Club Atlético Vélez Sársfield

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Vélez Sársfield
Nome Club Atlético Vélez Sársfield
Alcunhas El Fortín
Fundação 1 de janeiro de 1910 (102 anos)
Estádio Estádio José Amalfitani
Capacidade 49.540 pessoas
Presidente Argentina Miguel Calello
Treinador Argentina Ricardo Gareca
Patrocinador Coreia do Sul Samsung
Material esportivo Brasil Topper
Competição
(Futebol)
Argentina Campeonato Argentino (Apertura)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
Argentina 2011
Flags of the Union of South American Nations.gif 2011
3° colocado
4° colocado
Website velezsarsfield.com.ar
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
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50.000 torcedores do Vélez Sársfield em "Caravana da Centenario"

O Club Atlético Vélez Sársfield[1], mais conhecido simplesmente como Vélez Sársfield ou Vélez Sarsfield, é um clube argentino de futebol localizado no bairro de Liniers, na cidade de Buenos Aires, capital da Argentina.

Índice

[editar] Futebol

[editar] História

A antiga estação de trem Vélez Sarsfield, atual estação Floresta. Ali, em 1910, nasceu o Club Atlético Vélez Sársfield.
O antigo estádio Fortín de Villa Luro. Foi o primeiro estádio argentino a ter iluminação artificial e onde se disputou a primeira partida noturna, em 1928.

[editar] Início: 1910 - 1953

A equipe do Vélez Sársfield em 1911
Este é um retrato da equipa 1942 Velez Sarsfield, que jogou na segunda divisão. O goleiro é Miguel Rugilo "Leão de Wembley". José M. Nogueira também jogou nesta equipa.

Em 1° de Janeiro de 1910, se formalizou a fundação do Club Atlético Argentinos de Vélez Sársfield (nome dado em homenagem a um ilustre jurista argentino). O primeiro presidente designado foi Luis Barredo. O primeiro uniforme utilizado foram as clássicas camisetas brancas, que eram mais baratas e estavam ao alcance de todos e as partidas como equipe local eram disputadas no campo de Ensenada y Provincias Unidas. Dois anos mais tarde, troca-se o uniforme oficial: camisetas azul-marinho e calções brancos. Corria o ano de 1913, e ingressaram dez novos sócios, entre eles José Amalfitani, e em uma reunião da Comissão Diretora, decidem abreviar o nome para Club Atlético Vélez Sársfield. Em 14 de Maio do ano seguinte, foi oficializada a camiseta “tricolor”, de listras verticais com as cores vermelho, branco e verde, muito parecida com a do Fluminense, do Rio de Janeiro , com quem inclusive possui forte amizade entre suas torcidas. Em 1919, o Vélez consegue sua primeira ascensão à primeira divisão e consegue o vice-campeonato do campeonato da Associação Amadora de Futebol. Em 13 de Março de 1923, José "Don Pepe" Amalfitani se torna presidente do clube, cargo que ocuparia por trinta anos. Logo o clube consegue um terreno na interseção das ruas Basualdo e Guardia Nacional (Villa Luro). En 1928, se realiza a primeira partida noturna do futebol argentino nesse mesmo lugar.

O estádio construído lá acabaria recebendo o nome que atualmente o identifica: "El Fortín" (palavra que também existe na língua portuguesa e que significa "pequeno forte" ou "pequena fortaleza"). O autor dessa denominação foi o jornalista Hugo Marini, chefe da seção de esportes do jornal "Crítica", e fazia uma alusão à aparência do pequeno campo e a sua fama de baluarte. Dez anos depois, houve a necessidade de renovar o estoque de camisetas, e foi então que surgiu a proposta de um comerciante, que ofereceu a baixo custo um jogo de camisetas brancas com um "V" azulado na altura do peito, que um clube de rugby nunca havia retirado. Os dirigentes velezanos aceitaram a proposta e assim nasceu o uniforme atual da equipe fortinera, usado até hoje, embora em algumas ocasiões, o clube use o antigo uniforme. Em 1940, o Vélez sofreu seu primeiro descenso de divisão, que trouxe como consequência o despejo do terreno do campo de jogo e a renúncia de uma centena de sócios. Foi então que "Don Pepe" pôs tudo de si mesmo e juntou centavo a centavo para encarar a construção do novo estádio da avenida Juan B. Justo e Álvarez Jonte, com as tribunas do velho Fortín. Passaram-se três anos nos quais a luta de Amalfitani foi mais que notória e a recompensa de seus esforços foi o retorno a Primeira Divisão com uma campanha meritória. Já na categoria máxima, começa a remodelação do estádio e, em 1951, se inaugura o estádio de cimento. A campanha mais importante para a história do Vélez até então, foi realizada em 1953, quando a equipe conquistou o vice-campeonato da primeira divisão.

[editar] Torneio Nacional: 1968

Daniel Willington e todo a equipe do Vélez Sársfield ao darem a volta olímpica em comemoração do histórico primeiro título em 1968
Carlos Bianchi fez parte da equipe do Vélez Sársfield que conquistou o título de 1968.

O Vélez foi campeão pela primeira vez em 29 de Dezembro de 1968. A equipe ganhou 10 partidas, marcou 39 gols e teve a maior goleada da temporada ao vencer por 11 a 0 ao Huracán de Bahía Blanca. O técnico foi Manuel Giúdice e seus grandes destaques foram os craques Daniel Willington e Carlos Bianchi. Além do mais teve o artilheiro do campeonato, Omar Wehbe, com 16 gols.

[editar] Luto: 1969

Em 14 de Maio de 1969, morre José Amalfitani.

[editar] "Nuevo Fortín" 1978

A Copa do Mundo FIFA de 1978, realizada na Argentina, teve como uma de suas subsedes o estádio de Liniers, que foi remodelado de acordo com o regulamento da FIFA. Construiram-se novas platéias, e ampliou-se a capacidade do "Nuevo Fortín" - seu apelido - para 50 mil espectadores.

[editar] João Paulo II 1987

O estádio José Amalfitani recebe a visita do Papa João Paulo II em 10 de Abril de 1987, que celebra uma missa diante de 55 mil fiéis.

[editar] Torneio Clausura 1993

O Vélez se consagrou campeão do Campeonato Clausura em 8 de Junho de 1993 ao empatar com o Estudiantes de La Plata, no estádio do adversário, em 1 a 1 na décima-oitava rodada do torneio. Carlos Bianchi, o maior artilheiro da história do clube, foi o técnico que levou o Vélez a liderar a tabela com 27 pontos. A equipe era formada, em sua maioria, por jogadores das categorias inferiores como Marcelo Gómez, Christian Bassedas, Omar Andrés Asad e José Flores, aos quais se somaram jogadores já consagrados, vice-campeões no ano anterior sob a direção de Eduardo Luján Manera, entre os quais José Luis Chilavert, Roberto Trotta, Víctor Sotomayor, Raúl Cardozo, José Basualdo e Walter Pico.

[editar] Taça Libertadores da América de 1994

O dia 31 de Agosto de 1994 é uma data que nenhum velezano poderá se esquecer facilmente. Foi o maior passo que deu Vélez e que o fez reconhecido no continente americano: a conquista da Taça Libertadores da América. Na fase inicial, classificou-se em primeiro lugar em um grupo díficil com Boca Juniors, Palmeiras e Cruzeiro se e,em seu caminho para a grande final, superou o Defensor do Uruguai, Minervén da Venezuela e Junior Barranquilla da Colômbia. As incríveis defesas e cobranças de pênaltis por parte do paraguaio José Luis Chilavert foram as armas letais do Vélez. No primeiro jogo, no estádio José Amalfitani, diante do São Paulo Futebol Clube do Brasil, Asad converteu o único gol que deu esperanças de ganhar essa final. Finalmente, o Morumbi esperava a equipe de Liniers, e na disputa de penaltis, o clube de El Fortín superou o São Paulo FC por 5 a 3. A taça, assim, viajou até as vitrines de Liniers. O Vélez consagra-se campeão da América, o primeiro grande sonho cumprido.

[editar] Taça Intercontinental: 1994

O jogador Julio Asad, um dos destaques do Vélez na década de 1970

Depois da vitória diante do São Paulo Futebol Clube, o Vélez tinha um desafio de uma magnitude jamais experimentada: enfrentar o Milan de Fabio Capello, em Tóquio. Em um confronto de titãs, o bairro derrotou o império. Trotta, com um gol de pênalti aos 12 minutos do segundo tempo e Asad, com um golaço 7 minutos depois, foram suficientes para cumprir com o objetivo. E nesse 1 de Dezembro de 1994, o Vélez se sagrou Campeão Intercontinental.

[editar] Torneio Apertura 1995

O Vélez revalidou seus títulos em 1995, ao conquistar o Campeonato Apertura, com os mesmos homens de sempre, mais o esforço de Herrera e alguns juvenis promovidos por Bianchi. Com seis vitórias nas últimas seis partidas, e um contundente 3 a 0 contra o Independiente, em Avellaneda, em 17 de Dezembro, o Vélez conquistou seu terceiro título em campeonatos nacionais.

[editar] Copa Interamericana 1994

Ao conquistar a Copa Libertadores em 1994, não só teve a oportunidade de disputar a Supercopa nos anos seguintes, como também a Recopa Sul-americana e a Copa Interamericana, esta última enfrentando ao campeão da Copa dos Campeões da CONCACAF, o Sport Cartaginés, da Costa Rica. A primeira partida, em San José, terminou empatada sem gols. Na revanche, disputada em 24 de Fevereiro, no estádio José Amalfitani, o Vélez derrotou seu adversário com dois gols de José Oscar Flores, e se coroou campeão da Copa Interamericana.

[editar] Torneio Clausura: 1996

O atual Estádio José Amalfitani, El Nuevo Fortin

Faltavam quatro rodadas para finalizar o Campeonato, quando Bianchi deixou nas mãos de seu ajudante Osvaldo Piazza a direção técnica do Vélez. A equipe tinha perdido somente uma partida, diante do Estudiantes. Na tarde de 18 de Agosto de 1996, diante do Independiente, o último rival no torneio, Chilavert defendeu um pênalti cobrado por Jorge Burruchaga nos últimos minutos de jogo. Com um empate sem gols, o Vélez se consagrou bicampeão em seu estádio.

[editar] Supercopa 1996

Em 4 de Dezembro de 1996, o Vélez se sagrou campeão invicto da Supercopa ao derrotar na final o Cruzeiro Esporte Clube, por 2 a 0, com gols de Patricio Camps e Gélson (contra). Duas semanas antes, em Belo Horizonte, o Vélez havia ganho por 1 a 0, com gol de Chilavert, de pênalti, marcando a primeira vitória de equipes argentinas neste estádio.

[editar] Recopa Sul-americana 1997

O Vélez ganhou em 13 de abril de 1997, em Kobe, no Japão, a única taça que faltava em sua vitrine. Empatou por 1 a 1 com o River nos 90 minutos e na prorrogação. Na definição por pênaltis, mais uma vez brilhou a estrela de Chilavert, ao defender os chutes de Marcelo Gallardo e Trotta, o jogador que abriu o caminho para o título intercontinental do Vélez. Pellegrino, por sua parte, converteu o pênalti que deu a quinta estrela internacional ao clube.

[editar] Torneio Clausura 1998

Chilavert e Christian Bassedas eram os pontos fortes. Zandoná, Mauricio Pellegrino, Raúl Cardozo e Compagnucci eram os históricos. E a tática era completamente diferente. O treinador Marcelo Bielsa promovia uma renovação. Claudio Husaín, Camps, Sebastián Méndez e a aparição do juvenil Lucas Castromán foram decisivos para a obtenção do último título dos anos 90. Em 31 de Maio de 1998, com um gol de Martín Posse contra o Huracán, em Liniers, o Vélez conquistou o campeonato.

[editar] Torneio Clausura 2005

Depois de sete anos, o Vélez conquistou seu sexto título nacional. O adversário batido foi o Estudiantes de La Plata, em Liniers, por 3 a 0, gols de Fabián Cubero, Rolando Zárate e Castromán. O técnico do Vélez foi Miguel Ángel Russo.

[editar] Torneio Clausura 2009

Em 2009, o Vélez conquistou seu sétimo título nacional

O Vélez conquistou seu sétimo título nacional ao vencer o Torneio Clausura em 2009 ao bater o Huracán na última partida por 1x0, gol de Maximiliano Moralez, um dos destaques da equipe ao lado do zagueiro Sebastián Domínguez. O técnico foi Ricardo Gareca.

[editar] Torneio Clausura 2011

Mantendo a base da equipe campeã em 2009, o Vélez conquistou seu oitavo título nacional, o Torneio Clausura 2011, com uma rodada de antecedência ao vencer o Huracán por 2x0[2]. O técnico foi novamente Ricardo Gareca e um de seus jogadores mais destacados na campanha foi o atacante uruguaio Santiago Silva

[editar] El nuevo grande

Com as conquistas obtidas de 1993 até a atualidade, o Vélez Sarsfield é considerado como El nuevo grande (o novo grande em espanhol) do futebol argentino o que o coloca no mesmo grupo da equipes Boca Juniors, River Plate, Racing, Independiente e San Lorenzo.

[editar] Títulos

Taça Intercontinental 1994 - Taça Libertadores da América 1994

[editar] Mundiais

[editar] Intercontinentais

[editar] Continentais

[editar] Nacionais

1 (1968) Nacional
1 (1995) Apertura
6 (1993, 1996, 1998, 2005, 2009, 2011) Clausura
1 (1943)

[editar] Elenco atual


Goleiros
Jogador
1 Argentina Itália Barovero
12 Argentina Aguerre
25 Argentina Montoya
Defensores
Jogador Pos.
2 Argentina Tobio Z
6 Argentina Domínguez Z
19 Argentina Ortiz Z
29 Argentina Olivera Z
34 Argentina Lencina Z
4 Argentina Díaz LD
5 Argentina Itália Cubero Capitão LD
13 Argentina Sills LD
30 Argentina Peruzzi LD
3 Argentina Itália Papa LE
15 Argentina Bíttolo LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
11 Argentina Cabral V
14 Argentina Canteros V
16 Argentina Zapata V
17 Argentina Itália Razzotti V
18 Argentina Cerro V
22 Argentina Desábato V
28 Argentina Ferreira V
32 Argentina Itália Fioravanti V
33 Argentina Freire V
8 Argentina Itália Fernández M
10 Argentina David Ramírez M
23 Argentina Velázquez M
24 Argentina Itália Bella M
35 Argentina Flordelmundo M
Atacantes
Jogador
7 Argentina Martínez
9 Uruguai Jonathan Ramírez
20 Argentina México Franco
21 Argentina Correa
26 Argentina Vuletich
27 Argentina Rescaldani
Comissão técnica
Nome Pos.
Argentina Ricardo Gareca T
Argentina José Oscar Flores AS
Argentina Néstor Bonillo PF
Argentina Ernesto Colman PF
Argentina Jorge Bartero TG
Argentina Ricardo Coppolecchia MD
Argentina Pablo Vidal MD
Argentina Ana Peretti NT
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Jogador Lesionado: Jogador lesionado

[editar] Jogadores históricos

Daniel Willington, campeão em 1968, um dos maiores craques da história do Vélez Sársfield, a quem Pelé chamou de "o maior jogador do mundo".

[editar] Treinadores destacados

[editar] Artilheiros

[editar] Campeonatos Internacionais

[editar] Copa Libertadores da América
[editar] Supercopa Libertadores

[editar] Campeonato Argentino

[editar] Amador
[editar] Profissional
[editar] Nacional
[editar] Metropolitano
[editar] Clausura
[editar] Apertura

[editar] Máximos goleadores

Carlos Bianchi, o maior artilheiro da história do Vélez Sársfield, tornou-se, posteriormente, o seu maior técnico.
Jogador Nacionalidade Gols
Carlos Bianchi Argentina Argentina 206
Juan José Ferraro Argentina Argentina 111
Norberto Conde Argentina Argentina 108
Agustín Cosso Argentina Argentina 95
Pedro Larraquy Argentina Argentina 82
Juan Carlos Carone Argentina Argentina 76
Miguel Ángel Benito Argentina Argentina 74
Patricio Camps Argentina Argentina 70
Daniel Willington Argentina Argentina 65
10º Omar Pedro Roldán Argentina Argentina 60
11º Omar Wehbe Argentina Argentina 56

[editar] Maiores presenças

Jogador Nacionalidade Partidas
Pedro Larraquy Argentina Argentina 455
Ángel Allegri Argentina Argentina 384
Raúl Cardozo Argentina Argentina 353
Carlos Bianchi Argentina Argentina 324
Luis Gallo Argentina Argentina 317
Fabián Cubero Argentina Argentina 314
Armando Ovide Argentina Argentina 310
Juan Carlos Bujedo Argentina Argentina 288
Mario Lucca Argentina Argentina 281
10º José Luis Chilavert Paraguai Paraguay 270
11º Christian Bassedas Argentina Argentina 267

[editar] Torcida

A torcida Fortinera em sua casa.

Os torcedores do Vélez são chamados de Fortíneros, apelido vindo pelo do estádio José Amalfitani receber o apelido de El Fortín de Liniers (O Forte de Liniers). A torcida fortinera obteve um notável crescimento nos últimos 20 anos em toda a Argentina, crescimento explicado pelos inúmeros títulos nacionais e internacionais conquistados pela equipe e também pelo fato da equipe estar sempre em evidência na mídia, peleando por títulos locais e ótimas participações em torneios continentais. O clube possui mais de 43 mil sócios, segundo dados de 2010.

[editar] Enquetes

Atualmente todas as enquetes apontam o Vélez como um dos clubes mais populares da Argentina, com simpatizantes por todo país, principalmente na Grande Buenos Aires e arredores. Em pesquisa realizada no ano de 2006, o Vélez representa a 6ª torcida da população do país.

[editar] Presidentes ao longo do tempo

José Amalfitani. O inesquecível "Don Pepe", considerado o maior presidente da história do Vélez. O clube o homenageou ao batizar o estádio com seu nome.
  • 1910-1913: Luis Barredo
  • 1913-1914: Plácido Marín
  • 1914: Roberto Piano
  • 1914-1917: Eduardo Ferro
  • 1917-1919: Antonio Marín Moreno
  • 1919: Eduardo Ferro
  • 1920-1921: Antonio Marín Moreno
  • 1921-1923: Esteban Aversano
  • 1923-1925: José Amalfitani
  • 1925-1932: Enrique D'Elías
  • 1932-1935: Nicolás Marín Moreno
  • 1936-1937: Juan C. Sustaita
  • 1937: Narciso Barrio
  • 1938-1939: Nicolás Marín Moreno
  • 1937-1938: Inocencio Bienati
  • 1940-1941: Roberto L. Orstein
  • 1941-1969: José Amalfitani
  • 1969: Leonardo Pareja
  • 1969-1970: Domingo M. Trimarco
  • 1970-1976: José R. Feijóo
  • 1976-1979: Osvaldo Guerrero
  • 1979-1985: Ricardo Petracca
  • 1985-1991: Francisco Antonio Pérez
  • 1991-1993: Ricardo Petracca
  • 1993-1996: Héctor Gaudio
  • 1996-1999: Raúl Gámez
  • 1999-2002: Carlos E. Mousseaud
  • 2002-2005: Raúl Gámez
  • 2005-2008: Álvaro Balestrini
  • 2008-2011: Fernando Raffaini

[editar] Notas

  • O Vélez Sársfield obteve o reconhecimento da Confederação Sulamericana de Futebol (Conmebol) que, em 2006, elaborou um ranking histórico de cada país do continente americano. Na Argentina, o Vélez com 372 pontos está na 4º posição, atrás do Boca Juniors (1023), do Independiente (895) e do River Plate (862).
  • A história do clube marca alguns resultados espetaculares, como a vitória obtida no Campeonato Nacional de 1968, vencendo o Huracán de Bahía Blanca por 11 a 0, como local. No ano de 1945 impôs ao Independiente um "vareio" de 8 a 0. Estas são as maiores goleadas obtidas, desde 1931 até hoje.
  • Da mesma forma, o Vélez recebeu duas goleadas históricas: em 1951, frente o Estudiantes de La Plata por 0 a 7; e em 1938 sobre o Independiente por 1 a 7.
  • Ernesto Che Guevara, importante personagem político do século XX, foi titular no primeiro time de juniores do clube.

Referências

Precedido por
São Paulo
Campeão do Mundo
1994
Sucedido por
Ajax

[editar] Ligações externas

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