Clube de Regatas Brasil

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CRB
CRB logo.svg
Nome Clube de Regatas Brasil
Alcunhas Galo da Praia
Galo
Esquadrão de Aço (1937-1940)
O Mais Querido
Papai (Clássico das Multidões)
Maior de Alagoas
Torcedor/Adepto Regatiano
Alvirubro
Mascote Galo de Campina
Fundação 20 de setembro de 1912 (101 anos)
Localização Brasão de Maceió.svg Maceió, Alagoas AL, Brasil Brasil
Mando de jogo em Rei Pelé
Capacidade (mando) 25.000 Pessoas
Presidente Brasil Marcos Barbosa
Treinador Brasil Ademir Fonseca
Patrocinador Brasil Caixa Econômica Federal
Brasil Gerovital
Brasil Lojas Guido
Brasil Grupo Coringa
Alagoas Prefeitura de Maceió
Itália TIM
Material esportivo Brasil Kanxa
Competição BandeirasNordesteBrasil.gif Copa do Nordeste
Alagoas Campeonato Alagoano
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão Alagoas Primeira Divisão
Brasil Série C
BandeirasNordesteBrasil.gif CN 2014
Alagoas AL 2014
Brasil CB 2014
Brasil C 2014
6º colocado
Vice-campeão
Segunda Fase
Em andamento
BandeirasNordesteBrasil.gifCN 2013
AlagoasAL 2013
Brasil CB 2013
Brasil C 2013
Primeira Fase
Campeão (27º título)
Segunda Fase
10º colocado
Alagoas AL 2012
Brasil B 2012
Campeão (26º título)
17º colocado Baixa
Ranking nacional 50° colocado, 2.650 pontos. Estável
Website http://www.crb.esp.br
Kit left arm crb14h.png Kit body crb14h.png Kit right arm crb14h.png
Kit shorts crb14h.png
Kit socks.png
Uniforme
titular
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Kit shorts crb14a.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O Clube de Regatas Brasil ou CRB é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Maceió, em Alagoas. No momento sua sede é alugada e está localizada na via expressa (Campo do Corinthians Alagoano) em Maceió , assim por ter como seu mascote o Galo de Campina é conhecido em Alagoas como o Galo da praia por ter sua antiga sede no bairro da Pajuçara, em Maceió. Seu novo CT está sendo construído na cidade litorânea de Barra de são miguel, interior de Alagoas e sua sede administrativa continua em Maceió, no bairro do Jaraguá.

Apesar do futebol ser sua principal atividade, o CRB também destaca-se na prática do vôlei, com hegemonia absoluta nos cenários feminino, masculinos, tendo conquistando o maior feito em 1969, ao sagrar-se campeão sul-americano feminino em Santiago, no Chile. O clube ainda possui títulos em outros esportes, como basquete, futsal, handebol, entre outras modalidades esportivas.

O CRB, é o clube pioneiro no Estado, foi o primeiro campeão alagoano em 1927 e o primeiro a comemorar um titulo no ano de inauguração do estádio Rei Pelé. CRB foi o primeiro clube disputar a série A em 1972 e disputar a segunda divisão em 1971. O CRB tem a maior torcida do Estado.[1] [2] [3] Além disso, o clube é um único do Estado que possui um titulo regional conquistado em 1975 e um interestadual disputado com os times da Paraíba.

História[editar | editar código-fonte]

Lafaiete Pacheco – Fundador do CRB.

Fundado no ano de 1912, por um grupo de torcedores, fundou-se em Maceió o Clube Alagoano de Regatas. Sua sede ficava situada na Rua do Comércio, 138. Apesar do nome, não havia remadores nem baleeiros na nova agremiação. A mensalidade era de quinhentos mil réis e gerava pouca receita. Entre os seus fundadores estavam os jovens Lafaiete Pacheco, Antônio Bessa, Celso Coelho e Alexandre Nobre. O primeiro procurou junto aos companheiros um aumento nas mensalidades, mas a ideia não foi aceita pela maioria.

Lafaiete Pacheco então procurou Antônio Vianna e explicou-lhe sua ideia de criar um clube de regatas na Pajuçara. Aceita a ideia, foram convidados outros sete rapazes para fundar um novo clube em Alagoas.

Na Rua Jasmim, na Pajuçara, no dia 20 de setembro de 1912, foi fundado o Clube de Regatas Brasil. Além de Lafaite Pacheco e Antônio Vianna, assinaram a ata de fundação os seguintes desportistas: João Luiz Albuquerque, Waldomiro, Pedro Cláudio Duarte, Tenente Julião, Agostinho Monteiro, Francisco Azevedo Bahia e João Viana de Souza. Os primeiros passos do clube foram dados na regata, aderindo ao futebol apenas em 1916.

Através de Lafaiete Pacheco, o CRB comprou, em Santos, seu primeiro yole (barco de competição). Duzentos mil réis foi o valor. Os sócios contribuíram com 100 mil réis e os outros 100 foram tomados emprestados. A embarcação chegou no navio Itapetinga. Era um barco bonito, moderno, um oito remos com patrão. Os treinamentos foram realizados no trajeto marítimo da Ponta Verde para Pajuçara.

Os dirigentes do Clube de Regatas Brasil tiveram que conseguir um local para a construção de uma garagem. O terreno encontrado é o mesmo onde hoje se situa a sede social do clube. O terreno era aberto e foi necessário que novamente os fundadores do clube conseguissem dinheiro para comprar tábuas, cujo gasto foi de 3 mil réis.

Os primeiros times de futebol do CRB contavam com Haroldo Zagalo, pai do tetracampeão mundial Mário Jorge Lobo Zagallo. O time ainda contava com um alemão, extremamente habilidoso chamado Peter, Lauro Bahia e os irmãos Gondim.

Em 1927, o CRB conquista seu primeiro título estadual, só repetindo o feito três anos mais tarde. Na década seguinte, o Clube de Regatas Brasil somou cinco títulos, quatro deles consecutivos (37, 38, 39 e 40). Após o tetracampeonato, a torcida regatiana teve que amargar uma década inteira na fila para poder voltar a comemorar.

O CRB voltou a conquistar um tetracampeonato alagoano na década de 70, ao faturar o certame estadual de 1976 a 1979. O clube possui o maior artilheiro da história dos campeonatos alagoanos: Joãozinho Paulista, que vestiu a camisa alvirrubra nos anos 80 e marcou 160 gols pelo Galo. O recorde de gols em um único campeonato também pertence ao CRB: em 1995, Inha marcou 37 gols pelo clube na competição.

Em 1994, o CRB faz grande campanha na Copa do Nordeste, sendo finalista da competição. Na decisão do dia 15 de dezembro, no estádio Rei Pelé, o CRB deixou escapar o título ao ser derrotado pelo Sport por 3 a 2 nas penalidades, após o término da partida sem gols.

Principais fatos históricos[editar | editar código-fonte]

  • 1912 - É fundado em 20 de setembro, no bairro da Pajuçara em Maceió, o Clube de Regatas Brasil.
  • 1916 - O CRB adquire, por 300 mil réis, o terreno pertencente a Dona Maria Torres na região nobre da Pajuçara.
  • 1917 - São iniciadas as obras para construção do estádio da Pajuçara. Primeiro estádio particular de Alagoas.
  • 1920 - Em 2 de maio, realiza em Maceió, seu primeiro jogo interestadual, contra o Flamengo de Recife.
  • 1921 - É inaugurado o primeiro lance de arquibancadas no estádio da Pajuçara, contra o Centro Sportivo de Peres, de Recife.
  • 1927 - Vence o Campeonato Alagoano, e torna-se o primeiro clube campeão estadual.
  • 1930 - Conquista o Campeonato Alagoano pelo segunda vez.
  • 1937 - Conquista o 3º Campeonato Alagoano, após 7 anos de jejum.
  • 1938 - Conquista o 4º Campeonato Alagoano. O marco da conquista do bicampeonato foi a contratação do brilhante técnico húngaro Franz Gaspar.
  • 1939 - Conquista o 5º Campeonato Alagoano, e torna-se o primeiro clube a conquistar um tricampeonato consecutivo. Ainda neste ano o "Esquadrão" de Franz Gaspar aplicou a maior goleada da história em clássicos no jogo que ficou conhecido como "Jogo da Sofia", quando o CRB aplicou 6x0 no CSA. Os gols foram marcados por Arlindo (2), Duda Bocão (2), Cláudio Régis e Ramalho.'CSA 10.
  • 1940 - Conquista o 6º Campeonato Alagoano, fazendo do "Esquadrão" de Franz Gaspar o maior campeão da história, sendo o Primeiro a conquistar um tetracampeonato alagoano consecutivo.
  • 1947 - Conquista pela 1ª vez, a 2ª edição da Taça Coronel Rolim (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo ao Barroso. Na 1ª partida, o CRB venceu por 5x2, na 2ª partida, empatou em 1x1 e na 3ª e decisiva, venceu por 2x0;
  • 1948 - Conquista pela 2ª vez, a 3ª e última edição da Taça Coronel Rolim (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo ao Alexandria por 6x2 e 3x0;
  • 1950 - Após 10 anos sem títulos, conquista o 7º Campeonato Alagoano num time comandado pelo lendário zagueiro Miguel Rosas (maior ídolo da história do clube). Conquista também, o Torneio Municipal;
  • 1951 - Conquista o 8º Campeonato Alagoano. Mais um bicampeonato consecutivo. Conquista também, o Torneio Municipal;
  • 1952 - Conquista a 1ª edição da Taça Mário Lima (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o Auto Esporte. Na 1ª partida, o CRB venceu por 5x1, na 2ª, perdeu por 4x1 e a última e decisiva, venceu por 1x0, gol de Sansão.
  • 1954 - Inaugurado os lances finais de arquibancadas da Pajuçara, estrutura que pode ser vista até os dias atuais;
  • 1958 - Conquista pela 2ª vez, a 7ª edição da Taça Mário Lima (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA em duas partidas pelo mesmo placar de 3x2;
  • 1959 - Conquista pela 3ª vez, a 8ª edição da Taça Mário Lima (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA. Na 1ª partida, o CRB venceu por 4x2, na 2ª partida, perdeu por 2x1 e na 3ª e decisiva, o CRB venceu por 2x1;
  • 1960 - Conquista pela 4ª vez, a 9ª edição da Taça Mário Lima (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o Capelense. Na 1ª partida, o CRB venceu por 4x2, na 2ª partida, empatou em 2x2 e na 3ª e decisiva partida, perdeu por 3x2, na prorrogação venceu por 2x0, com dois gols de Airton. Por ter vencido três vezes consecutivas, a Taça Mário Lima, o Clube de Regatas Brasil, ficou com a posse definitiva do troféu;
  • 1961 - Após mais um longo jejum de 10 anos, conquista seu 9º Campeonato Alagoano; Conquista também, a 1ª edição da Taça Conselho Regional de Desportos (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA em duas partidas pelo mesmo placar de 1x0;
  • 1962 - Participou pela primeira vez da Taça Brasil de futebol.
  • 1964 - Conquista o 10º Campeonato Alagoano de sua história.'Conquista também, a 2ª edição da Taça Conselho Regional de Desportos (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA em duas partidas, a primeira por 2x1 e a segunda por 3x2;
  • 1966 - Conquista a 3ª e última edição da Taça Conselho Regional de Desportos (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA em duas partidas, a primeira por 2x0 e a segunda por 2x1;
  • 1969 - Conquista o inédito sul-americano de voleibol feminino.
  • 1969 - Conquista o 11º Campeonato Alagoano de sua história.
  • 1970 - Conquista o 12º Campeonato Alagoano de sua história, em mais um bicampeonato consecutivo.
  • 1971 - Pela primeira vez participou do Campeonato Brasileiro, na segunda divisão. Primeiro clube alagoano a disputar a taça de prata.
  • 1972 - Conquista o 13º Campeonato Alagoano de sua história. Foi também o ano da primeira participação do CRB no Campeonato Brasileiro da 1ª divisão, quando terminou na 25ª colocação. Primeiro Clube de AL a jogar a série A.
  • 1973 - Conquista o 14º Campeonato Alagoano de sua história, com mais um bicampeonato consecutivo e 36ª colocação no campeonato brasileiro.
  • 1975 - Conquista o Torneio José Américo de Almeida Filho (Torneio Nordestino de Futebol) em João Pessoa na Paraiba. CRB vence o Porto de Portugal por 1x0 no estádio Rei Pelé.
  • 1976 - A geração que faria lembrar o "Esquadrão" do final dos anos 30, conquista o 15º Campeonato Alagoano da história do clube. obteve sua melhor colocação na primeira divisão do Campeonato Brasileiro, com uma 17ª colocação.
  • 1977 - Conquista o 16º Campeonato Alagoano de sua história, em mais um bicampeonato consecutivo.
  • 1978 - Conquista o 17º Campeonato Alagoano, com um tricampeonato consecutivo.
  • 1979 - Conquista o segundo tetracampeonato consecutivo de sua história, culminando no 18º título da história do clube.
  • 1983 - Volta a ser Campeão Alagoano, com o 19º título da história.
  • 1986 - Conquista o Campeonato Alagoano pela 20º vez.
  • 1987 - Com mais um bicampeonato consecutivo, conquista o Campeonato Alagoano pela 21ª vez.
  • 1992 - Conquista o Campeonato Alagoano pela 22ª vez na história.
  • 1993 - Conquista o bicampeonato alagoano consecutivo, 23º da história. Conquista também a seletiva da Série B, assegurando o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro.
  • 1994 - É vice-campeão da Copa do Nordeste ao ser derrotado pelo Sport do Recife na cobrança das grandes penalidades.
  • 1995 - Conquista o Campeonato Alagoano pela 24º vez da história.
  • 2002 - Conquista o Campeonato Alagoano pela 25ª vez.
  • 2008 - O clube é rebaixado para a série C do Campeonato Brasileiro.
  • 2010 - É inaugurada o novo lance de arquibancada no estádio da Pajuçara.
  • 2011 - Vice campeão da série C e promovido para a Série B.
  • 2012 - Ano do centenário do clube, o CRB conquista o Campeonato Alagoano pela 26ª vez e é rebaixado para a série C novamente.
  • 2013 - Em pleno ano do centenário do seu maior rival, CSA, conquista o Campeonato alagoano pela 27ª vez , justamente em cima dele. O clube vende seu patrimônio histórico em Maceió(Beer e estádio da Pajuçara).
  • 2014 - É aprovada a construção do CT do clube no interior do Estado, mas ainda está no papel. Sede administrativa do clube foi comprada no bairro do Jaragua. Novo estatuto do CRB é aprovado.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

O Seu maior rival é o CSA,onde é o principal confronto do Estado de Alagoas.Mas tambèm tem o Asa outro rival com quem faz classicos

CRB e CSA protagonizaram 496 partidas na história quase centenária dos confrontos entre esses dois clubes alagoanos, com 188 vitórias do CRB, 161 empates e 150 vitórias do CSA. O CRB marcou 608 gols, enquanto o CSA fez 611 gols. Assim, o CRB possui 38 vitórias de vantagem sobre o maior rival na história, sendo essa a 6ª maior freguesia em clássicos do Brasil. Em finais CRB x CSA, o CRB venceu 16 vezes, contra 14 vezes do time azulino.

Última partida: CSA 0x1 CRB - Campeonato Alagoano 2014 - 10ª Rodada.

CRB também possui rivalidade em menor grau com o ASA de Arapiraca, rivalidade está que vem fortalecendo dos anos 2000 até os dias atuais em decisões de campeonatos alagoanos e grandes jogos nas séries B e C. CRB X ASA protagonizaram 187 jogos, o galo da praia venceu 90 jogos, o alvinegro 43 jogos e houve 54 empates. O Campeonato alagoano foi decidido por ambas as equipes em 4 oportunidades, o CRB venceu 3 vezes e o ASA uma vez.

Última partida: CRB 2x1 ASA - Campeonato Brasileiro Série C 2014 - 10ª Rodada.

1939: jogo da sofia[4] [editar | editar código-fonte]

Bola do Jogo da Sofia.

A maior vitória do clássico alagoano pertence ao CRB. A partida do dia 1º de outubro de 1939 ficou conhecida como o "Jogo da Sofia", quando o CRB venceu o rival por 6 a 0 na decisão do Campeonato Alagoano. Diz a história que o jogador Arlindo (um dos destaques do CRB na partida) era adepto do jogo do bicho e criava uma cabra chamada Sofia. De vez em quando, ele cantava uma uma modinha com todos os bichos do jogo, e ao chegar na cabra, ele dava uma paradinha e relembrava o jogo.

  • Ficha técnica - CRB 6 x 0 CSA
  • Competição: Segundo Turno do Campeonato Alagoano de 1939
  • Data: 01de outubro de 1939
  • Gols: Arlindo (2 vezes), Duda (2 vezes), Regis e Ramalho.
  • Árbitro: Artur Reis
  • Local: Estádio da Pajuçara
  • CRB - Humberto; Osvaldo e Bacurau; Ariston. Gabino e Gilfredo; Cláudio Regis, Ventania. Arlindo, Duda Bocão e Ramalho
  • CSA - Orlando Gomes de Barros; Nhô e Badica; Fontan. Pedrinho e Rui Craveiro; Moisés, Maninho, Toscano, Sales e Murilo.

1937 a 1940: primeiro tetracampeão alagoano[5] [editar | editar código-fonte]

Foi em 1937 que o CRB começou sua caminhada rumo ao seu primeiro tetra. No primeiro turno, houve necessidade de um jogo extra entre CRB e Nordeste para se conhecer o campeão desta fase. O clube da pajuçara venceu por 6x4. Como também ganhou o segundo turno, o CRB foi o campeão da temporada de 1937 jogando quinze partidas. Venceu onze. Perdeu duas e empatou outras duas. Os jogadores campeões foram os seguintes: Vicente. Osvaldo. Lucena. Bacurau. Heider. Ariston. Moisés. Gouvéia. Edmar. Gondim. Arlindo. Edmundo. Duda Bocão. Paulinho. Maninho. Zequito Porto. Aldo. Badica. Eraldo. Cláudio Régis. Valério e Humberto.

Ataque do CRB em 1937.

No bi campeonato o CRB já havia contratado o técnico húngaro Franz Gaspar. Profundo conhecer do futebol ele armou um time excepcional e que chegou a ser chamado de “O esquadrão de Aço”. E foi com este time que o clube chegou ao titulo com uma certa facilidade. O clube ganhou os dois turno disputando doze jogos. Venceu dez. Empatou um e perdeu outro. Os bi campeões foram: Humberto. Ariston. Osvaldo. Heider. Valério. Maninho. Cláudio Régis. Gouveia. Arlindo. Duda Bocão. Gaspar. Overlack. Moisés. Ventania. Moróró e Dório. Em 1939 veio o tri campeonato. Um titulo invicto. Franz Gaspar sabia como ninguém mover as peças do seu time para ganhar os jogos. Mais uma vez ganhou o primeiro e o segundo turno disputando onze partidas. Venceu nove e empatou duas. Foi o ano do jogo famoso da “SOFIA”. A goleada no clássico CRB x CSA. Os 6x0 para o CRB continua como o maior placar da história entre os dois rivais. Os tri campeões foram: Humberto. Osvaldo. Bacurau. Ariston. Gabino. Gilfredo. Gaspar. Cláudio Régis. Ventania. Arlindo. Duda Bocão. Ramalho. Zadir e Heider. O centro avante Arlindo continuou como o grande artilheiro da equipe. Finalmente em 1940, o CRB conquistava seu tão sonhado titulo de tetra campeão. A equipe já estava amadurecida e foi necessário muita experiência para chegar a conquista inédita. Os jogadores já não tinham a mesma vitalidade das campanhas anteriores. Mas, orientados por Franz Gaspar, o time teve forças para superar todos os obstáculos. O primeiro turno o CRB conseguiu conquistar. No segundo, as coisas se complicaram. O CSA ficou com o returno e se habilitou a decidir o titulo em uma melhor de três. No primeiro jogo, vitória do CSA por 2x1. O CRB ganhou o segundo também por 2x1. No terceiro aconteceu um fato diferente. O jogo começou com muito sol e o CSA fez dois a zero. E segundo uma modinha cantada na época, “e a chuva chegou e a vitória do CSA o vento levou …” Com muita chuva o CRB empatou em dois a dois. A chuva foi tão forte que alagou o campo do mutange obrigando o arbitro pernambucano, Palmeira, a suspender a partida aos vinte e cinco minutos do segundo tempo. O restante do tempo foi disputado no mesmo local uma semana depois. Um gol de Cláudio Régis deu a vitória por 3x2 e o tetra campeonato ao CRB . Em treze jogos, os alvirubros venceram dez, empataram um e perderam dois. Fizeram parte da campanha do tetra os seguintes jogadores: Lisboa. Osvaldo. Louvain Ayres. Ariston. Gabino. Gilfredo. Cláudio Régis. Ventania. Arlindo. Duda Bocão. Heider. Birusca. Paraibano. Gaspar. Honorio. Zébino. Bacurau. Duílio. Ramalho. Luiz Quirino e Calú.

1949: o CRB arrasou o Comércio - 14x0[5] [editar | editar código-fonte]

O torcedor que não foi ao estádio da pajuçara soube que o CRB arrasara o Comércio por 14x0, talvez tenha achado uma piléria do seu amigo informante. Só depois de ouvir três ou quatro vezes que o placar tinha sido mesmo 14x0 para os alvirubros, acreditou. É incrível que um clube como o Comércio que faz força de todo jeito, que ameaça de todas as maneiras, que gosta de arrepiar, que já venceu o mesmo CRB por 4x1 lá no mutange, tenha deixado se envolver pelas jogadas dos atletas do CRB. Os Galos de Campina não chegaram a se esforçar para ampliar o marcador e só atirava a gol quando sentia que podia chutar para as redes do adversário. Os atacantes do CRB quando se aproximavam da área encontravam facilidade para chutar e o goleiro Jorge nada podia fazer. Este foi o aspecto do jogo. Na fase final o Comércio se entregou totalmente ao CRB e a chuva de gols foi aparecendo, a ponto de apenas três jogadores do clube da pajuçaca não terem marcado gols. O goleiro Bandeira, cansado de ficar em pé noventa minutos quase sem jogar. O zagueiro Miguel Rosas e a revelação do time Cacau. No inicio do primeiro tempo, o Comércio ainda fez uns três ataques contra a meta de Bandeira que passou um sério perigo quando o atacante Wilson ficou sozinho a sua frente, chutou na trave e Miguel Rosas corrigiu a brincadeira de Divaldo que quase causou o primeiro gol da tarde. Depois, o jogo pelo centro do campo foi se aproximando da área do Comércio e chegou a goleada. Jogo não houve. Houve uma chuva de gols que poderia ter sido maior se os atacantes do CRB não tivessem se preocupado em treinar deslocamentos, única coisa que se viu no jogo, além dos gols. Se a turma da pajuçara tivesse a sede dos gols, o marcador poderia chegar a vinte. Laxinha abriu a contagem. Zé Cícero aumentou para dois na cobrança de um pênalti. O mesmo Zé Cícero fez 3x0. Aos 28 minutos Laxinha fez seu segundo gol. E Carlos Santa Rita completou o marcador do primeiro tempo: 5x0. No primeiro minuto do segundo tempo, Zé Cícero fez 6x0 na cobrança de outro pênalti. Dario fez 7x0. Tomires cobrando uma falta de fora da área colocou 8x0. Logo depois desse gol aos 13 minutos o atacante Nelson do Comércio deixou o campo sem nenhum motivo e sem avisar ao arbitro. Laxinha assinalou mais um gol para o CRB aos 23 minutos. Novamente Carlos Santa Rita marcou 10x0. E mais dois jogadores do Comércio saíram de campo sem permissão do juiz. Aos 29 Arédio fez 11x0. Laxinha marcou mais um. Divaldo também fez o seu aos 40 minutos e Pedrosa completou os 14x0 aos 42 minutos. Embora abatido por 14x0, o Comércio soube perder. Não procurou usar de meios violentos para parar o adversário e suportou o peso da derrota. Apesar de três jogadores preferiram abandonar os companheiros e deixar o campo. O clube comerciário poderia ser grande se tivesse o apoio de todo o comércio maceioense. Na pajuçara vimos apenas Álvaro Oliveira e José Policarpo, dois esforçados diretores do clube azul, amarelo e vermelho. O técnico Morais não apareceu em campo, nem tão pouco o presidente do clube. O Regatas jogou com Bandeira. Divaldo e Miguel Rosas. Cacau. Tomires e Pedrosa. Zé Cícero. Arédio. Laxinha. Dario e Carlos Santa Rita. O Comércio com Jorge. Pirombá e Ariston. Fernando. Djalma e Aleixo. Nelson. Silô. Wislon. Tião e Peça. O juiz foi Cláudio Régis que não teve nenhum trabalho. O jogo foi realizado no dia 3 de setembro de 1949 pelo campeonato alagoano.

1975: Torneio José Américo de Almeida Filho(Copa do Nordeste)[6] [editar | editar código-fonte]

Em 1975, o Galo conquistou o torneio José Américo de Almeida Filho (seria o mesmo que a Copa do Nordeste da atualidade). Já em 1994, o time regatiano foi vice-campeão em Maceió, quando perdeu para o Sport-PE nos pênaltis. Reconhecido pela CBF a partir de 1976, o Nordestão contou com o CRB em dez edições.

É bem verdade que o Galo da Praia já fez sucesso na Copa do Nordeste. A primeira edição da competição regional aconteceu em 1971 e quatro anos depois, com o nome de Torneio José Américo de Almeida Filho, a taça foi conquistada pelo Galo. A CBF não chancelou essa disputa como Nordestão, alegando que ela reuniu apenas clubes de três estados. Os regatianos contestam e, neste ano, buscam o título com o aval da confederação.

Em 1975, foram 6 clubes participantes, entre eles: CRB, Botafogo-PB, Auto Esporte, Treze, ABC e Potiguar. A competição teve um regulamento simples: seriam disputados dois turnos e os primeiros de cada fase se enfrentariam na decisão. O Botafogo ganhou o primeiro turno, o Galo o segundo. Na fase de classificação, o time alagoano disputou dez jogos, vencendo quatro, perdendo quatro e empatando duas vezes.

Na decisão contra o Botafogo, o CRB empatou em Maceió e em João Pessoa pelo mesmo placar, 1 a 1, conquistando a taça nos pênaltis, por 4 a 3, dia 9 de novembro de 1975.

1993: CRB campeão da seletiva AL-PB[editar | editar código-fonte]

Luciano Correia conta que Waldemar e Zé Maria entraram em acordo para informar à Federação Alagoana de Futebol (FAF) e à CBF a desistência de ambos ao convite da entidade máxima do futebol brasileiro em participar da seletiva. Na época, o argumento utilizado como “verdade” era de que a tal seletiva iria causar prejuízos financeiros a ambos os clubes. “Mas o que ninguém esperava era que, faltando pouco mais de um minuto para expirar o prazo para a inscrição, o Waldemar surpreendeu a todos com a confirmação do clube na seletiva. Até hoje, o Zé Maria procura o Waldemar”, diverte-se o hoje diretor de Futebol do Galo, Ednilton Lins, na época iniciando como dirigente na figura de colaborador. CRB chegou ao formulado Campeonato Brasileiro em 1994 depois de superar a seletiva para a Série B, realizada no ano anterior.

O Galo enfrentou apenas times da Paraíba e era o único representante alagoano no torneio. Foram oito partidas, seis vitórias e duas derrotas, o time venceu o Auto Esportes (duas vezes), o Botafogo (duas vezes), Treze e Campinense. Foi para esses dois últimos clubes que o Galo perdeu. CRB conquista o seu segundo titulo fora de Alagoas e seu primeiro interestadual.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

O emblema consiste de um fundo branco, orlado de vermelho, tendo na parte superior duas listras vermelhas entre-cruzadas e na inferior as letras CRB, também vermelhas e desenhadas de forma a acompanharem o perfil do escudo.

Evolução do escudo[editar | editar código-fonte]

Bandeira[editar | editar código-fonte]

Consta um retângulo branco com duas listras vermelhas que se cortam perpendicularmente no centro, tendo no quadrângulo superior esquerdo um salva-vidas com dois remos cruzados, também em vermelho, fazendo uma referência ao início da história do CRB no remo, com a sigla do clube também na cor vermelha.

Bandeira oficial

Bandeira regatiana foi inspirada na bandeira da Inglaterra, isso porque os ingleses trouxeram o futebol para Maceió. Bandeira do CRB foi eleita uma das mais bonitas do Brasil.

Mascote[editar | editar código-fonte]

Galo de campina

Pássaro Galo de campina

A escolha do mascote do clube tem relação com a vasta quantidade de pássaros que pousavam no campo Severiano Gomes na Pajuçara. E o pássaro que mais visitava o campo da Pajuçara era justamente o galo de campina.

Hino[7] [editar | editar código-fonte]

Hino oficial, de autoria de Jayme de Altavilla.

A alguns anos atrás o hino oficial do CRB não era muito conhecido entre a maioria dos torcedores. Alguns achavam que a (ótima) música “Galo da Pajuçara”, composta por Edécio Lopes, era o hino oficial do clube. Era evidente que o hino oficial não era notório como poderia e deveria ser.[8] A música "Galo da Pajuçara" foi sucesso nos anos 70, composta pelo regatiano e radialista Edécio Lopes, em homenagem ao CRB, e continua no inconsciente de muita gente. Em 2002 foi lançado pela brava Confraria do Galo um CD com músicas do Clube de Regatas Brasil. O hino oficial de Jayme Altavilla estava neste CD. Finalmente o hino oficial se popularizou entre os torcedores do CRB.

Autor: Jayme Altavilla

Títulos[9] [editar | editar código-fonte]

REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Escudo CBD Taça Copa do Nordeste.png Copa do Nordeste 1 1975
INTERESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Escudo Seleção Brasileira de Futebol.png Trophy(transp).png Seletiva (Paraíba/Alagoas) 1 1993
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Brasão do Estado de Alagoas.svg Campeonato Alagoano 27 1927, 1930, 1937, 1938, 1939, 1940, 1950, 1951, 1961, 1964, 1969, 1970, 1972, 1973, 1976, 1977, 1978, 1979, 1983, 1986, 1987, 1992, 1993, 1995, 2002, 2012 e 2013
Brasão do Estado de Alagoas.svg Torneio Início de Alagoas 16 1936, 1937, 1939, 1943, 1944, 1945, 1946, 1951, 1956, 1958, 1962, 1963, 1966 1969,
1970 e 1973
OUTROS TÍTULOS
Competição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Taça Coronel Rolim 2 1947 e 1948
Trophy(transp).png Torneio Municipal de Maceió 2 1950 e 1951
Trophy(transp).png Taça Mário Lima 4 1952, 1958, 1959 e 1960
Trophy(transp).png Taça Conselho Regional de Desportos 3 1961, 1964 e 1966

Destaques[editar | editar código-fonte]

  • Brasil 11 participações na Série A, sendo 2 participações na Taça Brasil

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Temporadas[editar | editar código-fonte]

  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Últimas dez temporadas
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Copa do Nordeste Campeonato Alagoano
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Pos.
2005 B 12º 21 8 5 8 28 37 Não houve.
2006 B 16º 38 12 8 18 61 67 2ª Fase Não houve.
2007 B 38 15 8 15 54 61 Não houve.
2008 B 20º 38 5 9 24 35 72 Não houve.
2009 C 16º 8 2 0 6 8 12 Não houve.
2010 C 11º 8 3 2 3 8 11 1ª Fase
2011 C 16 6 5 5 15 22 Não houve.
2012 B 17º 38 12 6 20 47 67 Não houve.
2013 C 10º 20 9 5 6 24 17 2ª Fase 1ª Fase
2014 C 2ª Fase 2ª Fase


Legenda:
     Campeão
     Campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixado à divisão inferior
     Acesso à divisão superior

Participações[editar | editar código-fonte]

Brasil Taça Brasil de Futebol (2 participações)
Ano 1959 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968
Pos. 12º 14º


Brasil Campeonato Brasileiro - Série A (9 participações)
Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 25º 36º 17º 44º 44º 67º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 38º 36º 28º *


* Última Participaçãpo na Série A

Brasil Campeonato Brasileiro - Série B (24 participações)
Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 16º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 24º 48º 15º 19º 17º * 36º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 51º 22º 20º 20º 12º 11º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 16º 17º 15º 12º 16º 20º
Ano 2010 2011 2012 2013 2014
Pos. 17º


* Módulo Branco

Brasil Campeonato Brasileiro - Série C (6 participações)
Ano 1992 2009 2010 2011 2013 2014
Pos. 16º 11º 10º


Presidentes[editar | editar código-fonte]

  • 1912-1913: Luís Toledo Pizza
  • 1913-1914: João Viana de Souza
  • 1914-1915: Casimiro Movilha
  • 1915-1917: Homero Viegas
  • 1917-1918: Pedro Lima
  • 1918-1920: Ismael Acioli
  • 1920-1925: Raul Brito
  • 1925-1926: Pedro Oliveira Rocha
  • 1926-1927: Armando Melo
  • 1927-1928: Pedro Lima
  • 1928-1929: Juvêncio Lessa
  • 1929-1930: Pedro Oliveira Rocha
  • 1930-1931: Raul Brito
  • 1931-1932: Ismael Acioli
  • 1932-1933: Dalmário Souza
  • 1933-1934: Emílio de Maya
  • 1934-1936: Pedro Claudino Duarte
  • 1936-1939: Fábio Araújo
  • 1937-1939: Mauro Paiva
  • 1939-1940: Mário Gomes de Barros
  • 1940-1941: Rui Palmeira
  • 1941-1942: Jaques de Azevedo
  • 1942-1943: Mauro Paiva
  • 1943-1944: Aristides Torres
  • 1944-1945: Paulo de Miranda Neto
  • 1945-1947: Mauro Paiva
  • 1947-1948: Gal. Mário de Carvalho Lima
  • 1948-1954: Ulisses Marinho
  • 1954-1955: Luís Duda Calado
  • 1955-1956: Djalma Loureiro
  • 1956-1957: Roberto Castro
  • 1957-1958: Aluizio Freitas Melro
  • 1958-1962: Severiano Gomes Filho
  • 1962-1966: Oswaldo Gomes de Barros
  • 1966-1967: Severiano Gomes Filho
  • 1967-1968: Walter Pitombo Laranjeiras
  • 1968-1969: Divaldo Cavalcante Suruagy
  • 1969-1970: Naftalli Edgar Setton
  • 1970-1971: Oswaldo Gomes de Barros
  • 1971-1973: Luiz Renato de Paiva Lima
  • 1973-1974: Cláudio Regis
  • 1974-1975: Fernando Azevedo D’Aldeia
  • 1975-1976: Luiz Gonzaga Mendes de Barros
  • 1976-1977: José Santana de Melo
  • 1977-1979: Afrânio Lages Filho
  • 1979-1982: José Otávio Moreira Filho
  • 1982-1984: Oswaldo Gomes de Barros
  • 1984-1985: José de Medeiros Tavares
  • 1985-1987: Waldemar Correia da Silva
  • 1987-1988: Carlos Alberto Fernande Antunes
  • 1988-1989: José Luiz Malta Argolo
  • 1989-1990: Walter Pitombo Laranjeiras
  • 1990-1991: Paulo Roberto Magalhães Nunes
  • 1991-1992: Manoel Gomes de Barros
  • 1992-1993: José Marcelo de Medeiros Rocha
  • 1993-1994: Waldemar Correia da Silva
  • 1994-1995: Flávio Gomes de Barros
  • 1995-1998: Walter Pitombo Laranjeiras
  • 1998-1999: Wilton Antonio Figueiroa Lima
  • 1999-2004: José Cabral da Rocha Barros
  • 2004-2006: Celso Luiz Tenório Brandão
  • 2007-2008: Wilton Antonio Figueiroa Lima
  • 2009-2010: José Serafim da Silva Filho
  • 2011-2014: Marcos Antônio de Oliveira Barbosa

Ídolos[editar | editar código-fonte]

1910 a 1930[editar | editar código-fonte]

  • Alemanha Peter, meia.
  • Brasil Haroldo Zagallo,praticamente começou o futebol no CRB.
  • Inglaterra Sidney Fellows, atacante.
  • Brasil Denilson, atacante
  • Brasil Rubens Ferreira, goleiro.
  • Brasil Pata, atacante.

1930 a 1950[editar | editar código-fonte]

  • Hungria Franz Gaspar, um dos maiores técnicos da história do clube. Criador do famoso "Esquadrão de Aço" do final dos anos 30.
  • Brasil Cláudio Régis, atacante, autor do gol que deu o então inédito tetra campeonato estadual, na vitória por 3x2 sobre o CSA. Atuou no CRB entre os anos de 1937 e 1948. Anos mais tarde, Cláudio Régis se tornou o primeiro jogador da história do Galo que se tornou presidente (o segundo a alcançar isso é o ex-presidente, José Serafim).
  • Brasil Arlindo, atacante, conhecido por suas arrancadas. Artilheiro dos Campeonatos de 1938 (10 gols) e 1939 (14 gols). Autor da maior provocação da história com seus dois gols nos 6x0 contra o CSA, no que ficou conhecido como o "Jogo da Sofia". Arlindo criava uma cabra, chamada Sofia. Arlindo era adepto do jogo do bicho e costumava cantar uma modinha com os 25 bichos do jogo; ao falar da cabra, que equivale ao número 6, Arlindo dava uma paradinha, fazendo alusão à goleada e à cabra. Esta foi a maior goleada da história dos clássicos em Alagoas, CRB 6x0 CSA, com gols de Arlindo (2), Duda (2), Régis e Ramalho.
  • Brasil Duda Bocão, atacante.
  • Brasil Paraibano, atacante. artilheiro do Campeonato Alagoano de 1940 (18 gols).
  • Brasil Laxinha, meia. artilheiro do Campeonato de 1947 (11 gols).
  • Brasil Zé Cícero, atacante. artilheiro dos Campeonatos Alagoanos de 1948 (6 gols) e 1949 (9 gols).

Brasil Miguel Rosas, um dos maiores ídolos do clube[editar | editar código-fonte]

Miguel Rosas, considerado por muitos o maior ídolo da história do CRB.

Zagueiro, maior jogador da história do clube. Iniciou sua carreira em 1943 e terminou em 1963, sempre jogando no CRB. Mesmo recebendo grandes propostas - uma delas do Flamengo, que levou Dida, então jogador do CSA, e Tomires, companheiro de defesa de Rosas no CRB - nunca deixou o Galo. Miguel Rosas era um zagueiro extremamente técnico, era comum vê-lo avançar ao ataque e servir os companheiros de frente com muita qualidade. Quase nunca cometia faltas, tinha um tempo de bola pouco visto no mundo do futebol.

  • Brasil Tomires, zagueiro, jogou no CRB entre 1947 e 1952. Formou dupla de zaga com Miguel Rosas. Tomires era um marcador violento, o lhe rendeu o apelido de "Cangaceiro". Tomires explorava seu vigor físico, sua valentia, com muita propriedade e muita garra, tornando-se um verdadeiro terror para os atacantes adversários. Era duríssimo ao disputar a bola e não perdoava os ponteiros que procuravam desmoralizá-lo com seus dribles estonteantes e rápidos. Mas, não era desleal.
  • Brasil Bequinho, atacante. Chegou ao CRB em 1945. Natural de Penedo, o craque não queria deixar a cidade; assim todas as vezes em que o CRB jogava, o clube mandava buscá-lo de avião, fato inédito no futebol de Alagoas. Ele recebia, a cada jogo, 200 contos de réis, uma quantia altíssima para época.

1950 a 1960[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Bandeira, um dos maiores goleiros da história do clube.
  • Brasil Mourão, lateral, chegou a jogar no Santos de Pelé e no futebol argentino.
  • Brasil Dario, atacante.
  • Brasil Eduardo, meia.
  • Brasil Divaldo, zagueiro.
  • Brasil Claudinho, atacante.
  • Brasil Carlos Santa Rita, atacante.
  • Brasil Arroxelas, atacante. Também era atleta do famoso vôlei regatiano.
  • Brasil Milton Mongôlo, meia.

1960 a 1970[editar | editar código-fonte]

Brasil Jorge Vasconcelos, maior técnico da história do clube[editar | editar código-fonte]

Ganhou nada menos que oito títulos estaduais dirigindo o Galo (1964, 1969, 1972, 1973, 1976, 1977, 1978 e 1979). Até hoje é o técnico mais vitorioso da história do futebol alagoano.

  • Brasil Canhoto, centroavante, artilheiro dos Campeonatos Alagoanos de 1963 (23 gols) e 1964 (24 gols).
  • Brasil Lourival, lateral-esquerdo.
  • Brasil Paulo Nylon, volante e meia,
  • Brasil Erb, atacante. artilheiro do Campeonato Alagoano de 1969 (7 gols). Erb era filho de Paraibano, ídolo regatiano das décadas de 30/40.
  • Brasil Canavieira, ponta.
  • Brasil Silva, ponta-esquerda. Hábil e driblador, "Silva Cão", como era conhecido, aos 18 anos já era titular do CRB e cobiçado por vários clubes, sendo contratado pelo Vasco da Gama. Retornou ao CRB em 1969, quando foi campeão e artilheiro. Foi também campeão em 1970, 1972, 1973, 1976, 1977, 1978 e 1979. Silva foi o jogador a disputar mais jogos na história do clássico entre CRB e CSA, com 95 jogos. Silva tem um recorde nacional de gols em clássicos regionais. Marcou, nada menos, que 65 gols no clássico alagoano, superando até mesmo a marca de Pelé contra o Corinthians que é de 50 gols. Foi artilheiro dos Campeonatos Alagoanos de 1968 (11 gols), 1972 (21 gols) e 1977 (16 gols).
  • Brasil Canavieiro, atacante. artilheiro do Campeonato de 1970 (10 gols).

1970 a 1980[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Roberto Menezes, volante. Jogador de muita classe, elegância e de passe refinado, formado nas categorias de base do CRB, foi campeão em 1970, 1972 e 1973.

Brasil Joãozinho Paulista, maior artilheiro do clube[editar | editar código-fonte]

João Édson de Barros, julgo Joaozinho Paulista.

Maior artilheiro da história do clube com 190 gols. Artilheiro dos Campeonatos Alagoanos de 1976 (21 gols), 1982 (23 gols) e 1984 (34 gols). Joãozinho chegou ao CRB em 1976, saiu para jogar no Internacional, Atlético Mineiro e Goias, mas voltou ao CRB, onde encerrou a carreira em 1991.

  • Brasil César, goleiro. Maior goleiro da história do clube. Apesar da baixa estatura, era ágil, seguro e tinha uma excelente saída de bola. Seis vezes campeão alagoano pelo clube (1972, 1973, 1976, 1977, 1978 e 1979).
  • Brasil Roberval Davino, meia. Seis vezes campeão alagoano e uma vez campeão regional com a camisa do Regatas, foi o jogador que marcou o único gol do amistoso internacional em 1 de julho de 1975 entre CRB e Porto-POR (1-0), ele também é a pessoa que mais vezes foi treinador do clube.
  • Brasil Major, zagueiro.
  • Brasil Jorge da Sorte, atacante. artilheiro do Campeonato Alagoano de 1978 (18 gols).
  • Brasil Mundinho, atacante, jogou de 1977 a 1985, atualmente é professor de escolinha em Timóteo - Minas Gerais, onde reside.

1980 a 1990[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Ilo, atacante. artilheiro do campeonato alagoano de 1986, com 10 gols.
  • Brasil 'Giovanni, meia.
  • Brasil Márcio Francisco, goleiro.
  • Brasil Édson, ponta-direita.
  • Brasil Paulo Sergio, lateral-direito.
  • Brasil Márcio Ribeiro, meia.
  • Brasil Ivanildo, ponta-direita.Inventor do drible ''Pedalada''.
  • Japão Kazu,atacante,"Kazuyoshi Miura" ou simplesmente Kazu como era conhecido,fez muito sucesso no CRB em 1987,com suas arrancadas fulminantes e seus dribles desconcertantes,se tornou uma grande atração para torcida regatiana.

1990 a atual[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Índio, goleiro. Profissionalizou-se no CRB em 1989. Foi bicampeão em 1992 e 1993. Um dos maiores goleiros da história do clube.
  • Brasil Inha, atacante. Recordista de gols em uma temporada, em 1995, Inha marcou 37 gols.
  • Brasil Jerônimo, atacante. Artilheiro do Campeonato Alagoano de 1992, com 19 gols. Notabilizou-se por macar gols em todos os jogos contra o CSA, sendo chamado de "carrasco do CSA".
  • Brasil Marquinhos Paraná, lateral-direito e meia. Jogou no CRB entre 1998 e 2002. Marquinhos Paraná é, certamente, o jogador com mais qualidade que passou pelo CRB nos últimos anos. Inteligente e habilidoso, jogando pela ala, era o armador do time Campeão Alagoano de 2002. Mas Marquinhos Paraná não ficou para festa do título, pois foi negociado, numa tranferência mal explicada, para o Figueirense durante a competição.
  • Brasil Aloísio Chulapa, atacante que começou nas categorias de base do CRB em 1992 é ídolo da torcida e retornou ao clube após 19 anos. Em 2012 Conquistou seu primeiro título na equipe regatiana.
  • Brasil Silvio, atacante. artilheiro do estadual de 2002 (12 gols).
  • Brasil Fernando César, volante. Líder, Fernando César era volante raçudo, mas com muita qualidade na saída de bola. Fez parte do time que conquistou o título de 2002. Até hoje tem forte ligação com a torcida do CRB; passou a ser torcedor de arquibancada do clube.
  • Brasil Júnior Amorim, atacante rápido e guerreiro, rapidamente entrou nas graças da Massa Alvi-rubra ao marcar inúmeros gols com a camisa do galo. Fez história pelo clube, nas participações deste no Campeonato Brasileiro da Série B.
  • Brasil Everton Luiz , jogador de uma garra sem igual caiu no gosto dá massa Regatiana, foi campeão estadual no ano do centenário do clube em 2012 após o título saiu do clube pro exterior, voltando no ano de 2013 pra alegria dá torcida e foi novamente campeão no ano do centenário do maior rival do CRB o csa fazendo uns dos Gols dá final na goleada de 4x2 que o Galo aplicou no rival.
  • Brasil Geovani, meia inteligente e de passe refinado, ganhou a torcida com sua excelência nas cobranças de falta. Em 2012, ajudou o time a ganhar o Campeonato Alagoano, sendo peça fundamental nas finais contra o ASA. Ainda em 2012, protagonizou um dos episódios mais bonitos da história do clube.- a fantástica virada sobre o Joinvile, por 4x3 (Geovani marcou 3 gols, sendo 2 de falta hoje está em sua segunda passagem no time da pajuçara).
  • Brasil Denílson, Atacante matador, camisa 9 de origem, chegou ao CRB com o status de ser o maior artilheiro do Mundial de Clubes da FIFA. Humilde, porém, mostrou em campo, com raça e gols, seu valor. Ajudou o clube a ganhar o Campeonato Estadual de 2013.

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Elenco atualizado em 26 de fevereiro.[10]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Jogador Lesionado: Jogador contundido
  • Suspenso.: Jogador suspenso
  • E-NQS Central.png Jogador Emprestado


Goleiros
Jogador
Brasil Cris
Brasil Júlio César Capitão
Brasil Bruno
Brasil João Paulo
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Marcus Vinícius Z
Brasil Gabriel Z
Brasil Filipe Z
Brasil Nilson Z
Brasil Daniel Marques Z
Brasil Yuri Z
Brasil Rodrigão Z
Brasil Diego Aragão LD
Brasil Paulo Sérgio LD
Brasil Michael LD
Brasil João Victor LE
Brasil Cristiano LE
Brasil Gleidson LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Audálio V
Brasil Johnnatan V
Brasil Olívio V
Brasil Glaydson V
Brasil Rafael V
Brasil Bruno Martins V
Brasil Alex Willian M
Brasil Diego Rosa M
Brasil Clebinho M
Brasil Éder M
Atacantes
Jogador
Brasil Diego Clementino
Brasil Igor
Brasil Jefferson Maranhão
Brasil Marcelo Macedo
Brasil Henrique Dias
Brasil Marcelo Maciel
Brasil Magrão
Brasil Tiago Leal
Brasil Amarildo
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Ademir Fonseca T

Comissão técnica[editar | editar código-fonte]

Comissão técnica
Nome Função
Brasil Ademir Fonseca Técnico
Brasil Jean Carlos Auxiliar técnico
Brasil Adriano Oliveira Preparador físico
Brasil Assis Massagista
Brasil Bruno Almeida Fisioterapeuta
Brasil Luciano Fragoso Preparador de goleiros
Brasil Marcos Lima Verde Supervisor
Brasil Júnior de Melo Assessor de Imprensa
Brasil Claudinho Roupeiro
Brasil Robinho Auxiliar Geral

Diretoria e conselho[editar | editar código-fonte]

Diretoria
Nome Função
Brasil Marcos Antônio de Oliveira Barbosa Presidente
Brasil Dilmar Camerino Presidente de Honra
Brasil Vicente Félix Vice-presidente de Honra
Brasil Marçal Fortes Vice-presidente de Planejamento e Marketing
Brasil Roberto Barbosa Fernandes Vice-presidente de Futebol
Brasil Miguel Moraes Nascimento Vice-presidente de Patrimônio
Brasil Antônio Almeida Vice-presidente Jurídico
Brasil Orlando Baia Vice-presidente Médico
Brasil Alexandre Gomes de Barros Vice-presidente Social
Brasil Ednilton Lins Macedo Vice-presidente Geral
Brasil Fernando Nebson Vice-administrativo
Brasil Humberto Campos Vice-financeiro
Brasil Alarcon Pacheco Diretor de futebol
Conselho
Nome Função
Brasil Fernando Carlos Araújo de Paiva Presidente
Brasil Cícero Amélio da Silva Vice-presidente
Brasil Israel Ramires Saldanha Filho 1º Secretário
Brasil Carlos Almeida Lima Filho 2º Secretário


Patrimônio[editar | editar código-fonte]

Ninho do Galo[editar | editar código-fonte]

  • Centro de Treinamento Ninho do Galo - Barra de São Miguel/AL (ainda em construção)

Sede administrativa[editar | editar código-fonte]

Em 1967 foi vendido ao CRB o Beer CRB(antiga sede social do CRB), que foi ‘tomado’ após o descumprimento parcial das obrigações contratuais. A antiga proprietária assegurou, em 2011, um Contrato de Cessão de Direitos e Obrigações de Promessa de Compra e Venda de Imóvel Urbano, que impedia que o clube executasse qualquer tipo de transação que envolvesse o bem. O então Beer CRB chegou a ser duplamente comercializado, pela diretoria regatiana e pelos herdeiros de Emérita Peixoto. Em julho de 2013, a justiça alagoana reconheceu que os dois compradores têm direito ao imóvel, onde será construído o Edifício Residencial Regatas, pondo um fim à sede social do clube.[11] A atual sede administrativa se localiza na Rua Silvério Jorge, bairro do Jaraguá, em Maceió, Alagoas.

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 50º
  • Pontuação: 2650 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

OBS: No antingo ranking da CBF ocupava a 36° posição.

Torcida[editar | editar código-fonte]

Torcida do CRB.

A torcida do CRB é a maior torcida de Alagoas.[12] [13] [14] Diversas pesquisas apontam o CRB como a torcida maior de Alagoas. A pesquisa mais recente sobre torcidas foi feita pela Ibrape/Cadaminuto[15] , instituto de pesquisas alagoano, depois de pesquisar 13 regiões da capital e no interior do Estado. A pesquisa quis saber qual o time preferido do alagoano. Os números: 28,5% torcem pelo CRB e 28,1% são CSA. O ASA aparece com 2,8% e o Corinthians alagoano com 1%. 39,6 não souberam responder. Das 13 regiões pesquisadas (aglomerado de bairros), o CSA obteve a preferência em quatro deles. No grupo do Mutange, bairro que abriga a sede do Azulão, 40% dos entrevistados revelaram torcer pelo clube contra 27% do CRB. Já na região da Pajuçara e Ponta da Terra, berço do CRB, o Galo contou com 47% e o CSA com 21% durante a pesquisa. Já na Ponta Verde, os números foram: 56% declararam ser torcedores do CRB e 16% afirmaram torcer pelo CSA.

Em janeiro de 2014 a empresa especializada em pesquisas voltadas ao esporte realizou uma pesquisa, encomendada pelo blog do jornalista da ESPN Brasil Gustavo Hoffman, para mensurar as torcidas mais fiéis. De quebra, a Pluri Consultoria publicou a estimativa de torcedores dos principais clubes do país. De acordo com a empresa Pluri Consutoria, em Alagoas, o CRB lidera.[16] Portanto, o CRB tem a maior torcida do Estado.

Torcidas Organizadas[editar | editar código-fonte]

  • Torcida Organizada Comando Alvi Rubro
  • Torcida Alcoolizada Galo Chopp
  • Torcida CRB Chopp (Antiga Galambique)
  • Movimento Torcida Uniformizada Garra
  • Torcida GaloFace
  • Torcida GaloFiel
  • Torcida CRB-Net

Torcida Organizada Comando Alvi Rubro[editar | editar código-fonte]

Torcida Organizada Comando Alvi Rubro foi fundada em 11 de agosto de 1993 por um grupo de torcedores apaixonados pelo CRB, que há muito tempo reuniam-se em jogos do galo. Em suas primeiras reuniões para discutir o nome da torcida e a elaboração de um estatuto, alguns nomes foram sugeridos, entre eles Comando Vermelho, que foi o nome predominante e oficial, durante anos, tendo como mascote “a Morte”. Assim como toda a torcida organizada, ela precisa receber uma autorização especial, do Batalhão da Polícia Militar, segundo nova legislação em vigor nos estádios do Estado de AL, o nome Comando Vermelho, não fora aprovado, fazendo com que todos pensassem em um novo nome. Muitos nomes foram sugeridos, até que um dos componentes do grupo sugeriu o nome Comando Alvi Rubro.

Torcida Alcoolizada Galo Chopp[editar | editar código-fonte]

A torcida alcoolizada Galo Chopp foi fundada em 10 de agosto de 2003 por dois amigos regatianos apaixonados pelo CRB: Batista e Julio César, sendo esta a primeira torcida alcoolizada do Brasil. Diferentes das que já existem: organizadas, uniformizadas e etc. Por compromissos particulares Julio César não pode permanecer na torcida, mas Batista seguiu em frente com determinação e o objetivo de tornar a Galo Chopp uma das maiores torcidas do CRB, daquele dia até hoje a Galo Chopp cresceu muito tanto que juntamente com a comando alvi rubro são as duas principais torcidas do nosso querido CRB. Tendo como lema "embriagados de amor pelo CRB" a Galo Chopp acompanha o CRB em seus jogos e destaca-se pela maneira pacifica de torcer e comemorar nos jogos.

Torcida CRB Chopp[editar | editar código-fonte]

A Torcida CRB Chopp foi fundada em 7 de julho de 2009. Seu lema é "Duas Cores um só Sentimento".

Movimento Torcida Uniformizada Garra[editar | editar código-fonte]

A torcida Movimento Torcida Uniformizada Garra foi fundada em 11 de julho de 2008. Seu lema é "Por amor ao CRB".

Torcida CRB-Net[editar | editar código-fonte]

A idéia de criar a CRB-NET surgiu através de alguns torcedores que frequentavam os canais de bate-papo do CRB no IRC, mais precisamente na Rede BrasIRC. Mesmo tendo a CRB-NET sido fundada depois da fusão de todos os canais do CRB (#CRB-NET, #TOCV, #GALO-AL) para o #CRB, que ocorreu em 8 de março de 2000, o nome CRB-NET, dessa forma como se escreve, foi dado em homenagem ao primeiro canal de bate papo do CRB na Rede BrasIRC, que era o #CRB-NET.

Em Setembro do ano de 2000, veio a idéia de criar a torcida, e, com isso, a necessidade de se fazer uma faixa que pudesse servir como referencial nos jogos e para que pudessem ser feitos os "Encontros de Intervalo" nas partidas do CRB. Apesar da idéia, somente conseguimos concretizar os planos em fevereiro de 2001, quando estreamos nossa primeira faixa, no clássico contra o CSA, válido pelo Campeonato Alagoano.

GaloFace[editar | editar código-fonte]

Fundada em 20 de setembro de 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • Site Oficial
  • Twitter oficial do Clube De Regatas Brasil - CRB
  • Facebook oficial do Clube De Regatas Brasil - CRB
  • Torneio Municipal de Maceió (1950 e 1951): provavelmente organizados pela Federação Alagoana de Desportos (FAD). Estas duas conquistas do Galo são citadas por Lauthenay Perdigão, no seu livro: No mundo da bola, Maceió: SERGASA, 1987. 256p. O Torneio Municipal de 1950 é mencionado duas vezes nesse livro em Um Ídolo – Uma História (Gazeta de Alagoas – 1965) – Zequito, página 31 e em Um Ídolo – Uma História (Gazeta de Alagoas – 1966) – Arédio, página 56. O Torneio Municipal de 1951 é mencionado uma vez nesse livro em Um Ídolo – Uma  História (Gazeta de Alagoas – 1964) – Santa Rita, página 23;
  • Taça Coronel Rolim (1947 e 1948): disputas organizadas pela Federação Alagoana de Desportos (FAD) em uma série de melhor de três partidas entre o campeão e o vice-campeão do campeonato alagoano do ano anterior. Estas duas conquistas do Galo são citadas por Lauthenay Perdigão, no seu livro: História do futebol alagoano: arquivos implacáveis. 2 ed.  Maceió: EDUFAL, 2011. 214p, na parte que trata da Federação, página 39.
  • Taça Mário Lima (1952, 1958, 1959 e 1960): disputas promovidas pela Federação Alagoana de Desportos (FAD) em uma série de melhor detrês partidas entre o campeão e o vice-campeão do campeonato alagoano do ano anterior. Por ter vencido três vezes consecutivas, a Taça Mário Lima, o Clube de Regatas Brasil, ficou com a posse definitiva do troféu. Estas quatro conquistas do Galo são citadas por Lauthenay Perdigão, no seu livro: História do futebol alagoano: arquivos implacáveis. 2 ed.  Maceió: EDUFAL, 2011. 214p., na parte que trata da Federação, páginas 39 e 40.
  • Taça Conselho Regional de Desportos (1961, 1964 e 1966): disputas organizadas pela Federação Alagoana de Futebol (FAD) em uma série de melhor de três partidas entre o campeão e o vice-campeão do campeonato alagoano do ano anterior. Estas três conquistas do Galo são citadas por Lauthenay Perdigão, no seu livro: História do futebol alagoano: arquivos implacáveis. 2 ed.  Maceió: EDUFAL, 2011. 214p., na parte que trata da Federação, página 40.

Referências

  1. Ranking de torcidas: Confira qual rival tem a maior torcida em todo Brasil. Página visitada em 01 de janeiro de 2014.
  2. De acordo com pesquisa, torcedores do Galo representam a maioria na capital.. Página visitada em 28 de agosto de 2013.
  3. Pesquisa revela que o CRB é o time de maior torcida no Estado. Página visitada em 29 de agosto de 2013.
  4. Histórias do clássico: maior goleada do CRB sobre o CSA tem até nome. Página visitada em 04 de abril de 2013.
  5. a b Museu dos esportes.
  6. Esporte Alagoas.
  7. Site Oficial do CRB. Página visitada em 28 de abril de 2014.
  8. Site CRB acima de tudo. Página visitada em 15 de fevereiro de 2014.
  9. Perdigão, Lauthenay. História do futebol alagoano: arquivos implacáveis. 2 ed. Maceió: EDUFAL, 2011. 214p. Perdigão, Lauthenay. No mundo da bola. Maceió: SERGASA, 1987. 256p.
  10. Elenco do CRB no Ogol.
  11. Ex-sede social do CRB é demolida para construção de prédio. Página visitada em 19 de fevereiro de 2014.
  12. Ranking de torcidas: Confira qual rival tem a maior torcida em todo Brasil. Página visitada em 01 de janeiro de 2014.
  13. De acordo com pesquisa, torcedores do Galo representam a maioria na capital.. Página visitada em 28 de agosto de 2013.
  14. Pesquisa revela que o CRB é o time de maior torcida no Estado. Página visitada em 29 de agosto de 2013.
  15. De acordo com pesquisa, torcedores do Galo representam a maioria na capital. (em português).
  16. Ranking de torcidas: Confira qual rival tem a maior torcida em todo Brasil (em português).
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