Paraná Clube
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| Paraná Clube | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Nome | Paraná Clube | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Alcunhas | Tricolor da Vila | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Torcedor | Paranista | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Mascote | Gralha Azul | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Fundação | 19 de Dezembro de 1989 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Estádio | Durival Britto e Silva | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Capacidade | 20.083 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Presidente | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Treinador | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Material Esportivo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Competição | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Divisão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Divisão 2009 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Ranking nacional | 23º lugar, 1.011 pontos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Website | paranaclube.com.br | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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O Paraná Clube é um clube social e de futebol brasileiro da cidade de Curitiba, estado do Paraná. O clube é carinhosamente chamado de Tricolor da Vila, referência às suas cores e ao apelido da sua principal praça esportiva, a Vila Capanema (Estádio Durival Britto e Silva). Foi fundado no dia 19 de dezembro de 1989, após uma fusão entre Colorado Esporte Clube e Esporte Clube Pinheiros. O Colorado era um clube de futebol, foi fundado em 1971 e era uma grande força popular daquela época, e o Pinheiros era um clube de futebol e também um grande clube social e foi fundado em 1914.
O Paraná Clube foi Campeão Brasileiro da Série B em 1992 e manteve-se na 1ª Divisão nacional até 2007. Nos últimos anos o clube teve um crescimento gradativo, disputando algumas competições continentais, como a Copa Libertadores de 2007. Porém, neste mesmo ano o clube foi rebaixado para a segunda divisão nacional. É atualmente o 23º time no Ranking da CBF, com 1.011 pontos.
Apesar de ser um clube novo, o Paraná Clube já tem muita história e tradição no futebol brasileiro, complementada pelo passado dos clubes que o formaram que, somados, detêm 29 títulos paranaenses.
Índice |
[editar] História
[editar] O Início
O Paraná Clube nasceu com o propósito de formar uma nova potência para o futebol paranaense e ao cenário nacional. Nasceu da fusão do Colorado Esporte Clube e do Esporte Clube Pinheiros em 1989. Resultado disso foi o sucesso do clube que nos primeiros 10 anos de vida, venceu seis vezes o Campeonato Paranaense de Futebol. A mesma projeção foi rapidamente conseguida em nível nacional. Em apenas 3 anos, o Tricolor saiu da terceira para a primeira divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol, conquistando durante a trajetória o título nacional da Série B em 1992, apenas três anos depois da sua fundação.
Em 1988, dirigentes do Colorado e Pinheiros já cogitavam a possibilidade de fusão para formar um novo clube. Em setembro do mesmo ano, compareceram três representantes de cada facção: Darci Piana, Dely Macedo e Raul Trombini do Colorado, e Jorge Celestino Buso, Aramis Tissot e Ocimar Bolicenho do Pinheiros. Ali foram aprovados o nome (oficialmente, Paraná Clube, as cores, a camisa, os símbolos e a distribuição patrimonial. Para mobilizar a torcida ficou definido como local oficial dos jogos o Estádio Durival Britto e Silva, e a sede oficial na Avenida Kennedy. E partiu-se daí, para a oficialização do processo.
Em 19 de Dezembro de 1989 nascia oficialmente o Paraná Clube.
[editar] Primeira equipe
O primeiro treinador do clube foi Rubens Minelli, Tricampeão Brasileiro pelo Internacional — 1975 e 1976 e pelo São Paulo — 1977 a qual trouxe sua qualificada comissão técnica. O primeiro elenco tinha cerca de 50 jogadores, vindos do Colorado e do Pinheiros, mesclados entre atletas mais experientes e garotos revelados nas categorias de base.
[editar] 1991/1992 - O começo das conquistas
Logo a fusão dos clubes deu resultados, com o Paraná conquistando o Campeonato Paranaense logo na sua segunda participação, em 1991, após empate contra o Coritiba por 1 a 1 no Couto Pereira. Após uma campanha impecável com 17 vitórias em 26 jogos e goleadas contra o Londrina por 6 a 1, o Tricolor do Paraná iniciava seu período de triunfos.
Após ser derrotado nas Semifinais do estadual de 1992, o clube jogara sua força na Série B de 92, quando de maneira incrível, conquistou o título após eliminar o forte Santa Cruz no Estádio do Arruda em Recife nas semi-finais e derrotar heroicamente o Vitória em Salvador por 1 a 0 no Estádio da Fonte Nova. A partir de então, o clube paranista se tornava o novo membro do estado do Paraná na "Elite" do Futebol Brasileiro.
Ainda em 1992, o Paraná disputou sua primeira competição nacional de elite, a Copa do Brasil de Futebol. Na estréia, 1 a 1 com o Democrata, em Governador Valadares.Em Curitiba, vitória por 2 a 1.
No dia 18 de setembro, já pelas oitavas de final, uma vitória histórica sobre o Grêmio, primeira derrota da história dos gaúchos jogando em casa pela competição. O 1 a 0, contudo, foi ofuscado pela derrota na volta. O 2 a 1, sofrido em Curitiba, custou a eliminação pelo critério dos gols fora de casa.
[editar] 1993/1997 - A Era do Pentacampeonato
O Paraná abriu uma grande dinastia no estado, sagrando-se Pentacampeão do estado nos anos seguintes — 1993 a 1997. O terceiro título consecutivo em 1995 (e quarto de sua história) teve um gosto de vitória a mais, já que derrotou o rival, Coritiba, por 1 a 0 com um gol heróico aos 45 minutos do 2º tempo no Estádio do Pinheirão com quase 30 mil torcedores. Em Tetra, em 1996 também repetiu o feito: vitória sobre o Coxa por 1 a 0 com um gol aos 43 minutos da etapa final por Ricardinho, no estádio do rival. Sob o comando de Rubens Minelli, em 1997, o clube paranista veio a conquistar o quinto título seguido, quando derrotou o União Bandeirante por 3 a 0.
Pela Copa do Brasil, o Paraná participou do campeonato em 1994 quando empatou na estréia contra o Inter, em pleno Estádio Beira-Rio, por 1 a 1. Em Curitiba perdeu pelo placar mínimo e saiu ainda na primeira fase.
Em 1995, o Paraná começou muito bem, vingando-se do futebol gaúcho. Na primeira fase, duas vitórias por 1 a 0 sobre o Juventude. Na seqüência, mais dois triunfos pela contagem mínima sobre o Internacional. Nas quartas de final, empate sem gols na ida, com o Corinthians. Em jogão no Pacaembu, o Tricolor segurava o 1 a 1 que lhe garantia a vaga a menos de dez minutos do final. Contudo, um cochilo da zaga custaria a classificação.
Em 1996, o Paraná novamente chegaria às quartas de final. Dessa vez, contudo, as duras penas, marcando um só gol nos quatro jogos.Na primeira fase, 0 a 0 em Salvador e vitória por 1 a 0 sobre o Vitória em Curitiba. Diante do Botafogo, 180 minutos sem gols.Os dois 0 a 0 levaram aos penaltis, onde o Tricolor fez 4 a 2 e seguiu. A seguir, o Tricolor da Vila veio a enfrentar o fortíssimo Palmeiras, tido então como melhor time do país. O Paraná jogou muito bem em São Paulo, sendo prejudicado pela arbitragem com um penalti inexistente contra. No finalzinho, levou o 2 a 0 e complicou muito as chances. No jogo de volta, fraca atuação do Tricolor, derrotado por 3 a 1. Esse jogo ficou marcado por Saulo ter marcado seu 100º gol pelo Paraná.
Já em 1997, o então tetracampeão paranaense voltou a tropeçar contra o Colorado. Empate em 1 a 1 em Curitiba e derrota por 3 a 0 no Estádio Beira Rio.
[editar] 1999/2000 - Volta à elite
Foi no começo da década que o clube recuperou seu momento de glórias, após uma estiagem de títulos estaduais que se iniciou em 1998. Pela Copa do Brasil, o Paraná tinha novamente construído boas campanhas que eram "barradas" nas fases finais. Em 1998 o Tricolor do Paraná estreiou bem contra o recém-rebaixado Fluminense, vitória por 2 a 0 no Maracanã, eliminando a necessidade de jogo de volta. Depois, a vitória por 1 a 0 em casa e o 1 a 1 em Belo Horizonte bastaram para eliminar o Atlético Mineiro na Copa do Brasil. Porém o sonho acabou nas quartas de final, duas derrotas pelo placar mínimo, diante do Santos.
Em 1999 o Paraná conseguiu sair ainda na 1ª fase, eliminado pelo inexpressivo Camaçari. Derrota por 2 a 0 na Bahia e vitória apenas por 2 a 1 em casa.
Em 2000, o Paraná estreou contra o Americano , classificando-se a duras penas: 1 a 1 em Campos dos Goytacazes-RJ e vitória de 2 a 1 em Curitiba. Na 2ª rodada, derrota por 2 a 0 para o Cruzeiro em casa, sem direito sequer a jogo de volta.
Também nessa época, o Paraná enfrentou a Copa Sul. Na primeira fase, 3 quadrangulares, passando os dois melhores de cada para as semifinais. O Tricolor, pelo Grupo B, classificou-se em 2º lugar, atrás do Internacional, com 3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas, marcando e sofrendo 11 gols. Nas semifinais, dois triangulares. De um lado, os três principais gaúchos (a dupla Grenal e o Juventude), do outro, o Trio de Ferro paranaense. O Tricolor estreou mal, apenas empatando, em casa, contra o Atlético Paranaense. No jogo seguinte, no Couto, novo empate, dessa vez com o Coxa. Os dois jogos foram 1 a 1. Na seqüência, duas vitórias rubro-negras nos Atletibas (3 a 0 e 3 a 1) colocaram os atleticanos com a mão na vaga. Com sete pontos (contra dois dos paranistas) o Atlético entrou em campo em grande vantagem. O jogo era na Arena da Baixada (mando adverso) e o empate bastava aos atleticanos naquele 28 de março. O Tricolor abriu 1 a 0, mas a pressão adversária parecia insuportável, incluindo um penalti defendido por Régis. Faltando dois minutos para terminar a partida, novo penalti para o rubro-negro. A torcida atleticana, maioria no estádio, já comemorava a vaga. Mas Régis fez o impossível. Defendeu o segundo penalti na partida, decretando o 1 a 0 para o Tricolor, naquela que é considerada como uma das mais dramáticas vitórias da história do Paraná Clube. O resultado, contudo, não bastava. Com 5 pontos, contra sete do Atlético, o Paraná precisava ainda vencer o já eliminado Coritiba para levar a vaga. No dia 4 de abril, o Tricolor fez 4 a 2 e garantiu a classificação. Com melhor campanha ao longo do torneio, o Paraná ficou com a vantagem de mando na decisão. O primeiro jogo contra o Grêmio seria em Porto Alegre, o segundo em Curitiba e, havendo necessidade, o terceiro seria novamente de mando paranista. No dia 13 de abril, irreconhecível, o Paraná esteve muito mal, acabando sendo batido pelos gaúchos por 2 a 1. Cinco dias depois, o Tricolor paranaense voltou ao seu normal, fazendo 2 a 0 em grande estilo. Graças ao saldo de gols dos dois jogos, o Paraná ficou, além da já adquirida vantagem de mando, também podendo jogar pelo empate. Mas naquele 25 de abril, a sorte que o Tricolor teve contra o Atlético faltou contra o Grêmio. Em um Pinheirão absolutamente abarrotado, pois foi neste jogo que houve quebra de recorde de público do estádio, com 45.122 pagantes, os gaúchos abriram 1 a 0. Daí pra frente o Paraná perdeu gol de todas as formas possíveis e impossíveis. O jogo terminou mesmo 1 a 0 para os gaúchos, numa das derrotas mais choradas pela torcida paranista. Com o resultado, o Paraná, vice-campeão, acabou ganhando o direito de disputar a Copa Conmenbol.
Vice-campeão da Copa Sul, o Paraná ganhou direito de disputar a Copa Conmebol (que seria extinta no final daquele ano) graças a desistência do campeão da copa regional, o Grêmio. Contudo, o Paraná desprestigiou por completo a competição: Envolvido com a disputado do brasileirão, o time principal foi poupado. Assim, acabaram inscritos reservas e juniores do Paraná. Na primeira fase, diante do San Lorenzo paraguaio, vitória em Curitiba por 1 a 0 (gol de Juliano) e derrota no Paraguai por 2 a 1 (Evandro). Com a expulsão do goleiro, o atacante Flávio (posteriormente conhecido como Flávio Guilherme) foi para o gol. E acabou herói, defendendo 3 penalidades e garantindo triunfo paranista por 3 a 1 naquelas cobranças. Nas quartas de final, derrota em Córdoba, Argentina, por 1 a 0 e vitória em Curitiba pelo mesmo placar (Deivison) diante do Talleres. Nos penaltis, 3 a 1 para os argentinos e a eliminação. O próprio Talleres acabaria campeão da Copa.
Porém, foi na Copa João Havelange realizada em 2000 que recuperou o poder avassalador do paranista no cenário nacional. Com a confusão armada pelo Gama contra a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o Botafogo, o Campeonato Brasileiro acabou não surgindo, entrando em seu lugar a Copa João Havelange. A partir daí, regras e regulamentos foram deixados de lado, permitindo a entrada de clubes como Fluminense, Bahia, Juventude, América Mineiro e o próprio Botafogo na competição, mas que na verdade deveriam estar na antiga Segunda Divisão. Com o campeonato inchado, devido a presença de 114 equipes divididas em módulos azul, amarelo, verde e branco, o Clube dos Treze recusou a presença do Paraná Clube entre as principais equipes, o colocando no Módulo Amarelo.
Com o terceiro lugar no grupo classificatório, o clube conseguiu chegar na final do Módulo após as fases eliminatórias. E assim como em 1992, o título veio fora de casa contra o São Caetano com um gol de Frédson aos 41 minutos do 2º tempo, sacramentando a volta Paranista à "Elite" do Futebol Brasileiro.
[editar] 2006/2007 - Título estadual e Libertadores
Após o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro, o Tricolor da Vila não obeteve resultados satisfatórios. Foi vice-campeão estadual em 2001 e 2002. No início do Século 21, a tabela da Copa do Brasil foi divulgada sem a participação do Paraná, gerando revolta em Curitiba. Após duas semanas de muita confusão, o Bandeirante-DF, convenientemente desistiu de participar, abrindo vaga para o Tricolor. O esforço fora do campo foi muito maior que dentro dele. Com derrota de 3 a 1 no Ceará e empate por 2 a 2 em Curitiba, o Ceará despachou o Paraná já na estréia. Ainda pela Copa do Brasil de Futebol, no ano de 2002, o Paraná estreou com uma vitória de 3 a 1 sobre o Bragantino, em Bragança Paulista, eliminando o jogo de volta. A seguir, o Paraná fez 2 a 0 sobre o Guarani. Já em Campinas, empate em 1 a 1 e a classificação. Pelas oitavas de final, grande vitória, de virada, por 3 a 1 sobre o Botafogo, em pleno Maracanã. Novo empate em 1 a 1, em Curitiba, no jogo de volta, foi suficiente para seguir adiante. Nas quartas de final, derrota em São Paulo para o Corinthians por 3 a 1. No jogo de volta, o Tricolor abriu o 1 a 0 no início da 2ª etapa. O Paraná pressionou muito no resto do jogo, mas foi incapaz de chegar ao gol que lhe daria a vaga.
Em 2004, o clube da Gralha-Azul voltaria a marcar um novo feito com quase 15 anos de história: a participação na Copa Sul-Americana de 2004, após um satisfatório 10º lugar no Brasileirão. Porém, a estreia foi frustante, quando foi eliminado logo na 1ª rodada do torneio, ainda em sua fase nacional. O adversário paranista foi o Santos, que seria Campeão Brasileiro daquela ano. Na estréia, no Pinheirão, o Paraná ainda venceu. O jogo acabou 2 a 1, gols de Fernando e Maranhão. Na partida de volta, entretanto, triunfo dos paulistas por 3 a 0 e conseqüente eliminação. Ainda pelo ano de 2004, uma insatisfatória campanha no Paranaense, o suficiente para brigar para não ser rebaixado.
No ano seguinte, nova frustração pelo Campeonato Paranaense, mas em contra-partida, o 7º lugar no Brasileirão, capaz de levar o clube paranista para a Copa Sul-Americana de 2006, quando o Paraná não passou da primeira fase após duas derrotas para o rival, Atlético Paranaense. No mesmo ano de 2006, o Paraná conquistava o 7º título estadual com apenas duas derrotas, após 9 anos sem título.
O fim do ano de 2006 terminou da melhor maneira possível: 5º lugar no Brasileirão e vaga garantida à Taça Libertadores da América de 2007. Na 1ª fase, enfrentou o Cobreloa, do Chile, em duas partidas eliminatórias. A primeira, em Calama, terminou com uma vitória paranista por dois gols a zero. A segunda, em Curitiba, terminou num empate de um a um. Conseqüentemente, a equipe do Paraná se classificou para a fase de grupos, onde enfrentou Flamengo, Real Potosí e Maracaibo. Com uma campanha razoável, terminou a fase em 2º lugar, com 9 pontos, à frente de Real Potosí, que fez 6 pontos, e Maracaibo, que fez apenas 2, e atrás do Flamengo, que fez 16 pontos, classificando-se, assim, para as Oitavas de Final, onde enfrentou o Libertad, do Paraguai. Perdendo em Curitiba por 2 a 1 para os paraguaios, o Paraná consegui empatar em 1 a 1 no Paraguai, mas o resultado não foi suficiente para levar o Paraná para as quartas de final.
| Cobreola | 0–2 | Paraná | |
| Paraná | 1–1 | Cobreloa | |
| Unión Maracaibo | 2–4 | Paraná | |
| Paraná | 2–0 | Real Potosí | |
| Paraná | 0–1 | Flamengo | |
| Flamengo | 1–0 | Paraná | |
| Real Potosí | 3–1 | Paraná | |
| Paraná | 2–1 | Unión Maracaibo |
| 3 de Maio de 2007 | ||||
| Paraná |
1–2 | Curitiba | ||
| 10 de Maio de 2007 | ||||
| Libertad |
1–1 | Assunção |
No estadual de 2007, o Paraná perdeu o Bicampeonato para Atlético Clube Paranavaí após empate sem gols.
Em 2008, o Paraná voltara a participar da Copa do Brasil. Estreou na competição contra o Trem Desportivo Clube, jogando em Macapá, em jogo polêmico e que terminou sem gols. Na partida de volta, na Vila Capanema, o Paraná ganhou fácil por 4 a 0. No final da partida, o então diretor de futebol Durval "Vavá" Lara Ribeiro surpreendeu em anunciar a contratação do veloz atacante Diego Ratinho, do time amapaense. Na fase seguinte, o Paraná enfrentou o Vitória - BA. A primeira partida foi em Curitiba, onde o Tricolor derrotou o time baiano pelo placar mínimo, com um gol anotado por Joelson, que aproveitou a sobra de bola após linda cobrança de falta de Léo. O jogo foi marcado pela grande festa da primeira aparição em campo do novo mascote do Paraná Clube, a renovada Gralha Azul. O segundo jogo foi disputado no estádio Barradão, em Salvador, e acabou com o resultado de 2 gols a 1 a favor do time rubro-negro, mas, o resultado classificou o tricolor. O próximo adversário era o Internacional. Na primeira partida, em Curitiba, o Paraná Clube jogou um futebol primoroso, e ganhou por 2 a 0. No Beira-Rio, em Porto Alegre, aconteceu a partida mais polêmica da competição. Pelo jogo de volta, estádio lotado, e o compromisso colorado de avançar de fase a qualquer custo. Porém, o Paraná começou a mil e abriu o placar. Em um jogo polêmico e refleto de expulsões que prejudicaram o clube paranista, o favoritismo do Inter prevaleceu e eliminou o Tricolor da Vila por 5 a 1.
[editar] Títulos
[editar] Nacionais
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B: 1992.
Copa João Havelange (Módulo Amarelo): 2000.
[editar] Estaduais
*Considerando os títulos acumulados pelas equipes que se fundiram no clube, o Paraná possui ao todo 29 campeonatos estaduais
[editar] Campanhas de Destaque
Vice-Campeonato da Taça dos Campeões: 1992.Vice-Campeonato da Copa Sul — 1999.
Campeonato Brasileiro: 5º colocado — 2000 e 2006.
Copa Conmebol: 5° colocado — 1999.
Copa Libertadores da América: Oitavas-de-Final — 2007.
[editar] Estatísticas
| Ano | 1990 | 1991 | 1992 | 1993 | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | 1998 | 1999 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Pos. | 3º | 1º | 3º | 1º | 1º | 1º | 1º | 1º | 3º | 2º |
| Ano | 2000 | 2001 | 2002 | 2003 | 2004 | 2005 | 2006 | 2007 | 2008 | 2009 |
| Pos. | 3º | 2º | 2º | 14º | 13º | 12º | 1º | 2º | 4º | 5º |
| Ano | 1990 | 1991 | 1992 | 1993 | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | 1998 | 1999 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Pos. | — | — | — | 10º | 18º | 13º | 16º | 13º | 20º | 17º |
| Ano | 2000 | 2001 | 2002 | 2003 | 2004 | 2005 | 2006 | 2007 | 2008 | 2009 |
| Pos. | 5º | 14º | 22º | 10º | 15º | 7º | 5º | 19º | — | — |
| Ano | 1991 | 1992 | 2000 | 2008 | 2009 | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Pos. | 6º | 1º | 1º | 11º |
[editar] Estádios
Advindo de fusões, o Paraná possui em seu patrimônio dois estádios de futebol: O Durival Britto (Vila Capanema) e o Érton Coelho de Queiroz (Vila Olímpica do Boqueirão).
[editar] Estádio Durival de Brito e Silva - A Vila Capanema
Quando o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo de futebol em 1950, a primeira após 12 anos de paralisação por causa do grande conflito mundial, a cidade de Curitiba credenciou-se para ser uma das sub-sedes.
A Federação Paranaense de Futebol ofereceu à CBD - então Confederação Brasileira de Desportos - o recém inaugurado Estádio Durival Britto. A CBD incluiu Curitiba no circuito da Copa, graças à existência do estádio do Ferroviário, e uma comissão de vistoria veio até a cidade para analisar o estádio da Vila.
O Estádio Durival de Brito foi inaugurado em 23 de Janeiro de 1947 com o jogo Ferroviário 1 a 5 Fluminense-RJ e o primeiro gol foi marcado por Careca, do Flu, clube que sempre cultivou relações fraternas com o Paraná, desde os seus primórdios.
O estádio foi aprovado por unanimidade e, no dia 25 de junho de 1950, ficou lotado para o jogo Espanha 3 x 1 Estados unidos. O segundo jogo da Copa em Curitiba aconteceu no dia 29 de junho: Paraguai 2 x 2 Suécia. O estádio Durival Britto e Silva entrava para a história das grandes praças esportivas do mundo.
[editar] Vila, Tá na Hora
Após o arrendamento do Pinheirão, o Paraná passou a relegar a Vila Capanema para jogos eventuais e partidas das categorias de base. Entre os profissionais, o estádio tinha sido usado pela última vez durante o campeonato paranaense de 2004.
No final de 2005, após muitos pedidos da torcida, o Paraná iniciou a campanha de retorno ao seu estádio. Capitaneada pelo Diretor de Marketing, Neto Gayer, iniciaram-se uma série de obras de ampliação e de adequação ao Estatuto do Torcedor.
Além de reformas no gramado, bares, banheiros etc., e a construção da curva norte, com capacidade para 8.000 pessoas, a principal obra foi a construção de 72 camarotes sobre a arquibancada da reta do relógio. Vendidos rapidamente a preços entre R$26.000,00 e R$39.000,00, o valor arrecadado foi de R$1.820.000,00 (quase dois milhões de reais), alavancando as obras, orçadas em dois milhões e meio de reais. Além disso, uma série de produtos, como canecas, pulseiras e chaveiros foram lançados. Com excelente resposta da torcida, a reconstrução da Vila foi toda feito por esses recursos.
A reinauguração do Estádio, com capacidade para 20.083 pessoas, aconteceu dia 20 de setembro de 2006, às 19:30, quando o Paraná ganhou do Fortaleza por 2x0, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.
Futuramente, estão previstas novas ampliações no estádio.
[editar] Estádio Erton Coelho Queiroz - A Vila Olimpica do Boqueirão
Situada na região Sul de Curitiba, com capacidade para 15.000 pessoas, o estádio foi palco dos Títulos Estaduais de 1994 e 1997. No título de 1997, a torcida do Paraná estabeleceu o recorde de público deste estádio, 18.245 torcedores, no jogo Paraná 3x0 União Bandeirante.
Formando o complexo da Vila Olímpica, de grande estrutura esportiva e recreativa, a Sub-Sede Boqueirão ainda conta com um Parque Aquático que faz inveja a qualquer clube. Tem extensa área verde e churrasqueiras, compondo cenário ideal para confraternizações.
Atualmente o Estádio Érton Coelho de Queiroz, mais conhecido como Vila Olímpica, era utilizada pela categoria de base, que agora passa a ocupar o CFA Ninho da Gralha e os profissionais ocuparão as instalações da Vila Olímpica como Centro de Treinamento.
[editar] Pinheirão
No final do século passado o Paraná firmou polêmico contrato com a Federação Paranaense de Futebol (FPF), arrendando o Estádio do Pinheirão. O acordo irritou a torcida quase que inteiramente, assim como boa parte de setores internos do clube. Além de ser uma desvalorização do patrimônio do clube, o Pinheirão é um estádio malvisto pela torcida. A visão de campo não é boa e o gramado sempre foi no mínimo sofrível.
Em 2002 o contrato foi revisto e o Pinheirão passou a ser alugado normalmente.
Com a campanha "Vila, tá na hora!" e o retorno para o Durival de Britto, o estádio não deverá mais abrigar jogos paranistas.
[editar] Competições Internacionais
O Tricolor disputou quatro competições sul-americanas oficiais. A antiga Copa Conmebol, em 1999, e a Copa Sul-americana, em 2004 e 2006 e também a Copa Libertadores da América de 2007 além de um Torneio Internacional realizado na Costa Rica em 1994 que seria a primeira aparição Tricolor no cenário internacional.
[editar] Torneio Internacional KLM 1994
Ocimar Batista Bolicenho fez questão de chefiar a delegação que iria realizar a primeira excursão internacional do Clube. Definidos os detalhes e datas veio a confirmação da participação do Paraná Clube no Torneio KLM Airlines de Aviación em San Jose na Costa Rica. Translado para o hotel e início dos preparativos. Rebello hospedado no mesmo hotel que a delegação. Por questão de falta de aposentos a diretoria do clube alojou-se em outro hotel. Primeiro jogo contra a Liga Deportiva Alajuelense, equipe forte e em plena atividade naquele período - o Paraná Clube retornava de férias - no Estádio na Província de Alajuela - região metropolitana de San Jose - 2 x 1 para os donos da casa. Dia seguinte, o Paraná Clube enfrenta o Deportivo Saprissa, clube mais popular de San Jose com bom público no estádio local. Resultado 2 x 2. Próximo dia de descanso e treinamento e o último jogo contra o Borússia Dortmund no Estádio Municipal de San Jose. Resultado 1 x 1 com uma péssima atuação do árbitro costarricense o que proporcionou uma invasão de campo do Presidente Ocimar no intervalo da partida. Terminado o quadrangular tínhamos ainda em nossa programação uma viagem a cidade natal de Manuel Solano, Lemon, distante 100 quilômetros da Capital San Jose e que havia sido vitimada por um grande terremoto, uma cortesia a nosso anfitrião que houvera cumprido com tudo o acordado. Resolvidos os entraves burocráticos o Paraná Clube seguiu via terrestre a cidade de Lemon onde venceu a equipe local por 1 x 0 para um público diminuto. Quando da chegada ao Brasil, muitas críticas ao Paraná Clube que deixara de realizar pré-temporada para uma aventura " colombiana" que não dera certo. Explicações dadas e o início da campanha no campeonato estadual apagou as previsões mais pessimistas. Ruim mesmo a atitude do Sr. Rebello que visitado pelo Presidente Ocimar e pelo Conselheiro Lourival Ribeiro em sua casa, em Santa Felicidade, mudou a versão dos fatos e tentou plantar a notícia de que teria sido o Paraná Clube que não teria cumprido as partidas na Colômbia distribuindo inclusive cartas anônimas pela imprensa paranaense com suas versões mentirosas sobre o ocorrido.
[editar] O melhor do mundo em fevereiro de 2007
Motivo de certa apreensão para a torcida, a participação do Paraná na primeira fase da Copa Libertadores da América de 2007 rendeu ao clube uma honraria inesperada: como venceu todos os jogos que disputou no mês de fevereiro de 2007, o Tricolor foi considerado pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) o melhor clube do mundo no referido mês. E por conta dessa estatistica se tornou o melhor clube do Estado do Paraná, por média de sua pouca idade, títulos e feitos conseguidos. (Fonte:Centro de Estudos de História do Futebol Paranaense)
[editar] Símbolos
[editar] Cores
Em função da escolha do nome Paraná Clube, a primeira sugestão era de uma bandeira verde e branca, com as cores do Estado, porém foi logo descartada, pela semelhança com as cores do Coritiba Foot-Ball Club. A segunda alternativa eram as cores azul do Pinheiros, vermelho do Colorado e branca comum a ambos; camisa dividida ao meio em azul e vermelho e uma águia dourada no distintivo. Tal águia foi substituída pela gralha-azul, para concretizar a idéia paranista do novo clube, que tem também a Araucária no emblema e o nome Paraná Clube e que até hoje, tornou-se identidade do Tricolor.
[editar] Mascote
O mascote do Paraná Clube é a Gralha Azul, ave símbolo do Estado. Desenvolvida pelo Depto. de Marketing do clube em 2008 com sua re-estréia (pois o clube já teve outro mascote de campo) no jogo Paraná 1x 0 Vitória/BA pela Copa do Brasil em 19 de Março de 2008.
O clube tem ainda no seu brasão o Pinheiro-do-Paraná (Araucária), árvore que também simboliza o estado do Paraná.
A gralha azul é o principal animal disseminador da araucária. Durante o outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para deles se alimentar posteriormente. As gralhas azuis encravam fortemente os pinhões no solo ou em troncos caídos no solo, já em processo de putrefação, ou mesmo nas partes aéreas de raízes nas mesmas condições, local propício para a formação de uma nova árvore. No folclore do estado do Paraná atribui-se a formação e manutenção das florestas de araucária a este pássaro, como uma missão divina, razão porque as espingardas explodiriam ou negariam fogo quando para elas apontadas. Talvez por esta razão a Lei Estadual n. 7957 de 21 de novembro de 1984 a consagra como "ave símbolo" do Estado do Paraná. Art. 1º. - É declarada ave-símbolo do Paraná o passeriforme denominado Gralha-Azul, Cyanocorax caeruleus, cuja festa será comemorada anualmente durante a semana do meio ambiente, quando a Secretaria da Educação promoverá campanha elucidativa sobre a relevância daquela espécie avícola no desenvolvimento florestal do Estado, bem como no seu equilíbrio ecológico. Desde modo, a gralha azul como a árvore araucária, passaram a morar não só na natureza, mas também no coração de todos os paranaenses.
[editar] Elenco Atual
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| G | ||
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| Volantes | ||
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| V | ||
| V | ||
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| Meias | ||
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| Atacantes | ||
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| A | ||
| A | ||
| A | ||
| A | ||
| Técnico | |
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[editar] Uniforme do Clube
- 1º - Metade esquerda vermelha,metade direita azul;
- 2º - Branco com detalhes azuis e vermelhos;
- 3º - Azul com detalhes dourados e vermelhos.
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- Uniforme 1
A camisa é dividida verticalmente ao meio (50/50), lado esquerdo todo azul , lado direito todo vermelho, com o escudo do Paraná Clube no lado esquerdo, com calções e meiões brancos. O atual fornecedor de materiais esportivos (Penalty) estampa sua marca do lado direito. Nas costas a camisa tem a numeração na cor branca.
- Uniforme 2
A camisa é branca, com detalhes nas laterais em azul e vermelho e o escudo do Paraná Clube no lado esquerdo, com calções e meiões azuis. O atual fornecedor de materiais esportivos (Penalty) estampa sua marca do lado direito. Nas costas a camisa tem a numeração na cor azul.
- Uniforme 3
Ao longo dos anos o Paraná Clube utilizou alguns modelos de camisa número 3.
Destacam-se uma camisa toda tricolor listrada verticalmente, em 2001, e uma camisa inteiramente azul na frente e toda vermelha nas costas, utilizada em 2003.
Em 2006 e 2007, uma nova versão da camisa tricolor listrada verticalmente foi usada pelo clube, como modelo especial comemorativo da campanha "Vila, Tá na hora!".
Agora a terceira camisa é inteiramente azul, com apenas alguns detalhes dourados e vermelhos em suas extremidades.
[editar] Torcida
Segundo pesquisa realizada em 2008 pelo Instituto Bonilha, o Tricolor da Vila possui 9% da torcida do estado do Paraná. Pela pesquisa da Globosat realizada pelo IBOPE, também em 2008, o clube possui 0,53% da torcida do Brasil, ocupando a 22ª posição. Sua principal Torcida organizada é a Fúria Independente. Ultimamente, a paixão dos torcedores tem levado ao Estádio Durival Britto e Silva a criatividade. Recentemente, a torcida paranista tem aderido ao uso do cachecol nos jogos do clube, com o slogam Sempre Paraná - Orgulho de ser Paranista, o que mostra a fidelidade da torcida.
[editar] Jogos Memoráveis
- 27/05/2007 - Paraná 4-3 Cruzeiro - Mineirão.
- 22/04/2007 - Paraná 3-1 Atlético-PR - Joaquim Américo.
- 21/02/2007 - Paraná 2-0 Real Potosí - Vila Capanema.
- 07/02/2007 - Paraná 1-1 Cobreloa - Vila Capanema.
- 01/02/2007 - Paraná 2-0 Cobreloa - Municipal de Calama.
- 15/02/2007 - Paraná 4-2 Unión Maracaibo - José "Pachencho" Romero-Maracaibo-Venezuela.
- 18/04/2007 - Paraná 2-1 Unión Maracaibo - Vila Capanema.
- 03/12/2006 - Paraná 0-0 São Paulo - Vila Capanema.
- 09/04/2006 - Paraná 1-1 ADAP - Pinheirão.
- 19/06/2002 - Paraná 1-0 Seleção Olímpica da Ucrânia - NSK Olimpiyskiy.
- 25/11/2000 - Paraná 3-0 Goiás - Serra Dourada.
- 18/11/2000 - Paraná 3-1 São Caetano - Parque Antártica.
- 08/06/1997 - Paraná 3-0 União Bandeirante - Vila Olímpica.
- 28/07/1996 - Paraná 1-0 Coritiba - Couto Pereira.
- 06/08/1995 - Paraná 1-0 Coritiba - Pinheirão.
- 12/06/1994 - Paraná 2-0 Deportivo La Coruña - Couto Pereira.
- 10/06/1994 - Paraná 1-1 Coritiba - Couto Pereira.
- 20/01/1994 - Paraná 1-1 Borussia Dortmund - Estadio Nacional-Costa Rica.
- 11/07/1992 - Paraná 1-0 Vitória - Fonte Nova.
- 08/12/1991 - Paraná 1-1 Coritiba - Couto Pereira.
- 19/04/1999 - Paraná 0-1 Grêmio-RS - Pinheirão Copa Sul 1999
[editar] Presidentes do Clube
| Presidentes | |||||||||||||
| Nome | Período | ||||||||||||
| Aramis Tissot | 1990-91 | ||||||||||||
| Darci Piana | 1992-93 | ||||||||||||
| Ocimar Bolicenho | 1994-95 | ||||||||||||
| Ernani Buchmann | 1996-97 | ||||||||||||
| Dilso Santo Rossi | 1998-99 | ||||||||||||
| Ênio Ribeiro de Andrade | 2000-03 | ||||||||||||
| José Carlos de Miranda | 2004-07 | ||||||||||||
| Aurival Correia | 2008-09 | ||||||||||||
[editar] Rivalidade
[editar] Paratiba
O Tricolor da Vila rivaliza desde sua origem com um outro clube popular de Curitiba, o Coritiba Foot Ball Club, a qual inclusive, é o clube que mais enfrentou o Paraná Clube na história. Já foram finalistas de 4 Campeonatos Paranaenses, na qual o Tricolor saiu campeão em três delas. No confronto geral, foram realizadas 87 partidas. O Paraná venceu 30 partidas e o Coxa 32, revelando o confronto parelho que existe.
[editar] Paraná x Atlético
O outro grande rival do Paraná Clube é o Clube Atlético Paranaense. Seus estádios coincidem na mesma rua em Curitiba, o que intensifica a rivalidade existente. Desde 1990, muitas provocações e 4 finais no estadual do Paraná. São dois títulos para cada lado. Em 77 confrontos, 21 vitórias do Tricolor e 24 do rival.
[editar] Ranking da CBF
- Posição: 23º
- Pontuação: 1.011 pontos
Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.
[editar] Ver também
- CBF
- Campeonato Brasileiro
- Copa do Brasil
- Futebol no Brasil
- FPF
- Campeonato Paranaense
- Clubes brasileiros de futebol
- Lista de campeões nacionais do futebol brasileiro
[editar] Ligações externas
- Página Oficial do clube
- Paranautas - Torcida Virtual
- Memorial Tricolor - O acervo digital do Tricolor
- Resultados dos jogos do Paraná com outros times
- Site da Torcida Paranista na Argentina - Não Oficial - Em Espanhol
- Rankings da CBF
- Entrevistas, Notícias, Opinião, Vídeos, Áudios, Fotos e muito mais
- Torcida Organizada Fúria Independente Tricolor
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