Joinville Esporte Clube

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Joinville
Joinville EC (2014) - SC.svg
Nome Joinville Esporte Clube
Alcunhas JEC
Tricolor
Nasceu Campeão
Tricolor da Manchester Catarinense
Torcedor/Adepto Jequeano
Tricolor
Mascote Coelho
Fundação 29 de janeiro de 1976 (38 anos)
Estádio Arena Joinville
Capacidade 22.675 [1]
Localização Brasao joinville.pngJoinville, Santa CatarinaSC, BrasilBrasil
Presidente Brasil Nereu Martinelli
Treinador Brasil Hemerson Maria
Patrocinador Brasil Romaço
Brasil RDP
Brasil Krona
Brasil Brahma
Brasil Unimed
Brasil Orbenk
Material esportivo Inglaterra Umbro
Competição Santa Catarina Campeonato Catarinense
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão Santa Catarina Série A
Brasil Série B
Santa Catarina SC 2014
Brasil CB 2014
Brasil B 2014
2º Colocado
1ª Fase
Em Maio
Santa Catarina SC 2013
Brasil CB 2013
Brasil B 2013
6º Colocado
2ª Fase
6º Colocado
Santa Catarina SC 2012
Brasil B 2012
6º Colocado
6º Colocado
Ranking nacional Aumento (8) 43º lugar, 3.438 pontos[2]
Website Joinville Esporte Clube
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar

O Joinville Esporte Clube é um clube de Joinville, cidade localizada no norte do estado brasileiro de Santa Catarina, conhecido como JEC.

No futebol, é considerado pela imprensa catarinense como um dos cinco grandes clubes do estado, junto com o Avaí, Figueirense, Criciúma e Chapecoense.

Seu maior rival é o Criciúma, com quem protagoniza o Clássico do Interior (ou Clássico Norte-Sul) uma rivalidade regional que se acirrou a partir da década de 1970.[nota 1] . Mas também tem forte rivalidade com os times do Avaí, Figueirense e Chapecoense.

O Joinville é o terceiro clube com maior número de conquistas do Campeonato Catarinense de Futebol (doze), atrás de Avaí e Figueirense (ambos com dezesseis títulos cada), sendo o maior campeão catarinense após a época amadora do futebol.

A equipe detém o recorde de títulos consecutivos no estado (oito, entre 1978 e 1985). O tricolor ficou conhecido nacionalmente na década de 1980 por fazer frente a grandes equipes do país no Campeonato Brasileiro, principalmente quando jogava dentro de seu estádio, o velho Ernestão.

Também tem o maior contingente de torcedores por estar na maior cidade do estado de Santa Catarina.

Em 2012, o JEC voltou à Série B do Campeonato Brasileiro, após sete anos de ausência. Em 2015, o JEC voltará a disputar a Série A após vinte e oito anos de ausência.

História[editar | editar código-fonte]

1976 – O início campeão[editar | editar código-fonte]

O Joinville Esporte Clube foi fundado em 29 de janeiro de 1976, a partir da união dos departamentos de futebol do América e do Caxias, os dois clubes profissionais da cidade na época. Ambas as equipes enfrentavam sucessivas crises, e foi com uma parceria entre dois tradicionais adversários do futebol local que começou a história do JEC.

A solução encontrada por um dos dirigentes do Caxias, no sentido de pelo menos remediar momentaneamente os problemas do clube, foi de convidar para a presidência o industrial João Hansen Júnior, da Tubos e Conexões Tigre.

A partir daí, o único e difícil passo para se criar um novo clube em Joinville foi obter a aprovação dos caxienses e americanos. Porém prevaleceu o bom senso, e em 29 de janeiro de 1976 foi criada a nova agremiação com a personalidade jurídica de Joinville e constituída também a sua primeira diretoria sob a presidência de Waldomiro Schützler.

O primeiro jogo do recém clube fundado foi em uma disputa amistosa contra o Vasco da Gama, no estádio Ernesto Schlemm Sobrinho. O Tricolor abriu o placar com Tonho e Roberto Dinamite empatou para o clube Carioca. Ao final da partida, a torcida já demonstrava afeto pelo novo clube e festejava pelas ruas com orgulho o empate em 1 a 1. Mais de 15 mil torcedores compareceram ao estádio.

Nasceu Campeão

Menos de um mês depois, o Joinville estreava no Campeonato Catarinense diante do Marcílio Dias. Em 36 jogos, obteve uma espetacular campanha, com 21 vitórias, 10 empates e apenas 5 derrotas. O JEC nascia campeão. O último jogo do Estadual foi contra o Juventus de Rio do Sul, no velho estádio Edgar Schneider (Olímpico), atual Sadalla Amin Ghanem. Vitória por 1 a 0, com de gol de Tonho. Ao término da partida, o capitão Fontan ergueu a Taça Henrique Labes.

1978–1990 – Hegemonia estadual e o octa catarinense[editar | editar código-fonte]

Em 1978, o JEC começava uma façanha inédita, histórica no estado de Santa Catarina e no Brasil. Para isso acontecer, o Tricolor fez grandes contratações, investindo pesado com as chegadas de Jorge Luis Carneiro, Edu Antunes, Vagner Bacharel, Carlos Alberto entre outros ótimos jogadores que conquistaram naturalmente o catarinense daquele ano. No campeonato seguinte, em 1979, o JEC continuou reforçando o plantel. Lico, que havia jogado no América, agora também vestia o manto tricolor para fazer história. Com ele e o grande elenco em campo, o JEC foi bicampeão.

O Tricampeonato, válido pelo Estadual de 1980, foi finalizado em março de 81. O Tricolor mantinha a base do elenco e agora podia contar com reforços como Zé Carlos Paulista, Ademir, Ladinho, Borrachinha e Reinaldo Antonio Baldesin, ou simplesmente Nardela, que mais tarde viera ser o maior ídolo do clube. Em 1981, o JEC continuava imbatível. Ganhou os dois turnos e foi tetracampeão catarinense. O jogo que deu o título aconteceu na cidade de Brusque, no estádio Augusto Bauer. Vitória tricolor pelo placar de 2 a 0, diante do Carlos Renaux.

No ano de 1982, depois de 50 jogos, o JEC era o primeiro pentacampeão de Santa Catarina, feito inédito e único até hoje. A final foi contra o Criciúma: 1 a 0 em Joinville e empate em 1 a 1 no estádio Heriberto Hulse. No elenco, destaque para Palmito, prata da casa. Em 1983 a saga continuava. Jogando na capital e dependendo apenas de um empate, o JEC fez a festa no Scarpelli ao ficar no 0 a 0 com o Figueirense. No ano seguinte, novamente na cidade de Florianópolis, no mesmo estádio, diante do próprio Figueirense e com o mesmo placar, o JEC deu a volta olímpica e foi aplaudido de pé. Era o Heptacampeonato.

Uma Arrancada Fantástica para o Octacampeonato

No ano de 1985, o JEC atingiu o auge após uma bela participação no Campeonato Brasileiro, chegando em 8º lugar dentre os 44 participantes. No catarinense, obteve uma arrancada fantástica. Na terceira fase da competição, venceu o Marcílio Dias pelo placar de 4 a 0 e foi até a final completando 17 jogos invictos. A decisão ocorreu no estádio Hercílio Luz, agora por uma punição que foi aplicada tardiamente. Com o fato de ter que jogar a final fora de casa, a torcida do Joinville fez história e invadiu a cidade de Itajaí. Jogando um futebol convincente, bateu o Avaí por dois tentos a zero, com João Carlos Maringá abrindo o placar aos 45 segundos de jogo, e Paulo Egídio marcando o segundo gol no apagar das luzes, aos 45 minutos do segundo tempo. O Joinville era Octacampeão Estadual, uma supremacia que poucos clubes conseguiram conquistar.

Dez anos depois da fusão entre os dois clubes, o Joinville já havia acumulado tantos títulos quanto América, Caxias e Operário (todos clubes de Joinville) em 65 anos de história.

No catarinense de 1986 o Tricolor não chegou a final do Catarinense, mas a 10º conquista foi adiada para o ano seguinte, quando venceu o Criciúma por 2 a 0 no sul do estado, em partida que coroou o trabalho do maior ídolo tricolor, Nardela, sete vezes campeão Catarinense vestindo a camisa do JEC. Neste dia, o meia, mesmo machucado e tendo que jogar boa parte da partida com a cabeça enfaixada, marcou o segundo tento do Joinville. Agora o JEC era 10 vezes Campeão em 12 anos de história.

Ainda nos anos 1980, o Joinville foi vice-campeão estadual em 1989 e 1990.

1991-1999 - Década da irregularidade[editar | editar código-fonte]

No começo dos anos 90, diante da dificuldade que assombrava os clubes brasileiros, o JEC traçou uma década sem títulos no profissional. Entretanto, o clube passou por uma processo de profissionalização de outros setores do clube que culminaram no título de campeão Sul-americano em 1992 nas categorias de base. No ano seguinte foi o primeiro clube do Santa Catarina a inaugurar seu Centro de Treinamento.

Em 1996, o Joinville foi vice-campeão do Campeonato Catarinense de forma polêmica. O JEC precisava de 2 gol de diferença no último jogo do returno do Quadrangular final contra a Chapecoense para se sagrar campeão catarinense. O Joinville vencia por 3 a 2 e até que aos 56 minutos do 2º Tempo (o jogo foi paralisado após confusão em campo), após cobrança de escanteio, Luiz Américo cabeceia e o zagueiro da Chapecoense usa a mão para tirar o gol, no rebote o atacante Marcos Paulo toca para o gol, validando o gol. A torcida invadiu o gramado na comemoração até que chega a notícia que o árbitro anulou o gol no vestiário após o termino do jogo.

Com o resultado de 3 a 2, Joinville e Chapecoense voltaram a se enfrentar na Final. No primeiro jogo, vitória de 2 a 0 para o Tricolor. No jogo da volta, mais polêmica: torcedores da Chapecoense explodiram muitos fogos de artifício durante a noite e madrugada inteira do lado Hotel Bertaso, local onde a delegação do Joinville estava hospedada. Revoltado, o mandatário do Joinville, Vilson Florêncio, ordenou que o elenco retornasse para Joinville. A partida foi dada como W.O. mas o Joinville consegue na justiça o direito para joga-lá. Assim, a final foi remarcada para dezembro de 1996, quando o Joinville perdeu a partida e o título para o clube do Oeste Catarinense.

2000-2010 - Bicampeonato catarinense e decadência[editar | editar código-fonte]

O Joinville chegou ao seu 12˚ título estadual ao vencer as edições de 2000 e 2001 do Campeonato Catarinense, após 13 anos de jejum. A primeira conquista foi em cima do Marcílio Dias, em um jogo eletrizante no Ernestão. Fabinho carimbou o título aos 45 minutos do segundo tempo e fez a torcida soltar o grito que estava engatado na garganta. O choro e os sorrisos se misturavam à emoção do momento.

Em 2001, longe de casa, na cidade de Criciúma, o Tricolor levantou o Bi-campeonato, vencendo novamente por 2 a 0, como em 1987. Desta vez, Perdigão e Marlon anotaram os gols. O goleiro Marcão também foi o grande desta da equipe. Em 2004 o clube iniciou um período turbulento que culminou com o rebaixamento da Série B para a C do Campeonato Brasileiro. Pouco tempo depois, a cidade ganhou a Arena Joinville, onde o Tricolor passou a mandar seus jogos. E o início da caminhada no novo estádio foi árduo. Mesmo com a torcida comparecendo em peso, a equipe não conseguia recuperar o prestígio no cenário nacional. Em 2008 e 2009, chegou a ficar sem calendário.

Em 2010 disputou o Série D após conquistar o título da Copa Santa Catarina de 2009, e terminou desclassificado nas quartas-final pelo América (AM), logo após a derrota, o setor jurídico do clube identificou que o adversário havia utilizado um jogador irregular nas duas partidas disputadas, o Jogador Amaral Capixaba não havia sido inscrito no BID ,e desta vez, o time conseguiu o tão esperado retorno à Série C. No ano de 2009 o Joinville começou o seu projeto de reconstrução, terminando o campeonato em 3º lugar e em 2010 conquistou o vice-campeonato Catarinense.

2011-2013 - Ressurgimento e título nacional[editar | editar código-fonte]

Com o objetivo de resgatar a história vitoriosa do clube, o JEC iniciou um processo de reformulação. O trabalho contínuo de reorganização resultou no título inédito e incontestável da Série C em 2011, gerando a volta do JEC à segunda divisão nacional após oito anos.

No dia 18 de outubro de 2011 o JEC consolidou sua volta para Série B ao ganhar do Brasiliense por 4 a 1, com duas rodadas de antecedência. Seis dias depois, com a derrota do Ipatinga para o Brasiliense por 4 a 1, o Joinville se classificou para a final do campeonato Brasileiro da Série C, com uma rodada de antecedência.

Nesta temporada, o Tricolor realizou a melhor campanha de todas as competição nacionais, obtendo um aproveitamento de 73,8%. Dirigido pelo técnico Arturzinho, o JEC levantou a primeira taça a nível nacional após duas vitórias em cima do CRB. Em Maceió, vitória do Joinville em pleno Estádio Rei Pelé por 3 a 1. E na Arena Joinville, diante de quase 20 mil torcedores, goleada por 4 a 0.

No seu retorno para a Série B, o Joinville acaba o ano em 6º lugar com 60 pontos, 11 pontos atrás do 4º Lugar, o Vitória. O Time chegou a ficar algumas rodadas no G4 do Campeonato, mas após a saída de alguns jogadores perdeu forças e acabou fora.

Em 2013 a posição se repetiu, 6º Lugar com 59 pontos, 1 ponto a menos que o 4º lugar, o Figueirense. Outra vez o JEC esteve algumas rodadas no G4, mas problemas de relacionamento entre os Jogadores levaram o time a patinar na Classificação.

O artilheiro do Joinville nas duas competições foi o atacante Lima, com 17 e 14 gols respectivamente. Foi na Série B 2013 que Lima superou a marca de Nardela de 130 gols, tornando-se o maior artilheiro da História do Joinville Esporte Clube, o atacante ainda chegou aos 140 gols com a camisa do Tricolor antes de sair no final do ano de 2013. Lima foi o pivô de muitas polêmicas e acabou deixando o Joinville. Outros Jogadores de história no Clube, Campeões Brasileiros e com mais de 100 jogos também deixaram o JEC no final de 2013. Ricardinho e Eduardo, rumaram para o Rival Criciúma. Ricardinho já havia sido emprestado no meio da temporada para o sul do Estado.

2014[editar | editar código-fonte]

O Joinville apresenta o time com o intuito de Renovação. Hemerson Maria, ex-Avaí, é o técnico do JEC em 2014, outras contratações foram feitas. Como a do Zagueiro Bruno Aguiar, o Atacante Jael a do Lateral Esquerdo e agora meia Wellington Saci (que terminou como melhor Jogador do Campeonato Catarinense 2014). O JEC fez um campeonato regular, mas se classificou pro Quadrangular Final apenas na última rodada após goleada no Marcílio Dias em Casa por 4x0. No Quadrangular, a classificação pra final veio com uma rodada de antecedência, mas o clube não conseguiu trazer o jogo final para a sua casa. Isso custou caro, pois o time que terminasse em primeiro o Quadrangular teria vantagem de dois resultados iguais, e foi o que aconteceu. O título Catarinense, infelizmente, não veio. Após uma vitória por 2x1 na Arena Joinville sobre o Figueirense (adversário da Final), abriu o marcador logo no primeiro minuto de jogo no jogo de Volta no Orlando Scarpelli. Após cobrança de pênalti e defesa de Ivan, a bola veio em direção a Dudu, que apenas empurrou ao gol. Aos 34, Marcos Assunção lança na área, Ivan faz bonita defesa e, na sobra, Lucio Maranhão marca com o braço. O árbitro Heber Roberto Lopes validou o gol. No segundo tempo o Joinville foi superior. E descontou aos 11, com um belo gol do lateral Wellington Saci, arriscando de fora da área. O Tricolor persistiu no ataque, mas a bola teimou em não entrar. Final de jogo: Figueirense 2 x 1 JEC. O fim do Jejum não veio, mas o clube mostrou que reviveu para o futebol catarinense e termina com várias premiações. No total, foram seis troféus bola de ouro. Além disso, o JEC teve Ivan como o goleiro menos vazado do campeonato e Wellington Saci como o craque do Estadual.

Até a parada da Copa do Mundo FIFA 2014, o JEC termina o Campeonato Brasileiro de Futebol de 2014 - Série B na 2º Colocação com 20 pontos conquistados.

No dia 04 de Novembro de 2014 o JEC confirmou o retorno a elite do futebol brasileiro com vitória sobre o Sampaio Corrêa com placar de 2 x 1.

Títulos[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Brasil Campeonato Brasileiro Série C 1 (2011)
REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Rio Grande do SulSão PauloSanta CatarinaParaná Recopa Sul-Brasileira 1 (2009)
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Santa Catarina Campeonato Catarinense 12 (1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1987, 2000, 2001)
Santa Catarina Copa Santa Catarina 4 (2009, 2011, 2012 e 2013)
Santa Catarina Campeonato Catarinense de Futebol - Série B 3 (2005, 2006 e 2007)

Outras conquistas[editar | editar código-fonte]

  • Torneio Incentivo: 1976.
  • Torneio Osni Fontan: 1979.

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Juniores[editar | editar código-fonte]

  • Paraná Taça Maringá de Juniores: 2 vezes 1987/1988.
  • Flags of the Union of South American Nations.gifCampeonato Sul-Americano de Juniores: 1992.
  • Santa Catarina Campeonato Catarinense de Juniores: 6 vezes 1986/1987/1988, 1992, 1997/1998.
  • Bandeira joinville.png Liga Joinvilense de Futebol:1985.

Infantil[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Temporadas[editar | editar código-fonte]

Joinville Esporte Clube
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Estadual Copa Santa Catarina
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Div. Pos. Div. Pos. Fase Máxima
2005 C 11º 10 5 1 4 13 8 A B
2006 C 17º 12 6 2 4 20 14 A B
2007 C 18º 12 6 3 3 16 9 A 11º B Final
2008 A B Final
2009 A B Campeão
2010 D 12 6 4 2 14 7 A B Final
2011 C 16 11 4 1 38 17 A B Campeão
2012 B 38 17 9 12 58 40 A B Campeão
2013 B 38 17 8 13 58 44 2ª Fase A B Campeão
2014 B 1ª Fase A B A disputar



Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixamento
     Acesso

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 43º
  • Pontuação: 3438 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil, fonte RNC 2013.

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

  • Atualizado em 6 de Fevereiro de 2014.[3]


Goleiros
Jogador
Brasil Ivan
Brasil Oliveira
Brasil Jhonatan Prata da casa
Brasil Vitor Prata da casa
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Anderson Conceição Z
Brasil Bruno Aguiar Z
Brasil Juliano Z
Brasil Gutti Z
Brasil Thiago Medeiros Vindo de Empréstimo Z
Brasil Rogério Vindo de Empréstimo Z
Brasil Murilo LD
Brasil Edson Ratinho Vindo de Empréstimo LD
Brasil Wellington Saci LE
Brasil Bruno Collaço Vindo de Empréstimo LE
Brasil Bruno Costa Vindo de Empréstimo LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Franco Prata da casa V
Brasil Hygor Vindo de Empréstimo V
Brasil Naldo V
Brasil Daniel Pereira Vindo de Empréstimo V
Brasil Fillipe Soutto V
Brasil Marcelo Costa Capitão M
Brasil Eduardo Ramos M
Brasil Harrison Vindo de Empréstimo M
Brasil Marquinhos M
Brasil Jean Deretti Vindo de Empréstimo M
Atacantes
Jogador
Brasil Fernando Viana Prata da casa
Brasil FabinhoVindo de Empréstimo
Brasil Hugo Vindo de Empréstimo
BrasilUruguai Chico Vindo de Empréstimo
Brasil Edigar Junio Vindo de Empréstimo
Brasil Jael Vindo de Empréstimo Lesionado
Brasil Schwenck
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • PenalizadoExpulso: Jogador suspenso
  • Lesionado: Jogador lesionado
  • Vindo de Empréstimo : Emprestado
  • Prata da casa: Prata da casa

Comissão técnica[editar | editar código-fonte]

  • Atualizado em 2 de Fevereiro de 2014.
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Hemerson Maria Treinador
Brasil Ramon Menezes Auxiliar Técnico
Brasil Toninho Oliveira Assistente
Brasil Cassiano Nunes Moreira Preparador físico
Brasil Paulo César Santos Preparador físico
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Michel Schumacher Treinador de goleiros
Brasil Carlos Lincoln Massagista
Brasil Adilson Ribeiro Pinto Massagista
Brasil Gilson Sagaz Supervisor


Transferências 2014[editar | editar código-fonte]

Legenda


Ídolos[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua história, contou com jogadores e técnicos de grande expressão nacional, abaixo alguns de seus grandes jogadores e técnicos:

Sedes e estádios[editar | editar código-fonte]

Arena Joinville[editar | editar código-fonte]

A Arena Joinville é um complexo esportivo pertencente à Prefeitura de Joinville que teve sua primeira etapa inaugurada em setembro de 2004, e ainda não tendo terminado toltalmente o estádio.

A segunda etapa foi inaugurada em 26 de julho de 2007, na partida Joinville 4-3 Atlético Paranaense. Com isso, a capacidade foi elevada para 22,4 mil pessoas. O campo tem como dimensões 105m de comprimento por 68m de largura.

O projeto final da Arena prevê capacidade para 30 mil pessoas no estádio, que contará ainda com lojas comerciais, praça de alimentação, estacionamento e parque público anexo.

Torcida[editar | editar código-fonte]

O Joinville Esporte Clube sempre possuiu ao menos uma torcida organizada presente nas arquibancadas. Foram raros os momentos em que não houvesse algum grupo de torcedores distintos nas arquibancadas dos estádios onde o tricolor joinvilense jogasse.

Antigas Torcidas[editar | editar código-fonte]

Torcidas organizadas como Inferno na Torre e Nação Tricolor marcaram presença em uma época gloriosa do tricolor, mas mesmo assim não conseguiram se manter vivas. Durante aproximadamente 7 anos a torcida Raça Tricolor esteve presente nas arquibancadas do Ernestão, onde depois surgiram a Vício Tricolor seguida pela Inferno Tricolor. A torcida Raça Tricolor mesmo com um longo tempo de existência começou a passar por dificuldades administrativas e necessitava alguma mudança para não perder sua força.

União Tricolor[editar | editar código-fonte]

No ano de 2001 a Raça, a Vício e a Inferno começaram a manter um contato melhor entre suas diretorias, já com um ideal de formar uma grande torcida organizada que nem o tempo pudesse destruir. Nesta época também era almejada uma diretoria forte e consistente que conseguisse construir e manter uma forte estrutura para a futura torcida.

Muitos problemas e obstáculos surgiram para a criação desta nova torcida. Nenhuma das torcidas estava realmente decidida a abandonar seu nome e história. Além disso, as diretorias da Raça e Inferno desentendiam-se com facilidade e muitas vezes brigavam. Mas mesmo com tudo isso a ideia nunca foi abandonada.

Neste mesmo ano de 2001 as três torcidas começaram a experimentar unir forças em alguns jogos em casa e viagens. Até que a final do Campeonato Catarinense uniu as três torcidas em Criciúma, onde fizeram uma festa nunca antes vista pela nação tricolor. Após esse dia, a ideia começava a sair do papel e se tornava realidade.

Em 15 de outubro de 2001 surgiu oficialmente o Grêmio Recreativo Esportivo União Tricolor. O Nome UNIÃO foi aceito pela maioria por representar a história do surgimento da torcida.

Independente[editar | editar código-fonte]

A Torcida Independente existe desde 2005, porém, só passou a formalidade no ano de 2009 com uma profunda reestruturação. A torcida não conta com nenhum tipo de apoio do Joinville Esporte Clube. O dinheiro arrecadado com os sócios é utilizado para compra de novos matérias (faixas, bandeiras, instrumentos). O maior objetivo da torcida é crescer junto com o JEC, sempre apoiando e fazendo festa nas arquibancadas.

Clássicos[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Commons Categoria no Commons

Referências

  1. Cadastro Nacional de Estádios de Futebol
  2. RNC - Ranking Nacional dos Clubes - Temporada 2013 (PDF) (em português) CBF (20 de dezembro de 2012). Visitado em 22 de dezembro de 2012.
  3. BOLETIM INFORMATIVO DIÁRIO cbf.com.br

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Bandeira de BrasilSoccer icon Este artigo sobre clubes brasileiros de futebol é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.



Erro de citação: existem marcas <ref> para um grupo chamado "nota", mas nenhuma marca <references group="nota"/> correspondente foi encontrada (ou uma marca de fechamento </ref> está faltando)