Copa Libertadores da América
| Copa Libertadores da América | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Copa Santander Libertadores | |||||||
Troféu oferecido aos vencedores da Copa Libertadores |
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| Dados gerais | |||||||
| Organização | CONMEBOL | ||||||
| Edições | 52 | ||||||
| Outros nomes | Libertadores | ||||||
| Local de disputa | América Latina | ||||||
| Sistema | Grupos e Eliminatórias | ||||||
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A Copa Libertadores da América ou Taça Libertadores da América, cujo nome oficial atual é Copa Santander Libertadores por motivos de patrocínio[1], é a principal competição de futebol entre clubes profissionais da América do Sul, organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL). Desde 1998, quando começou a ser patrocinada pela montadora japonesa Toyota, aceita também a participação de clubes do México. A partir de 2008, o patrocinador oficial da competição passou a ser o espanhol Grupo Santander[1]. O nome do torneio é uma homenagem aos principais líderes da independência das nações da América do Sul: José Artigas, Simón Bolívar, José de San Martín, José Bonifácio de Andrada e Silva, D. Pedro I do Brasil, Antonio José de Sucre e Bernardo O'Higgins. É uma das competições entre clubes mais prestigiosas no esporte juntamente com a Liga dos Campeões da Europa.
Da primeira edição em 1960 até 2004, o campeão da Libertadores enfrentava o campeão da Liga dos Campeões da Europa em uma ou duas partidas, no que se chamava de Mundial Interclubes, Copa Intercontinental ou ainda Copa Europeia/Sul-Americana. Somente a partir de 2005, o campeão da Libertadores passou a disputar a Copa do Mundo de Clubes da FIFA (FIFA Club World Cup), competição criada em 2000 e que reúne os campeões de todos os continentes.
Em março de 2009, a CONMEBOL anunciou a criação de um torneio continental feminino, com a participação de 10 clubes sendo um de cada país associado. A primeira Copa Libertadores Feminina foi realizada no Brasil e teve como campeã o clube brasileiro Santos.[2]
Dois anos depois, foi criada a Copa Libertadores Sub-20, a ser disputada por 12 clubes do continente e disputada por jogadores com até 20 anos de idade. A primeira edição realizou-se em junho de 2011, no Peru.[3]
Índice |
[editar] Classificação
A forma de classificação para a competição é geralmente baseada nos resultados dos campeonatos nacionais dos países do continente, assim como a Liga dos Campeões da UEFA, na Europa. Mas há confederações que se utilizam de torneios próprios, independentes dos campeonatos nacionais propriamente ditos, para definir pelo menos algumas vagas como a Copa do Brasil, no Brasil, desde 1989, a Liguilla Pré-Libertadores, no Uruguai, entre 1974 e 2009, e a InterLiga no México entre 2004 e 2010.
A Libertadores tem uma primeira fase na qual um número de clubes, atualmente 12, são emparelhados em uma série de "mata-matas". Os seis sobreviventes juntam-se aos clubes restantes na segunda fase, na qual são divididos em grupos de quatro. Os times dos grupos da segunda fase jogam entre si em turno e returno. Os dois melhores de cada grupo classificam-se para a fase eliminatória, na qual o time com a melhor campanha enfrenta o pior segundo colocado, o 2º melhor joga contra o penúltimo dos segundos colocados, e assim por diante. A disputa acontece então em um novo sistema "mata-mata", assim como as quartas-de-final, semifinais e a final. Entre 1960 e 1987 os campeões da edição anterior não entravam na competição até a fase semifinal, tornando muito mais fácil a retenção do título. A partir de 1988 o campeão da edição anterior passou a entrar na terceira fase. Apenas a partir da edição de 2000, o campeão do ano anterior passou a disputar desde a fase de grupos, precisando obter vaga para a fase eliminatória, como os demais participantes.
Em seus primeiros anos, apenas os campeões nacionais das principais nações participavam, mas os vice-campeões foram permitidos na década de 1970. A competição acabou aumentada para 21, 32, 36 e agora conta com 38 clubes.
A partir de 2010 o campeão da Copa Sul-Americana passou a ter uma vaga na Libertadores do ano seguinte, ocupando uma das vagas previamente estabelecidas para cada confederação (5 para Brasil e Argentina e 3 para as demais confederações).[4]
As vagas são distribuídas da seguinte maneira:
| Vagas | País | Classificação |
|---|---|---|
| 1 | * Campeão da Copa Libertadores do ano anterior | |
| 1(*) | * Campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior | |
| 5 | * Campeão do Torneio Apertura (1) * Campeão do Torneio Clausura (1) * Pontuação geral na temporada (3) |
|
| 5 | * Campeão da Copa do Brasil (1) * Primeiro a quarto lugares no Campeonato Brasileiro de Futebol (4) |
|
| 3 | * Primeiro e segundo lugares no Torneio Clausura (2) * Campeão do Torneio Apertura (1) |
|
| 3 | * Campeão do Campeonato Chileno de Futebol (1) * Melhor colocado na primeira fase do Campeonato Chileno (1) * Campeão da Liguilla para a Libertadores (1) |
|
| 3 | * Campeão do Torneio Apertura (1) * Campeão do Torneio Finalización (1) * Pontuação geral na temporada (1) |
|
| 3 | * Primeiro a terceiro lugares no Campeonato Equatoriano de Futebol (3) | |
| 3 | * Pontuação geral na temporada (3) | |
| 3 | * Campeão e vice-campeão do Campeonato Paraguaio de Futebol (2) * Pontuação geral na temporada (1) |
|
| 3 | * Campeão e vice-campeão Campeonato Peruano de Futebol (2) * Pontuação geral na primeira fase (1) |
|
| 3 | * Primeiro e segundo lugares no Campeonato Uruguaio de Futebol (2) * Pontuação geral na temporada (1) |
|
| 3 | * Primeiro a terceiro lugares no Campeonato Venezuelano de Futebol (3) |
Os times de pior classificação em cada país, mais o segundo pior classificado da nação do campeão do ano anterior, entram na primeira fase, com os vencedores se juntando aos outros 26 times na fase de grupos.
No México uma das vagas era definida num jogo realizado entre os campeões do Torneio Apertura e do Clausura do país. No Brasil, entre os anos de 2000 a 2002, uma das vagas ficava com o campeão da Copa dos Campeões, competição oficial da CBF, atualmente não mais disputada.
[editar] História
Em 5 de março de 1959, acontece em Buenos Aires, sede da 26ª Copa América, o 30º Congresso Ordinário da CONMEBOL. Reunidos no salão principal da Asociación del Fútbol Argentino (AFA), os dirigentes sul-americanos deram sinal positivo ao projeto de um "Campeonato de Campeões", apresentado por Chile e Brasil. Foi o ponto de partida para o nascimento da Copa Libertadores da América. No ano seguinte, em 1960, foi disputada a primeira edição, na qual se consagrou campeão o Club Atlético Peñarol, do Uruguai. O Brasil fora representado pelo Esporte Clube Bahia, campeão da Taça Brasil de 1959, torneio que credenciava tal vaga no país.
A ideia tinha um antecedente: em 1948, o Colo-Colo chileno, através do dirigente Róbinson Marín, organizou com sucesso um torneio de campeões da América, o Campeonato Sul-Americano de Clubes, em que participaram os coroados de cada país de 1947: o clube local, Vasco da Gama (Brasil, que viria a se tornar campeão), River Plate (Argentina), Nacional (Uruguai), Emelec (Equador), Deportivo Municipal (Peru) e Litoral (Bolívia).
Os primeiros confrontos internacionais entre clubes na América do Sul haviam ocorrido no Rio da Prata no início do século XX. Argentinos e uruguaios iniciaram no ano de 1900 a disputa da Copa Competência, entre os clubes de ambas nações. Em 1905 começa a Copa de Honor Cusenier e em 1916 se põe em jogo a Copa Aldao, sendo o Nacional de Montevidéu o primeiro ganhador, ao vencer o Racing Club.
No Congresso da CONMEBOL de 1958 no Rio de Janeiro, começou-se a trabalhar no projeto de um torneio entre os campeões sul-americanos, similar ao que desde 1955 se disputava na Europa. Inclusive a própria UEFA apoiou a instauração de uma competição entre clubes na América do Sul, com a intenção de enfrentar anualmente aos vencedores de ambas confederações (a Copa Intercontinental).
Finalmente o projeto da Copa Libertadores foi apresentado à CONMEBOL, sendo aprovado no Congresso. A moção recebeu o apoio da ampla maioria, com o voto contrário do Uruguai, e foi aprovada. Essa foi a última obra de governo do brasileiro José Ramos de Freitas como presidente da CONMEBOL, que após esse ato cedeu seu cargo ao novo presidente eleito, o uruguaio Fermín Sorhueta.
Com o início dado em Buenos Aires, ainda restavam definir inúmeras questões de organização, redigir um regulamento e nomear o torneio. Após outras várias reuniões se decidiu que participariam os campeões de cada país e que, diante da negativa do campeão em participar, o vice-campeão o substituiria. Também decidiram realizar a primeira edição somente se quatro equipes confirmassem sua participação. E finalmente resolveu-se dar à competição o nome de "Libertadores da América", em homenagem aos heróis independentistas da América do Sul.
Em 19 de abril de 1960 jogou-se a primeira partida da história: Peñarol 7 a 1 contra o Jorge Wilstermann.
Posteriormente, em 1964, a iniciativa do diretor do Peñarol, Washington Cataldi, se aprovou que participassem da Copa os vice-campeões de cada país, com o qual o número se elevou para 20 competidores.
Até 2010, 22 equipes diferentes já conquistaram a taça. O clube mais bem sucedido no torneio é o argentino Independiente, incluindo quatro títulos seguidos em sete vezes de 1972 a 1975.
Ao longo dos anos, a concorrência tem mantido viva uma rivalidade entre os países concorrentes, especialmente entre o Brasil e a Argentina, Uruguai e Argentina, Uruguai e Brasil, Colômbia e Argentina, Peru e Chile. Episódios de violência não são raros e a pressão para os jogadores em campo é enorme.
O Estudiantes de La Plata, da Argentina, se tornou o primeiro clube a vencer a taça em três anos consecutivos, em 1968, 1969 e 1970. Desde então, só o Independiente conseguiu superar esta marca.
De 1998 até 2007, a Copa Libertadores da América foi patrocinada pela Toyota Motor Corporation, sendo seu nome oficial durante esse período Copa Toyota Libertadores. A partir de 2008, a Copa passou a ser chamada de Copa Santander Libertadores, em função do patrocínio do banco espanhol Santander.
[editar] Campeões
-
Ver página anexa: Lista de campeões da Copa Libertadores da América
* Conquistou o título de forma invicta.[5]
[editar] Títulos por equipe
| Clube | País | Títulos | Vices | Aproveitamento em finais |
|---|---|---|---|---|
| Independiente | 7 (1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984) | 0 | 100% | |
| Boca Juniors | 6 (1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007) | 3 (1963, 1979 e 2004) | 66,6% | |
| Peñarol | 5 (1960, 1961, 1966, 1982 e 1987) | 5 (1962, 1965, 1970, 1983 e 2011) | 50% | |
| Estudiantes | 4 (1968, 1969, 1970 e 2009) | 1 (1971) | 80% | |
| Nacional | 3 (1971, 1980 e 1988) | 3 (1964, 1967 e 1969) | 50% | |
| Olimpia | 3 (1979, 1990 e 2002) | 3 (1960, 1989 e 1991) | 50% | |
| São Paulo | 3 (1992, 1993 e 2005) | 3 (1974, 1994 e 2006) | 50% | |
| Santos | 3 (1962, 1963 e 2011) | 1 (2003) | 75% | |
| Cruzeiro | 2 (1976 e 1997) | 2 (1977 e 2009) | 50% | |
| Grêmio | 2 (1983 e 1995) | 2 (1984 e 2007) | 50% | |
| River Plate | 2 (1986 e 1996) | 2 (1966 e 1976) | 50% | |
| Internacional | 2 (2006 e 2010) | 1 (1980) | 66,6% | |
| Palmeiras | 1 (1999) | 3 (1961, 1968 e 2000) | 25% | |
| Atlético Nacional | 1 (1989) | 1 (1995) | 50% | |
| Colo-Colo | 1 (1991) | 1 (1973) | 50% | |
| Argentinos Juniors | 1 (1985) | 0 | 100% | |
| Flamengo | 1 (1981) | 0 | 100% | |
| LDU Quito | 1 (2008) | 0 | 100% | |
| Once Caldas | 1 (2004) | 0 | 100% | |
| Racing | 1 (1967) | 0 | 100% | |
| Vasco da Gama | 1 (1998) | 0 | 100% | |
| Vélez Sársfield | 1 (1994) | 0 | 100% | |
| América de Cáli | 0 | 4 (1985, 1986, 1987 e 1996) | 0% | |
| Barcelona SC | 0 | 2 (1990 e 1998) | 0% | |
| Cobreloa | 0 | 2 (1981 e 1982) | 0% | |
| Deportivo Cali | 0 | 2 (1978 e 1999) | 0% | |
| Newell's Old Boys | 0 | 2 (1988 e 1992) | 0% | |
| Atlético Paranaense | 0 | 1 (2005) | 0% | |
| Cruz Azul | 0 | 1 (2001) | 0% | |
| Fluminense | 0 | 1 (2008) | 0% | |
| Chivas Guadalajara | 0 | 1 (2010) | 0% | |
| São Caetano | 0 | 1 (2002) | 0% | |
| Sporting Cristal | 0 | 1 (1997) | 0% | |
| Unión Española | 0 | 1 (1975) | 0% | |
| Universidad Católica | 0 | 1 (1993) | 0% | |
| Universitario | 0 | 1 (1972) | 0% |
[editar] Total de títulos por país
| País | Títulos | Vices | Aproveitamento em finais |
|---|---|---|---|
| 22 | 8 | 73,3% | |
| 15 | 15 | 50% | |
| 8 | 8 | 50% | |
| 3 | 3 | 50% | |
| 2 | 7 | 22,2% | |
| 1 | 5 | 16,7% | |
| 1 | 2 | 33,3% | |
| 0 | 2 | 0% | |
| 0 | 2 | 0% | |
| 0 | 0 | –% | |
| 0 | 0 | –% |
[editar] Equipes com mais participações
| Participações[6] | Clube |
|---|---|
| 38 | |
| 37 | |
| 35 | |
| 33 | |
| 30 | |
| 28 | |
| 27 | |
| 26 | |
| 22 | |
| 21 |
[editar] Ranking de pontos
De 1960 a 2011, foram 52 edições da Copa Libertadores da América. Nesse período, os 20 maiores clubes pontuadores foram os seguintes (até 2010):[7]
| Pos. | Clube | País | Part | Tít | J | V | E | D | GP | GC | SG | Pts | % |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Nacional | 37 | 3 | 319 | 140 | 87 | 92 | 481 | 356 | 125 | 507 | 52,98 | |
| 2 | River Plate | 30 | 2 | 291 | 144 | 70 | 77 | 475 | 314 | 161 | 502 | 57,50 | |
| 3 | Peñarol | 38 | 5 | 305 | 141 | 69 | 95 | 477 | 355 | 122 | 492 | 53,77 | |
| 4 | Boca Juniors | 22 | 6 | 220 | 117 | 50 | 53 | 344 | 208 | 136 | 401 | 60,76 | |
| 5 | Olimpia | 35 | 3 | 260 | 101 | 78 | 81 | 366 | 321 | 45 | 381 | 48,85 | |
| 6 | Cerro Porteño | 33 | 0 | 249 | 91 | 72 | 86 | 332 | 328 | 4 | 345 | 46,18 | |
| 7 | América de Cali | 19 | 0 | 196 | 89 | 55 | 52 | 287 | 211 | 76 | 322 | 54,76 | |
| 8 | Colo-Colo | 28 | 1 | 205 | 82 | 48 | 75 | 297 | 281 | 16 | 294 | 47,80 | |
| 9 | Bolívar | 26 | 0 | 193 | 77 | 40 | 76 | 289 | 287 | 2 | 271 | 46,80 | |
| 10 | São Paulo | 15 | 3 | 149 | 77 | 37 | 35 | 230 | 133 | 97 | 268 | 59,96 | |
| 11 | Universitario | 27 | 0 | 205 | 67 | 65 | 73 | 247 | 271 | -24 | 266 | 43,25 | |
| 12 | Universidad Católica | 22 | 0 | 188 | 72 | 49 | 67 | 294 | 267 | 27 | 265 | 45,21 | |
| 13 | Palmeiras | 14 | 1 | 140 | 73 | 27 | 40 | 255 | 164 | 91 | 246 | 58,57 | |
| 14 | Cruzeiro | 12 | 2 | 120 | 71 | 21 | 28 | 229 | 126 | 103 | 234 | 65,00 | |
| 15 | Independiente | 18 | 7 | 136 | 65 | 35 | 36 | 193 | 127 | 66 | 230 | 56,37 | |
| 16 | Barcelona | 21 | 0 | 179 | 61 | 47 | 71 | 215 | 228 | -13 | 230 | 42,83 | |
| 17 | Sporting Cristal | 28 | 0 | 189 | 58 | 47 | 84 | 245 | 291 | -46 | 221 | 38,98 | |
| 18 | Grêmio | 12 | 2 | 119 | 61 | 26 | 32 | 184 | 114 | 70 | 209 | 58,54 | |
| 19 | Deportivo Cali | 18 | 0 | 142 | 59 | 28 | 55 | 204 | 180 | 24 | 205 | 48,12 | |
| 20 | Estudiantes | 11 | 4 | 97 | 56 | 17 | 24 | 136 | 81 | 55 | 185 | 63,57 |
[editar] Artilheiros por edição
[editar] Maiores artilheiros da história
[editar] Ver também
- Campeonato Sul-Americano de Campeões
- Copa Sul-Americana
- Recopa Sul-Americana
- Anexo:Estatísticas da Copa Libertadores da América
- Anexo:Participações de clubes brasileiros na Libertadores e na Sul-americana
[editar] Referências
- ↑ a b "Desde 2008 será Copa Santander Libertadores" CONMEBOL.com, 27/09/2007 (em espanhol)
- ↑ eBand (18 de outubro de 2009). Santos goleia e é campeão da Libertadores Feminina (em português). Página visitada em 8 de janeiro de 2010.
- ↑ CONMEBOL (23 de maio de 2011). Se viene la Libertadores Sub-20 (em português). Página visitada em 25 de maio de 2011.
- ↑ Conmebol volta atrás, e G-3 do Brasileirão passa a ser outra vez G-4. GloboEsporte.com (18 de outubro de 2010). Página visitada em 18 de outubro de 2010.
- ↑ Bolanaarea.com. RANKING E CURIOSIDADES (em português). Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
- ↑ Bolanaarea.com. TODOS OS PARTICIPANTES DIVIDIDOS POR PAÍSES - EM NÚMERO DE PARTICIPAÇÕES (em português). Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
- ↑ Tabela histórica da Copa Santander Libertadores (1960-2010). CONMEBOL.com. Página visitada em 25 de fevereiro de 2011.
[editar] Ligações externas
- Página da Copa Libertadores da América no site oficial da CONMEBOL (em espanhol)
- Copa Libertadores da América no portal GloboEsporte.com (em português)
- Estatísticas da Copa Libertadores da América no site RSSSF.com (em inglês)