Centro Sportivo Alagoano

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CSA
EscudoCSA.svg
Nome Centro Sportivo Alagoano
Alcunhas Azulão
Azulão do Mutange
Torcedor/Adepto Azulino
Marujo Azulino
Mascote Azulão
Fundação 7 de setembro de 1913 (101 anos)
Estádio Rei Pelé
Capacidade 20 000
Localização Maceió Maceió, Alagoas AL. BrasilBrasil
Presidente Brasil Roberto Mendes
Treinador Brasil Não definido
Patrocinador Brasil Carajás
Itália TIM
Brasil Camponesa
Brasil Lojas Guido
Brasil Grupo Coringa
Brasil Governo de Alagoas
Brasil iquine
Material esportivo Brasil Kanxa
Competição BandeirasNordesteBrasil.gif Copa do Nordeste
Alagoas Campeonato Alagoano
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão Alagoas Primeira Divisão
BandeirasNordesteBrasil.gif CN 2014
Alagoas AL 2014
Brasil CB 2014
5º colocado
6º colocado
Primeira Fase
Alagoas AL 2013
Brasil CB 2013
Brasil D 2013
Vice-Campeão
Primeira Fase
39º colocado
Alagoas AL 2012
BrasilD 2012
3º colocado
9º colocado
Ranking nacional 71° lugar, 1015 pontos
Website centrosportivoalagoano.com
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Kit shorts csa14h.png
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Centro Sportivo Alagoano, também conhecido pela sigla CSA, é uma agremiação esportiva brasileira, é o clube de maior torcida no estado de Alagoas. Fundado em 7 de setembro de 1913 por um grupo de desportistas, o clube nasceu como Centro Sportivo Sete de Setembro, depois foi rebatizado para Centro Sportivo Floriano Peixoto e, em 1918, ganhou seu nome atual, e se tornou o clube mais popular do Estado de Alagoas. O CSA tem a segunda maior torcida do Estado.[1] [2] [3] Faz um duelo de rivalidade do futebol alagoano com o CRB, chamado de Clássico das Multidões. Também ostenta rivalidade com o ASA, de Arapiraca.

É o recordista em Ganhar Titulos Campeonato Alagoano de Futebol profissional, com 37 conquistas, sendo que por 3 vezes foi tetracampeão estadual. Em nível nacional, o CSA já esteve presente em 12 edições da Série A do Campeonato Brasileiro (a partir de 1974), 8 da Série B do Brasileiro e outras 13 da Copa do Brasil. É ainda o único clube do futebol alagoano a ter participado de um torneio internacional oficial, a Copa Conmebol de 1999, tendo chegado a decisão do torneio sul-americano, feito jamais igualado por equipes da região norte-nordeste brasileira em competições da Confederação Sul-americana de Futebol.

História[editar | editar código-fonte]

1913 - A fundação do Centro Sportivo Alagoano [4] [editar | editar código-fonte]

Jonas de Oliveira, um dos principais articuladores da fundação do CSA.

O Centro Sportivo Alagoano foi fundado no dia 7 de setembro de 1913 na Sociedade Perseverança e Auxiliar dos Empregados no Comércio, quando um grupo de desportistas, liderado por Jonas Oliveira, se reuniu com o objetivo de criar a agremiação. Seus fundadores foram os seguintes: Jonas de Oliveira, Osorio Gatto, Entiquio Gomes Filho, Antenor Barbosa Reis, Francisco Rocha Cavalcante, Arestides Ataide de Oliveira, Antonio Miguel de Oliveira e Vicente Grossi.

O primeiro nome do clube foi Centro Sportivo Sete de Setembro, em homenagem a sua data de fundação, e começou a funcionar na própria sede da Sociedade Perseverança, onde ficavam guardados os seus primeiros barcos. Ali, se formou uma verdadeira academia de atletas, pois o clube dispunha de um corpo de lutadores de boxe, luta greco-romana, além de levantamento de peso, lançamento de dardo e de disco e esgrima. Os esportes náuticos só entraram na história do clube em 1917 e, durante muitos anos, seus associados usaram a Lagoa Mundaú para passeios e competições náuticas.

Não demorou muito tempo e a sede do clube foi transferida para uma das dependências do Palácio Velho, antigo Palácio do Governo. Em seguida, no ano de 1915, mais uma mudança ocorreu e a sede azulina passou a funcionar em um prédio na Praça da Independência, antiga Praça da Cadeia, pertencente ao Tiro de Guerra. Foi aí, inclusive, que o time realizou seus treinos e jogos. O primeiro jogo dos azulinos foi contra uma equipe formada por alagoanos que estudavam em Recife e os azulinos venceram por 3 a 0.

Dois anos após a fundação, aconteceu a primeira modificação do nome do CSA que, de Centro Sportivo Sete de Setembro passou a se chamar Centro Sportivo Floriano Peixoto, em 1915, numa homenagem a José Floriano Peixoto, atleta alagoano de destaque nacional. Torcedores azulinos propuseram, em assembleia geral, a mudança do nome do clube e a proposta do grupo foi aceita.

Definitivamente, no dia 13 de abril de 1918, o time mudou mais uma vez a sua razão social e foi batizado, em assembleia geral, com o nome de Centro Sportivo Alagoano, que de imediato passou a se identificar com o povo alagoano.

O Mutange (Estádio Gustavo Paiva)[editar | editar código-fonte]

Em seus 89 anos de existência o Mutange foi palco dos maiores acontecimentos esportivos antes do trapichão,os grandes jogos as grandes decisões tinha como palco o maior estádio da cidade, o Mutange. foi assim por mais de 40 anos. sua historia é cheia de capítulos gloriosos, muitos torcedores choraram de felicidade com as vitorias de seus clubes, outros também choraram com as derrotas e decepções de um título perdido, o Mutange foi passarela para muitos craques e muitos pernas de pau, serviu para goleadas homéricas e jogos inesquecíveis, la foram assinalados gols sensacionais, que ainda hoje são lembrados com emoção, no Mutange os jogadores sentiam o calor da sua torcida bem mais perto, muitas vezes nos intervalos alguns atletas si misturavam com a torcida, a mesma torcida que primeiro de bonde, depois de ônibus ia ao bairro de bebedouro assistir a seus jogos e assistir a seus ídolos jogarem, uma época sem muita divulgação por parte da imprensa, um período sem muito dinheiro, uma fase do amadorismo puro, um tempo em que havia mais qualidade do que quantidade, um estádio pequeno com poucas acomodações onde seus torcedores no sol e no calor mesmo emprensados junto ao alambrado, ou nas arquibancadas onde o senta e levanta era uma constante, eram vibrantes e entusiasmados. foi no estádio de Centro Sportivo Alagoano que si disputou pela primeira vez um jogo noturno em 1934 no nordeste, clube que pertência a força e luz colocou 100 refletores no Mutange no total de 34.000 velas, a inauguração do Mutange aconteceu 15 de novembro de 1922 com CSA enfrentando o centro sportivo do peréz,uma das boas equipes do futebol pernambucano da época, os azulinos venceram por 3x0, e foi odulfo, quem fez o primeiro gol no Mutange, o time do CSA jogou com Mendes no gol, Rosalvo, Llario, Campelo e Mimi. Lindolfo, Alirio e Braulio. no ataque passos Odolfo e Nelsinho. Entre 1922 e 1970 muitos espetaculos alegres e tristes foram realizados, foi no Mutange que aconteceu a maior goleada do futebol alagoano, CSA 22 a 0 sobre o Esporte Clube Maceió. foi no dia 28 de janeiro de 1948, com o jogador Caio Mario marcando 10 gols. foi no Mutange que o CSA aplicou a maior goleada no CRB, o eterno rival. 6x1 foi no dia 6 de março de 1932. foi ainda no Mutange que si deu o primeiro jogo internacional em Maceió, velez sarsfield da argentina 1x1 CSA, no dia 23 de dezembro de 1951. Quanta emoção, quanta saudade, quanta saudade tem o torcedor de outros jogos que permanecem na memória. Saudade que começou a diminuir quando a diretoria azulina reformou o estadio, e reabriu o mutange em 1997 para a alegria de todos.

A marca da rivalidade[editar | editar código-fonte]

A marca da rivalidade. Certa vez, lá pelos anos 30, o CSA enviou ao CRB, um "Ofício-convite" para a realização de uma partida amistosa. O clube da Pajuçara aceitou o desafio, mas, em “Oficio-resposta” solicitava permissão para incluir em sua equipe alguns jogadores de outros times, já que o jogo era amistoso. O CSA, entretanto, não aceitou a proposta e nasceu daí, um desentendimento entre os dois clubes. A partir de então, as hostilidades aumentaram, tornando-se incontroláveis, sobretudo porque explorada pelas crônicas dos jornais, divulgando declarações dos dois presidentes. O Jornal “Correio da Tarde” publicava tudo que dizia Osório Gatto do CSA. O Jornal de Alagoas, por sua vez, publicava os revides de Ismael Acioli do CRB. E um simples “convite” para um jogo amistoso, se transformou numa guerra pessoal. Ao tomar conhecimento numa das crônicas, de uma ofensa direta do presidente azulino, Ismael Acioli se julgou ofendido e resolveu tomar satisfações pessoais. Avisado por amigos do “Correio da Tarde” das intenções de Ismael Acioli, Osório Gatto tratou de se prevenir, armando-se de um revólver. O encontro dois presidente verificou-se em plena rua do Comércio da Capital. Antes mesmo de qualquer diálogo, o presidente do CSA sacou da arma e atirou no presidente do CRB. Um dos disparou atingiu a coxa de Ismael Acioli, que caiu e, logo com a chegada de diversas pessoas, foi transportado para o Pronto Socorro. E a guerra não acabou ali. Enquanto esteve hospitalizado, Ismael Acioli recebeu o apoio irrestrito de todas as facções do clube que dirigia. Tanto que de forma unânime, toda diretoria regateana prometeu publicamente que, se Ismael Acioli viesse a falecer, nenhum membro da diretoria azulina ficaria vivo para contar a história. Ismael Acioli se recuperou gradativamente, ficou fora de perigo e voltou a vida normal. Mas ficou capengando numa das pernas e carregando a bala que o atingiu. Somente anos mais tarde, os dois desportistas, num encontro fortuito, afinal se abraçaram comovidamente. a partir dessa epoca os dois clubes são rivais eternos... infelizmente o time azul perde no numero de vitorias, que não são tantas. CRB e CSA já se enfrentaram 496 vezes na história. As estatísticas são as seguintes 188 vitórias do CRB; 150 vitórias do CSA; 158 empates; 587 gols CRB. 608 gols do CSA; mas no que interesa, os títulos, o CSA sai na frente disparado, o azulão possui 10 títulos a mais que o rival, 37 títulos estaduais contra 27 do rival. É o maior detentor de títulos do estado de Alagoas.

1931 - A rivalidade no aniversário do CSA [4] [editar | editar código-fonte]

A crescente rivalidade entre CSA e CRB culminou em um fato ocorrido em 1931. Para participar da festa de seu aniversário, os azulinos convidaram o time do América de Recife para um jogo amistoso. Tininho, um habilidoso jogador do CSA, era também um verdadeiro líder dentro do clube. Muitas vezes, se transformava em treinador do time. Por todas essas qualidades, Tininho era respeitado pelos dirigentes e querido pela torcida.

Com a intenção de reforçar a equipe, Tininho convidou dois jogadores do CRB para integrar o CSA no jogo contra o América. Zequito Porto e Fonseca eram os convidados. Eles aceitaram e se sentiram honrados em vestir a camisa azulina. No dia 7 de setembro, no Mutange, antes do jogo, compareceram aos vestiários do CSA, os jogadores Zequito e Fonseca que foram recebidos por Tininho. A diretoria azulina já se encontrava nas cadeiras que ficavam nas arquibancadas do Mutange. Ao saber da novidade, os dirigentes mandaram chamar Tininho para informar que não concordavam com a presença dos jogadores do CRB. Afirmavam, inclusive, que temiam a reação da torcida. Pressionado por todos os lados, Tininho mostrou porque era líder, e decidiu – "Ou aceitam Zequito e Fonseca ou eu também não jogarei". Esta decisão aumentou a confusão. Mas, pela personalidade do capitão azulino que assumiu toda responsabilidade, os dois atletas do CRB jogaram e ajudaram o CSA a vencer o América por 4x2. Dois dos gols foram assinalados por Fonseca. Zequito Porto nunca negou que se sentiu orgulhoso ao vestir a camisa do tradicional rival. A rivalidade na época não permitia que fatos como esse pudesse acontecer. Mas, ele conseguiu quebrar esse tabu.

1944 - 22 x 0: a grande goleada [4] [editar | editar código-fonte]

Uma das maiores goleadas do futebol brasileiro e, certamente, a maior do futebol alagoano, teve a participação do CSA. Aconteceu no campeonato alagoano de 1944 - CSA 22 x Esporte 0.

O CSA tentou transferir o jogo para aceitar um convite e jogar em Garanhuns. O Esporte não aceitou. O mando de campo era o time de Zé Rodrigues que levou o jogo para o campo da Pajuçara. O CSA tentou levar a partida para o Mutange, chegando a oferecer toda a renda para o Esporte. O clube rubro também não aceitou. Comentou-se, na época, que dirigentes e jogadores do clube azulino fizeram um pacto para fazer o maior número de gols possíveis dentro da partida. Na semana do jogo, o Tribunal de Penas da Federação suspendeu quatro jogadores do Esporte. Eles haviam se envolvido no jogo violento da partida contra o Olavo Bilac no domingo anterior. Dirigentes do clube de Zé Rodrigues chegaram a pensar em entregar os pontos. Terminaram desistindo.

No dia 28 de janeiro de 1944, no Estádio Severiano Gomes Filho, e arbitragem de Waldomiro Breda, jogaram Esporte Clube Maceió e CSA. Zé Rodrigues que tinha problemas na escalação do seu time, foi obrigado a colocar em campo quatro atletas que haviam jogado na partida preliminar: Orlando, Pé de Samba, Mudico e Laurinho. Mesmo assim, os jogadores do CSA não perdoaram. Fizeram 7 gols no primeiro tempo e 15 no segundo. Os artilheiros foram Caio Mario (9), Dengoso (5), Sales (3), Montoni (3), Valdir (1) e Ariston (1).

1952 - O Jogo do Xaxado [4] [editar | editar código-fonte]

O clássico contra o CRB da tarde do dia 10 de setembro de 1952 entrou para a história do futebol alagoano e ficou conhecido como o "Jogo do Xaxado". Xaxado é o nome de um ritmo musical do nordeste brasileiro e, na época, era a música do momento das paradas de sucesso. Todo o Brasil dançava o xaxado com Luiz Gonzaga.

O CSA venceu seu mais tradicional adversário pelo placar de 4 a 0. A grande atuação da equipe fez a torcida azulina bater palmas e gritar, ritmicamente, a palavra "xaxado". Curiosamente, o CSA aplicou a goleada justamente no dia do aniversário do rival.

  • Data: 16 de setembro de 1952
  • Placar: CSA 4 x 0 CRB (Edgar [2] e Dengoso [2])
  • Árbitro: Waldomiro Brêda
  • Estádio: Pajuçara
  • CSA: Almir, Bem e Arestides, Oscarzinho, Zanélio e Neu, Napoleão (Ié), Biu Cabecinha, Dida, Dengoso e Edgar (Bemvindo).
  • CRB: Levino (Luiz), Helio Ramires (Ferrari) e Miguel Rosas, Netinho, Castanha e Moura, Sansão, Arroxelas (Santa Rita), Dario, Mourão (Zé Cicero) e Zeca.

1973 - Mané Garrincha e o CSA [4] [editar | editar código-fonte]

O grande jogador Garrincha já vestiu a camisa do CSA. Foi somente durante noventa minutos, em partida ocorrida no dia 19 de setembro de 1973, num amistoso contra o ASA de Arapiraca, no Trapichão. Garrincha e Dida jogaram juntos com a camisa azulina. Dias depois, Garrincha jogou outra partida por um clube alagoano, o ASA de Arapiraca.

"Seu Mané" estava se despedindo da torcida brasileira. Seu futebol estava chegando ao fim. Suas pernas tortas já não corriam como antes. Seus dribles já não eram tão eficientes. Mesmo assim, Garrincha jogou e a torcida alagoana entendeu seu drama. Foi intensamente aplaudido em sua noite de despedida.

1980 - Taça de Prata[editar | editar código-fonte]

Era a semifinal da Taça de Prata de 1980. O jogo foi no Estádio Fonte Luminosa e o resultado de 1x0, deu ao time alagoano o direito de disputar o título de campeão da Taça de Prata contra o Londrina e, a sua inclusão, no próximo ano, na divisão de elite do futebol brasileiro.

Para ganhar da Ferroviária o CSA enfrentou muitas adversidades, desde da pressão da torcida local até a visível parcialidade do juiz que, no segundo tempo, expulsou Joca e Alberto Lequelé do clube alagoano. Mesmo com uma ajuda extra, os paulistas não chegaram a meta de Zé Luiz.

No primeiro tempo, a Ferroviária, a rigor, atacou mais que o CSA, entretanto encontrou uma verdadeira barreira na defesa azulina. O CSA, cauteloso, somente ia à frente em contra ataques rápidos e perigosos. E foi assim que aos 39 minutos, Peu lançou para Gilmar que fechava para área e o craque azulino chutou por cobertura e marcou o gol único da partida.

No segundo tempo, a Ferroviária passou a pressionar na base do desespero e teve sua grande chance do empate quando Paulo Borges perdeu uma penalidade máxima. Mesmo com dois jogadores a menos, o CSA soube administrar a vitória.

  • Data: 7 de maio de 1980;
  • Placar: Ferroviária - 0 x 1 - CSA (Gilmar);
  • Estádio: Fonte Luminosa, em Araraquara;
  • Árbitro: Wilson Carlos dos Santos;
  • Renda: CR$ 0,20;
  • Público: 5.864 pagantes;
  • CSA: Zé Luiz, Joca, Paulinho, Dick e Luizinho, Ronaldo Alves, Alberto Carioca e Peu (Rogério), Jorginho, Dentinho (Alberto Lequelé) e Gilmar.
  • Ferroviária: Tião, Carlos (João Carlos), Sabará, Sérgio Miranda e Zé Rubens, Nande,. Zé Roberto (Bispo) e Douglas, Paulo Borges, Toninho e Lavinho.

1982 - CSA 4 x 3 Campo Grande: o jogo da virada [4] [editar | editar código-fonte]

A decisão da Taça de Prata de 1982 foi entre CSA e Campo Grande do Rio de Janeiro. A primeira partida foi no Estádio Rei Pelé no dia 11 de abril. Ficou conhecido como o "jogo da virada".

Um jogo cheio de grandes lances e a movimentação do marcador mexeu com os nervos da torcida azulina. O CSA começou bem, atacando com velocidade e explorando o lado direito do Campo Grande. Foi assim que o clube azulino chegou ao primeiro gol. Romel lançou Américo em profundidade que foi derrubado na entrada da área. O mesmo Romel cobrou de forma sensacional e abriu a contagem. A partir dos trinta minutos, o Campo Grande passou a dominar a partida e o CSA ficou sem saber o que fazer. O zagueiro Jerônimo começou a fazer bobagens. Fez um gol contra aos trinta e oito minutos. Perdeu a bola na entrada da área e permitiu que o Campo Grande marcasse seu segundo gol, e logo depois os cariocas ampliaram para três a um. Este foi o marcador do primeiro tempo. Os azulinos estavam abatidos, dominados e não demonstravam chance de reagir.

Uma conversa no intervalo, entre o técnico Tadeu e jogadores, mexeu com o ânimo dos jogadores. Zé Carlos entrou no lugar de Freitas e Dentinho substituiu Américo. Duas substituições que mudaram o panorama da partida.

A reação começou aos vinte três minutos. Dentinho sofreu uma falta perto da área. Romel cobrou com categoria: 3x2. Os azulinos jogavam bem, dominavam e os cariocas procuravam manter o resultado. Mais cinco minutos e novamente Dentinho foi derrubado dentro da área. E na área é penalti. O grande nome do jogo, Romel, perdeu a penalidade máxima. Chutou e o goleiro Ronaldo defendeu. O jogo seguiu com o CSA procurando o empate. E ele veio numa bola lançada por Zezinho para a área adversária. Romel dominou e com um leve toque deslocou o goleiro carioca. O empate ainda era bom resultado para o Campo Grande. O CSA, porém, queria mais.

O tempo passava. As oportunidades surgiam e o gol da vitória não chegava. Jorginho se contundiu e teve que sair de campo. O treinador Tadeu José da Costa Lima já tinha feita as duas substituições e o CSA ficou com menos um. Aos trinta e sete minutos uma falta em Dentinho, na entrada da área, criou um pequeno tumulto que culminou com a expulsão do zagueiro Jeronimo. O CSA passava a jogar com nove jogadores. Na cobrança, Ademir tocou para Romel que chutou na barreira. A bola subiu e quando desceu bateu no travessão e voltou para onde estava Zé Carlos, que de cabeça, mandou para as redes do Campo Grande. Estava sacramentada a vitória do CSA. Poucos acreditavam no que viam. A virada de 1x3 para 4x3 estava estampada nos torcedores presentes no Rei Pelé. Logo depois do gol, Dentinho fez falta violenta e foi expulso. Com oito jogadores, foi um sufoco para o CSA garantir o marcador.

1999 - A Copa Conmebol[editar | editar código-fonte]

O ano de 1999 foi histórico e inédito para o futebol alagoano. Pela primeira vez, um clube de Alagoas participava de uma competição internacional: a Copa Conmebol.

O regulamento da competição sul-americana naquele ano previa que os representantes brasileiros seriam os campeões de cada competição regional. Como os finalistas da Copa do Nordeste, Vitória e Bahia (campeão e vice, respectivamente), desistiram de participar da Copa Conmebol, a vaga seria destinada então ao 3º colocado do regional, o Sport. Porém, este também recusou o convite, o que levou o CSA a ficar com a vaga, já que havia chegado às semifinais da Copa do Nordeste de 1999.

Na estreia, dia 13 de outubro, o CSA enfrentou no Estádio Rei Pelé o também brasileiro Vila Nova de Goiás. A equipe venceu por 2 a 0, com dez jogadores em campo (o lateral Souza havia sido expulso no primeiro tempo), gols de Missinho e Mazinho. Na partida do dia 20, o Vila Nova delvolveu o placar de 2 a 0, porém o CSA venceu na cobrança de pênaltis por 4 a 3 e avançou à fase seguinte. Pela primeira vez em sua história, o CSA faria uma viagem internacional.

O adversário seguinte foi o venezuelano Estudiantes de Mérida. Entretanto, a diretoria do clube foi surpreendida ao descobrir que a maioria dos seus jogadores não possuía passaporte. Após resolver o problema, a delegação embarcou no ônibus rumo à Mérida, escoltado por dois batedores.

No confronto na Venezuela, em 3 de novembro, um empate sem gols. Em Maceió, dia 9, o CSA derrotou o adversário por 3 x 1. Durante a partida, o árbitro paraguaio Bonifacio Núñez expulsou seis jogadores, sendo quatro do Estudiantes de Mérida e dois do CSA. Mimi abriu o placar logo aos 4 minutos de jogo, cobrando pênalti. O time venezuelano empataria aos 23 minutos, através de Ruberth Morán, também convertendo a penalidade. Pouco tempo depois, Márcio Pereira fez outro gol para o CSA, em cobrança de falta. A bola ainda desviou no zagueiro Gavidia, do Estudiantes de Mérida, antes de entrar. Márcio Pereira faria mais um, classificando a equipe à fase seguinte.

Na semifinal, outro clube brasileiro no caminho do CSA: o São Raimundo-AM. Em Manaus, derrota azulina por 1x0, dia 17 de novembro. A partida de volta foi dramática. No dia 24 de novembro, jogando em casa, o CSA abriu o marcador aos 14 do primeiro tempo, com um gol de Fábio Magrão. Para desespero dos cerca de 18 mil torcedores que lotavam o Rei Pelé, o São Raimundo igualou o placar aos 20 minutos, em falha da defesa do CSA, que Marcelo Araxá soube bem aproveitar. O resultado eliminava o Azulão. O CSA ainda empatou no último minuto de jogo, após uma falha do goleiro do São Raimundo, que deixou a bola escapar. O zagueiro Givago empurrou-a para as redes e garantiu que a decisão fosse para os pênaltis. O CSA levou a melhor na cobrança de pênaltis, alcançando um feito inédito. Nenhum outro clube do Nordeste havia conseguido estar em uma decisão de competição sul-americana.

A decisão seria contra o Club Atlético Talleres, que fazia boa campanha no Campeonato Argentino daquele ano.

Na primeira partida da final, dia 1º de dezembro, o CSA surpreendeu e aplicou 4 a 2 no adversário, ficando muito perto da conquista. Missinho marcou 3 gols para o CSA, Fabio Magrão marcou outro, enquanto que Aguilar e Astudillo descontaram para o Talleres.

Na Argentina, o CSA sentiu a catimba do adversário logo no desembarque na cidade de Córdoba. Os dirigentes do CSA foram abordados por representantes do Talleres, que afirmavam ter interesse no lateral-esquerdo Williams e em outros jogadores do clube. Também não foi permitido ao CSA treinar no Estádio Olímpico de Córdoba. Eram demonstrações claras da guerra que o clube alagoano enfrentaria na grande decisão do dia 8 de dezembro.

Com apenas quatro minutos de jogo, o CSA já estava com dez em campo. O juiz paraguaio Ricardo Grance expulsou Fábio Magrão por reclamação. O CSA sentiu-se intimidado com a pressão feita pelos argentinos e o técnico Otávio Oliveira recuou o time todo. A modificação no esquema tático do time não obteve êxito: aos 39 minutos, Ricardo Silva abriu o placar para o Talleres. No segundo tempo, Gigena ampliou. E como que dando um tiro de misericórdia, Maidana de cabeça fez 3 x 0. No resultado agregado, o Talleres ficou com o título. Terminava assim o sonho do CSA de se tornar a primeira equipe do Nordeste brasileiro a conquistar uma competição internacional.

2003 e 2009- A queda do CSA pela "segundona" [5] [editar | editar código-fonte]

O CSA entrou em campo num domingo, no Rei Pelé, precisando derrotar o rival CRB, e dependia também do Murici não ganhar do CSE. Nenhum resultado foi favorável, e a fragilidade da equipe fez com que o CRB ganhasse a partida.

Logo no começo do jogo, o CRB marcou o primeiro gol, através de Binho, ao receber passe de Marcelinho. O CSA reagiu para empatar aos 24 minutos, num cruzamento de Ramon. Alessandro se antecipou ao zagueiro Carlão e cabeceou no ângulo esquerdo de Wanderley. Aos 39 minutos, Gaspar foi à linha de fundo e cruzou da esquerda para Marcelinho marcar de cabeça.

No segundo tempo, logo aos três minutos, Reinaldo, que entrou no intervalo no lugar de Ailton, desviou um cruzamento de Marcelinho para marcar o terceiro. O quarto gol foi quatro minutos depois, num pênalti cometido pelo goleiro Santos sobre Reinaldo. Marcelinho cobrou com perfeição. Aos 43 minutos, o zagueiro Carlão colocou a mão na bola dentro da área, sendo expulso. O pênalti foi cobrado e convertido por Nélson.

O CRB precisava vencer e venceu, 4x2, sobre o CSA, assegurando sua classificação para o quadrangular decisivo do Estadual - 2003, sendo beneficiado também pela derrota do CSE para o Murici. Os dois resultados foram ruins para o CSA, que foi rebaixado para a segunda divisão do ano seguinte só conseguindo retornar para a primeira divisão em 2005.

  • CRB – Wanderley; Saulo, Bruno, Róbson e Edílson; Carlão, Gaspar, Marcelinho (Fernando Pilar) e Eduardo Potiguar (Paulo Roberto); Binho e Ailton (Reinaldo).
  • CSA – Santos; Edmílson, Sinval (Bel), Alex Martins e Ramon; Nélson, La Bamba, Cassio (Jairon) e Da Silva (Sandrinho); Tiago e Alessandro.
  • Árbitro – Jorge Luiz da Silva.

No ano de 2009, novamente contra o seu maior rival, o CSA entra em campo precisando vencer para assim poder escapar do tão temido rebaixamento. Mas o CSA não conteve seu maior rival, e perdeu a partida por 2X1, sendo o último gol feito por Da Silva, ex-jogador do CSA que teve que amargar o rebaixamento e as vaias da torcida pelo segunda vez em sua história.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

No CSA já passaram grandes profissionais, como exemplo o ex-presidente da república Fernando Collor de Mello que já foi presidente do mesmo. O cantor Djavan quando garoto, já jogou no clube, mas a música o tirou do futebol.

O técnico campeão mundial com a Seleção Brasileira Luiz Felipe Scolari foi campeão alagoano em 1981 jogando na posição de zagueiro. No ano seguinte após abandonar a carreira, começou a ser técnico no próprio CSA, onde foi campeão mais uma vez.

O meia luso-brasileiro Deco também já passou pela equipe. Após começar a carreira profissional no Corinthians foi transferido para o CSA, onde foi destaque e logo em seguida foi revelado para o mundo.

O CSA revelou grandes jogadores como por exemplo o atacante Dida que era o camisa 10 do Brasil, titular absoluto até a Copa de 1958. Uma contusão (que hoje teria uma recuperação bem rápida) o deixou no banco de reservas e abriu vaga para o jovem Pelé. Também foi revelado pelo CSA o goleiro Flávio, único jogador que ganhou todas as divisões do Campeonato Brasileiro (exceto a então inexistente Série D). Outra cria do CSA foi o atacante Pêu e os meias Souza, Cleiton Xavier e Adriano Gabiru, este último que fez um dos gols mais importantes da história do Internacional, na vitória por 1 a 0 diante do poderoso Barcelona pelo Mundial de Clubes de 2006.

Em 27 de fevereiro de 1983, o CSA enfrentou o Corinthians pelo Campeonato Brasileiro e obteve um público superior a 36 mil pessoas. Em 1999 no primeiro jogo da final da Copa Conmebol, o CSA ganhou do Club Atlético Talleres por 4 a 2 diante de um público superior a 35 mil torcedores. Sua sede está localizada no Estádio Gustavo Paiva (conhecido como CT do Mutange).

Futebol profissional[editar | editar código-fonte]

Elenco atual [6] [editar | editar código-fonte]

Atualizado em 2 de Janeiro de 2014, 11h00min (UTC)
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Suspenso: Jogador suspenso
  • Lesionado: Jogador lesionado
  • E-NQS Central.png Jogador Emprestado


Goleiros
Jogador
Brasil - Eduardo Castro
Brasil - Manoel
Brasil - Batinga
Defensores
Jogador Pos.
Brasil - Alves
Brasil - Breno
Brasil - Cleberson
Brasil - Roberto Dias
Brasil - Tiago Garça
Brasil - Acácio
Brasil - Maxwell
Brasil - Pedro Silva
Brasil - Wanderson Cafu
Brasil - Mineiro
Z
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil - Charles Vagner
Brasil - Paulo Junior
Brasil - Robson
Brasil - Lucas
Brasil - Robson Junior
Brasil - Léo Maceió
V
Brasil - Alex Henrique
Brasil - Anderson Ataíde
Brasil - Santos
Brasil - Daniel Costa
Brasil - Geninho
Brasil - Alisson
M
Atacantes
Jogador
Brasil - Jefferson Maranhense
Brasil - Diego Clementino
Brasil - Uéderson
Brasil - Cassiano
Brasil - Josimar
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil - Estevam Soares T

Departamento de Futebol Profissional e Diretoria 2015[editar | editar código-fonte]

Diretoria
Nome Função
Brasil Roberto Mendes Presidente
Brasil Lumário Rodrigues Vice-Presidente Geral
Brasil vago Vice-Presidente de Futebol Prossifional
Brasil Breno Gama Vice-Presidente de Marketing
Brasil Milton Pereira Vice-Presidente Administrativo
Brasil vago Vice-Presidente Financeiro
Brasil Fernando Barros Vice-Presidente Social
Brasil Zequinha dos Santos Vice-Presidente de Futebol Amador
Brasil Raniel Holanda Vice-Presidente de Patrimônio
Brasil Walmar Peixoto Vice-Presidente Jurídico
Brasil Dr. Geraldo Lessa Vice-Presidente Médico
Brasil Sílvio Camelo Presidente do Conselho Deliberativo
Brasil Evandro Lôbo Vice-Presidente do Conselho Deliberativo


Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo[7] estilizado do CSA consiste em:

  • No canto superior esquerdo, as iniciais “CSA” entrelaçadas (CSA – Centro Sportivo Alagoano)
  • Uma faixa com o lema do clube: “União e Força”
  • Listras azuis e brancas, as cores oficiais do CSA

Títulos[editar | editar código-fonte]

Futebol Profissional[editar | editar código-fonte]

ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Campeonato Alagoano de Futebol 37 1928, 1929, 1933, 1935, 1936, 1941, 1942, 1944, 1949, 1952, 1955, 1956, 1957, 1958, 1960, 1963, 1965, 1966, 1967, 1968, 1971, 1974, 1975, 1980, 1981, 1982, 1984, 1985, 1988, 1990, 1991, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999 e 2008
Trophy(transp).png Torneio Início de Alagoas 14 1927, 1928, 1929, 1930, 1933, 1935, 1940, 1946, 1949, 1957, 1961, 1965 e 1972
DESTAQUES
Competição Posição Temporadas
CONMEBOL - CONMEBOL Cup.svg Copa Conmebol 1999
B Series Brazilian Championship Trophy.png Taça de Prata 1980, 1982 e 1983
OUTRAS CONQUISTAS
Competição Títulos Temporadas
Alagoas Torneio Pró-Caixa Olímpica 1 1929
Alagoas Torneio Associação Cultural e Cívica Feminina 1 1935
Alagoas Copa FAD 1 1936
Alagoas Grande Festival do Futebol 1 1932
Alagoas Torneio Mário Lima 1 1956
Alagoas Torneio Alfredo Júnior 1 1975
Alagoas Copa Alagoas 1 2006
Alagoas Troféu Wassil Barbosa 1 2010
Alagoas Campeonato Alagoano - 2ª Divisão 2 2005 e 2010

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

Sub-20[editar | editar código-fonte]

Sub-18[editar | editar código-fonte]

Sub-15[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Temporadas[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Copa do Nordeste Campeonato Estadual
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Pos. Pos.
2004
2005
2006 C 6 1 2 3 8 10
2007 1ª Fase
2008 C 57º 6 1 0 5 4 10 (37)
2009 D 27º 6 1 4 1 5 6 3ª Fase
2010 D 12° 8 6 1 1 18 9
2011
2012 D 10 6 3 1 16 5
2013 D 39º 8 1 1 6 6 13 1ª Fase
2014 1ª Fase


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixado
     Acesso

Posições[editar | editar código-fonte]



Alagoas Campeonato Alagoano
Ano 1927 1928 1929 1930 1933 1935 1937 1937 1938 1939 1940 1941 1942 1944 1945 1946
Pos.
Ano 1947 1948 1949 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959 1960 1961 1962
Pos.
Ano 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978
Pos.
Ano 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994
Pos.
Ano 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2006 2007 2008 2009 2011 2012 2013
Pos.


-º Não se tem dados da classificação completa
**º Campeonato em disputa

Alagoas Campeonato Alagoano - 2ª Divisão
Ano 2004 2005 2010
Pos.


Outros campeonatos[editar | editar código-fonte]

Artilharias[editar | editar código-fonte]

Campeonato Alagoano[editar | editar código-fonte]

  • 1930 - Bráulio e Anízio - 8 gols
  • 1935 - Anízio - 6 gols
  • 1936 - Murilo - 10 gols
  • 1937 - Anízio - 9 gols
  • 1941 - Pedrinho - 11 gols
  • 1944 - Caio Mário - 12 gols
  • 1945 / 1946 / 1947 - Zé Maria - 17 gols (1945), 12 gols (1946), 14 gols (1947)
  • 1950 - Zé Maria - 12 gols
  • 1953 - Dida - 9 gols
  • 1953 - King - 12 gols
  • 1954 - Pilho - 7 gols
  • 1955 - Itálo - 17 gols
  • 1956 - Barra - 9 gols
  • 1958 - Santos - 7 gols
  • 1960 - Clóvis - 5 gols
  • 1965 - Arcanjo - 15 gols
  • 1969 - Giraldo - 7 gols
  • 1973 - Giraldo - 12 gols
  • 1974 - Misso - 20 gols
  • 1975 - Hélio - 17 gols
  • 1979 - Gilmar - 26 gols
  • 1990 - Chico - 8 gols
  • 1991 - Rinaldo - 19 gols
  • 1994 - Catanha - 31 gols (um dos maiores artilheiros da história do time)
  • 1996 - Gilson - 20 gols
  • 1998 - Mimi - 23 gols
  • 2008 - Paulinho Macaíba - 12 gols
  • 2009 - Fábio Lopes, Marciano - 3 gols
  • 2010 - Paulinho Macaíba, Wilson - 5 gols (2ª divisão)
  • 2011 - Tico Mineiro - 6 gols
  • 2012 - Rony - 13 gols
  • 2013 - Everaldo - 13 gols

Grandes ídolos Azulinos[editar | editar código-fonte]

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Oliveira Canidé(2014-)

Estádio do Mutange[editar | editar código-fonte]

O Estádio Gustavo Paiva, mais conhecido como Mutange, foi fundado em 15 de novembro de 1922, e atualmente tem capacidade para 4 mil pessoas. Sua primeira partida foi CSA 3 x 0 Centro Sportivo do Perez de Recife, e o primeiro gol marcado foi de Odulfo, antigo craque azulino. O Mutange também sediou o primeiro jogo internacional em Alagoas, CSA 1 x 1 Vélez Sársfield (Argentina), em 1951.

Rankings[editar | editar código-fonte]

Terra.png Internacionais
Flag of Brazil.svg Nacionais

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil. Atualizado pela última vez em 14 de dezembro de 2011.

Ranking criado pela Revista Placar sobre as competições conquistadas pelos clubes de futebol do Brasil. Atualizado em 13 de maio de 2012.

Organizações Azulinas[editar | editar código-fonte]

Torcidas Organizadas[editar | editar código-fonte]

Torcida Organizada Mancha Azul[editar | editar código-fonte]

A torcida Mancha Azul, foi fundada em 23 de outubro de 1992. Tudo Começou quando Força Jovem e Dragões Azulinos resolveram se unir, no começo foi dificil porque a Dragões já era uma dissidência da Força. A partir da fusão das duas maiores Organizadas do CSA e os acordos fechados de ambos os lados partiu-se pra decidir o nome que seria dado à nova torcida do CSA, torcida essa que já nasceria sendo a maior de Alagoas, e na reunião final pra escolher tinham 4 opções: Dragões da Força Jovem, Maldição Azul, Azul Fiel ou Mancha Azul. Mancha Azul foi o nome escolhido.

Movimento Organizado Azulcrinante[editar | editar código-fonte]

O Azulcrinante.com.br é o site do Movimento Azulcrinante, que tem por objetivo colaborar com o CSA, realizar festas no estádio, transmissões de jogos, reunião de torcedores, carreatas, caravanas, enfim, tudo ligado ao clube e à torcida azulina.

Desde fevereiro de 2010, o Azulcrinante leva ao seu público alvo, os torcedores azulinos, informações, opiniões e entretenimento sobre o CSA, sua torcida e o futebol alagoano em geral, assim como brasileiro e nordestino onde o CSA está incluso.

O Movimento Azulcrinante realiza também carreatas e transmissões de jogos tendo como concentração a Chopparia Skente, no Poço. Desde o início destes projetos, as movimentações só têm crescido, com divulgações da carreata em rádios e transmissões lembradas ao vivo pela emissora de TV.

Além de tudo, o Azulcrinante vêm realizando grandes arrecadações junto aos torcedores azulinos para fazer belíssimas e grandiosas festas no estádio, em jogos decisivos e festivos do CSA. Grandes exemplos são as festas realizadas nos jogos entre CSA e Confiança, pela série D 2010, e o recente CSA e ABC, pelo Nordestão 2010.

Consulado Azul [11] [editar | editar código-fonte]

A Consulado Azul é uma ONG nordestina, formada por torcedores do CSA, que desenvolve projetos que enfocam as divisões de base do clube, promovendo ações sociais e culturais, sempre elevando o nome do time alagoano. Fundada em julho de 2003, a Consulado Azul atua na área de esporte e tem como objetivo contribuir para a melhoria da prática do futebol dentro do CSA.

Outras Organizações[editar | editar código-fonte]

  • Confraria do Azulão

Referências

  • Enciclopédia do Futebol Brasileiro, Volume 1 - Lance, Rio de Janeiro: Aretê Editorial S/A, 2001.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Centro Sportivo Alagoano
Principal: Estádio do Mutange | Centro Sportivo Alagoano
Personalidades: Dida | Luis Felipe Scolari | Deco | Adriano Gabiru | Fernando Collor de Mello
Clássicos: Clássico das Multidões
Relacionados: Copa Conmebol

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