Mineiro 1968-1972 312
Flamengo 1973-1974 34
Atlético Mineiro 1974 124
Sport 1975 42
Botafogo 1976-1978 200
Ponte Preta 1978 18
Atlético Mineiro 1978-1980 64
Bahia 1981 53

[editar] Títulos

Ainda pelo Atlético Mineiro teve oportunidade de vencer algumas Seleções Nacionais:

[editar] Artilharia


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