Club Atlético Vélez Sársfield

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Vélez Sársfield
CA Velez Sarsfield logo.png
Nome Club Atlético Vélez Sársfield
Alcunhas El Fortín "Velón"
Fundação 1 de janeiro de 1910 (104 anos)
Estádio José Amalfitani
Capacidade 49.590 pessoas
Presidente Argentina Miguel Calello
Treinador Argentina José Oscar Flores
Patrocinador Coreia do Sul Samsung
Material esportivo Brasil Topper
Competição Argentina Campeonato Argentino (Apertura)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
Argentina Campeonato Argentino (Clausura)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores
Argentina 2011
Flags of the Union of South American Nations.gif 2011
Argentina 2012
Flags of the Union of South American Nations.gif 2012
3º colocado
4º colocado
A disputar
A disputar
Website velezsarsfield.com.ar
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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70.000 torcedores do Vélez Sársfield em "Caravana da Centenario"

O Club Atlético Vélez Sársfield[1] , mais conhecido simplesmente como Vélez Sársfield ou Vélez Sarsfield, é um clube argentino de futebol localizado no bairro de Liniers, na cidade de Buenos Aires, capital da Argentina.

É considerado pelos FIFA como um dos melhores clubes da história do futebol internacional [carece de fontes?] e é o quarto clube mais bem sucedido na história do profissionalismo argentino, com onze títulos locais e cinco internacionais.

História[editar | editar código-fonte]

A antiga estação de trem Vélez Sarsfield, atual estação Floresta. Ali, em 1910, nasceu o Club Atlético Vélez Sársfield.

Início: 1910 - 1953[editar | editar código-fonte]

A equipe do Vélez Sársfield em 1911
Este é um retrato da equipe de 1942, que jogou na segunda divisão, com o goleiro Miguel Rugilo "Leão de Wembley".

Em 1 de Janeiro de 1910, se formalizou a fundação, por imigrantes italianos, na cidade de Buenos Aires, do Club Atlético Argentinos de Vélez Sársfield (nome dado em homenagem a um ilustre jurista argentino) e o primeiro presidente eleito foi Luis Barredo.

O primeiro uniforme utilizado foram as clássicas camisetas brancas, que eram mais baratas e estavam ao alcance de todos e as partidas como equipe local eram disputadas no campo de Ensenada y Provincias Unidas.

Dois anos mais tarde, troca-se o uniforme oficial: camisetas azul-marinho e calções brancos. Corria o ano de 1913, e ingressaram dez novos sócios, entre eles José Amalfitani, e em uma reunião da Comissão Diretora, decidem abreviar o nome para Club Atlético Vélez Sársfield.

Em 14 de Maio do ano seguinte, foi oficializada a camiseta “tricolor”, de listras verticais com as cores vermelho, branco e verde, devido às origens italianas do clube, muito parecida com a do Fluminense, do Rio de Janeiro, com quem inclusive possui forte amizade, também entre suas torcidas.

Em 1919, o Vélez consegue sua primeira ascensão à primeira divisão e consegue o vice-campeonato do campeonato da Associação Amadora de Futebol. Em 13 de Março de 1923, José "Don Pepe" Amalfitani se torna presidente do clube, cargo que ocuparia por trinta anos. Logo o clube consegue um terreno na interseção das ruas Basualdo e Guardia Nacional (Villa Luro). En 1928, se realiza a primeira partida noturna do futebol argentino nesse mesmo lugar.

O estádio construído acabaria recebendo o nome que o identifica: "El Fortín" (palavra que também existe na língua portuguesa e que significa "pequeno forte" ou "pequena fortaleza"). O autor dessa denominação foi o jornalista Hugo Marini, chefe da seção de esportes do jornal "Crítica", e fazia alusão à aparência do campo e a sua fama de alçapão.

Dez anos depois, houve a necessidade de renovar o estoque de camisetas, e foi então que surgiu a proposta de um comerciante, que ofereceu a baixo custo um jogo de camisetas brancas com um "V" azulado na altura do peito, que um clube de rugby nunca havia retirado. Os dirigentes velezanos aceitaram a proposta e assim nasceu o uniforme atual da equipe fortinera, usado até hoje, embora em algumas ocasiões, o clube use o antigo uniforme.

Em 1940, o Vélez sofreu seu primeiro descenso, que trouxe como consequência o despejo do terreno do campo de jogo e a renúncia de uma centena de sócios. Foi então que "Don Pepe" pôs tudo de si mesmo e juntou centavo a centavo para encarar a construção do novo estádio da avenida Juan B. Justo e Álvarez Jonte, com as tribunas do velho Fortín.

Passaram-se três anos nos quais a luta de Amalfitani foi mais que notória e a recompensa de seus esforços foi o retorno a Primeira Divisão com uma campanha meritória. Já na categoria máxima, começa a remodelação do estádio e, em 1951, se inaugura o estádio de cimento.

A campanha mais importante para a história do Vélez até então, foi realizada em 1953, quando a equipe conquistou o vice-campeonato da primeira divisão.

Torneio Nacional: 1968[editar | editar código-fonte]

A equipe que conquistou o Campeonato Nacional de 1968. Em pé, da esquerda para a direita: Gallo, Solorzano, Zottola, Overjero, Atela, Marín. Agachados, da esquerda para a direita: Moreyra, Luna, Wehbe, Willington e Nogara
Daniel Willington e todo a equipe do Vélez Sársfield ao darem a volta olímpica em comemoração do histórico primeiro título em 1968

O Vélez foi campeão pela primeira vez em 29 de Dezembro de 1968. A equipe ganhou 10 partidas, marcou 39 gols e teve a maior goleada da temporada ao vencer por 11 a 0 ao Huracán de Bahía Blanca. O técnico foi Manuel Giúdice e seus grandes destaques foram os craques Daniel Willington e Carlos Bianchi. Além do mais teve o artilheiro do campeonato, Omar Wehbe, com 16 gols.

Luto: 1969[editar | editar código-fonte]

Em 14 de Maio de 1969, morre José Amalfitani.

"Nuevo Fortín" 1978[editar | editar código-fonte]

A Copa do Mundo FIFA de 1978, realizada na Argentina, teve como uma de suas subsedes o estádio de Liniers, que foi remodelado de acordo com o regulamento da FIFA. Construiram-se novas platéias, e ampliou-se a capacidade do "Nuevo Fortín" - seu apelido - para 50 mil espectadores.

João Paulo II 1987[editar | editar código-fonte]

O estádio José Amalfitani recebe a visita do Papa João Paulo II em 10 de Abril de 1987, que celebra uma missa diante de 55 mil fiéis.

A "era Bianchi": 1993-1996[editar | editar código-fonte]

Torneio Clausura 1993[editar | editar código-fonte]

O Vélez se consagrou campeão do Campeonato Clausura em 8 de Junho de 1993 ao empatar com o Estudiantes de La Plata, no estádio do adversário, em 1 a 1 na décima-oitava rodada do torneio. Carlos Bianchi, o maior artilheiro da história do clube, foi o técnico que levou o Vélez a liderar a tabela com 27 pontos. A equipe era formada, em sua maioria, por jogadores das categorias inferiores como Marcelo Gómez, Christian Bassedas, Omar Andrés Asad e José Flores, aos quais se somaram jogadores já consagrados, vice-campeões no ano anterior sob a direção de Eduardo Luján Manera, entre os quais José Luis Chilavert, Roberto Trotta, Víctor Sotomayor, Raúl Cardozo, José Basualdo e Walter Pico.

Taça Libertadores da América de 1994[editar | editar código-fonte]

O dia 31 de Agosto de 1994 é uma data que nenhum velezano poderá se esquecer facilmente. Foi o maior passo que deu Vélez e que o fez reconhecido no continente americano: a conquista da Taça Libertadores da América. Na fase inicial, classificou-se em primeiro lugar em um grupo díficil com Boca Juniors, Palmeiras e Cruzeiro e, em seu caminho para a grande final, superou o Defensor do Uruguai, Minervén da Venezuela e Junior Barranquilla da Colômbia.

As incríveis defesas e cobranças de pênaltis por parte do paraguaio José Luis Chilavert foram as armas letais do Vélez. No primeiro jogo, no estádio José Amalfitani, diante do São Paulo Futebol Clube do Brasil, Asad converteu o único gol que deu esperanças de ganhar essa final. Finalmente, o Morumbi esperava a equipe de Liniers, perdeu o tempo normal por 1 a 0 e na disputa de penaltis, o clube de El Fortín superou o São Paulo FC por 5 a 3. A taça, assim, viajou até as vitrines de Liniers. O Vélez consagra-se campeão da América, o primeiro grande sonho cumprido.

Taça Intercontinental: 1994[editar | editar código-fonte]

Depois da vitória diante do São Paulo Futebol Clube de Telê Santana (Maior clube brasileiro na época), o Vélez tinha um desafio de uma magnitude jamais experimentada: enfrentar o Milan de Fabio Capello, em Tóquio. Em um confronto de titãs, o bairro derrotou o império. Trotta, com um gol de pênalti aos 12 minutos do segundo tempo e Asad, com um golaço 7 minutos depois, foram suficientes para cumprir com o objetivo. E nesse 1 de Dezembro de 1994, o Vélez se sagrou Campeão Mundial.

Torneio Apertura 1995[editar | editar código-fonte]

O Vélez revalidou seus títulos em 1995, ao conquistar o Campeonato Apertura, com os mesmos homens de sempre, mais o esforço de Herrera e alguns juvenis promovidos por Bianchi. Com seis vitórias nas últimas seis partidas, e um contundente 3 a 0 contra o Independiente, em Avellaneda, em 17 de Dezembro, o Vélez conquistou seu terceiro título em campeonatos nacionais.

Copa Interamericana 1994[editar | editar código-fonte]

Ao conquistar a Copa Libertadores em 1994, não só teve a oportunidade de disputar a Supercopa nos anos seguintes, como também a Recopa Sul-americana e a Copa Interamericana, esta última enfrentando ao campeão da Copa dos Campeões da CONCACAF, o Sport Cartaginés, da Costa Rica. A primeira partida, em San José, terminou empatada sem gols. Na revanche, disputada em 24 de Fevereiro, no estádio José Amalfitani, o Vélez derrotou seu adversário com dois gols de José Oscar Flores, e se coroou campeão da Copa Interamericana.

Torneio Clausura: 1996[editar | editar código-fonte]

O atual Estádio José Amalfitani, El Nuevo Fortin

Faltavam quatro rodadas para finalizar o Campeonato, quando Bianchi deixou nas mãos de seu ajudante Osvaldo Piazza a direção técnica do Vélez. A equipe tinha perdido somente uma partida, diante do Estudiantes. Na tarde de 18 de Agosto de 1996, diante do Independiente, o último rival no torneio, Chilavert defendeu um pênalti cobrado por Jorge Burruchaga nos últimos minutos de jogo. Com um empate sem gols, o Vélez se consagrou bicampeão em seu estádio.

Supercopa 1996[editar | editar código-fonte]

Em 4 de Dezembro de 1996, o Vélez se sagrou campeão invicto da Supercopa ao derrotar na final o Cruzeiro Esporte Clube, por 2 a 0, com gols de Patricio Camps e Gélson (contra). Duas semanas antes, em Belo Horizonte, o Vélez havia ganho por 1 a 0, com gol de Chilavert, de pênalti, marcando a primeira vitória de equipes argentinas neste estádio.

Recopa Sul-americana 1997[editar | editar código-fonte]

O Vélez ganhou em 13 de abril de 1997, em Kobe, no Japão, a única taça que faltava em sua vitrine. Empatou por 1 a 1 com o River nos 90 minutos e na prorrogação. Na definição por pênaltis, mais uma vez brilhou a estrela de Chilavert, ao defender os chutes de Marcelo Gallardo e Trotta, o jogador que abriu o caminho para o título intercontinental do Vélez. Pellegrino, por sua parte, converteu o pênalti que deu a quinta estrela internacional ao clube.

Torneio Clausura 1998[editar | editar código-fonte]

O fantástico goleiro paraguaio José Luis Chilavert, um dos ídolos máximos da história do Vélez Sársfield e considerado também um dos maiores goleiros de todos os tempos

Chilavert e Christian Bassedas eram os pontos fortes. Zandoná, Mauricio Pellegrino, Raúl Cardozo e Compagnucci eram os históricos. E a tática era completamente diferente. O treinador Marcelo Bielsa promovia uma renovação. Claudio Husaín, Camps, Sebastián Méndez e a aparição do juvenil Lucas Castromán foram decisivos para a obtenção do último título dos anos 90. Em 31 de Maio de 1998, com um gol de Martín Posse contra o Huracán, em Liniers, o Vélez conquistou o campeonato.

Torneio Clausura 2005[editar | editar código-fonte]

Depois de sete anos, o Vélez conquistou seu sexto título nacional. O adversário batido foi o Estudiantes de La Plata, em Liniers, por 3 a 0, gols de Fabián Cubero, Rolando Zárate e Castromán. O técnico do Vélez foi Miguel Ángel Russo.

A "era Gareca" 2009-2013[editar | editar código-fonte]

Torneio Clausura 2009[editar | editar código-fonte]

Em 2009, o Vélez conquistou seu sétimo título nacional

O Vélez conquistou seu sétimo título nacional ao vencer o Torneio Clausura em 2009 ao bater o Huracán na última partida por 1x0, gol de Maximiliano Moralez, um dos destaques da equipe ao lado do zagueiro Sebastián Domínguez. O técnico foi Ricardo Gareca.

Torneio Clausura 2011[editar | editar código-fonte]

Mantendo a base da equipe campeã em 2009, o Vélez conquistou seu oitavo título nacional, o Torneio Clausura 2011, com uma rodada de antecedência ao vencer o Huracán por 2x0[2] . O técnico foi novamente Ricardo Gareca e um de seus jogadores mais destacados na campanha foi o atacante uruguaio Santiago Silva.

Torneio Inicial 2012[editar | editar código-fonte]

Com a base dos últimos anos e ainda sob a direção de Gareca, o Vélez conseguiu o título do Torneio Inicial 2012 com uma rodada de antecedência e a vaga garantida na final do campeonato em 2013.[3] [4] Seu principal destaque foi o atacante Facundo Ferreyra, artilheiro do campeonato com 13 gols marcados.

Super Final 2012-2013[editar | editar código-fonte]

Em 2013, o Vélez obteve mais um título, a Super Final 2012-13 ao vencer o Newell's Old Boys, campeão do Torneio Final 2013 por 1x0, com um gol de Lucas Pratto e com grande atuação do goleiro uruguaio Sebastián Sosa, que defendeu um penalti quando a equipe estava somente com 10 jogadores. Ricardo Gareca foi, mais uma vez, o técnico dessa conquista.[5]

Supercopa Argentina 2014[editar | editar código-fonte]

O Vélez começou o ano de 2014 com a conquista da Supercopa Argentina, na qual venceu o Arsenal de Sarandi por 1x0, gol de Tito Canteros. O técnico dessa conquista foi José Oscar Flores, que substituiu Ricardo Gareca.[6]

El nuevo grande[editar | editar código-fonte]

Com as conquistas obtidas de 1993 até a atualidade, o Vélez Sarsfield é considerado como El nuevo grande (o novo grande em espanhol) do futebol argentino o que o coloca no mesmo grupo da equipes Boca Juniors, River Plate, Racing, Independiente e San Lorenzo.[carece de fontes?]

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa listrada em azul e vermelho, calção e meias azuis;
  • 2º - Camisa branca, calção e meias brancas;
  • 3º - Camisa branca, calção e meias azuis.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Primeiro Uniforme
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Cores do Time
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Segundo Uniforme
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Cores do Time
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Terceiro Uniforme
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Cores do Time
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Quarto Uniforme

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2011-12
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
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Cores do Time
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Segundo
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Terceiro
  • 2011
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Cores do Time
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Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Segundo
  • 2010-11
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Cores do Time
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Primeiro
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Cores do Time
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Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Terceiro
  • 2009
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Cores do Time
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Primeiro
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Segundo
  • 2008-09
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Primeiro
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Cores do Time
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Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro

Títulos[editar | editar código-fonte]

INTERCONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
Copa Intercontinental.svg ToyotaCupTrophy.svg Copa Intercontinental 1 1994Cscr-featured.svg
RFEF - Copa del Rey.svg Copa Interamericana 1 1994
CONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
40px Copa Libertadores da América 1 1994
CONMEBOL recopa trophy.svg Recopa Sul-Americana 1 1997Cscr-featured.svg
Trofeo-mini-supercopa-sudamericana.png Supercopa Libertadores 1 1996
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Argentina Campeonato Argentino 10 1 (1968) Nacional

1 (1995) Apertura
6 (1993, 1996, 1998, 2005, 2009, 2011) Clausura
1 (2012) Inicial
1 (2012–13) Campeonato Argentino

Argentina Supercopa Argentina 1 1 (2013)

Cscr-featured.svg Campeão Invicto

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Artilheiros da Copa Libertadores da América[editar | editar código-fonte]

  • Argentina Sebastián Ereros: 2006 - 5 gols

Artilheiros da Supercopa Libertadores[editar | editar código-fonte]

  • Argentina Patricio Camps: 1996 - 4 gols

Artilheiros do Campeonato Argentino[editar | editar código-fonte]

Amador[editar | editar código-fonte]

  • Argentina Salvador Carreras: 1920 - 13 gols

Profissional[editar | editar código-fonte]

  • Argentina Agustín Cosso: 1935 - 33 gols
  • Argentina Norberto Conde: 1954 - 19 gols
  • Argentina Juan Carlos Carone: 1965 - 19 gols
  • Argentina Esteban González: 1990-91 - 18 gols

Nacional[editar | editar código-fonte]

Metropolitano[editar | editar código-fonte]

Clausura[editar | editar código-fonte]

Apertura[editar | editar código-fonte]

Inicial[editar | editar código-fonte]

Final[editar | editar código-fonte]

Artilheiros da Supercopa Argentina[editar | editar código-fonte]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]


Goleiros
Jogador
1 Argentina Germán Montoya
13 Uruguai Sebastián Sosa
25 Argentina Alan Aguerre
Defensores
Jogador Pos.
{{{z1num}}} {{{z1}}} Z
6 Argentina Sebastián Domínguez Z
22 Argentina Emanuel Olivera Z
27 Argentina Lautaro Gianetti Z
30 Argentina Sebastián Álvarez Z
4 Argentina Gino Peruzzi LD
5 Argentina Fabián Cubero LD
3 Argentina Emiliano Papa LE
15 Argentina Mariano Bíttolo LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
17 Argentina Franco Razzotti V
29 Argentina Lucas Romero V
10 Argentina Federico Insúa M
11 Argentina Ariel Cabra M
16 Argentina Federico Freire M
18 Argentina Francisco Cerro M
19 Argentina Juan Sills M
20 Argentina Brian Ferreira M
23 Argentina Leandro Desábato M
24 Argentina Iván Bella M
Atacantes
Jogador
7 Colômbia Jonathan Copete
9 Argentina Ezequiel Rescaldani
12 Argentina Lucas Pratto
26 Argentina Eduardo Pucheta
28 Argentina Ramiro Cáseres
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Lesionado: Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  • Suspenso.: Jogador suspenso

Comissão técnica[editar | editar código-fonte]

Comissão técnica
Nome Função
Argentina José Oscar Flores Treinador
Argentina Assistente
Uruguai Sergio Santín Assistente
Argentina Héctor Almandoz Assistente
Argentina Néstor Bonillo Preparador físico
Argentina Ernesto Colman Preparador físico
Argentina Jorge Bartero Treinador de goleiros
Comissão técnica
Nome Função
Argentina Claudio Estenssoro Fisioterapeuta
Argentina Carlos Leoni Fisioterapeuta
Argentina Ricardo Coppolecchia Médico
Argentina Pablo Vidal Médico
Argentina Roberto Molina Massagista
Argentina Salvador Frega Massagista
Argentina Ana Peretti Nutricionista


Transferências[editar | editar código-fonte]

Apertura 2014[editar | editar código-fonte]

Legenda


Jogadores históricos[editar | editar código-fonte]

Daniel Willington, campeão em 1968, um dos maiores craques da história do Vélez Sársfield, a quem Pelé chamou de "o maior jogador do mundo".

Esta é uma lista dos principais jogadores que já passaram pelo Vélez Sársfield:

Treinadores notáveis[editar | editar código-fonte]

Ricardo Gareca (aqui em foto de 2013) foi um dos técnicos mais vencedores da história do Vélez Sársfield

Esses são os principais treinadores:

Máximos goleadores[editar | editar código-fonte]

Jogador Nacionalidade Gols
Carlos Bianchi Argentina Argentina 206
Juan José Ferraro Argentina Argentina 111
Norberto Conde Argentina Argentina 108
Agustín Cosso Argentina Argentina 95
Pedro Larraquy Argentina Argentina 82
Juan Carlos Carone Argentina Argentina 76
Miguel Ángel Benito Argentina Argentina 74
Patricio Camps Argentina Argentina 70
Daniel Willington Argentina Argentina 68
10º Omar Pedro Roldán Argentina Argentina 60
11º Omar Wehbe Argentina Argentina 56

Maiores presenças[editar | editar código-fonte]

Grande ídolo da história recente do Vélez Sársfield, Sebastián Domínguez é um dos jogadores que mais vezes vestiu a camisa do clube
Jogador Nacionalidade Partidas
Fabián Cubero Argentina Argentina 500
Pedro Larraquy Argentina Argentina 457
Raul Cardozo Argentina Argentina 411
Ángel Allegri Argentina Argentina 399
Armando Ovide Argentina Argentina 391
José Luis Chilavert Paraguai Paraguai 347
Christian Bassedas Argentina Argentina 331
Carlos Bianchi Argentina Argentina 324
Luis Gallo Argentina Argentina 319
10º Juan José Ferraro Argentina Argentina 306
11º Juan Carlos Bujedo Argentina Argentina 296
12º Mario Lucca Argentina Argentina 281
13º Sebastián Domínguez Argentina Argentina 236
14º Daniel Willington Argentina Argentina 212

Torcida[editar | editar código-fonte]

A torcida Fortinera em sua casa.

Os torcedores do Vélez são chamados de Fortíneros, apelido vindo pelo do estádio José Amalfitani receber o apelido de El Fortín de Liniers (O Forte de Liniers). A torcida fortinera obteve um notável crescimento nos últimos 20 anos em toda a Argentina, crescimento explicado pelos inúmeros títulos nacionais e internacionais conquistados pela equipe e também pelo fato da equipe estar sempre em evidência na mídia, peleando por títulos locais e ótimas participações em torneios continentais. O clube possui mais de 43 mil sócios, segundo dados de 2010.

Enquetes[editar | editar código-fonte]

Atualmente todas as enquetes apontam o Vélez como um dos clubes mais populares da Argentina, com simpatizantes por todo país, principalmente na Grande Buenos Aires e arredores. Em pesquisa realizada no ano de 2006, o Vélez representa a 6ª torcida da população do país.[carece de fontes?]

Presidentes ao longo do tempo[editar | editar código-fonte]

José Amalfitani. O inesquecível "Don Pepe", considerado o maior presidente da história do Vélez. O clube o homenageou ao batizar o estádio com seu nome.
  • 1910-1913: Luis Barredo
  • 1913-1914: Plácido Marín
  • 1914: Roberto Piano
  • 1914-1917: Eduardo Ferro
  • 1917-1919: Antonio Marín Moreno
  • 1919: Eduardo Ferro
  • 1920-1921: Antonio Marín Moreno
  • 1921-1923: Esteban Aversano
  • 1923-1925: José Amalfitani
  • 1925-1932: Enrique D'Elías
  • 1932-1935: Nicolás Marín Moreno
  • 1936-1937: Juan C. Sustaita
  • 1937: Narciso Barrio
  • 1938-1939: Nicolás Marín Moreno
  • 1937-1938: Inocencio Bienati
  • 1940-1941: Roberto L. Orstein
  • 1941-1969: José Amalfitani
  • 1969: Leonardo Pareja
  • 1969-1970: Domingo M. Trimarco
  • 1970-1976: José R. Feijóo
  • 1976-1979: Osvaldo Guerrero
  • 1979-1985: Ricardo Petracca
  • 1985-1991: Francisco Antonio Pérez
  • 1991-1993: Ricardo Petracca
  • 1993-1996: Héctor Gaudio
  • 1996-1999: Raúl Gámez
  • 1999-2002: Carlos E. Mousseaud
  • 2002-2005: Raúl Gámez
  • 2005-2008: Álvaro Balestrini
  • 2008-2011: Fernando Raffaini

Notas[editar | editar código-fonte]

  • O Vélez Sársfield obteve o reconhecimento da Confederação Sulamericana de Futebol (Conmebol) que, em 2006, elaborou um ranking histórico de cada país do continente americano. Na Argentina, o Vélez com 372 pontos está na 4º posição, atrás do Boca Juniors (1023), do Independiente (895) e do River Plate (862).
  • A história do clube marca alguns resultados espetaculares, como a vitória obtida no Campeonato Nacional de 1968, vencendo o Huracán de Bahía Blanca por 11 a 0, como local. No ano de 1945 impôs ao Independiente um "vareio" de 8 a 0. Estas são as maiores goleadas obtidas, desde 1931 até hoje.
  • Da mesma forma, o Vélez recebeu duas goleadas históricas: em 1951, frente o Estudiantes de La Plata por 0 a 7; e em 1938 sobre o Independiente por 1 a 7.
  • Ernesto Che Guevara, importante personagem político do século XX, foi titular no primeiro time de juniores do clube.[carece de fontes?]

Referências

Precedido por
São Paulo
Campeão Intercontinental
1994
Sucedido por
Ajax

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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